sábado, 18 de julho de 2009

Brasil: Um Depósito de Lixo a Céu Aberto. E Viva o "Povo Brasileiro"!

Receita Federal descobre mais 25 contêneires com lixo no Porto de Santos
Do G1 - São Paulo,
 com informações da TV Tribuna de Santos
Carga chegou em novembro e estava abandonada em terminal. Ao todo, já são 680 toneladas de lixo vindas da Inglaterra.
Agentes da Receita Federal do Porto de Santos descobriram nesta quinta-feira (16) mais 25 contêneires procedentes da Inglaterra repletos de lixo. Ao todo, já são 41 contêineres com lixos, que somam 680 toneladas, segundo a Receita Federal.
A carga chegou ao porto em novembro e estava abandonada no terminal. No início do mês, uma empresa inglesa já havia despachado 16 contêineres para outro terminal do porto. Desta vez, no entanto, mudou a operadora que transportou a carga.
Os técnicos do Ibama foram avisados em seguida e constataram que houve contaminação do meio ambiente, pois óleo queimado vazou de alguma embalagem. Cada um dos 25 contêineres foi vistoriado e, em cada um deles, os agentes encontraram uma surpresa diferente.
Foram encontrados embalagens de alimentos e de produtos químicos, brinquedos velhos e muito lixo eletrônico. Havia até produtos com mensagens que alertam para os cuidados com o meio ambiente, como milhares de DVDs e sacolas reutilizáveis. E também encontraram, em um deles, galões de produtos químicos com rótulos indicando que o material é perigoso. A área onde estão os contêineres foi isolada.
Tanto a empresa quanto a operadora serão multadas em mais de R$ 200 mil. Assim que foi notificado pela Receita Federal o responsável pelo Ibama foi até o local e constatou a irregularidade. Nesta sexta-feira (17), além de técnicos do Ibama, agentes da Polícia Federal e da prefeitura de Santos participaram da vistoria. Uma equipe de uma emissora de TV de Londres também acompanhou os trabalhos.

E CONTINUAM OS DESDOBRAMENTOS
Empresa britânica acusada pelo Ibama de exportar lixo é de brasileiro
Do mesmo G1
Em entrevista à BBC Brasil, Julio Cesar Rando da Costa defendeu-se das acusações.
Duas empresas britânicas citadas pelo Ibama como exportadoras dos contêineres de lixo que foram encontrados em portos do Brasil pertencem a um cidadão brasileiro.
A Worldwide Biorecyclables Ltda. e a UK Multiplas Recycling Ltda. pertencem a Julio Cesar Rando da Costa, que mora em Swindon, na Grã-Bretanha.
Em entrevista à BBC Brasil, Costa defendeu-se das acusações, dizendo que a responsabilidade pelo lixo enviado ao Brasil é de fornecedores britânicos com os quais as suas empresas trabalham.
A Polícia Federal está investigando a origem de 89 contêineres que foram encontrados nos portos de Santos (SP), Rio Grande (RS) e na alfândega de Caxias do Sul (RS) com centenas de toneladas de lixo.
Entre o material encontrado, estariam pilhas, seringas, camisinhas e fraldas usadas.
RESPONSABILIDADE
Julio Cesar Rando da Costa — paranaense que possui passaporte português e fundou a Worldwide Biorecyclables, que entrou em falência neste ano. Em seguida, ele criou a UK Multiplas Recycling, que opera no mesmo local, em Swindon.
Ele alega que sua empresa faz apenas a prensagem de plástico recolhido por empresas britânicas e exporta a sucata para o Brasil. Ele diz que a responsabilidade por qualquer outro material que tenha chegado ao Brasil seria das fornecedoras britânicas.
Costa ainda afirmou não ter sido procurado pelo Ibama ou pelo governo brasileiro.
"Se tem qualquer coisa lá dentro que não é plástico, eu tenho contrato com a fornecedora britânica de lixo no qual está escrito que é só plástico que eles têm que passar para a gente", disse Costa à BBC Brasil, nesta sexta-feira, por telefone.
"É o pessoal das casas que joga (o lixo) das suas casas na caçamba aqui na Inglaterra. Alguém pode ter jogado alguma coisa lá no meio que o funcionário deles não viu."
"Já teve vez que encontramos galão de tinta cheio, galão de veneno para passar na grama (pesticidas), então eles (os funcionários de Costa) tiravam fora e reclamavam à empresa (fornecedora) para que eles não deixassem acontecer isso."
Costa afirma que os clientes brasileiros nunca reclamaram da sucata de plástico exportada para o país.
"Lá no Brasil as empresas que importavam diziam: 'Júlio, não tem problema', porque nós não fabricamos nada para (embalagem de produto) comestível.' O que é reciclado lá é usado para outras coisas, como caixaria, mangueira, outras coisas — então não tem problema. Lá eles tinham um pessoal que fazia rastreamento, separava tudo na mão."
BRINQUEDOS
A polícia afirmou que um dos contêineres de lixo que chegou da Inglaterra ao Brasil continha brinquedos sujos com um recado em português "Lave antes de dar às crianças pobres brasileiras."
Costa confirma a informação e diz que foram os funcionários brasileiros da sua empresa que escreveram o bilhete.
"Não eram brinquedos sujos. Como aqui o povo da Inglaterra joga muita coisa boa fora, eles (os funcionários de Costa) pegaram um monte de bolas novas e boas que vinham, pegaram brinquedos e esses carrinhos de controle remoto bons e colocaram separados em um buraco que veio em um contêiner. Mas é plástico limpo. E eles colocaram separado no contêiner. Eles mandaram para ser consertado e dado para crianças lá no Brasil."
PUNIÇÕES
O Ibama informou, por meio de uma nota oficial, que está estudando a possibilidade jurídica de aplicar sanções às empresas britânicas responsáveis pela exportação dos resíduos.
As empresas brasileiras responsáveis pela importação do lixo ao Brasil já foram autuadas e receberam multas que chegam a R$ 408 mil.
O Ibama agora prepara um laudo que será enviado ao Ministério das Relações Exteriores e, em seguida, ao Secretariado da Convenção de Basileia, que decidirá sobre as eventuais punições.
Tanto o Brasil como a Grã-Bretanha são signatários da Convenção de Basileia, que regulamenta o transporte internacional de resíduos tóxicos.
HISTÓRIAS DESENCONTRADAS
(Receita Federal, IBAMA, PF, quem?)
Ainda no mesmo G1
Os contêineres com 290 toneladas de lixo que foram encontrados no Porto de Santos, a 72 km de São Paulo, estavam, no final da manhã desta terça-feira (7), isolados num terminal de cargas no Guarujá, a 86 km da capital paulista. A carga deve embarcar de volta para Inglaterra no mesmo navio em que foi trazida para o Brasil
A carga de 16 contêineres foi descoberta no Porto de Santos, vinda da Europa. Ela teria saído de um porto na Inglaterra em fevereiro. O material chegou registrado como produto para reciclagem, mas se tratava de lixo comum.
O Ibama soube da carga por meio de uma denúncia do Porto do Rio Grande (RS) porque foi descoberta um material semelhante lá. O Ibama foi verificar outra carga da mesma empresa que foi enviada para o Porto de Santos. Nos contêineres os fiscais do Ibama encontraram restos de alimento, peças de computador, travesseiros velhos, embalagens vazias de produtos de limpeza.
Sexta-feira, 17 de julho de 2009.
A PERGUNTA QUE NINGUÉM FAZ: Há quanto tempo isso vem ocorrendo? (Com certeza há anos). Porquê só agora os órgãos responsáveis tomaram ciência? (Esse "lixo", talvez até radioativo, está no porto desde NOVEMBRO/2008). Como? A "carga" irá voltar no mesmo navio. O navio está esperando no porto, ainda? Que culpa tem a empresa de navegação? Tem "truta" aí, maracutaia das grossas, alguém não pagou o devido "pedágio"? Guerra de "máfias": RF, PF, IBAMA, PT, PMDB e outros menos cotados? (Lembrem-se quem manda nos portos do Brasil é o vampiro-brasileiro, cujo nome verdadeiro é MICHEL MIGUEL ELIAS TEMER LULIA, perceberam o último sobrenome, é destino).
CONCLUSÃO: O BRASIL É O "LIXÃO" DO MUNDO E OS BRASILEIROS OS "URUBUS". É ISSO AÍ "ALULADOS" — MERECEMOS MUITO MAIS!
Fonte: BOOTLEAD
COMENTÁRIOS:
1. Para quem não viu a notícia na televisão, há um vídeo mostrando o caso no blog do BOOTLEAD. Assista!
2. Então, o Ibama que procura inviabilizar o agronegócio brasileiro aplicando multas milionárias a produtores rurais, inclusive aos defenestrados das terras da Raposa Terra do Sol, aplicou multas que "chegam a R$ 408 mil" aos brasileiros importadores de lixo? Na visão dos funcionários do minconheiro, cortar árvores para plantar comida é mais grave que colocar quase 700 toneladas de poluentes estrangeiros em solo nacional?
3. As explicações do exportador parecem às dos políticos brasileiros quando pegos com a boca na botija. Mas, tudo bem. O sem-vergonha também não sabia de nada. E eu pergunto: por que ainda não divulgaram o nome dos "importadores"? Já não temos lixo suficiente no país? E não estou me referindo aos políticos pois estes não são recicláveis por não possuírem nada aproveitável. Que processos serão abertos contra os importadores de lixo? Por que não são mostrados na TV como a Dona Daslú? Será que "é gente da casa"?
4. De Daniel, comentarista do BOOTLEAD: Se o Brasil e Inglaterra têm acordo no tratado de Basileia e pelo mesmo não é permitido o trânsito de lixo, O BRASIL FICARÁ IMPEDIDO DE RETORNAR ESSE LIXO PARA O PAIS DE ORIGEM.

