quarta-feira, 3 de setembro de 2008

A Diferença Entre o Que Aconteceu e o Que Eles Contam.

O texto abaixo é um depoimento histórico importante, escrito pelo Coronel (reformado) do Exército, Seixas Marques, que foi ajudante-de-ordens de generais e segurança do ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves.
Aos poucos, os militares — cada vez mais indignados — escrevem suas memórias desmistificando os terroristas de ontem que hoje se apresentam como cândidos anjinhos que queriam defender a democracia — vale dizer a "democracia" cubana. Na verdade, esses facínoras que defendem a Peste Vermelha não passam de autênticas vestais grávidas.
Atenciosamente,
Félix Maier
***
Estamos retransmitindo, para seu conhecimento, a verdade sobre o que os terroristas fizeram no passado e que hoje se vangloriam de terem sido perseguidos pela Revolução, recebendo polpudas indenizações do Estado, que quem paga é você.
Analise e veja a diferença entre o que aconteceu e o que eles contam.
(Depoimento de quem viveu aqueles dias)
"... Retornando da Amazônia, pretendia iniciar a minha preparação para realizar o concurso para a Escola de Estado-Maior. Tinha que estudar e a minha nomeação para instrutor da EsAO era um ótimo negócio. Quando fui surpreendido com a retificação da minha nomeação, à revelia, agora para ser ajudante-de-ordem, e responsável pela segurança do General Humberto de Souza Mello, novo Comandante do II Exército — São Paulo — na fase em que a guerrilha estava no auge. Foi um tempo difícil. A guerrilha urbana organizada pelo baiano Carlos Marighella, mesmo depois da sua morte, executou 65 missões naquele período em que estive como responsável pela segurança do Comandante do II Exército. Caímos em duas emboscadas e eu pude presenciar o que ocorria em São Paulo. Era uma guerrilha bem organizada, que contava com pessoal preparado e farto material.
Marighella editou o manual mais completo de guerrilha urbana que o mundo conhece, o Mini-manual do Guerrilheiro Urbano. Quando fui para a Escola das Américas — onde funcionava e ainda funcionam todos os cursos que um exército precisa desde a formação de comandante, de liderança, de administração até o curso de formação de sargentos, comandos, guerra na selva etc. — em um dado momento, ao entrar na biblioteca para fazer pesquisas para as minhas aulas e encontro, como best-seller, o livro de guerrilha do Marighella. Não existe, até hoje, um manual melhor de guerrilha urbana.
Outra ação violenta da guerrilha em São Paulo foi o assassinato do industrial dinamarquês naturalizado brasileiro, Henning Albert Boilesen, que era o presidente do Grupo Ultra, morto pelos terroristas no dia 15 de abril de 1971. Considerado pelos extremistas da esquerda, como colaborador do Governo.

