sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Tudo Pelo Social, ou Socialismo só Funciona com Riqueza Alheia

Recebi, de mais de um amigo, uma mensagem sobre os descalabros econômicos promovidos pelo governo grego, razão por que o belo país helênico está afundado em dívidas. Saí a pesquisar a fonte, a fim de verificar a veracidade do texto e terminei encontrando o artigo abaixo, no jornal português Expresso:
A Grécia levou os "direitos adquiridos" até à demência
por Henrique Raposo
21 Jun 2011
Nas TVs portuguesas, a situação na Grécia é contada através da seguinte narrativa: eis um pobre povo periférico que está a sofrer as agruras de uma crise internacional, eis um povo do sul da Europa a sofrer às mãos da pérfida Merkel. Ora, já é tempo de sair desta superficialidade. Já é tempo de perceber que os gregos têm muitas culpas no cartório. Já é tempo de escavar a sério na situação grega. E, assim que começamos essa investigação, a conclusão é invariavelmente a mesma: os gregos não foram sérios, não estão a ser sérios. Os gregos levaram a lógica dos "direitos adquiridos" até à demência, até à falta de vergonha.
Os exemplos desta falta de seriedade são imensos. Em 1930, um lago na Grécia secou, mas, o Estado Social grego acha que tem de existir um Instituto para a Protecção do Lago Kopais — o nome do tal lago que secou em 1930, mas que em 2011 ainda tem dezenas de funcionários dedicados à sua conservação. Calculo que estes funcionários devem estar a rua a gritar "abaixo o fascismo". 
Mas há mais. Sabiam que na Grécia as filhas solteiras dos funcionários públicos têm direito a uma pensão vitalícia após a morte do mãe/pai-funcionário-público? Não é genial? Na Grécia, os direitos adquiridos adquirem-se por, vá, osmose familiar. Na Grécia, X e Y recebem 1.000 euros mensais — para toda a vida — só pelo facto de serem filhas de funcionários públicos falecidos. Há 40 mil mulheres neste registo. E, depois de um ano de caos, o governo grego ainda não acabou com isto completamente. Calculo que estas meninas devem ir para a rua fazer manifs [manifestações]. Coitadinhas.
Querem mais? Num hospital público, existe um jardim com quatro (4) arbustos. Ora, para cuidar desses arbustos o hospital contratou quarenta e cinco (45) jardineiros.
Num acto de gestão mui social (para com o fornecedor), os hospitais gregos compram pace-makers (marca-passos) quatrocentas vezes (400) mais caros do que aqueles que são adquiridos no SNS britânico.
E, depois, claro, existem seiscentas (600) profissões que podem pedir a reforma aos 50 (mulheres) e aos 55 (homens). Porquê? Porque são profissões de alto desgaste. Dentro deste rol de malta que trabalha como mineiros, encontramos cabeleireiras e apresentadores de TV. Sim, faz todo o sentido: cortar cabelo é o mesmo que estar nas minas da Panasqueira.
Fonte:   Expresso
COMENTO:  mantive a redação original em português de Portugal. É uma pequena mostra do que pode fazer um governo (ou diversos governos seguidos) que se preocupa mais com a distribuição da riqueza do que com a produção da mesma. O descalabro é ratificado no jornal espanhol El Mundo, que acrescenta outros disparates gregos como a existência, em muitos departamentos estatais, de 50 (cinquenta) motoristas para cada veículo oficial; os 4.500 mortos cujos familiares "muito vivos" não comunicaram seus falecimentos para continuar a receber suas pensões; e o fato de que um quarto dos cidadão gregos são completamente isentos de impostos. Isso tudo em um país com 11 milhões de habitantes e um total de 4,3 milhões de trabalhadores, 750 mil destes, funcionários públicos.  Como costuma dizer um jornalista conhecido: "Não há o menor risco disso dar certo!"  E a culpa é jogada sobre os ombros do "neoliberalismo". 

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Fábula do País do Álcool e da Gasolina

por Célio Pezza
Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar. Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos. Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.
A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio. Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina. (Quem é inteligente e competente não fala, FAZ)
Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobrás Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.
Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada na gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.
A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano, várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor. A verdade é que hoje, este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo. Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.
Célio Pezza é escritor e autor de diversos livros, entre eles: 
As Sete Portas, Ariane, e o seu mais recente A Palavra Perdida.
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O "Canalha"  usou a mentirinha acima para se enaltecer e eleger sua candidata. Jogou sujo, mais uma vez, pois sabia que, quando suas patifarias começassem a transbordar, seria no governo seguinte, deixando-o sem responsabilidade por tanta porcaria, ao menos diante dos eleitores que acreditaram nele. Por isso é preciso ser lembrado, sempre, de que ele é o principal causador tanto pela consequência dos seus erros que começam a surgir, quanto pelos erros cometidos por sua sucessora, pois ele jurava que a atual presidente seria a melhor coisa para o país.
Não há nada pior do que essa gente mentirosa.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Balcanização do Brasil