Insuperável País, Este Nosso Brasil

por Janer Cristaldo
Para blindar o senador ladrão, o PMDB retirou de seu repouso uma múmia que dormia serenamente em seu sarcófago, o senador Paulo Duque, senador sem voto algum. Que evitou comentar as recentes denúncias contra José Sarney e ignorou as acusações de nepotismo. "Nepotismo existe desde que Brasil é Brasil. Pero Vaz de Caminha, lá no descobrimento, pediu emprego para o cunhado", disse a múmia em defesa do senador ladrão.
Ora, se é por isso a prostituição existe desde que o mundo é mundo. O assassinato existe desde Caim. Pilhagens, massacres, genocídios, também. Se vamos absolver tudo que é antigo, absolvam-se então todos os crimes presentes e passados.
Este país é insuperável. Tenho mais de sessenta anos. Se senadores e deputados são ladrões, eleitor é cúmplice. Eu deixei de ser. Há mais de vinte anos, desisti de votar. Não consigo entender como alguém ainda vota. A cada década que passou, nunca consegui imaginar que o Brasil continuasse ir mais adiante no nível de corrupção de seus representantes.
E, no entanto, consegue. Não imagine o leitor que isto me escandaliza. Tenho casca grossa, já me habituei. Estou apenas constatando. Para tentar safar-se do lamaçal, o senador ladrão anula os atos secretos que beneficiaram seus apaniguados. Em punir quem assinou os atos secretos ou quem deles se beneficiaram, nem se fala. Mais ainda: ao que tudo indica, corrupto algum perderá seus privilégios. Apelarão à Justiça em defesa de seus ilícitos e a Justiça lhes será mãe generosa.
Lasciate ogni speranza voi che entrate! 
Ama com fé e orgulho, a terra em que nasceste.
Criança! Não verás país nenhum como este.
Não verás mesmo!

O Ocaso do Coronel

por Lúcia Hipólito
As mais recentes denúncias sobre as estripulias do senador José Sarney estão longe de ser as últimas e apontam na mesma direção de todas as anteriores: a privatização de recursos e espaços públicos em benefício próprio. Ou de sua família. E o desprezo às leis do país.
Senão vejamos. Distraído, Sarney não reparou que recebia mensalmente R$ 3,8 mil de auxílio-moradia, mesmo tendo mansão em Brasília e tendo à disposição a residência oficial de presidente do Senado.
Culpa da burocracia do Senado.
Distraidíssimo, Sarney esqueceu de declarar sua mansão de R$ 4 milhões à Justiça Eleitoral.
Culpa do contador.
Precavido, requisitou seguranças do Senado para proteger sua casa em São Luís — embora seja senador pelo Amapá.
Milionário (embora o Maranhão continue paupérrimo), não empregou duas sobrinhas e seu neto em suas inúmeras empresas. Preferiu que se empregassem no Senado.
Milionário generoso, não quis deixar a viúva de seu motorista ao relento. Empregou-a para servir cafezinho no Senado, em meio expediente, com salário de R$ 2,3 mil. Ah, e alojou-a em apartamento na quadra dos senadores.
Generoso, não impediu que seu outro neto fizesse negócios milionários com crédito consignado no Senado.
Ainda generoso, entendeu que um agregado da família deveria ser também empregado como motorista do Senado — salário atual de R$ 12 mil — mas trabalhando como mordomo na casa da madrinha, sua filha e então senadora Roseana Sarney.
Aliás, Roseana considerou normal convidar um grupo de amigos fiéis para um fim de semana em Brasília — com passagens pagas pelo Congresso.
Seu filho, Fernando Sarney, o administrador das empresas, que sequer é parlamentar, considerou normal ter passagens aéreas de seus empregados pagas com passagens da quota da Câmara dos Deputados.
Patriarca maranhense, ocupou as dependências do Convento das Mercês, joia do patrimônio histórico, e ali instalou seu mausoléu. O Ministério Público já pediu a devolução, mas está complicado.
Não é um fofo?
Um dos mais recentes escândalos cerca justamente a Fundação José Sarney, que se apoderou das instalações do Convento das Mercês. Consta que R$1.300 mil captados através da Lei Rouanet junto à Petrobrás, para trabalhos culturais na Fundação José Sarney foram ... desviados.
Não há prestação de contas, há empresas-fantasmas, notas fiscais esquisitas.
Enfim, marotice, para dizer o mínimo. Mas Sarney alega que só é presidente de honra da Fundação.
Culpa dos administradores.
E o escândalo mais recente (na divulgação, não na operação): Sarney seria proprietário de contas bancárias no exterior não declaradas à Receita Federal. Coisa do amigão Edemar Cid Ferreira, amigão também da governadora Roseana Sarney a quem, dizem, costumava emprestar um cartão de crédito internacional. Coisa de gente fina.
Em suma, acompanhando as peripécias de José Sarney podemos revelar as entranhas do coronelismo, do fisiologismo, do clientelismo. Do arcaísmo.
Tudo isto demora a morrer. Estrebucha, solta fogo pela venta. Mas um dia desaparece.
Tal como os dinossauros.
COMENTO: a autora do texto nem se deu ao trabalho de citar trambiques ainda não comprovados como a posse de um castelo em Sintra, Portugal, noticiada em maio de 2009, no Blog de Luciana Capiberibe. É claro que o assunto não teve nenhuma repercussão na imprensa "normal", leia-se, comprada com nossos impostos. Se tiver curiosidade, leia mais clicando aqui.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Pandemia de Lucro.

