sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Excesso de Imaginação, Teoria da Conspiração ou Estratégia Criminosa?

por Adriano Benayon
Antes de expor para que a oligarquia financeira mandou destruir as Torres Gêmeas (WTC), em Nova York, e avariar o Pentágono, em Washington, vamos adicionar detalhes às demonstrações de que os autores desses crimes só podiam ser dos aparelhos de segurança e militar do governo dos EUA.
Isso emerge de dezenas de documentos. Em um filme de 49’, produzido na Itália, de que participa o prêmio Nobel Dario Fo, falam peritos, na maioria estadunidenses, em engenharia, física, materiais, aeronáutica e segurança. 
Um sobrevivente, que trabalhava no 84º andar da Torre Sul, quando do impacto de um avião poucos andares abaixo, conseguiu descer ao térreo, passando pelos andares com fumaça, e diz que tudo parecia normal, até com luzes e sistema de ar.
Muitas testemunhas, como o heroico porteiro William Rodriguez, ouviram as explosões da implosão, 55 minutos após o choque do avião. O Prof. Ray Griffin refere pessoas que ouviram “bangs” das explosões e foram atiradas ao solo.
Quando do choque, a Torre sacudiu, mas voltou ao lugar. Foi desenhada e edificada para suportar impactos, como confirma o construtor dela, Frank de Martin.
Ademais, o filme mostra a Torre Windsor, em Madrid, que, em 2005, ardeu, durante 30 horas, tendo as estruturas metálicas ficado de pé após o incêndio.
Tudo isso evidencia o ridículo da versão oficial, o relatório do NIST, segundo o qual as Torres desabaram em função do calor do incêndio causado pelo avião.
Não bastasse, o professor emérito de física, Steven Jones, e outros experts esclarecem que só a 1.000 graus de calor se derretem estruturas metálicas, enquanto a queima do combustível de avião não gera sequer 300 graus.
Kevin Ryan, ex-diretor do Underwriters Labs, foi demitido por ter provado que as amostras salvas de andar atingido pelo incêndio tinham temperaturas muito baixas, e que o NIST fraudou os parâmetros da análise, dobrando o tempo de exposição ao fogo.
O perito em metalurgia Paolo Marin atesta que a Torre caiu “como se não houvesse sequer resistência do ar”: se ela não tivesse sido pulverizada, não poderia desabar na vertical e em 7 segundos. Isso ocorreu devido a explosivos de uso militar, a ponto de não terem sobrado nem pedaços de móveis, computadores e corpos das vítimas.
O governo fez retirar os destroços antes de qualquer investigação, e pedacinhos do aço das estruturas derretidas foram exportados à China. Mas, três semanas depois, foi retirado do local material com thermite, explosivo composto por alumínio, óxido de ferro e enxofre, capaz de causar a fusão de colunas de aço, comprovando a implosão controlada e acionada por rádio, como confirma William Cristison, ex-CIA. 
Como a Torre foi atingida por um avião, e a manobra é impossível com Boeings 757, não se sabia o que a tocou. O filme mostra um avião da Força Aérea, certamente teleguiado.
Em 12/07/2006, o general Albert Stubblebine, ex-Comandante-Geral do Comando de Inteligência e Segurança do Exército dos EUA (INSCOM) definiu o 09/11 como farsa: “o buraco no Pentágono teve 5 metros de largura, e a envergadura de um Boeing tem 38 metros: simplesmente não encaixa!” “Nem sequer restos de motores foram encontrados”. 
Para quê 
Demonstrado como e quem, falta para que. A oligarquia financeira tem um só objetivo: concentrar poder, e a guerra é um dos meios para isso. Assim, inventou a estória do sequestro dos Boeings para inculpar “terroristas islâmicos” e justificar as agressões ao Afeganistão e ao Iraque.
Havia planos para controlar o Afeganistão, rota de hidrocarburantes da Ásia Central, e o Iraque, dono de enormes reservas de petróleo, além de estender as intervenções militares a mais países islâmicos.
As potências anglo-americanas, a França, a Rússia etc. haviam, anos antes, fornecido ao Iraque todo tipo de armamentos, inclusive armas químicas, para a guerra contra o Irã, que, mesmo assim, não foi vencido. 
Depois, os anglo-americanos fizeram a intervenção genocida sobre o Iraque, em 1990/91, usando quantidade incrível de bombas com pontas de urânio.
Apesar da terrível destruição sofrida, Saddam Hussein não perdeu o controle do Iraque e adotou políticas favoráveis a seu país, inclusive deixando de vender petróleo por dólares.
Em seguida ao 11/09/2001, os EUA e seus aliados realizaram agressões imperiais ao Afeganistão e ao Iraque, abusando de mais mentiras, como acusar esse país de ter “armas de destruição de massa” (que as potências imperiais têm em doses inimagináveis). Tal falsidade prevaleceu até contra as verificações de inspetores das Nações Unidas.
O golpe das Torres Gêmeas serviu para anular a resistência dentro dos EUA - e reações em outros países - àquelas agressões, que completaram a destruição das instituições, inclusive culturais e milenares do Iraque, além de causar vítimas na casa dos milhões.
Rememorados a cada ano com enorme dramatização pela mídia, os “ataques” de 11/09 permitiram, ainda, radicalizar o Estado policial nos EUA e continuam servindo de pretexto para mais intervenções: na Somália, no Iêmen e em outros países. Faz também que desinformados aplaudam o latrogenocídio cometido contra a Líbia.
Ao final dos mandatos de Bush, os EUA mantinham tropas especiais em 60 países, como planejado antes de 2001. Com Obama, esse número chega a 75. O desastre na economia é acompanhado por crescente belicismo.
A oligarquia não lança guerras para dinamizar a economia - o que aconteceu, provavelmente por acaso - na época da 2ª Guerra Mundial. Ademais, hoje, a guerra emprega muito mais equipamento que gente. 
O objetivo da oligarquia é implantar sua tirania em âmbito mundial. Para isso tem concentrado poder financeiro em grau inimaginável, o que acarreta a depressão da economia produtiva e acentua as dificuldades e a impotência dos dominados. Calcula que quanto maior essa impotência, mais poderá avançar na escravização da humanidade.
Nesse processo, a oligarquia tirânica assenhoreia-se, com exclusividade, também dos recursos reais: minérios preciosos e estratégicos, energia, água e terras agricultáveis.
A busca do controle sobre a energia explica a escolha dos “terroristas” islâmicos como objeto da demonização, já que o petróleo abunda sob terras muçulmanas.
As monarquias totalitárias inventadas pelos britânicos (Arábia Saudita, Coveite, Catar, EAU, Bahrein etc.) não são problema para a oligarquia anglo-americana, uma vez que entregam petróleo em troca de dólares e os aplicam principalmente no exterior. Não são sequer países: não têm população assentada em terras, mas só cidades entre o deserto e o mar, urbanizadas com dinheiro do petróleo, técnicos e trabalhadores importados.
Nesses lugares a CIA, o M-16 e outros serviços secretos não fomentam, nem financiam nem armam “rebeldes”, cuja proteção “humanitária” serve de pretexto para intervenções, como sucedeu com a Líbia.
O Irã é um país de verdade, e por isso os imperiais o consideram do “Eixo do Mal”. Saddam Hussein, no Iraque, e Muamar Gaddafi, na Líbia, investiram internamente recursos do petróleo, além de pretender vendê-lo em moedas que não o dólar.
A guerra, no caso, serve aos objetivos de assegurar acesso ao petróleo, em condições coloniais, e de assegurar sobrevida ao dólar, moeda que, de outro modo, já estaria fora de uso como divisa internacional, devido ao caos financeiro e orçamentário dos EUA.
Visa também a fomentar a indústria de armamentos e investir nesta como instrumento de poder e gerador de divisas, o único setor com balança comercial positiva, outra ajuda ao dólar em vias de colapso.
O Brasil é o país mais bem dotado em minérios preciosos e estratégicos, energia, água e terras agricultáveis. Econômica e politicamente controlado, de modo cada vez mais intenso, desde 1954, seus inestimáveis recursos vão sendo saqueados sob os olhares negligentes ou benignos dos três Poderes da República. 
Por isso, a intervenção permanente que sofre dos serviços secretos das potências imperiais prescinde, desde 1964, da participação direta de forças militares norte-americanas. 
Fica o Brasil sem perspectiva de independência real, enquanto não se liberar do subdesenvolvimento programado que lhe é imposto através do domínio de empresas transnacionais sobre sua economia. Está, assim, destituído do controle sobre tecnologias estratégicas, como os chips da eletrônica. 
Sem indústria nacional, manietada e dizimada desde a instituição de subsídios às transnacionais, desde 1954, o Brasil carece de armamentos essenciais à sua defesa. Apesar de seu tamanho territorial e populacional, está tão sujeito a intervenções militares imperiais, como o Afeganistão ou a Líbia. Se isso não está em pauta é porque não há resistência ao saqueio dos recursos do País.
Adriano Benayon é Doutor em Economia 
e autor de “Globalização versus Desenvolvimento
Fonte:  Alerta Total
COMENTO:  vale a pena assistir, com tempo, à sequência de filmes sobre o assunto existente no You Tube!
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

