sábado, 16 de junho de 2012

Equação do Apocalipse

por Moacir Sarroche 
Um relatório de dar calafrios sobre uma chamada telefônica mantida pelos Presidentes Obama e Medvedev, antes do anúncio público de que Osama bin Laden tinha sido morto, informa que eles também discutiram que a hora mais temida para ser executada a pavorosa "Equação do Apocalipse" já pode ter chegado, e não mais tarde. 
"Equação do Apocalipse" refere-se a um relatório produzido por uma das mulheres que participa dos círculos de inteligência mais secretos dos EUA chamada Audrey Tomason, que é diretora de Contra-Terrorismo do governo Obama e que ao cursar a Kennedy School of Government de Harvard escreveu uma tese de mestrado (agora classificada como "ultra-secreta"), sugerindo que seria muito mais humano para o nosso mundo passar por um "genocídio planejado e controlado" em vez de vê-lo cair no abismo do caos que já está acontecendo. 
De acordo com a "Equação do Apocalipse" da Senhorita Tomason, a "população sustentável" do nosso mundo pode ser de apenas 1,5 bilhão de pessoas, em comparação com o cálculo das Nações Unidas de que chegará a 7 bilhões em 31 de outubro deste ano (2011) e que se afigura ainda pior com os 10 bilhões esperados para 2100. 
A Senhorita Tomason argumenta em sua tese que a população do nosso planeta tem sido "artificialmente inflada" nos últimos 100 anos por uma economia baseada na petroquímica e de combustível com base em fósseis "não-sustentável" que se for deixada "sem controle" poderia muito bem destruir toda a vida sobre a Terra e não apenas os seres humanos. 
Relatórios independentes, infelizmente, apoiam fortemente as terríveis advertências da Srtª. Tomason com um dos gráficos mais perturbadores produzido pelo grupo de pesquisa PostPeakLiving que mostra, de fato, que a população mundial cresceu mais a partir do uso de produtos petroquímicos do que em toda a história anterior. 
É importante frisar que o petróleo (também conhecido como óleo cru), que é um líquido natural, inflamável, composto por uma mistura complexa de hidrocarbonetos, está segurando com alfinetes toda a economia global, e sem o qual a vida como a conhecemos hoje não existiria.
A maioria das pessoas acredita que o uso mais importante do petróleo é como combustível para veículos, embarcações e aeronaves por meio de sua destilação em vários tipos de combustíveis, como gasolina, diesel, querosene de aviação e assim por diante, mas não podem estar mais errados, pois o uso mais importante do petróleo está na agricultura, já que quase todos os pesticidas e muitos fertilizantes são derivados do petróleo. E o fato mais crítico que nosso planeta está enfrentando hoje, como indicado pela Srtª. Tomason, é que "boom do petróleo" do século passado não somente já acabou, mas que a luta das Nações-Estados para preservar para si mesmas as fontes minguantes, está ameaçando iniciar uma guerra global numa escala nunca vista na história e, de fato, já começou, porque o Ocidente esfomeado por energia está desencadeando novas guerras para se proteger do colapso econômico. [A invasão do Kuweit pelo Iraque foi o estopim da intervenção do ocidente, devido à ameaça de corte no fornecimento do petróleo.] 
O mais surpreendente sobre a situação atual do nosso mundo em relação ao petróleo é que é um dos "descarrilamentos em câmera lenta" de maior duração na história, porque desde 1956 está sendo alertado sobre o fim do petróleo. 
Na verdade, foi em 1956, quando o cientista Marion King Hubbert (1903-1989) da Royal Dutch Shell alertou em sua apresentação para o American Petroleum Institute que o nosso mundo estava ficando sem petróleo e que os EUA iriam chegar à produção "pico" em 1970 e que para o resto do mundo isso ocorreria na primeira década do século 21. 
