segunda-feira, 13 de julho de 2009

Os Senadores do Juremir

.
De tudo que se tem escrito sobre o Senado e senadores nada parecido com o texto do Juremir Machado da Silva, Canais favoritos, publicado hoje no Correio do Povo. Tenho o dever de publicá-lo. É de emoldurar. Leia até o final:
.
Lucas, meu personagem no romance 'Solo', adorava ver televisão. Bizarro, ele ficava em casa olhando a TV Senado, o Canal Rural e a TV Câmara. Era obcecado por bois e senadores. Os bois, o proletariado e os senadores eram as categorias que ele mais admirava. Como o proletariado desapareceu junto com as teorias mais esquisitas da história do pensamento humano, afora o neoliberalismo, restava-lhe canalizar toda a sua imensa afeição para os bois. Eles o ajudavam a ruminar. Eu também sou assim, embora meu romance não seja autobiográfico. Na verdade, prefiro os senadores. O problema do boi é que ele tem serventia. Dá pena acabar com um exemplar. Já um senador é tão inútil que só serve para protagonizar programas cômicos na TV pública.
Eu gosto muito da TV Câmara e da TV Senado. Pena que nunca tem mulher pelada. Lucas chegou a ficar 18 horas ininterruptas vendo esporte na televisão. É absurdo. Nunca passei de 17 horas. Subscrevo todas as opiniões de Lucas sobre a televisão. Por exemplo, esta: 'É extraordinário como certas questões podem render assunto para horas de discussão. Foram quase seis horas dedicadas a saber se houve ou não impedimento num gol do Corinthians. Outra questão que sempre merece um tratamento demorado é esta: com quantos volantes deve jogar uma equipe com pretensões ao título?' Na TV Senado, os debates mais empolgantes dizem respeito a coisas irrelevantes como saber quem empregou mais parentes, quem usou mais passagens aéreas, quem é mais ou menos corrupto.
Outro dia, fiquei vidrado na imagem do senador José Sarney. É incrível como ele tem certo ar de boi. Sabem aquele ar melancólico de ruminante que pode ser confundido com intensa atividade mental? A diferença entre Sarney e um boi é de natureza moral. Os bois são profundamente éticos. Jamais mentem. Não tenho saído mais. Fico em casa vendo o Sarney na televisão. É como se eu estivesse na zona rural. Chego a sentir o cheiro da lama fresca, o odor do esterco e ver a grama do vizinho sendo roubada. Fico com a impressão de que o mundo é um imenso Maranhão. Sarney é o meu boi preferido. Em Palomas, tínhamos uma junta de bois fantástica: Larápio e Salafrário. Se eu comprasse uma junta de bois hoje, podem ter certeza, eu os chamaria de Sarney e Renan.
Sarney mudou aquele chavão segundo o qual não se pode enganar todo mundo o tempo todo. Ele pode. Afinal, como disse o Lulla, Sarney não é um homem comum. É um homem-boi. Pensando bem, ele tem um jeito de sapo-boi. Um boi nunca me engana. Sarney me cativa. Ele tem aquele jeito manso de boi cansado, aquele olhar profundo de bovino filosofando, aquele passo lento de senador que conhece todos os atalhos para fugir da lavoura. Toda vez que vejo o Sarney na TV, eu penso: 'Lá se foi o boi com a corda e a tua égua com os arreios'. Estudar na Europa aprimorou o meu ouvido para a filosofia popular. O proletariado foi extinto. O boi fugiu para o mato. Só ficou o Sarney pastando solto. O Brasil é um curral.
.

domingo, 12 de julho de 2009

A Hipocrisia dos Novos Caudilhos Latino Americanos

.
Novos caudilhos estão tomando conta da América Latina. Utilizam-se da democracia para chegar ao poder, e lá chegando a matam sem dó nem piedade.
Foi assim em Cuba. Fidel Castro ao assumir o poder jurou que não era comunista e que seu objetivo era o de restabelecer a democracia com o fim da ditadura de Batista.
O povo Cubano aguarda há 50 anos e realização de eleições livres e o restabelecimento da democracia.
Na Venezuela o rei dos caudilhos, o gorila Hugo Chaves, depois de tentar tomar o poder através de um golpe de estado frustrado, se elegeu presidente. Persegue e fecha a mídia livre e democrática. Controla o congresso e o judiciário através de golpes. Nas províncias em que são eleitos governadores de oposição, corta-lhes os recursos financeiros e até expede mandatos de prisão. Se perpetua no cargo através de fraudes eleitorais.
Evo Morales na Bolívia ignora a vontade popular nas maiores províncias do país e ameaça lançar o país em um banho de sangue através de uma revolta contra as províncias que buscam sua autonomia.
E assim acontece com Correa no Equador, Lugo no Paraguai etc.
No Brasil Lula também tenta por todos os meios calar a imprensa, seja por censura, seja com a utilização das verbas de publicidade das empresas estatais.
São líderes hipócritas que se utilizam da democracia para implantar sua ditadura. Seu regime imoral, anti ético e desonesto.
O povo de Honduras nos dá um belo exemplo de como devemos agir para afastar estes novos caudilhos que nos querem impor o fim da liberdade e da democracia. Aprendamos com o bravo povo hondurenho, que luta contra tudo e contra todos por sua liberdade.

