sábado, 14 de junho de 2008

Declaração da ONU — Povo Brasileiro Será Despejado?

por Edvaldo Tavares*
As discussões sobre os direitos dos povos indígenas adquiriram força nas últimas décadas. Sob acalorados debates nos fóruns internacionais, tem sido realçada a necessidade de um sistema de normas que intermedeie as relações entre os Estados nacionais e povos indígenas.
O resultado dessas discussões implicará em mudança nas legislações de cada país — neste preâmbulo está a arapuca para emendas na Constituição previamente inseridas, como foi o caso da inserção do parágrafo 3 no artigo 5 em 2004, de forma sub-reptícia, dissimulada na Emenda 45, que tratava da reforma do Judiciário. O parágrafo terceiro intruso, plantado no artigo quinto do Diploma Máximo Brasileiro, determina que os tratados internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, na Câmara e no Senado, em dois turnos, por três quintos dos votos, serão equivalentes às emendas constitucionais. Os brasileiros pagam pesados impostos por um Congresso Nacional recheado de tanta incompetência e avacalhação.
A aceitação de novos preceitos de proteção aos direitos humanos, inicialmente dirigidos ao indivíduo, passou, gradativamente, a abranger os grupos e ao reconhecimento dos direitos coletivos — montagem da armadilha que o governo brasileiro e diplomacia caíram; nada contra, a não ser à ignorância e displicência dos nossos representantes. A compreensão referente aos povos indígenas não ficou restrita a tribos, nações ou sociedades oriundas das Américas, é estendida às comunidades silvícolas australianas e da Nova Zelândia, abrangendo os povos tribais do sul do continente asiático. O ano de 1993 foi declarado pela ONU como o Ano Internacional dos Povos Indígenas, quando foi elaborada a Minuta de Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas, considerada bastante satisfatória. Diante de tal conquista o Grupo de Trabalho sobre Populações Indígenas da Subcomissão para a Prevenção da Discriminação e Proteção das Minorias da ONU avançou um pouco mais, propondo o projeto da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas — no Brasil, os inimigos obtiveram vitória total, em pleno governo Collor, o Senador e Coronel do EB, Jarbas Passarinho assina a Portaria 580, 15 de novembro de 1991, que cria a Reserva Indígena Ianomâmi (RII), de índios que não existem, fruto da imaginação de uma antropóloga suíça, precedente responsável que pode levar também a perda da Terra Indígena Raposa/Serra do Sol (TIRSS) e se juntarem ao perdido Pirara (atualmente território da República Cooperativa da Guyana). Alguns governos de determinados países de imediato manifestaram resistência dando claros sinais de oposição à aprovação de tal projeto, apesar do reconhecimento das comunidades mundiais de que os povos indígenas deveriam ser abrangidos pelo Direito Internacional. As pressões exercidas pelos povos e organizações indígenas ampliaram a já crescente preocupação de proteção a ser exercida pelo organismo internacional, ONU.
Fica difícil de compreender que mesmo antes da aprovação da Declaração pela Assembléia Geral da ONU, a mesma já sofria violentas críticas do BRASIL. Os representantes brasileiros naquela organização ofereceram freqüentes resistências às diversas inserções feitas no texto. A oposição do BRASIL era intensa a tal ponto que passou a liderar o grupo de países opositores às novidades dos direitos indígenas no âmbito internacional fechando a questão por se tratar de assunto interno, sem admissão de mais conversa.
No cenário da política mundial atual, em que questionamentos sobre a integridade territorial e a soberania dos Estados nacionais estão postas em xeque-mate, os direitos dos povos indígenas estão adquirindo maior importância na ótica jurídica internacional.
Uma análise das questões que envolvem os povos indígenas demonstra tratar-se de discussão delicada envolvendo situações de extrema complexidade. Há necessidade de ampla divulgação e debates nos veículos de comunicações que permitam a população brasileira saber mais detalhes das implicações decorrentes caso haja aprovação do tema no Congresso Nacional brasileiro. 
 GOVERNO E DIPLOMACIA BRASILEIRA DÃO UMA DE "OTÁRIOS"
Em 13 de setembro de 2007, a Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas foi aprovada na Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) conferindo proteção internacional para mais de 370 milhões de indígenas do mundo todo.
A ONU, amparada nesta decisão, recomenda que as nações do mundo respeitem as formas políticas, sociais e jurídicas de cada povo, estabelecidas no documento que permite autogovernarem-se e a livre determinação dos povos.
O instrumento foi aprovado, 143 países que votaram a favor, havendo 11 abstenções e quatro votos contra — Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália. Colômbia foi o único país ibero-americano que não votou a favor, se abstendo. O BRASIL, que fora o tempo todo opositor, votou a favor.
De acordo com a Declaração, no qual o direito a terra é um dos pontos mais importantes, ação alguma pode ocorrer em terras indígenas sem consentimento prévio e informado dos povos, sendo vedadas operações com fins militares, nem para depósito de resíduos tóxicos — esta mais utilizada nos países ricos. 
 AGORA ESTAMOS NUMA ENRASCADA
Para o BRASIL esta exigência constante no documento insinua-se para uma vulnerabilidade extremamente delicada, uma vez que a demarcação de terras indígenas que assumiram o estágio de reservas indígenas — Reserva Indígena Ianomâmi (RII) e Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (RIRSS) —, representando a última posição para transformação em nações indígenas independentes, se estende até as linhas de fronteira, abundantes em riquezas minerais, que são representadas pelas serras Imeri, Parimã, Pacaraima e Araí. Nesta serra, Araí, se encontram o Monte Roraima (2.875 m) e o ponto mais setentrional do Brasil, Monte Caburaí (1.456 m). Na serra Imeri estão situados, o Pico da Neblina, altitude de 3.014 metros, e o Pico 31 de Março, 2.992 metros, pontos culminantes do Brasil, na linha divisória Brasil-Venezuela.
A impossibilidade de instalação de destacamentos militares (PEF – Pelotões Especiais de Fronteira) para guarnecimento da segurança, vigilância e integridade territorial; o vazio de populações brasileiras impedidas de fixar comunidades para moradia; falta de aplicações de medidas de desenvolvimento; são fatores que facilitam a invasão de forças mercenárias contratadas pelos países ricos cobiçosos e até de forças armadas de países coligados, de traficantes de drogas e armas, que poderão causar todo tipo de delito, além de proporcionar condições para o desmembramento.
Quando o povo brasileiro despertará e dará importância ao Brasil que foi herdado deste tamanho e preservado à custa do sacrifício de vidas e de muito sangue derramado pelos heróis brasileiros? É falta de guerra? 
 BARÃO DE PARIMA RESOLVE QUESTÃO DE FRONTEIRAS COM A VENEZUELA
É bom que seja lembrado que todo o norte de Roraima onde estão as duas reservas indígenas (RII e RIRSS) já foi território disputado entre BRASIL e Venezuela.
Corria o ano de 1872 quando a demarcação da fronteira norte do país foi cogitada.
Ao Tenente-Coronel da arma de Engenharia do glorioso Exército Brasileiro, Francisco Xavier Lopes de Araújo, coube a chefia da Delegação Brasileira da Comissão Mista de Demarcação das Fronteiras Brasil-Venezuela.
No início de 1882, o militar brasileiro retorna, de Belém, PA, onde estivera sob tratamento de recuperação da saúde, às serras de Roraima, para dar continuidade ao cumprimento da missão, junto com a delegação venezuelana. Acerto anterior com a Diplomacia Venezuelana estabelecera o local, último ponto demarcado, e data, 10 de abril de 1882, para a continuidade da demarcação. A pontualidade do TC de Engenharia brasileiro não foi correspondida pela Delegação Venezuelana e, após mais de um mês de espera — a Representação Venezuelana não apareceu —, reiniciou os trabalhos de delimitação. Sem a participação venezuelana Francisco Xavier concluiu a marcação das fronteiras Brasil-Venezuela. Houve contestação do governo da Venezuela que caiu por terra diante das embasadas argumentações do TC Francisco e do trabalho bem feito pela delegação brasileira.
Como prêmio pelo bom cumprimento da missão, o Tenente-Coronel de Engenharia do glorioso Exército Brasileiro, Francisco Xavier Lopes de Araújo, foi agraciado com o honroso título de Barão de Parima. 
 BRASIL TEM QUE SER FIRME EM ASSUNTOS DE SOBERANIA
No transcorrer do ano de 1990, durante o governo de Fernando Collor de Mello, foi adotada uma política de neoliberalismo, quando a Amazônia deixou de ter a prioridade que era mantida nos governos militares, desde a década de 1970. Essa falta de atenção persiste até os dias de hoje, como pode ser comprovada pela falta da presença do governo federal e a adoção de políticas desatentas em relação à região, comum aos governos federais das últimas décadas.
Ainda em 1990, o presidente americano, George Bush, pai do atual, por carta endereçada ao presidente do Brasil, exigiu a demarcação da área dos índios Ianomâmis, que não existem, e que fosse tapado o poço destinado a futuras experiências nucleares na Serra do Cachimbo (norte do Estado do Mato Grosso e sul do Pará), zona de transição entre o cerrado e a Amazônia, buraco que era destinado ao começo das experiências nucleares subterrâneas em cumprimento ao Projeto Nuclear Brasileiro.
