segunda-feira, 26 de maio de 2008

Destruição da Nação Brasileira


No Brasil, há um indisfarçável movimento para destruir a Nação, que foi construída em cinco séculos, a fim de se criar outra, dentro de um conceito do NOVO. Dentro dessa filosofia, os antigos valores devem ser esmagados, para que um NOVO VALOR, FALSO, SEJA O FAROL DA SOCIEDADE. Assim, foi tentado pelo mundo afora.
Só um pouco de história. Na revolução francesa, mataram o rei e destruíram os túmulos dos BOURBONS na tentativa do NOVO. Na Rússia, mataram a família do TZAR e criaram o NOVO na figura de LENINE. No AFEGANISTÃO destruíram as grandiosas estátuas de BUDA.
Aqui, no BRASIL, reescreveram a HISTÓRIA e todo o passado foi para o lixo. O brasileiro perdeu sua alma. Não somos mais o amálgama de três raças, mas um produto da raça branca que matou e explorou o negro e o índio. Prega-se que temos duas sociedades: a dos exploradores e a dos perseguidos. Destruíram nossos heróis, que foram substituídos por criminosos estrangeiros.

No jogo do interesse político, vamos assistindo à destruição da última INSTITUIÇÃO que seria capaz de fazer face ao que desejam - A POSSE DO PODER para sempre, por uma minoria que se faz de NOVA e que não é mais do que uma cópia do que foi mostrado acima. O objetivo é a destruição das FORÇAS ARMADAS.
Vejam os argumentos abaixo e tirem suas conclusões:

 Afastamento das Forças Armadas de qualquer decisão política, com a criação do Ministério da Defesa;
B – Criação ilegal de uma Força Nacional de Segurança para substituir as FA nos casos de segurança interna (Roraima é o mais novo exemplo);
 Fortalecimento político do Ministério da Justiça em todos os casos de segurança interna, objetivo de todos os regimes de forças da esquerda no mundo;
 humilhação até com atos de indisciplina;
– corte de verbas para as três Forças até que sejam extintas para que possam ser criadas outras;
 medidas que permitem o afrouxamento da disciplina como fizeram em todos os países que caíram na cantiga do NOVO e, agora, um estudo para reformular todo o sistema militar adotado no País. Fala-se que teremos um sistema tipo americano, onde cada área poderá ser comandada por qualquer oficial, não interessando sua origem.
A nossa história já teve um período ameaçador, quando tivemos aqui a missão francesa. Queria-se adotar uma doutrina estranha para o nosso País. Os oficiais daquela época, particularmente, os que compunham a Missão Indígena reagiram, pois éramos BRASIL e não França. Agora, nova ameaça e quem vai orientá-la é um ministro que fala pessimamente o português e sua cultura é americana. Será auxiliado por um juiz. Não estamos citando o nome do que parece estrangeiro para não manchar o documento. É aquele que chamou o governo, do atual presidente, de o mais corrupto do mundo e agora é seu serviçal, capaz, até, de entender da AMAZÔNIA e não mais de HARVARD. E, “sábio”, sugeriu aqueduto para levar água da Amazônia para o Nordeste.
OU REAGIMOS OU SEREMOS ENGOLIDOS pela mediocridade. A destruição encontra-se em marcha e a triste constatação é de que: no governo atual sete Ministros perderam o posto por serem denunciados pelo Procurador Geral da República. Salve-se a senadora MARINA SILVA, que saiu de cabeça erguida e apagou a luz.
Mas fica-nos o alentado alívio de que nenhum oficial general está envolvido em dossiês, corrupção em banco, ou outras trapalhadas.
Fonte:  Grupo GuararapesESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.511 CIVIS – 46 da Marinha – 453 do Exército – 44 DA FAB total 2.054. In memoriam 30 militares e 2 civis. batistapinheiro30@yahoo.com.br - Fortaleza, 20/05/2008

