domingo, 20 de junho de 2010

Camaleão, Coisa de Filme!

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Depois da cinematográfica Operação Xeque, que deu liberdade a Ingrid Betancur e a 14 outros sequestrados em 2 de julho de 2008, poucos acreditariam que as Forças Militares pudessem lograr uma libertação similar.
Porém, dois anos mais tarde, a Colômbia voltou a celebrar a liberdade de sequestrados graças a uma Operação de Inteligência Militar impecável.
Segundo indicou o General Óscar González, Comandante do Exército, a denominada Operação Camaleão foi engenhada por um grupo de militares que participou da Operação Xeque. O alto oficial disse que quando a proposta chegou ao seu gabinete "parecia uma operação de película, com um pouco de loucura" porém, ao recordar o êxito de Xeque e a consolidação do plano, lhe deu via livre.
"Tínhamos um plano específico, sabíamos como era a segurança e o campo de combate; sabíamos quantos terroristas estavam cuidando dos sequestrados e atuamos no momento indicado para resgata-los", disse o General González, além de qualificar o trabalho do Exército como "impecável".
Sobre a confusão gerada por algumas declarações dos resgatados sobre supostos bombardeios no momento do resgate, o Comandante do Exército assegurou que "como o objetivo era unicamente resgatar os sequestrados, nós não podíamos arriscar sua segurança fazendo bombardeios na zona".
A Operação Camaleão se realizou com 300 homens do Exército, porém somente uns 20 deles tinham total conhecimento da missão que tinham em suas mãos, os demais se inteiraram horas antes de iniciada a operação.
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Detalhes de Camaleão
O General González narrou que seis dias antes da operação de resgate, um grupo de homens esteve rastejando por vários quilômetros na selva até chegar a um ponto próximo ao acampamento onde estavam os quatro sequestrados, afim de observar todos os movimentos dos guerrilheiros que os custodiavam.
O alto oficial também narrou que após o golpe houve helicópteros com alto falantes sobrevoando a zona para chamar o Tenente-Coronel William Donato e convidar os guerrilheiros para que se desmobilizassem.
Disse também que desde às 5:00h do primeiro dia do resgate, com motosserras, os homens do Exército começaram a fazer um heliporto para poder tirar os sequestrados do lugar, as mesmas que também serviram de sinal para que Donato saísse de seu esconderijo.
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Recompensa milhonaria
O General Óscar González informou ainda que serão pagos cerca de 2.500 milhões de pesos (2,5 milhões de reais, aproximadamente), como recompensa aos informantes - entre eles um desertor das FARC -, que ajudaram com dados para o resgate, dos quatro uniformados que estiveram cativos por quase 12 anos.
González, não deu detalhes sobre quantos são os informantes ou quanto dos 2.500 milhões de pesos da recompensa receberá cada um deles.
Depois deste grande golpe, a cúpula das FARC emitiu uma ordem de justiçamento (assassinato) contra os guerrilheiros que cuidavam dos resgatados. Isto foi confirmado pelo Comandante do Exército, que disse que a informação foi obtida graças a uma interceptação telefônica.

Fonte: tradução livre de El Colombiano
COMENTO: o último parágrafo deixa bem demonstrado como agem esses "revolucionários". Como dizem na Colômbia: "que se pudram en el infierno!"
O vídeo, também foi copiado do jornal El Colombiano, o som não é bom pois é abafado pelo ruído do motor do helicóptero de resgate, mas mostra os momentos de alegria dos resgatados e as correntes que os prenderam por mais de dez anos. Uma pena a que foram submetidos, por defenderem seu país, pelos membros do que os "cumpanhêrus" denominam "grupo rebelde". Não passam de bandidos filhos das putas!!!!
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sábado, 19 de junho de 2010

