quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Anistia Ampla, Geral e Irrestrita, Pero No Mucho

por Fabiano Azevêdo 
O Brasil é um país muito engraçado. Nele, o que se escreve vale enquanto o conteúdo for útil ao autor do texto, quer esse texto seja uma carta de amor, um decreto, uma instrução normativa ou uma lei. Não que deixe de valer, mas não valerá tanto assim. Explico. Quando eu era adolescente, foi criada uma lei de anistia que possibilitou o retorno de todos os exilados ao país e o perdão por todas as agressões que esses e outros tinham intentado contra a segurança nacional. Da mesma forma, esse mesmo dispositivo legal possibilitou o esquecimento de arbitrariedades que porventura tivessem sido feitas pelo Estado contra as partes conflitantes.
Eu recordo que ainda novo eu assimilei aquilo como um ato de justiça, principalmente porque as emissoras de televisão à época “espalhafataram” o retorno daqueles que por força de terem sido julgados nocivos à segurança nacional foram mandados para fora do Brasil. Víamos aquilo como uma concessão e eu, por ter valores, analisei aquele processo como algo muito importante, principalmente porque logo após chegarem, aqueles brasileiros se engajaram quase todos na vida política e na primeira eleição direta para governador, em 1982, vários deles brilharam nas urnas, num sinal claro que nosso povo é abençoado por perdoar fácil.
Eis que durante anos, o processo de reacomodação transcorreu pacificamente, em que pese a visível mágoa que aqueles elementos outrora expulsos e ora reintegrados nutriam ainda das forças legais que haviam reequilibrado os destinos da nação, que por muito pouco não havia caído no fundo abismo da stalinização, da maoização e da castrização comunistas. Eu já era um jovem no momento da assunção de Sarney e notava que tudo girava em torno da mitificação de que aquele período sereno por que passou o Brasil durante a tutela militar, teria sido tumultuado, arbitrário, fratricida.
E esse status ficou bem visível quando da primeira eleição presidencial no sistema direto, em 1989, quando uma figura obscura chamada Luiz Inácio da Silva ousou alavancar ao primeiro posto de mando da nação um tal Partido dos Trabalhadores, gulaguiano em suas intenções, radical em suas propostas e ainda não totalmente consciente que o extremismo não era o caminho. Ou seja, o revisionismo comunista ainda não havia chegado ao fim. Mais tarde aquele mesmo Luiz Inácio e seu partido surgiriam com outra práxis e chegariam ao poder, de forma definitiva e com outra forma de conquistar a simpatia do povo: a compra de consciências.
Era previsto e um ex-chefe já havia nos preparado para mudança de paradigmas. Da mesma forma que esperávamos a acomodação dos perdedores ao cabo da lei da anistia, a classe militar que é intrinsecamente anti-comunista acomodou-se ao ver numa instância superior do poder Executivo, um ex-trabalhador, como se nunca houvéssemos sido, nem nós, nem os outros quase quarenta presidentes anteriores. De certa forma, aquela acomodação foi tranqüila, visto a flexibilidade que sempre caracterizou a classe militar e por já termos à época trilhado 8 anos de governo Fernando Henrique, que havia amaciado nossas noções de anormalidade, ao ter fomentado o MST, criado o ministério da defesa e por ter imposto à classe militar e funcionalismo público civil o maior arrocho salarial de todas as eras, desde os idos dos Guararapes.
Nossos chefes, sempre cordatos, sempre atenciosos, como sempre foram em toda a história do Brasil como nação, com as forças em posto de liderança, deixaram de analisar que um verdadeiro concerto de reedição da história e reabertura das feridas estava em andamento. Na medida em que concordamos (quando falo concordamos é que o militar não dispõe de classe sindical) que esses primeiros tormentos de ressurreição da fênix fossem praticados ainda sob a batuta de FHC, projeções já deveriam ter sido feitas no sentido de assimilação que o passado seria contestado.
E o passado realmente foi contestado e o advento da comissão de mortos e desaparecidos, que data de 2001 foi o prenúncio de dias tormentosos. Seguiram-se vários e vários episódios em que, desaguando no governo Lula, nos deparamos com os holofotes sobre esse assunto que nos fere tão a fundo, por demonstrar que a sociedade silente se torna também irreconhecida pelo intenso período de progresso e equilíbrio por que passamos entre 1964 a 1985. Quando falo passamos, é que eu vivenciei de criança a homem adulto o que hoje alguns maldosos chamam de anos de chumbo.
Hoje nos deparamos com uma verdadeira inquisição que praticada contra um, apedreja gerações. Falo do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, homem bom, pacífico, que pautou uma vida profissional gloriosa por 40 anos e que constituiu um lar equilibrado, em que seus descendentes dele se orgulham e comungam com todos os seus amigos de que esse período turbulento possa ceder a uma vida pacífica em sua senilitude. Se uma pesquisa séria e não tendenciosa como a que vemos hoje nas aprovações estratosféricas do presidente fosse executada em toda a sociedade, não só a justiça, mas todos veriam que essa reedição do que já está morto e enterrado não tem eco, quer entre negros, brancos e mestiços, muito menos entre pobres, remediados e ricos.
Nosso povo já pagou a quota de parcialidade com essas polpudas indenizações, pensões e outros mimos que os “perseguidos” aquinhoaram. Não há mais espaço para mexer nesse vatapá. Não queremos socialismo bolivariano. Queremos ser nós mesmos, de preferência antes de todo esse pseudo-progresso que bafeja somente as instituições financeiras de investimento e de especulação, tornando a vida da classe média insuportável. Não queremos como brasileiros mexer num passado que já está pacificado. Portanto como brasileiro que sou, rechaço essas constantes e sucessivas tentativas de acuar a classe militar vitimando alguns de seus soldados, que em nosso meio são verdadeiros heróis por terem imolado suas vidas e suas tranqüilidades em prol de um povo que hoje cala, consente e ajuda a apedrejá-los. Estou com o senhor, Coronel Ustra. Respondo por mim, mas há muitos que ombreiam comigo nesse sentimento de repulsa às perturbações que o senhor e sua família estão passando, numa fase em que deveriam estar recebendo de todo o povo brasileiro um muito obrigado.
Fabiano Azevedo é Major da ativa da Arma de Engenharia
Fonte: Resistência Militar
COMENTO: É óbvio que todos os verdadeiros militares concordam "ipsis litteris" com o texto acima! O Cel Ustra, atacado por reles bandidos apoiados por autoridades que não fazem jus ao simbolismo dos cargos que ocupam — alguns, felizmente, de duração temporária —, é um verdadeiro herói, cumpridor de seus deveres para com o País e, infelizmente, abandonado por parte da sociedade que lhe devia ser grata! Resta o consolo de que os ataques sofridos não o atingirão na forma pretendida pois é um homem de honra e conta com o total apoio de seus familiares e dos verdadeiros companheiros de armas, sabedores de que todas as ações executadas em sua brilhante carreira profissional somente são motivos de orgulho e satisfação pelo dever cumprido!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Cuspindo em Aristóteles