domingo, 25 de maio de 2008

Nossas Autoridades Querem Respeito: só Isso

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por Márcio Accioly
Vejam só que absurdo: representantes de nossa democracia, baluartes do “Estado de Direito” vigente no Brasil, já não são mais respeitados como antes. Por isso, está coberto de razão o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), que reclamou junto ao ministro Gilberto Gil (Cultura), na última sexta feira (23), de problema muito sério.
Como todos têm conhecimento, não se deve brincar com autoridades no Brasil. Desavisados buscam maneiras de levá-las ao ridículo. Aqui, se há grupo preocupado com o desenvolvimento do País, além do fortalecimento moral de nossas instituições, são justamente as autoridades que nos representam.
E com o quê está preocupado o excelentíssimo senhor senador? Com a possibilidade de aplicação de dinheiro público em filmes que retratem ex-presidentes em situação, digamos, desconfortável.
Ele se referiu claramente a um deles, rodado pelo diretor José Eduardo Belmonte, no qual assaltantes armados utilizam máscaras de José Sarney (PMDB-AP), Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e FHC (PSDB-SP). É possível, até, que seja criada uma lei para coibir tais abusos.
Isso, porque o Brasil é país sério, no qual seus homens públicos se sacrificam de forma desmedida para lutar e defender cidadãs e cidadãos que trabalham quase seis meses para pagar impostos, todos os anos, a fim de sustentar essa gente.
Nos EUA, em 1991, foi rodado um filme estrelando Keanu Reeves e Patrick Swayze, “Caçadores de Emoção” (Point Break), retratando uma gangue de ladrões de bancos que se autodenomina “Os ex-presidentes”.
Ali, membros da quadrilha cometem assaltos com máscaras dos ex-presidentes Lyndon Johnson (1963-69), Richard Nixon (1969-74) e Ronald Reagan (1981-89).
Apesar disso, o império norte-americano não se desmontou (muito pelo contrário, continuou matando e roubando os países ricos em reservas naturais da mesma forma), nem o conceito dos ex-presidentes piorou ou melhorou, pois existem centenas de publicações a respeito de todos eles, à disposição dos interessados em história.
Quem iria mudar seus conceitos com relação a Sarney, Collor e FHC, por conta de um mísero filme?
Sarney (1985-90), que foi acusado dos maiores desvios e roubos já praticados na Presidência da República, teve pedido de impeachment arquivado pelo então pefelista Inocêncio Oliveira, na hora em que assumiu interinamente a Presidência da Câmara dos Deputados, cujo titular era Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).
Collor (1990-92), afastado por impeachment, viu todos os processos a que respondia serem arquivados no STF – Supremo Tribunal Federal -, ficando o dito pelo não dito. Deveriam encontrar, isso sim, uma fórmula que lhe permitisse voltar ao Palácio do Planalto e terminar o mandato injustamente (na opinião do STF), cassado.
Já FHC (1995-2003), o que encontraram de negativo (ou positivo), contra sua ex-excelência? Nada vezes nada. Agora, até a CPI dos Cartões Corporativos, que deveria apurar alegados milhares de reais gastos com filhos que teve com Mirian Dutra e a cozinheira do então senador Ney Suassuna (PMDB-PB), foi sepultada em acordo.
O Brasil deve dar lição de moralidade ao mundo. Mostrar que com autoridades não se deve brincar. Daqui a pouco, se permitirem, vão fazer filme ou paródia com o próprio filho de Arthur Virgílio (o Arthur Bisneto), que, dia desses, embriagado, foi na Grande Fortaleza (CE), e baixou as calças na exibição de suas nádegas a transeuntes.
Afinal, a região glútea é dele e ele mostra a quem quer. Ninguém tem nada a ver.
Márcio Accioly é Jornalista
Fonte:  Alerta Total 
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Agora é Oficial: Gobierno Dice que "Tirofijo" Está Muerto


