Mostrando postagens com marcador PT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PT. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

A Perene Revolução Socialista no Brasil

General R1 Luiz Eduardo Rocha Paiva
O lançamento do Manifesto Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels, em 1848, contribuiu para expandir a ideologia comunista. Anos depois, foram criadas organizações afins nas sucessivas Internacionais Socialistas, que reuniam distintas tendências da revolução socialista mundial.
A III Internacional, realizada em Moscou em 1919, ficou conhecida como a Internacional Comunista (IC). Ela criou o Comitê Internacional (Comintern), órgão do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) encarregado de disseminar a revolução socialista, criando partidos afins em diversos países. Em 1922, nasceu a Seção Brasileira da Internacional Comunista, origem do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e de sua futura dissidência, o Partido Comunista do Brasil, após a cisão em 1962.
Para se filiar à IC, a Seção aceitou as 21 condições impostas pelo Comintern. Algumas determinavam que os PC combinariam ações legais com ilegais, fariam campanhas de agitação e propaganda com foco nos exércitos, seriam partidos internacionais subordinados ao PCUS e renunciariam ao patriotismo e à paz social. Por tudo isso, e com o PCB submisso à União Soviética, o socialismo já nasceu incompatibilizado com as Forças Armadas brasileiras, instituições exclusivamente leais à nação, legalistas, patrióticas e fiadoras da paz interna.
A revolução socialista faz um trabalho permanente de acumulação de forças, que culmina com tentativas de tomada do poder quando o partido revolucionário considera ter alcançado condições objetivas para tanto. Foram três tentativas frustradas e a quarta está em pleno e exitoso andamento.
A primeira foi a Intentona Comunista em 1935. O traidor Luiz Carlos Prestes liderou uma frente ampla - Aliança Nacional Libertadora (ANL) - constituída pelo PCB e setores da esquerda. O golpe foi autorizado pelo PCUS e seguiu o modelo bolchevista russo de 1917, ou seja, um golpe de Estado imediato e violento. No Manifesto Revolucionário, convocando a nação, constavam os slogans: todo o poder à ANL; e pão, terra e liberdade. Na revolução bolchevista, os slogans eram: todo o poder aos soviets; e pão, paz e terra. Coincidência?
A segunda iniciativa se intensificou de 1961 a 1964 e usou a via pacífica preconizada pela URSS a partir de 1956. O golpe foi paulatinamente preparado por meio da infiltração em instituições e setores estratégicos, a fim de viabilizar pressões de base e de cúpula para desestabiliza-los, e por meio da subversão (agitação e propaganda), para criar o clima revolucionário e motivar a sociedade para o golpe. Em 1963, Luiz Carlos Prestes declarara que o Brasil disputava a glória de ser o segundo país do continente a implantar o socialismo e que o PCB estava no governo, mas ainda não tinha o poder.
A terceira tentativa foi preparada desde o início dos anos 1960 e se intensificou a partir de 1966. Empregou a forma violenta (linha maoísta) - luta armada prolongada - modelo fortalecido após o fracasso da via pacífica de linha soviética. A revolução socialista recebeu outro duro golpe, mas atrasou por dez anos a redemocratização almejada pela nação. A esquerda revolucionária não teve o reconhecimento de nenhuma democracia e de nenhum organismo internacional de que lutasse por democracia ou representasse parte do povo brasileiro. A redemocratização, em 1978, não foi obra da luta armada, então totalmente desmantelada, mas sim do governo militar, da oposição legal e da sociedade civil ordeira.
Porém, a revolução socialista é perene e, hoje, ela acumula forças para a quarta tentativa de conquistar o poder. Emprega a via pacífica de linha gramcista, estratégia de longo prazo que vem desde os anos 1960. O PT, substituto do PCB e do PCdoB na liderança da revolução, pretende a hegemonia sobre a sociedade para controla-la; e neutralizar o aparato de segurança do Estado, de modo a tomar o poder, destruir o Estado burguês e implantar o regime socialista. A investida sofreu um revés com a saída do PT do governo, mas ele manteve o controle de setores importantes de uma sociedade enfraquecida pela destruição de valores atiçada, há décadas, pela revolução socialista. O PT é um partido socialista, de acordo com os seus próprios documentos, e o fato de muitos de seus líderes terem sido corrompidos pela ganância de poder e riqueza não significa que ele não seja ideológico. É um partido ideológico-fisiológico.
Países com grave divisão ideológica têm altos índices de instabilidade, insegurança interna, debilidade no cenário externo e o futuro comprometido. Isso acontece, em prazos mais curtos, com nações politicamente imaturas e não desenvolvidas, cujas sociedades têm baixos níveis de educação, cultura e civismo. Da mesma forma, o paulatino enfraquecimento das potências ocidentais se explica pela crescente cisão ideológica interna e perda de valores tradicionais, cívicos e cristãos após a introdução da ideologia socialista, particularmente, com sua exitosa pregação da contracultura em suas sociedades. A queda das grandes potências é algo histórico e começa pela decadência moral. No entanto, quando uma nação alcança um alto nível de desenvolvimento e superioridade militar e científico-tecnológica a decadência se arrasta por décadas ou séculos, como foi com Roma, Reino Unido e URSS.
O Brasil tem duas forças internas destrutivas. A liderança política fisiológica, não discutida nesse artigo, e a da revolução socialista permanente, ambas incompetentes para governar, corruptoras, corrompidas e aliadas de 2003 a 2016. A permanência da primeira ou a volta da segunda ao poder comprometerão a paz social, a unidade política, a grandeza moral e o futuro do Brasil.
Nunca antes na história desse país, uma aliança lhe causou tanto mal.
Fonte:   Ternuma

domingo, 22 de maio de 2016

Lula e Sua Compulsão Pela Mentira

O “garçom” do Planalto é mais uma mentira de Lula
O ex-presidente e principal investigado na Operação Lava Jato, Luis Inácio Lula da Silva (PT/SP) postou (através de sua equipe) em seu perfil de Facebook, o seguinte recado (imagem abaixo), em 18/05/2016:
O único “problema” é que José da Silva Catalão, funcionário do Palácio do Planalto, ocupava cargo comissionado de Assessor Técnico, e não de garçom. Ora, como um Assessor Técnico, contratado para tal função conforme o próprio Portal da Transparência do Governo Federal, poderia estar exercendo a função de garçom?
Ainda segundo o Portal de Transparência do Governo Federal, o salário de tal servidor não é de um garçom qualquer, mas compatível com o de um Assessor Técnico.
Dilma Rousseff estava recebendo assessoria técnica para exercer a profissão de garçonete, por medo do impeachment? E se trata do mesmo servidor, pois além do nome, temos em comum o fato de estar na função desde fevereiro de 2007, ou seja, há mais de 9 anos, conforme relatado no post de Lula.
Podem argumentar agora (os defensores de Lula) que seria apenas um erro da equipe do Facebook do ex-presidente, contudo, se é um funcionário tão querido, como errariam a função? Ou se há um garçom tão querido que foi demitido, como errariam o nome? Só uma coisa faz sentido: Lula pode até ter ligado para tal servidor, mas seu post mentiu sobre a função do mesmo, visando gerar comoção em seu público, afinal, é mais fácil sentir dó de um pobre garçom demitido, do que de um assessor técnico bem remunerado e que ocupava cargo comissionado, não é mesmo?
E é óbvio que Lula necessita de toda a carga emocional e sentimentalista que puder descarregar sobre seus (ainda) seguidores, com as investigações da Lava Jato e até o relatório do Procurador-geral da República apontando para ele, cada dia mais e mais.
COMENTO:  para quem não sabe, esse 3º Sgt QE da Reserva do Exército, contratado como Assessor Técnico, mas que exercia as funções de garçom, foi acusado de espionar a reunião fechada do presidente em exercício, Michel Temer, com seus ministros e repassar o que ouviu a outros assessores da quase ex presidente Dilma Rouseff. Nada mais óbvio que os canalhas tentem vitimizar seu informante flagrado/fracassado, mas o episódio deixa claro outro despropósito que ocorre nos corredores palacianos. 
Pelo que se vê, para não contratarem simplesmente um garçom pagando-lhe o correspondente salário, contrata-se um "assessor técnico" (cargo de Direção e Assessoramento Superior = DAS 102.3), com um salário substancialmente maior. Claro que deve haver muitos outros casos assim. Podem até alegar que o funcionário deve ter um salário elevado para garantir sua confiabilidade no desempenho de seu trabalho (ninguém pode dizer que ele não estava sendo fiel - ao seu empregador original). Mas, em um país onde um professor com curso superior tem que enfrentar 40 horas semanais tentando domar 30 a 40 crianças e/ou adolescentes em troca de menos de dois mil reais mensais, o preço desse garçom me parece superfaturado (como muita coisa governamental nos últimos anos).