por Marcos Coimbra
Os acontecimentos ocorridos no mundo, desde os princípios da década de 1990, demonstram claramente que não existe a força do direito, mas sim o direito da força. Principiou com a Iugoslávia. Após o término da 2ª GM, sob o comando do marechal Tito, era um país próspero, dotado de uma economia pujante, capaz de rivalizar com as maiores economias da época. Passo a passo, foi sendo esfacelado, com o sórdido aproveitamento, por parte principalmente de pressões externas, de conflitos latentes étnicos, religiosos e outros, para resultar na triste situação de hoje. Uma miríade de pequenas nações, sem força, caudatárias de imposições externas.
Após a ocupação do Iraque e do Afeganistão, a intromissão no Paquistão e a inacreditável guerra contra a Líbia, a pretexto de “proteção dos civis”, com o permanente bombardeio do seu território e a atuação de “forças especiais”, apoiando os insurgentes, fica difícil para um analista isento acreditar em sadios propósitos das potências agressoras.
A Integridade do Patrimônio é um dos Objetivos Nacionais Brasileiros. Caracteriza-se pela "integridade territorial, do mar patrimonial, da zona contígua, da zona econômica exclusiva e da plataforma continental, bem como do espaço aéreo sobrejacente. Integridade dos bens públicos, dos recursos naturais e do meio ambiente, preservados da exploração predatória. Integridade do patrimônio histórico-cultural, representado pela língua, costumes e tradições, enfim a preservação da identidade nacional".
Tal conceito torna-se importante para ser repassado por todos nós, brasileiros, devido à insegurança vivenciada, gerada principalmente por pressões externas. Sofremos o risco de serem agravadas as tensões no plano social, com o acirramento e a indução de choques de caráter “racial”, religioso, étnico. As famigeradas ONGs e a mídia internacional, secundada pela mídia “amestrada”, vão procurar jogar católicos contra protestantes e espíritas, brancos contra negros e índios. Seu objetivo é abalar nossa coesão social, para fragilizar-nos. Absurdas imposições oriundas do exterior e referendadas pela administração atual criam conflitos antes inexistentes.
Quanto à coesão territorial, estão acelerando o processo de demarcação de terras indígenas, para depois preparar o terreno para o "direito dos índios à autodeterminação" e para aplicar o "direito de ingerência dos mais fortes". Isto lhes possibilitaria retalhar o território brasileiro, em especial a Região Amazônica, dividindo-a em quistos, protegidos por uma força internacional de paz. A pretexto de defender os direitos dos índios, vão explorar nossas riquezas e recursos naturais.
Em 13 de setembro de 2007, a Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas foi aprovada pela ONU, com o voto favorável da representação brasileira, por 143 a 4 (EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia) e 11 abstenções. A partir daí, a demarcação de terras indígenas assume o estágio de reservas indígenas (Ianomâmi e Raposa/Serra do Sol), representando a última posição para transformação em nações indígenas. Ainda mais considerando que existe, no caso dos Ianomâmis, uma vasta região para eles, na faixa de fronteira contígua entre Venezuela e Brasil. Além disto, de acordo com a referida declaração, lá é vedada operações com fins militares. Ou seja, abriu-se o caminho para perdermos parte do nosso rico e desejado território.
Interpretações absurdas e além da Constituição no relativo aos denominados “quilombolas”, subvertem o direito de propriedade, já ferido de morte pela ação de movimentos como via campesina, MLST e outros, que já começam a atacar, além do campo, a região urbana.
E a economia está sendo usada para facilitar toda esta ignomínia, através da venda das idéias do neoliberalismo, em especial da chamada "globalização", que nada mais representa do que um pseudônimo para o novo imperialismo do G-7, capitaneado pela potência hegemônica. É o "globaritarismo" (totalitarismo da globalização). Isto porque sua nefasta ação objetiva destruir o Estado Nacional Soberano, única instituição capaz de impedir o sucesso de nossos inimigos. 
A aceitação passiva da subordinação da cultura nacional à cultura "global" facilita a destruição da Nação soberana, ou do mais importante, a conquista de seus recursos naturais, que pode ser facilmente obtida sem a utilização do poder militar. A parcela de ricos de qualquer país tenderia a uma forma comum de pensar que, no limite, se ajustaria como classe, mantendo seus privilégios, independentemente do Estado-Nação a que pertencesse.
Para mantermos a Integridade do nosso Patrimônio Nacional é indispensável o urgente fortalecimento de nossas Forças Armadas, além da existência de um governo apto a enfrentar o que será talvez um dos maiores desafios da nossa História. Preservar para os nossos filhos aquilo que foi tão duramente conquistado pelos nossos antepassados. Afinal, o Brasil é dos brasileiros! Caso permaneçamos indiferentes, ausentes, medrosos, nossos filhos terão o direito de cobrar-nos: Por que não fomos capazes de, além de doar nossas vidas em defesa do que recebemos, dar-lhes razão para continuarem a viver dignamente?
Marcos Coimbra é Membro do Conselho Diretor do CEBRES. 
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Fonte:  Alerta Total
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Brasília que Poucos Conhecem.