Acontecia que, nesta mesma ocasião, elementos que tinham ido para a Europa, alguns exilados, outros exilados voluntários, organizaram um grupo em Paris, com a missão de denegrir a imagem brasileira. Não era só criticar o governo revolucionário. Era desacreditar a imagem brasileira. O chefe desse grupo era Dom Helder Câmara, que se transferiu para Paris e chegou a se lançar candidato ao Prêmio Nobel da Paz por indicação de três governos do norte da Europa.
Diante desse fato o presidente Médici ligou-se com o Comandante do II Exército e deu a seguinte ordem: fale com o Boilesen, chame-o ao seu quartel-general e dê a missão de levar aos governos nórdicos, inclusive o dinamarquês, onde ele tinha as suas origens, o "dossiê" do Dom Helder Câmara. Mostre quem é esse padre, o que ele está fazendo, o que já fez — ex-integralista, comunista — essa "figura impoluta" da Igreja. Quem chamou o Boilesen fui eu. Levei-o para a reunião. Ajudei-o a preparar o "dossiê" que era trabalho de ajudante-de-ordem. Ele foi para a Europa, apresentou o documento para os três presidentes e os três países retiraram a proposta de Helder Câmara para o prêmio Nobel da paz.
De imediato, fomos informados no Brasil da ordem dada pelo grupo de Paris: "Matar o Boilesen". Eles deram a ordem se não me engano para o Lamarca. Recebi a missão de chamar o Boilessen, de novo. Nós o ensinamos a atirar, para a sua defesa pessoal. Foi escalado um elemento da Polícia Civil para ser o seu segurança — motorista dele. Ele treinava no estande de tiro da 2ª Divisão de Exército, no quartel do Ibirapuera. Foi-lhe recomendado cuidado. Sabia-se que eles, os guerrilheiros, tinham ordem para matá-lo. Um dia, esse homem vai à casa da filha, entra numa rua que era mão única, um quarteirão que, naquele dia, havia uma feira, só dava uma passagem e a emboscada — se não me engano foi à quinta tentativa dos guerrilheiros — foi semelhante àquelas que fizeram para o Comandante do II Exército, nas quais caímos por duas vezes, mas conseguimos sair.
O itinerário do Comandante do II Exército só era conhecido pelo motorista e na hora. Eram sete, oito itinerários diferentes quando ele fazia o seu deslocamento da casa para o quartel e vice-versa. O Boilesen, naquele dia, entra na rua da feira — só tinha uma passagem. Dispensou o motorista e ninguém entendeu o porquê. O motorista pediu uma dispensa e, também, não sabemos por que foi dispensado. Ele foi dirigindo. Entra na residência da filha, tira o paletó e deixa a arma em cima da mesa, fala com a filha veste o paletó e sai sem a arma. Foi emboscado na esquina com a Alameda Casa Branca. Levou dezenove tiros, quinze na cabeça. Duas senhoras que estavam na feira também foram atingidas. Assim, era São Paulo. A guerrilha urbana ali era perversa. Este fato realmente repercutiu e, por isso, nós nos envolvemos bastante nessas operações.
Os assaltos a bancos se multiplicavam, o dinheiro roubado — desapropriado, como eles diziam — era depositado até em contas particulares como a que o Marighella mantinha no exterior. Jovens sonhadores e ávidos por aventuras eram recrutados para ações noturnas de propaganda, pichando paredes. Escalados para dirigir os carros nessas horas, muitas vezes eram surpreendidos quando percebiam que a missão daquela vez era um assalto a banco. Propositadamente, o líder deixava cair no local do assalto a carteira de identidade do jovem estudante que estava no volante do carro da quadrilha e tinha sido convidado para pichar um muro e não para assaltar um banco. A surpresa maior era na manhã seguinte. Os jornais publicavam a foto do jovem agora assaltante de banco, identificado por ter "deixado" cair a sua identidade. Percebendo a "armação" para envolvê-lo nas ações criminosas e sem saída, o jovem procurava a liderança que dizia: "sujou", você terá que "esfriar" por um tempo, "desaparecer", não se preocupe, vamos levar você para o interior. E, assim, mais um estudante era levado para a guerrilha de Xambioá no sul do Pará. Envolvidos de uma maneira desleal, ardilosamente planejada para ações criminosas contra seu país, por um grupo que pretendia derrubar o governo para implantar um regime totalitário comunista que foi repudiado pelo povo, até na própria União Soviética. Esses jovens, agora com identidade falsa, desconhecida até por seus familiares. Ao enfrentarem as forças da lei nos combates travados em São Paulo e Xambioá, alguns morreram e foram enterrados com a identidade que portavam. É fácil concluir que apenas os chefes das guerrilhas, responsáveis pela troca das identidades dos jovens, hoje considerados desaparecidos, têm condições de informar o verdadeiro nome de cada um para ajudar na identificação do nome "usado na guerrilha", com o qual provavelmente foram enterrados.
Na fase mais crucial da guerrilha de São Paulo, quando cresceram os assaltos a bancos, os seqüestros, os assassinatos de pessoas inocentes na rua como o da jovem que o Lamarca escolheu para provar sua condição de bom atirador — era instrutor de tiro — e numa atitude covarde matou-a com um tiro, logo após assaltar um banco. Com a intensificação das ações de guerrilha em todo o País, principalmente no Rio e São Paulo as Forças Armadas ficaram em desvantagem, alguns homens foram abatidos, era preciso uma ação mais enérgica nos combates. Isso aconteceu no mesmo dia da morte do Cabo de uma das equipes que, em perseguição ao "Japonês", companheiro de Lamarca no roubo das armas do Hospital Militar de São Paulo e da guerrilha em Registro. O Cabo morreu porque se aproximou para prender o Japonês com a arma abaixada. Foi morto por uma rajada de metralhadora desferida pelo Japonês através da porta do carro. Ato contínuo o comandante do II Exército, General Humberto de Sousa Mello, determinou que eu transmitisse uma ordem ao comandante da Operação Bandeirante (Maj Ustra), para reunir a tropa e, na presença de todos, exigiu mais treinamento, mais atenção nas ações. Disse ainda, "Já estou cansado de enterrar homens sob meu comando. Exijo mais energia na execução das ações. É preciso agir de acordo com as técnicas antiguerrilhas aprendidas. Quando sob a mira das armas dos guerrilheiros, tinham que ser mais rápidos e atirar para matar". Eu ouvi, estava presente. O General Humberto estava angustiado com a morte dos seus subordinados. Era um veterano de 1930. Tinha sido Secretário de Segurança de Pernambuco. Conhecia as técnicas dos comunistas para a tomada do Poder.
Desta maneira e neste contexto, a guerrilha começou a perder terreno até ser totalmente eliminada em São Paulo. É preciso lembrar que nesta fase, ninguém, nenhuma pessoa inocente, morreu de bala perdida nas ruas de São Paulo. A Revolução de 1964 foi vitoriosa, derrotados foram aqueles que pretendiam subjugar o povo brasileiro impondo um regime odioso marxista-leninista.
Vale lembrar que o General Humberto, cumprida a missão em São Paulo e após uma breve passagem por Brasília, como Ministro Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, passou para a reserva aos 66 anos, retirando-se para sua residência, no Rio. Já na primeira semana, começou a receber ligações ameaçadoras com o seguinte teor: "Já sabemos onde você mora, aproveite que esse é o seu último fim de semana. Cumprimentos da guerrilha". Foram duas semanas de ameaças diárias, para o casal. Tomou uma decisão. Iria se mudar.
Seria preciso um empréstimo bancário para a entrada num apartamento. Procurou um banco. Resposta do gerente: "O senhor não tem renda familiar para um empréstimo". Nesta hora, ele se deu conta da situação financeira dos militares, afinal tinha atingido o último posto da carreira.
Não desistiu, ao sair em busca de outra solução, teve seu carro, que era dirigido pelo seu motorista, violentamente fechado por outro, próximo ao Canecão, na saída do Túnel Novo, Zona Sul do Rio de Janeiro. A ação foi visivelmente intencional, pretendiam fazer parar o carro do General Humberto. Seria uma ação terrorista? Um seqüestro? Com a freada brusca, o general foi violentamente projetado sobre o painel do carro, batendo com a cabeça. Em ação rápida, o motorista subiu na calçada, tomando a direção contrária, conseguindo assim, fugir do local e retornando à residência. Horas depois, o General Humberto entrava em coma com derrame cerebral vindo a falecer no Hospital Miguel Couto onde fora internado. Era realmente o seu último fim de semana..."

Seixas Marques
Obs.: Texto recebido de meu amigo Zeca Neves (F. Maier).
"Com a internet, não existe mais segredo se duas pessoas conhecem um mesmo assunto"
(Luiz Jardim, oficial-superior e cientista político, atualmente cursando a ESG, a qual, segundo ele, hoje se transformou em um antro de esquerdistas).
Fonte: Segredos do Exército

Fraude en Brasil con Sardinas “Venezolanas”

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Las autoridades brasileñas investigan el contenido dudoso de miles de latas de sardinas con sellos de empresas de Venezuela y Chile que iban a ser usadas en la merienda escolar de niños del estado de Pernambuco (noreste) y Sao Paulo, dijeron hoy fuentes oficiales.
El Servicio de Inspección de Productos Agropecuarios (Sipag) decomisó el último de los lotes del alimento este lunes en un depósito, después de denuncias de empresarios locales acerca del contenido de los embalajes.
Según el ministerio de Agricultura, “la mercancía no tenía registro oficial, presentaban plazo de validez vencido y rótulo sin aprobación” de este despacho.
El fiscal federal en materia agropecuaria y jefe del Sipag, José Bezerra Gomes, explicó a Efe que el caso está en fase de investigación confidencial y, según los primeros análisis, el producto de las latas es “chicharro”, una especie de pescado distinto a la sardina, lo cual constituiría “un fraude económico”.
En el rótulo (etiqueta) de las cajas aparece como fabricante la firma venezolana Industria Conservera S.A, cuyo código internacional es SPES821, explicó Gomes.
Pero en la superficie metálica de las latas sólo consta el código 04007, que corresponde a una empresa chilena, cuyo nombre se mantiene reservado para darle derecho a defenderse, agregó.
Algunas de las cajas tenían los plazos de validez vencidos y el caso ha tenido gran repercusión en Pernambuco porque se trataba de un alimento dirigido a escuelas públicas, explicó.
“A pesar de ser el fabricante una empresa venezolana, los embalajes tenían registro de control veterinario de Chile”, dijo el ministerio en un comunicado en el que reportó el decomiso de 2.131 cajas esta semana y de otras 52.383 el viernes pasado.
La compra del producto fue hecha por la Secretaría de Educación de Pernambuco a través de una licitación pública. Pero el sindicato patronal de Distribución, Comercio e Industria de Carne del Nordeste denunció las irregularidades.
Según explicó Gomes, las empresas perdedoras del concurso denunciaron que el rótulo original fue sustituido, lo que dio paso a una investigación, que ahora está en manos también de la Policía Federal y del Ministerio Público.
Fonte: Noticias 24
Algum "cumpanhêro" de Pernambuco, onde quem manda é o PT, conduziu uma licitação que acabou em sardinhas venezuelanas, que nem sardinhas são, compradas para dar às crianças da escola pública na merenda escolar. Deve ser alguma rede bolivariana de "toma-lá-dá-cá". Resultado: não tem as mínimas condições de consumo, o produto é falso, o prazo está vencido e teve que ser recolhido. O caso repercute lá fora e revolta aqui dentro. Como não poderia deixar de ser, a investigação corre sob sigilo.
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COMENTO: Na nossa imprensa, NADA!!!!!!!!!!!