terça-feira, 17 de maio de 2016

O Necessário Processo de Despetização

.
Depois da Segunda Guerra, a Alemanha iniciou um processo de desnazificação fundamentado na condenação do recente passado nazista e na imputação de uma culpa coletiva. De volta ao país depois de ter fugido do governo de Adolf Hitler, o filósofo político Eric Voegelin ministrou em 1964 uma série de conferências na Universidade de Munique na qual questionava a ideia de imputação coletiva em vez da necessária atribuição da responsabilidade individual. As aulas foram depois publicadas no livro Hitler e os Alemães.
Voegelin explicou que coletivizar a culpabilidade pelo nazismo significava tornar equivalente a responsabilidade das pessoas que acreditaram naquele projeto político com os que atuaram diretamente para a sua ascensão e manutenção. Portanto, a responsabilidade individual de cada alemão no processo não poderia ser diluída numa responsabilidade coletiva que eximiria os culpados dos seus atos voluntários. Sem dominar o passado, alertou Voegelin, era impossível resolver o problema no presente a partir da “revolução do espírito” que exigia uma “reviravolta da consciência”.
Em 2016, com o afastamento temporário da presidente Dilma Rousseff, a sociedade brasileira precisa iniciar e enfrentar um necessário processo de despetização do país. Também aqui no Brasil, isto vindicará uma inescusável “revolução do espírito” com uma “reviravolta da consciência”, não apenas procedimentos políticos e judiciais. Porque o projeto de poder do PT é, também, criminoso – não se trata apenas de política.
E como se daria esse processo? Primeiro, mediante uma autorreflexão séria e profunda a respeito da responsabilidade dos não-petistas que, por ação ou omissão, permitiram as vitórias culturais e políticas do PT e de seus satélites socialistas e comunistas. Um exercício de anamnese é fundamental para tomar consciência do que se passou e reconhecer a responsabilidade individual.
Realizada essa “reviravolta da consciência”, que resultará na restauração da ordem interna que fora perdida, será necessário identificar, denunciar, punir ou influenciar positivamente, quando possível, os agentes que colaboraram direta e indiretamente para a ascensão do PT: professores, jornalistas, intelectuais, políticos (inclusive os de outros partidos, como os do PMDB e PSDB), empresários, servidores públicos e os cerca de 100 mil nomeados para cargos e funções de confiança.
Nem todos, obviamente, estarão dispostos a realizar o auto-exame e assumir a própria responsabilidade – e muitos quererão atribuir a autoria às vítimas ou defender uma culpabilidade coletiva que esconda a culpa individual. Mas serem identificados como colaboradores de um projeto de poder que colocou o Estado a serviço do partido e que tentou reduzir o país à sua própria estatura moral servirá para que a sociedade não esqueça o perigo que representam e possa combatê-los adequadamente.
Sem o procedimento de despetização do Brasil há o risco de que nada mude mesmo com a substituição dos atores e agentes políticos porque comprometidos com a mesma mentalidade e prática política e criminosa. E a mesma “elite” política e seus asseclas que degradaram o país tentarão ocultar a sua culpabilidade e voltarão a agir impunemente com a finalidade de reconquistar o poder cultural e político ora fragilizado. Como adverti no artigo da semana passada, o PT, mesmo fora da Presidência, não está morto e os petistas são profissionais em fazer uma oposição perigosa, maléfica e desonesta.
O momento é crítico e exige muito mais do que mudanças políticas e econômicas.
COMENTO: essa é uma boa ideia, mas deve ser implementada com cuidado. De forma alguma podemos cair em uma "caça às bruxas" ou em alguma iniciativa similar à Revolução Cultural promovida na China - patifaria comunista (me perdoem o pleonasmo) que por coincidência completará, ao final deste mês de maio, 50 anos de seu início. Oposição política é uma necessidade da democracia. 
O que deve ser feito, imediatamente, é uma profunda e completa auditoria sobre os mal-feitos ocorridos na administração do país nos últimos treze, ou quem sabe, vinte anos. Isto é fundamental para que seja eliminada da vida pública brasileira o procedimento já por demais arraigado de confundir o público e o privado, ou seja, o uso do poder para atender interesses privados, de grupos e indivíduos. E para que essa limpeza seja efetiva, há que se denunciar e punir severamente os autores de crimes contra o patrimônio nacional, particularmente os que tiveram motivação dita ideológica, sempre desonesta, objetivando atender as metas estabelecidas pelos afiliados do Foro de São Paulo. O interesse do Brasil como Nação (território, povo e cultura) deve prevalecer sobre tudo o mais.
.

domingo, 15 de maio de 2016

O Partido dos Trabalhadores e o Nazismo

.
O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães que deu origem ao Nacional Socialismo (Nazismo), na Alemanha, não coincide apenas no nome com Partido dos Trabalhadores do Brasil. Apesar de ambos terem ideologias um pouco distintas, um é abertamente anticomunista e outro abertamente comunista, eles têm mais algo em comum do que vocês imaginam. Vejam só os cinco motivos pelo qual o PT lembra, e muito, o Nazismo:

1. Culto ao líder ou culto à Personalidade
Uma das estratégias do Nazismo é a propaganda política baseada na exaltação das virtudes – reais e/ou supostas – do governante, bem como da divulgação positiva de sua figura. Hitler era idolatrado pelo povo e o próprio estado estimulava isso através da Educação ou propaganda na mídia. Para fortalecer a idolatria de Hitler, os governantes criaram até uma cultura de saudação que consistia em levantar o braço e dizer Heil Hitler (em português, Salve Hitler).
No Brasil, diferentemente dos outros partidos, o Partido dos Trabalhadores (PT) é o único partido nacional que idolatra uma figura única. O PT, através de muita propaganda, criou um herói, um líder que “governa para os pobres”. A estratégia do partido de fazer do Lula um “salvador” nacional foi um trabalho intenso com muita propaganda; começa desde os livros de história disponíveis em escolas públicas – que retratam a história de um menino pobre, trabalhador que chegou a presidência da república e reduziu a miséria – até filme com sua história patrocinado por empreiteiras corporativistas. Lula e Hitler são idolatrados pela classe trabalhadora, que busca por um salvador que vai acabar com um inimigo inexistente.

2. Bandeira Vermelha
A Bandeira Vermelha é um emblema socialista e comunista associado particularmente com a esquerda revolucionária. Na consciência popular coletiva, a bandeira vermelha está fortemente associada com o comunismo, o sindicalismo e as manifestações populares. Ela foi adotada inicialmente por socialistas e radicais republicanos nos movimentos revolucionários franceses de 1848, ostentando como símbolo o “sangue dos trabalhadores irritados”.
O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Partido Nazista) foi criado com o objetivo de atrair os trabalhadores. A ideia era concorrer com outros partidos de esquerda como Partido Comunista da Alemanha (Kommunistische Partei Deutschlands, KPD). E para representar a luta dos trabalhadores, possui a mesma bandeira vermelha adotada pelos comunistas. O Partido Nazista adotava, além da bandeira, a mesma retórica, era contra o capitalismo, contra a burguesia e grandes empresários. Mais tarde o foco do partido passou a ser antissemita e, apesar de semelhanças com os marxistas, se tornou antimarxista.
Da mesma forma que o Partido Nazista concorria com partidos comunistas para atrair os trabalhadores, o PT também enfrenta concorrentes no Brasil, como Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido da Causa Operária (PCO) e etc. E todos esses partidos, assim como os nazistas, utilizam a bandeira vermelha para representar a luta de classe. Além da bandeira, todos essas partidos também possuem retórica semelhante ao dos nazistas com discurso anticapitalista e antiburguês.