Ditadores Democratas

por Arlindo Montenegro
Estão entupindo nossos sentidos com imagens de títeres fascistas, nazistas e comunistas  tudo farinha do mesmo saco!  que as organizações internacionais como ONU, OEA, nos querem fazer engolir como "democratas", facilitadores da Nova Ordem Mundial. Estão nos empurrando em nado cego para praias desconhecidas.
Os controladores e seus banqueiros, que esconderam o expressivo resultado financeiro do planeta e criaram a tal "crise", negociam facilmente com esses personagens, astros do populismo que propagam a "guerra contra o imperialismo norte americano", "vez e voz para os pobres", "tudo pelo social", e prometem educação, saúde, segurança, casa, trabalho, tudo condicionado a sua permanência eterna nos postos de poder.
A história verdadeira registra os resultados sangrentos e desastrosos destas ditaduras, ora mais violentas ou eventualmente mascaradas de bondade paternalista, privando a liberdade das pessoas, limitando a evolução natural e quase espalhando rastros de sangue, muito sangue e sofrimento.
Em nossa vizinhança temos a notável Democracia cubana, notável pelo paredón de fuzilamentos que continua ativo. Há pouco tempo, um grupo de dissidentes identificado como "Grupo Varela", colhia assinaturas num documento que pedia ao "democrático" governo cubano a extensão de algumas liberdades, destas a que estamos acostumados sem perceber: expressão, informação, manifestação livre do pensamento, opinião, telefonar para o exterior, viajar...
A "democracia" cubana prendeu pessoas do grupo, identificando-as como "contra revolucionárias" (como são carimbados todos os contrários à vontade do Partido Comunista Cubano). Pior sorte tiveram três dissidentes que foram presos tentando roubar um barco para fugir da ilha. Foram levados ao "paredón", aquele mesmo que Guevara defendeu sob aplausos dos membros da ONU, e fuzilados.
Isto lembra também como essas "democracias" vão limpando a área, nos moldes stalinistas. Trotsky, apontado por Lênin como seu sucessor, levou uma rasteira do terceiro cabeça da revolução russa. Vagou pelo mundo e veio parar no México, onde o emissário de Stalin o matou com uma machadada na cabeça. O assassino apareceu como homem prestigiado na revolução cubana, íntimo de Guevara. Um fato que ficou na moita.
Também ficou na moita, o sumiço do segundo homem da troika que tomou o poder em Cuba. Camilo Cienfuegos, ainda hoje é reverenciado pelos revolucionários do primeiro instante. Aqueles que o viram ao lado de Castro no assalto ao quartel Moncada, ao lado de Castro na Sierra Maestra, figurava nos quadros pendurados nas paredes das casas cubanas compondo a trindade dos novos "santos": Fidel, Camilo y el Che, nesta ordem memorial.
Pois o Camilo sumiu do mapa. Quem era mesmo? O maior e mais próximo colaborador de Fidel, combatente desde o primeiro instante, um dos líderes mais populares e mentor da revolução que deveria ser democratizante, até mesmo cristã, como o eram os cubanos que reverenciavam a Madona del Cobre, cuja medalha Fidel carregou no peito até antes de proclamar-se socialista.
Os fuzilamentos já incomodavam Camilo, que os criticava junto aos companheiros da elite revolucionária e incomodava tanto que segundo alguns memorialistas, Castro pensou em fuzilar Camilo e acusando-o de traição. Camilo era muito querido, um cara admirado pela população, era bonachão e alegre. Democrata convicto e anticomunista.
Seguindo os ensinamentos de Stalin, Castro mandou eliminar Camilo em 1959. O Cessna que o transportava entre Camaguey e Havana, desapareceu com todos os ocupantes, sem vestígio remanescente. O mistério subsiste na ilha. Como subsistem outros mistérios: o suicídio da valente guerrilheira, Presidente da Casa das Américas, esposa do Ministro da Educação, Haydée Santamaría em 1980. E o suicídio do Presidente da República de Cuba, Osvaldo Dorticós Torrado em 1983. Mistérios da "democracia" castrista.
O Guevara já tinha sentença: fracassar e morrer acreditando poder exportar a rebeldia nos moldes cubanos e punir "os imperialistas norte americanos por seus crimes contra a humanidade". O grande "democrata" revolucionário Fidel Castro garantia a perpetuidade vitalícia para o irmão Raul.
Para finalizar, há uma pergunta que nenhum petista, nenhum comunista, nenhum destes jornalistas e intelectuais que veneram a "democracia" cubana que nem Chico Buarque ou Niemayer, nem Lula e seus ministros respondem: 
 por que nestes 50 anos os cubanos continuam enfrentando a guarda costeira de Castro, os tubarões e o sol causticante, fugindo da ilha em boias de borracha ou pequenos barcos, tentando chegar à Flórida?
Finalmente, é impossível saber quantos já morreram fuzilados na tentativa de fuga ou comidos por tubarões. ... Contemplamos! A mídia cala. Enquanto os tubarões domésticos nos atacam, nadamos contra a corrente esperando chegar num porto seguro, onde as instituições sejam diferentes daquelas das "democracias dos ditadores" dos fuzilamentos sumários e das liberdades proibidas.
Arlindo Montenegro é Apicultor.
Fonte: Alerta Total

sábado, 11 de julho de 2009

Casa dos Horrores Quer Mais Cadáveres

por Janer Cristaldo
Quando falo que o Brasil costuma importar do estrangeiro as piores idéias, me refiro a idéias dos Estados Unidos ou da Europa. O Senado Federal deu um passo adiante. Passou a importar as piores idéias da África e da Ásia. Me refiro à regulamentação da profissão dos mototaxistas. A decisão de jerico foi tomada nesta semana. O texto aprovado na Casa dos Horrores — como diriam os britânicos — segue para sanção presidencial e ao que tudo indica o jerico-mor não a vetará.
Segundo a agência Estado, de 1990 a 2006, o número de mortes em acidentes de moto no Brasil subiu de 299 para 6.734, o que significa, em termos percentuais, um aumento de 2.252%. Em 2006, as motos mataram 19 pessoas por dia no país. A gripe suína, até agora, matou duas pessoas. Fala-se em epidemia. Não das mortes por motos. Mas epidemia da gripe suína.
Uma moto, teoricamente, conduz uma pessoa. Uma mototáxi, necessariamente, conduz duas. Fácil deduzir o que vem pela frente. O número de mortos duplicará. Com o aval da Casa dos Horrores e provavelmente do Supremo Apedeuta.
Segundo o engenheiro e sociólogo Eduardo Alcântara Vasconcellos, representante brasileiro na Organização Mundial da Saúde, o discurso de que a moto gera emprego e liberta o pobre é demagogia. Dado o apoio amplo e irrestrito do governo federal à indústria da motocicleta, haverá um incentivo muito forte para a proliferação do mototáxi. Em entrevista para a Folha de São Paulo, diz o engenheiro:
O governo facilitou a ida da indústria para a zona franca de Manaus. Tem um subsídio muito alto. Agora, com a crise, o governo também reduziu o IPI da motocicleta. Além disso, a moto que entrou no Brasil é altamente poluente. O governo não exigiu que a indústria adaptasse os motores. É uma licença para poluir com um custo social enorme. Importamos o pior do que já existe na África e na Ásia pobre, de uma maneira populista e irresponsável".
Luíza Erundina, a prefeita petista de São Paulo, já havia dado um considerável passo — rumo à Idade Média — ao introduzir a tração humana em substituição à roda e ao motor, com suas carroças de coleta de lixo. O Senado não fez percurso tão longo para trás. Apenas legalizou instrumentos de morte contemporâneos. Em nome da expansão da indústria das motos, o Senado pede mais cadáveres.
Ave, Brasília. Morituri te salutant.
Fonte: Janer Cristaldo
COMENTO: as estatísticas de danos físicos ocorridos em função de acidentes com motocicletas são, sem dúvidas, escamoteadas pela imprensa. Raramente temos oportunidade de tomar conhecimento de acidentes envolvendo motociclistas, a não ser os ocorridos em vias de grande movimentação, ou aqueles em que a morte de alguém tenha sido de extrema violência e "agregue público", ou seja, "que dê ibope". Há tempos me assalta a impressão de que deve "rolar um por fora" por parte das grandes indústrias de motocicletas para que as tragédias envolvendo esse meio de transporte não venham à público. Pode ser que a ideia de melhorar a imagem governamental via gastos públicos em "comunicação social" tenham sido copiados dos investimentos que Honda, Yamaha, e outras multinacionais possam fazer, não só para divulgar seus produtos, mas também para a não divulgação das perdas ocorridas pelos usuários de seus produtos, em termos de mortes e mutilações. Sem falar nos prejuízos à Previdência Social, causados por benefícios pagos a jovens mutilados que pouco contribuíram com o sistema. Os órgãos responsáveis pela saúde pública devem ter dados a respeito disso, mas será que há vontade de divulgá-los??