Câmara dos Deputados Tenta Molestar Crianças

A Câmara dos Deputados tem um site. Dentro dele, há uma área destinada a crianças. Espero que vocês sejam pais, mães, irmãos mais velhos e avós responsáveis e mantenham os infantes longe dos molestadores de crianças.
Muito bem. Se você clicar aqui, terá acesso á homepage do que candidamente eles chamam de “plenarinho” — a falta de imaginação dos adultos faz com que tudo o que diga respeito a crianças esteja sempre no diminutivo. Sigamos. Logo de cara, temos acesso a um link com o sugestivo nome de “Capitalismo, um sistema racional”. A imagem sobre a qual há tal inscrição não anima muito: maços de dinheiro. Se você clicar aqui, chegará lá .
E damos de cara, então, com essa pérola, redigida, segundo eles, com informações do Portal Terra e da USP — que USP? De todo modo, combina... Mas vamos lá: “Você já teve aquela figurinha mais difícil de conseguir e trocou por várias? Se já fez isso alguma vez, então você é um capitalista nato! Você foi atrás de um lucro. A essência do Capitalismo é conseguir o máximo com o mínimo, explica o historiador Erivan Raposo".
Erivan Raposo? Quem é esse? Nunca ouvi falar. Depois de uma apanhado monumental de bobagens sobre o capitalismo, lemos então: “O filósofo Karl Marx, o criador do comunismo, foi o mais duro crítico do capitalismo. Ele defendia que toda a produção deveria ser feita por e para todos. Ele não gostava nada da ideia de a classe burguesa, por ser dona das fábricas e equipamentos, ter o direito de explorar os trabalhadores, pagando pouco dinheiro a eles.” Mas ainda é pouco, leitor. Exagerou ontem no Blue Label, no Romanée-Conti, mesmo não sendo um petista? Se o fez, cuidado com o que vem agora. O “Plenarinho” resolveu explicar para as crianças o que é o Comunismo (aqui). A imagem acima, da feliz família comunista, está no site. Destaco os trechos mais relevantes, que o site diz terem sido redigidos com informações do comunismo.br, do UOL e do Terra. Atenção:
— Já pensou em viver num país onde todos tenham tudo de forma igual? Esse é o objetivo do comunismo, um sistema de organização política e econômica que surgiu como oposição ao capitalismo.
— No comunismo, o objetivo não é o lucro, e sim o bem-estar geral. Cada pessoa só vai possuir o necessário para viver bem. E se, por acaso, uma fábrica produzir muito e gerar lucro, o dinheiro deve ser dividido para a população de acordo com a necessidade de cada um.
— O comunismo acredita que nenhum homem deve servir a outro homem. Por isso, eles pregam o fim do estado. A sociedade funcionaria baseada na solidariedade e na igualdade, sem divisão entre ricos ou pobres. As pessoas seriam mais conscientes e não precisariam de alguém para dizer o que fazer.
— De acordo com o cientista político Octaciano Nogueira, da Universidade de Brasília (UnB), atualmente, existem no mundo quatro países comunistas: Coréia do Norte, Vietnã, China e Cuba. Esse último é o único país fora da Ásia que mantém um regime comunista.

Volto
Logo, seguindo a lógica no texto, Coréia do Norte, Vietnã, Cuba e China atingiram o estado nirvânico do bem-estar geral, onde nenhum homem é servil a outro homem (na verdade, no comunismo, o homem não explora o homem: acontece o contrário...). A Coréia comunista já praticou canibalismo por causa da fome. Canibalismo comunitário, é claro.
Não, nem vou aqui comentar o que foi o comunismo real ao longo da história. Ninguém visita essa porcaria, é claro. Imaginem se as crianças vão utilizar este site como fonte de pesquisa. O que me causa uma espécie de ácida melancolia é ver como as esquerdas aparelham tudo: até site infantil da Câmara dos Deputados. Fosse só isso... Já chegou em casa meio de porre, leitor, e, indeciso entre a cama e a humilhação diante do vaso, ficou vendo Telecurso 2º Grau ou Tecendo o Saber, programas financiados por empresas privadas? Sim, os comunas estão sempre presentes, com suas sugestões oblíquas anticapitalistas...
Pra quê? Pra nada! Acontece que a contaminação esquerdopata até dessas áreas que pouca influência têm na formação das pessoas revela, aí, sim, um grave problema: a doutrinação vigente nas escolas, sejam as públicas, sejam as particulares. VEJA já fez reportagem a respeito. Os pais pouco podem fazer porque o "mestre" esquerdofrênico logo diria que está tendo tolhida a sua “liberdade”. Ele exige a liberdade de mentir, de distorcer, de molestar intelectualmente as crianças. Alguns pais e professores corajosos resolveram se organizar numa entidade chamada Escola Sem Partido.
Alguns indagarão: “Reinaldo, que importância tem isso?” Em si, bem pouca. Ocorre que, reitero, é só a evidência da doença chegando mesmo aos arrabaldes da informação. O centro, que é a escola, já foi tomado.
Em nome das 70 milhões de pessoas assassinadas por Mao Tse-Tung, das 35 milhões de vítimas de Stálin e dos 3 milhões de massacrados por Pol Pot, entre milhões de outros, a direção da Câmara deveria ter vergonha na cara e tirar essa infâmia do ar. O site não precisa nem mesmo defender a democracia, que é o regime que garante a sua existência. Basta não mentir.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Essa IV Frota é Amiga? — Entrevista com General Durval Nery

Coordenador do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos, general vê com preocupação a reativação da esquadra dos EUA encarregada de proteger o comércio nos mares do sul e critica a presença de 'mercenários' em plataformas do nosso litoral.
Rio - Para a maioria dos militares brasileiros, não há como dissociar a recriação da IV Frota dos Estados Unidos da descoberta de imensa jazida de petróleo no nosso litoral. Entre esses militares, está o general de brigada da reserva Durval Antunes de Andrade Nery, coordenador de estudos e pesquisas do Cebres (Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos), que reúne entre seus pesquisadores diplomados pela Escola Superior de Guerra. Abaixo os principais trechos da conversa dele com O DIA.

IV Quarta Frota
'A decisão dos Estados Unidos de recriar a IV Frota foi apresentada como destinada a proteger o livre fluxo do comércio nos mares da região. Ora, se alguém tem condições de proteger, tem condições de impedir esse fluxo comercial. Pergunto: Por que proteger o comércio de uma área que não vive situação de guerra? E isso quando o Brasil dá notícia da extensão das jazidas do pré-sal como uma das maiores de todo o mundo'.