"Tirofijo" sí está muerto. Hasta las últimas horas de ayer todo parecía ser un nuevo rumor pero el Gobierno confirmó la noticia al finalizar la tarde.
A las muertes de Pedro Antonio Marín, alias "Tirofijo", ya la opinión pública estaba acostumbrada pues nunca se había admitido, con la certeza de esta vez, que el máximo y legendario líder de las Farc había fallecido, así que las noticias sobre sus muertes no dejaban de ser fantasmas pasajeros en las páginas de los periódicos.
Esta vez es real. Minutos antes de las 6:00 de la tarde, el Almirante David Moreno, jefe del Estado Mayor de las Fuerzas Armadas, leyó un comunicado de prensa ante los medios de comunicación para confirmar que alias "Manuel Marulanda" estaba muerto.
El comunicado asegura que el guerrillero murió el pasado 26 de marzo a las 18:30 y que las causas de su muerte están por confirmarse. Asimismo, dijo que las Farc habían designado como sucesor a Alfonso Cano.
"Conocimos que siguiendo su tradicional política de desinformación las Farc no han informado de este hecho a todos sus integrantes", agregó la comunicación oficial.
En el mismo documento el Ministerio de Defensa retó a esta guerrilla a que confirmara la muerte de alias "Tirofijo" o que demostraran lo contrario.
Marulanda, de 78 años, dirige las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Farc) desde hace 40 años.
La última vez que se le vio con vida fue durante las frustradas negociaciones de paz con el gobierno del presidente Andrés Pastrana entre 1998 y 2002.
Se creía rumor
Desde temprano la prensa había comenzado a informar el hecho a raíz de una entrevista concedida por el ministro de Defensa, Juan Manuel Santos, a la periodista María Isabel Rueda, de la Revista Semana.
En ella, el Ministro indicaba que el guerrillero, según información de "fuentes que nunca nos han fallado", habría muerto el 26 de marzo de este año al sufrir un paro cardiaco.
Muchas veces Pedro Antonio Marín fue un difunto sin cuerpo. Desde 1964 se comenzó a especular sobre su muerte cuando el Ejército realizó el ataque a Marquetalia, Tolima. Desde entonces, el guerrillero había perdido la vida por tiros de fusil, tuberculosis, heridas gangrenadas, fallas cardiacas y hormigas venenosas.
Las mismas Farc en su página de Internet hicieron en su momento un recuento de las muertes de su comandante. Decían, por ejemplo, que luego del "deceso" en Marquetalia, a "Tirofijo" le había llegado la muerte a finales de 1965 en el municipio de Ataco, Tolima, en otro enfrentamiento con los militares.
El recuento pasa al 13 de junio de 1983, día en que el periódico El Siglo sostuvo que el "Manuel Marulanda" que firmaba los comunicados en nombre de las Farc, no era el auténtico "Tirofijo", porque el verdadero estaba muerto.
Años más tarde, en una fecha sin precisar, la muerte le llegó al comandante por hormigas de monte de veneno letal.
Ya en 2004, con la certeza de que estaba vivo para 2001 porque lo habíamos visto todos en San Vicente del Caguán, la periodista Patricia Lara aseguró en un artículo de la revista Diners, que "Tirofijo" estaría al borde de la muerte, consumido por un voraz cáncer de próstata.
La más reciente noticia fue el 24 de enero de 2008, donde el diario brasileño Correio Braziliense publicó una versión que hablaría de "fragmentación" dentro de las Farc, originada en un supuesto cáncer terminal que padecería el jefe del grupo ilegal armado.
Así lo confirmó el Ministerio de Defensa
Este es el texto completo del comunicado leído por el Almirante David Moreno, jefe del Estado Mayor de las Fuerzas Armadas.
“Bogotá, 24 de mayo de 2008
El Ministerio de Defensa se permite comunicarle a la opinión pública que a través de diferentes medios de inteligencia militar nos enteramos de que Pedro Antonio Marín alias ‘Manuel Marulanda o Tirofijo’, principal cabecilla de las Farc, está muerto.
‘Tirofijo’ según esta información, murió el 26 de marzo pasado a las 6 y 30 de tarde.
Las causas de la muerte están aún por confirmar.
En los días en que se presentó la muerte de ‘Tirofijo’ la Fuerza Pública realizó una serie de operaciones y bombardeos en diferentes áreas de La Uribe en el departamento del Meta. La primera en el cerro El Purgatorio, la segunda en la laguna de Los Osos y la tercera en la cabecera del río Papaneme. La información que teníamos era que Marulanda se encontraba allí. Sin embargo, ninguna de estas operaciones se realizó en la fecha en la que se reporta la muerte de Marulanda.
Sabemos que entre las Farc la versión que se maneja es que murió por causas naturales, específicamente por un paro cardiaco y que designaron como su sucesor a Alfonso Cano.
Conocimos además que siguiendo su tradicional política de desinformación las Farc no han informado de este hecho a todos sus integrantes.
Esperamos que como es costumbre las Farc no nieguen la verdad, en este caso la muerte de ‘Tirofijo’. Si van a decir que la información que tenemos no es cierta, que lo demuestren.
Así la muerte de Marulanda haya sido en un bombardeo o por causas naturales este sería el mas duro golpe que ha sufrido este grupo terrorista, por cuanto ‘Tirofijo’ era quien mantenía cohesionada esa agrupación delictiva.
Pedro Antonio Marín, alias ‘Tirofijo’, manejó este grupo terrorista por mas de 40 años en una lucha infructuosa y demencial por tomarse el poder, cosa que no logró, ni lograrán las FARC, y que lo único que le ha dejado al pueblo colombiano ha sido sufrimiento y dolor”.