Ocidente Homenageia Stalinista Cúmplice de Assassinos

por Janer Cristaldo
Morreu ontem, em Lanzarote, um dos últimos remanescentes do stalinismo em pleno século XXI, ao lado de Oscar Niemeyer, Ariano Suassuna, Chico Buarque, Luís Fernando Veríssimo. Portugal e o Ocidente todo está chorando a morte do escritor que sempre foi inimigo ferrenho de Portugal e do Ocidente. No Brasil, os jornais estão dedicando suplementos a quem sempre defendeu as atrocidades da URSS e de Cuba e ousou defender o atentado às torres gêmeas. O Ocidente todo foi acometido de amnésia. Com sua morte, o cúmplice de assassinos virou herói.
Não vou comentar a literatura de José Saramago. Exceção feita de A Jangada de Pedra, não a li. Mas sobre a jangada posso falar.
A ideia de uma Europa Unida vinha sendo gestada desde 1951, com o Tratado de Paris, teve continuidade em 1957 com os Tratados de Roma e tomou corpo em 92, com o Tratado de Maastricht. Stalinista e anti-europeu até a medula, insensível à vocação histórica de seu país, em 1986 Saramago escreve Jangada de Pedra, um panfleto irracional e gratuito contra o Velho Continente. Enquanto os portugueses aspiravam desde há muito a integração com o universo transpirenaico, o escritor marxista, não contente em separar Portugal da Europa, pretende levar a Espanha nessa viagem insana.
A jangada em questão é a península ibérica. Lá pelas tantas, as terras luso-hispânicas começam a fender-se, separam-se gradualmente do continente e saem a navegar pelo mar oceano, rumo ao oeste. Para logo mudar de rumo. “A uns setenta e cinco quilômetros de distância do extremo oriental da ilha de Santa Maria, sem que nada o fizesse anunciar, sem que se sentisse o mais ligeiro abalo, a península começou a navegar em direção ao norte”.
Se seus habitantes temem encalhar nas planuras gélidas entre a Groenlândia e Islândia, a península tem outros planos. Na altura da mais setentrional ilha dos Açores, o Corvo, vira em linha reta, retomando sua trajetória para o ocidente, numa direção paralela à de sua primeira rota, prosseguindo-a alguns graus acima. A nova rota aponta para Nova York e o presidente americano apressa-se a dizer que a península seria bem-vinda. O mesmo não pensa o Canadá. Enfim, todas estas manifestações prévias de aceitação ou rechaço se revelam inúteis, já que a imensa ilha flutuante, em dado momento, começa a cair rumo ao sul. Para atracar finalmente em seu destino histórico, o mar caribenho e o socialismo cubano.
Em entrevista durante uma de suas visitas ao Brasil, Saramago falava em vocação atlântica da península ibérica. É grosso sofisma. Para começar, a península já está no Atlântico. Foi graças ao Atlântico que Portugal e Espanha construíram seus impérios. Continuando, Saramago a desloca para o Caribe. Sua metáfora pretende mostrar uma vocação cubana, socialista, que Portugal nunca alimentou. A dita Revolução dos Cravos, liderada por Otelo Saraiva de Carvalho, morreu na casca. Portugal, após o salazarismo, tornou-se um próspero país capitalista, perfeitamente integrado à economia — também capitalista — da Europa. Isto o velho comunista não consegue admitir.
Nos dias em que Portugal e Espanha faziam os preparativos para seu enlace definitivo — e muito bem sucedido, como hoje pode ver-se — com a Europa, o escritor português, fazendo eco ao ancestral ódio marxista à Europa, separa estes dois países de seu futuro. E os empurra um século para trás, rumo ao socialismo cubano. Nunca uma obra literária, sob o inocente disfarce de um divertissement, foi tão anti-ocidental, anti-européia, anti-lusitana e anti-espanhola. Ao autor deste panfleto imediatamente desmentido pelos fatos, a Kungliga Akademie de Estocolmo conferiu o galardão máximo das letras ocidentais. Vista destes dias em que portugueses, espanhóis e demais europeus se regozijam com o euro, esta obra de Saramago revela-se um merencório equívoco.
Uma vez conquistado o Nobel, o detentor da láurea permitiu-se o luxo de afirmar qualquer impropriedade. Comentando o conflito entre Oriente e Ocidente por ocasião do atentado às torres do World Trade Center, em artigo para a Folha de S. Paulo, Saramago toma o partido dos terroristas. Para defendê-los, empunha antigas atrocidades de uma Europa passada, hindus atados à boca de canhões. "No primeiro plano da fotografia um oficial britânico ergue a espada e vai dar ordem de fogo. Não dispomos de imagens do efeito dos disparos, mas até a mais obtusa das imaginações poderá ver cabeças e troncos dispersos pelo campo de tiro, restos sanguinolentos, vísceras, membros amputados. Os homens eram rebeldes".
O prêmio Nobel evoca também Angola, onde algures "dois soldados portugueses levantam pelos braços um negro que talvez não esteja morto, outro soldado empunha um machete e prepara-se para lhe separar a cabeça do corpo. Esta é a primeira fotografia. Na segunda, a cabeça já foi cortada, está espetada num pau, e os soldados riem. O negro era um guerrilheiro". Isto é: se ingleses explodem hindus, se portugueses decapitam angolanos, é perfeitamente permissível que um saudita, homiziado no Afeganistão e imbuído da missão de vingador universal, detone dois prédios em Nova York matando não só malvados civis americanos, mas também cidadãos de 62 países do planetinha.
Como um jornalista novato que vê a História como um lago raso, sem antes nem depois, Saramago mistura geografia e fatos de épocas passadas para absolver o terrorismo presente. Se algo se perdeu definitivamente neste atentado, parece ter sido a boa lógica. Numa tentativa de explicar o terror, o autor português joga a culpa no "fator Deus". Tudo, menos responsabilizar fanáticos muçulmanos.
Com sua autoridade de Nobel, escreve: "Disse Nietzsche que tudo seria permitido se Deus não existisse...". Isto é, atribuiu ao pensador alemão frase que, por equívoco, é normalmente atribuída a Dostoievski, por leitores de orelhas de livros. Em verdade, tal frase, assim como é proposta, não se encontra em momento algum do escritor russo. É Sartre que a atribui a Dostoievski, tentando interpretar seu pensamento. Que mais não fosse, tal aforismo só poderia nascer no cérebro de um católico e de católico Nietzsche nada tinha. Ao fazer tal afirmação, Saramago demonstra que, para um laureado pela Kungliga Akademie, qualquer bobagem será sempre bem paga.
Não contente em defender o terror que destruiu as torres de Nova York, Saramago atacou Israel e sua reação aos atentados suicidas palestinos. Por ocasião do recrudescimento dos atentados cometidos por homens-bomba, comparou as ações do Exército israelense nos territórios palestinos ao sofrimento dos judeus no campo de concentração de Auschwitz na Segunda Guerra Mundial. "É a mesma coisa, ainda que levemos em conta as diferenças de espaço e tempo", afirmou em Ramallah (Cisjordânia), onde se encontrou com o líder palestino Yasser Arafat. "É preciso tocar todos os sinos do mundo para dizer que o que está ocorrendo na Palestina é um crime que podemos impedir", disse. Para os civis israelenses que morrem aleatoriamente, nenhuma palavra de conforto.
Isso sem falar que o valente escritor só rompeu com Cuba em 2003, quando 75 dissidentes foram presos e três pessoas foram executadas em um julgamento sumário. Castro vem executando opositores desde 1959, e Saramago rompe com o tirano só 44 anos depois. Em uma carta, escreveu: "De agora em diante Cuba segue seu caminho, eu fico aqui. Cuba perdeu minha confiança e fraudou minhas ilusões".
Mas o rompimento era brincadeirinha. Logo depois, em entrevista a um jornal cubano, reatou: "Não rompi com Cuba. Continuo sendo um amigo de Cuba, mas me reservo o direito de dizer o que penso, e dizer quando entendo que devo dizê-lo".
Este é o homem que o Ocidente hoje homenageia.
Fonte: Janer Cristaldo
COMENTO: o jornalista Janer Cristaldo é excepcional em sua capacidade de por o dedo exatamente na parte dolorida da ferida comunista e em apontar a hipocrisia que a "grande imprensa" empurra goela abaixo do povão. Nada como um "velho" com boa memória como Janer para expor os ídolos de pés de barro que são idolatrados pelos ditos "intelectuais".

A "Vuvuzela" e Seus Usuários

Ao ouvir as "manifestações" sonoras que ocorrem antes, durante e depois — e muito depois também — de partidas de futebol, fico me perguntando o motivo que leva alguém a ficar buzinando ou soprando uma corneta, e agora a sua irmã maior — a tal de vuvuzela — fazendo uma algazarra enorme e perturbando toda sua vizinhança sob a desculpa de estar comemorando o resultado de alguma partida de futebol, normalmente ocorrida a quilômetros de distância. Desculpa que foge totalmente à lógica, pois se a intenção é motivar uma equipe, ou pressionar de forma negativa a outra, o pretenso alvo da barulheira, devido à distância, sequer toma conhecimento da pretendida manifestação.
O jornalista Janer Cristaldo dá uma pista sobre os usuários de tais equipamentos, citando Schopenhauer: "A soma de barulho que uma pessoa pode suportar está na razão inversa de sua capacidade mental".
Um amigo metido a psicanalista fundamenta-se no pensamento freudiano e afirma que esse tipo de agressividade contra a humanidade pode ser a manifestação de uma psicose originada como reação a algum trauma sexual sofrido durante a infância.
Já um outro conhecido, menos "politicamente correto", acredita que só há um tipo de fator psicológico que pode levar alguém ao uso do agressivo instrumento: a necessidade de chamar a atenção, de forma similar às fêmeas do mundo animal que tornam-se chamativas para atrair a atenção para si, na época do cio.
Estava eu navegando pela rede mundial enquanto meditava com meus botões sobre as motivações acima citadas, quando me deparei com as figuras aí abaixo, o que me fez lembrar de um outro ditado popular que é muito conhecido por sua sabedoria popular: "o orifício circular corrugado localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade".
Juntando tudo, tomo a liberdade de inferir que todas as citações acima estão corretas e que um usuário da tal corneta importada da mama-áfrica (aquela que é "mãe solteira", segundo o poeta), não passa de alguém com capacidade mental muito limitada e que, devido aos efeitos provocados por bebidas alcoólicas ou outro psicotrópico, passa por uma crise muito forte de coceira no lado interno de sua parte final do intestino.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Eu, Direitista Raivoso