Grupo Halliburton dos EUA
'Esta empresa está envolvida com o apoio logístico em todo o mundo no que diz respeito ao petróleo, principalmente no Iraque. A Halliburton é uma empresa que hoje, no Brasil, mantém um de seus (ex) diretores como diretor da ANP (Nelson Narciso Filho, indicado pelo presidente Lula e aprovado em sabatina no Senado). Esse homem tem acesso a dados secretos das jazidas de petróleo no Brasil'.

Bush e o pré-sal
'Logo depois que o mundo tomou conhecimento da existência das reservas do pré-sal, o presidente (George W.) Bush disse na imprensa: 'Não reconheço a soberania brasileira sobre as 200 milhas'. O pré-sal ultrapassa as 200 milhas. Tudo que existe ali para exploração econômica é do País, isso segundo a ONU. Por que o presidente norte-americano recria a IV Frota logo após não reconhecer nossa soberania?'

O comando da IV Frota
'Poderíamos imaginar que a IV Frota vai ter missão humanitária, mesmo custando uma fortuna manter porta-aviões nucleares com 50, 60 e 100 aviões navegando permanentemente nos mares do sul. Mas, por que nomear para o comando o contra-almirante Joseph Kernan, especializado em táticas de guerra submersa e no treinamento de homens-rãs? Um homem que com seus sabotadores deu um banho nas guerras do Afeganistão e do Iraque está à frente da IV Frota para proteger?'

Blackwater no Brasil
'(Após a eleição de Bush), a Hallibourton, contratada pelo governo dos EUA para planejar a redução das despesas do país com as Forças Armadas, criou uma empresa chamada Blackwater — firma de mercenários, com contrato de seis bilhões de dólares e que, só no Iraque, tem 128 mil homens. Eles fazem segurança e matam. Pergunto: Quem está fazendo a segurança das 15 plataformas que a família Bush tem no Brasil, todas vendidas (em licitação) pela ANP? Ainda faço um desafio: vamos pegar um barco e tentar subir numa plataforma. Garanto que vamos encontrar os homens da Hallibourton armados até os dentes e que não vão deixar a gente subir'.

Estranho na selva
'Coronel que até o ano passado comandava batalhão na região da (reserva indígena) Yanomami contou que estava fazendo patrulha em um barco inflável com quatro homens em um igarapé quando avistou um sujeito armado com fuzil. Um tenente disse: 'Tem mais um cara ali'. Eram cinco homens armados. O tenente advertiu: 'Coronel, é uma emboscada. Vamos retrair.' Retraíram. Perguntei: 'O que você fez?' Ele disse: 'General, tive que ir ao distrito, pedir à juíza autorização para ir lá.' Falei: 'Meu caro, você, comandante de um batalhão no meio da Amazônia, perto da fronteira, responsável por nossa segurança, só pode entrar na área se a juíza autorizar? Ele respondeu: 'É. Foi isso que o governo passado (Fernando Henrique) deixou para nós. Não podemos fazer nada em área indígena sem autorização da Justiça'.

15 homens e 10 lanchas
'O coronel contou que pegou a autorização e voltou. Levou três horas para chegar ao igarapé, onde não tinha mais ninguém. Continuou em direção à fronteira. De repente, encontrou ancoradouro, com um cara loiro, de olhos azuis, fuzil nas costas, o esperando. Olhou para o lado: 10 lanchas e quatro aviões-anfíbios, no meio na selva. 'Na sua área?', perguntei. 'É', respondeu. Ele contou que abordou o homem: 'Quem é você?'. Como resposta ouviu: 'Sou oficial forças especiais dos Estados Unidos da América do Norte'. O coronel insistiu: 'Que faz aqui'. E o cara disse que fazia segurança para uma pousada. Ele perguntou qual pousada? Ouviu: 'Pertencente a um cidadão americano'. Quinze homens estavam lá, armados. Hallibourton? Blackwater?'

Crise do Petróleo
'Temos (no pré-sal), talvez, a maior jazida de petróleo do mundo. Será que países desenvolvidos vão se aquietar sabendo que o futuro deles depende do petróleo? Os Estados Unidos tem petróleo só para os próximos cinco anos. Tanto é que o país não consome o dele, porque suas reservas são baixas. Passa a pegar o que existe no mundo. Foi assim no Irã, em 1953, quando derrubaram o (primeiro-ministro Mohamed) Mossadegh. Os aiatolás pegaram de volta e agora querem outra vez atacar o Irã. No Afeganistão, deu no que deu. No Iraque, tomaram o petróleo de lá. Agora vem o petróleo do Mar Cáspio e a Georgia (em guerra com a Rússia por território onde passam gasodutos). E no Brasil, como será? Essa (IV) Frota é só amiga? Está aqui só para proteger?'.
Fonte: Jornal O DIA - 17 Ago 08
COMENTO: Mais sobre a Halliburton e Blackwater? Veja o vídeo abaixo. É um pouco pesado, são mais de 20 min, mas vale a pena!
O jornalista Jeremy Scahill investigou as atividades da Blackwater,
 uma multinacional dos exércitos mercenários, e fala sobre esse
 parceiro sigiloso da ocupação americana do Iraque.