Para ilustrar isso visualmente, ele criou a agora famosa "curva de Hubbert", que desde a sua publicação em 1956 provou a sua exatidão sobre a ocorrência do pico de descobertas globais de petróleo em 1963, e os Estados Unidos, de fato, alcançou seu pico de produção em 1970
Neste ponto, é importante compreender que quase todos os governos ocidentais seguem propagando entre os seus cidadãos seu engano de toda a década sobre o grave estado de nosso mundo com respeito ao petróleo e aos recursos energéticos, sobretudo em relação à ilusão de que os projetos da chamada "energia verde" pode sustentar-nos. 
Nada poderia estar mais longe da verdade, pois essas fontes de "energia verde" (solar, eólica, geotérmica, etc.) representam atualmente 0,05% da produção total de energia mundial, e não ajudam em nada a agricultura (que é o principal uso do petróleo). Combiná-los para fornecer a energia total do nosso mundo custaria mais dinheiro do que o mundo possui e vai exigir quase 200 anos para ser concluído. 
A Srtª. Tomason continua com sua terrível tese de que junto com os "impactos" da falta de energia e de alimentos, os sistemas monetários mundiais também chegarão ao colapso, pois, da mesma forma, têm sido "artificialmente inflados" para além da capacidade de "todas as medidas sustentáveis" devido a sua relação com a produção de petróleo. 
Para piorar a situação, diz a Srtª. Tomason, que como os Estados Unidos atingiu o seu pico de produção petrolífera em 1970, não "contrabalanceou" sua economia para refreá-la, optando por manter sua economia "artificialmente inflada", ao separar o dólar americano do padrão do ouro em 1972 (chamado "Impacto Nixon") e permitindo que sua moeda se tornasse, em essência, "um pedaço de papel sem valor". 
Durante o século 20, o dólar dos EUA perdeu quase 80% do seu poder de compra, deixando dezenas de milhões de americanos sem emprego, pois sua base industrial outrora poderosa foi mudada para mercados de baixo custo no exterior, uma situação que a Srtª. Tomason descreve como "catastrófica", porque a moeda americana também é a única moeda do mercado petrolífero, cuja deflação causará a destruição de "tudo". 
Para entender o quão grande e perigosa se tornou essa complexa situação econômica, é preciso perceber que o PIB (Produto Interno Bruto) do mundo inteiro está um pouco acima de US$ 55 trilhões por ano, em vez dos mais de US$ 2.000 trilhões da dívida total pendente de pagamento levando ao que se chama de "A Grande Contração do Crédito" que, literalmente, evaporará toda a riqueza do mundo praticamente da noite para o dia. 
Os economistas "importantes" não vão dizer nada sobre o que com certeza será o maior colapso econômico na história da humanidade, e a razão é porque ele é chocante, para dizer o mínimo. Após o colapso econômico global de 2008, o professor de economia, Dirk Bezemer, da Universidade de Gröningen, na Holanda, realizou uma pesquisa com quase todos os economistas do mundo para descobrir por que os economistas "importantes" (até os ganhadores do Prêmio Nobel) falharam em prever o que iria acontecer. O que ele descobriu foi que 11 pesquisadores previram com exatidão a crise econômica de 2008 e que todos tinham uma coisa em comum, quando criaram seus modelos econômicos: eles incluíram a dívida. 
Assim, quase todos os economistas do mundo NÃO levam em conta o fator de dívida ao criarem seus modelos econômicos deixando-os inúteis para prever o que vai acontecer, especialmente aqueles que trabalham para os governos por terem motivações políticas. 
A Srtª. Tomason, no entanto, inclui, sim, a dívida em sua tese e também alertou que em 2011 o dólar dos EUA "poderia muito bem sofrer um colapso" e que uma reportagem da CNBC está dizendo que isso já "está em processo". 
Quando ocorrer o colapso do dólar, diz a Srtª. Tomason em sua tese, toda a economia global cairá, atirando bilhões de pessoas, incluindo centenas de milhões de pessoas nos países ocidentais, ao nível mais baixo da "Hierarquia das Necessidades de Maslow". 