3. Divisão por raça
Para tentar unir a maioria dos alemães e perpetuar-se no poder, Hitler encontrou uma maneira de colocar a culpa pela crise. A Alemanha em 1914-1923 passou por um período de hiperinflação causada por impressão de dinheiro do governo. E depois sofreu consequências da crise de 1929, causada pela expansão monetária pelo Banco Central americano, e efeitos do Pacto de Varsóvia [creio que o autor quis se referir ao Tratado de Versalhes]. Quando Hitler assumiu, ele precisava encontrar um culpado pelos problemas socioeconômicos da Alemanha, e resolveu colocar a culpa nos Judeus, que normalmente eram mais ricos que a média dos alemães, ou seja, eram da classe burguesa.
No Brasil, Lula enfrentou problemas com o aumento dos gastos públicos de seu governo e sofreu consequências da crise de 2008, causada novamente pelo Banco Central Americano que expandiu a moeda para fornecer crédito habitacional aos pobres. Lula jogou a culpa da crise na “gente branca de olhos azuis”. Nas palavras do ex-presidente: “A crise foi causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis, que antes pareciam saber de tudo, e, agora, demonstram não saber de nada”. Além desse episódio, o PT usa a estratégia de dividir a sociedade entre negros e brancos como uma forma de enfraquecer a sociedade e se manter no poder.

4. Corporativismo
Apesar de ser socialista, Hitler não conseguiria chegar ao poder sem dinheiro do capital privado. O líder nazista teve que se aliar a grandes empresários alemães para governar a Alemanha, e utilizou uma retórica antiliberal e antimarxista, que fez unir grandes empresários alemães e a classe trabalhadora em uma mesma ideologia política.
No Brasil, a mesma estratégia se repetiu. Para o Lula chegar ao poder, teve que contar com a ajuda e financiamento de grandes empreiteiras. E em troca, o Estado contratava os serviços dessas empresas ou destinava crédito subsidiado pelo BNDES. O resultado dessa aliança privado-estado, foi a criação do maior esquema de corrupção da história de um país democrático.

5. Desarmamento
Uma das formas de controle social estabelecidos por ditaduras é o desarmamento. O maior inimigo do estado não é somente um país que ameaça sua fronteira, mas também o povo armado que pode se rebelar contra o próprio governo. E o desarmamento, foi uma das estratégias de Hitler eliminar o inimigo interno declarado: o judeu. Primeiro, o ditador buscou saber quais judeus tinham armas e depois assinou uma lei em 1928, e também em 1938, para desarmar todos os judeus. É óbvio que Hitler não iniciaria o holocausto antes de enfraquecer seus inimigos ao reduzir o número de armas nas mãos deles.
No Brasil, não se sabe qual é o principal objetivo do Partido dos Trabalhadores, se é por questão ideológica, de achar que desarmamento diminui criminalidade, ou se é questão política: desarmar o povo para governar com poder absoluto sem sofrer resistência. O que acontece é que, independentemente do motivo, o PT passou pela vontade popular (no Referendo de 2005, o povo rejeitou o desarmamento civil), e criou o maior programa de desarmamento nacional de nossa história recente.
Algo semelhante aconteceu na Venezuela: o partido chavista, aliado dos petistas, também desarmou o povo. E o objetivo de reduzir a criminalidade (se é que era esse mesmo) falhou tanto na Venezuela quanto no Brasil. O país chavista lidera no ranking de criminalidade mundial e o Brasil segue com a maior taxa de homicídios absolutos do mundo. Se não reduziu a criminalidade, qual seria o real motivo do desarmamento? Não dá para afirmar, mas durante as manifestações na Venezuela contra o presidente Maduro, deu para perceber a força do presidente venezuelano com sua milícia bolivariana fortemente armada. O povo foi desarmado e o presidente ficou protegido com uma milícia armada que chegou a matar muitos estudantes, e até uma ex-Miss Universo.
Cursou Ciência da Computação pela Unesp.
 Trabalha em tecnologia da informação para o Valor Econômico.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O Que Deu do Caso "Maju"?