29 Setembro x 11 Setembro

por Demétrio Rocha Pereira
Há exatos 23 anos e um dia, o comandante Fernando Murilo de Lima e Silva arriscava manobras pioneiras em um Boeing 737-300 e impedia o sequestrador do voo VASP 375 de consumar o intuito de atirar a aeronave contra o Palácio do Planalto, onde José Sarney exercia a Presidência do País. Impondo ao presidente da República a culpa por seu desemprego, o maranhense Raimundo Nonato Alves da Conceição, então com 28 anos, queria punir o peemedebista hoje presidente do Senado, homem que, segundo o comandante Murilo, nunca lhe demonstrou qualquer reconhecimento.
"O ex-presidente Sarney, sem comentários, nunca me dirigiu a palavra", afirma o piloto, atualmente com 60 anos e ainda na ativa, voando em um Boeing 767 na Rio Linhas Aéreas, companhia de transporte de cargas de Curitiba. Naquele 29 de setembro de 1988, Murilo seguia de Porto Velho para o Rio de Janeiro e, após escala em Belo Horizonte, teve o avião sequestrado. "Ele entrou no avião com cem balas dentro do casaco jeans e um revólver. Deu, com certeza, mais de 20 tiros dentro do avião", lembra o comandante, cujo copiloto naquela manhã, Salvador Evangelista, foi morto a sangue frio por Nonato, que estava "muito nervoso e arisco". Um tripulante em treinamento já havia sido baleado na perna durante as tentativas do sequestrador de invadir a cabine.
Murilo conseguiu informar a torre de comando do sequestro e da mudança de rota para Brasília. Das 50 mil libras de combustível que enchem o tanque de um Boeing 737, ele se viu com 1,8 mil libras no céu de Goiânia. Foi quando um tonneau (giro completo sobre o eixo da aeronave) e um parafuso (trajetória vertical descendente e em espiral), os únicos registrados até hoje no modelo, derrubaram o sequestrador. "Fiz as manobras porque o combustível do avião já havia acabado e o motor esquerdo parou primeiro. Resolvi brigar antes de morrer. As únicas chances que tinha seriam com manobras com o avião, pois eu estava amarrado no assento da cabine."
Mesmo com as acrobacias, o aviador garante que os passageiros não entraram em pânico. "Os passageiros foram espetaculares, não me deram nenhum problema." Com Nonato desorientado, Murilo pôde aterrissar em segurança no aeroporto internacional Santa Genoveva, na capital goiana. A negociação no solo se estendeu até o início da noite, quando Nonato tentou descer do Boeing utilizando Murilo como escudo e foi baleado por policiais federais, morrendo três dias depois. A última bala disparada pelo tratorista desempregado atingiu a coxa de Murilo.
Embora não tenha percebido reconhecimento do principal alvo do atentado, Murilo diz que outras vidas salvas não lhe negaram homenagens. "Durante algum tempo, os passageiros alemães mantiveram contato e faziam festa todos os anos no dia 29 de setembro, mas, com o passar do tempo, alguns morreram e a animação foi acabando."
O comandante não se permite entusiasmo ao falar das medalhas do Mérito Santos-Dumont e da Ordem do Mérito Aeronáutico com que foi condecorado. "As mesmas medalhas foram dadas à esposa do ex-presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva), ao, na época, ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, e a muitos outros em quem não vejo mérito algum para as mesmas."
Depois de lecionar na Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Universidade do Tuiuti, no Paraná, o comandante Murilo voltou a ser piloto. Os 44 anos de profissão, que somam 25 mil horas de voo, diz ele, "não deixam espaço para medo, mesmo porque a aviação é muito segura".
De acordo com ele, a segurança aeroviária melhora "a cada dia, porém a passos curtos, que não acompanham o crescimento acelerado da aviação. A aviação precisa de um grande e rápido investimento, mais pistas, mais equipamentos eletrônicos de auxílio, mais treinamento para os controladores".
A preocupação aumenta com a iminência de eventos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Segundo Murilo, os eventos "trazem riscos muito grandes, com o aumento do fluxo e com a falta de equipamentos mais modernos para o controle de tráfego, assim como a falta de mais pistas para pouso e espaço físico para embarque e desembarque de passageiros e para o estacionamento de aeronaves".
Entrevistado por diversos veículos de comunicação logo após o atentado de 11 de setembro de 2001 nas Torres Gêmeas e no Pentágono, Murilo viu o ato terrorista de Curitiba, quando ainda ministrava aulas na faculdade, 13 anos depois de garantir a continuidade de cerca de 100 vidas sob a sua responsabilidade e de outras tantas que, inabaladas, não fizeram questão de executar a simples manobra do agradecimento.
Fonte:  Portal Terra
COMENTO:  transcrevo mensagem que me foi repassada. O autor teve participação direta no fato.
"..é (...), eu estava lá....
Naquela época, 1988, major recém-promovido, eu servia no Comando de Defesa Aérea, organização da FAB subordinada ao Comando Geral do Ar, responsável pela defesa e pelo controle aeroespacial no Brasil. Eu fazia parte do estado-maior do Comando, exercendo as funções inerentes ao A5, o oficial responsável pelo planejamento orçamentário.