por Paulo Martins
Não estou lamentando o fato de não terem sido fuzilados no paredon e, sim, intrigado e, a bordo desse “intrigado” me pergunto: Por que os militares não fuzilaram, quando da vitória de 1964, o bando contrário, o que estava vencido, já que se o oposto tivesse ocorrido teria sido a conseqüência natural? Fidel Castro, quando venceu em Cuba ao lado do cruel facínora Tchê Guevara, não fuzilou aqueles que foram identificados como opositores? Sem julgamento, sem questionamentos, mortos como animais? Inclusive, os primeiros tiros de misericórdia nas nucas dos fuzilados saíram da pistola assassina de Tchê Guevara.
Mas, a resposta do “por que” está, justamente, na índole e na formação dos dois sanguinários; “Índole”. Eram assassinos, eram bandidos, eram dementes (um ainda vive, esperando carona para o inferno) enquanto que no Brasil o lado vencedor não era integrado por celerados, por bandoleiros, por endemoniados, por sanguinários. Eis a razão de hoje estarem vivos elementos como José Dirceu, como Marco Aurélio “top-top” Garcia, Dilma Rousseff, José Genoino, Tarso Genro.
Fossem os militares de 64 assassinos cruéis e bestiais como o eram os inspiradores comunistas que lutavam para implantar no Brasil o “logos” Marxista-Leninista, nem Lula teria sido tolerado apesar de sua insignificância de então, ele se “desenvolveu” depois.
Assim, ao invés de hoje reverenciarem os que estavam no comando do contra-golpe que a extremada esquerda pegajosa, anacrônica e estúpida planejava aplicar, ao contrário, tripudiam sobre “as memórias”. Ingratos. Algo como a velha expressão: “cuspir no prato que comeram”. Suas vidas foram preservadas e, os que tombaram, foram conseqüências de decisões próprias, tomadas a bordo do “matar ou morrer” pelo qual optaram.
Já os que tombaram pelo lado dos militares foram vítimas até de tocaias e emboscadas, isso sem se falar na quilométrica lista de inocentes, vítimas quando de bombas, assaltos a bancos, seqüestros e outros atos de terrorismo. Em Cuba, que idolatram, os contrários a ditadura comunista foram fuzilados, foram massacrados ao “sabor até de rituais públicos”. Assim, no Brasil de hoje, numa “questão de lógica”, tentam “mastigar, oprimir, esfolar e até matar se possível fosse aqueles aos quais devem suas vidas".
De “lógica”, sim, pois é aí que está o conflito, já que essa é que é “a lógica” da extrema esquerda carcomida, fossilizada, “a que não tem lógica”, e não a terá nem que se “esfregue nos focinhos de seus enfurecidos, destemperados e obsessivos inquilinos” a essência verdadeira de Aristóteles.
Fonte: Jornal Gazeta do Paraná - 14 Out 08

A Pobreza Imposta

por Márcio Accioly
O grande escritor francês, Victor Hugo (1802-85), dizia que “a paixão move os homens”. E como tudo na existência está correlacionado, não causa surpresa o fato de a maioria dos acontecimentos desaguar em paixão. A sociedade humana é dominada por enlouquecida cobiça, em nível de insensibilidade que nos conduz à autodestruição.
Sistemas econômicos são armadilhas que terminam causando, em efeito bumerangue e episódicos, graves danos aos chamados países ricos encarregados de sua armação. São percalços da apaixonada busca pela riqueza, acumulando recursos naturais arrancados dos classificados como emergentes. Mas pagamos a conta inteira, sempre.
A miséria presenciada hoje no mundo obedece a programação bem elaborada, onde refinados estratagemas consolidam forma de atuação da qual é quase impossível escapar. Veja-se o caso do Brasil, País abundante em recursos minerais, condenado paradoxalmente à inanição por conta de sua riqueza.
O Brasil é “dirigido” de fora para dentro, através de meios de comunicação que elegeram a pornografia e a galhofa como bases de ideologia capenga, formando gerações inteiras de idiotas. Nossa cultura é oral, com aversão aos livros e à pesquisa.
Mesmo assim, discute-se tudo, principalmente economia, com a maioria a repetir entre um jogo de futebol e outro aquilo que a televisão bombardeia de forma incessante, numa defesa incompreensível do que nos torna dependentes e miseráveis. Somos ricos pobres, e mais pobres ainda na compreensão de nossa desgraça.
Os governos entreguistas que se sucedem são cada vez mais corruptos e alienantes. A tolerância com a corrupção, na moldagem de sociedade que apodrece a olhos vistos, obedece a controle estrangeiro que centraliza em tal ocorrência o caráter dissimulado de seus objetivos. É necessário ter alguma coisa com que se indignar.
Já que não se entendem as razões do nosso infortúnio, pois a grande imprensa mistifica a abordagem, alarga-se a corrupção e se elege aqui e ali um bode expiatório. Retira-se de foco o fato principal. É a maneira encontrada de conceder à população alguma coisa palpável, assunto concreto para a sua discussão.
E assim foram carregadas para os EUA, no governo do marechal Eurico Gaspar Dutra (1946-51), quarenta milhões de toneladas de manganês do estado do Amapá. O restante dos minérios continuou a ser entregue com o beneplácito dos integrantes dos Três Poderes, agora, por exemplo, na criação de reservas indígenas em Roraima.
No Congresso Nacional, sem exceção, não há quem consiga liderar ou promover iniciativa que ponha fim a tanto descalabro. Temos os parlamentares mais caros do mundo, semi-alfabetizados, a maioria inteiramente despreparada e envolvida em discussões periféricas quando não em escândalos escabrosos.
Nas ruas, pari e passu com a carência crescente, grupos de extermínio ampliam de maneira assustadora o próprio poder, em organizações paramilitares e de criminosos comuns, elevando às dezenas de milhares o registro de homicídios anuais. Sem contar que teremos em médio espaço de tempo explosão incontrolável no sistema carcerário.
O fluxo da existência é assim: a transformação é permanente, as coisas se alternam a todo instante e o mundo em que vivemos é um mundo de morte e ao mesmo tempo de vida.
O problema é que o Brasil está entrando em fase de profunda decadência sem jamais ter conhecido ou alcançado o apogeu.
Escolhemos o caminho do sofrimento, o dos roubados que reagem na galhofaria, enquanto as ruas se tornam perigosas com a criminalidade. Somos induzidos a não levar nada a sério, eis a causa de nossa miséria.
Márcio Accioly é Jornalista.

Só Nos Faltava Isso! Será a Pá de Cal!

