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domingo, 5 de novembro de 2017

George Soros e Open Society Financiam a Nova Ordem Mundial

Quando, jovem e tardiamente, comecei a interessar-me pelo que acontecia no Brasil e no mundo, era pela imprensa que eu buscava informação e análise. Jornais, revistas e televisão eram as minhas fontes. Se os meios de comunicação e os seus comentaristas eram disfarçadamente parciais, política e ideologicamente engajados, tal me escapava. Tamanha era força da imprensa e do mito da imparcialidade que leitores como eu, o leitor médio, éramos incapazes de identificar qualquer viés político de esquerda no conteúdo que nos era apresentado. O que lá estava escrito nas publicações ou dito em imagens na tevê era, portanto, a representação fiel da realidade.
Com o passar dos anos, era natural que eu e tantos outros achássemos que nossas opiniões individuais eram nossas e não, como de fato eram, meras reproduções da posição política de jornalistas, comentaristas, enfim, de toda a fauna conhecida como formadora de opinião.
Quando os diretores e operários de esquerda da imprensa brasileira decidiam que tal e qual assunto deveria ser objeto de exposição pública e debate, expunham-no de uma maneira que o conteúdo direcionasse e definisse a opinião do leitor ou do espectador. Ao esconder-se sob o falso manto da imparcialidade, a empresa jornalística enganava os seus consumidores ao maquiar a forma de apresentar a informação e ao colocar especialistas de esquerda que defendiam a sua visão de mundo como se ambas, opinião e visão de mundo de esquerda, fossem a verdade e não a sua imitação fraudulenta.
Se até poucos anos atrás essa postura passava incólume, hoje, graças ao bom Deus, uma parcela cada vez mais numerosa da sociedade brasileira está sendo exposta a essa imitação fraudulenta da verdade empreendida por parte da grande imprensa e de organizações cada vez mais atuantes naquilo que se chama de debate público, que nada mais é, como sempre disse um amigo, debate publicado.
Os representantes dessas organizações têm uma espécie de sala VIP em grandes jornais e emissoras de tevê. Não importa o que digam e defendam, contam sempre com a valiosa ajuda dos grandes canais de comunicação e assim também conseguem influenciar a produção artística das empresas, como programas de auditório, séries e novelas. Dessa forma, o telespectador é submetido a uma grade de programação revolucionária que gradualmente faz cumprir o seu intento de destruir a imaginação moral, de mudar mentalidades e, portanto, a sociedade.
Várias dessas entidades que gozam de prestígio na tevê e na grande imprensa brasileira são financiadas por um bilionário húngaro-americano que tem como objetivo promover uma engenharia social mundial que atenda a sua agenda ideológica e empresarial. Para isso, George Soros não economiza dinheiro nem esforços. Graças aos vazamentos de documentos feitos no ano passado pelo Wikileaks e pelo DC Leaks foi possível constatar a dimensão, ainda que parcial, dessa drenagem de recursos para organizações, partidos e políticos de esquerda em várias partes do mundo, dos Estados Unidos, passando pela Hungria até chegar ao Brasil.
Dias atrás, foi noticiado que Soros fez nos últimos anos doações que somaram US$ 18 bilhões para a sua organização Open Society Foundations, nome inspirado no famoso livro A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos (volumes 1 e 2), de Karl Popper, que deve estar se revirando no túmulo em virtude da homenagem.
Até mesmo para Soros essa doação para a sua própria fundação é algo impressionante e mostra a seriedade com que ele encara o trabalho desenvolvido pela Open Society. Como salientou o jornal de esquerda The New York Times, foi uma das maiores doações de dinheiro já feitas por um doador privado para uma única instituição nos Estados Unidos. Isso significa que haverá verba ainda mais farta para as esquerdas nativas potencializarem o trabalho revolucionário que já desenvolvem.
Nos Estados Unidos, há anos Soros é um dos maiores doadores do Partido Democrata. Na eleição presidencial passada, investiu muito dinheiro na campanha da candidata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Donald Trump. A vitória de Trump acendeu o alerta vermelho da organização, que passou a trabalhar com um “novo senso de urgência”, segundo disse ao New York Times o vice-presidente da entidade, Patrick Gaspard.
Aqueles documentos vazados no ano passado pelos sites Wikileaks e DC Leaks que eu mencionei mostraram o grau de influência de Soros sobre Hillary e o Partido Democrata, que receberam ambos cerca de US$ 25 milhões do bilionário para a eleição de 2016. Soros é, aliás, um dos maiores doadores de toda a carreira política de Hillary.
Como esse tipo de apoio nunca sai de graça e quem decide fazer o pacto uma hora terá de prestar contas a Mefistófeles (obrigado, Goethe), um dos e-mails vazados revelou que Soros, mediante um representante, enviou instruções a Hillary, então secretária de Estado do governo de Barack Obama, para intervir na política da Albânia, país onde ele tem negócios. Três dias depois da mensagem, o nome sugerido por Soros, Miroslav Lajcak, foi enviado pela União Europeia para mediar o conflito entre os rivais políticos albaneses.
Investindo o seu dinheiro de forma estratégica, Soros também teria orientado políticos do Partido Democrata para fazer valer seus interesses dentro e fora dos Estados Unidos, além de ter tentado manipular eleições na Europa. Ainda segundo os documentos vazados, através da Open Society, o bilionário financiou entidades em várias partes do mundo.
No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society injeta cerca de US$ 37 milhões por ano. A Fundação Ford, igualmente notória por financiar esquerdistas ao redor do mundo, destina US$ 25 milhões para organizações de esquerda de países latino-americanos.
Esse dinheiro só vai, porém, para iniciativas que atendam o grande projeto global de revolução social financiado por Soros, o que significa promover o aborto, a legalização das drogas e ataques sistemáticos a todos os costumes, tradições e instituições sociais que de alguma maneira ainda protegem a sociedade brasileira da ação revolucionária. Por isso, o apoio cada vez maior a grupos que usam o termo “mídia independente” para desenvolver de forma radical e inclusive pressionar o trabalho realizado pela grande imprensa.
Um desses projetos é a Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), que ficou conhecida nas manifestações de 2013 dizendo-se independente, mas que havia recebido US$ 80 mil da Open Society. Vinculado ao Fora do Eixo, entidade chefiada por Pablo Capilé, a Mídia Ninja inaugurou na semana passada a sua nova sede na região central de São Paulo. Para legitimar seu trabalho, reuniu a fauna e a flora artística de esquerda. Foi nesse evento que Caetano Veloso tentou ser humorista: “Algum conservadorismo é necessário. Pode não ser desejável, mas é necessário”. O cantor e compositor inaugurou com a frase um novo ofício: bedel do conservadorismo pátrio mesmo que ele não faça ideia do que seja conservadorismo.
Outra entidade que atua na seara da produção de conteúdo é a Agência Pública, do esquerdista Leonardo Sakamoto, que em cinco anos recebeu mais de R$ 1 milhão da Open Society. É com os dólares de Soros que a Agência Pública diz realizar um “modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência”. Independência similar à da Mídia Ninja. Sakamoto é autor da célebre frase metafísica: o que define uma mulher não é o que ela tem ou teve entre as pernas.
Mas nessa relação entre imprensa, tevê e organizações financiadas por George Soros, destaca-se Ronaldo Lemos, comentarista da Globonews, cofundador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O ITS Rio recebeu da Open Society US$ 350 mil entre 2014 e 2015. Lemos foi talvez o nome mais conhecido na elaboração e defesa do Marco Civil da Internet, que abriu a possibilidade de regulação e de controle pelo Estado e que foi usado pela Justiça como fundamento jurídico para suspender o aplicativo WhatsApp.
Outro destaque é a também comentarista da Globonews (e voz cada vez mais conhecida na defesa da legalização das drogas) Ilona Szabó de Carvalho, diretora-executiva e coordenadora do Programa de Políticas sobre Drogas do Instituto Igarapé. Também financiado pela Open Society, o Igarapé recebeu mais de R$ 670 mil entre 2014 e 2015.
Em abril de 2015, aliás, houve um evento simbólico dessa relação: Ilona organizou junto com Pedro Abramovay, sobre quem falarei mais adiante, um jantar para George Soros no apartamento do casal Florência Fontan Balestra e Fabiano Robalinho Cavalcanti, ambos do Instituto Igarapé. O encontro reuniu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jorge Paulo Lemann (3G Capital), David Feffer (Grupo Suzano), Celso Lafer (advogado e professor), Guilherme Leal (Natura), Ricardo Marino (Itaú-Unibanco), Olavo Monteiro de Carvalho (Grupo Monteiro Aranha), Luciano Huck, Carlos Jereissati (Grupo Jereissati), Raphael Klein (Casas Bahia e Kviv Ventures) e Beatriz Gerdau (Grupo Gerdau). Nesse jantar no Rio de Janeiro, Soros falou sobre a cultura da filantropia, o que significa que ele falou sobre a sua cultura de filantropia para pessoas muito influentes e com muito dinheiro. Além disso, ele participou de um seminário sobre drogas.
Ainda sobre o ITS Rio, junto com Ronaldo Lemos integram a equipe Eliane Costa, que foi gerente de patrocínio da Petrobras de 2003 a 2012 (ou seja, durante todo o governo Lula); Lucia Nader, que é Fellow da Open Society; e Ana Toni, que integra o conselho editorial do jornal socialista Le Monde Diplomatique Brasil e que atuou como diretora da Fundação Ford no Brasil de 2003 a 2011 (quase o mesmo período em que sua colega trabalhou na Petrobras).
A drenagem dos recursos de Soros também alimenta entidades criadas por aquelas já financiadas pela Open Society. O ITS Rio, por exemplo, criou o site Mudamos.org, que recebe dinheiro de Soros e orgulha-se de ter participado da criação do Marco Civil da Internet. O dinheiro entra por vários canais, mas converge para o mesmo duto. O idealizador do Mudamos.org é o sociólogo socialista Luiz Eduardo Soares. Ele foi secretário de Segurança Pública do governo Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e secretário nacional de Segurança Pública do governo Lula, além de coautor do livro Elite da Tropa, que serviu de base para o filme Tropa de Elite. Soares é notório defensor da desmilitarização da Polícia Militar e da descriminalização das drogas, cuja proibição tem como consequência, segundo ele, a criminalização da pobreza, sem reduzir a criminalidade ou o consumo de drogas. Se a pobreza é criminalizada em função da proibição, o sociólogo está dizendo que os pobres são criminalizados por envolvimento com as drogas? Não seria esta uma posição altamente preconceituosa e falsa de alguém que se equilibra entre Karl Marx e Michel Foucault?
Outras organizações que receberam dinheiro de Soros para influenciar a sociedade brasileira para liberação das drogas foram o Movimento Viva Rio, que entre 2009 e 2014 recebeu US$ 107 mil para atuar na defesa da liberação das drogas; e o Instituto Fernando Henrique Cardoso, que recebeu US$ 111.220 entre 2015 e 2016. O ex-presidente tornou-se a voz mais famosa a defender a legalização.
Há ainda o Instituto Arapyaú, fundado por Guilherme Leal, um dos donos da empresa Natura e que, em 2010, foi candidato a vice-presidente de Marina Silva, que foi petista por 24 anos até pedir para sair em 2009. Um dos membros do conselho de governança é o petista Oded Grajew, idealizador do Fórum Social Mundial (a disneylândia do socialismo latinoamericano), ex-assessor especial do presidente Lula e coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, que recebeu US$ 500 mil da Open Society em 2014 e 2015.
A lista vai além. O projeto Alerta Democrático, que recebeu US$ 512.438 em 2014 da Open Society Foundations, tem na sua equipe o já citado petista Pedro Abramovay, que trabalhou no Ministério da Justiça nos governos Lula e Dilma e que é, vejam só, Diretor Regional para América Latina e Caribe da própria Open Society. Abramovay também foi diretor no Brasil do site de petições Avaaz, que ele definiu “como um movimento que tem princípios”, não uma rede social ou “um espaço neutro”. Por isso, só aceita petições de causas afeitas à ideologia e retira do ar qualquer petição que vá contra os princípios do movimento. Outro integrante da equipe do Alerta Democrático é o ex-BBB Jean Wyllys, que usa o seu mandato de deputado federal para fazer valer o projeto de engenharia social mediante mudança de comportamentos de cima para baixo pela ação do Estado.
O financiamento de organizações socialistas e comunistas por uma certa elite econômica nem é uma novidade histórica: os revolucionários russos foram financiados por grandes empresários para fazerem a revolução de 1917; os nazistas foram financiados por grandes empresários para conquistarem o poder em 1932; os petistas foram financiados por grandes empresários até conquistarem o governo federal em 2002 (a Operação Lava Jato apresenta cada dia mais a dimensão, por ora incalculável, desse financiamento).
A agenda de Soros e a das organizações de esquerda é uma só ou converge em muitos pontos, a depender da organização e do país onde está sediada. O bilionário financia projetos que se coadunam com sua visão revolucionária de mundo; os revolucionários aceitam a doação porque o dinheiro financia o seu projeto revolucionário de mudar o mundo.
O primeiro a denunciar o projeto global de Soros via financiamento de organizações de esquerda foi o professor Olavo de Carvalho, a partir do fim da década de 1990. Muitos artigos sobre o tema foram publicados no jornal O Globo e depois reunidos no livro O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, organizado por Felipe Moura Brasil e publicado pela Editora Record.
E por que Soros faz o que faz?
Algumas respostas foram dadas pelo autor de Por trás da Máscara, Flavio Morgenstern, no podcast do site Senso Incomum, e pelo também colunista da Gazeta do PovoAlexandre Borges:
Soros é, possivelmente, o indivíduo sem cargo eletivo mais influente do mundo. (…) 
George Soros se vê como um missionário das próprias utopias e não conhece limites para usar sua fortuna quase sem paralelo para influenciar a política, a imprensa e a opinião pública em diversos países, especialmente os EUA. Como ele mesmo disse, ‘minha principal diferença de outros com uma quantidade de recursos acumulados parecida com a minha é que não tenho muito uso pessoal para o dinheiro, meu principal interesse é em ideias.(…)  
A Open Society é uma ONG bilionária destinada a influenciar a opinião pública e a política no mundo. Ela está presente em mais de 70 países é tão poderosa que, em alguns regimes, é considerada um ‘governo informal’. Nos EUA, mantém o poderosíssimo Media Matters, que dá o tom de praticamente toda a imprensa americana, além de ser o principal financiador do The Huffington Post, um ícone da esquerda mundial.(…)  
O número de fundações, ONGs, sindicatos e veículos de comunicação que recebem dinheiro de George Soros ou de suas fundações é tão vasto que só um incansável pesquisador como David Horowitz para catalogar e publicar no seu portal Discover the Networks. Se você tiver curiosidade, é só clicar aqui.”