Fonte:  Jornal El Colombiano - 25 Maio 08
COMENTO: Que el compañero Lúcifer le sea muy amable, a su manera!!!
As FARC confirmam a morte de Marulanda:


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sábado, 24 de maio de 2008

Pesquisa do IBGE - Arma do Governo Lula

Um ponto de vista interessante
por Sonia Van Dijck
Caros amigos,
Nos últimos dias, 2 questões me intrigam:
1) qual o objetivo do governo Lula-PT-aliados com os resultados no censo do IBGE sobre o modo de viver e consumir das famílias brasileiras?
2) por que tanto silêncio na imprensa sobre esses objetivos?
Pelo que tenho acompanhado na mídia, as notícias são apenas informativas e apoiadoras; nada de análise dos objetivos da pesquisa e nem de esclarecimento acerca do uso dos dados recolhidos... O maior interesse da imprensa e da televisão está em convencer o cidadão a abrir a porta da casa aos agentes do IBGE e prestar todas as informações solicitadas
A coisa está me parecendo mais Big Brother - para lembrar o clássico 1984...
Ninguém vai me convencer de que o governo Lula não sabe: onde não há saneamento básico; onde não tem energia elétrica; que os preços do feijão, do arroz, do pão e dos combustíveis estão pela hora da morte; que o sistema público de saúde e de educação são uma meleca que até faz vergonha a países menos desenvolvidos; que há prostituição infantil; que há corrupção dos figurões aliados do governo que roubam verbas públicas; que há favelas miseráveis com cidadãos honestos dominados pelos traficantes de tóxicos; que Lulinha, filho do Presidente, virou milionário repentino e que Vavá, o irmão "lambari", ficou rico com falcatruas com tráfico de influência; que menores consomem craque na vizinhança das delegacias; que há delegados, policiais, juízes corruptos e impunes; que o transporte público é vergonhoso; que há desmatamento ilegal e comércio de madeira ilegal; que a Amazônia está sendo devastada; que nossas fronteiras estão desprotegidas; que os dirigentes das ONGs deitam e rolam e ficam ricos com verbas públicas sem prestação de contas; que o MST e seus derivados invadem e destroem propriedades privadas legítimas, apenas para abalar a sociedade e prejudicar quem contribui para com o PIB; que o MST e seus derivados não têm personalidade jurídica, são clandestinos diante da Lei, apesar de recebidos com pompa e circunstância pelo presidente Lula, no Palácio que pertence ao povo que paga impostos altíssimos para manter a República; que os magistrados protegem os poderosos aliados do governo Lula (basta lembrar o mais recente caso escandaloso de proteção dada ao tal Aparecido, o peão petista que divulgou os dados sigilosos do governo FHC); que a CUT e a Força Sindical não passam de entidades pelegas e que o sindicalismo acabou se transformando em uma via para o enriquecimento ilícito de suas lideranças; que há uma epidemia de dengue; que a tuberculose e a a lepra são assustadoras no Brasil da febre amarela escamoteada pelo governo; que não há política de segurança pública e, por isso, o cidadão é vítima do crime diariamente nas grandes e nas pequenas cidades; que vários de seus ministros caíram por acusação de corrupção; que a santa Tereza Marina da Amazônia é casada com um cara pra lá suspeito em crimes que atentam contra a República; que a ex-ministra santa Tereza Matilde da Negritude do Free Shopping pisou na bola na gastança do dinheiro público em alguns luxinhos burgueses abomináveis para os proletários espertos chiques de charutos importados do PT.
Será que o governo Lula não sabe nada disso e não sabe quais são os principais problemas nacionais, para elaborar um plano de administração da República? Suponhamos que sabe, até pelo fato de poder defender e manter e ampliar o Bolsa Família e mais qualquer bolsa eleitoreira que decida criar, pois quando se trata das bolsas-petistas o governo Lula faz de conta conhecer bem a realidade brasileira, ainda que pela ótica torta de seu socialismo fajuto.
O governo Lula diz conhecer o Brasil na hora de defender e ampliar as bolsas clientelistas e na hora de subir nos palanques do PAC, para inaugurar promessas de obras, que ainda nem saíram (e nem sairão) do papel... Lula, normalmente, viaja e faz comícios ao lado da ministra Dilma para inaugurar promessas - até agora, tudo não passa de promessas de projetos do PAC - nada saiu do papel e da verborragia palanqueira de Lula e de sua discípula aplicada Dilma, com sonhos de presidência (sonhar não paga imposto... só gasta comício... e verborragia.. e verba para transportar a claque do comício, que come um sanduíche e bebe um refrigerante em troca de fraudar o futuro do Brasil.
Portanto, o governo Lula sabe as prioridades das políticas públicas - se não soubesse, não ampliaria indecentemente o tal Bolsa Família e nem estaria nos comícios de campanha eleitoreira do PAC. E está em fase de arrecadação fantástica de impostos e tarifas públicas - nadando em dinheiro, para ofertar à devoração das piranhas da corrupção... e da campanha das próximas eleições...
Mas, uma coisa é saber quais as prioridades das políticas públicas (até pelo fato de os assessores esclarecerem) - outra coisa é governar de acordo com os desafios das necessidades das políticas públicas e o programa político de desmonte da sociedade, incluindo a desmoralização de suas instituições legítimas... (Gramsci)