Em julho deste ano se tornaram notícia nacional as ofensas raciais sofridas pela jornalista Maria Julia Coutinho, carinhosamente apelidada de “Maju”, postadas na página do Facebook do Jornal Nacional:
A jornalista Maria Júlia Coutinho foi alvo de comentários racistas na página do Jornal Nacional no Facebook, em post publicado na noite de quinta-feira (...) Alguns internautas escreveram comentários racistas no post que tem uma foto de Maju ...” (G1 – 03/07/2015).
Uma horda saiu em defesa da jornalista. Novamente palavras como “racismo”, “preconceito”, “injuria racial”, “reparação social” e outras mais, foram compartilhadas centenas e centenas de vezes. Mais uma vez, foi dito que a sociedade brasileira é uma sociedade racista e que os negros precisam de maiores proteções legais contra esses tipos de agressividade cibernética.
Pois bem, vamos a fundo nos fatos. O que deu do caso “Maju”?
Diante da comoção de parcela da sociedade e, tendo em vista, ser uma “global”, o poder público precisava dar uma resposta à altura. Foi o que aconteceu. O Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO – Ministério Público) criou a “Operação Tempo Fechado”, disponibilizando mais de 50 Promotores de Justiça de todo o Brasil para esclarecer as circunstâncias e autor (es) do crime, visando buscar e punir os envolvidos.
Após, aproximadamente, quatro meses de investigações, a quais conclusões chegaram? É aqui que as coisas começam a ficar interessantes e a realidade supera, em muito, a ficção.
As investigações levaram a Érico Monteiro dos Santos, 27 anos. Érico, jovem negro do interior de São Paulo, declarou ser administrador de um grupo que usava de falsos ataques racista para angariar fama à si. Os ataques eram sempre direcionados a pessoas conhecidas, tendo em vista que, dessa forma, a repercussão seria maior.
De acordo com Santos, os grupos atuam a partir de uma dinâmica de disputa e competição. Quanto maior for a atenção midiática e o número de curtidas e compartilhamentos dos ataques, maior é o prestígio entre os "rivais (...) ‘Eles querem notoriedade, competem entre si e agem como gangues de pichadores, em que uma quer sempre aparecer mais do que a outra’, afirma o promotor.” (BBC-Brasil – 10/12/2015)
Apesar de Érico ter negado as acusações, também foram encontradas fotos de nudez infantil em seu celular. Quando questionado sobre o conteúdo impróprio, disse que seria usado para lançar ataques contra seus inimigos virtuais. Essas fotos seriam postadas em suas páginas, como se de autoria deles, fazendo que as respectivas fossem bloqueadas e os mesmos respondessem judicialmente. Tudo “fake”. (G1 – 11/12/2015)
Ou seja, era tudo mentira, não existia racismo... Não existia pornografia infantil... Os ataques não eram verdadeiros... Era tudo mentira visando causar comoção social... “compartilhamentos”... Reportagens... Nada era verdade... Era tudo “fake”! A realidade superando a ficção.
E, aqui está o ponto de inflexão de minhas considerações: por que um jovem negro faria falsas ofensas raciais à uma jornalista negra? Por que usaria de falsos ataques racistas à uma personalidade de destaque? Por que usar de pornografia infantil falsamente para detratar seus adversários virtuais? Tudo “fake”!
A priori, como o próprio acusado declarou, era tudo uma questão de guerra entre grupos virtuais, para saber quem angariaria mais fama. Mas será que era só isso? Sim. Na visão do acusado, pode até ser que sim. Entretanto, não quero permanecer só na superfície da notícia, quero ir além. A quem mais interessaria essas circunstâncias?
Sabemos que pornografia infantil, ataques racistas e homofóbicos às personalidades de destaque, geram clamor social. Artistas saem em defesa dos ofendidos. A mídia expõe os “fatos” em suas “primeiras páginas”. A sociedade pede rigor na punição dos envolvidos. E, quando se trata da internet, logo aparece alguém dizendo que a internet é um lugar livre demais, que é necessário maior regulação. Mais “marcos civis da internet”. E, o cidadão, diante do caos “fake”, anui, considerando ser necessárias leis mais rígidas e maior controle para punir os envolvidos.
Mas quem ganha com isso?  O Estado.
Por meio de um ato de mentira o Estado ganha mais poder. Você me pergunta, como? A partir de mentiras, haverá novas leis, que nos regulamentarão ainda mais. Agora novas delegacias são criadas. “Delegacias de Crimes Virtuais”. Mais policiais, mais aparato repressor. Mais dinheiro, do contribuinte sendo gasto. Mais impostos. Menos dinheiro sobrando aos cidadãos. O Estado cada vez maior. Uma máquina burocrática gigantesca.
Cada vez mais Estado, menos liberdade. Cada vez mais o Estado se intrometendo na vida e liberdade individuais. Cada vez leis mais intrusivas. A ponto de o Estado ditar se podemos ou não disciplinar nossos próprios filhos, por meio de uma “Lei da Palmada”. Mais controle. Algumas décadas atrás isso seria um absurdo. Hoje, somos lenientes com este tipo de poder avassalador.
O pensamento do homem moderno se resume da seguinte forma: “Um errou, todos pagam”. Não ignoro que haja crimes sendo perpetrados na internet, mas não sou leniente com o discurso que em face do erro de um, todos devem ser punidos. É o que está acontecendo. O criminosos estão usando o Whats, ele é bloqueado. Pessoas cometem crimes virtuais e minha liberdade é cerceada. Onde isso vai parar? Já há instrumentos para investigar, prender e punir os envolvidos em crimes virtuais, não há a necessidade de novas leis mais controladoras que venham à afetar inocentes que não tem nada a ver com isso. Que façam uso delas, não tenho nada a ver com isso. Minha liberdade foi algo conquistado com luta e sangue ao longo de muitos séculos, para ter de vê-la sendo demolida pelo Estado moderno.
O homem moderno no afã de resolver seus problemas, pede mais soluções ao Estado. O Estado em sua sanha dominadora concede-lhe. O homem moderno “incapaz”, pedindo mais “cuidado” ao seu Estado-babá.
Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado”.
Isso não é novo. Para àqueles que já estudaram teoria do poder, dentro de ciências políticas, sabem que desde Lenin isso já é falado: “Fomente o caos e depois denuncie-o”. “Gere crises e aufira os ganhos decorrentes delas.” Consiste em criar o “caos”, deixar que as pessoas peçam ajuda e depois criar instrumentos que darão mais controle sobre a sociedade. Isso é velho, mas, incrivelmente, no Brasil, a grande maioria das pessoas nunca ouviu falar.
Esse é um princípio imanente à sociedade moderna. Perceba o que aconteceu nos Estados Unidos após o 11 de setembro. Nunca ninguém havia ouvido falar da Nacional Security Agency (NSA). Após o caos, em forma de terror, ter sido espalhado, milhões de americanos se dispuseram à abster-se de suas liberdades individuas em troca de uma maior “segurança”. O que aconteceu? A NSA se tornou o maior mostro na questão de espionagem que já se teve notícia. “Grampos” para todos os lados. Telefones, computadores, pessoas, veículos... Todos, de aliados a inimigos sendo monitorados. Até os neutros, como o Brasil. A partir do caos, mais poder ao Estado que tudo quer ver, tudo quer ouvir, tudo quer saber.
Por fim, o “Big Brother”. E, não, eu não estou falando do programa de televisão.
“Dividir para conquistar”. Essa é a estratégia do Estado socialista moderno. Negros contra brancos, pobres contra ricos, nordestinos contra paulistas, héteros contra gays, o “terceiro mundo” contra o “primeiro”: o “imperialismo”, os “yankees”, etc. Mas no fim das contas, quando esses grupos clamam por mais proteção, quem ganha é sempre o Estado. Cada vez mais dominante, imiscuindo-se na vida privada, nas relações sociais, com legislações cada vez mais intrusivas. Cada vez mais poderoso em face de um cidadão que clama, cada vez mais, por proteção estatal, sem saber que esse é o estratagema no qual está sendo engodado.
Parafraseando Stálin: “Aos burgueses devemos dar-lhes a corda, que farão o laço, com o qual se enforcarão”. Quando todas essas leis e controles começarem a, desgostosamente, nos afetar; lembremos que, fomos nós mesmos que pedimos.
"O Grande Irmão está te observando"
 (George Orwell)
 Geyson Santos é Bacharel em Direito,
 Servidor Público e Pesquisador Independente.
Fonte:  JusBrasil
COMENTO: gostei do texto, e lendo os comentários na publicação original - e uma das respostas do autor - penso que ele evitou propositalmente fazer referência à denominada Militância em Ambientes Virtuais (MAV), criada no Congresso do PT de 2011 para não comprometer-se. Quem quiser saber mais sobre o assunto, há um texto do sociólogo Demétrio Magnoli publicado originalmente na Folha, mas que também pode ser lido aqui, ou clicando na imagem, abaixo. Já me referi a esse pessoal no blog, denominando-os de beneficiários da "bolsa-web" em 2013 e em 2014.  Afinal, como se pergunta nas investigações: a quem interessa o crime? É muita ingenuidade acreditar que se trata de simples disputa entre "grupos em busca de notoriedade". 
Imagem do blog Força Militar
O "ato falho" da confissão de uso de pornografia infantil contra adversários indica muito mais do que disputas por audiência. A repetição dos "ataques racistas" coevos a eventos cuja ênfase em sua divulgação não interessa ao atual governo (dizem que Maju é esposa de um diretor da Pepper, agência envolvida no Petrolão; a Thaís Araújo e a Cris Vianna foram ofendidas na época da prisão do senador Delcídio; e depois, a Sheron Menezes foi atacada quando da formalização do pedido de impedimento presidencial). Esperemos que estes outros fatos também tenham seus autores identificados e devidamente punidos, e que não surjam atos de extrema bondade das ofendidas para com seus ofensores. Como li em um comentário a respeito do assunto, se a coisa seguir esse ritmo, com tanta patifaria para ser abafada, vai terminar sobrando até para a Tia Anastácia da versão original do Sítio do Pica-pau Amarelo.
.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Quadrilha de Sírio “Nacionalizava” Imigrantes no Brasil