Depois de descobrir qual é a agenda dessas organizações, quem as representa e as financia, e a influência que exercem na política, na economia e na opinião pública no Brasil, cabe a você refletir se aquilo que você pensa sobre desarmamento, liberação das drogas, desmilitarização da PM, democracia e outros temas é o resultado de uma análise genuína baseada em informações precisas ou uma mera repetição de discursos ideológicos previamente criados por esses revolucionários financiados pelo grande capital que costumam criticar.
Porque as agendas políticas que hoje despertam paixões, que provocam “polêmicas” e discussões nas redes sociais são muitas vezes o resultado de um trabalho muito bem articulado de instituições e personagens que nem sempre aparecem ou que aparecem como especialistas imparciais. Convém ter isso em mente e estar sempre alerta antes de defender determinadas posições e de agir como inocente útil de uma ideologia e de um projeto político tão ocultos quanto infames. Não se enganem: hoje, em qualquer canto onde haja um projeto revolucionário, George Soros está lá.
Fonte:   Gazeta do Povo
COMENTO: em resumo, o problema reside no fato de que, junto com uma extensa agenda visando a destruição da atual sociedade, os pretensos líderes do futuro inserem algumas coisas simpáticas a todo mundo (ou quase). 
Assim, fazem com que seus objetivos aparentem não ser tão deletérios. Isto é facilmente verificável nas redes sociais, particularmente nas "notícias" da "grande mídia" e nos diversos comentários a elas referentes. Temas como "união gay", por exemplo, assunto que só diz respeito e interessa aos gays, (cerca de 10% da população, quando muito) é frequentemente exposto junto a outros temas relativos a drogas, aborto, racismo, feminismo e outros, sendo motivo de extensa discussão e da maioria dos comentários. Quando isso ocorre, as demais "demandas" sequer são notadas. Outro exemplo de objetivo maléfico a ser imposto à sociedade é o esforço pela "descriminalização" das drogas sob o argumento da liberdade de cada um dispor de sua vida e saúde como bem lhe aprouver. Faz tempo que George Soros incentiva essa ideia que aqui no Brasil, não por coincidência, tem o apoio de FHC. A experiência de Pepe Mujica liberar a venda de maconha no Uruguai já está mostrando o resultado catastrófico da iniciativa, mas os canalhas de sempre fingem não ver.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O Gramscismo Orientando o Fabianismo Que Nos Domina

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Antonio Gramsci já alertava que somente pela via armada, os comunistas não chegariam ao poder, ou então, o alcançariam e perderiam em seguida.
Muito mais inteligente que o incompetente Karl Marx e os impulsivos Lenin e Trotsky talvez auxiliado pelo excesso de tempo que lhe foi disponibilizado (na prisão) para estudar e elaborar suas teorias , Gramsci conseguiu traçar a estratégia ideal para alcançar os corações e mentes dos que seriam dominados.
Transcrevo abaixo dois textos de autores diferentes, onde o primeiro explica os motivos de sermos um país que se encontra a deriva em termos ideológicos, com uma falsa imagem de democracia, manipulada por quem realmente determina o futuro dos ingênuos brasileiros. No segundo texto encontramos a visão extremamente lúcida sobre os subterrâneos da pantomima que envolveu o processo de impedimento da presidente destituída de seu cargo desmascarando as figuras nela envolvidas.