por Mino Pedrosa
QL 12 conjunto 4 casa 2 - Península dos Ministros - Lago Sul - Brasília /DF 
Nos últimos anos, Brasília vive momentos de total degradação política. Arapongagem, com grampos, chantagens, extorsão e por aí vai... Isto porque a corrida para o Governo do DF começa com métodos nada ortodoxos. O camarada Agnelo Queiroz, governador do DF desde janeiro de 2011, ex-PCdoB e agora petista, pelas mãos de Lula, herdou o serviço de alguns pontos chamados por seus companheiros, de “aparelhos”, onde empresas contratadas passam o tempo todo bisbilhotando a vida alheia. 
Foi descoberta, no coração de Brasília, uma mansão alugada pelo grupo de Agnelo e Filipelli, onde funciona o “aparelho”, conhecido na ditadura como esconderijo dos chamados pelos militares de “subversivos.”
É na QL 12, conjunto 4, casa 2, na Península dos Ministros, no Lago Sul, bairro onde residem praticamente todas as autoridades que comandam o país, que está instalada clandestinamente a TRUESAFETY, empresa de monitoramento de informação e contra informação, comandada pelo ex-delegado da Polícia Civil, Celso Ferro, e o militar da ABIN – Agência Brasileira de Informações Acir Pitanga Seixas.
Os serviços oferecidos pela TRUESAFETY em seu site oficial.
O bairro da Capital Federal abriga as residências oficiais do Senado e da Câmara, dos Tribunais e ministros de Estado. Por ali, também moram empresários que convivem com o Poder. O resultado é um bairro realmente nobre, no qual não se identifica exatamente quem é Governo e quem não é, o que supostamente garantia o anonimato e a segurança das autoridades.
Vista do Google de parte do terreno da mansão da TRUESAFETY 
A casa da QL 12 é confortável e dotada de infra-estrutura para assistir a vídeos e material colhido pela TRUESAFETY. Tem vários cômodos, todos rigorosamente monitorados, inclusive com salas de análise de informações. Por lá, já passaram visitantes ilustres como, Agnelo, Filipelli, ex- governador José Roberto Arruda, autoridades federais, senadores, deputados e empresários. Todos estão gravados no acervo da TRUESAFETY. Baseado neste material, a Polícia Federal tem um forte dossiê com todas as personalidades que estiveram na “casa”. André Clemente, ex-secretário de Fazenda do Governo de Rogério Rosso, faz parte deste acervo, com conversas nada ortodoxas.
Na crise do Mensalão do DEM, onde o então governador José Roberto Arruda era investigado pelo Ministério Público e Polícia Federal, a TRUESAFETY atuou, contratada por Arruda, no trabalho de contra informação. O alvo era a procuradora que comandava as investigações Raquel Dodge. Ali o trabalho foi preciso. A procuradora, antes de estourar o escândalo do Mensalão do DEM confidenciou toda a operação a uma amiga que reside no exterior. A amiga, a diplomata Maria Helena Pinheiro Penna é irmã do então secretário de Planejamento e Gestão de Arruda, Ricardo Penna. Raquel teria alertado a irmã de Penna de que o escândalo havia alcançado o amigo de muitos anos. Com essas informações Arruda começou a preparar sua defesa para quando o escândalo estourasse.
A procuradora Raquel Dodge, a amiga diplomata Maria Helena Pinheiro Penna e o ex-secretário de Planejamento e Gestão do Governo Arruda, Ricardo Penna.
Raquel esteve no Rio de Janeiro e foi acompanhada por arapongas passo a passo, às vésperas da Operação Caixa de Pandora. O hotel, os telefonemas durante a madrugada com amigos do Ministério Público, tudo estava ao alcance da TRUESAFETY. Arruda teve informações privilegiadas e na última hora cancelou sua viagem para o Rio de Janeiro, onde faria o contato com a turma do Metrô. Mas os arapongas não pararam por aí. Houve tentativa de monitorar os ministros do STJ – Superior Tribunal de Justiça. O ministro Fernando Gonçalves e a procuradora Raquel Dodge montaram estratégia para flagrar Arruda no caso do ex-governador tentar corromper os envolvidos na investigação. Mais uma vez, Arruda foi informado e não compareceu ao encontro marcado no STJ.
Com estes dados, a procuradora e o ministro levantaram suspeita de que quem vazava as informações era o então presidente do STJ Cesar Asfor Rocha. Na verdade, Raquel omitiu a relação íntima com a irmã de um dos investigados – Ricardo Penna.
Políticos como ex-presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia, também foram vítimas de monitoramento. Arruda precisava se segurar no partido a todo custo. As informações privilegiadas eram e são até hoje, a moeda de troca do ex-governador. E, o escândalo da Pandora continua se arrastando, sem denúncias do MP.
Arruda ainda escapa
dos inquéritos
Não é por acaso que este “aparelho” está instalado na Península dos Ministros. A família do presidente do Senado, José Sarney, está no rol dos monitorados pela TRUESAFETY. A residência de Sarney fica a poucos metros do “aparelho” comandado pelo ex-chefe da Inteligência da Polícia Civil do DF, Celso Ferro. Em 2010, os arapongas monitoraram a empresa Trier Engenharia, que contribuiu para campanha de Dilma e Agnelo e, segundo o dossiê na PF, tem ligações com o presidente José Sarney.
A TRUESAFETY conta também com a ajuda de alguns jornalistas contratados para fazer “consultorias”. A turma que “assessora” Agnelo, segundo depoimento de um dos integrantes, apelidou o “aparelho” de “Casa da Maldade”. Equipamentos de escuta telefônica e outros usados na covarde arapongagem ficam sob os cuidados de pessoas, que para saquear o Governo, colecionam invasão de privacidade como moeda de troca para arrancar dos cofres públicos o que desejam. 
Ali, após matéria publicada no jornal O Globo, onde o jornalista e ex-companheiro de Agnelo, José Seabra Neto, denuncia o governador do DF por práticas ilícitas, foi planejada uma das covardes emboscadas a fim de levar o jornalista para cadeia e desqualificar o depoimento considerado pelas autoridades como crime. Em qualquer país onde exista Democracia Agnelo estaria fora do Governo.
O depoimento de uma pessoa que fez parte da reunião que planejou a emboscada de Seabra revela o seguinte: conhecendo os hábitos do jornalista, o grupo decidiu plantar uma menor de 14 anos no porta-malas do carro de Seabra, colocar droga (cocaína) embaixo do banco e organizar uma blitz no trajeto de sua residência. Providenciaram um profissional para fazer cópia da chave do carro do jornalista e monitoraram os passos dele, aguardando o momento de colocar o plano em prática.
Tudo estava preparado e tido como certo, não fosse José Seabra ter se excedido na bebida e quebrado a rotina. Os “companheiros” do jornalista planejaram desqualificar o depoimento dele e desmoralizá-lo dentro da delegacia. Chegaram até cogitar “quebrar” as duas pernas do “amigo”, entregando-o aos presidiários. O excesso na bebida fez bem a Seabra que foi salvo graças a isso: voltou para casa em outro carro, pois não tinha condições de dirigir.
No depoimento, a testemunha que fez parte desta reunião, explica que o imóvel da QL 12 é conhecido como “Casa da Maldade”, porque durante toda a campanha de Agnelo e Filipelli foi de lá que saíram planos contra todos os adversários.
José Seabra Neto, escapou por uns goles a mais
Aliás, os planos continuam saindo do Lago Sul. O “aparelho”, comandado por Celso Ferro, tem no seu portfólio serviços ao ex-governador José Roberto Arruda, ao atual governador Agnelo Queiroz e também a pessoas que fazem oposição ao atual Governo do DF.
A denúncia de Seabra causou um reboliço no quadro político no Distrito Federal. José Seabra Neto, dono do semanário “Jornal da Quadra”, decidiu romper um pacto de silêncio e acusou Agnelo Queiroz (PT) de usar caixa dois para se eleger governador do DF na campanha eleitoral do ano passado. Numa entrevista exclusiva ao Globo, em abril passado, Seabra disse que recebeu R$ 50 mil por semana durante toda a campanha para produzir edição semanal de 100 mil exemplares do “Jornal da Quadra”, com matérias favoráveis a Agnelo e contra o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), principal adversário na disputa. Os pagamentos não constam na prestação de contas de Agnelo à Justiça Eleitoral.
- Sou testemunha ocular. Eu recebi dinheiro para fazer um jornal para apoiar Agnelo Queiroz. Nós tirávamos 100 mil exemplares por semana. O pagamento era feito semanalmente em espécie, R$ 50 mil - disse Seabra ao Globo.
Ao todo, ele teria recebido R$ 800 mil entre junho e novembro de 2010 para produzir 16 edições do jornal e distribuir os 100 mil exemplares principalmente no Plano Piloto. Segundo o empresário, o caixa dois tinha como coordenador o delegado da Polícia Civil Miguel Lucena, diretor da Companhia de Planejamento do Distrito Federal - Codeplan. Seabra disse que recebia envelopes com o dinheiro das mãos de Lucena ou de outros emissários do delegado. Na época, Lucena era coordenador de Inteligência e Segurança da campanha de Agnelo.
Agnelo escalou seu advogado Luiz Carlos Alcoforado para rebater as acusações. Coordenador jurídico e responsável pela prestação de contas de Agnelo, Alcoforado negou qualquer irregularidade. Já Miguel Lucena confirmou, na ocasião, que teve vários encontros com Seabra durante a campanha, mas negou que tenha dado dinheiro ao empresário.
Como se vê, os personagens envolvidos na questão são os mesmos que a Revista Eletrônica Quidnovi vem revelando nos dois últimos meses.
Alguns dos equipamentos usados na “Casa da Maldade” pela empresa de Celso Ferro, ao custo de R$ 500,00 ao dia, são de propriedade da Polícia Civil de Brasília. Com intuito de fazer rastreamento de grampos o empresário cresce os tentáculos na arapongagem, sendo também o intermediário na compra de equipamentos sofisticados israelenses.
Enquanto isso, o jornalista José Seabra Neto, tirou do ar seu site combativo, e parece ter feito às pazes com o governador Agnelo. Agora, Seabra tem o patrocínio do GDF num blog que apóia novamente o Governo de Agnelo e Filipelli.
Fonte: Quidnovi
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