Como resultado dessas intromissões americanas, em 1991, baseado na Portaria 580 de 15 de novembro do mesmo ano, do então Ministro da Justiça Jarbas Passarinho, a despeito das opiniões do Conselho de Segurança Nacional, dos Ministros Militares e dos Governos da Região Amazônica, Collor criou a área destinada aos inexistentes indígenas Ianomâmis. 
 INVENTARAM OS IANOMÂMIS PARA TOMAR TERRITÓRIO BRASILEIRO
O livro de título "A Farsa Ianomâmi" de autoria do Coronel do glorioso Exército Brasileiro, Menna Barreto, resultado de muitos anos de experiência do militar na Amazônia e em Roraima, denuncia o golpe internacional que foi articulado para cima do Brasil e que os nossos governantes caíram que nem patinhos. No livro "Índios do Brasil" de autoria do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon não há qualquer menção aos Ianomâmis.
Na II Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, das Nações Unidas, Eco-92, Rio de Janeiro, o Presidente Collor se ajoelhou frente aos interesses internacionais, cedendo às pressões de senadores americanos, a despeito da Carta Magna (Constituição da República Federativa do Brasil) de 1988, das leis das fronteiras e demais orientações, destinando uma área que hoje equivale a 96.649 Km2 — maior do que o Estado de Santa Catarina (95.443 Km2) e pouco menor do que Pernambuco (98.938 Km2), onde cabem folgadamente os seguintes países da Europa: Dinamarca (43.092 Km2) + Holanda (33.936 Km2) + Catar (11.437 km2) e ainda sobram 8.184 Km2, maior do que o Distrito Federal (5.822 Km2), no chifre ou orelha ocidental do Estado de Roraima, fronteira com a Venezuela, a essa tribo inexistente denominada Ianomâmi, constituída de menos de 5.000 pseudo-índios.
É PRECISO DENUNCIAR AO POVO BRASILEIRO ANTES QUE SEJA DESPEJADO
Há necessidade de tomada de Ações Concretas por parte do governo brasileiro. Precisamos parar de fingir que somos uma nação independente, percorrendo o caminho do desenvolvimento e, em breve teremos um assento no Conselho de Segurança da ONU, e ainda seremos o nono membro do Grupo das Oito Nações mais desenvolvidas do planeta, ao custo da perda da faixa do norte da Amazônia, desde a área conhecida como Cabeça do Cachorro, fronteira com a Colômbia, alto Rio Negro, até todo o norte de Roraima, que se juntará ao perdido Pirara por incompetência brasileira.
As Organizações Não-Governamentais (ONGs), nacionais e alienígenas, alicerçadas em abundância de recursos financeiros dados pelos governos, brasileiro e externos, vêm obtendo francas vitórias diante da ineficiência, omissão e cumplicidade de traidores dos mais diversos níveis do governo e demais colaboracionistas. O golpe contra o Brasil se desenrola no campo virtual, desdobrado de maneira ampla, cujo passo inicial consiste em reservar, para qualquer número, mesmo pequeno, de indígenas de qualquer etnia ou de indivíduos classificados como indígenas, mesmo que não tenham algum traço genético que possa ser usado como ligação na ancestralidade com os silvícolas, independentemente de terem vividos ou de viverem na área reservada ou que para lá por conveniência foram arregimentados, extensas áreas territoriais contínuas nas faixas de fronteiras ricas em jazidas minerais, inclusive os estratégicos, para depois demarcar.
Enquanto isso, nos organismos internacionais é processada a mudança da denominação de tribos para povos e nações, a revelia da existência de pequeno ou grande número de indígenas ou de jamais terem ocupado as terras em questão.
Espanta a atual passividade brasileira nos assuntos referentes à defesa dos interesses nacionais. Parece até que reina um sentimento de dívida perante a humanidade por ter sido agraciado com um gigantesco e rico território, sem cataclísmicas adversidades, com abençoada e extensa plataforma continental riquíssima em petróleo.
As decisões da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de 07 de junho de 1989 denominada de Convenção Relativa aos Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes, passou a vigorar a partir de 05 de setembro de 1991. O texto foi redigido de forma a abordar o assunto terras, quando deveria ser trabalho. O mais surpreendente é a aceitação passiva do governo brasileiro de condições objetivas para o estabelecimento de instrumento legal que facilita a futura perda de parcela do território brasileiro. O mais frustrante de tudo é que os dispendiosos congressistas nacionais, pagos com o suor do povo brasileiro, como obedientes cordeirinhos mansamente aprovaram essa Convenção cheia de determinações contra o Brasil, sem esboçar um mínimo repúdio aos artigos que poderão ser evocados no futuro para a retirada de um grande naco de terra brasileira. Que classificação tem que ser dada a um Congresso Nacional que se posta de quatro diante dos interesses de países poderosos, contra o Brasil? 
JUNTEMOS OS TRAPOS — CONGRESSO NACIONAL PODE FALHAR MAIS UMA VEZ
A aprovação da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, na ONU, em 14 de setembro de 2007, com o voto da diplomacia brasileira, arma que atira para dentro da própria casa, colocou o Brasil em situação dramática.
Foram registrados nos documentos da ONU o que vai a seguir:
— os indígenas terão livres estruturas políticas, econômicas e sociais, especialmente seus direitos a terras, territórios e recursos;
— o Estado reconhece a necessidade da desmilitarização das terras e territórios das terras e territórios dos povos indígenas;
— os indígenas têm o direito de determinar livremente suas relações com os Estados nos quais vivem...;
— os indígenas têm o direito à autodeterminação, de acordo com a lei internacional. Em virtude deste direito, eles determinam livremente sua relação com os Estados nos quais vivem;
— os indígenas têm o direito a auto-identificação;
— os indígenas têm o direito coletivo e individual de indenização por perda de suas terras, territórios ou recursos;
— os indígenas têm o direito coletivo e individual de indenização por qualquer propaganda dirigida contra eles;
— os indígenas têm o direito coletivo e individual de possuir, controlar e usar as terras e territórios que eles têm ocupado tradicionalmente ou usado de outra maneira. Isto Inclui o direito ao pleno reconhecimento de suas próprias leis;
— os indígenas têm o direito à restituição, e na medida em que isso não seja possível, a uma justa ou eqüitativa compensação pelas terras e territórios que hajam sidos, confiscados, ocupados, usados ou sofrido danos, sem seu livre e informado consentimento;
— do ponto de vista da segurança do Estado, os índios têm o direito de não concordar e de vetar 'as atividades militares' e depósito ou armazenamento de materiais em suas terras;
— os índios têm o direito de ter seu caráter específico devidamente refletido no sistema legal e nas instituições políticas, socioeconômicas e culturais, incluindo, em particular, uma adequada consideração e reconhecimento das leis e costumes indígenas;- etc.
A garantia do fiel cumprimento de todos esses artigos no âmbito da legislação será dada pela ONU e tribunais internacionais. No campo do emprego das forças internacionais de guerra, a garantia será dada pela OTAN capitaneada pelos EEUU. Os países indígenas recém-originados dos territórios brasileiros desmembrados, caso o que sobrar do Brasil não concordar, poderão requisitar a esses organismos internacionais essas garantias.
É de interesse saber se o direito à restituição abrange desde o tempo que Pedro Álvares Cabral aportou na baía de Santa Cruz Cabrália, Bahia, em 22 de abril de 1500, e se implica em despejo do povo brasileiro, 188 milhões de habitantes.
Uma vez constatada a impraticabilidade da expulsão de todo o povo brasileiro do Brasil, é bom que seja esclarecido se, exceção àqueles catalogados como índios, a indenização ou quaisquer outras compensações abrangerão todas as construções, cidades, edifícios, casas, propriedades diversas, públicas e particulares. 
É HORA DA PRESSÃO MACIÇA EM CIMA DO CONGRESSO NACIONAL
Ainda há tempo para reverter toda essa demonstração de pouco caso, burrice ou traição. Todos os brasileiros têm que pressionar os congressistas para que votem contra a Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas que foi aprovada na ONU. Cada brasileiro tem que remeter mensagem ao seu deputado federal e senador manifestando o repúdio a essa Declaração.
Isto não quer dizer que o brasileiro seja contra os silvícolas terem direitos, mas sim, que é a favor de que os direitos dos mesmos não sejam causas de prejuízos irreversíveis ao povo brasileiro e ao BRASIL. A palavra de ordem é Não à Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. Eu já liguei por telefone mandando o meu Não para a bancada de Senadores e Deputados Federais do Rio de Janeiro e Distrito Federal. Todos os meus dados pessoais foram anotados e a minha voz gravada em ambas as Câmaras.
* EDVALDO TAVARES. TC Médico do EB. Especialista e Perito em Medicina de Tráfego. Ex-Diretor do Hospital de Guarnição de  Tabatinga/AM. Primeiro-Tenente e Capitão na Colônia Militar do Oiapoque/AP.
Projeto Rondon (1968 – 1971) em Iauaretê (Cabeça do Cachorro)/AM, Parintins/ AM e Dourados/MS.
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Novo Microprocessador Utiliza 30 Mil Vezes Menos Energia