A Marca Registrada do Governo Lula

Lula brincou com Obama, já que derrotamos os EUA de virada na final da Copa das Confederações. No entanto, o autógrafo que se vê em primeiro plano é de Wagner Love, que não estava na disputa e, por sinal, não é convocado há tempos.
Examinando com mais cuidado, veem-se autógrafos de Cicinho, Fred, Daniel Carvalho, Edmilson, que não frequentam mais a lista de convocados. Está até o Dudu Cearense, lembra dele?
Pô, cumpañero "the-guy". Deu um camisa velha pro brô?
Se era para dar uma camisa antiga, que desse uma com autógrafos de Pelé, Garrincha e Didi, ou de outro time imbatível, Pelé, Tostão, Rivelino, Jairzinho, Gerson, ou uma com Zico, Sócrates, Falcão, Júnior e Cerezo.
Até uma com Bebeto, Romário, Dunga e Branco, que ganharam a Copa lá, na terra de Obama, teria mais valor.
Que vergonha!!!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Golpismo e Diplomacia nas Américas

por Sérgio Paulo Muniz Costa
Diferentemente do ocorrido em outras crises, dessa vez o governo brasileiro teve papel relevante, para piorar a situação.
POR QUALQUER lado que se aborde a crise de Honduras, as perspectivas são sombrias. A prosseguir na rota da insensatez, a OEA (Organização dos Estados Americanos) poderá vir a ser a primeira organização internacional que precipitou, e não impediu, um conflito. A credibilidade do sistema interamericano, institucionalizado na OEA, entrou numa área de penumbra, com uma Cuba renitente à observância dos direitos humanos e da democracia desimpedida de a ele se integrar, enquanto Honduras, em crise política, dele é afastada — faces opostas de uma radical inversão de juízos.
Os desdobramentos desse despautério são visíveis. O confronto interno agravado pela visita a Tegucigalpa do secretário-geral da OEA, de um voluntarismo inversamente proporcional ao poder da capital para onde viaja, escalou a movimentação de tropas. Um conflito entre Poderes num pequeno país da América Central, instigado por Chávez, assumiu dimensões inesperadas graças a respostas desproporcionais da OEA, aparentemente dominada pelo ativismo esquerdista de assembleia e pelo imobilismo politicamente correto do governo Obama, ainda constrangido pelas trapalhadas regionais e planetárias de seu antecessor.
Mas, diferentemente do ocorrido em outras crises, dessa vez o governo brasileiro teve papel relevante — para piorar a situação. A considerar as suas declarações, instilou o açodamento condenatório e unilateral e ainda encenou ato emblemático ao enviar aeronave da Força Aérea Brasileira para conduzir o secretário-geral da OEA a Tegucigalpa, seguindo o padrão do emprego de helicópteros do Exército brasileiro em ação dita humanitária que serviu muito bem à promoção midiática das FARC.
A diplomacia alternativa irradiada dos corredores do Planalto não se constrange em constranger as Forças Armadas brasileiras com missões de resultados duvidosos para a paz no continente. Longe vão os tempos em que a diplomacia e os militares do Brasil trabalhavam silenciosa e equilibradamente na construção de pontes, e não de barreiras, entre povos e facções na ensanguentada América Central.
No início dos anos 90, foram estabelecidas as fundações do programa de desminagem humanitária que, paulatinamente, livraria a região do flagelo das minas terrestres espalhadas na Guerra Fria por procuração ali travada.
Daí por diante, coube aos engenheiros de combate do Exército Brasileiro e do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil um papel central na supervisão dos trabalhos de detecção e destruição de minas terrestres realizados pelos sapadores hondurenhos, nicaraguenses e costarriquenhos, por vezes a preço de sangue. Longe de serem "lacaios do imperialismo", esses servidores do Estado brasileiro cumpriram suas missões, arrostando pressões de interesses muito distintos do mandato original.
Nem tão longe assim vão os tempos em que a diplomacia brasileira exigiu e respaldou na OEA uma solução adequada à crise provocada pelo golpe na Venezuela no início de 2002. Naqueles difíceis meses pós-11 de Setembro, o Brasil desempenhou o papel de aliado leal, mas não servil, dos Estados Unidos, num momento de restrições à liberdade de ação do país no cenário internacional.
O golpismo que ainda viceja na América Latina e se manifestou em Honduras tem mais de um lado, muitos protagonistas e um patrono do momento que as resoluções da OEA estão longe de apontar de maneira serena e eficaz para o restabelecimento do equilíbrio local.
Enquanto Manuel Zelaya voava ameaçadoramente para Honduras, Obama se preparava para voar amigavelmente para Moscou — destinos e atitudes tão díspares quanto o grau de relevância para a superpotência dos respectivos objetivos de viagem.
A América Central e a América do Sul foram remetidas, mais uma vez, à insignificância que o desdém da política externa norte-americana autoriza Obama a posar de bom-moço, por enquanto, mas cujas responsabilidades não o farão hesitar ao tratar amigos e inimigos quando forem ameaçados os interesses vitais do seu país.
Tempos virão, talvez antes do que se imagina, em que o Brasil será chamado a se posicionar e assumir responsabilidades para as quais a diplomacia companheira não tem os necessários conhecimento e equilíbrio. Quando isso acontecer, esperemos que os interesses do Estado, e não os do governo, prevaleçam, encaminhados pela tradicional e competente diplomacia brasileira.
Sérgio Paulo Muniz Costa é historiador.
Foi delegado do Brasil na Junta Interamericana de Defesa,
órgão de assessoria da OEA para assuntos de segurança hemisférica.

Bolha de Crédito Brasileira Estoura a Partir de 2011, com a Inadimplência

por Jorge Serrão
A bolha econômica brasileira está armada para estourar por volta de 2011, provavelmente quando o novo titular do Palácio do Planalto, eleito em 2010, tiver assumido. O previsível descontrole dos gastos das famílias será um fator gerados de quebradeiras a partir de 2011. O principal risco está na elevada inadimplência nas compras financiadas a longo prazo (cartões de crédito, pacotes imobiliários e compras de veículos, principalmente). A previsão sombria é de um conselheiro de administração de um grande grupo econômico nordestino. Mas o risco é partilhado por outros analistas.
O professor titular do Departamento de Economia da PUC-RJ, Rogério Werneck, advertiu ontem (5/7), em entrevista a O Globo, que o próximo presidente terá de lidar com uma delicada configuração de contas públicas, com o risco de o País desperdiçar o que conquistou a duras penas: a estabilidade fiscal e a credibilidade dos mercados. Werneck prevê que a campanha eleitoral em 2010, com gastos sem controle, vai exacerbar o problema. As contas públicas descontroladas, sem um investimento público real, são o calcanhar de Aquiles de Lula na visão de Werneck que critica o governo por sempre adiar a agenda fiscal.
O chefão Lula da Silva e sua provável candidata Dilma "Guerrilheira Estela" Rousseff andam tensos porque o sinal de pânico já está ligado. Em reuniões reservadas, a mãe do PAC tem abusado do descontrole emocional, sempre que algum assessor lhe mostra números negativos. Episódio mais tenso aconteceu com um colaborador que pediu exoneração, depois que Dilma, histérica em seu ataque de fúria, jogou no chão tudo que estava sobre a mesa de reunião.
Fonte:  Alerta Total,
com indicação de minha amiga Wanda.
COMENTO: A carteira de crédito do Itaú acusou aumento da inadimplência (calote) de 4,8% para 5,8% (aumento de 20,8%) entre Mar/08 e Mar/09, e estima aumento de 5,8% de Mar/09 para 6,9% em Jan/10 (mais um pequeno aumento de 19%). Informações colhidas em 07 Jul 09.