País Maluco

por Alexandre Garcia
Vocês lembram da desastrosa reserva de mercado de informática, do governo militar? Pois está de volta, com o protecionismo às montadoras "nacionais", que estavam saudosas do protecionismo de que desfrutaram do fim dos anos 50 até o fim dos anos 80. As carroças daquela época continuam desatualizadas em décadas.
Em 1952, a gente já tinha carro com câmbio automático. Depois, sumiram por aqui. Agora anunciam como novidade. O ABS, que já tem 33 anos de uso, e o air-bag, usado há 26 anos, só protegem a vida de brasileiros que compram carros estrangeiros. Como me disse Silvano Valentino, quando era presidente da Anfavea, há 15 anos, falando sobre o cinto de segurança sem regulagem nos carros populares: é uma vergonha que a indústria automobilística brasileira não proteja a vida de quem a sustenta.
Pressionado pelas montadoras locais e pelo sindicato dos Metalúrgicos de Lula, o governo, que foi contra o protecionismo na reunião do G20, implantou um IPI francamente protecionista. E o comprador brasileiro que se dane. É para comprar carros que anunciam "direção hidráulica, trio elétrico e ar condicionado" como li na propaganda dos jornais de ontem. Tudo isso se encontra em modelos americanos de 1952, que estão no Museu do Automóvel na estrada entre Gramado e Canela, RS. É para se livrarem do Picanto, entre outros. E o brasileiro vai pagar mais também pelos nacionais, quando as marcas daqui se sentirem protegidas da concorrência.
Imagem do Coturno Noturno
E por ai vai a maluquice. O Ministro da Educação ainda acredita que o futuro do mundo é o socialismo, mesmo sabendo o que o socialismo fez com a Grécia, Portugal e Espanha. A manifestante chilena vai a Brasília e prega escola privada sem lucro e nós achamos que isso é possível. Das 20 escolas privadas do Rio, 19 ficaram com os primeiros lugares no ENEM. E em mil, mais de 900 das piores, são públicas. Uma injustiça social. Quem sabe fecham as escolas privadas e resolvem? Para passar no vestibular, vale a cor da pele e ninguém reclama do racismo e do enterro do mérito.
Para capitalizar empreendimentos, vai-se ao pendura do BNDES. O Eike Batista virou o oitavo rico do planeta oferecendo ações e usando a Bolsa. Nomeia-se Ministro do Turismo o homem que recém havia cobrado do contribuinte uma festa num motel; depois, nomeia-se outro porque é do PMDB e do Maranhão; não por que seja um expert em turismo. Na capital do país, gasta-se um milhão e meio de reais para fazer festa dos mil dias da Copa que, na verdade, vai ter apenas 30 dias. Enquanto isso, em escola de Brasília morre aluno eletrocutado e criança morre por falta de médico em hospital público. E a Copa é meta para o novo ministro do Turismo. Não precisamos de mais automóveis. Precisamos de mobilidade urbana. A Ministra do Planejamento disse que se houver problema de transporte urbano e trânsito em dias de jogos da Copa, decreta-se feriado. País rico pode deixar de trabalhar. Precisa ser internado e com camisa-de-força.
Alexandre Garcia é jornalista em Brasília 
Fonte:  Guia São José
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domingo, 16 de outubro de 2011

Tragédia na Fórmula Indy

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Carro de Wheldon, no centro da foto, voando em direção ao muro da pista
Robert Laberge/Getty Images/AFP

O britânico Dan Wheldon não resistiu a um grave acidente na prova de Formula Indy realizada em Las Vegas e morreu na tarde deste domingo (16). O piloto é o atual vencedor das 500 Milhas de Indianapolis. 
No acidente, o carro decolou e se chocou violentamente contra um muro de contenção. O piloto ainda foi levado com vida para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. 
Wheldon, de 33 anos, não estava disputando a atual temporada completa e conseguiu patrocínio apenas para a disputa da prova em Indianapolis e em Las Vegas. 
Dan Weldon foi campeão da categoria em 2005 e venceu as 500 Milhas de Indianápolis neste mesmo ano e em 2011. 
Outros dois pilotos já foram levados para o hospital, J. R. Hildebrand e Pippa Mann, mas seus casos são menos graves e eles saíram de ambulância.
Dan Wheldon: 1978 - 2011.
Fonte:  R7 Esportes
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Direito, de Direita, com Muita Honra!!

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Nós somos a "NOVA DIREITA" (porque somos anti-petistas e anti-socialistas) com muita Honra.
Fascistas e nazistas são tão socialistas quanto comunistas, bolcheviques, maoistas, soviéticos, petistas e etc.
Já desde o início do século passado essa esquerdalhada tenta insultar uns aos outros chamando o rival de "direita".
SOMOS, POIS, A NOVA DIREITA "NÃO SOCIALISTA" DO MUNDO: SOMOS PELO CAPITALISMO PRIVADO, PELA DEMOCRACIA MERITOCRÁTICA, PELA PROPRIEDADE PRIVADA, PELA LIBERDADE DE CULTO, PELA INEXISTÊNCIA DE CASTAS ENTRE OS BRASILEIROS, E PELO IMPÉRIO DA LEI.
E é só por isso tudo que somos chamados de "DIREITA", porque somos direitos...
Somos, por isso, bem diferentes dessa corja que está no poder e tenta subverter a república para instaurar uma ditadura socialista.
A todos da 'NOVA DIREITA': UNI-VOS! 
A COMUNISTADA NÃO PASSARÁ!
COMENTO: na realidade, essa corja brasileira que hoje se titula "socialista" aprendeu com seus comparsas narco-terroristas colombianos que a ideologia é um excelente meio de enganar os idiotas, dando a aparência de "justiça social"  ao assalto praticado contra quem produz qualquer coisa, apropriando-se da "parte do leão" e distribuindo as migalhas à parcela mais inútil do proletariado — a que o próprio Marx denominou pejorativamente de "lúmpen". Contrariando a ideia marxista que recomendava a eliminação simples do "lumpen-proletariado", os "novos-esquerdistas" encontraram uma utilidade para estes. A compra simples e direta de seus votos com uma parcela ínfima do que tomam dos efetivos trabalhadores que produzem riqueza para o país (classe média), produzindo um simulacro de "democracia" movida a eleições onde a participação de uma oposição que realmente mereça tal denominação é simplesmente inexistente. A longo prazo, o plano dos patifes é a subjugação total da população, tornando-a dependente do Estado até mesmo para a sobrevivência, criando, assim, uma grande massa de escravos, à imagem e semelhança dos modelos a que idolatram: República Democrática de Cuba, República Democrática da Coréia do Norte, República Democrática da China (onde o modelo alcança o estágio de "quase perfeição": domínio do mercado global pela destruição da capacidade produtiva mundial, via exploração de uma grande massa de mão de obra em regime de escravidão).
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O Rombo da Educação é o Cabide de Empregos de 46 Bilhões de Reais