Numa certa manhã, me lembro que já caminhávamos para o final do ano (aí no e-mail fala em 29 de setembro), houve um alerta geral. O comandante mandou reunir os oficiais na sala de controle onde funcionavam duas grandes telas de radar, diretamente ligadas ao sistema de controle de tráfego aéreo, e de onde era possível visualizar o que acontecia no espaço aéreo brasileiro coberto pelo sistema.
Chegando lá fomos informados que o piloto de um avião da VASP havia acionado o sinal de alerta de sequestro. Explico: em todas as aeronaves comerciais existia no painel do avião um botão que ao ser acionado emitia via rádio, para a torre de controle, um alerta dando conta de que a aeronave estaria sendo sequestrada. Em tais caso a torre procurava se comunicar com o piloto e este respondia de maneira pré-programada, com alguma palavra chave, se não pudesse falar abertamente, confirmando. Foi isso o que aconteceu naquele dia (eu não sei se ainda funciona assim).
Ali reunidos víamos claramente o sinal correspondente à aeronave piscando na tela. O avião havia se desviado da sua rota original e se dirigia para Brasília. Naquele momento não sabíamos com certeza se o avião estava sendo conduzido pelo piloto ou por um sequestrador; se era apenas uma pessoa armada ou mais de uma; se havia gente ferida ou morta; etc. Sabíamos apenas que o avião estava vindo para Brasília e que um sequestro estava em andamento.
Em tal situação foi acionado o esquema de segurança para tais casos. O comandante do Comando de Defesa Aérea se reportou ao Comandante Geral do Ar e este, por sua vez, ao próprio Ministro da Aeronáutica. Paralelamente outras providências forma tomadas, entre elas: acionar a segurança em terra nos aeroportos de Goiânia e Brasília e na Base Aérea de Anápolis, para o caso do avião pousar em uma das pistas; e deixar em alerta, pronto para decolar, um caça armado com mísseis, caso se chegasse ao extremo de se ter que derrubar a aeronave para evitar danos maiores em terra. Esta última providência é padrão no mundo ocidental, desde que bombas em aeronaves e sequestros viraram armas de terrorismo, o que, naquela época, embora a onda maior tivesse passado, ainda estava na moda.
Tudo pronto ficamos ali, tensos, ouvindo as comunicações e observando o desenrolar dos acontecimentos. Quando o avião chegou na vertical de Goiânia/Anápolis, repentinamente fez uma curva de 180° como se fosse voltar. O radar indicou perda súbita de altitude e, logo depois, o sinal simplesmente sumiu da tela. Nós não sabíamos o que havia acontecido, se bem que o sumiço do sinal quase sempre significa queda da aeronave. Logo depois o sinal voltou a aparecer e a seguir veio a comunicação da torre de Goiânia avisando que a aeronave pousara. O avião foi rapidamente cercado pela polícia, houve confusão, aconteceram negociações e, no final, tiros e a morte do sequestrador ferido, três dias depois. Posteriormente soubemos que o piloto conseguira numa manobra magistral, coisa de "expert", perder altitude e, fazendo as manobras de aproximação de uma maneira menos convencional, praticamente jogar o avião na pista, num pouso arriscado. Num jargão aeronáutico ele não pousara, ele "chegara". Tudo muito bom, tudo muito bem, mas aí....
Aí veio o inferno. Parte da imprensa, certas "otoridades", a esquerda e os ativistas dos direitos humanos, caíram de pau na Aeronáutica e no governo em geral por conta da morte do sequestrador. Como as forças de segurança haviam matado o coitado, desempregado, desesperado, vítima da sociedade e das diferenças sociais, depois de se render, etc., etc. etc.? Quanta truculência!! Covardia!!! Maldade!! Aquilo era uma volta aos métodos da ditadura!! Queremos explicações!! Queremos cabeças rolando! ISSO EM 1988!!
Em contrapartida, esses mesmos bostas que faziam tais cobranças não queriam saber que o "coitadinho", "fdp" maluco ou não, vítima da sociedade ou não, matara o co-piloto do avião, ferira um comissário e pretendera matar os mais de cem passageiros a bordo e tantos quanto fossem em terra. E o piloto que salvara todas aquelas vidas?? Ahhh, não daria IBOPE pois não fizera mais do que a obrigação dele. Para a malta vociferante louca para aparecer era o típico herói que não interessava. Para eles as pessoas que quase morreram e o risco de uma tragédia sem precedentes não contavam. O que importava é que o sequestrador, um guerreiro revoltado que certamente lutava por igualdade social, havia sido brutalmente assassinado pela guarda pretoriana das forças imperialistas, etc.
Quanto ao então presidente e hoje senador, que nem deve se lembrar de tais acontecimentos, eu não posso afirmar mas acho que nada aconteceria com ele caso o maluco revoltado conseguisse o seu intento, pois provavelmente alertado pelo Min Aeronáutica ele deve ter se "pirulitado" para bem longe do Palácio do Planalto, se é que ele lá estava fazendo algo de útil.
Graças a Deus na época o PT ainda não existia, as nossas leis não eram o que são hoje e a nossa justiça não era tão estranha. Se fosse hoje em dia, certamente o piloto seria execrado, autoridades da Aeronáutica seriam crucificadas e o sequestrador, que certamente não morreria pois seria tratado com todo o carinho e atenção para compensar o fato de ter nascido pobre, receberia pedidos oficiais de perdão e seria indenizado por pretensa perseguição política exercida pelos milicos, durante os anos de chumbo, contra um seu tio-avô que, por não ter documentos, fora preso bebendo num boteco.
O resto é o que está no e-mail. O Comandante Murilo, que merecia e merecerá pelo resto da vida mil condecorações e congratulações, foi condecorado pela Aeronáutica com as mesmas medalhas que, anos e anos depois, iriam enfeitar os peitos de certas figuras inúteis da nossa república pasargadensis, que até hoje só salvaram os próprios interesses e os respectivos bolsos.
Isso aí. Abraços.
   (A)"
Eis aí um excelente retrato de nossa "grande imprensa", aliada e alimentada pelos canalhas ocupantes do "pudê", via verbas publicitárias, e idiotizada por inúmeros patifes travestidos de humanitários, que, desde há muito tempo vem conseguindo inverter os valores morais da população (esse povinho de merda não pode ser adjetivado como sociedade) brasileira.
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pela Legítima Defesa