I
AÉCIO SABE O QUE ESTÁ FAZENDO
por Francisco José Dominguez
Fico muito preocupado quando vejo um articulista que se expressa bem, com capacidade de analisar fatos e concatenar ideias, como o autor do artigo [abaixo], Pedro Henrique Mancini de Azevedo, faz um comentário sobre o Senador Aécio Neves, julgando-o “uma menininha inocente”. Ora, convenhamos, ninguém chega onde ele chegou, sendo inocente…
O ponto mais importante, de todo o nosso cenário político atual, está sendo omitido. O PSDB não é um partido de oposição. É um partido socialista Fabianista. Ou seja, é aliado do PT, é seu cúmplice na implantação do socialismo/comunismo. Portanto Aécio não é inocente, ele é cúmplice do maior estelionato eleitoral que o Brasil já sofreu.
Para quem não conhece o fabianismo, sugiro uma pesquisa sobre o assunto no Google, com a seguinte ressalva: o Google vai mostrar o lado bonitinho do fabianismo, vendendo a imagem de um socialismo moderado. E é exatamente isto que o fabianismo deseja.   Na verdade, o fabianismo foi criado como uma espécie de válvula de escape para as pressões sociais criadas pelos partidos de esquerda revolucionários. Ele se apresenta como um partido de oposição, socialista, mas moderado.
Mas observem, ele JAMAIS critica os princípios socialistas. Só ataca, e violentamente, a direita conservadora. Com isto, vai ocupando os espaços políticos da direita conservadora, apresentando-a como a vilã da história. Quando o povo se cansa das medidas tomadas pelos radicais de esquerda, que criam tensões insuportáveis, o partido socialista fabianista se apresenta às eleições como a oposição que o país precisa. Obviamente consegue ser levado ao poder e passa os próximos anos preparando o retorno dos radicais. Para isto, ele conta com a memória curta do povo. À medida que o povo se esquece das imbecilidades radicais de esquerda, ele cria todas as situações que favorecem o retorno dos radicais, para continuar rumo ao ideal da revolução socialista.
Agora, comparem o que acima está dito, com o que aconteceu no Brasil. O PSDB tomou todo o espaço da oposição. Elegeu FHC como presidente, que fez tudo para facilitar a eleição de Lula, inclusive boicotar as candidaturas de Serra e Aécio, de seu próprio partido.
E agora, meus amigos, preparem-se para o choque: Estamos repetindo a dose do mesmo remédio.
Lula, Dilma e o PT esgotaram a paciência do povo. Suas medidas populistas destruíram a economia e queimaram a imagem dos socialistas radicais. 
Como continuar o “avanço” rumo ao socialismo? Lula passou a “se achar” o dono do mundo, Dilma é autoritária e burra, não conversa com ninguém, quer fazer só o que ela quer. Foi preciso tirar os dois do caminho, um preço pequeno a pagar para manter no poder os mesmos de costume, e continuar no caminho do socialismo. Fez-se o “impeachment”, mas um impeachment ‘Light”, para Dilma não ficar muito frustrada e continuar no time, e se colocou Temer no poder, com o beneplácito do PSDB, que emplacou Serra no Itamaraty. Reparem que o PSDB passa o tempo todo fazendo de conta que é oposição ao PT, mas toda vez que alguma coisa ameaça os interesses socialistas, ele reage, ameaça deixar a “coalizão”, etc..
E o que Serra tem feito? Tratado os países bolivarianos com mão de ferro, para agradar ao povo brasileiro, conservador por excelência e cansado de ditadores de esquerda, feito Fidel, Chavez, Maduro e Evo. Exatamente o que NÃO seria de se esperar de um comunista ferrenho, ex-presidente da UNE. Ou seja, ele está fazendo exatamente o papel que o fabianismo lhe determina. Está dando ao povo aquilo que ele quer, criando uma ilusão de prestidigitador. Dá com uma mão e tira com a outra. Nas próximas eleições o PSDB se apresentará como o partido que o Brasil precisa, que trata os radicais com rigor, e elegerá quem? SERRA, CLARO! E aí, meus amigos, é que vamos ver quem é o verdadeiro Serra….
O problema político brasileiro só faz sentido quando adotamos como premissa básica que o PSDB é isto aí, um cúmplice do PT. Qualquer outra hipótese leva a um quadro onde as coisas não fecham direito, várias lacunas se abrem, as pessoas e fatos parecem não se enquadrar naquilo que poderia ser um quadro mais lógico e provável. Mas basta entender que o PSDB é um partido fabianista, como acima descrito, para que as coisas se encaixem nos devidos lugares.
E esta hipótese responde à pergunta final do artigo abaixo, “Quem tem tanto interesse em proteger o PT?”. Não meus amigos, não é um ministro do STF. É um partido, o PSDB! É FHC, o líder do fabianismo no Brasil, que, segundo ele próprio, FOI comunista e pediu para esquecerem o que ele escreveu no passado. Acredite quem quiser….
Todo o resto é uma grande encenação, com várias cortinas de fumaça….
Abraços
Dominguez
(também pode ser lido em  Papéis Avulsos)
II
por Pedro Henrique Mancini de Azevedo
Quando você quiser convencer alguém, fale de interesses em vez de apelar à razão.” 
(Benjamin Franklin)
Finalmente chegou ao fim o julgamento do processo de impeachment da ex presidente Dilma Roussef. O julgamento em si não poderia ter sido mais bizarro, mostrando que estamos realmente sendo governados por um bando de malucos. São várias as situações que podem ser comentadas desse freak show, mas com certeza a decisão final de manter o direito de ocupar cargos públicos de Dilma foi a maior delas. Em meio a toda essa confusão, fiz um esforço para tentar trazer um pouco de sentido a tudo que ocorreu.
Antes de começar, porém, é impossível deixar de comentar a ladainha proferida por Dilma durante todo o julgamento, insistindo que o processo era um golpe. Chega a ser hilário. Sinceramente, comecei a imaginar Dilma daqui a uns 15 anos. Imaginem só. Um daqueles jornalistas da “esquerda moderada”, como Caco Barcelos, iriam entrevistar a já bem idosa ex presidente em sua residência. Ao iniciar a entrevista com uma simples saudação matinal, Dilma logo responde: “Foi golpe”. O jornalista, embaraçado faz outra simples pergunta: Podemos iniciar a entrevista, presidenta? Eis que Dilma responde novamente: “Foi golpe”. É mais ou menos assim que vejo Dilma no futuro. Uma senhora transtornada que vive o dia inteiro repetindo “foi golpe” como se fosse um chavão do programa Zorra Total. Mas vamos em frente.
O primeiro fato marcante ocorrido durante a votação foi quando a senadora petista Gleisi Hoffman disse que ali no Congresso não havia ninguém com moral para julgar Dilma. Após vários bate-bocas, o presidente do Senado, Renan Calheiros, tomou a palavra e acabou cometendo um ato falho. Visivelmente irritado, Renan disse que Gleisi não deveria estar dizendo aquilo, já que um mês antes ela teria solicitado a ele para impedir o seu indiciamento no STF, em inquérito relacionado a Operação Lava-Jato. Foi aí que a coisa começou a feder.
Renan, não só comprometeu a senadora Gleisi, mas também a si próprio e a algum membro do STF. Este último foi o que mais me chamou atenção. Quem seria esse membro do STF que Renan foi procurar para impedir o indiciamento da senadora Gleisi e do seu marido? Bem, vamos voltar a essa pergunta mais tarde.
O segundo fato marcante que se deu durante a votação, foi a conversa íntima e descontraída entre o senador tucano Aécio Neves, Dilma, José Eduardo Cardozo e o presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Confesso que diante daquela cena só pude me lembrar da frase de Ronald Reagan que dizia: “Dizem que a política é a segunda profissão mais antiga que existe. Hoje vejo que ela se parece muito com a primeira”. Sábias palavras.
Aécio, assim como a maioria dos tucanos, parece uma menininha inocente, que mesmo após ser corneada pelo namorado inúmeras vezes, continua se arrastando atrás do canalha. Não consigo entender essa necessidade que a maioria dos tucanos tem de agradar um partido como o PT, que atribui a eles todos os males causados neste país. Mas não muito tempo depois, acredito que Aécio viria a se arrepender da sua diplomacia exagerada.
Por fim, o terceiro fato marcante ficou a cargo da advogada de acusação Janaína Paschoal. A jurista, ao proferir seu discurso final, chorou e pediu perdão a Dilma pela dor que ela estava fazendo a ex presidente passar. Mas pediu que Dilma compreendesse que aquilo que ela estava fazendo era visando o futuro dos netos da ex presidente. Ao contrário de muitos, isso não me fez ter uma admiração maior por Janaína, mas sim reforçou a ideia de que temos que ter muito cuidado em cultuar salvadores da pátria. Vejam, por exemplo, o caso de Joaquim Barbosa. O ex presidente do STF era tido por muitos como possível candidato a presidência. Só que o nosso nobre colega acha que o impeachment de Dilma é um golpe. Esse era o nosso Messias? Um ex petista que acha que Dilma está sofrendo um golpe? Então, meus amigos, cuidado, pois ser contra o PT é uma coisa, não ser esquerdista é outra completamente diferente. Ser de esquerda, em muitos casos, é patológico.
Dito isso tudo, agora vamos tentar de alguma maneira ligar os fatos. Não é novidade para ninguém que Renan Calheiros, junto com o PT, fez uma manobra para manter os direitos de Dilma em ocupar cargos públicos e logrou êxito. Mas conforme dito antes, há uma pergunta que não foi respondida. Renan foi ao STF para impedir o indiciamento da senadora Gleisi. Logo, ele foi ouvido por algum dos ministros. Mas qual ministro? Quem foi esse sujeito oculto do STF que Renan foi procurar? Precisamos saber, pois esse ministro está completamente comprometido. E uma pessoa com tamanho rabo preso é capaz de até, sei lá, alterar a Constituição. Opa, isso foi feito!
Pois é. No final das contas, a vitória sobre o PT ficou com um gosto amargo. Voltando agora aos fatos mencionados, fico me perguntando o que Aécio Neves e Janaína Paschoal estão achando do PT agora. Será que Aécio ainda quer ir lá e afagar Dilma após ela e o PT terem dado mais uma pernada nele e em todos os brasileiros? Ora, senador Aécio, o PT não tem somente um projeto diferente do seu partido, o PT é uma quadrilha! Será que você não percebe isso? E você, Janaína? Ainda quer chorar e pedir desculpas a Dilma? A Dilma! A mesma Dilma que foi incapaz de pedir desculpas ao povo brasileiro por toda lambança que ela nos colocou; a mesma Dilma que nem sequer teve dignidade que o ex presidente Fernando Collor teve, em renunciar ao seu cargo, a fim de não protelar e subjugar o povo brasileiro a um processo longo e penoso que só atrasou ainda mais a dura missão de tirar a nossa economia do buraco. A essa Dilma que você pede desculpas, Janaína? Quando vocês vão entender que os petistas são embusteiros, golpistas, autoritários e truculentos? Quando?! Quantos golpes a mais vocês irão tolerar?
Enfim, talvez ao invés de tentar reverter esse fatiamento do julgamento de Dilma, devêssemos focar em descobrir o motivo pelo qual essa atitude foi tomada. O acordo entre Renan Calheiros e o PT, com a chancela do presidente do STF que simplesmente rasgou a nossa Constituição , precisa ser investigado. E para entender o motivo dessa decisão, basta ir atrás desse sujeito oculto do STF que foi procurado por Renan Calheiros. Esse sujeito teria total interesse em dar uma pedalada na nossa Constituição, pois tem suas digitais em toda a cena do crime. Quem é esse sujeito oculto? Quem tem tanto interesse em proteger o PT? Os indícios apontam para um certo ministro, mas será que ele é o único? Com a palavra, a Justiça brasileira. Se é que ela ainda existe.
Atenciosamente,
Pedro Henrique Mancini de Azevedo
Fonte: correio eletrônico
COMENTO: Apesar de parecerem antagônicos, os dois textos conduzem à mesma conclusão que meus Instrutores repetiam nos anos 70: o inimigo é solerte e insidioso.
Seus autores alertam sobre a maneira de agir dos neo comunistas, na "preparação do terreno" para implantarem sua odiosa ideologia.
Atualmente, a maior prova do conluio entre as duas grandes quadrilhas, ops, partidos, é a atitude servil e submissa adotada pelo "líder" Cássio Cunha Lima, propondo apaziguamentos e aceitação da patifaria ocorrida por ocasião do julgamento separado do impedimento e da suspensão dos direitos políticos da ex presidente da República.
Cássio Cunha Lima, para quem não lembra, é aquele impoluto paraibano que ostenta em seu currículo o fato de ter seu mandato de governador cassado em 2008 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por uso indevido de dinheiro público. Além de estar envolvido na ação criminal que investiga esquemas de desvios de recursos e lavagem de dinheiro em sua campanha eleitoral de 2006, que está parada no STF. Também é réu na Operação Concord que apura esquemas de desvios de recursos e lavagem de dinheiro. Tal operação é conhecida por ter provocado, literalmente, uma chuva de dinheiro na capital paraibana, porque para não ser pego em flagrante pela Polícia Federal, um operador da política local, Olavo Lira, conhecido como Olavinho, teria jogado R$ 400 mil do alto do edifício ConcordEm 2013, o citado senador foi denunciado por empregar a namorada e a sogra na prefeitura e na Câmara Municipal de Campina Grande, sua cidade natal. Jackson Azevedo, seu cunhado, também ganhou um cargo de supervisor da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) na cidade. Esse currículo, pode ser o motivo para a falta de combatividade do "líder" tucano, mas a maior possibilidade é de que ele simplesmente faça parte da grande pantomima destinada a engambelar os botocudos brasileiros.
Por fim, a leitura dos textos acima só reforça a afirmação que faço constantemente de que PT e PSDB são somente as duas faces da mesma moeda podre do comuno/socialismo, com a qual os patifes pretendem comprar a consciência dos brasileiros. E, aparentemente, estão obtendo êxito. 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Guerra Cultural - Você Joga, Torce, ou Será a Bola?