por Janer Cristaldo
De quatro em quatro anos, vivo meus dias de inferno astral. São os dias da Copa. Não que eu abomine futebol. Considero um esporte estético, dinâmico, inteligente. O que me desagrada é o que vem junto. Futebol seria civilizado se um torcedor aplaudisse uma boa jogada do time adversário. Isso não acontece. Futebol traz à flor da pele os mais baixos instintos da plebe: facciosismo, fanatismo, agressividade, violência e o pior de todos, patrioteirismo. O futebol é início da guerra civil, escreveu George Orwell.
O que me desagrada é a identificação de futebol com nação. A seleção é a pátria de chuteiras, dizia Nelson Rodrigues. Pátria de chuteiras para países subdesenvolvidos. Em país decente, é apenas mais um esporte entre outros. Nestes dias, quando saio na rua e vejo gente uniformizada de verde e amarelo, sinto vergonha de ser brasileiro. Mas que se vai fazer? Meu passaporte é brasileiro e só me resta sentir vergonha.
Ontem, fui almoçar em um restaurante francês, do qual gosto, além de razões culinárias, por não ter televisão. Lá fugirei das massas, pensei. Santa ilusão! Quando vi os garçons com lenços verde-amarelos atados na cabeça, lembrei de um antigo filme, cujo título já não recordo. Alienígenas invadem a terra e começam a tomar o corpo dos terráqueos. O herói se insurge contra a invasão mas não consegue contê-la. Quando o planeta está totalmente dominado, ele diz à sua companheira: "Vamos fugir para algum lugar onde eles não tenham chegado". Ela, já com a voz rouca dos contaminados, pergunta: "Para onde?"
Não há para onde fugir. Nem mesmo ficando em casa. Sou avesso às grandes datas em que todo mundo confraterniza, como Natal e Ano Novo. Mas nestas datas, pelo menos meu silêncio não é perturbado. Nas Copas, é. Não há como escapar das cornetas e foguetes. Por isso, sempre torço nas Copas. Para que o Brasil seja eliminado no primeiro jogo. Assim se tem um pouco de silêncio no mês. Mas torço em vão. Para mim, pior que Natal e Ano Novo, só mesmo a Copa.
Dito isto, sempre fui tido como homem de direita. Pelas mais variadas razões. Primeiro, porque não sou nem nunca fui comunista. Para os comunistas, quem não é comunista é de extrema direita. Segundo, porque além de não ser petista abomino o PT. Para um petista, quem não é petista só pode ser de direita. Terceiro, porque não tenho papas na língua na hora de condenar ditaduras comunistas. Quarto, porque não considero Fidel nem Che libertadores do continente, mas operosos assassinos. Quinto, porque não hesito em afirmar que Francisco Franco salvou das garras de Stalin não só a Espanha como também a Europa. E por aí vai.
Hoje, surpreendentemente, descubro que sou de direita ... porque não gosto de Copas. Leio no Estadão que vários comentaristas norte-americanos estão atacando a popularização do esporte no país, dizendo que se trata de uma modalidade esportiva "de pobre", coisa de sul-americano, resultado da crescente influência dos hispânicos no país e ligado às "políticas socialistas" do presidente Barack Obama.
Glenn Beck, o mais famoso comentarista conservador da Fox News, compara o futebol às políticas de Obama. "Não importa quantas celebridades o apoiam, quantos bares abrem mais cedo, quantos comerciais de cerveja eles veiculam, nós não queremos a Copa do Mundo, nós não gostamos da Copa do Mundo, não gostamos do futebol e não queremos ter nada a ver com isso", esbravejou Beck na TV. Segundo ele, o futebol é como o governo atual: "O restante do mundo gosta das políticas de Obama, mas nós não".
Comentário do redator da Agência Estado, que não assina a matéria: “A Copa do Mundo é a mais nova vítima da raivosa extrema direita dos Estados Unidos”. Mais um adendo em meu currículo. Pertenço à raivosa extrema direita brasileira, que não gosta de futebol. Mais um pouco e serão pichados como direitistas aqueles que gostam de ópera e não de samba, de zarzuelas e não de funk, de czárdás e não de axé.
Fanatismo em futebol é coisa de país pobre, sim senhor. Os países ricos também vibram com futebol, mas neles não vemos essa palhaçada de patrioteiros enrolados em bandeiras ou vestindo as cores do país. Em país rico não há essa canalhice demagógica de liberar funcionários do trabalho em horários de jogos. Muito menos esse zumbido atroador de cornetas e foguetes, típico de retardados mentais. Por que raios se tem de celebrar um gol perturbando a paz dos demais cidadãos?
Fanatismo em futebol é coisa de gente inculta. Ontem, ao voltar do restaurante para a casa, antes de terminar o jogo, vi as ruas desertas de carros. São Paulo é mais inculta do que parece. Direitista raivoso, continuo minha torcida para que o Brasil caia no próximo embate e o país volte à normalidade.
Sei que não estou só. Não poucos leitores participam desta direita raivosa.
Fonte: Janer Cristaldo
COMENTO: concordo "ipsis litteris".

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Compacto do Jogo Brasil X República Popular Democrática da Coréia

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Comunicado governamental da televisão norte-coreana:
"A empresa de televisão democrático-popular estatal norte-coreana, com a finalidade de socializar a informação e manter a população democraticamente bem informada, retransmite - com um pouco de atraso devido a problemas técnicos ocorridos por falha nos equipamentos capitalistas que geraram as imagens - um compacto do vibrante jogo de futebol ocorrido entre a nossa heroica representação, enviada para defender a imagem da revolução popular promovida pelo Grande, Querido e Maravilhoso Líder Kim Jong-Il, em enfrentamento no qual enfrentou a equipe que representa o país do "cumpanhêru" Lula.
Como conseqüência do atraso tecnológico que aflige o mundo capitalista, boa parte das imagens da partida foram perdidas. Todavia, graças aos honoráveis esforços de nossos honoráveis técnicos de informática, conseguimos recuperar parte das imagens da vibrante disputa.
Dessa forma, graças à extraordinária benevolência de Nosso Excelso, Amado e Idolatrado Líder e à grandeza de nossa capacidade bélica, digo, técnica, podemos assistir um "compacto" de nossa atuação na Copa do Mundo.
Devido à extraordinária situação econômica do país, liderado pelo Nosso Magnânimo, Inteligentíssimo e Bondosíssimo Líder, os diretores de todas as empresas do país deverão permitir, e até mesmo estimular, que os funcionários sejam liberados para assistir, em aparelhos que serão instalados nos páteos das empresas, a este compacto sobre a gigantesca atuação de nossa equipe frente à valorosa seleção brasileira, várias vezes campeã do mundo (graças à liderança de outro Grande, Excelso e Amado Líder, o "cumpanhêru" Lula)."
Ao lado, podemos ver nosso Grande, Querido e Maravilhoso Líder Kim Jong-Il quando, abrindo mão de seu cotidiano de lutas e preocupações em prol do povo democrático e popular mundial, assistia imagens do jogo transmitido via internet, um outro meio de comunicação capitalista, enquanto analisava se tal meio de propaganda dos porcos norte-americanos deveria ou não ser permitido em países com alto nível de discernimento político como o norte-coreano.
ATUALIZANDO: como a vitória da equipe democrática popular está sendo contestada pelos porcos capitalistas, nossa transmissão foi cancelada e as imagens irrecuperavelmente perdidas. Lamentamos e solicitamos (e até mesmo, determinamos) que nossos trabalhadores retornem ao trabalho pela construção do regime libertador!
COMENTÁRIO DESNECESSÁRIO: "gente, era só brincadeira, não precisavam tirar o vídeo do ar!!!"
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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ex-Terroristas Podem Contar a "Sua" História! Já o Exército ...