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Washington, 14 jun (EFE) - Engenheiros da Universidade de Michigan desenvolveram um microprocessador que utiliza 30 mil vezes menos energia em espera e dez vezes menos quando em atividade que os demais microprocessadores.
O processador, chamado de Phoenix por seus criadores, estabeleceu uma nova marca de baixo consumo de energia e foi feito para ser usado em implantes médicos, controles de ambientes e equipes de vigilância.
Na teoria, a energia armazenada em uma bateria para relógio seria suficiente para manter o Phoenix em operação por 263 anos.
O projeto foi dirigido por Scott Hanson, estudante de doutorado no Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência de Computadores, que apresentará o desenho em 20 de junho no Simpósio do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos sobre Circuitos.
De acordo com a Universidade de Michigan, o Phoenix mede um milímetro quadrado, mesmo tamanho de sua bateria e é isto que diferencia a criação.
"Em muitos casos as baterias são muito maiores que os processadores que alimentam de energia e isto expande drasticamente o tamanho e o custo do sistema inteiro", disse David Blauw, professor no Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência de Computadores.
"Por exemplo, a bateria em um computador portátil é quase cinco mil vezes maior que o processador e fornece só poucas horas de energia", explicou.
"O consumo baixo nos permite reduzir o tamanho da bateria e, em conseqüência, o tamanho de todo o sistema", disse Blaauw.
Um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan está testando o Phoenix em um sensor biomédico que controla a pressão ocular em pacientes com glaucoma.
A Universidade indicou que os engenheiros acreditam que processadores como este também poderiam se dispersar sobre uma área para criar uma rede invisível de sensores que vigie a água e o ar ou que detectem movimentos.
Outro uso possível é a mistura dos microprocessadores no concreto para ter informação sobre a integridade estrutural dos edifícios e pontes novas.
Para chegar a esse baixíssimo consumo de energia, os engenheiros do Phoenix se concentraram no modo de espera, que é a forma como os sensores passam mais de 99% de sua vida útil.
Fonte: Globo
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Hay Que Commemorar Para Que el Pueblo no Perciba...

