domingo, 22 de março de 2009

Estratégia Militar Para Bobos da Corte

por Arlindo Montenegro
O Partido Popular Socialista (ex-PCB, como nome trocado para ocultar sua origem stalinista), mandou um deputado de nome Raul Jungman, atacar o General Cesário e fazer uma defesa “patriótica” dos militares “republicanos” que ajudaram o Ministro que costuma se fantasiar de General, o Presidente, o Unger e todas as excelências que alinhavaram o estratégico END, para as Forças Armadas.
Há um dito popular que ironiza a ingenuidade nacional: “brasileiro só fecha a porta depois de roubado”. Quando o ladrão está dentro da própria casa, quando o ladrão é o mesmo “pai”, que mantém os filhos presos à pobreza e ignorância, não tem mesmo como fechar a porta. A defesa é fictícia.
Planejamento Estratégico com recursos suficientes para a execução, foi aquele plantado pelos controladores mundiais com o nome de Diálogo Interamericano, que gerou o Foro de São Paulo, até hoje desconhecido pela maioria esmagadora dos brasileiros, até há pouco tempo negado pelos cumpridores de “palavras de ordem comunistas” domésticas.
Quem leu o END? Quem entende de estratégia? Quantas autoridades em assunto militar temos? Pra bom leitor, pra quem aprendeu a interpretar texto na escola primária, o tal documento estratégico é um monumento de arrogância ideológica de esquerda, que submete as instituições militares universais ao tema político do preconceito classista.
Como diz o General Cesário em sua carta ao douto Jobim: “Em época de grave crise econômica, como a que atinge o país, apesar das tentativas de acobertá-la por parte do governo ao qual o Sr. serve, os melhoramentos materiais sugeridos serão, obviamente, postergados.” Ta na cara! Postergados ad aeternum! O custo é incalculável e inviável para esta economia!)
Ainda o General: “Mas, o cerne da estratégia e suas motivações políticas poderão ser facilmente implementados. Aí está a natureza essencial da END: atender à UNASUL, atender as diretrizes do Foro de São Paulo. Em última instância realizar a política dos velhos colonizadores, controladores financeiros do planeta.
Sun Tzu e Clausewitz devem estar gargalhando! Como pode uma nação que trabalha e produz tanto num pedaço de terra tão rico, ser tão idiotizada e enganada por tanto tempo? Como pode uma nação ser enrolada por um discurso que despreza a natureza histórica da humanidade. Como se pode chegar a uma submissão e desmoralização deste porte, dizendo amém?
É um monumento de arrogância ideológica porque ignora as relações internacionais e continentais, partindo para uma autonomia inviável no mundo globalizado. Por outro lado, como é político, ignora, nem faz menção à fonte de recursos econômicos necessários para sua implementação.
E bota recurso nisso! Nem precisa ser economista pra perceber a megalomania intrínseca do END. Seriam necessários muitos PIBs e muito saber científico e domínio de tecnologias que ainda não estão disponíveis, ou que ainda não dominamos. Dá um nó na garganta constatar que estão passando a rasteira mais uma vez, no interesse do internacionalismo capimunista.
Do mesmo modo como fizeram no STF com o problema da reserva contínua que interessa particularmente aos controladores da coroa britânica. Enrolaram durante anos e no apagar das velas apenas um Ministro, Marco Aurélio de Mello deu seu voto, claro e com todas as verdades em defesa da Nação e da Pátria. Verdades que todos os outros omitiram, preferindo o remendo que deixa ao Ministério da Defesa e instituições podres as decisões sobre a continuidade da pobreza dos índios e defesa do território.
O mesminho que estão fazendo com toda a cultura e educação, como estão fazendo com agricultores que de geração em geração desenvolveram técnicas, economizaram, adquiriram maquinários para produzir alimentos e pagar impostos. O mesmo que estão impondo às periferias miseráveis e aos pobres condenados a comer farinha d’água e buchada de bode.
Estamos vivendo sob o domínio de ladrões, estupradores, terroristas, assaltantes de bancos, gente que despreza o trabalho e não move uma palha em nossa própria casa, há muito tempo. Confiar em quem? Que bússola nos resta? Como defender-nos de tanta violência e mentira continuada?
Desarmaram os cidadãos, desarmaram as Forças Armadas, acabam de abrir as portas para a divisão do território nacional, estão dificultando a existência das propriedades agrícolas produtivas e empregadoras, subverteram todos os valores culturais, distribuem livros com mentiras e erros grosseiros aos estudantes, distribuem merenda escolar contaminada, acolhem bandidos internacionais, liberam da cadeia os bandidos nacionais, ignoram as leis, compram consciências... tudo impunemente!
Na condição de brasileiro, mistura aborígene, negra e branca, elejo a condição humana e a pátria dos ideais democráticos, com a sensação de objeto fossilizado. Útil apenas para o estudo de possíveis, não prováveis, arqueólogos futuros. Um bizarro e insignificante traço cultural, sujeitinho teimoso, resistente entre poucos, agradecido à Inteligência Universal pela vida que me coube viver.
Até quando os entreguistas e bobos da corte nos farão sofrer de desgosto? É preciso Pensar Brasil e virar este jogo. Antes que as melancias apodreçam sem perceber.
Arlindo Montenegro é Apicultor.
Fonte: Alerta Total

Um comentário:

Odilson Cardoso disse...

Nestas linhas que aqui insiro tento mostrar toda a minha preocupação com o amanhã de nossa Pátria amada.

Estudei na minha adolescência no Colégio Pedro II, considerado um colégio padrão, lembrando que antes dos alunos irem para a sala de aula deveriam formar no pátio, perfilando-se do mais baixo para o de maior altura a fim de entoarem o Hino Nacional Brasileiro, visualizando o pavilhão verde-amarelo subir no mastro; depois cantavam o hino do colégio e outro que o diretor escolhia (Cisne Branco, Exército, Proclamação da República, Independência etc.).

Era uma manifestação, aprendizado e exercício do patriotismo... Muito bonito e emocionante. Quando os professores entravam na sala de aula os alunos ficavam em pé num sinal de reverência e respeito e só sentavam quando eram autorizados. Todos que saíam do colégio tinham um profundo embasamento cultural, realmente preparados para a vida.

O que vemos hoje... Jovens semi-analfabetos, irreverentes, mal educados, verdadeiros mentecaptos, que não sabem a letra do Hino Nacional, não conhecem o verdadeiro significado de ser patriota, cultuando as substâncias entorpecentes, o funk, rap e outras porcarias. São violentos e, muitas vezes, em grupos, agridem outras pessoas mais fracas.

Meu Deus! Eles são o amanhã do Brasil. É isso que os antipatriotas de esquerda estão fazendo, ou seja, destruindo a nação, inserindo hábitos e conceitos corrosivos, vilipendiando os bons costumes, alienando a juventude para não terem contestadores de sua incapacidade e desonestidade.

Lembro perfeitamente dos governos militares (em 1964 eu tinha 16 anos), me tornando adulto na sua vigência. Havia no país respeito às instituições, à família, aos mais velhos e, também, amor à Pátria. O Brasil era um país feliz e seu povo não sabia...

Quanta saudade. Hoje campeia o desrespeito e a grande maioria não tem patriotismo. O que será do Brasil amanhã? Mas, ainda há tempo de homens decentes, honestos e patriotas tentarem mudar este contexto; será difícil, mas não é impossível. Acorda Brasil!!!