sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Patifaria contra Yeda no RS - A Verdade Aparece



Arapongagem eleitoreira no RS: Juizes do Conselho Disciplinar da BM inocentam o Sargento Cesar Rodrigues
Os juízes do Conselho de Disciplina da Brigada Militar do RS, acabam de inocentar por unanimidade o sargento Cesar Rodrigues, acusado pelo promotor Amilcar Macedo, de Canoas, há dois anos, pela prática de espionagem política contra os adversários da governadora Yeda Crusius. As ações movidas pelo promotor no Foro de Canoas já tinham sido consideradas imprestáveis pelo juiz Fernando Henning. 
O sargento Cesar Rodrigues denunciará o promotor Amilcar Macedo na Corregedoria do MPE, sem contar as ações por dano moral que ajuizará no Foro de Canoas e de Porto Alegre. 
O caso serviu para engrossar as ações diabólicas do Eixo do Mal, que antes já tinham conseguido desencadear as CPIs dos Pedágios (2007), Detran (2008) e PT (2009), sem contar dois pedidos de impeachment e três operações de grande monta da Polícia Federal (Rodin, Solidária, Mercari), desestabilizando completamente o governo do PSDB do RS. 
As denúncias sobre arapongagem no Palácio Piratini surgiram como num passe de mágica no dia 3 de setembro de 2010, em plena campanha eleitoral, no momento em que Yeda retomava movimento de alta nas pesquisas, ameaçando levar a disputa para o segundo turno entre Tarso Genro e José Fogaça. Os estrategistas do PMDB torciam para que Yeda avançasse dos 18,1% (o tracking do Methodus para o dia 2 de setembro de 2010 foi de 16,3% para a governadora) daquele dia para 24%, que somados aos 26% de Fogaça, seria suficiente para garantir nova rodada eleitoral.
A ação midiática do promotor de Canoas, que chegou a tentar invadir o Palácio Piratini para devassar a Casa Militar, ocorreu apenas dois dias depois da Operação Mercari, desfechada no dia 2 de setembro de 2010, 6h30m da manhã, por 76 delegados da Polícia Federal no Banrisul. 
Amplificadas as denúncias do promotor Amilcar Macedo, que mandou prender o sargento Cesar Rodrigues e vasculhar sua casa, resultaram devastadoras as repercussões políticas no Estado. Foi uma surpresa saber que não apenas o sargento Rodrigues possuía a senha para acessar os dados do Sistema de Consultas Integradas, mas também outros 1.149 servidores pertencentes a 49 organizações diferentes. O promotor não quis investigar nenhuma das 49 organizações, sequer o jornal Zero Hora, que na sua edição do dia 9 de setembro admitiu em editorial que usava senhas e acessava o sargento Cesar Rodrigues para obter informações. Mais tarde, em 2011, a RBS editou novo Código de Ética e proibiu a repetição do mesmo tipo de procedimento, mas só fez isto depois que o caso ganhou contornos infernais no início de julho de 2011, com as denúncias sobre arapongagem feita pelo jornal News of the World. 
As ações movidas pelo promotor Amilcar Macedo foram consideradas imprestáveis pelo juiz Fernando Alberto Corrêa Henning, que ao contrário do juiz anterior, Volnei Coelho, cortou o passo do representante do Ministério Público Estadual.
Fonte:  Políbio Braga
COMENTO: clicando na imagem acima (gráfico do tracking diário de setembro de 2010, a poucos dias da eleição), o leitor pode verificar como foi "oportuna" a falsa denúncia sobre arapongagem no Piratini, que custou a injusta prisão do sargento Cesar Rodrigues. Faço votos para que o sargento tenha sucesso em sua empreitada contra o tal procurador. Esse tipo de justiceiro às avessas, que se utiliza do cargo para jogar sujo politicamente deve tomar o mesmo destino de um outro que há algum tempo aterrorizava Brasília com falsas denúncias que ele plantava na imprensa e depois usava como base para iniciar processos que só serviam para desmoralizar adversários da canalha petista. Depois, os "processos" caiam no esquecimento, mas o estrago na imagem dos atingidos já estava feito. Coisa de canalha!

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