Argentina e Cuba: homenagens a Che
Argentina e Cuba comemoram hoje (14) os 80 anos do nascimento do guerrilheiro Ernesto Guevara (1928-67). 
Che, apelido dado pelo grupo do ex-ditador cubano Fidel Castro, nasceu em 14 de maio de 1928, em Rosário, na Argentina, mas sua certidão de nascimento é do dia 14 de junho do mesmo ano. 
Na Argentina ocorrem, entre diversas atividades, um encontro internacional de jovens e de centrais sindicais. 
Em Cuba, onde participou da revolução que, em 1959, derrubou o ditador Fulgêncio Batista, ajudando a instaurar o socialismo na ilha, artistas e intelectuais de diversos países foram convidados para contribuir para a produção ao Centro de Estudos Che Guevara. O revolucionário foi capturado, em 1967, em um acampamento da guerrilha, pelo governo Boliviano, onde foi torturado e executado.
Fonte:  Coluna do Claudio Humberto
COMENTO: A Argentina, desgovernada pelo "casal K", está mesmo necessitando alguma festividade para desviar as atenções da crise que se abate sobre o país. Cuba, nem há o que comentar! A recente fuga do boxeador "entregue" pelos nossos nazistas aos "cumpanhêrus" do Foro de São Paulo, ato similar à entrega de Olga Benário à Gestapo hitlerista, fez cair a máscara da "volta espontânea" ao "paraíso socialista".
Algumas pequenas correções a respeito do “Chancho” Guevara:
1. em Cuba, ele participou da revolução que, em 1959 derrubou um ditador e instaurou no poder um outro muito pior, que no momento “passou democraticamente seu feudo comunista” ao irmão;
2. os que contribuem ao Centro de Estudos Che Guevara, podem ser artistas ou qualquer outra coisa, menos “intelectuais” pois este termo infere alguém que faça uso do intelecto, o que exclui qualquer um que tenha alguma simpatia pelas idéias dos “revolucionários” cubanos;
3. por fim, está historicamente provado que sua morte na Bolívia foi uma execução mas não precedida de tortura. Sua prisão, diga-se de passagem, foi uma manifestação de covardia ao pedir que não o matassem pois “valia muito mais vivo do que morto”.
Errou feio, não valia — nem vale — nada morto, e muito menos vivo..

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Parabéns ao BPEB!

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Assistindo há pouco o noticiário na televisão, tomei conhecimento da proibição da entrada de alguns "defensores de direitos humanos" que pretendiam "visitar" os dois sargentos que ora ocupam a mídia por seu comportamento sodomita. Claro está que tais militares estão sendo "estimulados a dar espetáculo" com o objetivo de colocar as Forças Armadas em uma falsa situação de violadora de direitos dos pederastas.
Foi com satisfação que verifiquei a existência de profissionais que não permitiram a "armação de circo" no interior da OM, evitando mais uma exposição desnecessária da Força. Essa atitude me faz acreditar que ainda há militares mais preocupados com o cumprimento das regras castrenses do que com o "agrado a autoridades" ou o respeito ao "politicamente correto".
As normas internas do Exército são de pleno conhecimento de todos os seus militares e não permitem "flexibilizações", acarretando as devidas sanções àqueles que fogem ao seu cumprimento.
Parabéns ao BPEB
, não pelo mero cumprimento das normas, mas por não se deixarem intimidar por pessoas desclassificadas, portadoras de um mandato eleitoral temporário.

"As Forças Armadas são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina..." (art 142 da Constituição Federal).

¿Existen Judíos "Genuinos"?

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ACERCA DE LOS CONCEPTOS DEL TITULAR DE LA AMIA
Aunque no suelo mencionarlo, soy profesor de Problemática Religiosa Contemporánea en el Círculo de la Prensa, una de las escuelas más prestigiosas de periodismo del país. Se trata de una materia muy interesante que me permite analizar, junto a mis alumnos, tópicos como la discriminación y los estereotipos, amén de exponer sobre de las grandes religiones y su impacto en la vida cotidiana.
Toda vez que tocamos el tema de los clichés, aparecen en clase una serie de prejuicios respecto a ciertas religiones o etnias, que desmenuzamos entre todos, a efectos de derribar ciertos mitos. Es uno de los momentos más entretenidos y fructíferos, ya que, desde el conocimiento y el sentido común, develamos las falacias que se tejen en torno a este tema.
Es algo que sucede en general cuando estudiamos el judaísmo. No dejan de asombrarse los alumnos cuando observan que el dogma en el que creen los judíos — el Tanaj, especialmente la Torá (el Pentateuco) — es idéntico a lo que dice el Antiguo Testamento católico y que, contra sus propios prejuicios, sus costumbres están estrechamente vinculadas a la solidaridad y el buen comportamiento social.
Siempre les digo que, aunque tenemos ciertas diferencias con aquellos que profesan el judaísmo, las coincidencias que nos unen son aún mayores. Mi frase final siempre es la misma: "hay que trabajar sobre lo que nos hace parecidos, en lugar de ampliar las mínimas brechas que nos separan".
Acto seguido, hacemos un interesante trabajo de análisis sobre cómo los medios generalizan y discriminan a ciertas religiones, especialmente en Europa. La mayoría de los alumnos se sienten decepcionados por ver la elocuencia del mal manejo de la información — vemos ejemplos concretos — y suelen asegurar que no cometerán el mismo error cuando se reciban de periodistas.
Esto alienta una gran esperanza en mi persona y me ayuda a creer que algunos prejuicios puede derribarse en un futuro cercano.

Retroceso perseguirás
Hace unos días, el flamante titular de la AMIA, Guillermo Borger, aseguró en una entrevista realizada por un importante matutino, que haría una gestión dirigida a reforzar "el papel de la AMIA como representante de los judíos genuinos". En tal sentido, descalificó implícitamente a aquellos que profesan la colectividad judía desde el "reformismo" o el "conservadurismo".
Las palabras de Borger generaron una innecesaria polémica que, en lugar de aclararse, cada día parece acrecentarse más, no sólo dentro de la colectividad judía, sino también a nivel social. ¿Quiénes son judíos "genuinos"? ¿Por qué esa discriminación negativa en un momento en el que hace falta diálogo y entendimiento?
Es duro pero necesario recordar que el genocida Adolfo Hitler hablaba de la "pureza" de la raza mientras asesinaba a millones de personas, y no sólo judíos, también gitanos, homosexuales y otros no "puros". El debate posterior a la finalización de la Segunda Guerra mundial permitió la creación de la Organización de las Naciones Unidas y de docenas de movimientos civiles a favor de la igualdad de los derechos entre seres humanos. Nacieron allí los lineamientos de los Derechos Humanos tal y como los conocemos hoy.
Fue lento pero incesante el camino que permitió llegar a niveles increíbles de convivencia social y que culminó cuando se descifró gran parte del mapa del genoma humano, lo cual permitió concluir que, gracias al increíble porcentaje de similitud entre las personas, no se puede hablar más de "razas", sino de una sola "raza humana".
En este contexto aparecieron las anacrónicas palabras de Borger para retrotraernos a un pasado que ya tendría que haber quedado sepultado bajo los escombros del conocimiento científico y social. ¿Para qué volver a añejas diferencias ya superadas por el saber?
Independientemente de la respuesta que podamos encontrar, sería interesante esclarecer un tema que suele ser tabú dentro del judaísmo y que tiene que ver justamente con la "pureza" del judío.
Aquellos que profesan esta religión se dividen esencialmente en dos grupos, sefardíes y askenazíes. Aunque los sefardíes son descendientes de aquellos judíos que vivieron en la Península Ibérica hasta 1492 — y que están ligados a la cultura hispánica mediante la lengua y la tradición —, luego de la fundación del Estado de Israel en el año 1948, el término se empezó a usar para designar a los de origen distinto al askenazí, conocidos por ser los judíos asentados en la Europa central y oriental — principalmente en Alemania, Polonia, Francia, Ucrania y Rusia — hacia comienzos del siglo X.
Su procedencia está relacionada a un pueblo euroasiático de origen caucásico: los kázaros, los cuales, de judíos "puros", como veremos a continuación, no tienen nada.