RS é o estado que mais arrecada armas no País
Em relação ao número de habitantes, o Rio Grande do Sul é o estado onde mais armas (2.641) vêm sendo entregues na Campanha Nacional do Desarmamento 2011 Tire uma Arma do Futuro do Brasil. Em números absolutos, está atrás apenas de São Paulo (5.349). Os dados do Ministério da Justiça indicam, ainda, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais compondo a lista de unidades da Federação com maior quantidade de entrega, em terceiro, quarto e quinto lugares respectivamente.
"Este é o resultado de uma releitura que está sendo feita pelos gaúchos, que estão compreendendo que possuir uma arma não significa segurança. Ao contrário, pode gerar uma insegurança ainda maior", segundo a opinião do adjunto da Secretaria da Segurança Pública (SSP), Juarez Pinheiro. Na ótica dele, o desarmamento teria influência na redução da criminalidade. Pinheiro apontou que, em números relativos, o Rio Grande do Sul fica em primeiro lugar em arrecadação.
O resultado verificado no Estado, na avaliação de Pinheiro, deriva de um esforço da SSP, coordenado pela equipe do Departamento de Gestão Estratégica Operacional (DGEO), envolvendo o trabalho da Brigada Militar e da Polícia Civil, em conjunto com as polícias Federal e Rodoviária Federal, totalizando 229 postos de recolhimento no RS.
Dados da Campanha Nacional
Nos quatro primeiros meses da campanha, entre 06 de maio e 09 de setembro, desenvolvida pelo Ministério da Justiça com o apoio dos estados, foram recolhidas 22,2 mil armas. De acordo com o Ministério, o número supera em mais de 20 vezes o total recebido de janeiro a abril deste ano.
Os revólveres são quase a metade das entregas, com 10.828. Somados com 1.862 pistolas e outras armas, o total do grupo pequeno porte ficou em 18.489. Outra medida dos resultados alcançados na mobilização é a entrega das armas de grande porte — o balanço da campanha contabiliza 3.734, sendo 2.562 espingardas e 716 carabinas, entre outras.
Opinião contrária
Apesar da campanha do governo federal, existem muitas opiniões contrárias aos resultados da mesma. O juiz Henrique Baltazar Villar dos Santos, de Natal (RN), por exemplo, é de opinião de que não se deve entregar as armas. No Twitter, ele tem difundido seus argumentos. “Desarmar o cidadão não é solução: Os países que proibiram a venda de armas tiveram aumento da criminalidade e da crueldade dos bandidos”. E complementa: “Não aconselho ninguém a dar armas para o governo. Aconselho a legalizá-las e guardar em casa e aprender como usar se realmente necessário”. O juiz também critica a falência de alguns órgãos que deveriam combater os crimes.
Fonte:  Jornal Agora
COMENTO:  o desgoverno petista continua pensando que pode enganar a todos por todo o tempo. Usa fatos e argumentos ardilosamente para convencer os cidadãos a se desarmarem. Quando querem falar mal de quem possui armas, falam em milhões de armas, mas quando querem elogiar sua campanha falida de expropriação de armas, duas dezenas de armas (muitas delas velhas e inoperantes ou de fabricação caseira) são mostradas como exemplo de sucesso. E ainda há quem acredite nesses calhordas (e jornais que se prestam a reverberar esse tipo de bobagem, trocando sua credibilidade por algumas migalhas de "verbas de publicidade").

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Petista Feiosa Tenta Censurar Modelo Bonita

por Janer Cristaldo
Não tenho maior apreço por Gisele Bundchen. Nada pessoal. É que não tenho apreço algum pelas celebridades construídas pela mídia. Sem querer bancar a raposa ante as uvas: se a encontrasse em um bordel, seria a última das mulheres que eu pensaria fretar. Não que ela seja feia, nada disso. Mas é de uma beleza insípida, hollywoodesca, sem sal. Pessoalmente, prefiro mais tempero. 
Dito isto, a moça está sendo alvo de uma sórdida campanha desfechada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) da Presidência da República, que enviou, na terça-feira passada, um ofício ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) pedindo a suspensão de uma campanha da fabricante de roupas íntimas Hope, estrelada pela modelo.
Os vídeos da campanha, chamada “Hope Ensina”, mostram a Bundchen contando ao marido que bateu seu carro e estourou o limite do cartão de crédito. Primeiro, Gisele revela os problemas vestida com roupa e, na sequência, apenas de lingerie. A propaganda diz que a primeira maneira é errada e, a segunda, a correta. E incentiva as brasileiras a usar seu charme.
Segundo a SPM, a campanha da empresa ensina como a sensualidade pode deixar qualquer homem derretido. Nela, a modelo Gisele Bundchen estimula as mulheres brasileiras a fazerem uso do corpo e insinuações “para amenizar possíveis reações de seus companheiros frente a incidentes do cotidiano”.
E daí? Qual mulher não usa suas armas para passar bem? Segundo a ministra Iriny Lopes, que pediu a suspensão da propaganda, há queixas de que a campanha da Hope reforça o estereótipo da mulher como objeto sexual e ignora as conquistas da sociedade contra o sexismo (discriminação baseada no sexo). Por isso, o comercial da Hope estaria infringindo os artigos 1° e 5° da Constituição Federal que tratam da dignidade da pessoa humana e da igualdade perante a lei, respectivamente.
Ou seja, voltamos aos meados do século passado, quando as feministas — inspiradas em Simone de Beauvoir — lançaram a ideia estúpida de objeto sexual. Curioso observar que só a mulher é objeto sexual. O homem, nunca.
Ora, sexo é um valor, moeda que sempre teve alta cotação ao longo da história. Por que as mulheres não podem utilizá-la? Há um ranço católico tardio, empunhado pelas feiosas, nessa investida da SPM. Se o leitor procurar uma foto da ministra Iriny, forçosamente há de concordar comigo. A moça  estou usando de um eufemismo  está no PT desde 1984 e pertence à ala mais radical do partido, simpática ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), aquela quadrilha de narcotraficantes que se pretendem guerrilheiros. Nada sei da ministra, mas é bastante provável que tenha um passado igrejeiro. Feia ela é. Só falta ser católica.
Só o que faltava, neste país em que a sensualidade feminina é usada até para vender pneus e parafusos, proibir que uma modelo use seus atributos para seduzir o marido, em uma peça publicitária. A história é antiga e se repete. Ano passado, o anúncio de lançamento da cerveja Devassa Bem Loura, estrelada por Paris Hilton, caiu na mira do Conar, que abriu quatro processos contra a campanha do Grupo Schincariol, criada pela agência paulista Mood. 
Três dos quatro processos diziam respeito ao suposto excesso de apelo sexual contido na propaganda veiculada na TV e no site da marca. A primeira denúncia foi de um consumidor, que reclamou da abordagem sexualizada das peças. A segunda reclamação era proveniente da famigerada Secretaria de Políticas para Mulheres, que alegou que a propaganda tinha conteúdo sexista. O terceiro processo foi aberto a pedido da Cervejaria Petrópolis, concorrente do Grupo Schincariol, que produz as cervejas Itaipava e Petra, entre outras. A fábrica concorrente também alegou que o conteúdo da campanha é muito sensual. 
Pecado. Anátema seja! O anúncio, exibido na TV durante o carnaval passado, mostrava a modelo norte-americana dançando e fazendo poses dentro de um apartamento. Vestida com um vestido preto, Paris Hilton pega uma lata da cerveja da geladeira e passa a lata por seu corpo, enquanto é observada por admiradores que estão na praia e fotografada por um homem, aparentemente seu vizinho. O Conar considerou que o comercial fazia apelo sexual e o removeu do ar.
Sou totalmente refratário ao mundo da publicidade. Abomino toda e qualquer propaganda. Tenho um olhar seletivo. Um jornal pode anunciar um produto qualquer em página inteira e eu não o enxergo. Aconteceu há alguns anos. Eu lia um jornal em um café e fui abordado por uma marqueteira. Queria saber se eu havia visto algum anúncio das casas Bahia. Respondi que não. Ela pegou o jornal e mostrou-me. Havia seis anúncios das tais de casas, de página inteira e de meia página. Eu não havia visto nenhum.
Posso ser refratário à publicidade, mas sei muito bem em que mundo vivo. Vivo no Ocidente capitalista, cuja mola é a publicidade. Em minhas andanças, encontrei não poucos publicitários que se pretendiam de esquerda. Não fecha. Capitalismo nada tem a ver com esquerdas. Publicidade tem de apelar ao que promete prazer aos consumidores. Sexo ainda é, desde o início dos tempos, o mais poderoso fator de prazer. Ou a humanidade não se perpetuaria. 
Só uma petista feia para censurar uma modelo bonita em uma propaganda de lingerie. Claro que a sensualidade deixa qualquer homem derretido. Se a Bundchen fosse feia como ela, certamente a ministra não estaria falando em objetos sexuais.
Fonte:  Janer Cristaldo
COMENTO:  não vou concordar plenamente com o ator do texto. Quanto à sua opinião sobre a Ministra, para não ser "politicamente incorreto", eu diria que ela não é feia, ela simplesmente não está em conformidade com os padrões de satisfação visuais masculinos. Quanto à propaganda em si, também discordo. Temos no Brasil muitas propagandas que são melhores de assistir do que a programação a que patrocinam. Me parece até que por trás desses "movimentos censuratorios" pode ter corrido algum "jabá" a fim de chamar a atenção do distinto público.  A "censura" já alavancou tanta porcaria "neçepaíz" que "conhecendo os bois com que lavro", como costuma escrever o Janer, isso não me espantaria nem um pouco.
Acrescento, ainda, parte do texto do blogueiro Aluizio Amorim sobre o mesmo assunto: "A mesma Gisele Bündchen há alguns meses protagoniza uma hilária campanha para a TV paga Sky, onde aparece esfregando chão e limpando janelas, linda e submissa a um marido que não larga o controle remoto. Em uma das peças, ele a manda pegar cerveja. Em vez de um “por favor”, ele a chama de “gostosa”. Ninguém reclamou. "