por Gustavo Ioschpe
Há uns dois meses, quis descobrir o total de funcionários do setor da educação no Brasil. O número de professores é bem conhecido dos pesquisadores, pois está na casa dos 2 milhões há alguns anos, mas não sabia quantos seriam os funcionários do setor que não suo docemos.
Tenho um verdadeiro arsenal de dados estatísticos sobre a educação brasileira e internacional. Procurei em todos, inclusive em algumas sinopses estatísticas da educação básica, que são arquivos com mais de 200 planilhas, que informam até quantas turmas do ensino fundamental com menos de 4 horas/aula por dia há no Acre. Mas o número de funcionários não aparece em nem um único documento. Não está disponível para consulta em lugar algum. Fiz então uma consulta direta ao INEP, órgão do MEC responsável por avaliações e estatísticas. A resposta solícita veio no mesmo dia: incluindo professores, são mais de 5 milhões de funcionários na área da educação no Brasil, pouco mais de 4 milhões deles na rede pública.
Fiquei embasbacado com esse dado. Não apenas pelo gigantismo do número total — seus 5 milhões de membros fazem com que essa seja a quarta maior categoria profissional do Brasil, atrás apenas dos agricultores, vendedores e domésticas —, mas especialmente pelo fato de termos 3 milhões de funcionários longe da sala de aula, um número 50% maior do que o de professores.
Imaginei que essa relação entre funcionários e professores seria menor em países com sistemas de educação mais eficientes. Dito e feito, até em um nível maior do que eu imaginara.
Segundo os dados mais recentes do Education at a glance, levantamento feito pela OCDE (disponível em INEP), a relação entre funcionários e professores em seus países-membros é de 0.43.
No Brasil, falando apenas do setor público, essa relação é de 1.48. Ou seja, enquanto lá há um funcionário para cada dois professores, aqui a relação é quase três vezes e meia maior. Isso significa que, se o Brasil tivesse a mesma relação professor/funcionário dos países desenvolvidos, haveria 706.000 funcionários públicos no setor, em vez dos 2,4 milhões que temos. Como é difícil imaginar que precisemos de mais funcionários que as bem sucedidas escolas dos países desenvolvidos, isso faz com que tenhamos 1.7 milhão de pessoas excedentes no sistema educacional, recebendo todo mês salários que vêm do nosso bolso. Se presumirmos que os funcionários recebem o mesmo salário médio que os professores (infelizmente não há dados oficiais a respeito do país todo, mas a conversa com alguns secretários da Educação me sugere que essa é uma hipótese válida), isso significa um desperdício de inacreditáveis 46 bilhões de reais, ou 1.3% do PIB, todo ano, o que certamente é mais do que todos os escândalos de corrupção da última década somados. E simples chegar a esse número: basta saber quanto o Brasil investe em educação por ano e que porcentagem disso é investida em folha salarial. Ambos os dados estão disponíveis no Education at a glance, e o cálculo completo está disponível no meu Twitter.
A importância desse dado, porém, vai muito além da simples montanha de recursos que são desperdiçados. Ele ajuda a explicar algo ainda mais importante para o futuro do Brasil: a razão pela qual nossa educação vai tão mal.
O primeiro fator impactado por essa gastança é o salário do professor. Esse dado explica como o Brasil pode, ao mesmo tempo, investir tanto em educação e ter professores tão insatisfeitos com o seu rendimento (A propósito, cruzando os dados da OCDE com o PIB brasileiro, o salário médio mensal do professor na rede pública é de 2.262 reais. Cuidado com os discursos do pessoal que fala do "salário de fome"). Se se demitissem os funcionários excedentes e o salário deles fosse transferido aos professores, a remuneração destes aumentaria 73%, para 3.906 reais mensais.
O segundo impacto é o poder político desse grupo. Se já seria difícil a algum político ir contra a vontade dos 2 milhões de professores, o que dizer então de um grupo que, na verdade, tem 5 milhões de membros, a grande maioria sindicalizada e politizada? Não é de espantar que os políticos dispostos a encarar a briga com a categoria tenham sido invariavelmente derrotados. Não é de espantar, também, que a categoria consiga fazer greves tão volumosas e barulhentas.
A terceira realidade claramente descortinada por esses dados é a utilização política do setor de educação. Não é possível chegar a esse nível sem que haja um esforço deliberado de contratações desnecessárias. Contratações que só ocorrem porque os profissionais da educação são frequentemente utilizados como instrumento político de seus padrinhos. Muitos viram simples massa de manobra e fonte de votos, outros — especialmente nos cargos de direção e supervisão regional — acabam se tornando verdadeiros cabos eleitorais de lideranças regionais.
A quarta conclusão é ainda mais séria. Ela diz respeito à relação em gastos com educação e a qualidade do ensino ministrado. A maioria dos estudos sobre o tema demonstra não haver relação significativa entre o volume de recursos gastos em educação e a qualidade do ensino.
No Brasil, onde a maior parte do gasto é canalizada para aumentar o número de profissionais na rede e dar melhor remuneração àqueles que já estão nela, não é de surpreender que o constante aumento de gastos no setor nos últimos dez anos tenha sido acompanhado de estagnação. Os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) foram piores em 2007, último ano disponível, do que em 1997. Se já é difícil promover melhorias nos países em que o recurso é bem aplicado. imagine no Brasil, onde o dinheiro financia um gigantesco cabide de empregos. O mais desalentador é que, em meio a tão contundentes evidencias de que o aumento dos investimentos não tem trazido resultados na melhoria do aprendizado dos alunos, testemunhamos a todo momento a patética pregação para aumentar o valor investido em educação dos atuais 5% do PIB para 7% (o que já seria um fenomenal aumento de 40%. ou 73 bilhões de reais por ano, em valores de 2010). Não ocorre a ninguém que custa pouco o que realmente melhora o ensino: reformular os cursos universitários de formação de professores, profissionalizar a gestão das escolas, adotar um currículo nacional, permitir a criação de novas modalidades no ensino médio, melhorar o material didático e cobrar a utilização de práticas de sala de aula comprovadamente eficazes. É preciso disposição para encarar as tarefas que exigem trabalho e coragem para enfrentar as resistências corporativas. Mas sobre isso os bravos gastadores de plantão não querem nem ouvir falar. Não dá voto. Não sei exatamente como se sentiram os passageiros do Titanic que ouviam a orquestra a tocar enquanto o navio fazia água, mas suspeito que a minha estupefação e desalento sejam parecidos com o sentimento deles. Com a agravante de que, cada vez que compro algo ou pago impostos, estou financiando o iceberg.
Fonte:  Jorge Werthein
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sábado, 15 de outubro de 2011

