Políbio Braga leu tudo atentamente sobre a mutretagem e resumiu o que leu. Vai tudo a seguir.
Na quinta-feira da semana passada, num arroubo que demonstrava ao mesmo tempo sua arrogância e a certeza da impunidade, o tesoureiro do PT e da campanha de Dilma Roussef, Vaccari Neto, assim se dirigiu ao procurador do Ministério Público de São Paulo, Luiz Carlos Blat:
— Ele que vá cuidar das suas negas.
Até aquele momento, Vaccari Neto e os poucos dirigentes do PT que se atreveram a defendê-lo, como foi o caso do presidente do Partido, José Eduardo Dutra, reagiam em função da reportagem de capa da revista Veja (Caiu a Casa do Tesoureiro do PT). Lula calou diante deste novo escândalo de corrupção que atinge seu governo, o PT e a candidatura oficial.
Como costumam fazer as boas publicações, Veja não tinha contado tudo que sabia, aguardando pela reação. Esta veio feroz, exigindo nomes, datas, horários, documentos e testemunhas.
Neste sábado, Veja produziu nova capa, com o título “12%”.
O caso da Bancoop não foi abandonado, mas a revista descobriu que da lista de 40 quadrilheiros denunciados ao STF pela Procuradoria Geral da República, falta o 41º personagem, no caso Vaccari Neto.
O editor não considera que Vaccari Neto tenha a coragem de conceder outra entrevista ao Estadão e repetir seu mentiroso e safado mantra:
— A PGR que vá cuidar das suas negas.
12% é quanto Vaccari Neto e o PT costumam cobrar para intermediar negócios junto aos Fundos de Previdência controlados por gente do Partido (PREVI, FUNCEF, NUCLEOS, PETROS e ELETROS) e junto aos bancos BMG, Rural e Santos, este, agora, sob intervenção.
A novidade é que esse criminoso esquema de corrupção, serviu para alimentar o mensalão, o PT e campanhas eleitorais, inclusive a de Lula em 2002.
Desta vez não se trata de denúncias do procurador Blat, mas de investigações sigilosas da Procuradoria Geral da República, no âmbito do Mensalão. O corretor Lúcio Funaro, em 2005, fez delação premiada e entregou todo mundo (Delúbio Soares, Vacari Neto, Valdemar Costa Neto, Zé Dirceu e Marcos Valério), inclusive cópias de cheques (veja ao lado o fac simile de cheques de R$ 60 mil, R$ 50 mil e R$ 138 mil).
Veja terá mais a mostrar. A própria revista, na reportagem, avisa que tem áudios dos quatro depoimentos de Lúcio Funaro à Procuradoria Geral da República.
Na Assembléia de SP corre uma CPI, instalada semana passada. Câmara e Senado não querem nem ouvir falar no novo escândalo.
— Ele que vá cuidar das suas negas.

Como costumam fazer as boas publicações, Veja não tinha contado tudo que sabia, aguardando pela reação. Esta veio feroz, exigindo nomes, datas, horários, documentos e testemunhas.
Neste sábado, Veja produziu nova capa, com o título “12%”.
O caso da Bancoop não foi abandonado, mas a revista descobriu que da lista de 40 quadrilheiros denunciados ao STF pela Procuradoria Geral da República, falta o 41º personagem, no caso Vaccari Neto.
O editor não considera que Vaccari Neto tenha a coragem de conceder outra entrevista ao Estadão e repetir seu mentiroso e safado mantra:
— A PGR que vá cuidar das suas negas.
12% é quanto Vaccari Neto e o PT costumam cobrar para intermediar negócios junto aos Fundos de Previdência controlados por gente do Partido (PREVI, FUNCEF, NUCLEOS, PETROS e ELETROS) e junto aos bancos BMG, Rural e Santos, este, agora, sob intervenção.

Desta vez não se trata de denúncias do procurador Blat, mas de investigações sigilosas da Procuradoria Geral da República, no âmbito do Mensalão. O corretor Lúcio Funaro, em 2005, fez delação premiada e entregou todo mundo (Delúbio Soares, Vacari Neto, Valdemar Costa Neto, Zé Dirceu e Marcos Valério), inclusive cópias de cheques (veja ao lado o fac simile de cheques de R$ 60 mil, R$ 50 mil e R$ 138 mil).
Veja terá mais a mostrar. A própria revista, na reportagem, avisa que tem áudios dos quatro depoimentos de Lúcio Funaro à Procuradoria Geral da República.
Na Assembléia de SP corre uma CPI, instalada semana passada. Câmara e Senado não querem nem ouvir falar no novo escândalo.
No RS, a mídia evita o assunto como o diabo evita a cruz. (Também, pudera, com as verbas publicitárias do Governo Lula ...)
Fonte: Blog do Previdi
COMENTO: não é só no RS que a tal de mídia evita o assunto. No DF, preferem seguir batendo na tecla Arruda e no denominado DEMsalão, além de distrair o povão com os assassinatos do desenhista e seu filho pelo "estudante" que frequentava a "igreja Céu de Maria" fundada pelo primeiro, onde se saboreia um chazinho muito louco "para o conhecimento espiritual e a aproximação com Jesus, Deus e a Virgem Maria." O assassino já foi preso, confessou o crime, conhecidos já trataram de qualificá-lo como drogado, desocupado, etc, mas nenhum jornalista se atreveu a questionar o motivo do crime. Enquanto isto, as maracutaias petistas vão em direção limbo da memória popular!
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