Comentaristas de Futebol = Inutilidade. Resposta a um Bosta Denominado Chico Lang

Repasso dois textos relativos a futebol, note-se no primeiro o mau hálito revanchista:
Primeiro tem o texto difamando a gauchada, depois a excelente resposta.

Gauchada esquece a bola e quer levantar títulos na força
O futebol gaúcho sempre foi conhecido pelo espírito belicoso, coisa de fronteira. Quer dizer, ou vai na bola ou no pau. No entanto, Grêmio e Internacional estão exagerando. Gremistas fizeram carnaval em Belo Horizonte. Colorados prometem outro salseiro contra o Corinthians, na próxima quarta-feira. Está na hora de a CBF meter a colher nisso e, se for o caso, tirar mando de campo desses caras, um bando de "machochos", ou seja, sem suco, insípidos, debilitados metidos a macho.
Gremistas e colorados sentiram a barra. Estão em tremenda desvantagem em relação a Cruzeiro (Libertadores) e Corinthians (Copa BR). Os 3 a 1 no Mineirão praticamente garantiram os mineiros na decisão da sul-americana. O mesmo acontecendo com o Timão, que não levou e ainda marcou dois gols.
O jeito, então, é apelar para a ignorância, criando um "clima de guerra", coisa de índio mesmo, de gente sem espírito esportivo, querendo ganhar o jogo no grito. Resultado: se eu fosse dirigente de Cruzeiro ou Corinthians levaria um pelotão de seguranças, prontos para o que der e vier nas partidas de volta em Porto Alegre.
Na época da ditadura militar, a maioria dos generais era lá do Sul. Os caras torturaram, mataram, usaram dinheiro público ao bem prazer e tudo bem. Criou-se a cultura de não ser "revanchista" com o surgimento da democracia. No entanto, crime é crime e ninguém foi punido e, pelo jeito, nunca vai ser. Muita gente daquela época já está ardendo no fogo dos infernos. Como diria a avó do psiquiatra Zé Carlos Zeppellini, "Deus escreve certo por linhas tortas".
E assim caminha a mediocridade...

DIREITO DE RESPOSTA
por Pedro Henrique Sebben
Hoje vejo que a questão que foi muito debatida nos últimos dias sobre a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista é algo sem muita importância, pois mesmo no tempo em que havia essa obrigatoriedade vemos jornalistas como o Sr. Chico Lang exercendo essa tão ilustre e importante profissão, e ainda por cima em uma historicamente reconhecida emissora da imprensa brasileira.
Sr. Chico Lang, lhe garanto que não é necessário nossos adversários ou qualquer outra pessoa que venha ao nosso estado estar acompanhada de um batalhão de seguranças, creio que isso seria até de um imenso prejuízo para São Paulo, pois por ser o estado mais violento do país qualquer homem da segurança que saia desse estado irá fazer uma tremenda falta.
Mas caso por algum temor ou falta de coragem isso seja preciso, lhes sugiro que no mesmo dia não seja efetuado nenhum jogo na cidade de São Paulo, pois a "civilizada" torcida paulista como já acompanhamos em outros fatos que são decorrentes todos os anos incluindo esse, tem o costume de promover algumas confusões mais generalizadas, como a que acompanhamos dias atrás no jogo entre Corinthians x Vasco pela Copa do Brasil, ou Corinthians x São Paulo e Santos x Corinthians no Campeonato Paulista, isso para ficarmos apenas no que ocorreu esse ano, e olha que coincidência, os três jogos tem a participação de um mesmo time. Enquanto isso aqui no “belicoso” Rio Grande do Sul não temos nenhum registro de violência com pessoas feridas ou mortas nesse ano, ou até mesmo no ano passado, mesmo sendo disputados sete Gre-Nais nesse período.
Prezado jornalista, não confunda garra, gana, vontade de vencer com incitação a violência. Os times gaúchos sempre foram reconhecidos por seu futebol viril, guerreiro, e por sempre acreditar e buscar até o ultimo segundo, e não vai ser agora que isso vai ser alterado, e muito menos devido à opinião do senhor. Os gaúchos nunca precisaram de apoio e bajulação da imprensa do eixo para serem vencedores, nossos dois maiores clubes conquistaram tudo o que qualquer time do mundo pode almejar com somente seu esforço e superação, mesmo quando tivemos alguns obstáculos digamos “fora do comum” como ocorreu em 2005, e creio que seja isso que provoque tamanho recalque vindo de sua pessoa.
Quanto à citação de que na época da ditadura militar a maioria dos generais eram gaúchos é de uma infelicidade comparada ao tamanho de sua falta de respeito para com nosso povo, é a mesma coisa que alguém afirmar que todo o povo do Maranhão é desonesto devido ao Sarney ser daquele estado, afirmar que todo povo baiano é ladrão devido ao Daniel Dantas ter nascido naquele tão belo estado, ou então afirmar que todo jornalista paulista é um mau jornalista por o senhor ser daquele estado.
E assim caminha a inveja, prepotência e falta de respeito.

Pedro Henrique Sebben
Colorado, Gaúcho e não tem diploma de jornalista
Fonte: recebido por correio eletrônico
do meu amigo Luthero
COMENTO: Eu nunca consegui entender qual a utilidade dos tais "comentaristas esportivos". Esporte é para ser praticado ou apreciado. No momento em que precisa ser comentado, "explicado", o apreciador ou torcedor, se sujeita a ter seu raciocínio conduzido pelo "comentarista". Além do mais, nos "programas esportivos", o que se vê, em geral são fofocas sobre contratos e vida pessoal dos atores principais do futebol. É só jornalista falando mal de técnicos e jogadores que não lhe são simpáticos, ou então, incensando os que lhes proporcionam o famoso "jabá".
.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

A Lomo de Mula, Desafiando el Frío y los Precipicios, el Ejército Persigue a 'Alfonso Cano'