A Multiplicação dos Pescadores

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O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA) pedirá ao TCU que investigue possíveis irregularidades no seguro-defeso, que é pago aos pescadores artesanais de todo o país.
O parlamentar tomou essa decisão depois que Gil Castello Branco, presidente da ONG “Contas Abertas”, publicou um artigo em O Globo relatando o meteórico crescimento na concessão desse benefício.
      Ano       Pescadores 
2003      113.783
2011      553.172
Segundo o artigo de Castello Branco, os gastos do governo, obviamente, cresceram na mesma proporção. Em 2003, o Ministério do Trabalho pagou R$ 81,5 milhões a título de seguro-desemprego aos pequenos pescadores. Neste ano, a dotação do Orçamento Geral da União (OGU) é de R$ 1,3 bilhão. Este montante, diz o artigo, corresponde a mais que o dobro do orçamento do Ministério da Aquicultura e Pesca para 2011 (R$ 553,3 milhões). O valor bilionário pago com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador aos que vivem da pesca artesanal é, também, quase 3 vezes maior do que as exportações brasileiras de pescado mais crustáceos em 2009, que geraram US$ 169,3 milhões (R$ 318,3 milhões, com o dólar a R$ 1,88). Os números são tão estranhos que parecem “história de pescador”.
Leia abaixo a íntegra do artigo com os números suspeitos:
O mistério da multiplicação dos pescadores 
por Gil Castello Branco
A Bíblia conta sobre a multiplicação dos pães e dos peixes. Na Galileia, Jesus pregava para uma multidão quando anoiteceu e aproximou-se o horário do jantar. Diante da preocupação dos seus discípulos, Jesus chamou um menino que tinha à mão um cesto com cinco pães e dois peixes e orientou seus apóstolos a distribuir esses alimentos. O milagre permitiu que mais de 5 mil pessoas fossem alimentadas.
No Brasil, a multiplicação recente não é dos pães ou dos peixes, mas sim dos pescadores. A Lei 8.287 criou o seguro-defeso, a chamada “bolsa pescador”. A intenção é correta. Para preservar espécies, o governo paga um salário mínimo aos pescadores artesanais por tantos meses quanto dure a reprodução, com base em portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Normalmente, o benefício é pago por 4 meses. Aos pescadores, basta comprovar o exercício profissional da pesca e que não possuem outro emprego, bem como qualquer outra fonte de renda.
Seja pela consciência ambiental, seja pela garantida renda fixa e fácil, o número de pescadores cresceu exponencialmente. Em 2003, eram 113.783 favorecidos. Em 2011, já são mais de meio milhão. Ou seja, exatamente 553.172 pessoas afirmam viver tão somente da pesca, individual ou em regime de economia familiar, fato que lhes assegura o direito de receber R$ 545,00 ao mês, durante um terço do ano.
Os gastos do governo, obviamente, cresceram na mesma proporção. Em 2003, o Ministério do Trabalho pagou R$ 81,5 milhões a título de seguro-desemprego aos pequenos pescadores. Neste ano, a dotação do Orçamento Geral da União (OGU) é de R$ 1,3 bilhão. Este montante corresponde a mais que o dobro do orçamento do Ministério da Aquicultura e Pesca para 2011 (R$ 553,3 milhões). O valor bilionário pago com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador aos que vivem da pesca artesanal é, também, quase três vezes maior do que as exportações brasileiras de pescado mais crustáceos em 2009, que geraram US$ 169,3 milhões (R$ 318,3 milhões, com o dólar a R$1,88). Os números são tão estranhos que parecem “história de pescador”.
É claro que tem boi na linha e no anzol. O procurador da República em Tubarão, Celso Três, afirma: “O pessoal que atua em outras atividades, que nunca viu um peixe na vida, inscreve-se na colônia de pescadores, paga a anuidade, conta como tempo de serviço e se aposenta. Existem o sindicato e a colônia, quase em disputa para ver quem distribui mais atestados. Na prática, basta não ter carteira assinada. Nós processamos aqui mais de 300 pessoas por fraudes, mas é como secar um oceano.”
No Rio de Janeiro, por exemplo, cerca de 1.500 pescadores receberam o benefício em 2011, a maioria residente em Campos (319). Curiosamente, somados todos os pescadores artesanais de Rio de Janeiro, Niterói, Búzios, Angra dos Reis, Araruama, Rio das Ostras, Mangaratiba, Itaguaí e Arraial do Cabo, não se chega à metade dos que moram em Campos.
Para agravar o mistério, os nomes dos contemplados não são divulgados nos portais governamentais, impossibilitando o controle social. Após diversas solicitações, inclusive à Ouvidoria Geral da União, a Associação Contas Abertas obteve a relação nominal dos segurados e dos municípios onde ocorre o defeso. Até em Brasília existem favorecidos.
Como o que está ruim sempre pode piorar, há dois projetos de lei no Congresso Nacional que pretendem estender o seguro-defeso aos pescadores impedidos de exercer a atividade por conta das condições climáticas e, ainda, a toda a cadeia da pesca, incluindo os que transportam, comercializam, reparam embarcações e costuram redes, dentre outras atividades correlatas.
Ao contrário da passagem bíblica, fato que a religiosidade explica, é extremamente necessário que a Controladoria Geral da União, o Tribunal de contas da União e o Ministério Público investiguem – de imediato e com rigor – a multiplicação dos pescadores, que afronta o bom-senso e exala má-fé.