A convertirse que se acaba el mundo
En los siglos VII, VIII y IX, los kázaros lograron conformar un imperio de gran extensión pero fuertemente descentralizado por tratarse de un pueblo eminentemente nómada. Estos eran regidos por un rey que comprendió que la principal amenaza que había sobre su pueblo era la de verse asimilados por alguno de los dos imperios políticos, militares y culturales euroasiáticos de la época: por una lado, el cristiano Imperio Romano Oriental regido desde Bizancio y, por el otro, el islámico Califato de Bagdad.
A través de una complicada trama de casamientos políticos, los kázaros supieron insertarse en el poder bizantino, pero siempre eligieron mantener su orgullosa independencia, uno de cuyos pilares era no haberse jamás subordinado ni al cristianismo bizantino ni al Islam, a sabiendas de que en aquellos tiempos que la religión era el factor de poder de gran importancia política y social.
Es así que los reyes kázaros desde su ciudadela en la ciudad de Itil a orillas del Mar Caspio, tomaron una medida revolucionaria, sin precedentes históricos, y única: en el año 740, los kázaros se convirtieron en masa al judaísmo como estrategia para frenar las peligrosas presiones cristiana y musulmana.
Con el devenir de los siglos, los descendientes de los nómades kázaros se expandieron hacia Rusia, Ucrania, Bielorrusia, Polonia e ingresaron a Europa Central y Occidental a través de Rumania y Alemania llegando a tener amplia presencia en muchas de las principales ciudades de Europa.
Adrián Salbuchi, destacado investigador de Medio Oriente, asegura que, "con el tiempo, desarrollaron costumbres y leyes particulares, que les diferenciaron en ciertos temas de los sefardíes, llegando incluso a crear una lengua propia, el yídish, surgida de la combinación de los dialectos germanos de su región con influencias eslavas y hebreas. En vísperas del Holocausto, los askenazíes representaban más del 90% del total de los judíos del mundo".

Concluyendo
Como puede verse, no hay manera de hablar de "judíos genuinos", toda vez que la mayoría de ellos no lo son por herencia de sangre, sino por conversión. ¿Esto resta mérito al judío no genuino? Definitivamente, no.
Es evidente que, más importante que esa supuesta "pureza" es su propia convicción del dogma judío y el buen comportamiento ético derivado de este. Poder entender algo tan sencillo como esto, representa la clave para acercar al judaísmo a otras culturas y tradiciones, y elimina las barreras que nos separan a la hora de tratar de entender a aquel cuyas costumbres muchas veces no terminamos de entender.
Encerrarse en una postura caprichosa como la de Borger no ayuda en absoluto a la convivencia mutua y termina por alentar los falaces prejuicios contra el judío.
En momentos en que el mundo parece haber enloquecido por completo, es hora de hacer caso al consejo que doy a mis alumnos: trabajemos sobre nuestras coincidencias, son muchísimas más que nuestras disidencias.

Christian Sanz

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Forças Armadas 79% x 72% Partidos Políticos

Não, não é um escore apertado. Na verdade, 79% dos brasileiros definem as Forças Armadas como a instituição mais confiável. Já nos partidos políticos 72% não confiam. São os dois extremos do Barômetro da Confiança, pesquisa realizada pela Associação dos Magistrados do Brasil.
COMENTO: Considerando que a pesquisa foi feita para um órgão ligado ao Poder Judiciário, que figurou na sexta classificação da enquete, seu resultado merece consideração e confiança. Vale a pena acessar o conteúdo completo da pesquisa, salvá-lo e guardar!!

Origem de Alguns Símbolos e Expressões

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Na idade média os livros eram escritos pelos copistas, à mão.
Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido. O motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram valiosíssimos.
Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um "m" ou um "n") que nasalizava a vogal anterior. Um til é um enezinho sobre a letra, pode olhar.
O nome espanhol Francisco, que também era grafado "Phrancisco", ficou com a abreviatura "Phco." e "Pco". Daí foi fácil o nome Francisco ganhar em espanhol o apelido Paco.
Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de "Jesus Christi Pater Putativus", ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adotar a abreviatura "JHS PP" e depois "PP". A pronúncia dessas letras em seqüência explica porque José em espanhol tem o apelido de Pepe.
Já para substituir a palavra latina et (e), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como "e comercial" e em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do and (e em inglês) + per se (do latim por si) + and.
Com o mesmo recurso do entrelaçamento de suas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de "casa de".
Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço — por exemplo: o registro contábil "10@£3" significava "10 unidades ao preço de 3 libras cada uma".
Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês, "at" (a ou em).
No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contábeis dos ingleses.
Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @ (a ou em), acharam que o símbolo seria uma unidade de peso — por engano. Para o entendimento contribuíram duas coincidências:
1- a unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo "a" inicial lembra a forma do símbolo;
2- os carregamentos desembarcados vinham freqüentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registro de "10@£3"assim: "dez arrobas custando 3 libras cada uma".
Então o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.
Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa "a quarta parte": arroba (15 kg em números redondos) correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal (58,75 kg).
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados). O teclado tinha o símbolo "@", que sobreviveu nos teclados dos computadores.
Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio eletrônico (e-mail), Roy Tomlinson aproveitou o sentido "@" (at, em Inglês), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor.
Assim Fulano@ProvedorX ficou significando: "Fulano no provedor (ou na casa) X".
Em diversos idiomas, o símbolo "@" ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma.
Em italiano chiocciola (caracol), em sueco snabel (tromba de elefante), em holandês, apestaart (rabo de macaco).
Em outros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel, em Israel; strudel, na Áustria; pretzel, em vários países europeus.
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Em Ano de Eleições, a Volta da CPMF

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E a "contribuição forçada" anteriormente chamada CPMF foi ressuscitada com o nome de CSS, no momento em que o governo mensalmente supera seus recordes em arrecadação fiscal.
A principal alegação dos patifes "representantes do povo" é a de que, agora, a contribuição "é muito menor" e servirá para combater a sonegação fiscal, como se os transportadores de dólares em malas, cuecas, caixas de uísque, etc, fizessem uso normal do sistema bancário.
Sabemos que, de novo, os valores arrecadados pela "nova" contribuição até poderão ser utilizados plenamente em prol do sistema público de saúde com a consequente "redução proporcional" dos recursos orçamentários que serão repassados aos "programas sociais" (bolsas-miséria, obras sem licitação, etc).
Aproveitando ser este um ano eleitoral, quando muitos dos atuais "representantes do povo" serão candidatos a prefeito, é conveniente guardar esta lista, ou esta, a fim de conferir se os interesses desses cretinos que votaram "sim" a mais esse assalto, são os mesmos interesses de você que contribui porque trabalha!