Campanha Difamatória

por Carlos Alberto Brilhante Ustra
Os jornais de 29/08/2008 abordaram, com estardalhaço, mais uma mentira com a clara intenção de denegrir a mim e ao Exército Brasileiro. Trata-se de mais uma acusação, falsa e muito séria, contra um órgão já extinto, mas que pertenceu ao Exército — o DOI/CODI/II Exército. Os jornalistas, com muita “convicção”, afirmaram essa mentira, como Soraia Aggege do jornal O Globo.
Eles podem e devem ser processados criminalmente. Mentir, acusar e condenar sem provas não é o papel de uma imprensa livre e democrática. É no mínimo grande falta de ética e de desrespeito para com a nobre profissão que escolheram. Creio que a providência caberia à Instituição atingida, o Exército Brasileiro.
No entanto, provavelmente, ela não o fará, pois esta tem sido a norma dos chefes desde que se recolheram aos quartéis: não se envolverem em polêmicas que atinjam um ou outro oficial acusado e sumariamente julgado em casos em que os acusadores facilmente seriam desmascarados. Esquecem os chefes, a meu ver, que a mais atingida é a Instituição, pois o Exército continua o mesmo de sempre, apesar de os tempos terem mudado. As imputações só têm um só endereço, não importam posturas de ontem e de hoje.
Na qualidade de ex-comandante do órgão caluniado, venho a público não só para defender o meu Exército, como também para defender os meus comandados e a mim que cumprimos ordens lutando para preservar a democracia. Nós não lutamos para impor uma ditadura ao povo brasileiro. Nós lutamos para pacificar o País e entregá-lo a brasileiros livres de uma ditadura marxista-leninista. Esses homens deram tudo de si, inclusive seu sangue e a própria vida. Vidas que foram tiradas por terroristas assassinos, os quais, segundo sugestão do presidente Lula aos “estudantes”, devem ter seus retratos colocados no novo prédio da UNE, pois o Brasil, para ele, precisa de heróis, já que o único herói admitido por eles é Tiradentes. O mártir da Inconfidência Mineira, do seu modo, era um subversivo conjurado, vindo daí a especial idolatria dessa gente. No entanto, Tiradentes jamais conjuraria para entregar o Brasil a interesses alienígenas.
Vejam uma das matérias, publicada pelo jornal O Globo, na campanha difamatória, que ocupou a maioria da mídia:
“Ossada de Perus era de espanhol preso pelo DOI
Soraia Aggege
O Ministério Público Federal obteve a confirmação oficial, por exame de DNA, de que os restos mortais exumados em 1º de abril de 2008, no Cemitério de Perus, são do espanhol Miguel Sabat Nuet. Ele foi preso por uma equipe do Departamento de Operações Internas (DOI), em 9 de outubro de 1973, e apareceu morto um mês depois, em uma cela. Segundo a polícia informou na época, Nuet teria se suicidado. O MPF pedirá abertura de investigação para apurar as circunstâncias da morte e, se possível, a identificação dos assassinos”.
Mentira! Qual o documento que atesta que o espanhol esteve preso no DOI? Miguel Sabat Nuet não foi preso pelo DOI e lá nunca esteve. Na relação que os procuradores enviaram à justiça, no processo que movem contra mim e o Cel Audir Maciel, não consta o nome do referido morto. Na mesma matéria escrita pela repórter Soraia Aggege existe a contradição entre a manchete e o texto. Vejam abaixo:
"Um documento encontrado nos arquivos públicos do estado por Suzana Lisboa, integrante da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, mostra Nuet como preso do Dops (Delegacia de Ordem Política e Social). Datado de 27 de novembro de 1973, o documento indica que o espanhol seria expulso quatro dias antes do seu enterro, o que vai na direção contrária à tese de "suicídio."
Continuando, no livro de Nilmário Miranda e Carlos Tibúrcio, “Dos filhos deste solo”, seu nome nem consta na lista de mortos.
No livro “Direito à Memória e à Verdade”, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, lançado em abril deste ano, consta a respeito de Sabat Nuet o seguinte:
“Os documentos do DOPS atestam a prisão de Miguel, no dia 09/10/973, conforme relação de presos, datada de 12/12/1973 e assinada por José Airton Bastos e Manoel Nascimento da Silva. Dentre outros 19 nomes, alguns deles estrangeiros em situação irregular ou aguardando expulsão do país, Miguel Sabat Nuet consta como preso pelo DOPS na data referida, para averiguações. O investigador Fábio Pereira Bueno Filho informou ao delegado de plantão da Equipe “B” que conforme ordem recebida por volta das 19h30min se dirigia à estação da FEPASA, acompanhado do investigador Mário Adib Nouer, buscando saber detalhes de uma mala que fora encontrada por funcionários, pertencente a um passageiro que descera na estação Barra Funda, com o trem em movimento. Ao final do informe do investigador, onde é feita a descrição física do passageiro, existe a anotação: passado telex nº 23509 para capturar o Miguel Sabat Nuet”.
Ainda, segundo a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, “o processo de Sabat foi retirado de pauta sem exame do mérito”.
Para o jornalista Oliveiros S. Ferreira, os três objetivos dos membros do governo, quando tratam da Lei de Anistia e suas conseqüências, são:
“O primário é expor à execração pública os militares acusados da prática de tortura; o secundário condená-los; o final, reduzir as Forças Armadas a um silêncio ainda mais calado do que o que ostentam hoje, especialmente o Exército”.
Estamos, agora, vivenciando o primeiro objetivo.
Em 03/07/2008, o jornal “O Estado de São Paulo” publicou, com destaque, matéria a respeito das declarações do vereador Gilberto Tanos Natalini, líder do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo, sob o título:
"Coronel Ustra me torturou noites e noites seguidas no DOI - CODI".
Desmenti categoricamente o vereador Natalino e pedi que ele esclarecesse quantos dias esteve preso, em qual Auditoria Militar foi julgado e qual o resultado desse julgamento. Até hoje aguardo a sua resposta. O meu desmentido não foi publicado pelo “O Estado de São Paulo”.
Depois, foi a vez da Revista Época. Ela publicou uma série de três reportagens a meu respeito. A última, no dia 18 de agosto de 2008, tinha o título: “Porque o trauma persiste”, em que entre outros assuntos, diz:
“O aposentado José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão mais velho de Lula, passou duas semanas como prisioneiro do DOI-CODI, sob o comando do coronel Ustra, em São Paulo. Frei Chico disse a Época: Não quero criar brigas nem conflitos, mas não acho justo o que aconteceu com os torturadores. Eles maltratavam a gente. Éramos humilhados e tratados como animais. Passei por toda a série: fui para o pau–de-arara, tomei choques elétricos, apanhei com um pedaço de pau. Outro dia, encontrei num posto de saúde um médico que me torturou. Não lhe aconteceu nada. Não sei se isso é legal ou não. Eu acho que é errado”.
Em meu desmentido à revista, escrevi o artigo “Resposta de um “sujeito” à Revista Época”. Entre outras argumentações disse:
“Mentira. A verdade não é o objetivo da Revista Época. Na realidade, Frei Chico, o aposentado José Ferreira da Silva, irmão do Presidente Lula, foi preso em 1975 e o Cel Ustra passou o comando do DOI em janeiro de 1974. Portanto, é falsa a informação de que ele teria passado por uma série de torturas sob o comando do Cel Ustra”.
A revista não publicou o meu desmentido.
Continuando, a fase do primeiro objetivo a execração pública vem do Ministério Público, com amplo apoio da imprensa.
Agora é a vez do espanhol Miguel Sabat Nuet, que não era procurado pelos órgãos de segurança e, ao que tudo indica, foi preso pelo DOPS porque estava vivendo como clandestino no país e seria deportado. Pelo que li em outros jornais, consta que teria se suicidado para evitar a extradição.