Problemas pulmonares y el riesgo de despeñarse por pendientes de hasta 1.000 metros enfrentan desde hace seis meses los soldados de las III y V divisiones en el mítico cañón de Las Hermosas.
Como hace 200 años, los soldados que persiguen a 'Alfonso Cano' por la Cordillera Central entre límites de Tolima y Valle, han tenido que cargar su comida y las municiones a lomo de mula. Varios se han despeñado o han muerto de hipotermia.
En cuestión de segundos, en pleno mediodía, la neblina cubrió los empinados filos de Las Hermosas. El pelotón, que llevaba un mes avanzando, se detuvo porque, literalmente, era difícil respirar. En ese justo momento el soldado Bustamante cayó muerto.
La escena se vivió hace 12 días en la Cordillera Central, en límites entre Valle y Tolima, la zona donde el Ejército intenta cortarle el paso a 'Alfonso Cano'.
El joven militar, que había recibido como sus compañeros todo el entrenamiento necesario, no resistió la baja temperatura ni la presión atmosférica. La aorta se le reventó y tuvo un paro cardiorrespiratorio. Pese a que los pilotos de la Aviación del Ejército desafiaron el clima para evacuarlo, no hubo nada que hacer, pues el deceso fue inmediato.
Problemas pulmonares y, sobre todo, el riesgo de despeñarse por pendientes de hasta 1.000 metros son los nuevos riesgos que enfrentan desde hace seis meses los soldados de las III y V divisiones en el mítico cañón de Las Hermosas.
El 2 de febrero del 2008 el presidente Álvaro Uribe ordenó a las Fuerzas Militares entrar a esa zona histórica para las Farc, y dos semanas después el Ministerio de Defensa dio la largada para la campaña militar.
No ha sido nada fácil. Allí, donde los modernos helicópteros Black Hawk no pueden sostenerse por mucho tiempo, a los soldados les ha tocado valerse de caravanas de mulas para subir alimentos y municiones.
Al frente de la campaña están los generales Justo Eliseo Peña y Jairo Herazo, que vieron truncado el avance de la misión tan solo tres semanas después de iniciarla: las Farc mantenían el control de los cerros y penetrar por el río Amoyá era un suicidio.
En más de siete oportunidades los helicópteros fueron impactados y en el primer avance, ocho soldados quedaron mutilados por acción de las minas. "Los guerrilleros nos recibieron con punto 50 (ametralladoras de grueso calibre) y como era difícil que nos entraran abastecimientos en helicóptero, nos tocó devolvernos", recuerda el soldado Campuzano, uno de los hombres que tuvieron que aprender a trepar montaña.
El general Herazo dice que aprendieron bien esas primeras lecciones. Una de las primeras fue identificar los cerros desde los que las Farc atacaban con las ametralladoras a las naves, casi de frente.
"Revisamos las fortalezas del enemigo, nuestras debilidades y buscamos un punto de apoyo para subir víveres, de tal manera que las tropas pudieran durar hasta dos semanas sin abastecimiento", agrega el general Peña.
Así empezó lo inverosímil: una operación militar al estilo de la Campaña Libertadora, a lomo de mula.
Bajo el Comando Específico del Sur del Tolima, 33 compañías iniciaron instrucción de alta montaña. Los soldados tuvieron que aprender desde cómo respirar hasta que bebida preparar para hacerle el quite a la hipotermia. A pesar que desde el 2002 los militares tenían experiencia con los batallones de alta montaña desde donde cortaban los corredores de movilidad de las Farc, esta misión era diferente porque había que atravesar riscos y cuchillas que se elevan entre los 3 mil y los 4 mil metros.
"Se podía llegar a los cerros y desembarcar la tropa por soga, pero no aterrizar: el oxígeno y los vientos a esa altura limitan la maniobrabilidad. Era casi imposible aterrizar y despegar", señala el general Javier Rey, comandante de la Aviación del Ejército.
Empieza el avance
En octubre del año pasado un grupo de 2 mil militares inició la entrada al cañón. Los acompañó una hilera de 18 mulas que llevaban el armamento y las provisiones para 15 días.
"Ese primer avance fue suave; en diciembre empezó lo complicado. La orden que nos dieron fue ir coronando por etapas los cerros. Cada mes estábamos un poco más arriba", relata el soldado Barrios.
El plan era aclimatarse por pasos. Llegaron a los 3.600 metros y fue entonces cuando empezó a hablarse de los "despencados".
"Cuando uno está en entrenamiento y por el sol o el cansancio se desmaya, se dice que se despenca. En Las Hermosas la trocha era tan angosta e inestable que muchos se rodaron por los peñascos", agrega el soldado.
En esa etapa de la operación más de 10 soldados fueron evacuados con fracturas, esguinces y raspones. Dos de ellos murieron por las caídas. Tres soldados murieron por hipotermia. Sin embargo, en medio de estas complicaciones, los soldados pudieron coronar el cerro Antena y el filo Babilonia, los dos puntos desde donde la guerrilla atacaba a las aeronaves.
Allí la voz se pierde en el viento y el soroche puede tumbar a los incautos en cualquier momento.
Ya para marzo pasado llegaron, por primera vez, a uno de los puntos más altos entre los páramos de Las Hermosas (Tolima) y Barragán (Valle), a 4.100 metros, donde murió el soldado Bustamente. Los pulmones se le llenaron de agua. Semanas atrás otros dos jóvenes también perdieron la vida al rodarse por pendientes.
Aquí la guerra es pesada y no por el fragor del combate. Dar cada paso es tener una bocanada menos de oxígeno. Finalmente, la semana pasada el Ejército logró montar un punto de abastecimiento en lo alto del páramo. Habrá comida para dos meses y eso le dará sostenimiento a la operación. Entre cerros, las mulas seguirán distribuyendo las provisiones para los pelotones que persiguen al máximo jefe de las Farc.
El último refugio de 'Alfonso Cano'
En el corregimiento San José de Las Hermosas funcionaba hasta hace 8 meses el Comando Central de las Farc. Según el Ejército, este caserío de 200 habitantes era el punto de abastacimiento de los hombres de 'Alfonso Cano', jefe máximo del grupo guerrillero.
A pesar de que ahora los militares hacen presencia, la gente habla tímidamente del temor que siente por las retaliaciones que la guerrilla pueda tener con ellos, por venderles víveres a los soldados.
Tampoco descartan que tengan que irse a la fuerza. Lo cierto es que algunos de ellos recuerdan el paso del legendario subversivo por el pueblo, por la única calle que tiene, hace poco menos de tres años. San José es la entrada a una de las partes más encumbradas del páramo, "para donde se han ido guerrilleros y militares", según uno de los habitantes.
La gente no quiere hablar de quién va ganando el pulso por la conquista de Las Hermosas, pero no niegan que por décadas el único Estado fue el de las Farc.
Preparándose para ir al páramo
Para esta misión tuvieron prelación los soldados del interior del país, aunque el entrenamiento ha permitido que los de zonas costeras se adapten a la altura.
El entrenamiento es especial y se realiza en centros de instrucción a más de 2.600 metros de altura. El grupo tuvo exámenes especiales (de prueba física, pulmones y corazón), así como de ejercicio cardiovascular.
En la prueba de resistencia, que se hace en batallones de alta montaña, se realiza una etapa de entrenamiento con temperaturas entre los 4 grados de día y 2 grados bajo cero de noche.
Cada soldado está equipado con guantes, cobija térmica y visores especiales para los días de clima pesado.
El avance en el cañón de Las Hermosas se dio por etapas, partiendo de los 1.800 metros, hasta llegar a los 4.100, avanzando cada dos meses para dar espacio al aclimatamiento. Los soldados preparan una bebida con cola granulada y panela para evitar la hipotermia.
Jineth Bedoya Lima
enviada especial de El Tiempo
Cañón de Las Hermosas
Fonte: El Tiempo
COMENTO: esse é o preço que os jovens militares colombianos pagam para manter em segurança sua população, a despeito dos "cumpanhêros" do Foro de São Paulo que apoiam os narcoguerrilheiros.