Livro do Exército ensina a louvar ditadura
Colégio militar usa material de história com perfil diferente do indicado pelo MEC
Ângela Pinho
A história oficial contada aos alunos dos 12 colégios militares do país omite a tortura praticada na ditadura e ensina que o golpe ocorrido em 1964 foi uma revolução democrática; a censura à imprensa, necessária para o progresso; e as cassações políticas, uma resposta à intransigência da oposição.
É isso que está no livro didático "História do Brasil - Império e República", utilizado pelos estudantes do 7º ano (antiga 6ª série) das escolas mantidas com recursos públicos pelo Exército.
Nelas, estudam 14 mil alunos, entre filhos de militares transferidos ou de civis aprovados em concorridos vestibulinhos. De cada aluno é cobrada uma taxa mensal de R$ 143 a R$ 160, da qual estão isentos os que não podem pagar. Mas 80% das despesas são custeadas pelo Exército.
As escolas militares poderiam utilizar livros gratuitos cedidos pelo Ministério da Educação a todas as escolas públicas. Mas, para a disciplina de história, optaram pela obra editada pela Bibliex (Biblioteca do Exército), que deve ser adquirida pelos próprios alunos.
Na internet, o preço é R$ 50, mais um caderno de exercícios a R$ 20. O Exército afirma que o material "atende adequadamente às necessidades do ensino de História no Sistema Colégio Militar".
Comentário de Ricardo Montedo:
O ensino ministrado pelos colégios militares é, disparado, o melhor do setor público no País. Tal eficiência incomoda muita gente que tem "reescrito" a história à sua moda. Fiquei curioso em saber o que os "livros gratuitos cedidos pelo Ministério da Educação" falam sobre as bombas, sobre a guerrilha, sobre os assassinatos cometidos pelos terroristas, sobre os inocentes mortos por estarem no lugar errado. O que dizem os livros do MEC sobre Diógenes do PT? E Franklin Martins, como será que é retratado nessas obras? Essa gente continua com a cabeça nos anos 1960. Vão catar coquinhos!
Fonte: Montedo.com
COMENTO: na continuidade, a matéria da Folha afirma:
"O livro de história mais adquirido pelo MEC para o ensino fundamental, da editora Moderna, apresenta a tomada do poder pelos militares como um golpe, uma reação da direita às reformas propostas por João Goulart (1961-64). A partir disso, diz a obra, seguiu-se um período de arbítrio, com tortura e desaparecimentos, em que a esquerda recorreu à luta armada para se manifestar contra o regime.
Já a obra da Bibliex narra uma história diferente: Goulart cooperava com os interesses do Partido Comunista, que já havia se infiltrado na Igreja Católica e nas universidades. Do outro lado, as Forças Armadas, por seu "espírito democrático", eram a maior resistência às "investidas subversivas"."
Só o fato de falar em "esquerda" e "direita" sem definir seu significado, já é motivo para não se levar à sério 'o livro ... mais adquirido pelo MEC'. E a afirmação mentirosa de que "a esquerda recorreu à luta armada para se manifestar contra o regime" torna tal livro imoral. É como os patifes hoje abancados no "pudê" forjam cidadãos revoltados contra os "militares torturadores" e transformam os sequestradores, assaltantes de bancos e terroristas em heróis que só queriam "se manifestar contra o regime". Bando de filhos da puta!!! Espero que as chefias militares não se encagassem e determinem a mudança imediata dos livros para agradar a comunistada!!
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terça-feira, 15 de junho de 2010

Diferenças Entre Francenildo e Eduardo Jorge Caldas Pereira

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A chamada "equipe de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT) investigou e levantou dados fiscais e financeiros sigilosos do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira. 
Ao entrevistar Eduardo Jorge Caldas Pereira sobre um possível dossiê que teria invadido suas contas - naquela baixaria eleitoral petista já conhecida - o repórter perguntou se ele via alguma semelhança com o caso do caseiro Francenildo, que passou pelo mesmo tipo de situação, sob o comando de Palocci, ministro de L.I. na época. 
Eduardo Jorge Caldas Pereira respondeu o que se poderia esperar:
"Não vejo dessa forma. Primeiro porque não sou um caseiro como o Francenildo, mas o vice-presidente executivo do PSDB." 
Eduardo Jorge tem razão: 
- Caseiro ganha um parco salário;
- Um único político nos custa quase um milhão de reais por ano.
- Caseiro trabalha todos os dias;
- Político vai ao que chamaria de trabalho apenas três vezes por semana e se quiser.
- Caseiro tem descontados os dias que faltar ao serviço;
- Político falta mais do que comparece, sem prejuízo ao seu bolso.
- Caseiro é um trabalhador;
- Político é um oportunista;
- Caseiro trabalha para os outros;
- Político trabalha por seus próprios interesses;
- Para ser caseiro é preciso ser pessoa de confiança;
- Político não é confiável;
- Para manter o emprego, um caseiro tem que honrar o compromisso e fazer o combinado;
- Político não tem compromisso com o prometido antes de se eleger;
- Francenildo nunca foi acusado de envolvimento em casos ilícitos.
- Eduardo Jorge Caldas Pereira já foi acusado de corrupção mais de uma vez, embora sempre tenha sido absolvido, o que é natural na vida politica.

NA PRÓXIMA ELEIÇÃO VOTEM NOS FRANCENILDOS.
MAS PARA UM MANDATO APENAS, ANTES QUE SE TRANSFORMEM EM EDUARDO JORGE 
Vasculhar a vida de quem os atrapalha vai se tornando um hábito: 
Entenda o caso do suposto dossiê contra Serra encomendado pela campanha de Dilma: O Globo
Entenda o caso do dossiê: Folha
Francenildo não esperava tanto "jogo sujo": BrasilWiki
COMENTO: então esse chorume chamado Eduardo Jorge se acha "grande merda" por ser da direção da quadrilha irmã siamêsa do bando hoje aboletado no governo? Alguém precisa dizer a esse bosta arrogante que ele realmente não tem nada de semelhante ao Francenildo pois este teve a hombridade de denunciar o que entendeu ser uma malfeitoria, o que lhe custou o emprego e diversos problemas com os "profissionais" semelhantes a Eduardo Jorge.
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Impostos e Investimentos