(em português de Portugal)
por Augusto Lomba
Que interesses económicos se movem por detrás da gripe porcina???
No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária que se podia prevenir com um simples mosquiteiro. Os noticiários, disto nada falam!
No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarreia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 cêntimos. Os noticiários disto nada falam!
Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano. Os noticiários disto nada falam!
Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves ... os noticiários mundiais inundaram-se de noticias ... Uma epidemia, a mais perigosa de todas ... Uma Pandemia! Só se falava da terrífica enfermidade das aves.
Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos ... 25 mortos por ano. A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão contra 25. Um momento, um momento. Então, porque se armou tanto escândalo com a gripe das aves?
Porque atrás desses frangos havia um "galo", um galo de crista grande. A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflu vendeu milhões de doses aos países asiáticos. Ainda que o Tamiflu seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população. Com a gripe das aves, a Roche (Autorizada a comercializar o Tamiflu e GlaxoSmithKline (dona do Relenza), as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.
— Antes com os frangos e agora com os porcos. Sim, agora começou a psicose da gripe porcina. E todos os noticiários do mundo só falam disso. ...
— Já não se fala da crise económica nem dos torturados em Guantánamo. ...
— Só a gripe porcina, a gripe dos porcos. ...
— E eu pergunto-me: se atrás dos frangos havia um "galo"... ¿ atrás dos porcos ... não haverá um "grande porco"?
A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflu. O principal accionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, secretario da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque. ...
Os accionistas das farmacêuticas Roche e GlaxoSmithKline estão esfregando as mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflu.
A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde. Não nego as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos países.
Mas se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação. Se a Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?
Prescindir das patentes do Tamiflu e Relenza e distribuir medicamentos genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa seria a melhor solução.
Atenciosamente,
Augusto Lomba
Recebido por correio eletrônico

El Patrimonio de los Kirchner Aumentó US$ 7 Millones en 2008

Argentina. 
Cuestionan compra de tierras fiscales y venta a precio mayor
La Nación / GDA
En el primer año de Cristina Fernández como presidenta, la fortuna del matrimonio Kirchner aumentó como nunca antes: en 2008 su patrimonio neto pasó de US$ 4.580.000 a US$ 11.830.000, lo que implica un incremento del 158%.
El significativo salto se basó en la venta de 16 inmuebles en la provincia de Santa Cruz, por US$ 3.732.000; en la casi triplicación de sus depósitos bancarios, que entre enero y diciembre de 2008 pasaron de US$ 3.472.000 a 8.267.000, y en la creación de dos nuevas empresas, Hotesur SA y Co Ma SA, con las que los Kirchner expandieron sus negocios hoteleros en El Calafate.
Por medio de Hotesur, valuada en casi US$ 4.000.000, Kirchner compró el año pasado el hotel Alto Calafate, el segundo en importancia de la villa turística que es la puerta de entrada al glaciar Perito Moreno.
Como durante los últimos años que estuvo en la Casa Rosada, a Kirchner también le dio buenos resultados en 2008 la venta de terrenos fiscales en El Calafate que había adquirido a precio módico gracias a la gestión del ex intendente, Néstor Méndez: el 12 de enero del año pasado vendió por US$ 1.600.000 un terreno de 20.095 m2 que había comprado el 1° de marzo de 2006 por US$ 33.000. Con esa sola operación ganó más de US$ 1.500.000.
Para el radical Álvaro de Lamadrid, quien ha denunciado en la Justicia la operatoria con las tierras en El Calafate, esta nueva declaración jurada de los Kirchner "deja determinado cual es el circuito de enriquecimiento a través del tráfico de influencias". De Lamadrid inició una causa en febrero de 2008 para que se investigue la forma en que el ex intendente de El Calafate Néstor Méndez habría utilizado tráfico de influencias para entregar terrenos a bajo costo. La misma está detenida en la justicia santacruceña, o, mejor dicho, casi no se han realizado avances.
La fiscal Natalia Mercado — hija de la ministra de Desarrollo Social, Alicia Kirchner, y por ende sobrina del ex presidente — que instruye la causa, no habría llamado a declarar a ninguno de los 50 funcionarios denunciados por De Lamadrid por recibir tierras fiscales a sólo 7,50 pesos el metro cuadrado.

Patrimonio.
La información, correspondiente a 2008, surge de la última declaración jurada patrimonial que la Presidenta presentó hace diez días a la Oficina Anticorrupción (OA). Para calcular el patrimonio neto de los Kirchner, La Nación sumó el valor de los bienes declarados por la pareja presidencial y sus acreencias y restó las deudas.
De acuerdo con ese documento, el patrimonio de los Kirchner se compone de bienes inmuebles por US$ 3.715.000 (doce departamentos, seis casas, seis terrenos y cuatro locales) un auto por US$ 36.500 (Honda CVR modelo 2008), cuatro empresas por US$ 4.660.000, depósitos bancarios por US$ 8.260.000, dinero en efectivo por US$ 6.400, acreencias por US$ 96.000 y deudas por US$ 4.950.000.
Si se tiene en cuenta que en 2003 los Kirchner habían llegado a la Casa Rosada con un patrimonio neto declarado de US$ 1.760.000, el incremento acumulado de sus bienes durante los seis años que llevan en el poder es del 572%. Su fortuna se multiplicó casi por seis.

Ingresos.
Los Kirchner consignaron en 2008 ingresos por US$ 4.170.000, mientras que en 2007 habían declarado un total de US$ 1.800.000 en ese rubro. La mayor parte de los ingresos de la pareja presidencial corresponde a los alquileres que cobran por sus inmuebles, incluidos los dos hoteles que tienen en El Calafate (el que compraron con Hotesur y Los Sauces, el hotel boutique que construyeron entre 2006 y 2007 y que gerencia el Panamericano).
El significativo incremento de los ingresos de los Kirchner se debe también al aumento en la percepción de intereses por sus depósitos a plazo fijo, la mayoría en dólares.
Gran parte de las propiedades de las que se desprendió la pareja presidencial, son casas o departamentos en Río Gallegos que habían comprado antes de 1982, cuando aún no se dedicaban a la política. Por la época en que las adquirieron, en las declaraciones juradas sólo figura su valor nominal, mucho más bajo que el valor real. Esa diferencia puede explicar otra parte, aunque menor, de la variación patrimonial.

Deudas.
La mayor parte de las deudas del matrimonio corresponde a un crédito de US$ 2.270.000 otorgado por el Banco de Santa Cruz, propiedad del Grupo Eskenazi, también dueño del 15 por ciento del paquete accionario de YPF.
En el casillero de las deudas también figuran alquileres percibidos por adelantado, depósitos en garantía de contratos de alquileres, una obligación con la AFIP por diferencias de IVA y una deuda por la construcción de inmuebles.
Entre los acreedores del ex presidente figuran las empresas Rutas del Sur, del empresario de la construcción Juan Carlos Relats, que adquirió compañías petroleras en Santa Cruz, y Austral Construcciones, del empresario Lázaro Báez, amigo y socio de Kirchner en un emprendimiento inmobiliario.