Unicamp Cria Novo Campo de Informação Para Livrar a Cara de Dilma

Durante três anos o site da Casa Civil disponibilizou informações mentirosas sobre as graduações universitárias da ministra Dilma Roussef.
Acontece que há 10 dias a revista Piauí pesquisou o currículo da ministra e constatou o seguinte sobre o currículo:
 Ela não é mestre em economia.
 Ela não é doutora em economia.
O jornalista Gustavo Mackluf foi até a Unicamp e flagrou os dois pega-ratões.
Isto é muito feio.
A ministra da Casa Civil levou 48 horas para reconhecer a mentira e mandou corrigir o site.
Mas coisas mais estranhas começaram a ocorrer depois do episódio. É que o Sistema de Cadastramento de Currículos Lattes e a Unicamp resolveram salvar a cara da ministra e acabam de criar um novo campo, informando os alunos que fizeram mestrado e doutorado “incompleto”.
É o caso de Dilma Roussef. Esta informação é exclusiva.
O artigo 171 do Código Penal caiu em completo desuso no Brasil.
Clique Aqui para examinar a “novidade” da Unicamp e do Sistema Lattes, como também a nova página do site da Casa Civil.

Nos 6 Anos do Governo Lula a Carga Tributária Brasileira Aumentou em 12,37%



1 – Em 1990 o Governo Collor assumiu o governo com uma carga tributária de 30,50% do PIB, entregando o governo em 1992 com uma carga tributária de 25,85% do PIB. Redução de 15,24% em relação ao ano de 1990.
2 – Em 1992 o Governo
Itamar Franco assumiu o governo com uma carga tributária de 25,85% do PIB, entregando o governo em 1994 com uma carga tributária de 29,46% do PIB. Aumento de 13,97% em relação ao ano de 1992.
3- Em 1995 o governo
FHC assumiu o governo com uma carga tributária de 29.46% do PIB, entregando governo em 2002 com uma carga tributária de 31,86% do PIB. Aumento de 8,15% em relação ao ano de 1994.
4 – Em 2003 o governo
Lula assumiu o governo com uma carga tributária de 31,86% do PIB, em 2008 a carga tributária aumentou para 35,80% do PIB. Aumento de 12,37% em relação ao ano de 2002.
5 –
Do ano de 1992 até o ano de 2008 a carga tributária brasileira teve um aumento de 38,49%.
.

[tabelax.JPG]
A carga tributária no Brasil voltou a bater recorde no ano passado e chegou a 35,8% do Produto Interno Bruto (PIB). O número representa alta de 1,08 ponto percentual sobre 2007, apesar do fim dos recursos da CPMF.
-
O crescimento da economia em 2008 até setembro - antes do agravamento da crise mundial - garantiu o aumento da arrecadação, principalmente do Imposto de Renda, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas.- A União foi o principal responsável pelo aumento da arrecadação no ano passado. A receita maior coincide com um período de aumento de gastos públicos, com pessoal e custeio.

COMENTO: em compensação, a contrapartida governamental à população pagante também mudou muito. Nossas estradas estão quase todas entregues à iniciativa privada para que paguemos, de novo, por sua manutenção; nossos doentes que não possuem plano de saúde privado morrem nas portas dos hospitais aguardando atendimento; a educação está quase se igualando a dos países considerados mais atrasados (ainda chegaremos lá); a segurança pública só existe para quem pode pagar segurança privada, guarda-costas, carros blindados, etc.

Lula Tem Razão: Não Confie Nos Doutores

por Elio Gaspari
Logo no governo de um presidente que chegou ao Planalto sem diploma de curso universitário e gosta de ironizar canudos, descobriu-se que dois de seus ministros ostentaram títulos maquiados. A repórter Malu Gaspar revelou que, ao contrário do que informava o Itamaraty, o chanceler Celso Amorim jamais teve título de doutor em Ciências Políticas e Econômicas pela London School of Economics. Pior: a biografia oficial de Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil, candidata à Presidência da República, informava que ela é "mestre em teoria econômica" e doutoranda em economia monetária e financeira pela Unicamp. A Plataforma Lattes, do CNPq, registrou que ela obteve o mestrado com uma dissertação sobre "Modelo energético do Rio Grande do Sul". Falso. O repórter Luiz Maklouf Carvalho revelou que, segundo a Unicamp, não há registro de matrícula de Dilma Rousseff no seu curso de mestrado. Só ela tem a senha que permite mexer nos dados da página com seu currículo no Lattes. Dilma e Amorim não preencheram o requisito essencial para obtenção do título de doutor, que é a apresentação de uma tese. Uma pessoa só é "doutorando" enquanto cursa o programa de doutorado ou enquanto cumpre o prazo de carência para a entrega da tese. Depois disso, volta a ser "uma pessoa qualquer". Há 1,1 milhão de acadêmicos cadastrados no Lattes. Se nesse universo de professores ficam impunes coisas desse tipo, será difícil um mestre condenar aluno que comprou trabalhos na internet.
A ministra Dilma tem uma relação agreste com a realidade. Em março do ano passado ela sustentou que a Casa Civil não organizara um dossiê de despesas pessoais de Fernando Henrique Cardoso na Presidência. Tudo não passava de um "banco de dados". Um mês antes, num jantar com trinta empresários, ela informara que o governo estava colecionando contas incriminatórias do tucanato.
Lidando com um período sofrido de sua juventude, ela disse que, durante a ditadura, "muitas vezes as pessoas eram perseguidas e mortas... e presas por crime de opinião e de organização, não necessariamente por ações armadas. O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opinião". 
Presos e condenados por crime de opinião foram o historiador Caio Prado Júnior e o deputado Chico Pinto, Dilma Rousseff militou em duas organizações que, programaticamente, defendiam a luta armada para instalar um "Governo Popular Revolucionário" (Colina, abril de 1968) ou um "Governo Revolucionário dos Trabalhadores, expressão da Ditadura do Proletariado" (VAR-Palmares, setembro de 1969). Dilma nega que tenha participado de ações armadas, ou mesmo planejado assaltos. Até hoje não apareceu um mísero fato que a desminta, mas o Colina, que ela ajudou a organizar, matou um major alemão pensando que fosse um oficial boliviano e assaltou pelo menos três bancos. 
Seria injusto obrigar a ministra a carregar a mochila dos ideais de seus 20 anos. Até porque, no limite, merecem mais respeito os jovens que assumiram riscos e pegaram em armas do que oficiais, agentes do Estado, que torturaram e assassinaram prisioneiros. Ainda assim, é um péssimo prenúncio ver uma ministra-candidata que maquia currículo, bem como o propósito de sua militância. As pessoas preferem acreditar nas outras.
Elio Gaspari é jornalista.
Fonte:  O Globo - 8/7/09
.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Irã dá Aula de Democracia ao Brasil.