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Dominado por Bandidos

por Márcio Accioly
Não faz nem um mês, o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), declarou, por conta da atual greve de professores que exigem melhoria salarial em seu estado, que Quem quer dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário. Se quer ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado. Bem sintomático!
No dia 1º de maio de 2008, depois de estourar escândalo em uma das muitas viagens do chefe do Executivo cearense à Europa (em jatinho pago com dinheiro do contribuinte), toda a mídia nacional veiculou absurdos praticados por sua excelência. O jornal O Estado do Paraná apontou, em editorial, a prática nefasta de ilegalidades:
“O governador do Ceará, Cid Gomes, filiado ao PSB como seu irmão e provável candidato à Presidência da República Ciro Gomes, gosta de viajar pelo Brasil e pelo mundo em jatinhos alugados, levando consigo secretários de Estado, outros auxiliares e também suas esposas. Na viagem que fez à Europa, durante o carnaval, levou também a sogra.”
No Ceará, Estado que propicia o “dolce far niente” da mais alta autoridade local, os professores estão agora apanhando da polícia por não quererem dar aula por gosto e exigirem remuneração digna que lhes permita pagar as contas pessoais e cuidarem de suas famílias. Dinheiro existe, o problema é que as “autoridades” carregam tudo.
O Estado brasileiro caminha para catástrofe! Qualquer dia a insatisfação deverá explodir nas ruas. Mesmo com um povo tão manipulado (de forma nenhuma poderá se chamar de “dócil” uma sociedade que assassina cerca de cem mil pessoas por ano), manietado por novelas, pornografia e futebol, a coisa toda tem limite.
E o limite será aquele promovido pelo colapso econômico. Quando faltar comida para a maioria, o pau vai quebrar, ora se vai! Mesmo dentro de estrutura administrativa dominada por larápios e assaltantes dos cofres públicos que carregam tudo de forma escancarada. Quem denuncia corre o risco de amanhecer com a boca cheia de formigas.
A desmoralização atravessa todos os poderes. Recentemente, a juíza Patrícia Acioli foi assassinada no Rio de Janeiro e o ex-comandante de Batalhão da PM foi preso, acusado de mandante do crime. A juíza foi eliminada por PMs que se encontram presos, flagrados por câmeras em investigação detalhada.
A Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, está sendo açoitada pelo fato de ter dito o que todos sabem e comentam, depois da prisão e afastamento de alguns juízes, entre eles o Nicolau dos Santos Neto, Lalau, e Paulo Medina, este último afastado compulsoriamente com salário integral.
Mas o pior de tudo mesmo, na semana que passou, foi saber que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, juntamente com a mãe, Ana Arraes, “já pagaram cerca de R$ 300 mil em verbas públicas a uma locadora de automóveis de uma filiada ao PSB”. Sem contar o dinheiro pago pela representação do Estado em Brasília.
Ana Arraes foi eleita para o TCU  Tribunal de Contas da União , para cuidar de quê? Do dinheiro público! Além de filiada ao partido do governador e de sua mãe, a dona da locadora é filha de um ex-motorista do falecido pai da deputada, Miguel Arraes. A locadora não dispõe de site na internet, telefone para contatos nem veículos.
O mais impressionante de tudo é que no cabeçalho das mensagens enviadas pelo fax da locadora aparece o nome “Eduardo Campos”. Em qualquer país com um mínimo de vergonha, que tivesse um povo, em vez dessa massa amorfa manipulada, o governador seria afastado e a indicação de Ana Arraes para o TCU seria anulada.
Mas como nada disso vai acontecer, a nova eleita irá cuidar do dinheiro público. O que se sabe é que um dia, tudo isso irá acabar muito mal. Não resta dúvida.
Márcio Accioly é Jornalista.
Fonte:  Alerta Total
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Resposta Rápida

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Não gosto muito da forma como o atual Presidente Colombiano vem conduzindo sua diplomacia para com a esquerdalha latino americana. Preferia o estilo de Álvaro Uribe.
Por outro lado, quem já teve algum contato com o DAS (Departamento Administrativo de Segurança), "serviço secreto" da Colômbia, sabe a excelência do seu trabalho, muitas vezes manchado por conta de politicagens de alguns chefes. O pessoal do DAS é de uma qualificação e entusiasmo invejáveis, o que, somado à tecnologia disponível (fornecida pelos norte americanos e por laboratórios colombianos, para testes) e ao exercício de sua atividade em um teatro de guerra interna, o qualifica como um dos melhores, senão o melhor Serviço de Inteligência abaixo do equador americano.
Assim, o Presidente Colombiano pode ser adjetivado do que se quiser, menos de mal informado.
No programa Custe o Que Custar (CQC) de 29 Set 11, o repórter executava seu trabalho durante a abertura dos trabalhos da Assembleia Geral da ONU no corrente ano. Com seu estilo humorístico peculiar, o repórter experimentou uma pergunta "difícil" para Juan Manuel Santos, parece que não esperava a resposta que obteve. Observe no vídeo, após o tempo 0:16 / 0:51
Se preferir, veja o vídeo original (completo) em:   CQC/Band.
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domingo, 2 de outubro de 2011