Rusia pide incorporarse como observadora al Consejo de Defensa de la UNASUR.
via Agence France-Presse
El gobierno ruso solicitó la incorporación, en carácter de observador, al Consejo de Defensa Sudamericano (CDS) de la Unión de Naciones Sudamericanas (Unasur), informó este martes el ministerio de Defensa de Argentina en un comunicado de prensa.
La solicitud fue hecha por el secretario del Consejo de Seguridad ruso, Nikolay Patruscev, durante una reunión en Buenos Aires con la ministra de Defensa, Nilda Garré.
La delegación rusa se mostró interesada en el desarrollo del Consejo de Defensa de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) y de la Asociación Latinoamericana de Centros de entrenamiento para Operaciones de Paz (Alcopaz) y pidió la incorporación rusa a ambos organismos como observadores, señaló la nota de prensa.
La Unasur se institucionalizó en mayo pasado en Brasilia y quedó conformada por Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Guyana, Paraguay, Perú, Surinam, Uruguay y Venezuela.
En dicho encuentro, los países dieron su apoyo a la creación de un Consejo de Defensa Sudamericano, cuyos objetivos serán intercambiar experiencias en defensa, realizar ejercicios militares en conjunto con los países miembros y reforzar las misiones de paz entre las Fuerzas Armadas de la región.
El Consejo — que se encuentra en formación — no sería una alianza militar convencional, como la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), sino una instancia de diálogo entre los ministros de Defensa y los gobiernos para formar una política regional de defensa, según los organizadores.
En la reunión, Garré y Patruscev analizaron la posibilidad de incrementar la colaboración con Rusia en materia de Defensa y consideraron que el tema puede ser “un componente importantísimo” de la reunión entre los presidentes de ambos países, durante la visita de Cristina Kirchner a Moscú a fin de año.
Argentina y Rusia acordaron reunir a especialistas de defensa el 4 de noviembre en Buenos Aires, como preparación de la reunión de la Comisión Mixta de Cooperación Técnico-Militar que se realizará el 17 y 18 del mismo mes.
Otro de los temas examinados en la reunión fue la posibilidad de comprar helicópteros pesados rusos, especialmente valiosos para misiones antárticas, así como la eventual formación de aviadores argentinos como astronautas, según el comunicado.
Fonte: Noticias 24
N.R. de BOOTLEAD: Vocês devem ter notado que a raça de vagabundos comunistas da América Latrina, têm andado muito arrogantes e desafiadores, expulsando embaixadores dos EUA, interrogando os mesmos sobre a tal 4ª Frota, entre outras coisas, além dos xingamentos feitos pelo macaco Chávez, o cocaleiro Evo Morales, o pederasta Correa do Equador. Até o pedófilo estuprador de filhas e sobrinhas, Daniel Ortega tem tido arroubos de valentia para com os norte-americanos. Por outro lado o nosso canalha de nove dedos, a prostituta C. K. (nome de guerra), o tal bispo-vermelho Lugo andam aparentemente mais moderados, porque ainda estão na fase de imporem uma "constituinte" socialista e ditatorial goela abaixo dos seus "cidadãos" (podemos ser chamados assim?).Pois bem, julgo que as cortinas estão se abrindo, os canalhas parecem contar com garantias de amparo militar por parte dos seus sempre amigos russos, provavelmente dos chinas e com certeza da múmia da ilha (apesar de que as garantias deste último, operacionalmente não fazem diferença nenhuma). Notem os últimos eventos: Bombardeiros russos de grande autonomia baseados na Venezuela e fazendo vôos de reconhecimento por toda a costa sul-americana, brevemente estará atracando naquele mesmo país uma frota capitaneada por um grande cruzador movido a energia nuclear e com certeza portando tais armas também, tal frota virá acompanhada por um número desconhecido de caças-bombardeiros, etc. A bola da vez agora é a Argentina. Estranho? Não meus caros, essa jogada foi ensaiada já há muito tempo, tais demonstrações de força já estavam nos planos do Foro de São Paulo e, é só o começo de uma escalada insana e destruidora. Quem viver verá
Click AQUI se desejar ver a foto no tamanho original.
Foto do RT-2PM Topol, míssil balístico intercontinental nuclear russo (arma de destruição em massa), logo eles estarão trazendo alguns destes para o nosso continente, quiçá para o Brasil (é da sua natureza), para poderem provocar e ameaçar de perto os EUA.
Guerra fria? Não, guerra quente, muito quente.
Se os "brasileirinhos" acham que os irmãos do norte irão aceitar isso mansamente, preparem-se para "torrar"! Merecemos, por nada fazermos para retirar na marra a raça maldita de comunistas instalada no poder.
Senhores Generais, Almirantes e Brigadeiros, os senhores tanto "procuraram" que "acharam", agora sim vão conhecer a mão-de-ferro do "Império" norte-americano, o país passará a ser considerado inimigo da "Águia" e amigo do "Urso", ou melhor, do "amigo-urso". Preocupem-se mesmo com a 4ª, com a 5ª e com a 6ª Frotas, preocupem-se também em não acabarem seus dias em Guatamano Bay ou à moda Saddam Hussein. Cada dia estamos mais mais próximos da Venezuela, da Bolívia, do Equador, da Nicarágua, do Paraguai, Cuba e agora a Rússia (ou a sempre União Soviética?). Logo virão China, Coréia do Norte e Irã. Que boas companhias os senhores estão. Quem diria?
Uma pergunta: O que será que pensam e pensariam (os que aqui não mais estão) de tudo isso, aqueles verdadeiros Homens que nos livraram desse pesadelo em 1964/1978, como será que eles julgam ou julgariam os senhores? MELANCIAS PODRES, COVARDES E CAPACHOS LAMBE-ESPORAS DO SEU GINETE, O FALSIFICADOR DA MAGNA-CARTA O "MARECHAL-DE-CAMPO LERO-LERO JOBIM"!
Atenção, cambada de pulhas antiamericanista convicta, quem está de olho na Amazônia não são os norte-americanos, são os sempre comunistas russos (URSS), agora URSAL, seremos o campo de batalhas nuclear das grandes potências, só não enxerga quem é cego ou traidor.
Fonte: BOOTLEAD

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Falta Pouco, Logo Estaremos Chegando Lá!

Em busca de um pretexto patriótico
por Olavo de Carvalho
Tudo o que os oficiais das Forças Armadas estão esperando para aderirem ao esquema de poder eterno de Lula é o pretexto patriótico.
A pressa indecente com que os opositores nominais do governo correm para apoiá-lo ao mínimo aceno de alguma vantagem possível é a prova de que a passagem do PT pelo poder, exatamente como previ há mais de dez anos, e ao contrário do que afirmavam todos os sapientes, não terá sido um episódio normal do rodízio democrático, e sim a inauguração de um novo sistema que, superposto à ordem democrática, terminará — já quase terminou — por engoli-la e fazê-la desaparecer para sempre.
A Nova República não foi senão uma tênue interface entre o governo militar e o Brasil socialista, marcado pela hegemonia esquerdista em todos os setores da vida social, pela simbiose macabra entre o governo e o banditismo crescente, pela corrupção em níveis jamais antes imaginados, pela destruição completa da cultura superior, pela institucionalização do paternalismo estatal como garantia do apoio popular, pelo fechamento das fronteiras mentais do País ao debate de idéias no mundo, pela transformação do sistema de ensino em máquina de adestramento da militância comunista e, last not least, pela progressiva e tácita criminalização de toda atividade capitalista, louvada ao mesmo tempo, numa alternância pavloviana de choques e queijos, como indispensável ao progresso da nação.
Como, no meio de toda essa tragédia, a economia cresce um pouquinho e esse pouquinho basta para acalmar uma multidão de consciências — que, aliás, jamais foram muito exigentes —, o sucesso do conjunto está garantido, e é óbvio, é patente que o sr. Lula tem todas as condições não apenas para fazer o seu sucessor, mas o sucessor do seu sucessor e todos os sucessores deste último por muitas décadas à frente. Cada político "de oposição" sabe disso e já tem nas mãos um leque de estratégias para adaptar-se à situação o mais confortavelmente possível, até simulando motivos éticos.
E os militares? Eles têm algum ressentimento, é verdade, mas, marginalizados e reduzidos a condições de subsistência humilhante, já nada podem fazer senão esboçar aqui e ali um protesto simbólico, ridicularizado pela mídia. Muitos deles já parecem reger-se pela psicologia dos miseráveis: prometa-lhes alguma coisa, por mínima que seja, e eles farão o que você quiser.
Antigamente a farda protegia contra a deterioração moral do ambiente. Mas ela não pode proteger contra uma cultura inteira. Só um gênio ou um louco pode desaculturar-se a si próprio.
O homem comum, fardado ou não, cede à onipresença hipnótica dos contravalores que antes desprezava, em nome de valores dos quais já não se lembra. Tudo o que muitos oficiais das nossas Forças Armadas estão esperando é um pretexto patriótico para a adesão final. Criaturas solícitas como o general Andrade Nery dão o melhor de si para fornecê-lo, dirigindo habilmente contra os EUA o ódio que deveria se voltar contra o globalismo anti-americano da ONU, o qual, sob pretextos indigenistas e contando com a proteção da Presidência da República, vai comendo território e reservas minerais do Brasil enquanto a enquanto o "Hora do Povo" e o próprio sr. presidente desviam as atenções de civis e militares para a presença alegadamente ameaçadora da IV Frota americana que, é claro, vem roubar o nosso petróleo.
Esse panorama não apenas já era previsível em 2002 e até bem antes, como foi efetivamente previsto nos meus próprios artigos, enquanto ilustres comentaristas políticos e analistas estratégicos, pagos a peso de ouro pelo empresariado, diziam que nada disso ia acontecer, que o PT desfrutaria de seus quinze minutos de fama e em seguida sumiria na lata de lixo da História, deixando caminho aberto aos liberais para que construíssem uma democracia capitalista moderna e pujante, de fazer inveja à Suíça.
Pela raiva que tantos ainda sentem de quem lhes disse a verdade, pela generosidade com que continuam premiando quem os ludibriou, o que me pergunto é se, sob o pretexto de ouvir análises de conjuntura, o que querem mesmo não são apenas umas palavras animadoras, tanto mais bem-vindas quanto mais falsas.
Fonte: Jornal Diário do Comércio - 22 Set 08
citado em BOOTLEAD - 24 Set 08

A INFILTRAÇÃO JÁ É UM FATO CONSUMADO
Foto: Oficiais do 1º BFEsp (Batalhão de Forças Especiais/EB) em Goiânia, "adestrando" dirigentes petistas no manejo de armas de uso exclusivo das FFAA, notem o DNA lombrosiano dos mesmos, dizer mais o quê?