.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro desmantelou uma quadrilha liderada por Ali Kamel Issmael, sírio de 71 anos, que “nacionalizou” 72 compatriotas que fugiram da guerra naquele país para o Brasil entre 2012 e 2014. Desde 2011, o Brasil já acolheu 2.097 sírios graças a duas resoluções do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), vinculado ao ministério da Justiça.
Issmael contou com a cumplicidade de funcionários de registro para alterar documentos e transformar 72 sírios em brasileiros, com direito a carteira de identidade, passaporte e título de eleitor. Ele conseguiu que os registros de nascimento de 1960 e 1970 fossem arrancados dos respectivos livros e substituídos por novas folhas onde os sírios apareciam com brasileiros natos.
A maioria dos sírios que chega ao país não fala português, não encontra trabalho e usa o país como ponte para chegar à Europa. Entre eles, têm ingressado também nacionais de outros países como Afeganistão, Paquistão, Sérvia e Senegal. A Polícia Civil do Rio de Janeiro trabalhou oito meses nas investigações e suspeita que grande parte dos “nacionalizados” já tenha partido do Brasil. Do total de 72 sírios, apenas 39 ainda estaria no país e outros 17 teriam tentado ingressar nos Estados Unidos, mas foram apanhados com documentação falsificada.
Os policiais do Rio trabalham com cooperação com a Interpol para identificar o paradeiro dos sírios “nacionalizados”. Para os agentes, o caso evidencia a vulnerabilidade do sistema brasileiro uma vez que não há qualquer filtro para o acolhimento de refugiados sírios.
A Polícia Civil carioca não tem dúvidas que a Segurança Nacional está em jogo e que as investigações também aumentam as preocupações com a segurança dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro que começam em 5 de agosto de 2016.
Os passaportes emitidos em nome dos “sírios-brasileiros” deverão ser anulados, segundo a Polícia Civil. Issmael e os cúmplices brasileiros responderão por falsificação de documento público e a esposa do líder da quadrilha, Basema Alasmar foi detida. Ela figurava na lista de “nacionalizados”.
.
Análise da Notícia
por Marcelo Rech
Em 27 de maio deste ano, em audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, alertei para o risco de o Brasil acolher refugiados e imigrantes sem que houvesse qualquer filtro por parte dos agentes de segurança e inteligência. Mostrei dados revelando que o Estado Islâmico estava aproveitando as ondas migratórias para a Europa, para infiltrar extremistas naquele território com o objetivo de recrutar simpatizantes e combatentes e promover atentados terroristas.
Mesmo sem uma política nacional para os refugiados, o Brasil decidiu escancarar com todas as normas permitindo que ingressassem no país todos aqueles que quisessem. A maioria dos sírios acolhidos, vítimas da guerra, vive como sem teto em São Paulo ou trabalha como camelô no Rio de Janeiro. O Brasil vendeu uma coisa e entregou outra. Aqueles que estavam vulneráveis num país em guerra, agora estão vulneráveis num país onde a retórica é mais importante que as ações objetivas.
Naquela oportunidade, em maio, também destaquei que o passaporte brasileiro é um dos mais cobiçados no submundo do crime. Custa em média US$ 3 mil. E por uma razão simples: qualquer nome é aceito como brasileiro em qualquer parte do mundo. O caso do Rio de Janeiro confirma isso. Cabe-nos perguntar agora: Quantos destes sírios “nacionalizados” ingressaram no Brasil com segundas intenções? Quantos deles obtiveram o passaporte justamente para entrar em outros países sem levantarem suspeitas? Qual a responsabilidade do Brasil caso algum atentado seja cometido por um “sírio-brasileiro”?
Tratar os imigrantes e refugiados como pobres coitados também não resolve. Estimular a xenofobia não é solução, é retrocesso. Mas, as pessoas querem e devem ser tratadas com dignidade e isso não isenta o Estado de levantar as informações necessárias para acolher em seu território, as vítimas dos conflitos e das guerras, fechando as portas para extremistas, radicais, criminosos e bandidos.
A própria proteção dos refugiados, civis inocentes, cobra uma ação contundente do governo em relação àqueles que se beneficiam das facilidades criadas por questões humanitárias para ingressar no país com outros objetivos. Assim como a maioria dos haitianos, vítimas das máfias do tráfico de pessoas, os sírios acabam sendo vítimas duas vezes. O desmantelamento de quadrilhas como esta no Rio de Janeiro, pode gerar tensões e problemas desnecessários àqueles que buscam apenas recomeçar suas vidas. Daí a importância do rigor. Além de neutralizar as ações criminosas, fortalece o recomeço para quem só quer um pouco de paz.
.
Política 
Por outro lado, não podemos nos esquecer dos interesses políticos por trás de cada ação. Por exemplo, muitos estão recebendo uma carteira de trabalho e estão sendo incluídos nos programas sociais do governo, o que é aceitável. O que não é compreensível é que tenham direito a título de eleitor. No caso da quadrilha desbaratada no Rio de Janeiro, trata-se de um crime, mas há casos em que refugiados e imigrantes têm recebido o documento sem problemas.
Em 2007, o Partido dos Trabalhadores (PT) firmou um acordo de cooperação com o Partido Baath Árabe Socialista da Síria. O documento foi firmado pelo atual ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, a quem a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) está subordinada.
Há época, o PT divulgou um comunicado explicando que os objetivos (do acordo) são “estreitar os laços de amizade” e “melhor servir aos interesses comuns dos dois países e povos”. Como em política nada é por acaso, não custa investigar se há ou não algum elo entre a “nacionalização” de sírios e a necessidade do governo de engrossar suas fileiras militantes, principalmente para um governo com 70% de rejeição popular.
Fonte:  InfoRel
COMENTO: não são novidades as dúvidas a respeito das motivações que movem as facilitações para a migração ao Brasil. O assunto já foi tratado diversas vezes, das quais destacamos aqui e aqui. As denúncias de que imigrantes haitianos e africanos estariam sendo usados como "massa de manobra", engrossando fileiras em manifestações pró interesses governamentais, também não são poucas. Daí a aceitar "teorias de conspiração" a respeito de uso político dos imigrantes não é um passo muito longo. Pelo sim, pelo não, é conveniente seguir o ensinamento bíblico que nos aconselha a atentar menos para o que é visto facilmente e mais para o que não se vê.
 a.

domingo, 21 de junho de 2015

Lula, PT, FSP e Colômbia

por John Marulanda
RIO. A proverbial afetividade dos cariocas anda minguando: estão preocupados, hostis, mesmo. Depois de 12 anos de governo, o Partido dos Trabalhadores, fundado por Inácio Lula para "os pobres e despossuídos", resultou tão ladrão como qualquer outro partido tradicional: seus membros saquearam a Petrobras, que levou uma das empresas petroleiras mais importantes do mundo a uma situação de quase falência. 
A situação econômica do país se mostra mal, com uma recessão que poderá ser a pior em 25 anos. Duro de suportar, para os cariocas, além da carestia, é o ciclo desemprego - ingresso nos bandos de narcotráfico - insegurança - violência. As Unidades Policiais de Pacificação (UPP) estão sendo superadas pelas redes delinquenciais das favelas e os tiroteios. Os mortos aumentam a cada dia. A insegurança agora se estende ao Flamengo, Lagoa, Copacabana, Barra da Tijuca, com menores de idade esgrimindo armas brancas e apunhalando sem piedade. 
-  ¿Onde está Lula? A aura de simpatia (do motorista) desapareceu e deu lugar a algo parecido com raiva reprimida. 
Dilma, sua filha política, a glamorosa ex guerrilheira, evita exibir-se em público por medo das vaias, toma medidas urgentes de cunho neoliberal que a distanciam de seus padrões socialistas e prepara sua visita a Washington. 
O Foro de São Paulo, essa máquina política continental idealizada por Lula e Castro - e financiada por Chávez - que congrega organizações terroristas como as FARC e o ELN, e que ambiciona lançar a América Latina no marxismo-leninismo, urde suas estratégias enquanto vê como Cuba se abre ao imperialismo ianque e à Igreja Católica, enquanto a Venezuela se desmantela. Não importa. 
Esses profetas do ódio entre classes tem a Colômbia em sua mira e assessoram tanto os barões da barbárie quanto a políticos corruptos e retrógrados. Com uma Comissão da Verdade de consequências imprevisíveis, esperam reescrever a história desse país enquanto buscam desprestigiar os militares, única barreira real contra o stalinismo que nos assedia e cerca pelo sul, no leste e no Caribe.
Inflação, desvalorização, corrupção, desemprego, insegurança, são os temas cotidianos em um Brasil que se prepara para os Jogos Olímpicos no ano que vem. A situação é tão tensa que, há um mês, o ministro da Defesa disse a imprensa que "as Forças Armadas estão muito longe de uma intervenção militar para por fim ao governo da presidente Dilma Rousseff em função da crise política e econômica que enfrenta o país".
Deixamos o Leme e rumamos para São Conrado por uma movimentada avenida Atlântica. Joaquim, o motorista, responde com um sorriso: "Lula está se escondendo atrás da saia de Dilma".
E na Colômbia, quando agravar-se o descalabro, ¿onde se esconderão os entreguistas de Havana? 
Fonte: tradução livre de El Colombiano
COMENTO:  essa é a descrição sumária da conversa de um jornalista colombiano com um motorista de táxi do Rio de Janeiro e a opinião formulada a respeito da atual situação brasileira e os possíveis reflexos que tal situação, aliada às negociações com os narcoguerrilheiros, podem ter sobre a Colômbia.
.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Em Eleitor Não Se Bate Nem Com Flor