Dilma: a Agonia da Titia Com a União Européia

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A notícia não é nova, é do dia 04 Out 2011, mas demorei para fazer uma tradução minimamente compreensível. Leia e veja como se "queima o filme" de um país. O jornal "Financial Times" publicou um artigo intitulado "Dilma: Agony Aunt to the European Union". O termo "agony aunt" se refere, em inglês, a colunistas especializados em conselhos sentimentais - em geral, uma senhora mais velha, daí o "aunt" ("tia"). Daí, também, a ironia do texto.
por Samantha Pearson
"REUTERS - Rousseff do Brasil adverte a União Européia contra impostos restritivos". Sim, você leu certo. O país que é o 152º na classificação do Banco Mundial pelo seu sistema tributário rígido e pesado está reclamando contra os impostos restritivos.
Dilma Rousseff emitiu o alerta na segunda-feira (3/10) quando ela começou sua primeira visita à Europa como presidente do Brasil.
'No nosso caso, medidas fiscais extremamente restritivas apenas aprofundaram o processo de estagnação e perda de oportunidade', disse ela, em referência à crise da dívida da América Latina durante a década de 1980. 'É difícil sair da crise sem aumentar o consumo e o crescimento.'
Políticos brasileiros recentemente tem se encarregado de resolver a crise financeira global, distribuindo conselhos ao mundo desenvolvido.
Guido Mantega, ministro da Economia do Brasil, foi um dos pioneiros nesse sentido. Depois de alcançar a fama graças aos seus discursos sobre "guerra cambial", Mantega propôs no mês passado um maluco pacote de resgate de 'BRIC' para a zona euro.
O problema é que ele não consultou os outros países do BRIC como a China, que detém a maioria das reservas de câmbio do bloco. Até mesmo muitos dos seus compatriotas ficaram surpresos com a sugestão de que o Brasil deveria socorrer países como a Itália, cujo PIB per capita é três vezes maior do que o brasileiro.
Além de irreal, o conselho vindo do Brasil também soou um tanto hipócrita.
Dilma falou recentemente sobre a necessidade de combater o protecionismo apenas uma semana após o aumento do imposto sobre importação de carros estrangeiros em gritantes 30 pontos percentuais. Mesmo as queixas sobre manipulação da moeda são bastante ricos, uma vez que o Banco Central do Brasil interveio em seu mercado de moeda local através da compra de dólares quase todos os dias desde o início da crise (a razão de sua impressionante reserva cambial).
Mas enquanto é muito fácil zombar, o anuncio do novo fundo global do Brasil é, em si, um sinal de estabilidade econômica em casa. Afinal de contas, na esteira do colapso de 2008 do Lehman Brothers, o país ficou muito ocupado tentando escorar suas próprias finanças sem se preocupar com os outros.
Com um dos mais sonoros sistemas bancários do mundo, uma grande capacidade para estimular medidas anticíclicas, e pesadas reservas cambiais, não admira que o Brasil agora se sinta no direito de distribuir conselhos - mesmo que sejam malucos.
Fonte: tradução livre do Financial Times
COMENTO: é a criatura querendo imitar o criador. O canalha a quem evito citar o nome andou por todo o mundo "distribuindo" conselhos e benesses que faziam e fazem falta ao povo brasileiro. Agora colhe os frutos recebendo polpudas remunerações por falatórios sem fundamento e títulos de "desonrosas causas". A criatura também se acha capaz de fazer o mesmo.
Para eles, nós povo brasileiro, somos parvos, néscios e idiotas.
Infelizmente, eles estão com a razão, vejamos:
- O apedeuta, transferiu US$ 3,6 Bilhões para o Paraguai (Jornal de Brasília-Coluna Cláudio Humberto-25.03.2011 - Pág. 8);
- O patife-mor, para ser “O Cara” do Mundo, distribuiu, sem autorização do Congresso Nacional, R$ 61 bilhões para 27 países em dois anos (Jornal de Brasília-Coluna Cláudio Humberto-25.03.2011 - Pág.8);
- O canalha, vosso guia, quando ainda no cargo de presidente do Brasil, propôs ao Congresso Nacional a revisão do Tratado de Itaipu, promessa de campanha política do então candidato a presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que na época teve o apoio do sem-vergonha;
- O pilantra, já como ex-presidente do Brasil, pressionou as Centrais Sindicais para aceitarem o aumento de apenas R$ 35,00 no salário mínimo, que passou de R$ 510,00 para R$ 545,00;
- O Congresso Nacional, a casa do povo brasileiro, aprovou, sem nenhuma justificativa técnica e obrigatoriedade jurídica, a revisão do Tratado de Itaipu, elevando de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões por ano o repasse que o Brasil faz ao Paraguai pelo uso da energia excedente de Itaipu. Até 2023, terá repassado US$ 3 Bilhões ou R$ 5 Bilhões a mais ao Paraguai, além disso, o país vizinho herdará 50% da Usina, avaliada em US$ 60 Bilhões, sem nada ter investido na construção da hidroelétrica. Quem pagará a conta??? Nós Brasileiros pois, segundo o Governo, a nossa conta de luz terá apenas um aumento insignificante;
- O custo da corrupção no Brasil chega a R$ 69 bilhões por ano (segundo levantamento da FIESP, divulgado em 13.05.2010).
Enquanto isso, o povo brasileiro fica a mercê de:
- Um Sistema de Saúde Público Cruel: com pessoas morrendo todos os dias nas portarias dos hospitais e no interior de ambulâncias, por falta de atendimento médico (Relatório da OMS, em 14.05.2011, diz que o Brasil gasta menos com saúde pública do que a África. Foram avaliados 192 países, o Brasil ocupa 151ª posição dos países que mais investem em saúde; Fonte FIESP - se não fosse o custo da corrupção no Brasil os hospitais do SUS, a quantidade de leitos para internação que, em 2008, era de 367.397, poderia crescer 89%, que significariam 327.012 leitos a mais para os pacientes);
- Uma Segurança Pública Ineficiente: onde os cidadãos de bem e suas famílias são caçados e executados com requintes de crueldade, diariamente, por bandidos que, quando presos suas famílias serão amparadas pelo Estado com a “Bolsa Presidiário”, enquanto a família da vítima nada receberá (o Brasil está incluído na lista dos vinte países mais violentos do mundo);
- Uma Educação Pública Sem Qualidade: que não qualifica o aluno oriundo da escola pública a disputar uma vaga de um bom emprego público ou privado no mercado de trabalho. Filho de família pobre candidato, sempre, ao subemprego. (Em pesquisa recente do MEC, ficou comprovado que no Brasil existem 16,295 milhões de pessoas incapazes de ler e escrever pelo menos um bilhete simples. Levando-se em conta o conceito de “analfabeto funcional”, que inclui as pessoas com menos de quatro séries de estudo concluídas, o número salta para 33 milhões; Fonte FIESP - se não fosse o custo corrupção no Brasil o número de matriculados na rede pública do ensino fundamental saltaria de 34,5 milhões para 51 milhões de alunos. Um aumento de 47%, que incluiria mais de 16 milhões de jovens e crianças);
- Um Salário Mínimo de R$ 545,00: que não atende às mínimas necessidades de uma pessoa que dirá de uma família (O Congresso Nacional, aprovou, recentemente um aumento de 61,8% nos salários dos senadores e deputados, 130% nos salários dos ministros de Estado e 134% nos ordenados da Presidente da República e do Vice-Presidente) Segundo o IBGE
- Uma Aposentadoria Irrisória: que não permite ao aposentado ter uma vida digna e que, tendo saúde terá que voltar ao mercado de trabalho para manter o seu sustento, caso contrário dependerá da boa vontade dos seus filhos, inclusive para compra de remédios. Não se esqueça: um dia você será um aposentado.
- Estradas em Péssimas Condições de Conservação: que ceifam centenas de vidas humanas anualmente (Pesquisa da CNT, em 29.10.2009, revela que 69% da malha rodoviária do país, com gestão pública ou privada de estradas federais e estaduais estão entre péssimo e regular estado de conservação);
- Uma das Maiores Taxas de Juros do Mundo: nunca antes na história desse país os bancos ganharam tanto dinheiro (O COPOM, do Banco Central, não foi capaz de tirar o Brasil da liderança do ranking dos países com os maiores juros reais - ESTADÃO, 15.05.2011);
- Uma das Maiores Carga Tributária do Mundo: o brasileiro precisa trabalhar quatro meses, mais exatamente, 123 dias para manter os gastos dos governos federal, estaduais e municipais e em contrapartida recebe péssimos serviços públicos de Educação, Saúde, Segurança, Transporte Público e Estradas.
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Exército Argentino Rende Homenagem a 'Mártires' do Exército Montonero