Brasil Imperialista?

por Fagner dos Santos Carvalho
Todos os anos, no dia 15 de maio, os paraguaios comemoram sua independência da Espanha (1811) e a conformação do Paraguai em autônomo, independente e soberano.
Esse ano, porém, algo chamou a atenção. Como foi noticiado pelo jornal “O Estado de São Paulo” (sábado, 17/05/08, A25 e A28), no Departamento de San Pedro (seria, apenas para comparar, como um dos estados brasileiros), uma marcha de camponeses foi realizada onde, além da queima da bandeira brasileira, a questão de um certo imperialismo exercido pelo Brasil foi levantada.
Aparentemente essa marcha estava voltada contra a grande quantidade de terras que estariam nas mãos de brasileiros, principalmente próximas à fronteira com o Brasil, o que garantiu a essas pessoas o apelido de “brasiguaios”.
Apesar de a primeira vista esse fato estar ligado única e exclusivamente à questão da terra, o questionamento de um imperialismo que o Brasil exerceria na região está, certamente, ligado à eventos maiores, como a atitude do Presidente Evo Morales, quanto as empresas da Petrobrás em solo boliviano e, também, o tema da revisão do Tratado de Itaipu (que regula as relações entre o Brasil e Paraguai quanto à Usina Hidrelétrica de Itaipu), que foi tema de campanha e assunto reafirmado pelo presidente recém eleito do Paraguai, porém ainda não empossado, o ex-bispo, Fernando Lugo.
O imperialismo é, todavia, um conceito difundido principalmente no início do século XX e que faz referência a uma situação em específico da Europa, principalmente à países como a Inglaterra, França, Alemanha, Bélgica.
Sob o aspecto político, o imperialismo se relaciona à fase em que, na urgência de obter o maior número possível de territórios, as potências europeias, lançam-se, a partir do século XIX, na aventura de dominar e repartir o mundo como suas colônias, principalmente na África e Ásia.
Todavia, esse momento político não ocorreu sozinho, ele foi acompanhado pela nova fase do capitalismo, a etapa monopolista, ou seja, poucas empresas dominando certo mercado, além do incremento do mundo financeiro, onde o capital, seja empresarial ou financeiro, já não se bastava dentro das fronteiras de seus países e precisava se expandir pelo mundo em busca de maior lucratividade. Assim, o Estado andava de mãos dadas com os capitalistas. As empresas e o capital precisavam de mercados e o Estado, com sua atuação externa, lá estava para apoiá-los, como parte de um projeto político hegemônico.
Essa fase da expansão européia se distingue da anterior onde temos, por exemplo, a colonização do Brasil e da América espanhola, por que esse segundo momento “em vez da aspiração de um só império crescente, segue a teoria e a prática de impérios rivais, cada um deles guiando-se por idênticos apetites de expansão política e lucro comercial. E também porque nessa forma do imperialismo predominam os interesses financeiros, ou relativos ao investimento de capital, sobre os interesses comerciais” (CATANI, A.F. O que é imperialismo. Brasiliense: São Paulo, 1988, p. 42).
Hoje, principalmente nas relações entre o Brasil e os demais países americanos, em especial com nossos vizinhos da América do Sul, o que se nota é que, se de alguma forma o Brasil exerce certa preponderância (seja por fatores geopolíticos, como seu imenso território e população, ou mesmo pelo fato de que suas empresas estarem presentes e investirem nesses países), existe no discurso desses países a presença de um “fator externo” que é muito utilizado em política interna e exterior.
Sob essa perspectiva, costuma-se atribuir a um “agente” externo todas as nossas agruras internas, desviando o foco principal dos problemas, que muitas vezes está dentro do próprio país.
Não se está a afirmar que a presença o Brasil seja isenta no tocante a outros países (pelo menos não se pega em armas para se impor), contudo, em países com grandes desigualdades, como o caso boliviano e o paraguaio, em que seus governos têm dificuldades e resistências internas para efetivar suas políticas, o discurso de “um Brasil imperialista” aparece muito mais como fator para se buscar uma coesão interna mínima, do que efetivamente contrapor-se a ele.
Fagner dos Santos Carvalho é advogado
 e acadêmico de Relações Internacionais da UNESP/Marília. 