Reflexiones Castrenses

El hecho sucede en el Colegio Militar de la Nación. La ministro de Defensa, Nilda Garré, se encuentra presidiendo un cine debate que pretende coronar el cambio cultural que pregona desde su ministerio para las Fuerzas Armadas. En ese sentido viene trabajando activamente Martín Grass, un "ex-dirigente" montonero, que conduce actualmente el sector educativo del área castrense.
Acaba de terminar la proyección de la película “Desobediencia”, un film tendencioso que narra situaciones de guerra, donde soldados y cuadros de distinta jerarquía se niegan a obedecer órdenes presuntamente inmorales. El objetivo: profundizar el lavado de cerebros de los jóvenes cadetes. La película termina y un silencio sepulcral se respira en el salón.
Tratando de romper el hielo, con una sonrisa dibujada en su rostro, la Dra Garré toma la palabra y pregunta:
— ¿Acá nadie aplaude, como en los cines?.
— En el ámbito castrense esto no se acostumbra, fue la tajante respuesta de algún uniformado, iniciándose de esta manera un breve intercambio de ideas.
Un oficial jefe pide tomar la palabra y expresa con altura, con respeto y con mucha convicción lo que todos piensan: que independientemente del contenido, aquel no era el ámbito adecuado para pasar esa película; que los cadetes estaban formándose en la disciplina para operar en el marco de una guerra regular y que la película nada aportaba en esa dirección. En definitiva: que no servía para nada.
La ministro no terminaba de acomodarse a esta cachetada intelectual, cuando un bisoño cadete hace uso de la palabra, rematando el sentimiento generalizado:
— “Si estos son los valores que pretenden imponerse para el nuevo ejército yo pido inmediatamente la baja”.
Y el salón estalló en un aplauso generalizado, que ponía en evidencia la magnitud del fracaso de la política oficial seguida por los neo-montoneros. Querían cambiar el alma del soldado ... y el espíritu castrense permanecía inalterable. Dominando sus nervios, Nilda Garré, ya sin la sonrisa inicial, se preguntaba cómo era aquello de que en el ámbito castrense no se acostumbraba aplaudir.
Esta situación, nada novedosa por cierto, puede ser comparada con el “Operativo Dorrego”, desarrollado en el año 1973 por el Ejército Argentino y milicianos montoneros. Consistía éste en una operación de ayuda comunitaria donde soldados de San Martín y Belgrano, en conjunto con soldados de Firmenich y Bonasso, prestarían apoyo a poblaciones de la provincia de Buenos Aires que habían sufrido los efectos destructivos de las inundaciones.
Las intenciones de los mandos castrenses probablemente eran distintas a la de los dirigentes terroristas. Mientras los primeros aspiraban a lograr una cierta convivencia que les permitiera preservar la fuerza de mayores males en aquel período histórico — amén de los nunca ausentes intereses personales de algunos —, para los montoneros, el hecho significaba la oportunidad histórica de acercarse a los cuadros del ejército para inocularles el veneno de la ideología marxista. Habían tenido éxito en la marina, con Urien, y un puñado de oficiales subalternos ... era el momento de hacer lo propio en el Ejército Argentino.
Pero el agua y el aceite nunca fueron buenos amantes. Los que se sabían tutores legítimos del monopolio de la fuerza no estaban dispuestos a compartir su tiempo, más allá del estrictamente obligatorio, con los que habían pasado a la historia asesinando a un general de la institución.
Y el operativo fue un absoluto fracaso, tanto para los mandos castrenses, como para los dirigentes terroristas. Fruto de aquel, el general Carcagno, Jefe de Estado mayor General del Ejército, y el artífice intelectual de aquel operativo, Coronel Jaime Cessio, terminaron abruptamente su carrera por orden del General Juan Domingo Perón, que no estaba dispuesto a mantener en la fuerza a nadie que tuviera relaciones carnales con sus enemigos dentro del movimiento.
Los montos tampoco lograron su cometido. Se fueron con la sensación de haber perdido el tiempo. Comprendieron que nada lograría cambiar el sustrato ideológico de esa institución. Pensaban que los generales elitistas eran los que conducían al ejército en contra de lo que ellos entendían por el campo popular ... y descubrieron que eran los cuadros subalternos y los soldados conscriptos, los más férreos opositores a su utopía demencial.
El Operativo Dorrego de Cámpora–Carcagno del 73 y el nuevo Operativo Dorrego de Kirchner–Bendini del presente, han fracasado rotundamente por la oposición de los cuadros medios de la fuerza, donde realmente descansa el alma del soldado. Lo sucedido recientemente en el Colegio Militar y la actitud de los cuadros en el 73, ponen de manifiesto que la coquetería negociadora de las conducciones sólo consigue el repudio masivo de todos los sectores.
Es de esperar que los altos mandos actuales del Ejército Argentino hayan tomado nota de esta lección de la historia. Y a la hora de formular estrategias no dejen de lado las corazonadas de los cuadros medios de la institución, que menos comprometidos con las prebendas del poder, suelen estar más cerca de las verdaderas soluciones.
Lic Pedro Rafael Mercado
Fonte:  AFyPPA
COMENTO: Por aqui, não me surpreenderia se começassem a "convidar personalidades políticas" para proferir palestras na AMAN e EsSA — pois na ESG já ocorreram — com o objetivo de "eliminar preconceitos". O filósofo Olavo de Carvalho, há menos de um mês, em seu texto "Em busca de um pretexto patriótico"  já alertava sobre o perigo das Forças Armadas capitularem à tentação comunista disfarçada de "petismo". Já faz algum tempo podemos observar várias "manifestações" da canalhada comunista, induzindo a existência de "militares de hoje" e "militares de ontem". Como vimos acima, as táticas deles ultrapassam fronteiras e eles são, mais que persistentes, "solertes e insidiosos" como já me alertavam meus comandantes de patrulha ainda no século passado, e vão continuar tentando, na Argentina e no Brasil!

A Esquerda Mitônoma

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Não sou navegador na internet, mas chego ao e-mail. De uma amiga recebi um, instando-me a abrir o blog do conceituado escritor Reinaldo Azevedo. Lá estava eu, transcrita mínima entrevista à Folha de S.Paulo, que provocou críticas e aplausos. Os poucos que me atacaram repetiram inverdades clamorosas. Formuladores de paralogismos, não chegam sequer a sofistas. Desminto-os, servindo-me dos seus próprios autores, ou dos fatos irrefutáveis da história. Alguns, irados, não argumentam, xingam. Chegam a ser o que Rui chamou de “magarefes da honra alheia”. Desprezo-os.
Que dizem os que preferem argumentos? Um afirma que o Brasil nunca esteve ameaçado pelo comunismo, mas os militares de 1964 inventaram um perigo comunista, para usurpar o poder. Ora, várias têm sido as tentativas comunistas armadas de dominar o Brasil. Prestes tentou, autorizado por Moscou, ao desencadear a revolta sangrenta de 1935. Os comunistas dominaram Natal, que teve até um governador por poucos dias, antes de vencidos. Pernambuco resistiu bravamente, ao preço de centenas de mortes. No Rio, a intentona envolvendo o 3º Regimento de Infantaria e a Escola de Aviação matou, a traição, camaradas de farda. Nova tentativa fizeram os guerrilheiros, todos comunistas, de 1967 a 1974. Apelo para Camões, sobre negar-se o real e verdadeiro: “Quem quiser negar a grã-verdade, negue também ao sol a claridade e certifique-se mais que o fogo é frio”.
A contra-revolução de março de 1964 teve várias causas. A ameaça comunista, ancilar por sinal, mas importante em plena Guerra Fria, existia na aliança de Jango com Luiz Carlos Prestes. De chefe comunista fracassado em 1937, Carlos Prestes tornou-se aliado de Jango num golpe continuísta em preparo pela massificação das greves políticas e nos motins, em Brasília, dos 600 sargentos da Marinha e Aeronáutica, armados, em 1963, e os marinheiros, no Rio de Janeiro, em 1964. Prestes confirma a aliança no livro Prestes: lutas e autocríticas.
Ao ditar memórias ao jornalista Dênis de Moraes, disse Prestes: “Eu tive vários contatos com o Jango. O último às vésperas do comício de 13 de março. Ele me disse que 20 generais estavam do lado dele. Até queria me apresentar a alguns desses generais. Quem representava o partido nas articulações com Jango era Marco Antônio Tavares Coelho, deputado federal. Em 62 cheguei a participar de uma reunião com Jango e San Tiago Dantas em Petrópolis. Dos políticos importantes, Jango chegou, inclusive, a compreender o papel que a União Soviética desempenhava. No dia do golpe — diz Denis — Prestes descobriu que o movimento de massa estava isolado. Apelou para os comunistas organizados da Aeronáutica e pediu para que fosse bombardeado o Palácio Guanabara, onde Lacerda estimulava a ação dos golpistas. A resposta o dissuadiu: todos os oficiais tinham passado para o outro lado” (páginas 165 a 169). O livro foi publicado estando Prestes vivo. Quanto ao preparo do auto-golpe, leia-se o § 8º do livro Combate nas Trevas, de Jacob Gorender: “A pré-revolução e o golpe preventivo”.
De resto, os militares nunca tiveram vocação usurpadora. Caxias, o condestável do Império, vencedor das insurreições internas e das guerras contra os tiranos do Uruguai, Argentina e especialmente o Paraguai, permaneceu sempre leal ao Imperador. Ao contrário, os libertadores das colônias hispânicas, nossos vizinhos, transformaram-se em ditadores. Deodoro da Fonseca e o vice-presidente Floriano Peixoto, a Assembléia Constituinte, que promulgou a Constituição de 1891, elegeu presidente e vice. Sucederam-lhes próceres civis por mais de meio século. Em 1930, a revolução fez presidente o doutor Getúlio Vargas. Deposto em 1945, o presidente do Supremo Tribunal Federal assumiu interinamente a Presidência e presidiu as eleições no mesmo ano, vencedor o general Eurico Dutra. Onde está o caráter usurpador? A exceção se deu com a contra-revolução de março de 1964, apoiada maciçamente pelo povo, imprensa, governadores, Congresso e Igreja. A demora não prevista no governo debite-se às guerrilhas comunistas. À mídia, Prestes disse que “só tiveram um efeito: prorrogar no tempo o autoritarismo”.
Outro diz que não eram terroristas. Como classificar o primeiro ato da luta armada, senão o atentado terrorista no aeroporto de Recife, causando mortes, mutilações e ferimentos graves? Declara que lutavam pela resistência democrática. O ex-guerrilheiro exilado Daniel Aarão Reis repudia a versão oportunista. “Não lutamos pela democracia, mas pela ditadura do proletariado. Nenhum documento nosso, àqueles tempos, fez apologia da democracia”. Finalmente, escreveu um vencido na luta armada, que hoje se diz democrata, afirmando que a tortura foi que os derrotou. Falso. Perderam porque lhes faltou apoio da opinião pública, sem o que nenhuma guerrilha é vitoriosa. A Gestapo, alemã, torturou na Europa e os franceses na Argélia. Perderam a guerra. A tortura institucional, eles sabiam existir em Cuba, de Fidel, e na China, de Mao, o que não os incomodava, quando lá se adestravam. Agora são puros e chefiam órgãos de defesa dos direitos humanos, além de receberem “indenizações” por não terem feito o Brasil orbitar em torno de Cuba ou de Moscou. São todos “democratas pragmáticos”.
Jarbas Passarinho
Foi ministro de Estado, governador e senador
Fonte: Correio Braziliense - 14 Out 08