por David Amato
A guerra mais importante é, sempre foi e sempre será a cultural. A maior prova disso é que, valendo-se da falta de escudos morais dos alheios, o movimento revolucionário irá repor as peças gastas por outras velharias com ares de novidade. Duvida? Então analise o seguinte:
O PSol já está consolidado e trabalha com a juventude, aproveitando a faixa etária de favelados mentais que estão na fase de se identificar com grupos, e não com a família e correlatos, ou seja, farão qualquer coisa pelo partido e seus ideais.
O REDE já existe, sendo a mais nova aposta do Diálogo Interamericano e demais movimentos globalistas de fachada ambientalista como o Clube de Roma, além de metacapitalistas como George Soros.
Lula já trabalha para substituir o Foro de São Paulo, que foi um sucesso, de modo a criar uma nova organização ainda mais coesa e poderosa, uma vez que até mesmo as contradições não-antagônicas presentes no Foro deverão ser eliminadas. A máfia, que já possui o poder, agora lutará para mantê-lo, custe o que custar.
O Projeto Eurasiano possui o poder de cooptar muitos conservadores, que são maioria no Brasil, através de um pseudo-conservadorismo que de quebra reduziria a agenda globalista a pó. Em um mundo de poderes nuclearizados e armados até os dentes, as novas guerras serão bastante diferentes da Primeira e Segunda Guerra, do contrário não sobrará nada nem ninguém.
O Islam continua agindo silenciosa e eficazmente e, para uma boa parcela de crentes desprovidos de qualquer senso crítico e guiados por charlatões, fazer uma manobra de conversão seria questão de dois toques, além da capacidade que o Islam possui de "botar ordem na casa", o que muito agradaria pessoas sufocadas pela criminalidade, principalmente em favelas, a.k.a. "comunidades".
A Igreja está tomada pelos três esquemas imperialistas e a maioria dos fiéis está mais preocupada em passar a mão na cabeça de Francisco, que é um Office-boy da ONU e do Clube de Roma, do que no mínimo expor e boicotar as partes envolvidas. A CNBB, cria da KGB, reina no Brasil, sendo o maior sustentáculo da quadrilha petista.
O NOVO, se não tomado por dentro por uma ala conservadora ou liberal provida de astúcia, não oferecerá qualquer resistência ao globalismo, porque é cria do próprio, doa a quem doer. Sem um ferrenho combate cultural, o NOVO será um PSDB 2.0 a serviço dos socialistas fabianos.
Então, em meio a tudo isso, temos libertários que não oferecem qualquer resistência aos esquemas de poder com seu eterno combate ao Estado, coisa que jamais conseguirão eliminar, principalmente porque a NOM (Nova Ordem Mundial) será sustentada por uma tecnocracia, sendo o Estado apenas uma fachada que cobrirá o verdadeiro esquema de governo mundial, que é científico e lastreado por mais de um século de estudos sobre a mente e o comportamento humano.
Temos liberais que só falam de economia, esquecendo-se que a esquerda ensinou sua economia, que é a arte do impossível e cuja síntese é o roubo, através da vertente cultural, e por isso mesmo as pessoas a praticam de maneira cíclica sem nunca ligar os pontos e entender porque vivem em meio à convulsão econômica e social.
Por fim, a ala conservadora dificilmente consegue estabelecer unidade, principalmente porque diferentes núcleos ficam brigando pelo posto de arautos da cristandade enquanto tudo ao redor desmorona.
Esses apontamentos não possuem nenhum alvo em especifico. São apenas um convite para que todas as partes comecem a entender quais são os times em jogo e suas estratégias, de modo a jogar também, e não fazer parte da ala espectadora, ou pior que isso, da torcida, seja qual for.
Entenda que VOCÊ é a bola, e que será chutado tantas vezes quanto for necessário até que o gol seja feito.
Com a oficialização do Rede Sustentabilidade, que já carrega no próprio nome uma histeria fomentada pelo malthusiano Clube de Roma, Marina Silva, a melancia (verde por fora, vermelha por dentro), poderá exercer melhor o papel de Office-boy de figuras como George Soros.
Todavia, caso algum favelado mental, daqueles que dizem que PSDB é de direita, ousar falar que o Rede é "de oposição", tenha sempre este link, mostrando para quem quiser ver que Marina é membro do Diálogo Interamericano, ou seja, é uma serviçal da turma socialista fabiana.
Fim de conversa!