Norueguesa Analfabeta é Entrevistada pela Folha

por Janer Cristaldo
Há muita desinformação nos jornais sobre o mundo árabe. O que talvez explique essas bobagens que jornalistas andam escrevendo sobre a tal de primavera árabe. Por exemplo: em 2002, o terror palestino conseguiu inovar. Surge, naquele ano, uma nova palavra na mídia, mulher-bomba. Três meninas se explodiram, uma com 28 anos, outra com 21 e a terceira com 18. A mais velha nem havia chegado à metade da vida. Claro que não faltou, na época, uma feminista tardia e de poucas luzes, suficientemente irresponsável para louvar a nova conquista de seu sexo.
A sale besogne coube a Marilene Felinto, da Folha de São Paulo. Eterna defensora das piores bandeiras que o engenho humano concebe, a colunista considerou que é pelo suicídio que as muçulmanas se igualam aos homens. As mulheres-bombas muçulmanas são a glorificação do suicídio pelo estoicismo, pelo auto-sacrifício — elas agem no intuito de que a justa defesa do bem público prevaleça sobre o direito do agressor ao corpo e à vida”.
Ora, no mundo muçulmano, nem pelo suicídio a mulher se iguala ao homem. A jornalista, que acabou sendo ejetada do jornal, demonstrou desconhecer a história de ontem. Para o sacrifício, até mulher serve. Aconteceu na guerra da Argélia. Na hora de carregar bombas para matar franceses, a mulher teve um papel a desempenhar. Finda a guerra, voltou para a cozinha fazer cuscuz. Logo depois, se não usasse véu, corria o risco de ter o rosto desfigurado para sempre com ácido. Como as afegãs. Enquanto serviam como execração dos talibã, exibiam seus belos dentes. Derrotados os talibã, voltaram a esconder o rosto na burca. 
Fanatismo e ignorância andam sempre de mãos dadas. A insipiência da jornalista era tamanha, a ponto de falar em “quilos de dinamite que carregam por baixo das sete saias do xador (sic!)”. Ora, o chador é usado pelas iranianas. Consiste em uma capa que esconde todo o corpo e deixa o rosto descoberto. Foi proibido temporariamente pelo xá Reza Palhevi e nada tem a ver com palestinas. E muito menos com árabes.
Diga-se de passagem, o dicionário Houaiss dá uma definição errada de chador: “traje feminino usado em alguns países muçulmanos, especialmente no Irã, que cobre todo o corpo, à exceção dos olhos”. Dois erros. Primeiro, não é que seja usado especialmente no Irã. É usado só no Irã. Segundo, não deixa apenas os olhos a mostra, mas todo o rosto.
Na época, vi um documentário sobre o Afeganistão no National Geographic Channel. Mostrava mulheres de burca — véu que mais parece uma gaiola, com uma espécie de grade cobrindo o rosto — e a todo momento a locução falava em chador. A televisão é poderosa. Quem não sabe o que é burca, acaba achando que as afegãs usam chador. Que uma pessoa sem maiores luzes confunda burca com chador, entende-se. Que um canal de televisão difunda este erro é mais grave. Todo analfabeto passa a afirmar, de boca cheia, que as afegãs usam chador. Televisão é cultura.
Em meus dias de Folha de São Paulo, recebi uma matéria do correspondente do jornal em Paris. Ele falava do Instituto de Cultura Árabe, “que reúne países como Egito, Tunísia, Argélia, Irã ...” Eu o atalhei:
 Calma, companheiro. Irã não é árabe.
 Como que não é árabe?
 Irã é persa.
Perplexidade do outro lado da linha. O arguto correspondente internacional da Folha não sabia o que era persa.
Em meio a isso, tenho uma amiga que me recomendou o best-seller O Livreiro de Cabul, da jornalista e escritora norueguesa Asne Seierstad, sabatinada ontem pela Folha, no auditório do jornal no shopping Higienópolis, aqui ao lado de casa. Claro que não fui lá. Em primeiro lugar não leio best-sellers. Em segundo, jamais perderia meu tempo ouvindo um autor de best-sellers.
Mas li trechos da alocução da moça na Folha. Asne falou sobre sua experiência de 18 anos cobrindo conflitos internacionais e também comentou os ataques terroristas, que deixaram 77 mortos em seu país. Falando sobre a “invasão ocidental”, afirma:
Sou radicalmente contra a invasão estrangeira. A maior parte dos afegãos vê isso como uma ocupação e seus atos denotam essa preocupação. Temos de pensar em outras formas de lidar com os conflitos no mundo árabe.
Vá lá! Pode-se até dar um desconto. Vai ver que a jornalista falava do Afeganistão e depois ajuntou o mundo árabe a seu discurso. Ocorre que ela reincide:
A burca se tornou um símbolo do quanto as mulheres afegãs são oprimidas e essa questão vai muito além do vestuário. No mundo todo, as mulheres nunca tiveram nada de graça. Cabe ao mundo ocidental ensinar as mulheres árabes a conquistarem poder.
Ora, Afeganistão nada tem a ver com mundo árabe. E burca muito menos. Curiosamente, o encontro teve mediação de Paulo Werneck, editor do caderno Ilustríssima. Também participaram o repórter de Mundo Samy Adghirni; a professora de história e cultura árabe da USP Arlene Clemesha e o editor de Internacional do UOL Notícias, Edilson Saçashima. Nenhum destes especialistas fez qualquer objeção a esta solene besteira proferida pela jornalista norueguesa.
Como jornalista, meu objetivo é reportar o que eu vejo. Mas acho que somos reflexo da nossa criação. Cresci nos anos 70, sou filha de pais liberais e de mãe feminista. Nas minhas reportagens, muito embora eu seja objetiva, acredito que seja possível enxergar o meu ponto de vista nas entrelinhas.
E bota objetividade nisto. A moça, que já escreveu um livro sobre Cabul, sem saber que o Afeganistão não é árabe, pretende agora escrever um outro sobre a Líbia. Depois que a imprensa internacional descobriu — ó perspicácia! — que Kadafi era um ditador, Kadafi se tornou rentável. 
O livro será certamente mais um best-seller.
Fonte:  Janer Cristaldo