Silencio Sepulcral

Ao Excelentíssimo
Sr General de Exército Enzo Martins Peri.
DD Comandante do Exército Brasileiro.
Ilustre Senhor General,
De pronto, permita que me apresente: sou Militar Reformado do Exército; como V Excia, freqüentei os Cursos — com aprovação — da AMAN, EsAO e ECEME, entre outros; apesar de estar Reformado não abandonei o acompanhamento/análise da Situação Nacional em geral e, em especial, dos Assuntos de interesse do EB.
Não atingi o Generalato; mesmo porque, bem antes de minha Turma/AMAN estar em condições de ingressar no Quadro de Acesso, requeri Transferência para Reserva; longe de mim, a insinuação que se esperasse, seria promovido.
Só desejo caracterizar que não tenho o mínimo ressentimento de não ter sido promovido a General; repito: bem antes dos Oficiais aptos da Turma/AMAN ingressarem em Lista de Promoção, fui, por ter requerido, transferido para a Reserva.
Isto posto, permita V Excia que me dedique ao Assunto que me conduziu a esta Correspondência.
Trata-se do que está ocorrendo com o Silêncio Sepulcral dos Chefes Militares frente às incontáveis manifestações de desapreço, ofensas, críticas e tentativas de desmoralização das FFAA em geral e, ao EB, em especial.
Não há razões para ditas agressões e, em especial, por terem origem em pessoas de escassas qualidades e, modo geral, raríssimas virtudes e incontáveis defeitos.
Para não parecer que exagero, me permitirei citar, entre os detratores e agressores, pessoas como o Sr José Dirceu, Sr Tarso Genro, Sra Dilma Rousseff, Sr Nilmário Miranda, Sr Vannuchi e tantos outros que só são considerados, admirados, aceitos por paspalhões.
Observe, para exemplificar :
— a Sra Dilma afirmou que "... por cerca de três anos foi torturada fisicamente ..."; "... ingressou na luta armada para combater a ditadura Militar e lutar pela democracia ...";
— o Sr José Dirceu, em discurso, em Palácio e em Cerimônia Oficial, asseverou ser "... companheiro de lutas, de armas nas mãos ...";
— o Sr Tarso, recentemente, em Reunião de exaltação aos guerrilheiros, terroristas, baderneiros e assemelhados, disse: "... a condenação do Cel Ustra  servirá ...";
— juntos, em festa da UNE — coisa bem recente — os Srs. Tarso e Dirceu declararam serem "... heróis ..." os canalhas que, de 1964 a 1985 tentaram, até mesmo com armas nas mãos, impor um regime comunista no País;
— são ou não uns falsos e mentirosos ?
— para concluir, sobre eles: todos alegam, como virtude, a luta pela democracia quando — até as pedras da Praça dos Três Poderes sabem — só tentavam impor o comunismo e alguns nem isso; aproveitavam a ideologia para roubar Bancos, Cofres e Trens.
Só para não parecer que estou a exagerar, permita que reproduza um trecho do Manifesto escrito e distribuído pelos seqüestradores do Embaixador dos EEUU e que tem a autoria atribuída ao Sr Franklin — hoje, exercendo uma das mais Altas Funções no Executivo pois é o Ministro da Propaganda (sic) a exemplo de Goebbels.

"Grupos revolucionários detiveram hoje o Sr. Charles Burke Elbrick, embaixador dos Estados Unidos, levando-o para algum lugar do país, onde o mantêm preso. Este ato não é um episódio isolado. Ele se soma aos inúmeros atos revolucionários já levados a cabo: assaltos a bancos, nos quais se arrecadam fundos para a revolução, tomando de volta o que os banqueiros tomam do povo e de seus empregados; ocupação de quartéis e delegacias, onde se conseguem armas e munições para a luta pela derrubada da ditadura; invasões de presídios, quando se libertam revolucionários, para devolvê-los à luta do povo; explosões de prédios que simbolizam a opressão; e o justiçamento de carrascos e torturadores".
Não há como negar o que está escrito e nunca foi repudiado.
Seria enfadonho e absolutamente desnecessário que sejam reproduzidas tantas agressões, impropérios, inverdades, meias verdades e coisa e tal ditas pelos senhores e senhoras que exercem Cargos/Funções de Alta Responsabilidade. E, observe, Excelência, muitos dos que lá estão, é mercê da Lei de Anistia que, por óbvio, todos os verdadeiros brasileiros aplaudem e festejam e estão de acordo por ser ela (a Lei) fruto de acertada decisão do então Governo do Sr Presidente, Gen Figueiredo — ainda que bem mais Ampla, Geral e Irrestrita do que desejavam, os Políticos — em verdade, eles (os Lideres Políticos da época) temiam que "exilados" do tipo do Sr Brizola e Sr Arraes disputassem os Palanques após o retorno.
Exmo Sr General, retornando ao Assunto "Silêncio Ensurdecedor" que se propaga/ecoa a partir dos QG e dos Comandos das FFAA desejo reafirmar o que penso:
— sei, por ser Militar há mais de 57 anos, que a Disciplina e a Hierarquia são bases da Vida Castrense; sem ambas, nada poderá existir nos Quartéis e Acampamentos.
Isso é aceito por Militares desde sempre.
Há, no entanto, um limite que se ultrapassado não caracterizará a quebra da Disciplina e nem da Hierarquia.
Desde os Tempos Imemoráveis, é reconhecido o direito de "não cumprir ordem absurda".
O que estamos a assistir há bastante tempo — talvez, possamos delimitar, no tempo, nos Governos do Sr Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva — é absolutamente lastimável:
— as tentativas de desmoralização e desestruturação das FFAA são gritantes e atividades constantes no dia-a-dia.
Cito, para exemplificar, as nomeações dos Ministros da Defesa.
Um, foi exonerado após ter sido acusado de ser corrupto e estar vinculado, em seu Estado Natal, a grupos de homens e mulheres da pior espécie; outro, é um comunista que foi, em passado, atuante e, ao assumir, já apresentava sinais de imbecilidade; agora, temos um homem que se jactou de ter incluído na Constituição da qual foi Membro destacado, artigos não discutidos pelos Constituintes e pelo Plenário; desde que assumiu já propiciou atos e fatos que o caracterizam como um parlapatão.
Prometeu e promete mundos e fundos e quando questionado sobre nada realizar, arranja uma desculpa tão esfarrapada que nem parece ter sido Ministro da mais Alta Corte do País — verdade que nomeado por injunções políticas e não por méritos pessoais.
Excelência, não há como negar que o Sr Lula tem o direito de nomear quem ele desejar (dentro dos limites da Legislação) para os Altos Cargos de Ministros; daí, decorre, como exemplo, as nomeações dos Srs. Nelson Jobim e Mangabeira Unger. Até o Sr Carlos Minc, Sr Lupi são Ministros. Há, no entanto, limites impostos pelo bom senso. O Sr Mangabeira, em passado não tão distante escreveu que "... o Governo do Sr Lula é o mais corrupto da história ..." e "... preconizava abertamente e em Artigos publicados o impedimento do Sr Lula ..."; en passant, o dizia com toda a justeza.
Eis que, pouco depois, é nomeado para exercer um Ministério que nem existia e que, quando criado para a sua ocupação foi repudiado pelo Congresso Nacional.
Já a nomeação do Sr Jobim, até a presente data, não destaca uma justificativa plausível, pois o Sr Jobim não tinha, e continua a não ter, vínculos com os Militares e nem com as Forças Armadas.

