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Efetivamente, tá tudo dominado! E o pior é que quem domina é uma minoria podre, composta por canalhas e patifes que agem livremente em função da covardia e da omissão da maioria. Órgãos de segurança são mobilizados para proporcionar segurança a marchas de sem terras, de maconheiros, e juristas e políticos se unem em "defesa dos direitos" de mendigos viciados que proliferam nos centros urbanos.


Posteriormente, vemos a "liderança" desses "jovens revolucionários" serem homenageados por nada mais nada menos que a Presidente da República em uma solenidade relativa a Direitos Humanos. Assim, temos que as leis que apregoam direitos e proteção a idosos não se aplicam a quem pensa diferente da ideologia derrotada no passado mas que não perdeu seu objetivo de transformar o Brasil em um país sob governo totalitário.



Tanto os jovens da "juventude hitlerista" quanto os participantes da "revolução cultural chinesa" e, mais modernamente, os participantes de movimentos como a "primavera árabe" passaram por processos semelhantes.

Em meados do mesmo século, os velhos patifes subordinados aos interesses da Internacional Comunista pensaram ser possível colocar em prática os planos que vinham elaborando há tempos, tentando novamente assumir o poder no maior país da América Latina, pois o governo eles já haviam assumido, como afirmou um dos tais "líderes" ao prestar contas aos patrões soviéticos.

Nem é preciso muita memória para lembrar os "métodos revolucionários" utilizados nos dois casos citados. Os julgamentos e as execuções sumárias realizados "pelo povo".
Infelizmente, os jovens se prestam para o papel de "bucha de canhão". O maior exemplo disso foi a meia centena de rapazes e moças convencidos a se embrenharem nas matas do Araguaia para iniciar uma luta suicida, sabidamente perdida, com ordens de "lutar até a morte", enquanto os "líderes" ficavam em segurança homiziados nos grandes centros urbanos ou no exterior.

Paralelamente ao incremento da violência e da repressão a toda ação policial contra o banditismo, temos o governo federal com o apoio da grande imprensa — dependente das verbas de propaganda — propalando o desarmamento dos cidadãos e as recomendações de "não reagir" em caso de agressão. Nem vou citar o assassinato de um militar e o suspeito "achado" de documentos da época da "ditamole", convenientes à propaganda política, em sua residência.
Para não nos estendermos, podemos ficar nas ações governamentais em relação a "perseguidos" estrangeiros. Dois pugilistas cubanos resolvem abandonar sua equipe durante competição no Brasil, logo são presos, enfiados em um avião venezuelano e entregues a "El Coma Andante". Morre um prisioneiro político cubano em greve de fome durante visita do Presidente brasileiro naquele país: o Patife compara o morto aos apenados brasileiros e diz que quem entra em greve de fome é otário (os termos usados podem não ser esses, mas a ideia é). Militares argentinos estão sendo mantidos presos naquele país sem o devido processo legal, mas alguns que buscaram refúgio político no Brasil estão sendo entregues quase que imediatamente ao governo argentino. O assassino italiano Cesare Battisti, condenado pela justiça italiana, foi preso por ingressar ilegalmente no Brasil, tendo sido solicitada sua extradição. Aconselhado pelo safado e incompetente ministro da justiça, o Canalha que ocupava a cadeira presidencial resolveu conceder asilo politico ao bandido que anda livre, leve e solto pelo país. Em nenhum lugar do mundo é admitida uma ação de agentes de inteligência alienígenas. Precedendo a chegada de Yoani Sanchez ao Brasil, a embaixada cubana procedeu uma "reunião" para definir tarefas de inteligência contra a blogueira dissidente.
Da reunião participou um funcionário da presidência da República que alegou ter saído antes do término da reunião e ter destruído o material que ele recebera. Isso é espionagem, e os demais participantes da reunião são simples "cachorros" cubanos, ou "quintas-colunas" como eram denominados durante a II Guerra. A Polícia Federal foi alertada para essa ação alienígena? Talvez, com a orientação de não intervir. E assim se vai a soberania brasileira pelo esgoto.
Ficam as perguntas: o que diferencia as ações nazistas de "denunciar os judeus", das ações dos jovens chineses de "denunciar os burgueses" das ações atuais de "denunciar os torturadores" e das ações de "denunciar Yoani como agente imperialista"?
O que falta aos justos para se indignarem e colocarem esse país nos eixos?
Até quando a minoria de patifes irá reinar impune, enquanto somos agredidos, roubados, assassinados e obrigados a nos manter trancafiados em nossas casas aguardando o momento da invasão final que irá nos levar o resto do que possuímos?
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