por Arlindo Montenegro
O Diário do Comércio noticiou recentemente, que os impostos já arrecadados pelo governo, já atingiram uma quantia muito superior a MEIO TRILHÃO DE REAIS! O jornalista Jorge Serrão publicou em sua página, Alerta Total, no domingo 6 de Junho, uma extensa lista dos impostos que todos os brasileiros pagam. Dizia entre outras coisas pouco comentadas, que:
"O fisco come, em média, 45% da riqueza das empresas de capital aberto (as S.A.s). Por setor, o tamanho da mordida é assustador. Telecomunicações: 63,8%. Bebidas e Fumo: 56,9%. Petróleo e Gás: 56,1%. Energia: 51,5%. Bens de Consumo: 42,7%. O consumidor final se ferra mais ainda. A carga de tributos sobre a conta de luz chega a 45%. Na conta telefônica, 38%. Na água, a mesma média. No gás, no mínimo, 25%."
A gente fica pensando: prá onde vai toda esta dinheirama? Isto porque cortaram o orçamento da educação, não realizaram as obras do conto do paco, a coisa do pré sal é que nem ficção científica, mas uma coisa está garantida: as viagens de sua incelença! E o passeio da enganadora que ele quer que o substitua no Planalto, mas que prefere um giro pela Europa a participar de um debate público previamente agendado.
Claro, é mais importante pedir a bênção aos controladores do mundo. A dinheirama dos cartões de crédito é ilimitada e secreta. Ninguém tem de prestar contas que venham a ser criticadas por blogueiros insolentes. Há grana de sobra para os agitadores do MST, para as ONGs laranja de políticos da esquerda, para os holandeses do Greenpeace, para os britânicos da WWF, para os missionários comunistas do CIR ... pagamos e eles gastam sem ter de prestar contas.
Os banqueiros internacionais estão garantidos. Vão ter seus bilhões de juros da dívida rolada, que deixou de chamar-se "dívida externa" e multiplicou-se com o governo pagando os juros mais altos do planeta.
O Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 foi anunciado no dia 7. As lideranças do setor reclamam da dificuldade de acesso aos recursos. A burocracia limita os recursos e reduz a capacidade produtiva. As políticas oficiais impedem a formação de renda própria pelos agricultores, uma garantia de preços mínimos que lhes garanta pagar os empréstimos. Os pequenos e médios produtores estão cada vez mais endividados. Cada vez mais trabalhando para pagar dívidas acumuladas.
As manchetes estão para a interferência do governante sabido e sagaz "resolvendo", isto é "trucando" sobre o milenar conflito entre Israelenses e Palestinos. Somente poucos blogueiros e nenhum dos economistas no plantão oficial demonstram o significado de tanto imposto sem nenhum resultado significativo para a educação, saúde, segurança, infra estrutura.
O imortal Sarney iniciou o endividamento interno que estava em $ 150 bilhões quando o Collor assumiu e zerou. Itamar retomou a prática e passou para o sociólogo do Diálogo Interamericano a dívida de $120 bilhões que o Sr. FHC passou ao ilustre atual, na casa dos $ 800 bilhões. O fundador do Foro de São Paulo, elevou a dívida a mais de 1 Trilhão e 500 Bilhões!
O mesminho que disse com a boca cheia que pagou a dívida externa e agora o Brasil emprestava para o FMI, apenas trocou (trucou) a griffe e as amortizações são de mais de 130 bilhões que estão sendo pagos com o nosso trabalho e impostos, pela metade e o saldo se soma aumentando o saldo devedor, mais e mais. Os juros? Modestos 8.75%!
É o que acontece neste milagre lulesco! Adiam a construção de hospitais, estradas, escolas. Engavetam os projetos de infra estrutura, cortam verbas orçamentárias e os programas de apoio aos pequenos empreendedores são burocratizados. É a marolinha que alimenta os embusteiros que se beneficiam das informações, do compadrio e dos negócios com governantes que só decidem e firmam contratos com a contribuição para as campanhas por baixo do pano.
Divida é dívida. E promessa de pagamento com o resultado do trabalho futuro. Esta coisa com nomes de FMI, Banco do Brasil, Banco Santander ou apelidos de dívida externa, interna, é maquiagem para esconder as tramoias contábeis. Com qualquer embalagem, não passa de grife de uma mesma rede de empresários, que vendem o mesmo produto e buscam lucro crescente, continuado em qualquer parte do mundo. Dívida é escravidão!
Juros são, mecanismo pernicioso e manipulado, sempre a favor do sistema financeiro global. Governantes irresponsáveis tomam empréstimos em nome da nação. Nação é o trabalhador produtivo, que no Brasil destes governantes coletivistas arrogantes, paga quase a metade do que produz em impostos. Se faltar dinheiro para pagar aos bancos, o governo não se avexa como o cidadão no fim do mês. É só aumentar os impostos, aumentar o preço da gasolina ou inventar uma taxação nova sobre qualquer serviço burocrático.
A liberdade de imprensa só existe ainda na internet, para denunciar o que os jornais e tevês mantidas pela propaganda governamental mantêm na espiral do silêncio — assunto proibido. E é por isto que os poderosos manobram para limitar a livre expressão que este veículo proporciona. Enquanto trabalhamos os eleitos gerenciam os recursos. E fazem investimentos em estradas na Bolívia, para facilitar a circulação da cocaína. Fazem outros investimentos prioritários, vejam:

Fonte: ViVerdeNovo

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Operação Maestria ou Camaleão - Outro Golpe Contra a Narcoguerrilha Colombiana