Sobre a “Nova Ordem Mundial"

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Em abril de 1985, Tancredo Neves eleito o presidente morreu, antes de ser empossado. O honorável intelectual José Sarney, eleito para a vice presidência, foi empossado e logo liberou a atuação dos esquerdistas, banidos da cena política. Radicais, moderados, fingidos, enrustidos, oportunistas, passaram à condição estelar ocupando postos de influência na mídia e nas escolas.
Em 1991, eleições diretas e no segundo turno, com a ajuda de Lula insigne torneiro mecânico, especializado em política sindical, Collor de Melo chega à presidência. O caçador de “marajás” chegou com força total. As instituições democráticas que deveriam solidificar-se, logo mereceram a atenção de gente muito poderosa ... lá fora. Gente que decidiu o que fazer com o Brasil e os brasileiros.
Em 1992, longe dos flashes da imprensa, Fernando Henrique, Luiz Inácio, Roberto Civita, Celso Lafer, Celina Vargas do Amaral Peixoto e Jacqueline Pitanguy, entre personalidades da América hispânica, participaram do Diálogo Interamericano, uma instituição que surgia para combinar as políticas da América Latina com as diretrizes dos Bilderberg, grupo de poder financeiro constituído por gente que tem como objetivo o governo mundial único.
Collor foi cassado em Dezembro de 1993. Chegou a vez do Fernando Henrique aplicar as diretrizes do Diálogo Interamericano. E o que não lhe foi possível fazer, Lula o faria, como “opositor”, como mobilizador do Foro de São Paulo, uma organização cuja existência, cujas diretrizes de doutrinação e propósitos, ainda hoje é mantida na moita pela imprensa brasileira.
A Rainha da Inglaterra, os Bilderberg, a Comissão Trilateral, os banqueiros bilionários que multiplicaram seus ganhos “ajudando” as economias dos nazistas, dos comunistas na União Soviética e agora da China manobraram para instituir o modelo econômico globalizado. Na seqüência aplicaram a desestabilização criando uma crise. O Conselho de Relações Exteriores (CFR) concentra as notícias que podem ou não ser repetidas pela imprensa mundial, para criar o clima e opiniões favoráveis à vontade das cabeças coroadas.
O que eles querem? Querem acabar com as religiões tradicionais. Querem limitar o desenvolvimento soberano das nações e para isto utilizam a chantagem ambientalista, abertura para preservar fontes de riqueza mineral, fauna e flora, para seu exclusivo uso, sem obrigação de contrapartida aos “nacionais”.
Querem modificar os princípios e valores da civilização judaico-cristã, liberando o uso de drogas, um comércio lucrativo e que anula a natureza inquisidora da juventude bagunçando as ligações neuronais. A simbologia vem de Woodstock, New Age, com muito sexo e rock in roll. (Gostaria de saber porque hoje, no Maranhão de Sarney, se cultua tanto a musica jamaicana e Jimmi Hendrix, em detrimento da ancestral cultura musical).
A alienação política, implantada pela mídia, cuja fonte é o CFR e pelos comunistas que determinam os currículos das escolas superiores e consequentemente todo o ensino, orienta para prestigiar nosso torneiro metalúrgico, que cumpre à risca as determinações do Diálogo Interamericano, dos poderosos Bilderberg, da rainha da Inglaterra, dos banqueiros controladores das finanças do planeta. Brasil soberano, educação, saúde, dignidade nacional é o que menos interessa.
Enquanto isto, o grotesco e machista Chavez, os falsos esquerdistas e menos de direita ou centro, equilibram-se no poder: Correa, Evo, Ortega e outros, incluindo “o cara” que prestigia a pequena elite internacionalista, que mantém o enorme abismo na distribuição de renda, posicionando-se acima dos poderes alternativos Judiciário e Legislativo. Estes intocáveis, mantêm no cabresto os governos estaduais e municipais. Mantêm no cabresto os milhões de pobres, alguns beneficiados com o bolsa família e os demais esperando a vez.
Os internacionalistas comunistas, submetem seus países aos interesses da oligarquia global, na direção do governo da Nova Ordem Mundial. Na direção do poder ditatorial que impõe suas políticas utilizando técnicas de manipulação elaboradas pelo Instituto Tavistock, pelo Mind Control, Stanford Institutes, Harvard e outros centros de estudo espalhados pela Europa e Estados Unidos, todos especializados em plantar nas mentes os conceitos de “paz” e “direitos humanos” distorcidos.
O controle totalitário, o desarmamento, as leis transnacionais, o terrorismo e medo posto pela crescente violência, são alguns dos freios às iniciativas de resistência contra a opressão e tirania que se pretende instalar no mundo. Opressão e tirania bem similares àquela que experimentaram os povos da União Soviética, Polônia, Checoslováquia, Albânia, Hungria, Romênia, Alemanha Oriental e ainda vigente na China, Vietnam, Coréia do Norte, Cuba.
As premissas e padrões, são aplaudidas e amparadas pelos que governam nosso país, como auxiliares diretos do ”operário metalúrgico”, todos vindos das escolas de formação stalinistas, cubanas, chinesas, trotsquistas. Os guerrilheiros no poder. Continuamos divididos diante da marcha triunfal que elimina as instituições democráticas, a cultura e o senso de soberania, orgulho de um povo que defende sua própria casa.
Fonte: ViVerdeNovo
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É Terrorismo Mesmo!!!!