por Janer Cristaldo
São Paulo está virando Paris. Na capital francesa, já faz parte dos usos e costumes a depredação anual de centenas de carros nos réveillons. Aqui, segundo a Veja, só nos quatro primeiros meses deste ano, ao menos 227 ônibus foram incendiados no Brasil em 38 cidades. Não temos notícia de um só responsável pelo vandalismo que tenha ficado atrás das grades. Pelo menos doze capitais registraram o mesmo tipo de ocorrência. 
No que diz respeito a São Paulo, o número de coletivos queimados nesse período ultrapassa o total de ocorrências registradas durante todo o ano de 2013. Foram 70 e 53, respectivamente. O Estado do Rio de Janeiro aparece como a segunda frota mais afetada 31 ônibus e Minas Gerais e Pernambuco surgem na sequência com 15 e 14 veículos atingidos. Apenas na cidade de Caruaru, em Pernambuco, no último dia 7, um incêndio criminoso atingiu uma garagem e destruiu 12 coletivos em uma só noite.
Mês passado, a depredação de ônibus nesta capital acabou da noite para o dia. Foi após descobrir-se a ligação de um vereador do PT com o PCC, o grande responsável pela queima de coletivos. O serviço de vans, que é dominado pelos criminosos, não teve um só veículo queimado nesse tempo todo. Cobram o que querem durante as greves e permanecem incólumes. Se alguém precisa de prova maior do comprometimento dos proprietários de vans, é porque se recusa a aceitar o óbvio.
Ontem (Quinta-feira, 19/6/14) foi dia de festa para os bagunceiros em São Paulo. Para não sujar mais o pau de galinheiro em que virou o PT, nenhum ônibus foi incendiado. Mas foram invadidas duas concessionárias de carros importados. Só aí, um prejuízo de 3 milhões de reais. Foram ainda quebrados os vidros de agências bancárias e lojas, e destruídas lixeiras, orelhões e vasos de plantas. A manifestação, que reuniu 1.300 pessoas, pedia fim da tarifa do transporte e bloqueou marginal Pinheiros. Era uma comemoração da gloriosa Revolução de Junho de 1913. Tudo contra o capital e o comércio! Viva 1917!
Segundo a Folha de São Paulo, o protesto, organizado pelo MPL (Movimento Passe Livre), terminou com ao menos cinco agências bancárias, duas lojas de carros de luxo e um veículo de imprensa depredados ontem, na zona oeste de São Paulo. O ato, iniciado na av. Paulista, reuniu 1.300 pessoas. Ou seja, basta algumas centenas de pessoas para paralisar o trânsito das principais vias da cidade e depredar a gosto o que quiser.
Índios munidos de arcos e flechas também participaram do ato e cobraram a demarcação de terras. Tudo isso com total permissão das autoridades. A televisão mostrou batalhões de choque, munidos de ameaçadoras armaduras, escudos e bombas de gás... a 300 metros de onde os arruaceiros quebravam os carros. Mais não se aproximaram. O ano é eleitoral e urge evitar alguém ferido. Ou seja, teremos ainda muito a ver até as eleições.
Curiosamente, a imprensa absolve os ativistas do MPL e atribui a baderna aos tais de black block que, coincidentemente, sempre estão juntos com os primeiros. O MPL se exime dos quebra-quebras. "Não escolhemos quem participa dos nossos atos. Não foi o MPL que começou a destruição e não conseguimos sequer terminar o nosso ato, pois quando chegamos perto do largo da Batata fomos atingidos por bombas da polícia.
Até pode ser. Mas as manifestações pacíficas do movimento sempre terminam com carros e lojas incendiadas e milhões de reais de prejuízo. Quando alguém é preso ou apreendido, este gentil eufemismo que a imprensa endossou quando o arruaceiro é menor de idade tem seu nome registrado na polícia e é logo liberado, sem precisar sequer de advogado.
Segundo Denis Cicuto, diretor do Grupo Caltabiano, dono das duas lojas de carros depredadas, que foram abertas nove dias atrás: "Isso aqui não é terra de ninguém". Tem razão. É terra dos que se julgam no sagrado direito de destruir propriedades alheias. Com apoio das mais altas autoridades do país.
Alguém ainda lembra de Dona Dilma, quando, em junho do ano passado, saudava os vândalos como a nova força da nação? Se alguém já não lembra, eu lembro. Segundo a presidente, depredar ônibus, carros e bancos eram manifestações pacíficas próprias da democracia.
O Brasil hoje acordou mais forte. A grandeza das manifestações de ontem comprovam (o plural é dela) a energia da nossa democracia, a força da voz das ruas e o civismo da nossa população. É bom ver tantos jovens e adultos, o neto, o pais, o avô juntos com a bandeira do Brasil cantando o hino nacional, dizendo com orgulho ‘eu sou brasileiro’ e defendendo um país melhor. O Brasil tem orgulho deles”, disse então a presidente
O Brasil se orgulhava de seus baderneiros. Fernando Henrique Cardoso, que de seu glorioso climatério assistia de camarote os distúrbios de rua, perdeu uma ocasião única de ficar calado. Desqualificar os protestos dos jovens em São Paulo e outras capitais "como se fossem ação de baderneiros" constituía, na avaliação do ex-presidente, "um grave erro".
Para ele, "dizer que essas manifestações são violentas é parcial e não resolve. É melhor entendê-las, perceber que essas manifestações decorrem da carestia, da má qualidade dos serviços públicos, das injustiças, da corrupção". Geraldo Alckmin, que iniciou classificando os manifestantes como "vândalos" e "baderneiros", logo acudiu com panos quentes: "Queria fazer um elogio às lideranças do movimento e também à segurança pública e à Polícia Militar”. Para o governador, a primeira reunião com os utópicos desvairados do Movimento Passe Livre (MPL) foi positiva. "Foi uma reunião muito madura, muito proveitosa."
O resultado é o que vimos ontem, antes de ontem e desde há um ano. Não bastasse isto, o Crakgarten inaugurado por Haddad continua conquistando território. Os viciados na droga (perdão, leitor! Viciado é quem fuma cigarros. Quem fuma crack é usuário) ergueram nova favela no centro da cidade, entre a alameda Cleveland e a rua Helvétia, região mais degradada da Luz, centro de São Paulo, a uns 15 minutos de caminhada aqui de casa. E olhe que meu bairro é tido como nobre!
Trata-se do mesmo terreno onde foi erguida uma pequena favela removida no mês passado pela prefeitura ao lançar o programa "de Braços Abertos”, que consistiu em retirar os barracos e alojar seus moradores em quatro hotéis da região em troca de salário e emprego. Na época, com estes subsídios aos como direi? usuários, o preço do crack subiu em flecha no pedaço. A nova favela nem é para residência. Segundo um dos proprietários dos "imóveis", servem para ganhar algum dinheirinho: são alugadas para consumo do crack e relações sexuais. Leio no IG:
“Pode passar! Se você andar pelo canto da calçada, ninguém mexe”. O conselho é de um agente da Guarda Civil Metropolitana (GCM), que às 15h da última quinta-feira (20) acompanhava do carro a movimentação de pelo menos uma centena de dependentes de crack concentrados na região.
“Eles começaram a voltar faz umas duas semanas”, estimou ao iG um dos seguranças particulares que montam guarda na região, mas que pediu sigilo sobre sua identidade. Ao todo, cinco vigilantes observam o tumulto munidos de escuta e rádio. “Sem nenhuma autoridade ninguém anda aqui.”
Aos mais desavisados, a surpresa começa no largo Coração de Jesus, entre as alamedas Glete e Dino Bueno. O lixo pela rua, o comércio fechado e as discussões em voz alta impedem o avanço de quem precisa atravessar a via. A única garantia de segurança é uma viatura da CGM estacionada na metade do caminho.
A surpresa se transforma em susto ao se aproximar da esquina da Helvétia com a Cleveland. No entroncamento, dezenas de usuários de crack andam de um lado para o outro. Alguns consomem a droga, outros trocam socos, enquanto há quem prefira atendimento médico em uma tenda montada no terreno, mas ninguém ultrapassa o perímetro, delimitado por duas viaturas, duas motos e um micro ônibus da CGM.
A polícia está lá para proteger os como direi? utentes do crack, não o cidadão que paga seus tributos. Ou alguém já viu duas viaturas, duas motos e um micro ônibus da polícia protegendo alguém que não os crackeiros. 
São Paulo é refém da democracia. Em ano eleitoral, em baderneiro não se bate nem com flor.
Fonte:  Janer Cristaldo
.