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por Jorge Fernández Zicavo
Ver para crer. Ainda que pareça mentira, anos depois que o general Bendini retirou do Colégio Militar da Nação os retratos de seus ex diretores, generais Videla e Bignone; e de que esse Colégio eliminasse de sua página web a lista dos 127 chefes, oficiais, suboficiais e soldados assassinados em atentados e/ou mortos em combate durante a guerra revolucionaria desatada pelo terrorismo marxista na década de setenta; o atual comandante em chefe do Exercito Argentino, tenente general Luis Alberto Pozzi, e o chefe de Educação e Doutrina, general de brigada Fabián Brown, conseguiram ir mais longe na tarefa troyana de destruir a historia e a moral de sua Força. Decidido a não perder os favores que a marechala Cristina lhe concede com sua mão esquerda, o amnésico comandante em chefe homenageou militarmente com sua mão direita a terroristas aniquilados pelas forças do Estado durante a guerra contrarrevolucionaria decretada por um governo constitucional.
Esta apología ao terrorismo marxista ocorreu no passado 15 de setembro no patio do colegio Dámaso Centeno da cidade de Buenos Aires - um centro de ensino primário e secundário de caráter civil porém fundado e gerido pelo Exército - durante uma cerimonia na qual se instalou uma placa de bronze em memoria de dois ex alunos e terroristas montoneros 'desaparecidos' em 1975 e 1977 pelo 'terrorismo de Estado'. A homenagem também se estendeu a outros seis alunos e ex milicianos da montonera União de Estudantes Secundários, que já tinham ali sua placa desde 2006.
Uma delas está dedicada à militante do Exército Montonero Patricia Palazuelos, que em 29 Abr 1976 entregou cargas incendiarias ao montonero e Cabo da Força Aérea, Osvaldo Antonio Lopez, para que as colocasse em seis caça-bombardeiros Mirage da VIII Brigada. A sabotagem foi descoberta a tempo, e em 1978 Lopez foi capturado e condenado a 24 anos de prisão, ainda que em 20 Nov 1987, a Câmara Federal de San Martin o colocou em liberdade.
Em 5 de abril de 1977, Patricia, aproveitando ser filha do Brigadeiro Néstor Palazuelos, logrou introduzir e explodir uma potente bomba de Trotyl na sala que seu pai ocupava no edifício Condor, sede do Estado Maior General da Força Aérea. O edifício sofreu importantes danos, porém milagrosamente não houve mortos nem feridos. Em outubro, a terrorista foi capturada e executada.
Este é o padrão dos 'ex alunos' milicianos e oficiais montoneros homenageados pelo comandante em chefe do Exército Argentino. Só faltou levarem uma guarda de honra para disparar salvas.
Ainda mais, se recordou os estudantes-milicianos da Coluna Sul do Exército Montonero executados durante a chamada 'Noite dos lápis', cujo 35º aniversario se cumpriria no día seguinte. Desnecessário dizer, que no Colégio Dámaso Centeno não há placas de bronze recordando seus ex alunos assassinados pelas esquerdas terroristas.
E como se isto não fosse suficiente, Exército e Governo acresceram outras duas infâmias:
1 - No dia anterior foram retiradas do colégio as placas que recordavam os militares mortos em combate e/ou assassinados durante a guerra revolucionaria, que estavam em salas dedicadas ao coronel (PM) Argentino Del Valle Larrabure sequestrado e torturado durante 372 dias e finalmente estrangulado; ao coronel (PM) Raúl Duarte Ardoy morto em combate durante a recuperação do Comando de Saúde; e ao Tenente-Coronel (PM) Horacio Fernández Cutiellos morto em combate durante o ataque ao Regimento de Infantaria Mecanizado de La Tablada.
2 - O Vice-ministro de Defesa, Alfredo Forti, encerrou o ato anunciando que "serão revisados todos os programas de estudos das Escolas Militares, especialmente os de Historia e Direitos Humanos, e que serão as Madres de Plaza de Mayo e os Organismos de Direitos Humanos que estarão encarregados da revisão dos conteúdos".
Quer dizer, que as mães de terroristas, e as ONG's de DDHH fundadas por criminosos de lesa humanidade, se converterão em 'comissários políticos' das FFAA para doutrinar os futuros oficiais com uma história argentina dos 70' escrita por mercenarios de Castro, Chávez e da presidenta Cristina Fernández de Kirchner, uma ex militante da Juventude Universitária Peronista, milicia universitária do Exército Montonero. (1)
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(1) Em julho de 2011, durante a campanha para as eleições primarias, Wikipedia eliminou o dado de que na Faculdade de Direito de La Plata, Cristina Fernández militou na 'Frente de Agrupações Eva Perón' das Forças Armadas Revolucionarias fundadas em Havana em 1967. Em 12 de outubro de 1973 as FAR se fundiram com os Montoneros, por isso seus militantes universitários se enquadraram na Juventude Universitária Peronista. Outra curiosa 'coincidência' é a de que Wikipedia omite o atentado dos Montoneros no edifício Condor, citando só um atentado anterior, cometido pelo ERP em 30 Dez 1975.
Fonte: tradução livre de Termidorianos
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