Parece que essa orquestração tem muito a ver com a passagem por aqui do juiz espanhol Baltazar Garzón. É uma excelente oportunidade para que ele me inclua na sua lista de condenados “por ter violado os direitos humanos de um espanhol”, a exemplo do que fez com Pinochet e do que tentou há algum tempo fazer com dez  brasileiros acusados, segundo ele, de violar direitos humanos.
Aliás, por que esse juiz, ao invés de vir aqui se imiscuir com os nossos problemas, não trata do mesmo assunto e não acusa àqueles que defenderam a ditadura do general Francisco Franco ou os militares e os policiais que combateram a organização separatista basca ETA?
Por que na Espanha, após a morte de Franco, o rei Juan Carlos reuniu os partidos políticos no Palácio de Moncloa, onde foi assinado o Pacto de Moncloa. Foi um acordo nacional em todos os campos do poder e que tem de ser respeitado para o bem, o desenvolvimento e o progresso da Espanha. Nele figurou a anistia. Mesmo com um governo socialista no poder, ninguém, nem mesmo o juiz Garzón, tem a coragem de contestar esse pacto.
Todos nós sabemos o que hoje é a Espanha, um país do primeiro mundo. Lá, o acordo foi respeitado. Muito diferente do Brasil, onde juristas de renome, inclusive o presidente da OAB, políticos oportunistas e até ministros do governo tentam, desrespeitando a Lei de Anistia, dar a ela interpretações segundo o viés ideológico que ostentam. Se isso continuar, fatalmente seremos conduzidos ao arbítrio e o Brasil estará marchando para o socialismo autoritário, seguindo o exemplo de Hugo Chaves.
Sob o meu ponto de vista, estamos vivendo num estado policialesco. Não vivemos num estado de direito e numa democracia, em que as leis deveriam ser cumpridas, respeitadas e nunca questionadas.
Os que pretendem condenar-nos, com a aquiescência de grande parcela da mídia, desobedecem a lei que determinou o esquecimento e, sem qualquer prova, a não ser a palavra dos antigos subversivos e terroristas ou dos seguidores de sua ideologia, acusam-nos de torturadores nos tribunais.
Eles não querem rever a Lei de Anistia, pois sabem que a mesma lei que tornou a tortura um crime hediondo e imprescritível, igualou-a ao seqüestro e eles sabem que o feitiço poderá virar contra o feiticeiro.
Eles sabem que seqüestrar um embaixador, mantê-lo dentro de uma caixa de papelão por mais de cinco horas, dar-lhe coronhadas na cabeça, ameaçá-lo noite e dia com uma arma prometendo executá-lo, é um ato de tortura. E foram quatro seqüestros de diplomatas praticados pelos "defensores da liberdade".
Tortura é manter passageiros inocentes, por horas, num avião, ameaçando explodi-los. Foram oito seqüestros praticados pelos "heróis" que terão seus retratos nas paredes da UNE, por sugestão do presidente Lula.
Tortura sofrem as pessoas que foram atingidas por atos terroristas que lhes causaram danos físicos irreparáveis e que, ao contrário dos seus agressores, nunca foram indenizados pelo governo. Muitos daqueles agressores estão a mamar nas tetas desse Estado magnânimo para um lado só.
Tortura sofre a esposa e os filhos do capitão americano, com a lembrança de tê-lo visto executado por terroristas.
Para aqueles que nos acusam e que querem nos condenar, os terroristas não praticaram atos de tortura. Alegam, cinicamente, que eles “lutavam pela liberdade”.
Por isso, para que a Lei da Anistia, ao ser revista, não os atinja, encontraram outros meios de nos incriminarem. Ou nos tribunais brasileiros com ações cíveis, ou em tribunais estrangeiros, com a tentativa de "empurrar" mais cadáveres para o DOI.
Espera-se para breve mais uma orquestração com o apoio da imprensa.
Segundo a jornalista Soraya Aggege, “o MPF fará agora uma nova tentativa de exumação de restos mortais que podem ser de Hiroaki Torigoe, militante da Ação Libertadora Nocional (ALN), do Movimento de Libertação Popular (Molipo) e da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)”.
Quanto a Hiroaki Torigoe, informo que ele nunca pertenceu à VPR e que morreu em combate em 05/01/72. Sua morte foi publicada no dia seguinte no jornal O Estado de S. Paulo, constando o seu verdadeiro nome.
Apesar de se saber, por meio de fotografias, o nome de nascimento, foi enterrado, de acordo com a lei, com o nome dos documentos que portava ao morrer: Massamiro Nakamura.
Torigoe só foi identificado oficialmente depois de prolongada busca nos órgãos de identificação para a comparação das suas impressões digitais e, no Inquérito Policial que apurou sua morte, foi pedida à Justiça a troca do seu nome falso pelo nome de nascimento.
O corpo de Torigoe foi enterrado no Cemitério de Perus, em lugar de fácil identificação. Caso a família tivesse procurado o cemitério dentro do prazo de cinco anos, que é o estipulado em qualquer cemitério do país, seu corpo seria encontrado. Após este prazo, ele foi exumado e colocado numa vala comum, junto com indigentes.
Grande parcela da mídia, acompanhando o coro da esquerda, publica que os terroristas eram enterrados com nome falso para que pudéssemos esconder a sua morte da população. Não é verdade!
A respeito desse assunto o jornal “O Globo” de 14/01/2007 publicou matéria de Evandro Éboli sob o título:
“A dupla identidade de um clandestino na democracia”.
Segundo o publicado, Carlos Augusto Lima Paz recebeu, em 1972, do PCdoB, uma identidade falsa com o nome de Raimundo Cardoso de Freitas. Em 1985 ele entrou na justiça para retomar sua real identidade, mas não teve sucesso. Somente em dezembro de 2006, a Comissão de Anistia aprovou o direito de Raimundo voltar a ser quem é: Carlos Augusto.
Eles se aproveitam de situações como essa para dizerem que nós enterrávamos pessoas clandestinamente. Quando o terrorista era morto, com identidade falsa, nós só podíamos enterrá-lo, segundo a lei, com o nome que portavam, mesmo que soubéssemos quem era. Ou o morto era enterrado com o documento que portava, ou ficaria insepulto até que sua verdadeira identidade fosse confrontada com suas impressões digitais, o que por vezes demorava muito tempo.
José Dirceu, se tivesse morrido nos quatro anos (1975-1979) em que esteve vivendo em Cruzeiro d'Oeste, bígamo e sob falsa identidade, seria protagonista de um caso típico dessa situação. Ele casou, teve um filho e fez negócios. Se tivesse morrido de morte natural, ou não, teria sido enterrado com o nome falso que recebeu em Cuba, Carlos Henrique Gouveia de Melo, e seria considerado um desaparecido político, sem ter sido enterrado clandestinamente.
Para entender melhor, leia "A vala do Cemitério de Perus" no site A Verdade Sufocada
Estou cansado, mas, a cada novo ataque que sofremos, não ficarei calado. Jamais ataquei alguém, sem ser primeiro atacado. Até no meu primeiro livro, Rompendo o Silêncio, respeitei a Lei de Anistia. Somente dei nome a quem já havia assumido os crimes na imprensa. Dos outros, mantive o anonimato. Agora é diferente.
O que sei será levado ao conhecimento público. Sei muito, acerca dos crimes dessa gente mistificadora...
A falsidade hoje é tanta que acabarão acusando a mim e ao DOI da morte de Odete Roitmann... Os trotskistas, assanhados, logo me imputarão o assassinato de Leo Davidovith Bronstein, o “grande herói” Trotski.
Quem sabe, tentarão varrer a sujeira do movimento comunista internacional para debaixo do meu tapete. Ele é muito grande, como as minhas costas, mas não sei se suportaria tanto lixo.
Talvez, um dia, esse tapete seja lavado na Praça dos Três Poderes...