sábado, 21 de junho de 2014

A Infiltração e o Quinta Colunismo Petista

Transcrevo mensagem eletrônica recebida:
"É impressionante como o PT conseguiu disseminar o medo entre o povo da classe média, pelo menos por aqui no nordeste, em particular entre os profissionais liberais e mais ainda entre aqueles que ocupam cargos públicos no governo, seja no âmbito municipal, estadual ou federal.
Aqui no nordeste a realidade é totalmente diferente do sudeste, pois como aqui corre menos $$$ o cara ou é profissional liberal, engenheiro civil, médico, dentista ou advogado, ou fez um concurso e é funcionário público e depende daquele emprego para viver, pois não há outro, já que a oferta é mínima e o cara depende unicamente de ser aprovado em concurso público.
Ontem eu enviei um e-mail sobre "O teorema do Mensalão" ao Grupo que cursou direito comigo; recebi ontem mesmo um e-mail de um cara do Grupo pedindo por favor que eu não enviasse mais e-mails ao grupo criticando o governo federal do PT; também um cara amigo que é engenheiro e foi para Rio Branco no Acre como diretor técnico da Eletrobrás fez pedido idêntico e foi explícito na razão do seu pedido. 
Ou seja, não é somente porque aqui no nordeste imperou o "cabresto" político por 100 anos não, embora isso tenha sua parcela de influência.
É que os caras estão com muito medo mesmo dos Militantes do PT, que são verdadeiras policias secretas nas instituições públicas, exercendo coerção ostensiva sobre aos demais funcionários.
Se o PT continuar no poder, logo, logo assistiremos essa coerção se disseminar pelo país, sobre os cidadãos também.
Escolhi a dedo para quem estou enviando este e-mail, excluindo todo o pessoal daqui para não causar constrangimentos!
É viver para ver!
A verdade sobre a saída de Barbosa do STF
Havia um certo mistério no repentino pedido de Joaquim Barbosa por uma aposentadoria que o afastaria de vez do STF. Não há mistério nenhum. Joaquim Barbosa está no poder, logo é um homem que sabe o que se passa nas esferas governamentais e logo que Dilma aplicou o Golpe de Estado ao assinar um Decreto que enterrará de vez com a democracia, Barbosa não teve dúvidas e pediu para sair. Barbosa é um homem que sabe demais, era um entrave nas pretensões golpistas do PT e não iria arriscar a pele para salvar o Brasil sozinho.
As ameaças de morte vieram de dentro do PT, de um membro da "comissão de ética" do partido. Desde que o julgamento do mensalão foi concluído, em novembro do ano passado, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, tornou-se alvo de uma série de constrangimentos orquestrados por seguidores dos petistas condenados por envolvimento no maior escândalo de corrupção da história. A chamada “militância virtual” do PT, treinada pela falconaria do partido para perseguir e difamar desafetos políticos do petismo na internet, caçou Barbosa de forma implacável. O presidente do Supremo sofreu toda sorte de canalhice virtual e foi até perseguido e hostilizado por patetas fantasiados de revolucionários nas ruas de Brasília.
Os ataques anônimos da patrulha virtual petista, porém, não chegavam a preocupar Barbosa até que atingiram um nível inaceitável. Da hostilidade recorrente, o jogo sujo evoluiu para uma onda de atos criminosos, incluindo ameaças de morte e virulentos ataques racistas. Os mais graves surgiram quando Joaquim Barbosa decretou a prisão dos mensaleiros José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoíno. Disparadas por perfis apócrifos de simpatizantes petistas, as mensagens foram encaminhadas ao Supremo. Até em um blog supostamente de Dilma Rousseff foi colocado um post com a imagem de um macaco, fazendo críticas à Joaquim Barbosa, numa atitude porca, suja e sem qualquer vínculo com a moral que seu cargo requer.
Em uma delas, um sujeito que usava a foto de José Dirceu em seu perfil no Facebook escreve que o ministro “morreria de câncer ou com um tiro na cabeça” e que seus algozes seriam “seus senhores do novo engenho, seu capitão do mato”. Por fim, chama Joaquim de “traidor” e vocifera: “Tirem as patas dos nossos heróis!”. Em uma segunda mensagem, de dezembro de 2013, o recado foi ainda mais ameaçador: “Contra Joaquim Barbosa toda violência é permitida, porque não se trata de um ser humano, mas de um monstro e de uma aberração moral das mais pavorosas (…). Joaquim Barbosa deve ser morto”.
Temendo pela integridade do presidente da mais alta corte do país, a direção do STF acionou a Polícia Federal para que apurasse a origem das ameaças. Dividida em dois inquéritos, a averiguação está em curso na polícia, mas os resultados já colhidos pelos investigadores começam a revelar o que parecia evidente.
O homem que desejava atentar contra a vida do presidente do Supremo usava um computador de Natal (RN) e o codinome de Sérvolo Aimoré-Botocudo de Oliveira. Os agentes federais descobriram que o nome verdadeiro do criminoso é Sérvolo de Oliveira e Silva – um autêntico representante da militância virtual petista, mas não um militante qualquer.
Além de admirador de José Dirceu e Delúbio Soares e um incentivador do movimento “Volta, Lula”, o cidadão que alimenta o desejo de ver uma bala na cabeça do presidente do STF é secretário de organização do diretório petista de Natal e membro da Comissão de Ética do partido no Rio Grande do Norte.
Também é conselheiro do vereador petista Fernando Lucena na Câmara de Natal e atua como agitador sindical nas greves e movimentos da CUT no estado. Apesar de ainda exercer oficialmente todas essas funções, Sérvolo sumiu da cidade e o “Botocudo” saiu do ar. Localizado pela VEJA, Sérvolo de Oliveira confirma que, de fato, foi o autor da ameaça, mas alega que não pretendia matar o ministro do Supremo, embora, segundo diz, ele mereça morrer.
Com o Decreto 8.243, antidemocrático e repleto de aberrações jurídicas assinado por Dilma, ficou claro para Barbosa que a bandidagem neste país está acima de lei. Ele mesmo já havia dito isto, quando houve influências vinda da Papuda para o relaxamento de prisões de José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoíno. O decreto assinado por Dilma encerra as atividades congressistas, ou seja, o congresso seus senadores e deputados se tornam obsoletos e portanto, deixam de existir, assim como deixam de existir as eleições em 2014 para Presidente da República. O STF se tornará um mero departamento do PT e todo o tipo de aberração se dará daqui para adiante, pois com todos os Juízes manipulados pelo dinheiro e pelo poder do PT, todos os mensaleiros estarão livres e fora da cadeia. Joaquim Barbosa não quer compactuar com toda esta sujeira sórdida, imunda e nojenta, não iria querer enfrentar o poder e ter o risco de ser eliminado pelos psicopatas do PT. E foi por estas e tantas outras, que Barbosa pediu sua aposentadoria. Barbosa com certeza irá sair do país, não irá viver nesta terra de bandidos, corruptos e terroristas e muito menos irá querer viver com a ausência de democracia e debaixo de um regime comunista. Há boatos que Joaquim Barbosa iria para os Estados Unidos viver lá com sua família, longe do inferno bandido e da escravidão que o povo será submetido.
Barbosa sabe ainda, que não teremos mais eleições no Brasil e sim uma grande convulsão nacional que será arquitetada pelo governo terrorista para insuflar uma guerra de classes. Sabe também que muitos serão presos, perseguidos, exilados, torturados e assassinados pela ditadura do terror e do medo. Sabe também que haverá expropriações, desapropriações, tributação e confiscos e que o Brasil terá um regime totalitário controlado por terroristas, bandidos e os revoltados dos movimentos sociais. Sindicatos, ONGs do governo, organizações de esquerda, intelectuais comunistas, índios, militantes do PT e da esquerda, líderes do Sem Teto e dos Sem Terra, governarão o país sob a tutela do PT. São essas trupes esquerdistas revolucionárias que ditarão os ensejos populares, que irão propor via PT, as mudanças que o país precisa para ser igualitário socialmente. Eles serão o trampolim para uma nova constituição comunista e para as novas leis que submeterão o país à uma ditadura comunista.
Joaquim Barbosa estava sozinho, ameaçado e lutando contra um sistema político sem lei e sem moral. Não teve o apoio necessário do povo, da grande classe idiotizada e omissa que permitiu que o país chegasse onde chegou. Ninguém iria arriscar a pele para morrer por um bando de idiotas que não fazem nada pelo país e que ficam sentados em suas confortáveis cadeiras, sentando o pau no governo pelas redes sociais, mas que são incapazes de se agruparem, se organizarem e formarem uma barreira contra este governo e contra essa esquerda sórdida, canalha e traidora da pátria, que avança impiedosamente para golpear a nação. Joaquim Barbosa esteve à frente de um grande dilema, lutar e morrer como um mártir ou sair e viver em paz, longe deste país de covardes, de bandidos e de terroristas. Prevaleceu o bom senso e Barbosa foi sábio e salvou sua própria pele. Barbosa é um homem que sabe demais, sabe inclusive o que ainda não sabemos e já prevendo o grande inferno vermelho, fez o que muitos brasileiros ainda irão fazer. "PEDIR PARA SAIR"."
Fonte:  recebido por mensagem eletrônica
COMENTO:  a quadrilha, ops, partido ora empoleirado no governo federal há muito tempo foi preparando o campo de batalha para poder usá-lo em seu favor. É possível que haja algum exagero no texto acima, mas ele é extremamente coerente com os planos de tomada do país pela cambada que usa o socialismo como argumento de manutenção do poder. A insidiosa infiltração feita nas escolas em todos os níveis (fundamental, médio e superior), nos sindicatos e nos órgãos públicos permite aos membros dessa máfia o acesso a todo e qualquer dado pessoal de qualquer cidadão "deçepaíz", propiciando a criação de "dossiês" e fofocas de qualquer tipo. Perto dessa organização, o velho SNI poderia ser comparado a um bando de amadores. Assim, empregos e carreiras podem ser alavancadas ou destruídas com base em ameaças de todo tipo. Vide a censura imposta recentemente a uma jornalista televisiva, por uma deputada comunista do RJ. Bons profissionais são preteridos em favor de "cumpanhêrus" leais à causa e ao partido. Incompetentes são alçados a melhores cargos e salários, em função de sua dedicação ao líder e mentor. A sociedade é dividida para melhor ser manipulada: criam-se divisões entre brancos e negros, héteros e homossexuais, homens e mulheres, pais e filhos, casados e solteiros, ricos e pobres e pobres e miseráveis. Criam-se "direitos" sem cobrar deveres nem estipular quem arcará com as despesas dos primeiros. Os adversários vão sendo eliminados por meio de pressões e ameaças. E assim o país vai se aproximando da destruição que deve preceder a revolução que estabelecerá a nova sociedade. A mesma novidade que tentaram impor no norte da Eurásia em 1917 e que terminou em rotundo fracasso.
.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Direito à Memória Verdadeira