.
No Irã, o ministro que falsificou um diploma de doutorado foi derrubado pelo Parlamento.
Aqui, nenhum deputado e nenhum senador se manifesta a respeito.
Lula é amigão do Mahmoud Ahmadinejad. Se aqui tivesse Congresso, Lula estaria pedindo conselhos ao iraniano sobre um escândalo que surgiu no seu governo. Trata-se da informação falsa fornecida por Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil, de que tinha um mestrado e um doutorado pela Unicamp. Não tinha. Era mentira.
É que o Ahmadinejad tem experiência, viveu a mesma situação. Com uma diferença. Por incrível que pareça, no Irã existe um Parlamento que funciona, ao contrário do Brasil, onde temos esta latrina a céu aberto, esta pocilga, este chiqueiro chamado Congresso Nacional. 
Em novembro passado, o parlamento iraniano derrubou o ministro do Interior, Ali Kordan, acusado de falsificar seu diploma de doutorado em Direito na Universidade de Oxford, no Reino Unido. Ele havia admitido que o diploma era falso, mas disse ter sido enganado. Sua demissão foi considerada uma derrota para o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. A decisão de afastar o ministro falsificador por conduta desonesta foi aprovada por 188 dos 247 deputados presentes ao Parlamento.
Aqui no Brasil, a ministra mais forte, a candidata oficial à Presidência da República, falsifica informações sobre a sua vida acadêmica e nada acontece. Nenhum senador sobe à tribuna e exige explicações. Nenhum deputado faz um discurso indignado à nação. 
Os dados falsos acompanham há anos a biografia da ministra, que tanto se orgulha do seu passado de guerrilheira e da sua atividade política na clandestinidade.
No mínimo, a ministra Dilma deveria ser instada a fazer um pronunciamento pedindo desculpas pela mentira deslavada que a fez ser olhada com respeito acadêmico, quando na verdade estava falsificando os seus dados na Plataforma Lattes.
No Irã, os parlamentares demitem ministros que fornecem informações falsas. Aqui no Brasil, os nossos congressistas ficam calados, como se o fato não tivesse a mínima importância. 
O site da Plataforma Lattes, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), adverte todos os cadastrados em seu banco de dados que fornecer informações falsas é crime passível de punição pelo Código Penal, como falsidade ideológica, com prisão de um a cinco anos.
O currículo de Dilma no Lattes estava errado e só foi corrigido nesta segunda-feira por ela.
A ministra se identificava até então como "mestre em teoria econômica pela Universidade de Campinas (Unicamp) e doutoranda em economia monetária e financeira pela mesma universidade", sem ter esses títulos.
O Lattes, conceituado banco de dados acadêmicos do país, é atualizado pelo próprio cadastrado, que se responsabiliza pelas informações e só pode fazer inclusão ou atualização se aceitar o termo de Adesão e Compromisso, que cita os artigos 297 e 299 do Código Penal.
Cada usuário tem uma senha, e digita também o número do seu CPF.
O fato, que só agora veio à tona em matéria da Revista Piauí, havia sido denunciado pelo Coturno Noturno em 11 de janeiro de 2009.
Fonte:  Coturno Noturno
COMENTO: Para quem já mentiu, dizendo ter sido barbaramente torturada por vários dias, sem ter uma sequela sequer para comprovar o fato; ou que nega ter participado de atos violentos, tendo antes descrito como transportava e guardava armas com uma "cumpanhêra", que valor pode ter o Código Penal? Afinal, o que é uma mentirinha a mais ou a menos para quadrilheiros que não tem o mínimo de vergonha na cara?
A propósito, o nosso chanceler que, por motivos humanistas combate o bloqueio dos EUA contra Cuba mas apregoa um bloqueio econômico de toda a América contra Honduras, também andou cacarejando possuir um doutorado que não concluiu.
Cabe a pergunta lançada pelo jornalista Janer Cristaldo: Dilma e Celso Amorim, como todo mestrando ou doutorando, se beneficiaram de alguma bolsa? Caso positivo, terão devolvido o que receberam da União para cursar mestrado ou doutorado? Se não devolveram, serão cobrados pelo TCU?
.

Violación del Espacio Aéreo Fue Dirigida por Hugo Chávez

Prensa internacional coincide en que el presidente de Venezuela coordinó el plan para que avión violentara el espacio aéreo hondureño. Acción tiene “características militares”, aseguran.
Tegucigalpa, Honduras.
Una operación con características militares, dirigida desde Caracas, fue la amenazante violación del espacio aéreo hondureño del jet venezolano en el que supuestamente el ex presidente Manuel Zelaya pretendió llegar a la capital.
Medios escritos internacionales llegan a esa conclusión y destacan que el gobernante de Venezuela, Hugo Chávez, coordinó la acción y celebró que “hemos logrado lo que queríamos”, pese a que las manifestaciones que se produjeron por simpatizantes de Zelaya dejaron un muerto.
“Luego del fracaso del depuesto presidente Manuel Zelaya por aterrizar en el aeropuerto internacional de Toncontín en Honduras, a las 5:30 de la tarde de ayer, el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, admitió que tanto él como Fidel Castro y Daniel Ortega estuvieron atentos de lo que pareció una operación cuasi militar”, dice El Nuevo Diario de Nicaragua.
Hugo Chávez parecía coordinar una invasión militar aérea cuando se refería al “éxito” que se tuvo cuando la nave llegó a Honduras.
“Sorprendimos a los golpistas, los engañamos, aparecimos por el sur, y eso indica que no tienen control de su espacio aéreo, creo que Zelaya cumplió la misión”, dijo a la cadena Telesur, cita El Nuevo Diario.
Según dijo Chávez, el jet fue manejado por “dos valientes pilotos” de la Fuerza Aérea Venezolana.
Se destaca en la publicación que Chávez confesó que "ese avión es de la Alba (Alternativa Bolivariana de las Américas)". A la aeronave no se le permitió tocar suelo hondureño porque no se tramitó el permiso respectivo.
Coordinación
Mientras el avión intentaba bajar a Toncontín, Chávez aseguró que mantuvo contacto telefónico “por un lado Fidel; en el otro teléfono estaba Daniel, y Zelaya en el otro”.
La aeronave, propiedad de la estatal petrolera venezonala, PDVSA, con matrícula estadounidense, salió de una filial de la empresa en Washington y a las 5:30 de la tarde se aproximó al aeropuerto Toncontín para supuestamente aterrizar.
La torre de control no le dio permiso de hacerlo, pero los aviadores hicieron amenazantes sobrevuelos para descender a la pista sin permiso.
Para evitar su descenso, fue necesario colocar camiones militares. Tras fracasar en su intento, el avión se desvió a Managua.
Dirigido desde Caracas
Elmundo.es, de España, hizo un reportaje del hecho titulado “Una operación diseñada en Caracas” para remarcar que Venezuela planificó la condenable invasión de parte de Chávez al pueblo hondureño, sin medir los riesgos.
“Un hombre experto para una operación que pintaba mal y podía salir peor. Se trataba de aterrizar donde no le dejaban”, indica el escrito.
Chávez “estaba exultante después de la exhibición aérea de su hombre (Manuel Zelaya)”, dice la nota al analizar que el gobernante venezolano calificó la temerosa acción del ex Presidente como “una gran victoria moral” porque, según el dignatario, “no se atreven a tocarle un pelo a Zelaya pero arremeten contra el pueblo”.
Cuenta elmundo.es que el avión inicialmente despegó de Washington con una hoja de vuelo que apuntaba a El Salvador, aunque finalmente enfiló hacia Honduras.
“Aquí le había prohibido el aterrizaje, pero Zelaya pidió a su gente que acudiera a recibirlo y fue cuando la multitud se concentró frente a una enclenque valla metálica protegida por el Ejército y los francotiradores”, relata el prestigioso medio.
Cuando se denegó la autorización para que el jet descendiera “entre el piloto y el jefe de la torre de control comenzó entonces una discusión que amenazó con derribar el avión de Zelaya si no abandonaba el espacio aéreo de la capital...”, cuenta la información.
Protesta
La Cancillería de la República informó de manera extraoficial que preparan la documentación mediante la cual protestarán la violación del espacio aéreo del avión venezolano.
De momento se informó que analizan todos los aspectos legales y normas que violó esa aeronave. El canciller Enrique Ortez Colindres convocó a una reunión de emergencia a todos los asesores de la Cancillería para analizar este y otros aspectos relacionados con la política exterior del país.
Analistas políticos son de la opinión que Honduras debe enviar otra nota oficial a la OEA para solicitar investigue lo ocurrido con ese avión.
Sin embargo, creen que esas gestiones podrían resultar infructuosas considerando que la OEA presiona para que el ex presidente Manuel Zelaya sea restituido en su cargo como mandatario.
COMENTO: e nenhuma voz se levanta contra mais essa palhaçada do Mico Mandante venezuelano, que combinado com o pedófilo nicaraguense e El Coma Andante cubano, se regozija de ter pleno êxito ao provocar a morte de um hondurenho! E as autoridades aeroviárias estadunidenses? Quais providências serão tomadas contra o proprietário da aeronave que descumpriu seu "plano de vôo"? E nossos desgovernantes continuam a apoiar essa manobra sórdida! Cambada de bastardos!!!