terça-feira, 23 de março de 2010

A Escola de Mentira


por Arlindo Montenegro
Em seu livro de memórias, o General Olímpio Mourão Filho profetizou: "Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois, a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso."
E a profecia é uma realidade entre nós. O "monstro embriagado pela bajulação" dos donos do mundo promoveu entre nós o emburrecimento educacional e cultural. Hoje temos um Brasil onde as escolas (desin)formaram várias gerações. Melhor dizendo, "formataram" as áreas do cérebro das crianças, incapacitando a juventude para relacionar fatos e exercitar escolhas. FHC e Lula, PSDB e PT, patrocinaram a escola de mentira.
No endereço virtual abaixo, autoridades do ensino norte americano discutem como foi estruturado o sistema educacional norte americano, "matrix" do sistema adotado no Brasil com os enxertos ideológicos introduzidos pelos marxistas e gramscistas, há mais de 20 anos.
Um amigo on line disse: "Meu pai estudou nas antigas Escolas Técnicas Federais. Migrante, pobre, cheio de irmãos, tornou-se profissional e sustentou a família. Meus tios fizeram o mesmo. Antigamente era possível." E o Senhor Pedro, pai do meu amigo, apareceu no vídeo e contou: "Na década de 1950, entrei para a Escola Técnica Federal do Espírito Santo. O ensino era realizado em período integral: de manhã, hasteávamos a Bandeira Nacional! Quatro horas de oficinas: práticas de mecânica, serralheria, tipografia, artes em couro, alfaiataria. ... Servido o almoço, após um descanso com jogos, sala de aula: português, aritmética, história, geografia. Os professores tinham sido formados nos Estados Unidos, depois da II Guerra. Em Santa Catarina, estava sediada a escola de formação para professores das Escolas Técnicas. Me formei em 1960. Fui dispensado do serviço militar e comecei a fazer o Segundo Grau Técnico. ... Um curso de altíssimo nível, como não existe mais hoje em dia. Findo o que, um aluno foi escolhido para lecionar na escola. Fui eu. Com muito orgulho. A isto dediquei minha vida até a recente aposentadoria. Estou com 66 anos e com muito vigor. O Lula está falando aí em criar 252 escolas técnicas. Fico pensando onde é que ele vai achar professores capazes. A nossa Escola Técnica hoje, é decadente, perdeu a qualidade. ... Fui lá empurrado por um amigo: 'Estão precisando de professores!' Fui. E me disseram que não podia, porque as novas leis exigem que o professor tenha um canudo de bacharel em mecânica. Trinta anos de experiência não valem tanto quanto um diploma."
Curioso! Dei muita aula para engenheiros que saiam das escolas superiores sem distinguir um parafuso de uma arruela. Voltei prá casa com o coração apertado. Foi quando me chamaram de volta para dizer: "Você não pode ser professor oficialmente, ganhando pelo seu trabalho. Mas pode dar aulas de graça, como "voluntário". Voltei para casa pensando o que está ocorrendo com a escola no meu Brasil, meu Deus?..."
Dois vídeos com comentários midiáticos sobre o assunto, parecem preocupar-se com a pergunta crucial do Professor Pedro, aposentado, excluído como profissional:
Há quantos anos se diz que os professores ganham mal? Há quantos anos os sindicatos de professores, maioria dirigida por marxistas, mobilizam greves dos que atuam na escola básica e dos que atuam em centros superiores? Um advogado do Ceará me mandou um comentário indicando os "10 Municípios cearenses que pagam os piores pisos aos seus professores e qual o valor do piso de fome pago". Tem professor que ganha menos que o salário mínimo atual. Uma coisa é o que os governantes dizem e outra é a realidade.
O fato é que os Rockfeller, Morgan, Ford, fundações diversas controladas pelos socialistas fabianos, querem mesmo é "formar gente que trabalhe, mas não gente que pense". Agora o pensamento vem pronto e acabado em embalagem vermelha, como batata frita. E mesmo os professores que queiram ensinar, não se podem afastar dos currículos e do controle do MEC, que espalha absurdas cartilhas ensinando a luta de classes, pornografia e uso de drogas.
Referindo-se a um aluno formado no segundo grau, incapaz de ler e escrever, a Diretora de uma escola diz que "a culpa é do professor e da direção da Escola". É não, Diretora! É propósito, denunciado, comprovado, documentado por poucos, que nem Olavo de Carvalho, Reinaldo Azevedo: o Foro de São Paulo, utilizando as técnicas mais modernas, obriga as escolas a desmontar a história. Um povo burro segue prá onde o "dono" mandar. Gente que não aprende a pensar é fácil de convencer com mentiras.
Continuamos com o mesmo tema no próximo artigo. Vamos tentar montar a estrutura da escola soviética, cubana e a estratégia do poder globalitário, para tornar todos iguais na ignorância. Sem informação ou com desinformação dia e noite, quem pode ver a luz da verdade?
Fonte: ViVerdeNovo

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Todos Devedores

por Arlindo Montenegro
Há 20 anos, no 9 de Novembro de 1989, caia o Muro de Berlim, caiam as máscaras do estado igualitário da economia marxista. Imediatamente, os países anexados ao sistema soviético depois da guerra, ganharam independência do totalitarismo comunista.
Os cidadãos comemoraram a volta da liberdade de expressão religiosa, opinião, iniciativas individuais, escolhas sufocadas durante décadas, sempre reprimidas com a intervenção de tanques e tropas soviéticas, como aconteceu na Hungria, na Polônia, na Checoslováquia.
Como num passe de mágica, as verdades sobre massacres como a de Katyn, campos de concentração e trabalhos forçados, envenamento de opositores políticos, extermínio de populações inteiras como na Ucrânia e crimes de lesa humanidade, foram escondidas, negadas ao conhecimento das novas gerações, por uma máquina de propaganda colossal, dedicada a repetir uma mentira cínica: o comunismo acabou!
Que nada! A besta continua atuante no Kremlin onde a KGB associada à máfia russa dá as cartas, chegando a cortar o fornecimento de gás para a Ucrânia e parte da Europa, esmagando a Geórgia e prestigiando Cuba, Chávez, Correa, Evo, a Coréia do Norte a China e o Vietnam, as guerrilhas das FARC e o narcotráfico, todos os que mantêm milhões de pessoas sob tiranias comunistas.
A besta apenas colocou uma máscara. E negociou a mais estreita colaboração com seus velhos colaboradores e financiadores, que apareciam como inimigos apenas por motivos estratégicos. Agora, que os Rotschild e seus banqueiros associados, todos integrantes do clube fechado dos Bilderberger - algumas centenas de famílias reais e usurários que desprezam o humanismo – já alcançaram a conditio sine qua non para impor suas condições ao mundo.
Cobram as dívidas do ilusionismo chamado “moeda, dinheiro”, depois de esconder sistematicamente o ouro que sustentava os valores monetários e declarar uma crise de insolvência mundial. A coisa é mesmo diabólica e parece conspiração. É sim a conspiração entre poderosos para ampliar seu poder e submeter irremediavelmente todos os povos à ditadura globalitaria, à nova ordem mundial.
Todos e cada cidadão, mesmo os que estão por nascer já “devem” e são cobrados pelo “sistema” desta sociedade anônima que usurpou todo o esforço econômico do trabalho humano. Como aconteceu? Pense aí: dinheiro, se gera aonde? Por que todos devemos e nunca conseguimos pagar? Me ensinaram que o dinheiro emitido pelo Estado, tinha um “lastro ouro” para garantir sua validade. O ouro em barras estava guardado na Casa da Moeda.
O dólar era a moeda forte porque no Fort Knox estava a maior reserva de ouro em barras do planeta. Se um arquivo aqui da memória pessoal estiver correto, li sobre a transferência de barras de ouro do tesouro brasiliano para o Fort Knox.
Mas olhe, as reservas de ouro do mundo inteiro garantem apenas cerca de 10%, talvez menos, do valor atribuído ao dinheiro que circula de mão em mão. E pior, as grandes operações que transferem “fortunas” e “controles” sobre o patrimônio de pessoas e nações, são apenas anotações eletrônicas, contábeis.
O ouro ficou esquecido no passado. O dólar passou a ser a referência. E é apenas um papelzinho verde, sem lastro. Lembro que na minha infância, era comum que as vizinhas trocassem 3 ovos por 1 chícara de açúcar ou 1 litro de farinha por meio quilo de arroz ou feijão. No passar dos dias os “mil réis” viraram Cruzeiros com uma desvalorização de mil por cento. E começou a zoeira que deixava a gente que nem tonto, sem saber quanto ganhava, quanto devia.
As perdas acompanhavam as novas denominações da moeda: cruzeiro novo, cruzeiro de novo, cruzado, cruzado novo, cruzeiro de novo outra vez, cruzeiro real (em 93, quem se lembra?) e finalmente no governo Itamar Franco, o Real. Tudo sob referência do “lastro” dólar, papel pintado de verde emitido pela Federal Reserve, empresa particular que empresta e cobra juros do governo americano e de todos os países.
Agora a coisa é assim: o ouro existente no mundo, num ponto do tempo, garantia supostamente, o lastro de 100 moedas, que estavam no cofre do banqueiro. Ele emprestou 10 moedas para 10 países (ou pessoas) diferentes. Cada tomador devolveu as 10 moedas, mais 1 a título de juros. O banqueiro ficou com as 100 moedas iniciais com lastro real e mais 100, sem lastro. De onde surgiram? Aí, emprestou as 200, para receber outras 200 de juros e assim sucessivamente.
Emprestou para países em guerra, ganhando dos dois lados. Emprestou para garantir os comunistas, para garantir o nazismo, para a segunda guerra mundial, para viagens espaciais, para guerrilhas comunistas, para ditadores corruptos, para narcotraficantes... sempre ganhando os juros, as taxas de risco e os cambau. Daí inventou as bolsas de valores, para ganhar dinheiro com o que vai ser produzido no “futuro”, talvez na Lua ou no planeta Marte.
Em pouco tempo, resolveu cobrar e os tomadores não têm como pagar, nem os minérios, nem o feijão, soja ou petróleo que produzem, nem com os tecidos, nem as mercadorias industriais alcançam o volume astronômico da dívida. E quanto mais dívida, mais empréstimo para sobreviver e pagar mais juros.
Até os dias atuais, em que todos devem até as calças que vestem, as casas onde moram, a educação dos filhos, a saúde, a segurança, a própria vida, os pensamentos, os sonhos, a independência e soberania nacional... E quem quiser uma ilustração desta realidade do globaritarismo capimunista, governo real que subjuga e aterroriza, de modo ilustrado e didático, pode ver no endereço:
Esta é apenas uma das fontes de informação para a perplexidade.
Fonte: ViVerdeNovo

