sábado, 5 de março de 2011

Palhaços!!

por Lusitano Perneta
Palhaço não é o Tiririca, palhaços somos todos nós, povo brasileiro. Povo que se ferra, é roubado por cima pelos políticos e governantes e por baixo pelos bandidos. 
Depois ri, faz piada e ainda vota no Sarney, no Lulla e sua corja e em governadores como Sergio Cabral, Jackes Wagner, Roseana Sarney e Tarso Genro. 
Depois quase morre soterrado nas enchentes e, flagelado, ainda agradece as esmolas, vai ao estádio aplaudir o Flamengo, depois à passarela do samba "curtir" a mesmice do Carnaval, fica assistindo as porcarias da Globo, batendo palmas pra Regina Casé na favela, ou então se engalfinha num trio elétrico atrás da Ivete Sangalo pulando que nem um imbecil, nas ruas sujas, imundas e urinadas de Salvador, debilóides.... 
Aí vai embora pra casa, arrebenta o carro num acidente, num buraco, fica 8 horas na fila do aeroporto, 10 horas num hospital, preso no elevador por causa do apagão, ou vai de ônibus ou trem superlotado pra favela, e depois é assaltado numa esquina por um marginal protegido pelas ONGs, que recebem muito dinheiro do governo para não fazer nada, ou pelos sociólogos, bundólogos de plantão. 
E ainda manda tatuar no braço a imagem do Che Guevara. Enquanto isso a Globomissa vendida fatura R$ 9 bilhões, os banqueiros o dobro, o Lulla e o Sarney estão milionários, o Edson Lobão emprega o filho como senador no seu lugar, e tudo fica como sempre ficou, sujo, imoral, inoperante e mergulhado na farsa e na enganação. 
E ainda é obrigado a ver nos noticiários as cretinices da Marta Suplicy fazendo gênero e discutindo tolices com o marido em seções no Congresso. 
Isso é o Brasil, um bando de otários enganados, que vivem rindo, dançando e batendo palmas pro Faustão, pra Hebe Camargo, assistindo as novelas da Globo, acreditando nos noticiários maquiados, falando mal da ditadura e acreditando que o Brasil melhorou. Coitados.
Fonte: recebido por correio eletrônico
COMENTO:  "Coitados" nada!! A descrição do "noçopovo" está perfeita e ele não merece nada melhor do que aí está.

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