Ora, pois, por que essa invasão da privacidade da família brasileira? por que a família brasileira tem que dizer o que come no almoço e no jantar - se é que tem almoço e jantar... -, o quanto gasta no cartão de crédito, o quanto tem de altura e de peso cada um de seus componentes? Será que Lula precisa, para governar, saber se a família comeu salada de alface e se consumiu profiterolles na sobremesa ou se botou água em alguns grãos de feijão para enganar a fome de 4 ou 5 pessoas? Será que todos os presidentes de países desenvolvidos invadem a privacidade das famílias para governar?
Ou será que o que Lula quer saber é quem tem alface na salada e profiterolles na sobremesa, para nivelar por baixo? Lula come muito bem, mas odeia quem não passa fome - só Freud explica e Lula nunca leu Freud... mas padece da síndrome do miserável que se deu bem com algumas jogadas contra um monte de incautos e quer fazer justiça arrombando seus pseudo-inimigos (com os quais, no fundo, se identifica no bem bom da vida, ainda que não diga isso nos palanques das promessas do PAC...)
E Lula já disse aos brasileiros como são os banquetes da família imperial Lula da Silva lá no Alvorada - agora, parece, na paradisíaca Granja do Torto???
Falta pouco para Lula mandar o IBGE fazer pesquisa acerca de quantas vezes por semana o homem faz sexo com a mulher oficial na nova família brasileira e quantas vezes faz sexo pulando a cerca... - o Big Brother quer saber tudo e tem o IBGE sob seu comando.
Você tomou cafezinho no intervalo do trabalho? trepou com a secretária no horário do almoço? comeu ovos fritos no café da manhã ou saiu de barriga vazia e sonhando com a gostosona da portaria? - diga isso no formulário do IBGE - Lula precisa saber. Se trepou com a outra pode ser do interesse do governo Lula...
Não dá para confiar em um governo que faz várias tentativas, com seus prepostos e seus peões, de censurar a imprensa (a liberdade de expressão). Não dá para confiar em um governo que quer invadir a privacidade do cidadão, a ponto de querer saber o que ele almoçou ou se tomou um cafezinho no intervalo do trabalho. Não dá para confiar em um governo que corta verba de segurança pública e de saúde, e deixa o cidadão na mão do crime organizado e na miséria da fila do SUS e permite o aumento do preço dos remédios, para beneficiar os laboratórios estrangeiros. Não dá para confiar em um governo sem política decente de saúde pública e que permite a exploração dos cidadãos, inseguros e amedrontados, promovida pelos planos de saúde privados. Não dá para confiar em um governo que defende o biocombustível, enquanto milhares de crianças morrem ou crescem imbecilizadas por falta de nutrição, ou enquanto faz vistas grossas aos latifundiários que destroem o pantanal, o cerrado e a amazônia e deixa todos impunes. Não dá para confiar em um governo que deixa crianças índias morrerem de subnutrição e por falta de assistência médica, e diz que é justo demarcar reserva indígena em área contínua na fronteira brasileira. Não dá para confiar em um governo que repassa verbas para ONGs que dominam territórios no norte do Brasil, onde brasileiros só entram com salvo-conduto e no qual os índios aprendem a falar em inglês e a acreditar no Deus defendido por Lutero e ou por Calvino, a depender da confissão da ONG que tenha domínio do pedaço - não dá pra acreditar em um governo que fala em preservação da cultura indígena com tão grande cinismo.
Não dá mesmo para acreditar em tantas falsidades de um governo, seu partido e sua base aliada no Congresso comprado-com-mil-favores-e-cargos Nacional.
E qual será o objetivo do governo Lula (aliado das FARC, submisso a Evo Morales, admirador de Chávez, seguidor dos velhos princípios de Fidel) com o levantamento sobre o modo de viver e de consumir da família brasileira, que começa a ser executado pelo IBGE? como serão usados os resultados?
Não vamos esquecer que o governo Lula, beneficiário do atual censo do IBGE, é o governo que dividiu a sociedade brasileira em brancos e negros, tornando oficial a política racista, através da tal política de quotas.
Em minha casa não vai entrar agente do IBGE, para saber o que como no almoço ou no jantar, se faço lanche ou tomo cafezinho no shopping ou no intervalo das tarefas cotidianas, quanto peso e qual é minha altura e o quanto gasto no cartão de crédito ou pago de juros no cheque especial e no pagamento do plano de saúde.
Como sou professora universitária aposentada, o governo Lula deve saber muito bem qual é a qualidade de vida que me tem determinado - não vou receber agente do IBGE e nem responder vários formulários e nem tenho tolerância para ter um elemento estranho bisbilhotando minha vida para um governo que poderá usar as informações contra mim - meu peso e minha altura são assuntos relativos a meu médico (tanto quanto meu colesterol e minha taxa de glicemia), pago pelo meu plano de saúde caríssimo, porque o SUS é uma merda para chanceler alemã acreditar que o Brasil é civilizado.
O Big Brother só vai invadir minha privacidade com ordem da Justiça (fajuta e desacreditada depois da mais recente proteção ao tal Aparecido do caso do dossiê fajuto contra FHC) - obedecerei, para não ser presa - se for o caso - afinal, contribuinte sempre se lasca e criminoso sempre se sai bem e na maior... desde que seja participante do governo Lula.
Não pretendo ser colaboradora do socialismo canalha do PT e seus aliados. Jamais vou dizer ao governo Lula como vivo e o quanto gasta minha família e o que comi no almoço ou no jantar - Lula não paga meu almoço e nem meu jantar.
Peço que repassem minha declaração, esperando que outros brasileiros não forneçam informações ao governo Lula-PT.
Ninguém pode se esquecer como foi o processo de Hitler para a tomada do poder - pensem em Lula e no PT ... e o que pode ser feito contra nós mesmos com os dados da pesquisa do IBGE...
Fonte:   Reservativa - 20/05/2008