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

FHC, o Intelectual e a Maconha

por Ipojuca Pontes

Aos 78 anos, a maioria dos quais vividos na base do que o comediante italiano Totó chamou de “grandinare de brillante chimico” (tradução possível: “cascata”, sinônimo de conversa fiada), Fernando Henrique Cardoso vai ser a estrela de documentário nativo sobre a descriminalização da maconha, cujo uso, ainda considerado crime no nosso código penal (Lei 11343/2006), o ex-presidente tem como inimputável. Só como lembrete: embora negue, FHC declarou em New York que fez uso da cannabis sativa, o nome científico da velha “erva do diabo”. 
Para voltar às manchetes, além das que já industrializa numa bulha de mentira como o ex-pupilo Lula da Silva (usual devorador de bebidas destiladas e fermentadas), FHC vem considerando, com energia que dá para desconfiar, o ato de fumar maconha como um “problema de saúde pública”  o que significa encarar o viciado não como contraventor, mas um enfermo a merecer cuidados especiais do Estado. Em termos concretos, em vez dos rigores da lei a punir o consumidor, principal sustentáculo do narcotráfico, seriam instituídas “políticas públicas”, com a grana do contribuinte, para controlar, financiar, distribuir e tratar de milhões de viciados em todo território nacional. 
Projetemos aqui o quadro vivo, no futuro, mas já agora em andamento, do desempenho de uma dessas “políticas públicas” do Estado-Babá no campo do controle do vício, defendido por FHC: o dependente adulto (ou mesmo o pit-boy ou o pivete desvalido), depois de puxar a erva para ficar “numa boa”, cai na “pista” para “curtir o barato”. Como o dependente, de um modo geral, não é nem de longe o “bom selvagem” de Rousseau, na sua “curtição” pelas ruas ele tanto pode cair na exaustão e puxar um ronco quanto o mais rotineiro assaltar ou trucidar o próximo, para arrancar “algum”, se possível sem deixar vestígios.
Mais tarde, torrada a grana da vítima, mas sem ânimo (ou chance) para cometer um outro achaque, o viciado, com a carteirinha do PAD (“Plano de Apoio ao Drogado)” em mãos, passa no “posto oficial de saúde” para receber assistência psicológica, doses homeopáticas de conselhos fraternais e, como tratamento químico complementar, a cota de maconha ou de outra droga considerada ilícita o que na certa o conduzirá a novos crimes, pois o viciado, com ou sem tratamento, “sempre quer mais, e em maior escala” (Charcot, “Les maladies du Système Nerveux”).
No seu universo vocabular pedante, FHC classifica a prática acima descrita como “política de diminuição de dano”  artifício de linguagem na certa criado nos intestinos do “Diálogo Interamericano”, a entidade dos socialistas fabianos. Só para refrescar a cabeça do leitor: o DI, que tem em FHC um agente ativo, é uma organização globalista financiada pela Fundação Rockefeller, cujos objetivos básicos são, entre outros,
1) debilitar as Forças Armadas da América Latina,
2) promover a substituição do aparato estatal pelas ONGs esquerdistas (“sociedades de redes”) e,
3) liberar o uso da droga ilícita, a maconha incluída. 
Antes de dar tratos a bola, convém repassar alguns dados sobre o negócio da droga no Brasil: segundo relatório do “Escritório das Nações Unidas contra a Droga e Crime” (UNOFC), cerca de 80% do contrabando de armas, tráfico de mulheres e crianças, assaltos à mão armada, seqüestros, estupros, roubos e crimes de morte por execução violenta ocorridos em solo pátrio estão de algum modo ligados ao narcotráfico. Por sua vez, o citado relatório informa que em 2008 prevaleceu no país a supremacia do consumo da maconha sobre a cocaína, a primeira abrangendo universo de prováveis nove milhões de usuários e a segunda, mais cara, somando cerca de 870 mil dependentes.
Para o UNOFC, cujos dados são avaliados sempre para menos, o comércio da droga em escala mundial rendeu na temporada alguma coisa em torno de 400 bilhões de dólares. Segundo o relatório, o narcotráfico teria lucrado muito mais não fosse a “guerra total” de repressão às drogas empreendida pelos americanos, não só contra a produção, mas o seu consumo. As razões apontadas para a expansão do uso da droga nos últimos dois anos dizem respeito não ao fracasso da ação repressiva, mas a dois fatores considerados “decisivos” para que isso ocorresse: a qualidade do produto, de maior “pureza”, e a forçada queda no preço da cocaína, uma bem-sucedida estratégia dos traficantes levada adiante para a melhor oferta no mercado internacional.
Voltemos ao “cascateio” de FHC: em recente entrevista concedida à “Veja” (23/09/2009), o presidente de honra do PSDB se apresenta como o paladino da liberação da maconha em solo pátrio. Depois de tecer considerações negativas sobre o conceito de “guerra total” às drogas, defende a tese de que “o usuário da droga deve ser visto como um problema médico e o traficante como bandido” uma mistificação inapelável, óbvio, visto que o traficante não pode existir sem a grana do consumidor, tipo já classificado em estudos críticos como tendente ao “parasitismo social e à criminalidade”.
Na entrevista, pretendendo mudar o “paradigma” da abordagem convencional, o venturoso acadêmico puxa a brasa para a própria sardinha e dá a fórmula para se enfrentar a questão da droga. Diz ele: “Em vez de concentrar esforços na repressão, você poupa os recursos existentes para as campanhas educacionais e para a busca da redução do consumo”.
Bonito, é. Mas, bem examinada, há nesta fórmula a contradição enfrentada pela cobra de duas cabeças: na prática, enquanto o governo torra a grana do contribuinte em campanhas educativas em geral inócuas, na mídia, nos colégios e universidades, professores e intelectuais engajados mostram-se tolerantes (ou quando não coniventes) com o uso da droga, muitos deles como FHC e o seu Diálogo Interamericano, por exemplo empenhados na campanha aberta pela sua liberação. 
Neste sentido, convém lembrar que a expansão em massa do uso da droga nos colégios e universidades se deu a partir da ação dos pensadores da Escola de Frankfurt, vivendo nos Estados Unidos, no início dos anos 1960. Um deles, Herbert Marcuse, juntando Freud à Marx em “Eros e a Civilização” (a Bíblia dos drogados), promovia entre estudantes da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o consumo da droga como “ato político” e instrumento da “contracultura” vale dizer, contra os valores da civilização ocidental. 
Levando adiante o seu discurso insensato na defesa do maconheiro, FHC radicaliza: “Mas não adianta a repressão ser dura com o consumidor. Se você o colocar na cadeia, ele vai continuar fumando, só pagará um preço maior por isso”. Bem, pergunto eu: e daí? Vai se deixar o viciado nas ruas, como de resto já está se deixando, para exercer livremente a sua criminalidade potencial? Neste caso, quem se responsabiliza pelas 50 mil mortes anuais provocadas pelo uso e tráfico da maconha, cocaína, crack e ecstasy no País? Os intelectuais revolucionários? Os legisladores engajados? Os professores permissivos?
Na defesa da descriminalização da maconha, o paladino do DI adota tom escorregadio, na base do “sim, mas...”, e cita como exemplo o caso de Portugal, que, em 2008, liberou em pequena quantidade o uso da droga ilícita e, segundo se diz, viu o seu consumo diminuir em 10%. Os dados de Portugal, que é um país de apenas dez milhões de habitantes, são recentes e na verdade ainda não permitem um exame acurado da questão. Mas, a persistir a experiência atual, como será a vida em Portugal nos próximos dez anos? 
Por outro lado, perito na desconversa, FHC não aprofunda a discussão. Por exemplo, não menciona os dados estatísticos da Holanda, país que liberou o uso da droga em 1976 e viu o seu consumo aumentar em 400%. Nem se reporta ao caso da Bélgica que, depois de liberar o uso da droga, teve de recuar e adotar severas medidas contra o seu consumo, tão logo a população indignada saiu de casa e, no que se chamou a “Batalha de Bruxelas”, tratou de expulsar os viciados das ruas da cidade. 
E tampouco revela que por trás do negócio bilionário do narcotráfico se esconde a ação revolucionária das FARC sob a guarda dos integrantes do Foro de São Paulo, a entidade supra nacional fundada por Lula da Silva e Fidel Castro, que tem por objetivo impor o socialismo na América Latina. 
Pior ainda: sequer questiona a denúncia do GAO (Government Accoutability Office), a auditoria geral do Congresso americano que associa atos como o da “materialização” do deposto Zelaya na Embaixada do Brasil, em Tegucigalpa, ao projeto de Chávez e das FARC (quem sabe monitorados por Marco Aurélio Garcia, o executivo do FSP e assessor de Lula para “assuntos revolucionários”) de fazerem de Honduras um posto avançado para a melhor distribuição da cocaína nos EUA  o que faz sentido. 
No final do “show” das Páginas Amarelas, FHC se atribui o direito de achar-se um homem superior, em contraposição ao “homem comum”. Ao ser indagado se o seu partido compartilharia de suas opiniões, ele blasona: “A maioria do PSDB pensa como o homem comum e o homem comum tem horror de pensar nesse assunto (liberação da droga). Mas (...) ou se toma consciência de que temos de fazer algo diferente de que temos feito, sem covardia e sem leniência, ou seremos irresponsáveis. Alguém tem de ter coragem de dizer essas coisas”. 
Ao refletir sobre o receituário de FHC relacionado à maconha, tive um agudo sentimento de horror. Palavra de honra! nunca vi tanta degradação moral saída da boca de um intelectual laico, e olha que sou um expert em ler todo tipo de estupidez. Como pode o sujeito que já foi presidente da República duas vezes, conhecendo os males humanos e sociais provocados pela droga, defender o seu consumo com argumentos tão falaciosos? Nem mesmo a irracional vontade “marxiana” de destruir a “sociedade burguesa” serve como justificativa. 
Talvez seja por causa de tais opiniões que grande parte da população brasileira manifesta o maior desprezo pelos seus intelectuais, especialmente os que se acham no direito de ditar regras e formar juízos, pessoas que, se nas suas vidas privadas são capazes das piores vilanias, em público, falando ou escrevendo, têm a pretensão soberba de conduzir os destinos da humanidade. 
Claro, o “homem comum” está coberto de razão: é preciso cada vez mais olhar esse tipo gente com muita cautela, sobretudo no que diz respeito aos seus diagnósticos em matéria de cultura, moral e política, pois, o mais das vezes, quando o intelectual salvacionista resolve “fazer algo diferente do que temos feito”, ficamos sempre a mercê das maiores desgraças e dos piores crimes. 
Que o digam Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Che e Fidel, todos aplicados idealizadores de monstruosas experiências de engenharia social.