As Fotos Explicam Por Si

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Em 31 de outubro de 2007, uma menina com 15 anos, 1m50 de altura e 38 quilos foi presa por tentativa de furto numa casa de Abaetetuba, cidade paraense a quase 100 quilômetros de Belém. Durante o interrogatório, declarou a idade à delegada de plantão Flávia Verônica Monteiro Teixeira. Por achar o detalhe irrelevante, a doutora determinou que fosse trancafiada na única cela do lugar, ocupada por homens. Já naquela noite, e pelas 25 seguintes, o bando de machos se serviu da única fêmea disponível.
Depois de 10 dias de cativeiro, a garota foi levada à sala da juíza Clarice de Andrade. Também informada de que a prisioneira tinha 15 anos, a segunda doutora da história resolveu devolvê-la à cela. A descoberta do monumento ao absurdo não reduziu a força do corporativismo criminoso: por decisão do Tribunal de Justiça do Pará, ficou estabelecido que o comportamento da juíza Clarice não merecia qualquer reparo. Meses mais tarde, a magistrada foi punida com a aposentadoria compulsória pelo Conselho Nacional de Justiça.
A Secretaria de Políticas para as Mulheres, uma inutilidade inventada pelo governo Lula, não deu um pio sobre o caso.
O pesadelo ocorrido em 2007 foi reprisado há três semanas na colônia penal agrícola Heleno Fragoso, que abriga 320 condenados em Santa Isabel do Pará, a 70 quilômetros de Belém. Desta vez, de novo com a conivência de funcionários da instituição, uma brasileira de 14 anos ficou quatro dias em poder de cinco presos. “Eu e outras duas meninas que ficaram lá também”, informou a garota em 19 de setembro. “Lá dentro eles obrigaram a gente a usar droga e a beber. Eles esqueceram a porta aberta, porque lá eles deixam a porta trancada. Foi quando consegui fugir”.
A Secretaria de Políticas para as Mulheres, uma inutilidade mantida por Dilma Rousseff, não deu um pio sobre o caso.
Não se sabe qual é a posição que meninas violentadas em cadeias ocupam no ranking de prioridades de Iriny Lopes, ministra-chefe da secretaria.
O que o país acaba de descobrir é que a lista é encabeçada pelas peças publicitárias da Hope Lingeries protagonizadas por Gisele Bündchen. Lançada no dia 20, a campanha mostra qual é a melhor maneira de transmitir más notícias ao marido. No vídeo abaixo, por exemplo, Gisele primeiro conta que bateu o carro usando trajes pouco sedutores. Esse é o método errado. Em seguida, ela repete a notícia semi vestida com uma lingerie da Hope. É muito mais sensual. E é esse o jeito certo. “Você é brasileira, use seu charme”, ouve-se dizer uma voz masculina. Confira:
No terceiro dia da campanha, movida por “diversas manifestações de indignação contra a peça”, Iriny contra-atacou com dois ofícios. Num, comunicou ao empresário Sylvio Korytowski, diretor da Hope, seu “repúdio” ao desempenho da top model. Noutro, pediu ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, o Conar, que o comercial fosse suspenso. Como a subserviência e a pressa andam de mãos dadas, já nesta quinta-feira o Conar abriu processo contra Gisele de calcinha e sutiã. Atendeu a queixas formuladas por 15 espectadores. Isso mesmo: quinze.
Quinze mais Iriny: A propaganda promove o reforço do estereótipo equivocado da mulher como objeto sexual de seu marido e ignora os grande avanços que temos alcançado para desconstruir práticas e pensamentos sexistas”, declama a ministra. “Também reforça a discriminação contra a mulher, o que infringe a Constituição Federal”. Os avanços passam ao largo de cadeias em delegacias e presídios no campo. E o governo só consegue enxergar discriminação num comercial de alguns segundos na TV.
A exemplo dos colegas de primeiro escalão, Iriny não assina sequer um cartão de Natal sem a autorização de Dilma Rousseff. (Embora não consiga lidar com mais de um assunto por vez, o neurônio solitário faz questão de ser consultado até sobre o cardápio das recepções no Itamaraty). É claro que a ofensiva de Iriny foi combinada com quem, depois de se tornar a primeira mulher a abrir uma assembleia da ONU, virou doutora em questões femininas.
O Brasil anda infestado por tumores que crescem sob o olhar complacente do governo. Exploradores da prostituição infantil, pedófilos impunes, pais que violentam filhos e outras obscenidades vão transformando o país num viveiro de crianças traídas. Com tantas meninas estupradas por aí, Iriny cismou com Gisele Bundchen. Eis um caso que foto explica.
COMENTO:  Num país, onde a televisão e as salas de cinema, revistas, jornais, mídia em geral, estão cheios de publicidade de cervejas, onde aparecem 'gostosas' aos montes, (Juliana Paes que o diga) ninguém se manifestou contra. Porque será agora, essa hipocrisia num comercial até bem humorado, onde Gisele aparece? Será por ser ela. Ou é a dor de cotovelo e o despeito que movem as línguas ferinas, que estão sempre prontas a protestar, quando aparece uma brechinha, uma pequenina chance para isso que seja? (na realidade o comentário me foi repassado pelo "web-colega"  S. MASSA)
ATUALIZANDO: 
Hoje o Julio Ribeiro escreve:
Gisele pode encerar chão e lavar louça
Algumas coisas no Brasil são muito difíceis de entender. Outras beiram ao ridículo, como essa iniciativa da Secretaria de Políticas para Mulheres, do governo federal, de pedir ao CONAR a suspensão de comerciais da Hope, estrelados pela modelo Gisele Bündchen.
É ridículo, porque a propaganda brasileira está cheia de comerciais semelhantes, que brincam com as diferenças entre homens e mulheres, que usam a “guerra de sexos” como mote ou que simplesmente usam homens e mulheres em papéis “desvantajosos” e nunca se viu uma mobilização oficial semelhante.
A própria Gisele faz o papel de uma dedicada dona de casa num comercial da Sky e não se ouviu nada a respeito. Quer dizer, lavar louça, encerar a casa pode, o que não pode é a mulher usar a sua sensualidade para agradar ao marido?!!
Outra, marido pode fazer papel de babaca, de corno e idiota, como em vários comerciais dos quais já comentamos nesse espaço? Aí não é sexismo?
Ora, por favor, que a Ministra Iriny Lopes vá gastar seu tempo e a estrutura de sua Secretaria em coisas mais úteis. Não precisa tutelar o telespectador. Ele já descobriu o controle remoto!
Fonte:  Blog do Prévidi
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sábado, 1 de outubro de 2011

Terrorista Anistiado que Assassinou Sargento pelas Costas Recebe Indenização da Caravana da Patifaria, ops, Anistia.

