terça-feira, 19 de março de 2013

Conspiração Rodin

Como o Petista Tarso Genro Fez Para Destruir Santa Maria e o Estado
por João Luiz Vargas
Como Tarso Genro agiu para liquidar reputações e garantir sua eleição para o governo gaúcho. No dia 6 de novembro de 2007 – já se passaram mais de cinco anos desde esse fatídico dia – os gaúchos foram sacudidos por uma bombástica operação político-policial. Pessoas de grande destaque na vida do Estado e de Santa Maria foram conduzidas à prisão, algemadas, como se fossem grandes bandidos. Instituições foram dizimadas, como a Universidade Federal de Santa Maria, pesquisas foram encerradas e os autores dessa barbaridade não hesitaram sequer em grampear os telefones do falecido bispo emérito Dom Ivo Lorscheiter.
A Operação Rodin foi uma criação direta do petista Tarso Genro. Na verdade, tratou-se da Conspiração Rodin, montada pelo aparato policial manipulado pelo PT para destruir reputações e, com isso, limpar o campinho para Tarso Genro chegar ao governo do Estado do Rio Grande do Sul sem encontrar oposição. 
Rasputin-manipulador de corações e mentes
Partidos políticos foram amedrontados e tornados reféns desse Rasputin petista provinciano. O PP foi devastado. O PMDB foi intimidado. O PTB se transformou em um apêndice direto do PT. O PDT foi lembrado de que deveria ficar bem quietinho no seu canto. Para iniciar a Conspiração Rodin, o seu chefe, Tarso Genro, comandante da Polícia Federal na época, foi buscar a colaboração inicial de figuras da Universidade Federal de Santa Maria, que não hesitaram em colaborar, funcionando como delatores vulgares, com denúncias anônimas que originaram as investigações que levaram até as prisões. Ficou claro no curso do processo quem eram essas figuras “anônimas”: Tomé Lovato, professor do Centro de Ciências Rurais, no Departamento de Solos (hoje ele é o diretor do CCR, que teve o maior número de alunos mortos no incêndio da assassina boate Kiss); Clóvis Lima, ex-reitor e ex-secretário de Saúde de Santa Maria; e Felipe Muller, hoje reitor da UFSM e ex-presidente do Conselho da Fatec. O processo começou com um depoimento de Tomé Lovato, um delator barato e vulgar, que sequer assumiu a autoria de denúncia, o que foi tornado público no processo pelo depoimento do secretário executivo da Fatec, Silvestre Selhorst. 
Essas figuras abastardaram a nobreza da vida acadêmica e contribuíram para destruir pesquisas e projetos de desenvolvimento humano, liquidando com as fundações de apoio ao trabalho acadêmico, a Fatec e a Fundae, que financiavam atividades universitárias. Eles liquidaram com a fábrica de conhecimento. 
Tudo motivado apenas por inveja, por mesquinharia, pela volúpia por dinheiro. Para colocar a conspiração em pé, Tarso Genro não vacilou em usar seus conhecimentos e suas relações. Foram acionados procuradores federais, delegados federais, o próprio superintendente da Polícia Federal no Rio Grande do Sul. Para variar, todo mundo era de Santa Maria: Tarso Genro, o delegado federal Ildo Gasparetto, o delegado geral da Polícia Federal na época, Luiz Fernando Correa, também de Santa Maria; o delegado federal local, Gustavo Schneider; os procuradores federais, Rafael Miron, Harold Hoppe e Jerusa Viecelli (os três não hesitaram em denunciar ex-colega, poucos dias depois de terem ido à festa de casamento do mesmo). 
Há mais de cinco anos este processo vem se arrastando. A juíza Simone Barbisan Fortes, que havia prometido publicamente sentenciar o processo em no máximo um ano, há vários anos pedia para se mandar de Santa Maria. Agora conseguiu transferência para Florianópolis, mas o Tribunal Regional Federal condiciona sua mudança ao término do processo no primeiro grau, com a emissão da sentença. 
Os procuradores federais, colegas e alunos de denunciados por eles mesmos, também trataram de se escafeder da cidade: um foi para Itajaí, outro para Canoas, outra para Lajeado. Quem é que fica em Santa Maria? Ficam na cidade as pessoas que moram ali e as que vêm de fora para estudar. Santa Maria: que era uma cidade da luz, do conhecimento, onde as pessoas se preparavam para o futuro, para o progresso de suas vidas. Hoje, nas mãos do policialesco Tarso Genro, é a cidade que mata seus jovens, mata o futuro, mata o conhecimento, mata a independência das suas instituições e mata os que trabalham pela vida. Como os nazistas e os comunistas, Tarso Genro faz seu culto da morte. Ele não é um Miguel de Unamuno, reitor que defendia a Universidade de Salamanca; ele é igual ao general fascista Astray, que gritava: “Viva a morte”. Tarso Genro é Astray.
O então ministro da Justiça, o policialesco Tarso Genro, no dia seguinte ao da operação de execração pública das instituições e das pessoas detidas, comparece na sede da Polícia Federal em Porto Alegre, acompanhado de todo o seu séquito de KGBs e declara, de maneira vergonhosa: “Espero que eles possam provar sua inocência”. Isso é um escândalo monumental, ainda mais saído da boca de um ministro da Justiça. Em um Estado Democrático de Direito, o que se presume, sempre, em primeiríssimo lugar, é a inocência das pessoas, e não suas supostas culpabilidades.
Ou seja, o policialesco comunista Tarso Genro, que declarou seu amor ao facínora Lênin, estava de largada condenando os presos que ele tinha investigado e que pretendia indiciar para a Justiça. Esse é o entendimento de Justiça e Direito do policialesco Tarso Genro.
O lançamento do livro Conspiração Rodin - A Arte de Destruir Reputações, de João Luiz Vargas, ocorreu no dia 12 de março de 2013, às 19 horas, no Clube do Comércio de Porto Alegre - Praça da Alfândega, Rua dos Andradas, nº 1085 e ele pode ser adquirido mediante contato com o e-mail que se segue. 
Valor do exemplar – R$ 25,00

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