Exercício de Cidadania

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                             Parte nº 564/CGEGAR/
                             Brasília, 15 de maio de 2007.
                             Do Coronel Aviador Narcelio Ramos Ribeiro
                             Ao Exmo. Sr. Comandante-Geral de Operações Aéreas
                             Assunto: Falsa queima de arquivo na Base Aérea de Salvador
1. Informo a V. Exa., que estou processando a Rede Globo e o Estado Brasileiro por danos morais, decorrente das reportagens relativas ao (conforme afirma a justiça) 'teatro de péssimo gosto', que ficou conhecido como 'queima de arquivos na Base Aérea de Salvador'.
2. Nesse sentido, utilizarei de todos os meios legais e éticos para reparar os danos causados pelas reportagens em lide e para divulgação dos fatos verdadeiros.
3. Essa minha atitude deve-se aos seguintes motivos:
a) para quase todos brasileiros e, até mesmo, para o efetivo da Aeronáutica, a BASV destruiu documentos;
b) a verdade, que prevaleceu, foi a que a Rede Globo 'colocou no ar', apesar da justiça chegar a conclusões opostas à versão noticiada pela emissora em tela; e
c) o mais importante, os quase 1100 homens e mulheres que faziam parte da guarnição da Aeronáutica em Salvador (além do pessoal da reserva, pensionistas e reformados) estão sob suspeita até os dias atuais e, portanto, cabe a mim, como Comandante daquele período, defendê-los ou responder pelos atos ocorridos dentro daquela Organização Militar.
4. Os arquivos colocados na BASV, representam uma nova modalidade de crime, em que os criminosos não se contentam apenas em cometer o ato, juntam-se a inocentes e a pessoas desonestas para imputar a culpa a outrem. É o crime coletivizado, democratizado, que tem força para tentar sobrepujar as decisões dos magistrados e para desacreditar o trabalho do Ministério Público e as investigações da Polícia Federal. Num português polido poderíamos chamá-los de neocriminosos. Para mim são bandidos.
5. Fatos como esse, quando atingem aos objetivos planejados, resultam na destruição de pessoas honestas, de famílias, de instituições, na vitória do crime e no aumento da sensação de insegurança.
6. Outrossim, informo a V. Exa., que a minha atitude está amparada no Art. 5° (cláusula pétrea), inciso X da constituição (são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação).
7. Por oportuno, sinto-me no dever de registrar, que, durante todo o período em que durou as acusações contra a BASV, as mulheres e homens de todo o contingente da Aeronáutica em Salvador tiveram comportamento baseado na ética, honestidade, confiança recíproca, profissionalismo, dedicação e nos pilares que sustentam nossa instituição (hierarquia e disciplina). Em instante algum, alguém deu entrevista ou ficou do lado dos criminosos. Ao contrário, foram atitudes exemplares, norteadas pelos padrões de valores absolutos da sociedade brasileira.
NARCÉLIO RAMOS RIBEIRO Cel Av
Chefe do Centro de Guerra Eletrônica do COMGAR
Comentário da fonte: Apenas lamento que o documento abaixo não tivesse sua divulgação feita há mais tempo. Creio ser da mais alta importância não deixar sem resposta as aleivosias que são arguidas contra nós. O Cel Av Narcélio está de parabéns pela atitude tomadaPena que os meios de comunicação, sempre tão rápidos em ofender e atacar as Forças Armadas, não tenham a dignidade de reconhecer seus erros.
Fonte: Navegação Programada
COMENTO: Eis aí um exemplar em extinção: um líder que se preocupa em defender seus comandados, além de não acovardar-se sob o argumento de "evitar polêmicas". Essa é a atitude que deveria ser tomada por todos os chefes quando vêem sua Instituição ser enchovalhada!!
Parabéns, apesar do atraso, ao Cel Narcélio!!