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Serra do Sol Ameaça a Amazônia (I)

Lynce Naveira
É vergonhoso saber que o representante do Brasil na ONU foi o único, entre os países abaixo citados, a votar a favor de transformar reservas indígenas brasileiras em nações independentes. O "curioso" é que países que também têm índios e reservas indígenas tais como Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Guiné e Nova Zelândia votaram contra, outros 11 países se abstiveram, inclusive Argentina e Chile.
Só o brasileiro "bonzinho" e "patriota" votou a favor (eu gostaria muito de saber o nome deste "patriota"). Me pergunto muitas vezes se foi pura estultice, ou será que não está rolando uma magnífica propina, quem sabe de 10, 20, ou 50 BILHÕES de dólares por tal traição à Pátria.
Quanto vale 50%, isto mesmo, metade da nossa Amazônia?
Riquíssima em minerais e metais nobres, como nióbio, essencial para a fabricação de turbinas de aviões e foguetes e também usado na fabricação de tanques de reatores atômicos (mais de 90% das reservas mundiais de nióbio do mundo estão na Amazônia), tântalo, imprescindível na fabricação de mísseis (já custou mais de 100 mil dólares a tonelada no auge da guerra fria, hoje não deve estar muito abaixo deste valor). A densidade dele é próxima a do ouro, portanto um caixotinho de nada pesa uma tonelada, já uma tonelada de minério de ferro está em torno de 80 dólares, (só para comparar).
O tântalo é um minério raro, e o dito primeiro mundo é pobre, muito pobre, tanto em tântalo como em nióbio. Segundo entrevista veiculada apenas e apenas pela patriota TV Bandeirantes (várias vezes, parabéns à família Saad), o sertanista Orlando Villas Boas em 2002 denunciou que os Estados Unidos haviam levado 15 indígenas da "tribo Yanomami" (que nunca existiu, foi criada, inventada a partir do ajuntamento de fragmentos de 04 etnias que não falam a mesma língua, nem têm a mesma cultura e que mal se entendem entre si. Tal criação é atribuída ao príncipe Philips, marido da Rainha da Inglaterra e fundador e presidente do WWF — no Brasil o presidente do WWF era o Sr. José Roberto Marinho —, e que vieram de países vizinhos a nós. O nome foi dado, segundo se comenta, por uma jornalista belga). Mas voltemos aos fatos denunciados por Villas Boas. Estes indígenas teriam sido levados para os Estados Unidos para receberem aulas de liderança, geografia, história etc., com o o objetivo deliberado de na hora oportuna desanexar o Estado de Roraima do Brasil (o que está em marcha acelerada).
Segundo esta mesma reportagem, em Roraima está a maior jazida de urânio até hoje descoberta no mundo. Todo mundo sabe que o urânio é essencial como combustível para reatores nucleares e também para a fabricação de bombas atômicas. Seu preço no mercado mundial é muito elevado. Roraima também é muito rica em molibdênio (minério estratégico), também em thório minério radioativo e estratégico. Além de ser riquíssima em ouro e diamantes, e segundo Villas Boas é também muito rico em alexandrita (pedra rara e muito cara).
A Nossa Amazônia é também riquíssima em cassiterita, minério de estanho (essencial a várias indústrias). Wolframita, minério de tungstênio, para aços especiais, tipo armamentos, manganês e ferro, minerais essenciais à indústria do aço, bauxita, minério essencial à indústria de alumínio, caulim, minério essencial à indústria de papel e cerâmica (as maiores reservas do mundo estão na Amazônia).
Sem falar nas grandes jazidas de minério de cobre e tantas outras. Fora a maior reserva do mundo de água doce e potável. Só 0,2% da água do mundo é doce, deste pequeno percentual, 21% estão na Amazônia, 14% no Canadá e o restante é distribuído em pequenas percentagens pelo mundo. Segundo a ONU, em 2025 vai faltar água para 60% da humanidade.
Lynce Naveira é geólogo senior
Fonte: Tribuna da Imprensa - 01 Set 08
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Vítimas do Terrorismo — Setembros