É, não paira dúvida, um estranho no ninho.
E, para a tristeza dos Militares, posa com Uniformes adulterados e com Insígnias às quais não faz jus.
Houve tempos — acredite Excelência — que essas coisas eram motivos para a classificação no mínimo, como Transgressões e/ou Crimes Militares.
Não há como esquecer na resumida listagem dos absurdos e que são respondidos com o Silêncio Amplo, Geral e Irrestrito, as declarações eivadas de verdades do Exmo Sr Gen Ex Augusto Heleno Ribeiro Pereira e as Ações contra o Cel Ref Carlos Alberto Brilhante Ustra. No primeiro caso — palavras do Exmo Gen Heleno — só faltou, os comunistas/petistas/pessoas do Executivo e do Legislativo e cooptados, pedir a cabeça de S.Excia.; já no do Cel Ustra, aparentemente, os incalculáveis sacrifícios e dores por que passam o referido Militar e seus familiares e as inverdades assacadas contra ele não comovem os Chefes Militares que calam e, ao calarem, permitem que se pense em "aceitação e/ou cumplicidade". Verdade que se trata de Ação Judicial, entretanto, nada em favor do Cel Ustra foi dito.
Podemos, Excelência, imaginar que "... depois de matar o cachorro e arrancar as flores ..." os Militares serão levados ao cadafalso sem que tenham "... alguém para reclamar ...".
Sem quaisquer brilho/destaque/distinção, fui dos que não aceitaram a luta armada desencadeada pela camarilha comunista/guerrilheira/terrorista/baderneira de então e, dentro dos Limites da Lei e da Ordem, busquei cumprir meus Deveres e Ordens emanadas dos Chefes. Não busquei, não busco e não buscarei quaisquer vantagens pecuniárias por isso; não me alinho à canalha que diz "ser lutadora" e é, em verdade "investidora".
Exagero? Tenho certeza que não. Releia, Excelência, a interminável Lista dos (novos) endinheirados graças às Indenizações e Pensões Especiais; lá, serão encontrados nomes que até o diabo duvida.
Por derradeiro, Excelentíssimo Senhor General Comandante do Exército Brasileiro, entenda este Velho Soldado em suas manifestações; sou dos que, ainda, conservam, apesar da avançada idade, forças para tentar lutar contra a camarilha que se apoderou do Poder e que só pensam em: de um lado, usufruir das benesses e, de outro, impor o regime espúrio, esdrúxulo, e nefasto do comunismo.
Se por ventura alguém mal intencionado tentar convencer V Excia que estou sendo indisciplinado e/ou arrogante ao escrever o que está escrito, não aceite. Não aceite pois o que move este Velho Soldado é o desejo incontido de manifestar o pensamento frente a um Silêncio Sepulcral.

Respeitosamente,
Rui Garavelo Machado
Oficial Reformado
Fonte: Ternuma

Direito, Testemunho e Provas Objetivas

Frente à declaração pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, do Coronel do Exército (Reformado) Carlos Alberto Brilhante Ustra como ‘responsável pela tortura de três pessoas da mesma família durante o regime militar, na década de 1970, época em que comandava o DOI-Codi em São Paulo’ num julgamento ‘apenas moral e político, já que Ustra foi beneficiado pela Lei de Anistia, em 1979’, cabe recordar que os julgamentos baseados apenas em testemunhos são processos considerados arcaicos e pré-jurídicos. Reproduzo abaixo trecho do livro As Origens do Pensamento Grego, de Jean-Pierre Vernant (DIFEL, 1981, trad. Ísis Borges da Fonseca):
"No processo arcaico os gens enfrentavam-se, tendo por armas as fórmulas rituais e as provas previstas pelo costume: o juramento, o juramento solidário, o testemunho. Estas provas tinham valor decisório possuíam valor religioso asseguravam automaticamente o êxito no curso do processo se eram corretamente utilizadas, sem que o Juiz, em seu papel de puro árbitro que se limitava a verificar e a declarar a vitória ao termo da prova de força, tivesse que indagar sobre o fundo, reconstituir o objeto do litígio, conhecer os fatos em si mesmos. Mas quando (com o advento) da cidade (Polis) o Juiz representa o corpo cívico, a comunidade em seu conjunto e que, encarnando este ser impessoal superior às partes, ele próprio pode decidir, resolver segundo sua consciência e de acordo com a lei, são as próprias noções de prova, de testemunho e de julgamento que se encontram radicalmente transformadas. O Juiz deve, com efeito, trazer à luz uma verdade em função da qual terá doravante de pronunciar-se. Pede às testemunhas que não mais jurem afirmando-se solidários de uma das duas partes, mas que façam um relato dos fatos. Por esta concepção inteiramente nova da prova e do testemunho, o processo empregará toda uma técnica de demonstração, de reconstrução do plausível e do provável, de dedução a partir de indícios ou de sinais — e a atividade judiciária contribuirá para elaborar a noção de uma verdade objetiva, que o processo antigo ignorava, no quadro do pré-jurídico". (p. 57, as ênfases são minhas).
Estaremos num quadro pós-jurídico ou retornando à barbárie, ao arcaico? Terão os testemunhos valor não mais religioso, como antes, mas ideológico? Será este o sentido do ‘direito alternativo’? Está aqui em jogo não apenas a honra de um Oficial do Exército não apenas o próprio Exército mas a Justiça em nosso País. Está em jogo como poderemos todos nós sermos julgados doravante.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A Escolha