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Exitosa ação do Exército acabou com 12 anos de cativeiro de um General, dois Coronéis e um Sargento que estavam em poder das FARC. Murillo e Delgado tinham correntes de três metros em seus pescoços.
"Somos Exército, somos Exército! Viemos por vocês". Com esses gritos deram entrada no acampamento das FARC os homens das Forças Especiais que, em uma arriscada operação, somente comparável à 'Operação Xeque', resgataram três dos quatro sequestrados que permaneciam em poder das FARC há mais de 12 anos.
O General Luis Mendieta, o Coronel Luis Enrique Murillo e o Sargento Arbey Argote Delgado foram os primeiros resgatados pelos soldados em uma operação que o Ministro da Defesa, Gabriel Silva, descreveu como "cirúrgica", pois - assegurou - não deixou um morto sequer.
O Coronel William Donato - o quarto sequestrado - foi encontrado mais tarde, na espessa selva onde estava o acampamento no qual as FARC os mantinham, a 48 quilômetros de Calamar (Guaviare).
Passava das 12:30h, quando desde Chocó, o Presidente Álvaro Uribe deu a boa noticia ao país: "Nossas Forças Militares resgataram ao senhor General Mendieta e ao senhor Coronel Murillo".
A operação, que foi dirigida pelo próprio Comandante das Forças Militares, General Freddy Padilla, começou a concretizar-se em 12 de março, quando a Força de Tarefa Omega, após um combate com as FARC, capturou 'Marcos Parrilla', um guerrilheiro da primeira frente (quadrilha).
"Depois que o encontramos, o homem decidiu desmobilizar-se e nos deu a localização exata da zona por onde circulavam com os sequestrados. Nesse momento começamos a concretizar a operação de resgate", explicou o General Padilla a El Tiempo.
Depois de analisar a informação, um Grupo de Inteligência do Exército começou a seguir os movimentos do bando. Há 20 dias, o General Óscar González, Comandante do Exército, e o General Padilla escolheram os homens que iriam dar o golpe. Na quinta-feira passada receberam a 'luz verde' do Presidente Uribe.
O domingo, 13, foi escolhido como o dia 'D', tendo em conta que os 40 guerrilheiros que custodiavam os sequestrados estariam "relaxados" por ser um momento da semana usualmente dedicado a organizar assuntos logísticos, como lavar a roupa.
Com 300 homens
Na sexta-feira, os 300 homens que participaram na operação, assim como as aeronaves da Aviação do Exército, se concentraram no Batalhão Joaquín Paris, em San José del Guaviare.
Durante horas repassaram uma e outra vez o ingresso na zona, que é de selva fechada, e considerando as condições do clima, fixaram como 'hora zero' a 1:00 da madrugada deste domingo.
Os aviões de Inteligência da Força Aérea fizeram um primeiro reconhecimento e pelas 2:00 da madrugada desceram os primeiros homens por 'sogas rápidas' ("rapel") desde os helicópteros Black-Hawk. Este foi o grupo encarregado de estabelecer o cerco de segurança.
Com a zona controlada, às 10:00 da manhã saem de San José os demais helicópteros e pelas 11:30, as Forças Especiais do Exército entram no acampamento. A essa hora se iniciam os combates, ante a resposta das FARC. Tudo ocorreu a somente 28 quilômetros de onde foi executada a 'Operação Xeque'.
Antes de entrar em ação, um dos homens das Forças Especiais já se havia encarregado de localizar o General Mendieta, que estava perto do Coronel Murillo.
De imediato foram retirados da zona por um cordão de segurança de 30 "Comandos", enquanto os outros tentavam achar o Coronel Donato e o Sargento Delgado.
Às 12:35, o Comandante da Unidade comunicou por radio ao General Padilla que Mendieta e Murillo estavam em seu poder. "Já os temos meu General. Conseguimos!" disse. Padilla estava no posto de comando em San José del Guaviare.
Uma intensa busca
Apesar da boa noticia, a preocupação pelo paradeiro dos outros dois reféns marcou o ponto mais alto de tensão. Cinco horas mais tarde, as tropas encontraram o Sargento Arbey Delgado escondido no lamaçal, ele disse que Donato estava vivo, porém haviam se separado para aumentar as possibilidades de fuga.
O general Padilla confirmou a este diário que tanto Murillo como Delgado estão com correntes amarradas a seus pescoços e até a noite de domingo não havia sido possível retirá-las, já que os soldados não tinham ferramentas apropriadas para isso em suas equipagens.
"Há mais de três metros de corrente e um cadeado que as prende", disse o General.
O Ministro da Defesa confirmou que pelas condições do terreno, não foi possível tirar os resgatados da zona. "Estão em bom estado de saúde e protegidos por 300 homens", afirmou.
Na noite de domingo, o Comandante do Exército verificava as condições para a evacuação dos militares, hoje (14) à primeira hora.
Os militares Delgado e Donato contaram que quando se deram conta do assalto ao acampamento, sua primeira reação foi fugir. Andaram uns três quilômetros, buscando o leito do rio Inírida, porém quando escutaram o ruido dos helicópteros decidiram que era melhor voltar para o sitio. No meio da escuridão, se separaram pela primeira vez em anos.
Delgado apresentou-se à tropa pelas cinco da tarde de ontem, depois de estar plenamente convencido de que não se tratava de seus captores. Donato seguiu andando e finalmente decidiu esconder-se até à madrugada de hoje. As luzes de sinalização lhe indicaram o local para onde devia dirigir-se. Assim, reencontrou o caminho para a liberdade.
"Os homens de Inteligência chamaram a operação de 'Maestría' e os das Operações Especiais de 'Operação Camaleão', assim, deixo aos colombianos que a 'batizem' como quiserem", disse o General Padilla.
O Ministro da Defesa disse que havia sido uma operação com inteligência e planejamentos genuinamente colombianos. "Foi uma operação de de alta cirurgia, um ato de heroísmo", assinalou.
E, aos outros que seguem sequestrados prometeu que, se a guerrilha não os libera, a Força Pública irá buscá-los.
Inteligência, o fator diferencial
No novo golpe contra as FARC, a Inteligência do Exército voltou a desempenhar um papel chave. As Forças Especiais que foram enviadas a essa zona de Guaviare sabiam, por informação de fontes humanas, que na zona de Inírida havia um acampamento onde a guerrilha tinha sequestrados.
Militares que por anos têm trabalhado com esse único objetivo - conseguir o resgate dos reféns - analisaram a informação e a cruzaram com a de "Xeque" e as das liberações unilaterais realizadas pelas FARC. Sua conclusão foi que havia altíssimas probabilidades de resgate e por isso o Presidente ordenou prosseguir com a operação.
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Estes foram os golpes mais fortes contra as FARC
31 de dezembro de 2006
Fernando Araújo, que havia sido sequestrado pelas FARC em 4 de dezembro de 2000, nas praias de Bocagrande, em Cartagena, aproveita uma operação das Forças Armadas para fugir de seus captores. Pela manhã ouve o ruido provocado pelos helicópteros do Exército e, no meio da confusão, se afasta dos dois guerrilheiros que o vigiavam para empreender a fuga.
Durante cinco dias caminha por uma zona agreste dos Montes de María (Bolívar) até que se encontra com um camponês, que o leva a uma base militar do departamento.
2 de setembro de 2007
O chefe guerrilheiro Tomás Medina Caracas, vulgo 'Negro Acácio', é morto em meio a um ataque das Forças Especiais e da Força Aérea, que bombardeia e ocupa seu acampamento em uma zona selvática de Guaviare. Ali morrem 18 guerrilheiros mais e é preso o traficante brasileiro 'Fernandinho da Beira-Mar'.
24 de outubro de 2007
Uma operação de Inteligência da Armada permite localizar o acampamento de Milton Sierra Gómez, vulgo 'JJ' o chefe da frente 'Iván Cepeda Vargas' das FARC e sequestrador dos 11 deputados de Valle. O chefe subversivo morreu no meio do bombardeio da FAC. Este homem estava pedido para extradição e as autoridades o responsabilizavam por mais de 300 mortes.
Na mesma data, morre em combate Gustavo Rueda Díaz, vulgo 'Martín Caballero', um dos chefes do bloco Caribe das FARC, após um ataque das Forças Militares nos Montes de María. Os militares localizaram seu acampamento perto de Carmen de Bolívar e o atacaram. Foi esse guerrilheiro que manteve sequestrado, durante seis anos, a Fernando Araújo.
1º de março de 2008
Luis Édgar Devia, vulgo 'Raúl Reyes', porta-voz internacional das FARC e membro do secretariado, cai morto em primeiro de março de 2008, no meio do bombardeio a um acampamento que estava em território equatoriano.
2 de julho de 2008
Em um cinematográfico golpe nas selvas de Guaviare, o Exército Nacional arrebata das FARC a 15 dos sequestrados do intercâmbio humanitário, entre eles a ex candidata presidencial Íngrid Betancourt e os estadounidenses Keith Stansell, Marc Gonsalves e Thomas Howes. Também são resgatados onze policiais e militares.
Na chamada 'Operação Xeque', planejada pelas Forças Militares colombianas, participaram 13 pessoas: quatro tripulantes do helicóptero, cinco supostos delegados da missão humanitária, um médico, um enfermeiro e uma falsa equipe jornalística integrada por cinegrafista e jornalista. Não se produz nem um só disparo. Foi um golpe tão contundente que se converteu em uma referencia dentro dos resgates exitosos para as forças de segurança do mundo. Foram capturados dois chefes guerrilheiros, entre eles, 'César', que foi extraditado.
29 de outubro de 2008
Em um arrozal e fazendo-se passar por camponês, o chefe nacional de milicias das FARC, Jesús Marbel Zamora, vulgo 'Chucho', é recapturado pelas tropas da Brigada Movel 17, entre Purificación e Coyaima (Tolima). Tinha se convertido en um dos homens fortes de 'Mono Jojoy' após sair da prisão La Picota, por conclusão de prisão preventiva, em julho de 2001.
Ele substituiu Carlos Antonio Lozada na direção das milícias bolivarianas, quando este foi sancionado por ter perdido seu computador portátil no meio da operação da FUDRA contra seu acampamento, na zona de Guayabero (Meta).
'Chucho' foi um dos fundadores das milicias bolivarianas em Bogotá e estreou com a tomada da estação Kennedy, no sul da cidade, em 1996.
27 de fevereiro de 2009
Como parte de uma operação em Sumapaz, foi capturado 'El Negro Antonio', o principal sequestrador das FARC. O último grande golpe antes da operação 'Camaleón' foi a morte de 'Édgar Tovar', na fronteira com Equador, em janeiro passado.
Fonte: tradução livre do jornal El Tiempo
COMENTO: mais uma mostra do que é capaz uma força militar aguerrida e bem adestrada, que age de forma planejada, com base nos conhecimentos de sua Inteligência. Só é de lamentar que nessa operação bem sucedida não tenham mandado mais alguns "cumpanhêrus guerrilhêru" ao encontro de "Edgar Tovar", "Tiro Fijo" e Raul Reyes!
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Brasil: Uma Nação ou um Time?