Promotor Jerico Quer Criar Nova Profissão

por Janer Cristaldo
Continuam fazendo fortuna no país as ideias de jerico. Desde há muito o Estado delegou aos cidadãos a missão de proteger suas propriedades. Se você quiser ter segurança em seu prédio, a polícia nada tem a ver com isso. Contrate porteiros, vigilantes, instale sistemas de segurança. E pague por isso. O problema é seu, não das autoridades às quais você paga para garantir sua segurança. Este pagamento é destinado a subsídios mais nobres, tipo silicone para travestis, putas para deputados e turismo para senadores.
O mesmo quanto a seu carro. A polícia nada tem a ver com isso. Aqueles extorsionários que riscam ou furam os pneus de seu carro se você não pagar para que não o façam, que haviam sido regulamentados em Porto Alegre, foram agora regulamentados no Distrito Federal. Em breve, extorsão será direito adquirido de marginais em todo o país. Não bastasse este encargo, o Ministério Público de São Paulo houve por bem delegar a segurança das ruas ... aos proprietários de restaurantes. Quer o MP que os donos de bares deixem de ser só plateia para exercerem a função de "mediadores de conflitos". A proposta é transformá-los em instrumento de redução da criminalidade da capital.
Segundo o projeto, idealizado pelo arguto promotor Augusto Rossini, coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal, os proprietários passariam por curso de capacitação, que seria condição para conseguirem o alvará de funcionamento. "Assim como é preciso ter licença para ter uma arma, é preciso treinamento específico para ter um bar". Mais um pouco, sem diploma cidadão algum poderá instalar um bar.
Segundo os jericos-mentores do projeto, as histórias que ilustram a proximidade entre bares e violência são inúmeras. Depois do exagero na bebida, maridos violentos voltam para espancar as mulheres, jovens universitários resolvem acertar as contas com desafetos e traficantes também costumam escolher os barzinhos como escritórios clandestinos. Foi então elaborada a ideia de “um curso simples de capacitação para que os proprietários possam reconhecer um potencial assaltante e barrar uma violência doméstica".
Caberá agora aos donos de “bares mediadores” prevenir assaltos e surras de marido em mulher. Todo bar passará a ter atribuições de delegacia. Algumas perguntas se impõem. Se o dono de bar vai exercer função de policial, receberá algo por isso? Terá direito a portar arma para prevenir a violência? Terá poderes para decretar a prisão de suspeitos? Se um cliente recusar-se a pagar a conta — o que não deixa de ser um conflito — poderá dar-lhe voz de prisão?
Para o secretário da Coordenação das Subprefeituras, jerico Andrea Matarazzo, a medida é oportunissima. "Acho ótimo. Atualmente, já oferecemos treinamentos de manuseio de alimentos, limpeza e higiene aos bares. A mediação de conflitos poderia ser agregada”. A meu ver, o secretário está sendo tímido. Poderia agregar também a competência de juiz. Já que o dono de bar terá função de policial, poderia também ser magistrado. A clientela, colaborando com o brilhante projeto, poderia constituir um júri. Aposto que muita gente iria adorar. Ao ir para o bar, sentir-se-ia indo para o tribunal.
Mais alguns anos, e os “mediadores de conflitos” teriam sua profissão regulamentada, assim como os flanelinhas e demais achacadores. Com direito a sindicato, mordomias, imposto sindical e carro de som. Por falar nisso, acaba de passar pela Comissão de Constituição e Justiça um projeto que regulamenta a profissão de repentista. Cuidado leitor! Se você é dado a improvisos, acautele-se. Dentro em breve, poderá ser incurso em exercício ilegal da profissão.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A Besta e Sua Noção de Democracia e Diplomacia

Honduras está passando por um problema sério por causa de seu ex Presidente que, conforme o blog Ciudadano X (que publicou a foto ao lado), seria um antigo guerrilheiro.
Ele quis dar um golpe ao tentar sua reeleição (contrariando cláusula pétrea da Constituição daquele país) por mais um mandato (acho que já vi isso) mas não conseguiu convencer nem o seu Congresso Nacional e nem a sua Suprema Corte, assim sendo, ele convocou o Comandante do Exército para apoiá-lo em seu Golpe Particular. Como o Comandante das Forças Armadas também não se dispôs a garantir o desrespeito à Constituição, foi defenestrado do cargo.
O aprendiz de ditador, então, decidiu realizar o plebiscito ilegal, utilizando material eleitoral fornecido pela Venezuela. Restou à Justiça, baseada na Constituição de Honduras, expulsá-lo do País. Deveriam tê-lo enfiado em alguma masmorra, à moda de Fidel.Agora vejo nos jornais que o pobrezinho do Zelaya foi golpeado por militares apenas por que queria fazer um plebiscito.
Mas nosso bem "informado" Presidente agiu rápido e com veemência pediu o pronto restabelecimento da democracia em Honduras.
Porque de "democracia e relacionamentos internacionais"  ele entende tudo!!!!! 

Quanto aos massacres frequentemente mostrados na mídia, executados no Irã e na China, nosso responsável pelas relações exteriores se omite, alegando "não intervir em assuntos de outras nações". Será que Honduras faz parte do nosso quintal?
Vejam a reportagem anexa e tirem suas conclusões!!!
O idiotente (idiota e incompetente) se esqueceu de que ninguém é obrigado a comparecer a todas as merdas a que é convidado. Tivesse um pingo de vergonha a mais e muita pinga a menos na cara, abriria mão de fazer turismo com o nosso dinheiro, para paparicar Gadafi, Al-Bashir e Ahmadinejad.
É muito safadeza!!
Imagem pirateada do Coturno Noturno.