Bispo Porralouca Diz Que Agressão a Engenheiro Foi ’Ato de Defesa’

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O bispo da prelazia do Xingu e presidente do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Erwin Krautler, que é acusado por várias pessoas de instrumentalizar a população indígena até mesmo contra autoridades brasileiras, fez uma declaração de que até Deus duvida.
Segundo ele, os facões adquiridos por um padre espanhol e usados pelos índios para agredir covardemente o engenheiro da Eletrobras, "são uma ferramenta usada como adereço em suas manifestações".
Krautler disse também que, apesar de ser contra "qualquer agressão, qualquer derramamento de sangue", viu o fato como "uma defesa" dos indígenas.
"Os índios se sentiram provocados", afirmou.
Fonte:  Claudio Humberto - 24/05/2008
COMENTO: Esse suposto bispo (cujo nome indica sua origem genuinamente brasileira) e o tal padre espanhol que adquiriu os "adereços" para os seus índios teledirigidos deveriam ser submetidos a uma sessão demonstrativa, em praça pública, da singeleza daqueles artefatos.
Uma meia dúzia de "pranchaços" em cada um, com certeza lhes colocaria as idéias no lugar!!!
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Quando as Quadrilhas se Organizam

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por Márcio Accioly
A prometida e esperada acareação, entre o ex-secretário de Controle Interno da Casa Civil José Aparecido Nunes Pires, e André Fernandes, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), não aconteceu, nem irá.
O governo e a “oposição” (entre aspas), vejam só, com velocidade além da esperada, fecharam acordo rapidinho para que a CPI dos cartões corporativos acabasse. Pois não é que a dita cuja morreu sem choro nem vela?
“Oposição”, neste país, serve para isso. Quem não se lembra do PT pregando ética e moral, nas palavras do deputado federal José Genoíno (SP), à época em que era oposição? O parlamentar, que de genuinidade nada deixa transparecer, era conhecido nos corredores e no Salão Verde da Câmara como “mariposa”.
Não podia ver um pau de luz de TV que corria atrás desesperado. Depois do escândalo do PT, aquele no qual sua excelência foi indiciado com mais 39 figurantes, Genoíno anda se escondendo de tudo e de todos, perdeu de vez a credibilidade, em desmoralização generalizada.
Mas, antes mesmo daquele escândalo do mensalão, quando se envolveu na história de mal contados empréstimos com o “publicitário” Marcos Valério (o carequinha de Minas Gerais), o deputado José Genoíno foi denunciado num livro do coronel da reserva Lício Ribeiro, como traidor e dedo-duro.
Antes de arruinado na história dos empréstimos com Marcos Valério, Genoíno falava alto e forte e era venerado como espécie de santo. Danado é que tudo aconteceu de uma só vez: porque em cima das acusações do coronel e da história enrolada de sua passagem pela presidência do PT, ainda teve o caso da cueca.
Como se recorda, um irmão de sua excelência, José Nobre Guimarães (PT), à época deputado estadual pelo Ceará, teve um assessor preso no aeroporto de Congonhas (SP, José Adalberto Vieira da Silva), quando tentava embarcar para Fortaleza com 100 mil dólares na cueca e 200 mil reais numa mala.
O fato aconteceu no dia 8 de julho de 2005 e fez com que Genoíno, finalmente, apeasse da presidência petista. Nobre é hoje deputado federal.
Inimagináveis desgraças aconteceram com o Partido dos Trabalhadores, depois que assumiu o poder: os podres vieram à tona. Na realidade, pelo que se observa, todas as cobranças efetuadas pela legenda, quando era oposição, não passavam de teatrinho.
Como teatrinho é o que vem fazendo o PSDB, tentando recuperar o comando do país. Efetua denúncias exatamente iguais às de seu sucessor. Mas, no engrossar do caldo, espirra gente pra tudo que é lado, pois ninguém é tolo de se deixar flagrar ostentando rabo de palha capaz de circundar o mundo.