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A Caravana da Anistia, que julgou sete casos nesta sexta-feira (30), concedeu reparação financeira a seis anistiados. Rosa Maria Barros dos Santos, José Moreira de Lemos Neto, João Francisco da Silva, Manuel Silva Teodósio Neto, Rubem Alves Rodrigues e Nobel Vita foram beneficiados com indenizações.
A Caravana da Anistia surgiu para que os julgamentos sejam feitos onde ocorreram as perseguições. Por esse motivo que a médica Rosa Maria veio de São Paulo lugar que escolheu para morar, quando fugiu do Recife. "Hoje eu espero que a gente faça um resgate importante da história, que a gente consiga fazer justiça e que a gente consiga trazer para as famílias um senso de justiça social”, declarou.
Rosa Maria recebeu declaração de anistiada e reparação econômica de 270 salários mínimos (R$ 147.150,00), respeitado o teto de R$ 100 mil.
Quem também aguardou ansioso o resultado foi o juiz do Tribunal Regional do Trabalho, Theodomiro Romeiro dos Santos, que chegou a ser condenado à morte pela Justiça Militar. O juiz explicou o que esse julgamento significa para ele: “Reconhecimento pelo Estado brasileiro de que (a) luta que os opositores travaram contra a ditadura militar foi uma luta justa e necessária para o estabelecimento da democracia no País”.
"Em 27-10-1970, Getúlio de Oliveira Cabral (Gogó), Theodomiro Romeiro dos Santos (Marcos) e Paulo Pontes da Silva, do PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário), "cobriam um ponto" na Avenida Vasco da Gama em Salvador quando, de um jipe, desceram quatro agentes que lhes deram voz de prisão. Getúlio conseguiu fugir, sendo perseguido por um dos agentes, trocando tiros.
Theodomiro e Paulo foram presos, sendo colocados no banco traseiro do jipe. O pulso direito de Theodomiro foi algemado ao pulso esquerdo de Paulo. Na pressa de ajudar o outro agente, que se esquivava dos tiros de Getúlio, não revistaram a pasta de Theodomiro. Os três agentes subiram no veículo e conduziram-no por uns trinta metros, em direção aos tiros, para auxiliar na captura de Getúlio.
Nesse intervalo, Theodomiro retirou um revólver 38 da pasta que portava e, com a mão esquerda, atirou pelas costas no agente que saía do jipe. Morria ali, traiçoeiramente assassinado, o sargento da Aeronáutica Valder Xavier de Lima, deixando viúva e dois filhos menores. Ato contínuo, Theodomiro deu mais dois disparos, ferindo o agente da Polícia Federal Amilton Nonato Borges, sendo posteriormente dominado.
Theodomiro Romeiro dos Santos, 
vulgo Marcos, matou um sargento pelas costas
Pelo crime, Theodomiro foi condenado à morte, pena comutada para prisão perpétua, e posteriormente para oito anos de prisão. Em 17 setembro de 1979 fugiu da penitenciária da Bahia (fuga facilitada), sendo encaminhado para a Nunciatura Apostólica, em Brasília, onde pediu asilo político e obteve salvo-conduto para o exterior. Depois de passar alguns anos em Paris, Theodomiro regressou ao Brasil em setembro de 1985. Recebido como herói, declarou que iria filiar-se ao PT e que não se arrependia do ato que havia praticado. Atualmente, Theodomiro é juiz do Tribunal Regional do Trabalho em Recife, e foi presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho." (Pgs 278 e 279 do livro A Verdade Sufocada, a História Que a Esquerda Não Quer Que o Brasil Conheça, do Coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra).
Fonte: Globo.com
transcrito no Blog do Montedo
COMENTO: o Montedo já comentou e foi muito feliz em seu comentário: "Foi uma luta justa e necessária para o estabelecimento da democracia no país". De fato, a desfaçatez desses 'democratas' não tem limites. Claro, a não ser que alguém me prove que o glorioso Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, ao qual pertencia o valente, em algum momento lutou pela democracia.
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Vítimas do Terrorismo - Outubros

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Neste outubro de 2011, reverenciamos a todos os que, em outubros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país. 
Cabe-nos, hoje, lutar para que recebam isonomia no tratamento que os "arautos" dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.
A lembrança deles não nos motiva ao ódio e nem mesmo à contestação aos homens e agremiações alçados ao poder em decorrência de um processo político legítimo. Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não foram cidadãos de segunda classe, por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, derrotados na luta armada, exibem uma vitória bastarda, alimentada por um revanchismo odioso.
A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.

.12/10/68 - Charles Rodney Chandler - (Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP)
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro/68, um "Tribunal Revolucionário", composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Manéco) e Ladislau Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele "seria um agente da CIA". Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). O capitão Chandler quando retirava seu carro da garagem para seguir para a Faculdade, foi assassinado friamente com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua esposa Joan e seus 3 filhos.
O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).
Diógenes José de Carvalho Oliveira, também conhecido como Diógenes do PT, na década de 90 ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes. Diógenes foi o Presidente do Clube de Seguros da Cidadania de Porto Alegre, órgão encarregado de coletar fundos para o PT.
João Carlos Kfouri Quartin de Morais é, atualmente, Professor Titular de Filosofia e Ciências da UNICAMP e, Ladislau Dowbor é Professor Titular de Economia da PUC/SP e trabalha no Instituto de Economia da UNICAMP.
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.24/10/68 - Luiz Carlos Augusto - (civil - RJ)
Morto, com um tiro, durante uma passeata estudantil.
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.25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - (civil - RJ)
Morto, com 4 tiros de pistola Luger 9mm, durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ.
Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson) ambos integrantes da Organização Terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).


.04/10/69 - Euclides de Paiva Cerqueira - (Guarda particular - RJ)
Morto por terroristas durante assalto ao carro transportador de valores do Banco Irmãos Guimarães.
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.06/10/69 - Abelardo Rosa Lima - (Soldado PM - SP)
Metralhado por terroristas numa tentativa de assalto ao Mercado Peg-Pag.
Autores: Devanir José de Carvalho (Henrique), Walter Olivieri, Eduardo Leite (Bacuri), Mocide Bucherone e Ismael Andrade dos Santos, militantes das Organizações Terroristas: REDE (Resistência Democrática) e MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes).
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.07/10/69 - Romildo Ottenio - (Soldado PM - SP)
Morto quando tentava prender um terrorista.
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31/10/69 - Nilson José de Azevedo Lins - (Civil - PE)
Gerente da firma Cornélio de Souza e Silva, distribuidora da Souza Cruz, em Olinda. Foi assaltado e morto quando ia depositar no Banco o dinheiro da empresa (50 milhões de "cruzeiros novos").
Autores: Alberto Vinícius Melo do Nascimento, Rholine Sonde Cavalcante Silva, Carlos Alberto Soares e João Maurício de Andrade Baltar, militantes do PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário).

.27/10/70 - Walder Xavier de Lima - (Sargento da Aeronáutica - BA)
Morto quando, ao volante de uma viatura, conduzia terroristas presos, em Salvador.
O assassino, Theodomiro Romeiro dos Santos (Marcos) militante do PCBR o atingiu covardemente com um tiro na nuca. Atualmente, Theodomiro é Juiz do Tribunal Regional do Trabalho, em Recife/PE.
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.--/10/71 - Alberto da Silva Machado - (Civil - RJ)
Morto por terroristas durante assalto à Fábrica de Móveis Vogal Ltda, da qual era um dos proprietários.
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01/10/72 - Luiz Honório Correia - (Civil - RJ)
Morto por terroristas quando do assalto a Empresa de Ônibus Barão de Mauá.

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06/10/72 - Severino Fernandes da Silva e José Inocêncio Barreto - (Civis - PE)
Mortos por terroristas durante agitação no meio rural.
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Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro.

Fonte: Texto adaptado de: TERNUMA
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