terça-feira, 10 de junho de 2008

Sindicalismo e Escândalos

por Jarbas Passarinho
Além dos detonadores militares da deposição do presidente Goulart, na área civil, dentre outros fatores decisivos, destacou-se a ação açodada dos sindicatos dominados por pelegos e comunistas, as inúmeras greves, em íntima ligação com Jango, na preparação para república sindical à moda Perón.
Com a eleição do presidente Lula, a temida ameaça da república sindicalista fez-se realidade. O presidente recompensou os companheiros malsucedidos nas eleições. Quatrocentos dos mais expressivos foram, de pronto, nomeados para postos na administração federal, 40 deles no topo da hierarquia das estatais.
Nada tenho contra sindicalistas capacitados assumirem funções de relevo no governo, desde que tenham qualificação para ocupá-las. Muitos, porém, não as têm. O critério é serem parte da grei sindicalista do presidente. Um geólogo de pequena empresa particular, perdida a eleição, foi agraciado com a presidência da Petrobras. Perdida outra eleição, nova nomeação na própria Petrobras.
A distribuição do butim excedeu as estatais. Para dirigir um órgão superior do SESI nacional, na estrutura empresarial, veio o fundador da CUT. O mérito para postos bem remunerados é direito adquirido na república sindicalista, onde alguns têm se dado mal funcionalmente e muitos outros decepcionaram no trato desonesto do dinheiro público.
Dos escândalos de corrupção ativa e passiva, em seqüência ininterrupta, marco inicial foi o mensalão, produto da cúpula dirigente do PT, a compra de votos de deputados venais que emporcalharam a Câmara dos Deputados. No uso dos dinheiros públicos para fins imorais ou pessoais se misturaram sindicalistas e um lobista beneficiado por licitações fraudadas em estatais dirigidas por sindicalistas do PT. A 40 deles o íntegro procurador-geral da República, Antônio Silva de Souza, indiciou e chamou de “organização criminosa”.
Entre os mais ouvidos no Conselho de Ética da Câmara, a despeito da maioria governista, foi considerado por todos os membros, exceto um. Perdeu o ministério e o mandato legislativo. Braço direito do presidente da República, de quem trabalhava ao lado, no palácio, comandava a quadrilha e o presidente de nada sabia. Compelido a pedir exoneração, recebeu uma carta afetuosa do presidente, cujo vocativo falava por si mesmo: “Meu querido Zé”.
A partir daí, o presidente revelou a diretriz de seu comportamento. Todos os corruptos e corruptores são demitidos a pedido (quando o são), desde Waldomiro Diniz, e elogiados pelo chefe de um Partido dos Trabalhadores nascido supostamente para ensinar ética aos outros partidos, “todos farinha do mesmo saco”. No máximo, por mais perto que os delinqüentes sejam nitidamente culpados, são justificados, “vítimas do denuncismo” ou do “preconceito racial”, caso da ex-ministra da Igualdade Racial, flagrada no uso indevido de cartão corporativo, um dos mais recentes escândalos.
São tantos que o mais novo acaba apagando da memória popular os outros. As CPIs são inócuas, porque assim os faz a maioria, que antes se vendia por dinheiro, e agora por divisão dos cargos públicos. A dos cartões corporativos proporcionou, a um petista menor, um relatório em que os desonestos só praticaram erros por descuido. Ao mesmo tempo, a chantagem feita contra o casal Fernando Henrique Cardoso, de dossiê comprometedor vira inocente cadastramento de quadros.
Logo aparece um escândalo a mais, este muito mais grave porque envolve uma vestal e faz voltar às denúncias de tráfico de influência um íntimo amigo e compadre do presidente da República, na venda da VARIG. O Estado de S.Paulo, em dois editoriais sucessivos, deixa o leitor estupefacto com a citação de fatos e nomes. Desses, um envolve generoso amigo do presidente, Roberto Teixeira, compadre de Lula e que lhe cedeu gratuitamente casa para morar, por oito ou nove anos, pobre torneiro mecânico, livrando-o da despesa de moradia.
Entrementes, segundo o noticiário, o compadre assaltava o cofre de uma prefeitura petista, reservando generosamente uma parcela para o caixa 2 do PT. Denunciado por um petista histórico por tráfico de influência em uma prefeitura petista de São José dos Campos, a sindicância composta por petistas probos, Hélio Bicudo, o hoje deputado federal José Cardoso e Paul Singer, confirmou a ilicitude. O compadre, que presidia o PT, teria mudado de São Paulo para o Rio a reunião do Diretório Nacional do partido, que, pressionado, divergiu dos sindicantes e fez do denunciante réu. Disponho de nota de jornal, de Hélio Bicudo e José Cardoso, lastimando a decisão do Diretório. Teixeira processou Bicudo e ganhou a causa.
Agora reaparece o senhor Teixeira, citado pelo doador da suposta propina de US$ 5 milhões por remover, junto à Casa Civil, dificuldades legais da ANAC, para a venda fraudulenta da VARIG. Nomes e valores são citados pelo jornal, mas é quase certo os denunciantes virarem réus. Ao mesmo tempo, explode o escândalo do BNDES, parte na indigitada corrupção do sindicalista deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
Não levanto dúvidas quanto à probidade do presidente Lula, nem repito o grande empresário que me disse: “A economia vai bem, apesar de Lula”. Ao homem público, porém, vale lembrar Pompéia, mulher de César, e um provérbio indiano: a calúnia é como o fogo, quando não queima, tisna.
Jarbas Passarinho
Foi ministro de Estado, governador e senador

Associação Nacional dos Veteranos da FEB

CARTA DO CEL. HÉLIO MENDES:
Em maio tivemos de reduzir a um mínimo as atividades, fechando o Museu e a Biblioteca e demitindo os oito funcionários, que receberam todos os diretos trabalhistas.
Estamos funcionando apenas dois dias por semana a tarde, e com a CAMPANHA DE AMIGOS esperamos ter fôlego para continuar assim por algum tempo até receber as prometidas verbas.
A situação é crítica, é necessário descupinizar o prédio da sede de cinco andares na Rua das Marrecas, e reorganizar totalmente os serviços da Associação, mantendo viva a memória da FEB e auxiliando os últimos veteranos e familiares com assistência social e jurídica.
Alguns empregados imprescindíveis consentiram em continuar trabalhando algumas horas por semana mediante pro-labore, para atividades inadiáveis como caixa, contabilidade, computação e e-mail, e nossos Mausoléu no S J Baptista e Ossário no Caju, a ultima morada de 600 ex-combatentes, entre os quais o Marechal MASCARENHAS e DD Esposa.
O Exército, através da DAC/MNM2GM envia esporadicamente um Sgt, dois Cb e quatro Sd para auxiliar na zeladoria, portaria e limpeza, e fiscaliza o acesso mediante livro de entrada na portaria. Os acervos museológico e bibliográfico estão lacrados e as chaves foram entregues ao Diretor do MNM2GM, aguardando solução.
Para a Biblioteca e Museu, a DAC só pode prestar apoio eventual e parcial, pois também não dispõe de pessoal.
A ANVFEB não deseja ter seu acervo dissolvido, se for necessária a extinção da entidade desejamos que a memória da FEB seja mantida intacta em um só local, mantendo viva para sempre esta fantástica história de 25 mil homens e mulheres que saíram de um pais ainda rural para combater na Itália pela democracia, uma historia que deve orgulhar a todos os brasileiros e não pode ser olvidada.
Com a sua ajuda VENCEREMOS!
Informações:
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS VETERANOS DA FEB (ANVFEB)
  • Rua das Marrecas 35 - Lapa - Rio de Janeiro/RJ. Horário eventual às 3ª e 5ª-feiras das 1400 às 1700
  • Tel/Fax.: (21) 2532-1933 / Tel.: 2262-3609
ANVFEB (doações):
  • Banco nº.................: 237 - Bradesco
  • Agência..................: 3176-3
  • Conta Corrente nº...: 84692-9.
  • CNPJ da ANVFEB: 338567758/0001-85.
Os depósitos superiores a 100 reais receberão uma carta de agradecimento e os superiores a 1000 reais o Diploma de Amigo da ANVFEB, este a ser entregue no dia do aniversário do Marechal Mascarenhas de Moraes, o Grande Comandante da FEB — 13 Nov 1883/2008 — 125 anos de Nascimento, em evento que esperamos realizar em nossa sede, em homenagem ao Marechal e se possível comemorar o reerguimento da ANVFEB.
Os recursos são necessários e urgentes para manter a ANVFEB durante alguns meses enquanto aguardamos resposta a diversos pedidos de apoio financeiro em estudo junto a entidades federais, estaduais e privadas.
Cel Helio Mendes
Presidente da ANVFEB
COMENTO: É lamentável que a história dos brasileiros que efetivamente lutaram pela democracia e liberdade mundiais esteja prestes a ser totalmente apagada da memória do país, por simples descaso de um desgoverno que possui verbas para financiar congresso de desajustados sexuais, entidades de propaganda do governo comunista de Cuba, entidades que agem à margem da lei invadindo e depredando propriedades privadas, e tantas outras patifarias, e não pode dar apoio a uma entidade histórica, simplesmente por que é parte da cultura das Forças Armadas do país. E nossos comandantes? Não poderiam dar um apoio maior, mesmo que somente em termos de "mão de obra" para a manutenção da entidade???
Convido todos os amigos a colaborarem com qualquer quantia em prol dos "nossos velhinhos" e da manutenção da história da Força Expedicionária Brasileira.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Chamem Fernandinho Beira-Mar