Exceto em repartições públicas, nem todas, e em algumas poucas empresas, a Bandeira Nacional aparece durante todos os 365 dias de cada ano, independentemente de qualquer evento. Por isso a pergunta em tom reflexivo, se somos uma Nação ou um time, considerando que as bandeiras aparecem por todo o canto somente durante a Copa do Mundo.
Não se trata de uma crítica ao futebol, tido como parte do axioma “panis et circus” dado por governantes ao povo, como meio de distrai-lo, enquanto governa, ou ... “governa”. Até porque, com poucas exceções, é difícil resistir e não assistir a um jogo, especialmente se for dos canarinhos em campo. E não há mesmo alternativa na hora do jogo, pois, todos param, empresas, pessoas, repartições, quase tudo. Mas realmente é de se pensar até onde vai o patriotismo e que tipo de patriotismo temos. E se o temos, enquanto Povo. E se somos um Povo, pois, como dizia Heitor Villa-Lobos, “o Brasil não tem povo, tem público”.
É muito provável que a causa desse fenômeno esteja também no modelo centralista brasileiro. Não é exagero. O centralismo concentra poderes. E os ocupantes do Poder Central têm a natural tendência de equalizar todos dentro de uma faixa mais estreita possível. É algo quase comunista, mas não chega a tanto. Pode até chegar lá, se nada se fizer ao longo de alguns anos. Mas não nos parece o caso brasileiro. Contudo, o modelo de Estado concentra não apenas o poder em Brasília, mas as atenções e tensões de toda a população de um país-continente, deixando em segundo plano os fatos locais, por mais improvável que isso pareça. Observe, caro leitor, e conclua você mesmo.
Essa horizontalização nacional, “lutando pela eliminação das desigualdades sociais” em um “país de todos” anulou a pátria local que é a verdadeira pátria de cada um, pois não se pode exigir que alguém seja patriota pela Amazônia se nunca esteve lá. É a constatação da lógica humana, da sua presença física no lugar onde nasceu ou onde reside, lugar em que foi aceito, tem seu trabalho, sua vida e suas esperanças. O sentido de pátria nacional existe e pode ser fortalecido, mas isso só é possível quando o País não anula o senso de localidade de cada indivíduo, e não o envergonha com governantes e representantes em âmbito nacional e internacional. A pátria é do cidadão, porque o cidadão é da cidade. A etimologia de “cidadão” não aceita que ele seja “nacional”. Aceita, contudo, civismo. E só esse é que pode ter expressão nacional, além da local.
O civismo é fruto do orgulho pela nacionalidade, uma necessidade de todo e qualquer cidadão que vive a sua localidade. Ser brasileiro — ou brasiliano, no gentílico mais apropriado — é ser local, não pode ser massificado, embora sua alma se funda com as dos demais compatriotas, que falam o mesmo idioma, usam a mesma moeda, cantam o mesmo Hino e juram a mesma Bandeira.
O centralismo crônico e doentio deste País distorceu tudo isso, anulou a localidade e seu sentido, tornou o brasileiro uma formiga que trabalha para Brasília carregando pesados impostos e acabou com seu orgulho eliminando sua referência local, em prol do Grande Paizão Federal. O Brasil, País de Todos, anulou o cidadão — da cidade — e o transformou em “todos”, uma massa uniforme, que depende cada vez mais de Brasília. Não se poderia esperar outra coisa. Todos se tornaram um time. Viva a Seleção!
Fonte: Instituto Federalista - 12/6/10
COMENTO: o articulista deixou de considerar a manipulação popular, feita por uma mídia mais preocupada com as verbas publicitárias advindas dos espetáculos "esportivos" (leia-se futebolísticos) e a manutenção dos empregos dos "jornalistas esportivos" (cujo conhecimento esportivo limita-se ao chamado "esporte bretão") que nos saturam nos programas noticiosos com fatos importantíssimos como a distensão do fulano, as noitadas do beltrano, a falta de disciplina de ciclano, os problemas amorosos de outro jogador qualquer e outras "novidades esportivas". E o povinho se deixa levar por essa "mania nacional" como se de tais fatos dependesse alguma coisa no futuro do país. A pergunta que sempre me faço: o que ganhou efetivamente o país com a "conquista" de cinco campeonatos mundiais de futebol, além da alegria artificial enfiada goela abaixo da população e da superavaliação dos jogadores convocados, por ocasião da renovação de seus multimilionários contratos? Acredito que as contas dos gastos públicos relativos aos "Jogos Pan Americanos de 2007" e as freqüentes anistias fiscais às entidades futebolísticas (ao mesmo tempo em que faltam recursos para incentivar tanto outros esportes quanto necessidades de infraestrutura nacional) respondem a essa pergunta!

Não há Salvação!!

Parte I ou Tamiflu ou Tamofu
As campanhas estão nas ruas, extra-oficialmente e até oficialmente, com multas e tudo, que se dane. E com elas todas as misérias (mentiras, falsidades, enganação) humanas possíveis. De um lado, Dilma Roussef dirigida por Palocci, Dirceu e até o próprio Lulla, com toda aquela carga 171 que todos nós conhecemos bem. Infelizmente, acho que são poucos os que conhecem esses lado da gang. A maioria absoluta do eleitorado é constituída de "mulher de bandido" mesmo, apanha e até gosta disso, sente falta quando não leva umas porradas, parece que não consegue dormir direito. Dilma já atraca a primeira mentira dizendo: "Quando a gente assumiu, em 2003, o Brasil estava numa situação ... treme-treme, afunhanhada, tremelenta, tremilicando". Por ai vocês já tem uma ideia das mentiras que vem por ai. Lulla, por sua vez, afirma: "o bicho vai pegar". Quer dizer, vai usar todos os cães a sua disposição para chafurdar a vida de quem quer que seja que possa atrapalhar o "projeto de poder" (PF, RFB, INSS, DRTE). Mas mesmo Dilma dizendo que "consertou" o Brasil em 8 anos, porque será que não sentimos isso na Saúde, na Segurança, na Educação, nas Estradas? Seria pela singela companhia de José Sarney, Michel Temer, Renan Calheiros, Collor e outros em sua "Campanha Eleitoral"?
De outro lado, a Convenção do PSDB também não empolga ninguém. O discurso do candidato José Serra é qualquer coisa loka dentro mexe, de tão sem força, sem energia, sem raça. Por ironia, foi na Bahia a convenção. Seria por que são projetos idênticos? Nem o discurso de Aécio Silvério convence. O empate na pesquisas sinaliza que o fiel da balança serão os verdes, de Marina Silva, que apesar de evangélica, carrega mesmo é muito maconheiro e viado. Estamos é fodidos, mesmo.

Parte II ou Reunião de Putas com Cafetina
É a Convenção do PMDB em Brasília. Como vocês devem imaginar, a pauta de uma reunião das moças de vida fácil com a dona do Bordel Brasil tem mais ou menos a seguinte ordem do dia: as putas reclamam que tem que deixar quase todo o dinheiro dos programas com a dona do cabaré. O que é verdade. Já a dona do puteiro retruca que o preço da luz, da água, da comida e das empregadas que ela tem que pagar para manter o negócio funcionando também está pela hora da morte. Essa é uma meia verdade. O que a cafetina velha não diz é que sustenta, a peso de ouro, um cafetão, machão, que mais bate nela do que lhe dá prazer. É o PMDB. As cafetinas: Sarney, Renan, Jucá e alguns outros. As "moças": essas são várias, de vários estados da federação. As putas monas: Simon e Requião. São aquelas que vivem dizendo: "isso" eu não faço, "aquilo" eu não dou. Mas no fundo no fundo nós sabemos que é só uma questão de conversar direito que elas dão, chupam e engolem, tudo.
Todos nós sabemos como vai terminar essa reunião: em nada, pois todo mundo quer umas coisas (mandato, dinheiro, poder) e sabe muito bem o que tem que ser feito para consegui-las: prostituir-se, prometer, mentir, enganar, roubar.
É o Cabaré Brasil. Só o PMDB consegue ficar de dois lados numa (com o perdão do trocadilho) disputa. Sarney e a turma do Nordeste ficam com Dilma e Lulla. Quércia, Requião e Simon ficam com Serra. E chamam isso de partido político. Que nada, isso é um puteiro mesmo. Entre e foda-se a vontade. Mas tem que pagar. Pobre (pelado) não fode, só se fode. Eita.
Fonte: Partido Alfa
COMENTO: é claro que o trio Marina-Dilma-Serra representam a mesma meta — um projeto de manutenção do poder com o objetivo de locupletar a "cumpanherada". O que é apresentado à sociedade como disputa política não passa de uma "guerra de quadrilhas". Urge o aparecimento de uma candidatura que, mesmo que não seja séria (assim como ocorreu com o "caçador de marajás") nos tire desse labirinto cujas saídas, todas, nos encaminham à um simulacro da "ditadura do proletariado tupiniquim", onde as lideranças, sequer sonham com a utopia comunista, mas somente querem o poder perpétuo, similar ao que foi alcançado pela famíglia Castro no "paraíso cubano".