Oposição ameaça fisicamente Yeda e os dois netos
Foi inédita a tentativa de invasão da casa onde mora a governadora Yeda Crusius nesta quinta-feira de manhã. Os ativistas fundamentalistas guascos estavam convencidos de que seria um assalto parecido com o assalto ao Palácio de Inverno, plena revolução soviética de 1917. Acabaram sob os cacetetes dos brigadianos.
Não há registro parecido na história política do RS.
Nenhum dos governadores do RS passou por constrangimento deste tipo, porque seus adversários sempre respeitaram as residências particulares das famílias.
A oposição gaúcha transformou-se em oposição destrutiva e passou a utilizar práticas macartistas de intimidação dos adversários.
Os 200 ativistas liderados pela presidente do CPERGS (sindicato dos professores), Rejane Fernandes, também apuparam e ameaçaram os dois netos de Yeda, de 7 e 11 anos, que saíam para ir à escola, já que eram 7 horas da manhã. Eles chegaram chorando ao colégio.
A ideia dos ativistas era intimidar e ofender Yeda e as crianças.
Encurralada dentro de casa, Yeda usou cartazes e pincéis atômicos para se defender. Num dos cartazes era visível esta frase, depois incorporada ao discurso da governadora do RS:
— Vocês não são professores, mas torturadores de crianças (ela se referia aos próprios netos).
A Brigada Militar prendeu a presidente do CPERGS e outros seis ativistas ligados ao PSol e ao PT.
CLIQUE AQUI para examinar cenas gravadas e exibidas pela RBS TV.
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Ao manter Yeda e netos em cárcere privado, oposição dá tiro no próprio pé
Sem conseguir segurar seus radicais, a oposição deu um tiro no pé, quinta-feira de manhã, ao promover o cerco à casa da governadora Yeda Crusius. Com isto a oposição do PT, PDT, DEM, PSB e PCdoB paga junto o preço do desgaste, cujas implicações mostrarão os resultados das urnas no ano que vem.
Vai entrar para a história a foto de professores vaiando e ameaçando fisicamente os dois netos da governadora. As crianças de 8 e 11 anos, mantidas com Yeda em cárcere privado, foram chorando para as provas de meio de ano. Isto aconteceu quando a mãe, Tarsila, e as duas crianças, tentaram sair de casa e não conseguiram, só obtendo sucesso na segunda tentativa, quando os aparatos de segurança pública desobstruíram o cerco.
O CPERGS entra para o panteão dos piores verdugos políticos do RS.
As capas dos jornais desta sexta-feira reproduziram a selvageria das cenas explícitas do violento cerco. O jornal Zero Hora, que move sistemática campanha de desestabilização do governo, preferiu mostrar Yeda e um dos netos atrás das grades da casa. ZH nem se deu ao trabalho de proteger com tarja o rosto da criança que aparece na foto, cuidado que costuma ter com os piores marginais do Estado, justamente porque assim nomina o Estatuto da Criança e do Adolescente para proteger o menor. Foi o único dos jornais locais que optou pelo simbolismo da cena, alinhando-se ocultamente ao desejo claro dos ativistas. Sua principal editora política aproveitou para reclamar da reação da Brigada Militar. A jornalista deu mostras de que preferia que os policiais permitissem a invasão da casa (os ativistas apedrejaram os jardins, na tentativa de acertar Yeda e os dois netinhos) e o justiçamento da governadora e da família.
— No Jornal da RBS, 19h30m, as imagens transmitidas ao distinto público foram de cinegrafistas da emissora, mas também cedidas pela Interlig, a agência de publicidade do CPERGS, portanto editadas com o objetivo de favorecer os ativistas e prejudicar a família de Yeda, inclusive seus dois netos e a filha.
CLIQUE AQUI para examinar as capas dos quatro principais jornais de Porto Alegre. Note como O Sul e o Correio do Povo preocuparam-se em preservar a imagem da criança, o neto de Yeda, ao contrário do que fez ZH.
Fonte: Políbio Braga
COMENTO: e assim vai a política da canalhada "socialista" no Rio Grande do Sul. Bons tempos em que a política gaúcha se fazia por meio de debates civilizados e, quando estes se tornavam mais acirrados que o esperado, resolviam-se via judicial. 
Eventualmente, houve casos de violência física, mas sempre limitados à pessoa física do adversário. Agora, a "oposição política" se faz humilhando e ameaçando crianças. Se a Governadora do Estado pode ser vítima desse tipo de intimidação, o que pode esperar o cidadão comum que ouse opor-se a esses patifes? Imagine-se uma manifestação nos mesmos moldes dirigida contra o lar de Olívio Dutra, Tarso Genro, Raul Pont ou outro "político socialista"! Certamente teria "repressão" dos meninos da UNE, MST, CUT e outras quadrilhas financiadas pelas verbas públicas. A Brigada Militar nem tomaria conhecimento do fato. Pobre Rio Grande de São Pedro!!
OBS: a imagem, eu "roubei" do Laguardia. Visite!!
ATUALIZANDO:
Justiça seja feita
Competente o trabalho do PT e seus satélites, como CPERS e PSol: não durou 24 horas a felicidade de dona Yeda com o investimento de um bilhão de dólares da GM em Gravataí.
Rescaldo da esculhambação
Em que pese a carraspana que recebi da Brigada Militar — está lá no Estúdio de Rádio e TV — me dediquei, a noite, em ver o que estavam falando sobre o “protesto” da manhã na frente da casa de dona Yeda. Fiquei sabendo que a vereadora Mimada, seguidora da Professorinha Mimada, ao ser levada pro camburão, exigiu: “Me algema!!”.
A chefe das Magistéricas estava na TV com uma cara de cachorro que caiu da camionete de mudança. Sua chapinha estava quase desmanchando. E falava calmamente, sem a menor arrogância, que é a sua marca. Insistia que foi um protesto “pacífico”.
Rescaldo da esculhambação – 2
No Show Plenário, transmitido pela TV Assembleia, um espetáculo da ex-musa da CPI do Detran e atual líder das chamadas oposições. Disse que a incapacidade da governadora de respeitar uma categoria e a sociedade gaúcha gerou o protesto. Avaliou que dona Yeda é vítima de sua própria postura. E definitiva: é vítima da sua arrogância, do mais escandaloso governo do qual ela é vítima e construtora. Meu Deus, quem falando em arrogância!!
Rescaldo da esculhambação – 3
Escutei muita bobagem sobre o episódio da manhã. Mas jamais esperava ouvir uma bobice de uma pessoa que respeito, o cientista político Paulo Moura.
Tive que dar uma olhada no Conversas Cruzadas. Afinal, estava lá a vereadora Mimada e o professor Dudu, a bola da vez dos veículos da RBS.
Aí o Paulo Moura fala uma pérola, mais ou menos assim: A governadora deveria saber do protesto, através da própria Brigada Militar. Ela deveria ter saído de casa, junto com a sua família para evitar problemas.
Pô, sair de casa por causa daquela turba? Paulo Moura e Dudu Carrion acharam a baderna democrático. Também foi republicano?
Não consegui prestar a atenção no que a vereadora Mimada falou.
Pobre do apresentador, o educadíssimo Lasier Martins.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Lula, o Jorge Guinle de Garanhuns

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O jornal de ontem fala sobre o imbrogio que Luís Inácio deixará para o próximo presidente da República: a dificuldade de governar o país com 'explosão dos gastos públicos' (O Globo, pág.3). O presiMente deixará um buraco nas finanças do Estado.
Isso não é novidade para nós. Mas me fez lembrar Jorge Guinle, aquele milionário cuja família era dona do Hotel Copacabana Palace, de um castelo no Parque Guinle e uma tremenda fortuna. Luís Inácio e Jorge Guinle têm muita coisa em comum, embora sejam de nível social e intelectual totalmente distintos.
Jorge Guinle teve relações amorosas com diversas atrizes de Hollywood. Luís Inácio mantém relações amorosas com todos os partidos, lados, seitas, ideologias. Se abraça, rala e rola tanto com democratas quanto ditadores.
Jorge Guinle se vangloriava por nunca ter trabalhado na vida. Luís Inácio se gaba de nunca ter estudado e pouco trabalhou para manter seus gastos. Encerrou a labuta aos 23 aninhos de idade e daí em diante só precisou falar — seu passatempo predileto — em palanques e portas de fábricas para encaminhar os trabalhadores à greve.
Eduardo Guinle se divertia com comes e bebes acompanhado de mulheres. Luís Inácio com discursos e conchavos, acompanhado de políticos.
O magnata desperdiçou a fortuna da família nas noitadas luxuosas, viagens, lindas mulheres e presentes para garantir muitas amizades. Luís Inácio desperdiça o dinheiro da União com viagens pelo mundo, mimos aos correligionários para tê-los nas mãos e doações aos pobres para garantir votos.
Para satisfazer sua vaidade, Jorge Guinle precisava mostrar que era um ricaço. Luís Inácio precisa mostrar que é poderoso. Jorge Guinle distribuía presentes às mulheres para ser amado. Luís Inácio distribui esmola para ser admirado.
Com o falso argumento de providenciar a igualdade social, nosso presiMente joga nosso dinheiro no ralo. Igualdade social só haveria no dia em que todos pudessem se manter por conta própria. Dar esmolas não melhora a vida dos pobres, muito pelo contrário, os torna dependentes. Aliás, Luís Inácio provocou uma dependência em mão dupla: o povo depende do governo para comer (mal) e tanto seu governo quanto os que vierem depois se tornaram dependentes da doação populista que dificilmente será revertida.
Luís Inácio é o Eduardo Guinle de Garanhuns.
COMENTO: decididamente, Jorge Guinle estava em um patamar ético muito superior ao do canalha idiotente (idiota incompetente). O "playboy" gastou toda a sua fortuna, mas ela era herança que ele recebeu de sua família, enquanto que o Palhaço do Planalto esbanja o que não lhe pertence. Jorge Guinle sempre andou acompanhado por belas mulheres (caráter à parte), já o Apedeuta só consegue bem relacionar-se com espécimes machos de sua laia (Sarney, Collor, Renan, Ahmadinejad, Gadafi, Al-Bashir, e por aí vai...), quanto a mulheres, melhor não comentar!