A Hierarquia das Necessidades de Maslow é uma teoria da psicologia, proposta por Abraham Maslow (1908-1970) em seu artigo de 1943 intitulado "Uma Teoria da Motivação Humana" que, basicamente, afirma que os seres humanos buscarão primeiro satisfazer suas "necessidades básicas" (sobrevivência) antes de buscarem "as necessidades de segurança" (conforto); e uma vez que essas necessidades estejam satisfeitas buscarão satisfazer suas "necessidades psicológicas", as de "auto-atualização" e, finalmente, buscarão as "experiências de pico". 
A Srtª. Tomason observou em sua tese que toda a população que está sofrendo um colapso econômico e que busca atender as suas "Necessidades Básicas" fica "ingovernável" e representa um "enorme risco" para o Estado, levando a um "desrespeito generalizado da lei e da ordem". 
A Srtª. Tomason adiciona em sua "Equação do Apocalipse" que como o colapso da civilização tal como a conhecemos é "inevitável", os líderes mundiais devem considerar a possibilidade de "genocídio em massa" para reduzir a população global a um nível "mais sustentável e mais compatível com os recursos do nosso planeta." 
O arrepiante cenário genocida imaginado pela Srtª. Tomason começa com um "conflito nuclear limitado" dirigido aos grandes centros populacionais, mas planejados para limitar a chuva radiativa. O passo seguinte seria a liberação de agentes químicos e biológicos tóxicos que ela sugere sejam culpadas as "entidades terroristas". Isso seria seguido pela migração forçada [controlada pelas forças de segurança] das populações para "ambientes mais sustentáveis para a vida." 
A Srtª. Tomason imagina esses "ambientes sustentáveis para a vida" como grandes centros populacionais com sistemas de transporte de massa onde os veículos pessoais não serão permitidos, e as áreas rurais ficarão completamente despovoadas, sendo destinadas para os "sistemas" agrícolas operados pelo governo. 
Antes do início desses eventos apocalípticos, a Srtª. Tomason defende o estabelecimento de "campos de concentração" operados e protegidos pelo governo para proteger "as pessoas de valor", enquanto as massas de seus concidadãos morrem aos milhões e bilhões. Essas "pessoas de valor" incluem cientistas, médicos, técnicos, etc. Infelizmente, para a maioria dos seres humanos, a "Equação do Apocalipse" da Srtª. Tomason já parece ser o paradigma aceito pelos líderes do nosso planeta, que não vêem outra opção se é que se deseja que a Terra sobreviva. Isso leva alguns a terem a esperança de que os "deuses" retornem o mais breve possível, se quiserem salvar alguma coisa. 
COMENTÁRIO: transcrevo a apresentação do texto, feito na fonte:

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Leiam este documento e tirem as suas próprias conclusões! Muitos dizem que a Eugenia planejada pelos Illuminati é uma hipótese remota de ser realizada mas pelo que podemos ler aí vemos que é um assunto tratado até em Tese de Mestrado em Havard. A fonte do artigo está citada no final do mesmo, mas infelizmente, o blog foi suspenso por ter violado os termos de serviço da Wordpress.com (sem maiores explicações). A norma violada deve ter sido revelar uma verdade inconveniente!
Mas tudo bem aí segue outra fonte que explica muito bem quem é Audrey Tomason (imagem ao lado ampliada da foto no fim da postagem) e o cargo exercido na Segurança do EUA.
É espantoso se verificar a frieza com que tratam o extermínio de grande parte da população mundial. Como se pode ver no artigo isto vem sendo levado a sério pelo pessoal da alta cúpula no Governo Americano, pois ao se contratar esta mulher para exercer cargo de alta confiança no planejamento da estratégia de segurança americana, concede-se um aval à sua Tese de Mestrado, ou seja, à Equação do Apocalipse.
Anúncio da morte de Bin-Laden
Dizem que a vida imita a arte e vice-versa. Assim, podemos fazer uma projeção de "teoria da conspiração" unindo a idéia do refúgio seletivo proporcionado pelas imensas naves fictícias do filme "2012" com as novas e inabitadas cidades chinesas. Seriam estas os tais "ambientes sustentáveis para a vida" previstos no texto?

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