Nosso país está realmente entregue às moscas ... nossa cultura está entregue às moscas ... toda vez que eu me deparo com esse assunto me dá uma revolta tão grande, pois eu me coloco na pele do Coronel Ustra e procuro entender o que eu faria naquela determinada situação ... é impressionante como esses bandidos estão agindo tentando reescrever a história.
Há pouco tempo, meses atrás eu ouvi uma piada na mesa do almoço e apesar de ser uma coisa boba, ela resume o que foi o Brasil sob a égide do regime de exceção democrática que vigorou entre 1968 a 1978. A pergunta é a seguinte: você foi perseguido na ditadura? não, eu estava trabalhando e não tinha tempo para ser perseguido. Resume ou não?
Resumindo o caso: três terroristas processam um Coronel do Exército encarregado do combate ao terrorismo. O que eles estavam fazendo para serem presos pela Polícia?
Mais uma vez minha irrestrita solidariedade ao Coronel Ustra, não porque ele seja um Coronel e eu o tenha como um herói, mas é porque é um homem bom, militar e cidadão exemplar. Que ele tenha a plena consciência que ele não está só e que esse entrave, que recebeu todos os holofotes de nossa imprensa vagabundesca, é algo recorrível e que na instância superior essa mácula não lhe será imputada.
Não pense em contar com sua instituição, Coronel Ustra, aquela mesma que o senhor se dedicou por 40 anos, pois ela está corrompida e contaminada por rotundos e esqueléticos parasitas interessados na colheita do sangue da União e interessados em usufruírem dos sorrisos forçados dos derrotados de outrora e que pensam que o sonho de poder hoje vivido durará para todo o sempre. Ledo engano o deles, pois serão derrotados novamente.
E à essa cafajestada que está tripudiando por sobre a memória de um passado feliz de nossa nação e do que foram um dia as Forças Armadas, um alerta: tudo que vem fácil, escorre pelos dedos das duas mãos ... e o alerta é para quem tem 10 ou 9 dedos nas mãos.
******
O coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra foi declarado, pela Justiça de São Paulo, responsável pela tortura de três pessoas da mesma família durante a luta contra o terrorismo, na década de 1970.
Ustra comandou o DOI-Codi em São Paulo entre 1970 e 1974, período de maior atividade dos terroristas e, em conseqüência, da maior repressão dos Órgãos de Segurança.

***
A grande VERDADE, é que foi esta ação contra os terroristas de São Paulo e Rio de Janeiro (prisão dos que estão processando o coronel) que marcou o início da derrocada das ações criminosas dos terroristas nas cidades e no campo e, conseqüentemente, de sua fragorosa e vergonhosa derrota.
Quem processa o Coronel?
— o casal de terroristas Maria Amélia de Almeida Teles e César Augusto Teles.
— Criméia Schmidt de Almeida, irmã de Maria.
Todos eles terroristas da pesada, facínoras, fanáticos militantes do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), famigerada organização criminosa responsável, inclusive, pela guerrilha do Araguaia. São eles, dentre outros chefes, os verdadeiros responsáveis pela morte dos que foram levados para o Araguaia.
Justamente com a prisão destes facínoras, a luta contra as guerrilhas, urbana e rural, começaram a ter êxito. Eram componentes da rede de apoio à guerrilha do Araguaia. Criméia e outros guerrilheiros tinham vindo de lá para estabelecer ligações importantes para o prosseguimento da luta, como está declarado em vários documentos e livros escritos por comunistas notórios.
Há também duas outras pessoas envolvidas no processo, Janaína e César Teles, que eram crianças na época da prisão dos terroristas e que ficaram na residência de uma policial até que parentes as apanhassem.
Uma delas, a Janaína, declarou agora, que se sente vitoriosa com a decisão do Juiz, uma vez que a faz lembrar os crimes do passado.
Crimes do passado, sim, que os terroristas cometeram. O grupo da Criméia no Araguaia, o mais perigoso e violento da luta, tendo como chefe o Osvaldão, o mesmo grupo dos companheiros de José Genoíno, prendeu e trucidou o jovem João Pereira, de apenas 17 anos de idade, que acompanhou, por apenas poucas horas, a primeira equipe do Exército que entrou nas matas do Araguaia. O pobre rapaz foi esquartejado na frente da família pelos componentes do mesmo grupo. À respeito, Ângelo Arroyo, um dos chefes terroristas, declarou em seu relatório que "foi um justiçamento para servir de exemplo à população" (Relatório de Ângelo Arroyo - Editora Anita Garibaldi – 1996, de autoria de um dos dirigentes da Comissão Militar, que assinalava como erro de “certa importância” para a derrota no Araguaia: “Não se ter justiçado determinados inimigos
). Era assim que eles agiam.
Eles mesmos que declaram.
Para Paulo Esteves, advogado de Ustra, o coronel nada tem do que se defender.
Quando a acusação tiver apresentado provas contra ele, aí sim ele terá do que se defender. É uma questão se ele participou ou não desses atos. Para mim, essas testemunhas não têm como provar aquilo que os autores acham que podem provar contra o coronel. Esta prova foi inútil”, avaliou.
As sete pessoas que serão ouvidas a pedido da defesa são testemunhas de antecedentes, ou seja, não vão se referir aos casos relatados nesta quarta-feira pelos ex-presos políticos. “Até porque não podem se referir a fatos que não existiram”, rebateu Paulo Esteves.
Se Fernandinho Beiramar alegar que foi seqüestrado e que sofreu tortura na cadeia, “apresentando dezenas de testemunhas”, será aquinhoado com o cumprimento da pena em liberdade? Talvez até indenizado como o foram Ziraldo, Genoíno, Cony, Lula e etc. Este é o pensamento de muito boiola atualmente no desgoverno, inclusive Buarque, Genro e Vannuci, como eles mesmos têm declarado à Mídia.
A militante do PCdoB, Maria Amélia de Almeida Teles, “Melinha Teles”, uma das acusadoras, não foi presa com seus dois filhos, marido e irmã?
Na época, Maria Amélia, contumaz mentirosa, negou ser o que é até hoje — militante do PCdoB, terrorista ativa e perigosa.
Maria Amélia foi presa junto com seu camarada César Augusto Telles, seu esposo, em 28/29 de dezembro de 1972 em São Paulo/SP.
A militante do MR-8, agora como testemunha, Nádia Lúcia do Nascimento, segue os passos da Srª Maria Amélia. Não é para menos. Como sempre está tudo combinado no pós-anistia, na seara das ONGs “Tortura...” e suas assemelhadas.
As declarações de Maria Amélia, do marido e dos demais supostos detidos no DOI, sobre aquele período de tempo, são mentirosas.
Todos os militantes mortos e desaparecidos parecem ter sido torturados e assassinados e os que foram presos torturados.
Somente esses ex-militantes e os “jornapongas” têm o dom de falar a verdade.
O Coronel Ustra vale infinitamente mais que todo esse saco de gatos de militantes do PCdoB juntos, inclusive o chefe da quadrilha de lambuja.