A Boneca Quer Amotinar os Militares Hondurenhos!

El presidente de Ecuador, Rafael Correa, instó el miércoles a los militares hondureños “a desobedecer” a los mandos que derrocaron al mandatario Manuel Zelaya, y reiteró su llamado a un levantamiento popular en el país centroamericano.
Levántense contra esa dictadura (de Roberto Micheletti) (…) Soldados patriotas de Honduras desobedezcan a mandos que han traicionado a su patria”, declaró Correa a radio Visión de Quito.
El pueblo hondureño tiene derecho a la resistencia”, agregó el mandatario ecuatoriano, insistiendo en la restitución de Zelaya, quien fue derrocado y expulsado del país el 28 de junio.
Correa acusó a grupos de ultraderecha de Latinoamérica y Estados Unidos de apoyar al gobierno de Micheletti.
El gobierno de facto “hondureño no se podría sostener si no tuviera el apoyo de grupos de ultraderecha de Latinoamérica y de Estados Unidos, que más allá de la política de (Barack) Obama, sostienen esta clase de gobiernos”, declaró.
Fonte: Noticias 24
COMENTO: imaginem o que aconteceria na OEA se Álvaro Uribe conclamasse os militares venezuelanos contra o Mico Mandante. E se o presidente peruano reclamasse no mesmo tom contra o apoio às bases que o Sendero Luminoso está tendo no Equador, nos mesmos moldes que as FARC. A biba equatoriana também segue provocando o governo colombiano, ressentido por terem morto seu grande amor, o anão Reyes. É interessante ler o conteúdo completo do jornal Notícias 24, principalmente os comentários dos leitores.

Militares no Poder

Texto atribuído erradamente a Millor Fernandes.
Atribuição equivocada, vez que Millor, combatia o regime militar no seu semanário "O Pasquim" e jamais o teria escrito, ainda que em termos irônicos.
por Anselmo Cordeiro
Militar no poder, nunca mais. Só fizeram lambanças. 
Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista. Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora, sem contar a mania de abrir novas estradas de norte a sul e de leste a oeste, o que deixou os motoristas atarantados e perdidos, sem saber qual caminho tomar para chegar ao destino.
Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que vinham do sul, passando pelo Rio, em direção às cidades litorâneas do sudeste acima do Rio e nordeste, contornando a baía num percurso de mais de 100 km. Encurtaram o tempo de viagem entre Rio e Niterói, é verdade, mas acabaram com aquela gostosa espera pela barcaça que levava meia dúzia de carros de um lado a outro da baía.
Criaram esse maldito Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia. E, para apressar logo o fim do chamado "ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobras, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); mas nem isso adiantou nada, porque, com o álcool mais barato que a gasolina, permaneceu o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do inventado combustível.
Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.
Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego em milhares de obras, ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".
Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo, o que veio a ser outra desgraça, porque, além de atrair mais inveja, infernizou a vida dos que moravam perto dos estaleiros, com aquela barulheira da construção desenfreada.
Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Ora! Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.
Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos. Por causa disso, o Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.
Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para o início das obras e, com elas, atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.
Inconseqüentes, injustos e perversos, esses militares baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país.
Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque esses, que os milicos, em flagrante exagero, chamavam de terroristas, soltaram uma "bombinha de São João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas.
Os militares são muito estressados. Fizeram tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, seqüestros de diplomatas ... ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.
Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje. 
Para piorar a coisa, se tudo isso ainda é pouco, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder dos empregados contra os seus patrões. 
Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.
Outras desgraças criadas pelos militares: 
Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos de um Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que, por falta do que fazer, inventou o sistema PAL-M. 
Criaram ainda a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM e mais um penca de instituições, cujo amontoado de siglas nos levou a confundir nomes.
Todo esse estrago e muito mais, os militares fizeram em 22 anos de governo. Com isso, ganharam o quê? Inexplicavelmente nada. Todos os Generais-Presidentes foram para casa, levando apenas o soldo do posto. Se tivessem ficado ricos, um pouquinho que fosse, ainda dava para entender essa quantidade absurda de obras. O último deles, um tal Figueiredo, que sofria de um mal na coluna, teve que se valer de amigos para pagar tratamento com especialista. Ora! Então essa zoeira toda de obras foi só para complicar a vida simples das pessoas.
Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram.
Graças a Deus! Ainda bem que os militares não continuaram no poder!!
Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos: 
"Militar no poder, nunca mais!!!".
Anselmo Cordeiro (Net 7 Mares)
Fonte: Um Brasil Melhor
citado em  Brasil Acima de Tudo
COMPLEMENTO: E tem mais, esses caras são incorrigíveis. Atualmente estão bagunçando uma cláusula pétrea da Magna Carta da engenharia nacional. Isto é, estão construindo estradas sem superfaturar e, o pior de tudo: dentro das especificações técnicas. Já pensaram no prejuízo das empreiteiras e dos políticos que delas recebem subsídios para suas campanhas? Por essa e outras semelhantes e que esses militares não são equiparados, por exemplo, aos diretores do Senado ou ao mordomo da Roseane Sarney. Quem manda! São otários, pois estão remando contra a correnteza nacional. Desculpem-me as críticas, mas eu não aguento mais esses caras. São metidos a entender de guerra, de soberania, de estratégia, tática. Portanto, sem a humildade necessária para se curvarem diante da grande sabedoria dos espertos doutores e doutoras que são, mas não são. Agora mesmo esses caras estão reclamando, sem razão, do sábio doutor em fraudar a Constituição, tendo em vista que este nomeou coveiros civis — peritos em "arqueologia moderna", para cavoucar as ossadas"  para chefiar um general e a trupe militar que, no Araguaia, vai dar um jeito de exumar dos estômagos de animais carnívoros, uns tantos ossinhos capazes de conquistar dividendos políticos. Afinal, as eleições de 2010 já estão nas ruas e os militares são incapazes de perceber que não interessa um plano de governo, mas sim um plano para a perpetuação na dolce vita da NOMENKLATURA.
Jorge Baptista Ribeiro
Recebido por correio eletrônico