sábado, 19 de setembro de 2009

Guerra Econômica

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por Pedro Chaves
Os exércitos modernos necessitam hoje, mais do que nunca, da colaboração de patriotas civis, para adquirir conhecimentos a respeito de uma nova e violentíssima forma de guerra.
É obvio que a economia sempre foi causa de guerras e um dos fatores decisivos para se obter a vitória militar. No entanto, era possível vencer o inimigo militarmente sem arruinar as finanças do país do exército vitorioso.
A guerra econômica moderna torna possível uma derrota aniquiladora de um exército e do país que ele representa, sem disparo de um tiro sequer.
No tabuleiro do jogo de xadrez do poder mundial, vence o contendor que consegue aniquilar o seu adversário com o menor custo material e psicológico possível.
Em homenagem ao general romano Quinto Fabio Maximo (chamado de Cunctator, que viveu de 275 a.C. a 203 a.C., e atacava Aníbal com táticas de guerrilha) fundou-se em Londres a Sociedade Fabiana, cujo o objetivo é manter a hegemonia inglesa sobre o mundo, utilizando a tática do desgaste contínuo.
Como uma Hydra, possui várias cabeças, sendo as mais terríveis, o CFR Council of Foreing Relations, o Diálogo Interamericano e a Comissão Trilateral.
O objetivo do monstro é destruir as soberanias nacionais para o estabelecimento do Governo Global Único, sob controle da Oligarquia Financeira Internacional, usando o nome eufemístico de Nova Ordem Mundial.
Para tanto é necessário destruir os exércitos nacionais. A melhor forma de ataque é levá-los à inanição. Corte de orçamento, de prestígio e de autonomia.
Vae Victis!

O filosofo e escritor inglês G. K. Chesterton em um de seus prefácios publicado na coletânea Maestro de Ceremonias, (ISBN 950-04-2767-2 p. 97 - 105), afirma que seu irmão Cecil Chesterton renegou o fabianismo porque compreendeu que a chamada Reforma Social tramava a implantação de um Estado Servil.
Dizia que o socialismo era a reforma social e esta significava escravidão. Para ele o vencedor de uma batalha é o general que pode seguir atacando. Indignava-se mais com o inimigo que escraviza do que com o bárbaro que mata.
Para bem estudar a guerra econômica é preciso inicialmente conhecer a Filosofia do Dinheiro. Com este título (versão espanhola Filosofia del Dinero ISBN 84-321-2567-9) o professor suíço-italiano Vittorio Mathieu publicou um livro magistral cuja leitura é imprescindível para o estudo da guerra de quinta geração, a chamada Guerra Econômica.
Segundo Mathieu, Dinheiro é qualquer coisa, fato ou circunstância que faz alguém trabalhar para outra pessoa. Moeda é o Dinheiro garantido. O garantidor pode ser público (v. g. o Banco Central do Brasil) ou privado (American Express).
Um país é soberano quando sua moeda é lastreada em seu poderio militar, ainda que o governo (Estado) tenha delegado o poder de emissão a bancos sob controle privado (como é o caso do Federal Reserve nos Estados Unidos da América).
A importância política de um país declina com a perda de seu poderio militar e, em consequência, o enfraquecimento de sua moeda. Exemplo disto é o fato de a libra esterlina ter perdido sua condição de moeda líder internacional, após a pífia atuação inglesa nas Guerras Mundiais do século XX.
A Oligarquia Financeira Internacional tenta hoje em dia, desesperadamente, enfraquecer a credibilidade do dólar americano, como forma de atacar a soberania dos Estados Unidos da América, em cuja administração já se infiltrou como uma tênia. Este fato está bem demonstrado no documentário (DVD) denominado The Obama Deception.
A única forma de um país defender sua soberania contra os ataques da Oligarquia Financeira Internacional (desejosa do Governo Global Único) é estabelecer um Núcleo Monolítico de Poder. Nos Estados Unidos da América o núcleo é o Pentágono; no Reino Unido é o Almirantado.
Cabe às Forças Armadas catalisar e garantir o Núcleo Monolítico de Poder brasileiro.
Caso não o façam, acabarão a soberania nacional e sua integridade territorial.