A ABIN Que Alguns Órgãos de Imprensa Não Conseguem — ou Não Querem — Ver

por Fabio Rocha Lustosa
Gostaria de manifestar meu mais veemente repúdio à campanha de execração pública que vem sendo patrocinada sistematicamente por vários órgãos de imprensa nas últimas semanas contra a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). Não sei se tais veículos de comunicação já ouviram falar em ética jornalística — ou mesmo ética, na acepção mais ampla do termo — mas os acontecimentos recentes me fazem crer que a única coisa que interessa a tais entes é, tão-somente, subjugar o órgão de Inteligência Federal brasileiro, por meio da humilhação e do escracho. Me pergunto, pois: 
Qual a razão de tão infame blitzkrieg
A quem interessa a desconstrução da ABIN, e sua conseqüente desmoralização, enquanto órgão de Estado essencial à preservação da soberania de nosso País? 
À sociedade brasileira? Estou convicto que não.
É inaceitável que alguns jornais e revistas, de forma maliciosamente desconectada da realidade dos fatos, retratem a ABIN e seus servidores como um bando de renegados, patifes e criminosos sem compromisso com o País, colocando em dúvida a idoneidade moral, ética e o profissionalismo de nossa instituição. 
Quem são eles para submeter-nos ao vexame e à chacota públicas, sob o conveniente argumento de "busca da verdade"? 
Quem são eles para mitigar a honradez de profissionais de Inteligência que buscam dar o melhor de si pelo País representando a ABIN, no Brasil e no exterior, e são hoje alvo de comentários depreciativos, desconfiança e repulsa, até mesmo no seio de suas famílias? 
Quem são eles para nos atacar? 
Arautos da moral social a serviço do Brasil? Na minha opinião, definitivamente, não!
Nas últimas semanas, vem me causando particular preocupação o esforço quase messiânico de alguns que, do alto de sua soberba jornalística, buscam reduzir a ABIN a uma espécie de cancro apodrecido, que merece ser extirpado sumariamente, pelo "bem do País". Profissionais (sic) que vangloriam-se de haver combatido no passado regimes ditatoriais, perseguições políticas e abusos de poder em nome da democracia, mas que agora tentam massacrar impiedosamente uma instituição criada no âmbito de um Estado Democrático de Direito, que existe e funciona em estrita observância à Lei, e contra a qual sequer há prova definitiva de erro de conduta por parte de seus servidores; apenas acusações, suposições e especulações, algumas comprovadamente levianas. Ignorando convenientemente tal fato, pessoas que se dizem a "serviço da verdade" ocupam-se em julgar, condenar, e submeter ao escárnio popular a ABIN, e por extensão, todos os seus integrantes, em uma atitude deplorável e irresponsável que macula a imagem do órgão perante a sociedade brasileira e a comunidade internacional.
Reputo especialmente perversa e insidiosa a associação subliminar entre a ABIN e o Serviço Nacional de Informações (SNI), que muitos profissionais de imprensa tentam, sempre que possível, manter viva no seio da sociedade, como se estivéssemos todos fadados a carregar para sempre a pecha de "inimigos da pátria", na forma de um fantasma que há muito tempo não mais pertence à nossa realidade política e social. Sob idêntico diapasão, seria razoável nos referirmos ao atual Serviço de Inteligência Federal alemão como o "sucessor" da Gestapo, a polícia política de Adolf Hitler? Ou ao Papa Bento XVI, como o "sucedâneo" dos pontífices que patrocinaram assassínios em massa em nome da Inquisição e das Cruzadas?
Antes de tentar impor à ABIN o papel de "Caixa de Pandora" dos males da Administração Pública e da sociedade, a imprensa que nos imputa tão descabido ônus deveria reconhecer publicamente que os servidores que lá estão não são criaturas das trevas desprovidas de moral e escrúpulos: São profissionais profundamente comprometidos com a missão de ajudar o Brasil a se tornar uma nação mais forte, justa e democrática. Fazemos isso assessorando o Governo Federal, analisando políticas públicas, prospectando oportunidades para o desenvolvimento do País, e detectando ameaças à segurança de nossa sociedade. Mas fazemos tudo isso cientes — e atentos — às nossas limitações de natureza legal.
É importante ressaltar aqui que quando a ABIN detecta erros de conduta no seio da organização, estes são tratados com o rigor que a legislação disciplinar, administrativa e penal assim o exige. Aqui não se fala em impunidade, muito menos em acobertamento de ilícitos. Nós obedecemos a Lei, e nos orgulhamos disso. Contudo, e diferentemente de certas revistas e jornais que difamam, ultrajam e caluniam sob o argumento da "busca da verdade", procuramos observar sempre os princípios jurídicos que regem o direito à ampla defesa, ao contraditório, e à imagem dos acusados, sob os auspícios da chamada presunção de inocência. Isso não é privilégio, tampouco corporativismo. É conduta ética e observância de uma garantia prevista na nossa Constituição Federal. Garantia esta que, talvez por razões "jornalísticas" de natureza inconfessável, vem sendo sonegada à ABIN.
A ABIN tem um compromisso com a verdade, com a sociedade e com o Estado Brasileiro, e seus servidores são parte integrante e indissociável de tal compromisso. Juntos, trabalhamos para construir um País cada vez melhor. Mas decerto não tememos os abutres e hienas que rondam nosso caminho, pois eles se alimentam de matéria podre. E isso nós não temos a oferecer.
Fabio Rocha Lustosa é Mestre em Segurança Estratégica
pela National Defense University (NDU) - Washington, DC, EUA, e Oficial de Inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) desde novembro de 2000

Sobre a Agência Brasileira de Inteligência — ABIN

O papel da ABIN é o de proteger o EstadoPonto. Essa é a função dos serviços de inteligência do mundo inteiro. E deve protegê-lo tanto dos inimigos externos, quanto internos. Não faz o menor sentido a discussão sobre os equipamentos utilizados pela ABIN, se fazem ou não escutas telefônicas, se captam ou não áudio ambiental. É hipocrisia acreditar que Inteligência se faz apenas com conversa fiada nos corredores do Congresso ou nos plenários dos Tribunais.
Inteligência se faz com tecnologia, com escutas clandestinas e com infiltração. Isso é básico. Qualquer um sabe disso.
Os políticos e ministros passam. O Estado é soberano e está acima dessas discussões políticas, feitas por pessoas que em qualquer país sério estariam sendo grampeadas não apenas em seu trabalho, mas também em suas vidas pessoais. Aliás, em um país sério, eles não passariam pelo crivo dos Serviços de Inteligência. Seriam "convidados" a não aceitarem cargos públicos de primeiro escalão.
O que vem ocorrendo no Brasil nas últimas semanas é uma total inversão de valores. A ABIN e a Polícia Federal, além das Forças Armadas estão sendo julgadas por segmentos altamente venais e sem nenhuma credibilidade apenas por terem feito seu papel, que é o de investigar e defender o Estado.
Daniel Dantas, Lula, Jobim, Heráclito Fortes e outros não são o Estado. Eles o representam momentaneamente e cá entre nós, uma péssima representação.
A ABIN, assim como a PF, precisam ser fortalecidas, principalmente em um mundo globalizado, com a América Latina em crise e o Oriente Médio prestes a explodir. Se o País continuar nesse rumo, estaremos completamente indefesos, já que nossos organismos de inteligência estarão de mãos atadas.
Sou favorável ao grampo e a escutas ambientais. Quem não faz coisa errada não tem com que se preocupar. Se tramarem contra o Estado, precisam ser neutralizados, presos e responderem pelos seus crimes.
A ABIN não precisa só de uma mala que faz escuta. Precisa de um microondas, de câmeras com visão noturna e micro-câmeras com fibra ótica. Isso é o mínimo.
Esse artigo pode até soar reacionário em um estado democrático de direito, ocorre que o fortalecimento da Inteligência é uma ferramenta indispensável para a manutenção dessa democracia. Do contrário, a ABIN ao invés de fazer trabalho de inteligência, vai fazer fofoca. E isso, nós já temos em excesso.
Autor: Jornalista Alan.alex@gmail.com
Fonte: Rondoniaovivo 
Somente acrescento que falta à ABIN a definição de "MISSÕES". Cabe ao governo dizer o que quer saber (oportunidades, riscos, perspectivas etc., para o País, naturalmente).
Não sabendo o que se quer a ABIN poderia sugerir o que acha importante. Deve também alertar para as conseqüências de certos atos, como por exemplo, do risco de desnacionalização com a política indigenista.
Uma vez isto decidido, a ABIN teria capacidade de buscar, usando as técnicas de todo Serviço de Inteligência, o conhecimento que o País precisa.

COMENTO: Recebi o texto acima por correio eletrônico. Apesar do original ser de quase um mês atrás, republico-o por concordar em gênero, número e grau com o seu conteúdo!!

domingo, 12 de outubro de 2008

Exército da Colombia Persegue o “Anel de Segurança” de Alfonso Cano

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El Ejército Colombiano persigue a guerrilleros de los “cinturones de seguridad” del máximo jefe de las FARC, alias “Alfonso Cano”, en una región montañosa del centro-sur del país, informó hoy una alta fuente militar.
El Comandante de la VI Brigada, Coronel Andrés Ricardo Bernal, dijo a los periodistas que desde hace varios meses se efectúan operaciones “de manera contundente” para “neutralizar” las estructuras de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC).
Se trata, precisó, de operaciones continuas en la zona montañosa conocida como el Cañón de las Hermosas, en el departamento de Tolima, donde se mantienen en movimiento “Cano” y sus hombres.
El alto oficial destacó que se ha podido recuperar para el Estado todo este territorio y se ha logrado “neutralizar la influencia que venían ejerciendo (los guerrillleros) a todos los pobladores de esta región”.
Para Bernal, es “histórica” la “primera visita” que hizo un gobernador del Tolima como la que cumplió el jueves el ejecutivo de ese territorio (Oscar Barreto), a esa zona.
El jefe militar señaló también que las operaciones continúan en esa región contra “Alfonso Cano”, cuyo verdadero nombre es Guillermo León Sáenz, el cual sucedio en la comandancia general de las FARC a su fundador y líder histórico, “Manuel Marulanda Vélez” o “Tirofijo” (Pedro Antonio Marín), fallecido en marzo pasado.
Vía EFE
Fonte: Noticias 24
COMENTO: Em breve, será mais um a prestar contas com o capeta, que vai detonar o "anel" desse criminoso!!