por Roberto Maciel
Rui Patterson, que escreveu o artigo intitulado 2014, o Ano que já Começou, é advogado, penso que um bom advogado e um homem aparentemente preocupado com a legalidade e os direitos humanos.
O texto dele é incisivo, mas esconde, mais do que revela, o passado, inclusive o seu. E quem esconde o passado, camarada, tem culpa no cartório!
Rui, um senhor de ralos cabelos brancos, deve ser um vovô bondoso. Mas Rui foi um terrorista, pegou em armas e foi detido pela ditadura. Não vamos inverter, ele não pegou em armas contra a ditadura, a ditadura é que teve que detê-lo na criminosa senda armada em que se aventurou.
Dilma não é uma guerreira assumida, é terrorista, Rui, sem eufemismos. Entre os "desaparecidos", seria bom contabilizar o milhão de dólares do cofre do Adhemar de Barros e o jovem Kosel Filho, pulverizado por uma bomba, ação planejada por Vanda.
Quem é Vanda, Rui? E que fez você para mourejar numa prisão e de lá sair sem um arranhão? O passado vai ser reescrito Rui, e vai-se chegar cada vez mais próximo da verdade.
E biografias não autorizadas começarão a surgir, não adianta o que se escreva nos dias atuais.
Roberto Maciel é General de Divisão, na reserva.
Fonte:  Alerta Total
COMENTO: não reproduzi o texto de Rui Patterson por não concordar com o escrito. Mas me reservo o direito de fazer um alerta aos jovens que forem estudar o mesmo, nos mesmos termos em que tentei, sem sucesso, comentá-lo no blog em que foi publicado: ao lê-lo com atenção, verificamos que a adjetivação utilizada nos dá uma boa mostra dos objetivos do autor. 
O texto distribuído pela Secretaria de Educação baiana é "valioso e único material valioso sobre o período" - livros como "Combate nas Trevas" de Jacob Gorender ou "A Verdade Sufocada" de Carlos Alberto Ustra, ou mesmo o recente "ORVIL" não existem para o autor -; Universidades e sindicatos são "santuários de democracia e representação popular"; o período de 21 anos (1964/85) é um "longo período de arbítrio", deixando de ser consideradas todas as boas realizações - não as citarei por serem de fácil identificação pela internet, mas peço que procurem lembrar alguma grande realização governamental "pós-ditadura", ou seja depois de 1985. 
O AI-5 que durou dez anos efetivamente tem sua face cruel se o examinarmos fora do contexto daquela época, mas nos dias de hoje seus artigos 8º e 10º (pesquisem, não acreditem no que é "falado") em muito auxiliariam o combate à corrupção que atualmente aflige o país. 
o período de 28 anos de 1985 a 2013 não é citado como sob vigência de uma democracia decepcionante (são citadas a inflação do governo Sarney, as maracutaias de Collor, a "juventude colorida de caras pintadas" - omitindo a participação de PT e PCdoB na liderança das entidades promotoras das "manifestações populares" -, FHC, "doutor-sociólogo, de colarinho branco" -?-). 
Por fim, Luis Inácio, "sertanejo e operário, a partir da criação de verdadeiro trabalhismo, enfrentou a elite ..." (sertanejo que com 14 anos de idade já manuseava torno mecânico onde acidentou-se perdendo o dedo mínimo? Operário que 12 anos após o acidente citado já participava da diretoria do sindicato ficando à disposição deste? e o que seria o "verdadeiro trabalhismo"?); ele se elege "incluindo cerca de 40 milhões de pessoas à sociedade de consumo" (sociedade de consumo simbólica do capitalismo tão criticado, em que essa parcela da população é inserida graças a auxílios financeiros que não permitem sua emancipação financeira nem proporcionam condições de escapar da dependência governamental com recursos retirados dos impostos extorquidos da "burguesia", também tão criticada). 
No esforço de evitar duas grandes injustiças do texto, temos o dever de apontar a omissão em citar o papel da Dona Rose, aquela, compensando com amor e dedicação as agruras que a oposição (existe isso?) impunha ao Grande Cachaceiro, ops, Timoneiro; e ao não referenciar o desempenho desse herói macunaímico como araponga (nesse caso o termo é aceitável) do DOPS paulista. 
Os louvores a Luis Inácio - em contraste com a depreciação a tudo o que lhe antecedeu - tem continuidade com Dilma, "mulher e guerreira assumida ... [que] demite ministros e outros tantos" e enfrenta "tempos de severa recessão". Será essa Dilma a mesma que faliu uma lojinha de "1,99" que lhe pertencia, fazendo o mesmo com as finanças municipais de Porto Alegre na época em que foi Secretária de Administração? 
E os "ministros e outros tantos" demitidos serão os mesmos que o Diário Oficial publica terem sido "exonerados a pedido" (possibilitando seu posterior retorno a outros cargos públicos "de confiança")? E, para encerrar, temos que a "severa recessão causada pela banca internacional atingindo todos os países" tem afetado perversamente o Brasil com maior contundência pois fechamos a fila dos países "em desenvolvimento" (nova denominação do "país do futuro", aquele que nunca chega). 
Temo pelos estudantes que recebem os ensinamentos proporcionados por esses "sobreviventes [que] continuamos fazendo história, marcando presença no “chão da escola” da educação básica".
.