Um soldado é considerado valente quando enfrenta o inimigo com eficiência e eficácia. Coragem é a capacidade de compreender as ameaças reais, mesmo as de difícil identificação, e de agir conforme as circunstâncias, para assegurar o objetivo a aniquilação do inimigo. Assim sendo o soldado valente pode atacar, retirar-se ou optar por lutar até a morte na defesa de um ponto estratégico vital.
O santo Nuno Alvares Pereira, recentemente canonizado pelo Papa Bento XVI, na batalha de Aljubarrota, decidiu atacar os castelhanos, ainda que mais numerosos. Mais tarde já velho e viúvo resolveu tomar o hábito carmelita e, para surpresa do consagrante, vestiu-o por cima de sua armadura, dizendo Acaso a Pátria ainda venha precisar de mim...
Episódio de bravura também foi a Retirada de Laguna. Leônidas e seus trezentos espartanos decidiram morrer na defesa do desfiladeiro das Termópilas. Todos estes foram gestos de “valor” ou seja, de grande utilidade para os seus respectivos propósitos.
Este conceito de valor foi apropriado pelos comerciantes, banqueiros e economistas.
Para eles os “valores” são as utilidades. Entendem que o valor pode ser intrínseco (como o do ouro de uma moeda cunhada por um Estado que deixou de existir) ou extrínseco (como uma condecoração de mérito a combatente, muito embora confeccionada em metal ordinário). Desta forma vemos que o valor intrínseco também é chamado VALOR DE USO, ao passo que o valor extrínseco é chamado VALOR DE ESTIMA.
Toda a economia moderna e as finanças internacionais estão baseadas na tentativa de minimizar a importância do Valor de Uso e maximizar artificialmente o Valor de Estima. É por este motivo que uma caneta esferográfica de plástico tem o mesmo Valor de Uso que uma caneta de ouro e brilhantes, embora com preços diferentes. A maximização do valor de estima faz a caneta de luxo custar várias vezes mais que os insumos necessários para sua fabricação. A diferença é atribuída a uma percepção de elegância criada pela imagem da grife. A construção de uma imagem de marca requer vultuosos investimentos.
A Guerra Econômica é e será travada na mente das pessoas. O teatro de operações será o cérebro o, consciente e o subconsciente, e as armas a informação e a desinformação.
Pedro Chaves é Advogado.
Fonte:  Alerta Total


terça-feira, 11 de agosto de 2009

George Soros y su Lobby Para Despenalizar las Drogas

Despenalizacion de drogas
CRISTINA, ANÍBAL F, ZAFFARONI Y VARIOS MILLONES
Hace sólo unas horas, en el marco de una disertación que el juez de la Suprema Corte de Justicia, Eugenio Zaffaroni, brindó en sede de la Conferencia Latinoamericana de Políticas de Drogas -organizada en el Congreso de la Nación-, fue "escrachado" por un grupo de Madres contra el paco y otros jóvenes por su postura respecto a despenalizar el consumo y tenencia de drogas. "Usted dice que defiende los derechos humanos, ¿de qué derechos humanos habla?", le espetó uno de los indignados oyentes.
Más allá del incidente en sí, lo importante es que lo sucedido reavivó nuevamente el debate acerca de la no penalización de estupefacientes y merece un oportuno comentario para entender qué hay detrás de esta interesada postura, impulsada en pleno por lo más granado del kirchnerismo, de la mano del inefable Aníbal Fernández.
Antes que nada, debe recordarse que hace pocos meses un grupo de 80 magistrados -nacionales, provinciales y federales de todos los fueros- denunciaron que la oferta y la demanda de drogas "registra niveles sin precedentes" en el país, agregando que las bandas de narcotraficantes "en muchos casos recibieron protección política, administrativa y judicial".
Por ello, llama la atención que el Gobierno impulse la despenalización de estupefacientes en el marco del exponencial crecimiento, no sólo del consumo de estos, sino también del ingreso de narcotraficantes a la Argentina.
Por caso, el ex embajador de Colombia en la Argentina y actual canciller Jaime Bermúdez, advirtió oportunamente que la despenalización traería un incremento de drogas en el territorio nacional en lugar de disminuirlo. "La experiencia de Colombia indica que despenalizar la droga no ayuda a combatir el narcotráfico, sino todo lo contrario", admitió ante un asombrado cronista de diario La Nación.
Las cosas claras
Hay que ser claros en un punto que no casualmente el kirchnerismo oculta con gran elocuencia: el consumo de drogas está despenalizado hace veinte años, lo que quiere liberarse es la "tenencia", estos es, la posibilidad de cargar encima con pequeñas dosis de narcóticos. Lo único que logrará esto - como ha sucedido en otros países que lo han intentado - es que el narcotráfico mueva la droga - a través de sus dealers - en pequeñas dosis.
No hay que dejarse engañar, lo que en realidad existen son intereses privados de ciertos grupos que viven del tráfico de drogas y que son protegidos por importantes funcionarios del Poder Ejecutivo. En ese marco, se quiere hacer creer a la sociedad que hay en estudio profundos proyectos sobre adicciones y estupefacientes a través de una "comisión de notables", especializada en el tema drogas.
La realidad es que se trata de un rejunte de "impresentables", tal cual denunció este periódico oportunamente, algunos de ellos relacionados personalmente a causas de narcotráfico. Los supuestos especialistas - sólo hay uno que merece destacarse, la Dra. Patricia Llerena, especialista en lavado de dinero - son unos farsantes, lo mismo que el jefe de Gabinete, Aníbal Fernández, quien no duda en mentir para justificar la despenalización que tan sospechosamente defiende.
Habla el funcionario de que actualmente se "criminaliza" al adicto y miente. No sólo no es penalizado, sino que es enviado a hacer un tratamiento para abandonar su adicción. Las cifras que da el ministro son irreales y él lo sabe, pero es un actor interesado en este culebrón.
La sociedad es bombardeada permanentemente con información de dudosa procedencia y esto provoca una enorme e inevitable confusión que opera a favor de los lobbystas de la droga.
Un dato que no debe perderse de vista siquiera por un instante: no existe un combate real contra las drogas en nuestro país, por lo cual decir que se ha perdido la pelea contra el narcotráfico es de una imbecilidad supina.
Si realmente se quisiera pelear contra el tráfico de estupefacientes, tendrían que radarizarse las fronteras del país, coordinar acciones entre las diversas fuerzas de seguridad del territorio nacional, sancionar la pertinente ley de precursores químicos, desfederalizar la acción de la justicia respecto a los delitos relacionados con las drogas y otras tantas medidas que el oficialismo parece no querer ver.
Lo más sencillo - y por donde siempre se corta el hilo - es siempre discutir sobre el consumidor de narcóticos, el último eslabón de la cadena y el menos importante a la hora de desbaratar bandas de narcos.
Habría que preguntarse por qué, en lugar de embestir de frente contra las drogas, se insiste en una medida que va a contramano de lo que hace el mundo entero. ¿A quién le sirve todo esto?
La pata internacional
Hace pocos meses, tuve la oportunidad de entrevistar a un importante funcionario de la Secretaría de Programación para la Prevención de la Drogadicción y la Lucha contra el Narcotráfico (SEDRONAR), quien me aseguró que detrás del debate sobre la despenalización de las drogas para el consumo personal, estaba la mano del multimillonario lavador de dinero George Soros.
"Este hombre está promoviendo la despenalización de las drogas para el consumo personal en muchos países del mundo, y no excluyo que también esté detrás de eso aquí en Argentina", admitió el preocupado funcionario sin equivocarse en lo más mínimo.
Soros posee una serie de organizaciones y supuestas fundaciones sin fines de lucro a través de las cuales hace importantes aportes de dinero a medios de prensa de todo el mundo. En la Argentina, uno de los que recibe los oportunos "sobres" del magnate, es el periodista Horacio Verbitsky a través del Open Society Institute, una "pantalla" para blanquear dinero y corromper a los medios.
No casualmente ha sido Verbitsky quien hizo de nexo entre Soros y el gobierno de los Kirchner para que se empezara a trabajar en el discurso oficial sobre despenalización de drogas - junto a media docena de operaciones de lavado de capitales que incluyó al privatizado Banco Hipotecario - y "descriminalización" de adictos.
Hubo a ese respecto un par de "millones de razones" - verdes para más detalle - para que el oficialismo se "despreocupe" respecto al ejército de zombies carcomidos por el consumo de estupefacientes que inundará a la Argentina en un futuro cercano.
Las espadas más visibles de ese espurio acuerdo son Aníbal Fernández y el propio Zaffaroni, ambos defensores a ultranza del miserable discurso de "reducción del daño" que provocan las drogas.
De más está decir que la despenalización de las drogas ya ha demostrado su ineficacia en los lugares donde se implementó, lo cual obligó a los pocos países que se animaron a volver sobre sus pasos. Es un dato que parecen desconocer tanto Zaffaroni como Fernández.
Peor aún: Fernández todavía debe puntuales explicaciones sobre sus propios vínculos con el mundo del narcotráfico. Lamentablemente, el periodismo jamás lo indagará al respecto, ya que nadie se atreve a meter sus pies en terreno tan pantanoso.
Poco parecen importar los estragos que hoy provocan los narcóticos o la falta de contención por parte del Estado al crecimiento exponencial de narcoadictos. Todo se resume al cuantioso dinero que han embolsado un grupo de irresponsables funcionarios gubernamentales; una banda de forajidos a los que no les interesa el frágil futuro de los habitantes de su propio país.
Christian Sanz
COMENTO: É difícil definir se o autor escreve sobre a Argentina ou sobre o Brasil, onde, atualmente, é destaque na "grande imprensa" a lei estadual que proíbe o uso de cigarros em locais públicos. Curiosamente, tal lei tem origem na capital que tem um local conhecido por "Cracolândia", onde o uso de "crack" (que os colombianos denominam "bazuco") predomina sobre outras drogas, e o consumo se dá à vista de quem quer que se atreva a passar por ali. No centro de São Paulo. A televisão mostra equipes de fiscais vistoriando os bares à noite, para "pegar" eventuais contraventores da nova lei, mas não se vê nenhuma atitude coercitiva por parte dos policiais que passam pela "cracolândia". "Todo se resume al cuantioso dinero que han embolsado un grupo de irresponsables funcionarios gubernamentales." Será que por ali também serve o que escreveu o jornalista argentino?