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A Mimada

por José Previdi
Fazer política é complicado. Mas, ao mesmo tempo, tem a sua lógica. Por ser complicado não se aprende apenas numa faculdade. E por ter certa lógica os chamados cientistas políticos falam muitas obviedades.
Por isso que inúmeras carreiras políticas não passam de um sonho ou despencam no primeiro mandato. Ou não. Tem pessoas que conseguem enganar na política por um bom tempo. Porque são excelentes ilusionistas.
Vejam o caso desse deputado federal gaúcho que deixou o país indignado com umas bobagens que andou falando. Acontece que ele é adorado em sua cidade. Acreditem. Periga se eleger outras vezes, até que leve um tombo. Sempre é assim.
É o caso da Professorinha.
Não que ela faça coisas erradas, que seja uma malversadora. Nada disso. O seu erro, que insiste, é ter um comportamento de mocinha mimada. No seu entorno devem ter muitos mimadores. Muitos.
Lembro que ela brigou publicamente com o pai por questões político-partidárias  tanto que deixou a sigla em que papai milita. E foi fundar um partido, só pra ela e seus mimadores. A partir daí não parou mais de brigar. Tipo aquele gordinho que é dono da bola e quando é contrariado vai pra casa. Com a bola embaixo do braço.
Mais recentemente fez graves acusações contra um poderoso empresário, entre outros. Está sendo processada. E deve adorar isso, porque disse que o lugar certo pra nossa gestora-mor é a cadeia. Já imaginou? Dá a impressão de que o Brasil deveria se transformar numa grande cadeia. Numa ilha, de Angra dos Reis, por exemplo, ela se aboletava com alguns parentes, amigos e seguidores. Como uma versão do século 21 do Jim Jones. Aí seria mimada para o resto de sua vida.
Hoje, nos jornais, leio que a Professorinha quebrou os pratos com o seu líder na Câmara Federal. Chamou-o de machista e desequilibrado.
A resposta do cara: “a postura dela pode ser derivada da imaturidade no trato com as divergências”. No popular? Mimada!!
Cá entre nós: A Professorinha não tem mais idade pra ser uma adolescente rebelde ou dirigente de centro acadêmico. Mimada.

Países Plurinacionais e Multiculturais

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A problemática indígena vem se agravando a passos largos na América Latina, mormente no Peru e na Bolívia, com sérios reflexos para o Brasil. Uma campanha internacional, muito bem urdida, tem por objetivo a transformação de países ibero-americanos em Estados plurinacionais e multiculturais, em que uma “soberania limitada” é imposta a Estados Soberanos, por meio, basicamente, de mudanças em suas Cartas Magnas. O presidente da Bolívia, Evo Morales, já logrou aprovar uma nova Constituição que transformou aquele País em um Estado plurinacional. Tal modismo ameaça particularmente o Peru, mas também outros países, inclusive o Brasil. Em maio passado, ocorreu em Puno (Peru), a IV Cúpula Continental dos Povos Indígenas do Abya Yala – nome de uma vasta região da América, habitada por índios, antes dos europeus (eram terras dos atuais Peru, Colômbia e Panamá). O Conclave reuniu 5000 (!) participantes de vários países, tendo comparecido, inclusive, um representante do espúrio MST. O mega-evento, em que foram exacerbadas, exponencialmente, as questões indigenista e ambientalista, ostentou o seguinte e emblemático mote-slogan: “Por Estados Plurinacionais e Bem Viver”, tendo o presidente da Bolívia enviado significativa mensagem aos integrantes do Encontro. Um dos alvos preferenciais dos expositores foi o presidente Alan Garcia, do Peru, que enfrenta sérios conflitos com índios e com o “Sendero Luminoso”, de cariz comunista radical, sabendo-se que estão sendo articuladas ações conjuntas entre os dois movimentos. O presidente peruano foi acusado de não cumprir a Convenção 169, da OIT, da qual o Peru é signatário (diga-se, por ilustrativo, que o Brasil também aprovou, por Decreto, essa lesiva Convenção, favorável a um indigenismo sectário e que afronta a Soberania Nacional). Acrescente-se que Alan Garcia vem acusando como promotores dos atuais distúrbios, o comunismo internacional e “potências estrangeiras que querem manter o país como comprador de petróleo”.
Quanto ao multiculturalismo, impende lembrar que se encontra em avançado estudo, no Brasil, a criação de vários “territórios etnoeducacionais” para a educação escolar indígena, que será, consoante o Decreto 6.861/2009, prestada segundo critérios de territorialidade e não mais por unidade da Federação. O primeiro desses territórios foi recentemente organizado (“Território Etnoeducacional do Rio Negro”), composto por 23 povos indígenas de São Gabriel da Cachoeira, Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, todos no estado do Amazonas. No mês de setembro, em Brasília, ocorrerá a 1ª Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena, com o objetivo de instalação de 18 territórios à semelhança do que foi criado no Amazonas (são os ditos “Territórios da Cidadania Indígena’). Melhor explicando: etnias tribais podem se unir e criar territórios com vistas à educação formal dos índios, com um único ou vários povos; por exemplo: os indígenas que vivem em Minas Gerais e no Espírito Santo estão discutindo se formarão um ou dois territórios etnoeducacionais. Isso é conseqüência exitosa de sub-reptícia campanha orquestrada pelo aparato indigenista transnacional, em mais uma tentativa de segregacionismo de nossos silvícolas que já são donos, hoje, de 13% do território nacional - uma injusta discriminação para com o restante da população brasileira. A propósito, lembremos que a CF/88, em seu Capítulo VIII - Dos Índios – nos artigos 231 e seus parágrafos, e 232, estatui normas a respeito do assunto. O precitado artigo 231, em seu “caput”, reza: 
São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens”.
 É preciso que se atente para a expressão “os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”, ou seja, ocupavam, em 5 de outubro de 1988, quando da promulgação de nossa Lei Maior. Assim, os índios brasileiros só teriam direito às terras que ocupassem naquela data, como assinalou, com acurácia, o eminente jurista Ives Gandra. Entretanto, por força de uma muito complacente, liberal e abusiva legislação infraconstitucional (Decreto n° 1.775/1996, que dispõe sobre a demarcação de terras indígenas), com base em suspeitos laudos antropológicos da FUNAI (aceitos, desafortunadamente, pelo STF, em sua antipatriótica Decisão em demarcar, de forma contínua, o colossal vazio demográfico, em área de fronteira, que é a Reserva Raposa Serra do Sol, cujos índios já exibem bandeira própria) eles passaram a ter direito às terras que dispunham no passado longínquo (“imemoriais”). Aduza-se, como corolário, que está em curso um processo semelhante, de concessão de terras para comunidades quilombolas e de indenizações pecuniárias para “afro-descendentes” (terminho alienígena importado, “corretamente político” e, até há pouco, desconhecido no Brasil), isso sem falar nas infames “cotas raciais”, afrontosas à igualdade de todos os brasileiros - prevista no “caput” do artigo 5°, da Carta de 1988 -, e ao consagrado princípio da meritocracia.
Permitiremos que o nosso amado Brasil, em especial a NOSSA Amazônia, venham a se fragmentar, territorial e socialmente?
Manoel Soriano Neto – Cel, Historiador Militar.
Fonte: recebido por correio eletrônico,
de meus amigos Felix e Zé Carlos.
COMENTO: o texto não carece comentários. Está perfeito. Só me trouxe à mente um pensamento safado: os "afro-descendentes" que aferram-se tanto às suas "raízes" parecem os adoradores dos irmãos Castro. É muito legal ficar criticando o modo de vida brasileiro, a escravidão (teoricamente extinta em 1888, lembram), o "predomínio" branco e outras basbaquices. Ir embora para a mãe-África ou para a mãe-Cuba, ninguém quer! Eu posso escrever isto pois sou pardo, filho de uma linda negrona brasileira e de um índio brasileiro. Portanto, sou brasileiro, o Brasil é minha terra, minha nação, minha cultura. Comigo não tem essa de "cultura indígena" e muito menos de "afro"!!!
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Bolsonaro no Lobão