Neste setembro de 2008, reverenciamos a todos os que, em setembros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país. Para isso, atentaram contra o Brasil e agora lhes negam até mesmo o lenitivo de serem pranteados por nós.
Nestes tempos de esperança, cabe-nos lutar para que recebam isonomia no tratamento que os "arautos" dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.
A lembrança deles não nos motiva ao ódio e nem mesmo à contestação aos homens e agremiações alçados ao poder em decorrência de um processo político legítimo. Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não foram cidadãos de segunda classe, por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade - (Cabo PM – GO)
Em meados de 1966, eram numerosas as agitações estudantis em várias cidades do Brasil, com numerosos incêndios suspeitos em São Paulo e conflitos no Rio de Janeiro e na Bahia. Apesar da proibição, foi realizado, em Belo Horizonte, o 28º Congresso da UNE, entidade que estabeleceu a data de 22 de setembro para ser o “Dia Nacional de Luta Contra a Ditadura”. Tarzan de Castro (Luis, Osvaldo, Rogério, Sérgio), além de líder estudantil em Goiânia, era um militante que, em junho de 1966, havia liderado uma dissidência do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que iria formar uma das mais violentas organizações terroristas daquela época, a Ala Vermelha. Preso na Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói, chegaram as falsas notícias de que ele havia morrido na prisão e de que seu corpo chegaria no aeroporto de Goiânia à meia noite de 28/09/66, uma quarta feira. Em protesto, estudantes, dirigidos por agitadores comunistas, resolveram invadir e ocupar o Colégio Estadual Campinas. A diretora solicitou policiamento. A Polícia Militar, então, reuniu os PMs que não faziam parte do policiamento de rua, tais como cozinheiros burocratas, carpinteiros, etc... Por volta das 20:00 horas, quando a “tropa”, armada com fuzis modelo 1908, com tiros de festim, chegou ao colégio que estava invadido, foi recebida por tiros vindos do seu interior, ocasião em que foi atingido, mortalmente, o cabo Raimundo de Carvalho Andrade que era o alfaiate da corporação.
A “vítima” viva, Tarzan de Castro, até recentemente destacado empresário do ramo de armazém de estocagens de grãos, com um dos maiores armazéns de Goiás, reivindica atualmente, como “vítima” da Revolução de 31 de março, indenizações:
— Do governo de Pernambuco, pelo o seu envolvimento no inquérito do chamado Movimento Julião;
— Do Governo do Distrito Federal, por haver respondido a inquéritos promovidos pelo Comando Militar do Planalto;
— Do Governo de Minas Gerais, por ser a sede da Região Judiciária Militar, para onde seguiram seus processos;
— Do Governo do Estado de Goiás, através da lei estadual nº 14067/010, ao lado de inúmeras outras pessoas catalogadas como “vítimas” da Revolução de 1964, generosa indenização.
A vítima morta, cabo Raimundo de Carvalho Andrade, que era o alfaiate da Polícia Militar de Goiás, homem simples — não especialista em assuntos de segurança e designado pelos seus superiores para completar uma equipe, visando a coibir os tumultos gerados pelo episódio inverídico ligado a Tarzan de Castro — está esquecida. Não se tem notícia de que seus humildes familiares tenham recebido qualquer indenização ou apoio especial dos governos estadual ou federal (colaboração do Grupo Anhangüera).
24/09/67 - José Gonçalves Conceição "Zé Dico" - (Fazendeiro em Presidente Epitácio/SP)
Assassinado por Edmur Péricles de Camargo, vulgo "Gauchão". O crime, que também teve a participação de Demerval Pinheiro dos Santos e outros 17 "posseiros", e ocorreu na Fazenda Bandeirantes por ordem de Rolando Frate, líder do PCB, em função da resistência que o fazendeiro exercia contra o "movimento camponês" da região. O relato do planejamento e execução do crime foi publicado na Folha de São Paulo, em 1970.
07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza - (Soldado PM – SP)
Morto, com sete tiros, por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.
20/09/68 – Antônio Carlos Jeffery - (Soldado PM – SP)
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco, por militantes da organização terrorista Vanguarda Popular Revolucionária.
Assassinos: - Pedro Lobo de Oliveira; Onofre Pinto; e Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como o Diógenes do PT.
03/09/69 – José Getúlio Borba (Comerciário-SP) e João Guilherme de Brito (Soldado PM/SP)
Os terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN) Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz, resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito.
20/09/69 – Samuel Pires - (Cobrador de ônibus – SP)
Morto por terroristas quando assaltavam uma empresa de ônibus.
22/09/69 – Kurt Kriegel (Comerciante - Porto Alegre/RS)
O comerciante gaúcho Kurt Kriegel foi morto pela Var-Palmares durante assalto ao restaurante de sua propriedade. em Porto Alegre.
30/09/69 – Cláudio Ernesto Canton - (Agente da Polícia Federal - SP)
Após ter efetuado a prisão de um terrorista foi atingido na coluna vertebral, vindo a falecer em conseqüência desse ferimento.
14/09/70 – Bertolino Ferreira da Silva - (Guarda de segurança - SP)
Morto durante assalto praticado pelas organizações terroristas ALN e MRT ao carro pagador da empresa Brinks, no Bairro do Paraíso em são Paulo.
21/09/70 – Célio Tonelly - (Soldado PM - SP)
Morto em Santo André, quando de serviço em uma rádio patrulha tentou deter terroristas que ocupavam um automóvel.
22/09/70 – Autair Macedo - (Guarda de segurança - RJ)
Morto por terroristas, durante assalto a empresa de ônibus Amigos Unidos.
02/09/71 – Gentil Procópio de Melo - (Motorista de praça - PE)
A organização terrorista denominada Partido Comunista Revolucionário determinou que um carro fosse roubado para realizar um assalto. Cumprindo a ordem recebida, o terrorista José Mariano de Barros tomou um táxi em Madalena, Recife. Ao chegar ao Hospital das Clínicas, quando fingia que ia pagar a corrida apareceram seus comparsas Manoel Lisboa de Moura e José Emilson Ribeiro da Silva, que se aproximaram do veículo, tendo José Emilson disparado dois tiros que mataram o motorista Gentil Procópio de Melo.
02/09/71 – Gaudêncio Jaime Dolce, Silvâno Amâncio dos Santos e Demerval Ferreira dos Santos - (Guardas de segurança - RJ)
Animados com o resultado do assalto ao Hospital da Ordem Terceira, a CR/GB (Coordenação Regional/Guanabara da ALN – Ação Libertadora Nacional) planejou o assalto à Casa de Saúde Dr Eiras, em Botafogo. Levantaram o dia do pagamento dos funcionários, 02 de setembro de 1971, e partiram para a ação. Faziam parte do GTA (Grupo Tático Armado): Flávio Augusto Neves Leão Sales, Hélcio Pereira Fortes, Antonio Carlos Nogueira Cabral, Sônia Hipólito, Aurora Nascimento Furtado, Isis Dias de Oliveira, Paulo César Botelho Massa, além de José Milton Barbosa, Antônio Sergio de Matos e Hélber José Gomes Goulart, vindos de São Paulo como reforço. O assalto ocorreu por volta das 1600 horas.
O GTA entrou em ação com a chegada do carro pagador na casa de saúde.
A guarda de segurança do hospital reagiu ao assalto. Depois de intenso tiroteio, Cardênio Jaime Dolce, Silvano Amâncio dos Santos e Demerval Ferreira dos Santos estavam mortos. Ficaram feridos o médico Dr. Marilton Luiz dos Santos Morais, o enfermeiro Almir Rodrigues de Moraes e o acadêmico Levi Carneiro.
Os assaltantes, além de CR$ 96.698,00, levaram as armas dos seguranças mortos e aterrorizaram os doentes que no momento iniciavam o lanche.
O jornal Ação nº 2 — porta voz das organizações terroristas — de setembro/outubro/71, fazendo apologia da chacina da Casa de Saúde Dr Eiras, assim justificou os assassinatos:
“A imprensa da ditadura procurou explorar politicamente a morte dos guardas, apresentando-os como vítimas inocentes. No entanto, é preciso ficar bem claro que, consciente ou inconscientemente, naquele momento agiram como defensores dos exploradores e de seu governo, atacando guerrilheiros. Por isso não foram poupados e nem serão aqueles que tomarem a mesma atitude.”
 
Esta foi uma das manchetes de um dos jornais que noticiaram o brutal assalto que deixou 21 crianças órfãs, vítimas de terroristas da ALN que metralharam covardemente três chefes de família, deixando suas viúvas e filhos desamparados. 
As vítimas foram Cardênio Jaime Dolce, ex-comandante da Polícia Especial, ex-diretor de disciplina do Presídio Frei Caneca, delegado aposentado chefe do departamento de pessoal e chefe de segurança da Casa de Saúde Dr Eiras, que deixou quatro filhos; o guarda Dermeval Ferreira dos Santos — dez filhos — e Sílvio Amâncio dos Santos — sete  filhos. 
09/09/72 – Mário Domingos Panzarielo - (Detetive Polícia Civil - RJ)
Morto ao tentar prender um terrorista da ALN.
23/09/72 – Mário Abraim da Silva - (Segundo Sargento do Exército - PA)
Pertencia ao 2º Batalhão de Infantaria de Selva, com sede em Belém. Sua Companhia foi deslocada para combater a guerrilha na região do Araguaia. Morto em combate, durante um ataque guerrilheiro no lugarejo de Pavão, base do 2º Batalhão de Selva.
??/09/72 – Osmar... - (Posseiro - PA)
“Justiçado” pelos guerrilheiros, na região do Araguaia, por ter permitido que uma tropa de pára-quedistas acampasse em suas terras.
27/09/72 – Sílvio Nunes Alves - (Bancário - RJ)
Assassinado em assalto ao Banco Novo Mundo, na Penha, pelas organizações terroristas PCBR, ALN, VPR, Var Palmares e MR8. Autor do assassinato: José Selton Ribeiro.
Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro.
Texto adaptado de: TERNUMA
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