domingo, 13 de junho de 2010

Lembrando o Dia D, 66 Anos Atrás


Há uma semana, no dia 06 de junho, ocorreu o aniversário de 66 anos da invasão aliada da França, em 1944. Várias operações foram combinadas para realizar a maior invasão anfíbia da história - mais de 160 mil soldados desembarcaram em 06 de junho, assistidos por mais de 5.000 navios, bombardeios aéreos, pára-quedistas e planadores. Milhares de soldados perderam a vida naquelas praias, naquele dia - muitos milhares mais os seguiriam com a invasão bem sucedida e as tropas começaram a empurrar as forças alemãs para o leste, o que levou à vitória dos Aliados em 1945. Eis algumas fotografias da preparação, execução e resultado imediato da invasão do Dia D/1944 da Normandia, e algumas imagens a partir de 2010. (total 42 fotos)

Tropas dos E.U. desembarcam de um veículo de desembarque em Utah Beach, na costa da Normandia, França, em junho de 1944. Carcaças de veículos destruídos restam na praia. (Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)

2 Soldados dos E.U. marcham em uma cidade costeira do sul Inglês, em rota para navios de desembarque para a invasão da França, por volta de finais de Maio ou início de junho de 1944. (Army Signal Corps Collection / US National Archives) #
3 Vista geral de porto, na Inglaterra. Em primeiro plano, jipes são carregados em embarcações de desembarque - no fundo, caminhões maiores e barcos são carregados, junho de 1944.
(E.U. Arquivos Nacionais)
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4 Visão de um avião aliado sobrevoando soldados nazistas que correm para se esconder em uma praia na França, antes do Dia D junho de 1944. A aeronave fazia reconhecimento fotográfico das barreiras costeiras alemãs na preparação para a invasão de 06 de junho. (Foto: AP) #
5 Flotilha 10 da Guarda Costeira amarrada junto com embarcações de desembarque britânicas, prepara-se para navegar no Canal Inglês e invadir a França ocupada pelos nazistas. Estas embarcações de desembarque desembarcaram tropas dos E.U. em Omaha Beach. (Exército E.U.) #
6 Soldados alemães observam a costa durante a ocupação da Normandia pelas forças alemãs em 1944. (Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #
7 Bombardeiros A-20 fazem reconhecimento no litoral Du Hoc em 22 de maio de 1944.
(E.U. Arquivos Nacionais)
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8 Comboio de navios aliados em mar aberto - junho de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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9 Transporte de tropas aliadas perto da praia de Omaha, um dos transportes é coberto com uma espessa fumaça branca, junho de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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10 Soldados dos E.U. abordam Omaha Beach, suas armas são embrulhadas em plástico para mantê-las secas, junho de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #
11 Aliados quebram as ondas em diração a Omaha Beach.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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12 Reforços dos E.U. desembarcam na Normandia nos dias seguintes ao "D-Day", invasão da França em junho de 1944. (Foto: AP / Peter Carroll) #
13 Um A-20 do 416 Bomb Group lança uma bomba no D-Day, 06 de junho de 1944.
(Exército E.U.)
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14 Vista aérea de parte da força aliada ao largo da costa da França, no Dia D, de 1944.
(E.U. Força Aérea)
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15 Soldados americanos saem de barcaça de desembarque para a praia da Normandia no Dia D, 06 de junho de 1944. (E.U. Arquivos Nacionais) #
16 Uma granada de 88 milímetros explode em Utah Beach. Em primeiro plano, os soldados americanos se protegem do fogo inimigo.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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17 Fumaça pesada nas dunas cheias de arame farpado, depois de uma explosão perto de Cherbourg, na França. Dois soldados abrigam-se atrás de uma parede. Foto tirada no verão de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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18 Soldados sobreviventes de naufrágio. Salvamento em Utah Beach, junho de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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19 Vista aérea da invasão da Normandia, em 06 de junho de 1944. (E.U. Força Aérea) #

20 Treze embarcações, deliberadamente afundadas para formar um quebra-mar para que os navios de desembarque abordassem a praia e proteger os navios que esperavam sua vez. Este tipo de porto artificial foi pré-fabricado e rebocado através do Canal da Mancha. 1944.
(Foto: AP)
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21 Soldados norte-americanos em Utah Beach, junho de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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22 Em Omaha Beach, uma bomba colocada pendurada na encosta de um penhasco, como uma medida defensiva alemã. (Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #
23 Soldados aliados, veículos e equipamentos na costa francesa durante o desembarque na Normandia, junho de 1944. (Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #
24 Foto tirada em D+2, depois de as forças de socorro chegarem ao Rangers em Point du Hoc. A bandeira americana havia sido desfraldada para parar o fogo de tanques amigos vindo do interior. Alguns prisioneiros alemães estão sendo capturados pelas forças aliadas. 8 Jun 1944
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #



25 Dois soldados dos E.U. escoltar um grupo de dez prisioneiros alemães em Omaha Beach, junho de 1944. (Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #

26 Soldados americanos em Omaha Beach resgatam os mortos após a invasão do Dia D, junho de 1944.
(E.U. Arquivos Nacionais)
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27 Planadores rebocados por aviões C 47 sobrevoam Utah Beach trazendo reforços em 07 de junho de 1944. (Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #
28 E.U. Três soldados norte-americanos descansam junto a um bunker que os alemães pintaram e camuflaram para se parecer com uma casa.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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29 O cadáver de um soldado alemão, em frente a um bunker, com vista para a costa, junho de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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30 Um soldado E.U. verifica uma praia francesa, com seus binóculos, junho de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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31 Tanques aliados avançam perto Barenton, França.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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32 No pátio de uma fazenda, soldados dos E.U. discutem um plano de ataque, junho de 1944. (Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #
33 Soldados dos E.U. avançam para o interior das praias da França, junho de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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34 Soldados americanos buscam abrigo na rua Saint-Lo, França.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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35 Vista da estação e destruição na cidade de Saint-Lo, de 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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36 Destroços de um Republic P-47, que caiu durante a invasão do Dia D, espalhados em Beach-Scarred. Batalha da Normandia, França. 22 de junho de 1944. (E.U. Força Aérea) #
37 A liberação de Saint-Lo, Verão de 1944, jipes e soldados aliados entre as ruínas.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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38 Corpos de soldados dos E.U. são resgatados no interior da França, Verão 1944.
(Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais)
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39 Moradores da cidade francesa depositam flores sobre o corpo de um soldado americano. (Conselho Regional de Basse-Normandie/US Arquivos Nacionais) #
40 Em 05 de junho de 2010, pára-quedistas saltam perto de Saint-Mere-Eglise, durante as celebrações para marcar o aniversário de 66 anos do Dia D - 06 de junho de 1944 - e os desembarques aliados na França. (Tribouillard Kenzo / AFP / Getty Images) #
41 John Kessler (direita) do 29º de Infantaria / 116 ª Divisão de Infantaria, saúda as cores nacionais durante o Memorial do Dia D sobre o 66º aniversário do Dia D, em Bedford, Massachusetts em 06 de junho de 2010. (Foto: AP / The News & Advance, Raff Kim) #
42 Peter Smoothy, 86, que era um escritor de liderança na Royal Navy no Dia D visita o túmulo de um companheiro caído em 06 junho de 2010 em Bayeux, na França. Em toda a Normandia várias centenas de veteranos sobreviventes da campanha da Normandia comemoraram o aniversário de 66 anos dos desembarques do Dia D, que culminou com a libertação aliada da França, em 1944.
(Matt Cardy / Getty Images)
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