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O Dep. Jair Bolsonaro vai falar hoje às 22:30 no programa do Lobão, na MTV, e vai rebater as críticas de uma comuna do PCdoB ao projeto sobre a diminuição da responsabilidade penal para a idade mínima de 16 anos
Eles, do PCdeBosta pegavam menores para a guerrilha. Vejam os fatos: 
1) No site da Fapesp sobre a guerrilha: 
Há um rapazinho chamado João Batista, filho do Alfredo, morto no dia 13/Out junto com André Grabois, Calastroni e o Nunes. O menino, de quatorze anos, é o guia dos guerrilheiros na mata. Há, no grupamento A, mais outros dois jovens moradores da região. Mas eles estão demonstrando muito medo, andam muito devagar e ainda no mês de outubro, encontraram a equipe do dr Asdrúbal”, quando a “Sônia” foi morta. 
Portanto, eram três menores aliciados no grupamento A
2) André Grabois, filho de Maurício Grabois, comandante da FOGUERA, tinha 16 anos quando foi mandado, pelo próprio pai, para a China e, depois, para Cuba. Morreu em combate com a equipe do dr Asdrúbal no dia 13/out/73, na região denominada Caçador, quando era comandante do grupo militar da guerrilha. 
3) João Pereira, de 17 anos de idade, morador da área, filho de Antonio Pereira, foi esquartejado por dois companheiros de Genoíno, em maio/72
Ele foi assassinado cruelmente, esquartejado na frente da família, por ter acompanhado a equipe do dr Asdrúbal durante uma manhã na mata. Genoíno sabe o nome dos dois assassinos. Foi o primeiro ASSASSINADO na região. Ângelo Arroyo escreveu em seu Relatório “que foi para servir de advertência para os moradores não terem contacto com os militares”. Estes eram os anjinhos do Araguaia.
Fonte:  texto adaptado de Navegação Programada

terça-feira, 14 de julho de 2009

Hezbollah, o Partido de Deus

por Carlos Azambuja
HEZBOLLAH: significa "Partido de Deus". Foi constituído em 1982 por um grupo de libaneses muçulmanos xiitas, quase todos clérigos. Recebem suporte ativo do Irã — orientação ideológica e fundos financeiros. Seu objetivo é criar um Estado Islâmico no Líbano, além de estimular a destruição de Israel. Opera a partir do Vale do Bekah, no Sul do Líbano. Por meio de seu braço armado, a JIHAD ISLÂMICA, é responsável por inúmeros atentados e mortes dentro e fora de Israel. É, certamente, um dos grupos mais eficazes e poderosos, com extensas ramificações na Europa, África e Américas do Norte e Sul.
Em julho de 1993, enquanto negociava a paz em segredo com a Síria, Israel lançou contra o Hezbollah a "Operação Ajuste de Contas", que consistiu no bombardeio de aldeias e cidades situadas em uma faixa de segurança de 14 quilômetros no Sul do Líbano, criada em 1985.
Em fins de julho de 1993, o saldo dessa Operação era de 86 mortos, 480 feridos e 360 mil libaneses deslocados dessa região para Beirute. Tudo isso entre o fogo cruzado dos israelenses e dos membros do Hezbollah, que dispunham de mísseis soviéticos Katiushka.
Com se sabe, a "Operação Ajuste de Contas" não trouxe qualquer resultado prático para Israel. Ao contrário, desencadeou uma série de críticas internas e a repulsa internacional.
O Hezbollah surgiu da fusão de dois grupos: o partido islâmico pró-Síria "Amal" (que significa Esperança), dirigido por Hussein Musawi, primo de Abu Abbas — dirigente do Hezbollah até sua morte em mãos de um comando israelense —, e um grupo originário do Vale do Bekah, dirigido por Subbi Tufaili.
O Vale do Bekah, ao Sul do Líbano, contava, na época, com a proteção das tropas sírias. Sua economia consistia nos cultivos mais importantes do mundo, da papoula, de onde é extraído o ópio, e do haxixe. Na região estava instalada uma plataforma síria de lançamento de mísseis.
O grupo xiita representa 30% da população do Líbano, e é considerado o mais radicalizado da maioria muçulmana do País. Esse grupo, a partir da revolução iraniana tentou criar um Estado regido pelas leis islâmicas e expulsar do País a minoria cristã. Sua política com relação aos habitantes do Sul do Líbano era similar à desenvolvida atualmente pela guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC): em regiões onde o Estado não existe auxiliam as populações desassistidas e impõem a "sua lei".
Em outubro de 1983, o Hezbollah realizou sua primeira operação terrorista: um caminhão-bomba dirigido por um militante-suicida foi lançado contra um quartel da Infantaria de Marinha dos EUA, perto do aeroporto de Beirute, causando 241 mortes. Pouco tempo depois, um outro caminhão foi lançado contra um quartel das tropas francesas, também em Beirute, deixando 58 vítimas.
Após cada atentado o Hezbollah comunicava-se com a imprensa, reivindicavam a ação e enviavam uma série de fotos dos quartéis, obtidas antes dos ataques, revelando que havia sido realizado um prévio levantamento dos alvos.
Na lista de atentados do Hezbollah, os mais importantes são os seguintes:
— quartel do exército israelense na cidade de Tiro, no Líbano, em 4 de novembro de 1983 (60 mortos);
— embaixadas da França e EUA no Kwait, em 12 de dezembro de 1983 (7 mortos);
— anexo da embaixada dos EUA em Beirute em 21 de setembro de 1984 (23 mortos);
— embaixada dos EUA em Beirute em 8 de abril de 1993 (63 mortos).
Todos esses atentados foram reivindicados pelo Hezbollah que, além disso, realizou uma extensa série de seqüestros e atentados individuais, como a tomada da embaixada dos EUA no Irã durante 444 dias, em novembro de 1979;
— o assassinato de Malcolm Kerr, presidente da Universidade Americana em Beirute, em 18 de janeiro de 1984;
— o seqüestro do jornalista Jeremy Levin, da rede CNN, em 7 de março de 1984;
— o seqüestro do vôo 221, com destino a Teerã, em 3 de dezembro de 1984, durante o qual dois oficiais do Departamento de Estado dos EUA foram mortos;
— o seqüestro, em Beirute, do jornalista Terry Anderson, em 16 de março de 1985;
— atentado a bomba na sinagoga de Copenhague, em 22 de julho de 1985;
— uma série de atentados a bomba em Paris, no mês de setembro de 1985, deixando 9 mortos;
— o seqüestro de quatro professores do University College, em Beirute, em 24 de janeiro de 1987.
Nessas ações terroristas, o Hezbollah utilizou distintas denominações, objetivando confundir os Órgãos de Inteligência ocidentais: Jihad Islâmica (quando de objetivos ocidentais no Líbano); Resistência Islâmica (quando os objetivos eram israelenses); e outras denominações ocasionais, como Organização para a Justiça Revolucionária, Organização dos Oprimidos da Terra, ou Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina.
Embora o Alcorão proíba o suicídio, a morte dos condutores de carros-bomba é justificada pelo Hezbollah sob a alegação de que o resultado é equivalente ou excede a perda da alma do suicida. 
As divisões internas no Hezbolah se acentuaram a partir de 1989. No Congresso realizado em 1991, Abbas Musawi foi eleito dirigente máximo do grupo. No entanto, foi assassinado logo depois, em fevereiro de 1992, por um comando israelense. Essa morte foi assinalada por alguns como motivadora do atentado a bomba à embaixada de Israel em Buenos Aires, pouco menos de um mês depois.
Hoje o Hezbollah encontra-se instalado na Argentina e Venezuela, conforme mostram as fotos abaixo: