quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Passarela de Fascínoras

por Gilberto Simões Pires
O Fórum Social Temático, para quem ainda não sabe, é o mesmo Fórum Social Mundial, cujo inicio se deu em 2001 por sugestão e vontade dos membros do ultra-comunista Foro de São Paulo.
A cidade de Porto Alegre, ao ser escolhida como sede do primeiro FSM, passou a ser conhecida mundo afora como a capital mundial do comunismo.
Isto mexeu de tal maneira com o coração e mente dos gaúchos, a ponto de exigirem que a capital do RS jamais deixasse de ser a sede única e definitiva do evento, que respira comunismo por todos os poros.
Com propósito provocativo, os comunistas decidiram que o FSM deveria ser realizado na mesma semana do Fórum Econômico Mundial, que acontece, tradicionalmente, em Davos, na Suíça. Mais: como contraponto foi cunhada a frase, sempre repetida a cada evento, de que - Um Outro mundo é Possível.
Assim, a partir do primeiro Fórum Social Mundial, Porto Alegre, que até então não recebia muitos turistas, passou a ser a passarela de desfile de grandes criminosos que habitam o nosso Planeta.
Todos eles, nas entrevistas concedidas aos frenéticos repórteres que cultivam a mesma ideologia do atraso, sempre dizem que, em Porto Alegre se sentem como se estivessem em casa. Que tal?
Contando com esse fantástico espírito de hospitalidade dos gaúchos, inúmeros desses facínoras sempre são recebidos com aplausos e com insistentes pedidos de autógrafos. É o caso de vários que já participaram do FSM, como, por exemplo, de José Bové, do ditador Hugo Chávez, de vários representantes do governo cubano e de inúmeros narcotraficantes das FARC. Todos, indistintamente, entraram e saíram de Porto Alegre sem receber uma única vaia.
Ontem, contando com enorme destaque por parte da simpática mídia do RS, foi a vez do ilustre assassino Cesare Batisti conhecer Porto Alegre, que agora, além de capital mundial do comunismo passou a ser, também, o paraíso dos facínoras. Educado e mostrando ser agradecido pelo apoio que recebeu no processo de extradição, o criminoso foi ao Palácio do Governo do RS para abraçar o governador Tarso Genro, que se empenhou para que Batisti permanecesse no Brasil. Bem ao contrario dos pugilistas cubanos, lembram?
O incontido entusiasmo do governador foi de tal ordem que, ao dar as boas vindas ao assassino italiano, disse que não foi ele e sim o povo brasileiro que resolveu mantê-lo no Brasil, em liberdade. Viva! Pelo visto não faço parte do povo brasileiro, não é mesmo? Você, leitor, faz?
COMENTÁRIO: nem comento. Transcrevo o comentário do jornalista Políbio Braga:
A realização do Fórum Social Mundial no RS, custa aos contribuintes a quantia de R$ 3,6 milhões. São apenas gastos diretos, não estando computados eventos como os de terça-feira, no Piratini. É dinheiro do povo que conta com péssimos serviços de saúde, segurança e educação.
Nesta terça-feira, o governador Tarso Genro, que resolveu trocar a gestão estadual pela ribalta fácil, abriu as portas do Palácio Piratini para uma palestra para o FSM. Foi a deixa para receber o assassino italiano Cesare Battisti, que está em Porto Alegre. Ele é o Bové desta edição do FSM. Condenado à prisão perpétua na Itália, o bandido foi bem recebido no Brasil. A foto entre a criatura e o seu benefactor, Tarso Genro, está em todos os jornais.
Generoso com Battisti, a quem cumprimentou efusivamente no Palácio Piratini, o governador dos gaúchos não disse uma só palavra em favor do dissidente cubano assassinado esta semana pelos Castro, como também não informou se intercederá para que a blogueira Yoani Sanchez tenha atendido seu pedido de visto para vir ao Brasil.  
As reuniões que ocorrem no RS são um escárnio para os gaúchos e brasileiros que estudam e trabalham duramente para melhorar de vida, já que são afrontados pela escumalha da raça humana, incapaz de se mobilizar em Países que se negam a conceder-lhes o exigido Mensalão.
CLIQUE AQUI para examinar os trechos mais expressivos de reportagem da Band, inclusive cenas dos quatro túmulos de inocentes italianos assassinados por Battisti, que os matou a sangue frio, a pretexto de defender uma revolução comunista do gênero da que defendem muitos ativistas que em Porto Alegre participam do Fórum Social Mundial.

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