Por Márcio Accioly
No dia 16/09/04, o deputado Benício Tavares, presidente da Câmara Distrital do DF, estava a bordo do iate Amazonian (que tem 25m de comprimento), em companhia de 15 políticos e empresários de Brasília e São Paulo. O grupo deveria navegar rio Negro acima, a fim de participar de suposta pescaria no município de Barcelos (AM).
Na realidade, a viagem era outra: sua excelência e companheiros participariam de orgia sexual em que as principais coadjuvantes seriam menores de idade, meninas pobres da região amazonense. Comida por sexo, troca mais do que “justa”, ou não?
Segundo depoimento de menores que participaram da bacanal (e que reconheceram o presidente da Câmara através de fotografias), Benício teve relação com pelo menos duas delas, pagando R$ 500 a cada uma.
Em Brasília, o MP moveu ação contra o deputado, provocando instauração de processo penal pelo TJDF. Nunca mais se ouviu falar no assunto e é como se o caso jamais tivesse acontecido. Benício está agora em seu quinto mandato consecutivo e a decisão a respeito da gravíssima questão jamais foi publicada no Diário da Justiça.
A única penalidade até agora sofrida por ele, num país onde a maioria dos mandatos é comprada, foi ter sido rejeitado para administrador da Ceilândia (cidade satélite de Brasília), em indicação efetuada pelo governador José Roberto Arruda (DEM).
A população manifestou-se contra, lavando inclusive a entrada da administração da cidade. Diante disso, Arruda recuou. O governador, por sinal, é o mesmo que renunciou ao mandato de senador com o seu par e parelha, ACM (DEM-BA), por terem violado o painel do Senado na votação secreta que cassou Luiz Estêvão (PMDB-DF).
Pois eis que, agora, temos novo caso de pedofilia, envolvendo o procurador-geral de Roraima, Luciano Queiroz, flagrado em filmes, gravações e fotos, em denúncia que envolve empresários daquele estado.
Se tivesse acontecido nos EUA, os envolvidos penariam anos e anos na prisão. Basta ver os padres da igreja católica condenados a décadas de regime fechado, além de obrigados a indenizações milionárias que minam os cofres daquela instituição. No Brasil, quantos dias ficarão na cadeia? Cinco ou dez dias? Não existem sequer presídios.
Enquanto isso, no Rio Grande do Sul, a paulistana Yeda Crusius (PSDB) que governa o estado, revela ineficiência e inoperância numa gestão que se dilui em acusações de roubos e bandalheiras dignas de um Fernandinho Beira-Mar. O PSDB deveria exibir em rede nacional, no horário gratuito, como funcionam suas gestões.
Começaria mostrando denúncias de negociatas desde a gestão do governador (SP), Mário Covas (1995-2001), a quem a Rede Globo colocou num altar e transformou em santo depois de morto. Exporia falcatruas do metrô e da Alstom francesa.
Sem esquecer de passar pelos cartões corporativos que financiaram milhares de reais de despesas do então presidente, FHC (1995-2003), pagando contas do filho que teve com a jornalista Mirian Dutra e um outro com a cozinheira do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB). Sem esquecer a “privatização” com dinheiro público.
No arremate, forneceria detalhes do acordo efetuado com o PT, visando acabar a CPI dos Cartões Corporativos, limpando a lama colocada em cima dos esclarecimentos que todo o respeitável público contribuinte que paga a conta das imundícies aguarda.
Agora, só falta o deputado federal Paulinho (PDT-SP), Força Sindical, ser absolvido pelo plenário da Câmara dos Deputados no processo aberto para apurar desvios praticados nos recursos financeiros do BNDES. O país mergulhou no cocô.
Márcio Accioly é Jornalista.
Fonte:  Alerta Total

Amazônia Perdida: Os Bandidos das ONGs

por Fábio Pereira Ribeiro
Literalmente já perdemos a Amazônia. A letargia do governo brasileiro, e a falta de preocupação da Nação para as questões de meio ambiente e dos problemas da Amazônia demonstram que já perdemos a riqueza que ela é.
No último relatório da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) a atuação do milionário sueco, Johan Eliash, demonstra que investidores e empresas estrangeiras, através de ONG’s estão literalmente comprando terras na Amazônia, principalmente em locais com grande diversidade ambiental e mineral, incluindo grandes depósitos de ouro e outros minerais, como diamantes.
As regiões de Manicoré e Itacoatiara estão literalmente dominadas pela ONG inglesa do Sr. Eliash, e nesta área existe um grande pólo de produção de ouro, sem contar conhecimentos estratégicos de riqueza ambiental para produção de medicamentos.
Além destes recursos, existem uma quantidade muito grande de água pura, e uma quantidade grande de animais que possam ser utilizados como base para pesquisa medicinal para cura de doenças como câncer e AIDS.
O congresso brasileiro precisa estar atento a estas questões de forma urgente, pois estas ONG’s aproveitam lacunas na legislação, e a atuação destas ONG’s demonstram claramente ações de bio-espionagem sobre os recursos naturais do Brasil.
A ONG Cool Earth é a grande dominadora de terras da Amazônia brasileira e nós brasileiros estamos cada vez mais longe dos nossos recursos, e o impacto direto deste roubo é o pagamento de royalties para a indústria farmacêutica através das compras de remédios e outros produtos “seqüestrados” de nossa Amazônia.
Até quando estaremos vivenciando este roubo descarado. Até quando aceitaremos a invasão estrangeira, de forma desrespeitosa e também essa afronta à soberania nacional.
Fico imaginando se brasileiros tomassem para si áreas na França, nos Estados Unidos, na Inglaterra e na Suécia. Com certeza seriamos denunciados na ONU como agressores, ou até mesmo como terroristas.
Cada vez mais a atuação do serviço secreto brasileiro deve ser ampliado, pois o que mais temos em território nacional é a atuação de ONG’s que se fazem de santos e na verdade são grandes bandidos e espiões que querem dilapidar nosso patrimônio, e principalmente nossas riquezas ambientais.
Estas ONG’s são na verdade santos do pau oco, e nós brasileiros devemos estar atentos e proteger mais nossa Nação.
fabiomkt@uol.com.br
Fonte: InfoRel
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