Quando criaram essa pervertida CPI dos Cartões Corporativos, as acusações do PSDB ameaçavam rolar cabeças. Nada aconteceu. Nada se investigou, por exemplo, a respeito do ex-presidente FHC (1995-2003).
Apontam sua ex-excelência como tendo gasto milhares e milhares de reais para financiar despesas do filho com a jornalista Mirian Dutra (Rede Globo), a quem enviou (os dois, mãe e filho), para a Espanha, desde que assumiu o Ministério das Relações Exteriores na gestão Itamar Franco (1992-95).
Também nada foi levantado com relação às despesas de seus auxiliares, notadamente o ex-ministro Paulo Renato (Educação), que cuidava de pagar passeios com a namorada na utilização dos tais cartões corporativos.
Suado dinheiro do brasileiro que trabalha quase seis meses por ano no pagamento de impostos, sustentando elite insensível, perdulária e covarde.
Por conta de indecorosa mistura que a todos nivela, em suja aparência mercenária, desmontam-se as instituições e a corrupção se banaliza. Não há o que discutir quando crimes e falcatruas são sepultados em imorais acordos, na conciliação de superiores e espúrios interesses. Caminhamos para a fase do salve-se quem puder.
Márcio Accioly é Jornalista.
Fonte: Alerta Total  
COMENTO: Lamentável constatar a situação de lideranças políticas hegemônicas no cenário nacional conquistadas por PT e PSDB - sabidamente as duas faces da mesma moeda podre representativa do velho comunismo - que fingem pelejar publicamente enquanto, de forma solerte e insidiosa acertam acordos para protegerem-se mutuamente.
Este fato, aliado à volta ao parlamento (em minúscula mesmo) dos vários envolvidos nos diversos escândalos que se sucedem de forma a encobrir o imediatamente anterior - vide os citados Genuíno, seu Nobre irmão, os demais 39 mensaleiros (Palocci e o caso do caseiro, João Paulo e o incrível pagamento de sua TV a cabo, etc.) - nos fazem recorrer à já conhecida charge do excelente cartunista Sponholz (http://www.sponholz.arq.br)


sexta-feira, 23 de maio de 2008

TCU Condena Militares do Exército por Fraude.

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O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou solidariamente sete militares e ex-militares do Exército a devolverem ao Tesouro Nacional R$ 2.081.311,63, valor atualizado, por fraude no sistema de pagamentos do Exército.
O problema foi detetado em 2002. O programa de informática do Centro de Pagamento do Exército (CPEx) foi alterado e foram incluídos 55 pensionistas de forma irregular na folha de pagamentos. Há indícios de que os beneficiados sejam parentes dos oficiais envolvidos na fraude.
Os responsáveis também foram multados individualmente e inabilitados para exercerem cargo em comissão ou função de confiança na administração pública. As multas variam de R$ 50 mil a R$ 30 mil, e os militares têm 15 dias para comprovar o recolhimento dos valores ao Tesouro Nacional. A cobrança judicial foi autorizada. Cabe recurso da decisão. Cópia da documentação foi enviada ao Superior Tribunal Militar (STM). O ministro Marcos Bemquerer Costa foi o relator do processo. Vamos aos nomes, citados no Acórdão do TCU:
a) Major Int Sérgio de Lima Alves;
b) Major Int Waldelino Cândido Rosa Júnior;
c) Major Int Gerson Osmar Bruno Magalhães Senna;
d) Capitão QCO Flávio Cavalcante Salomão;
e) Capitão Int Alexandre Teixeira da Silva;
f) Sargento Cav Luiz Ricardo Nazareth da Fonseca (licenciado a pedido em 2002);
g) Sargento Art Eliermes Barbosa Oliveira (licenciado a bem da disciplina em 2007).
Segundo a Plataforma Lattes, o capitão Flávio Cavalcante Salomão atualmente é Professor do União Pioneira de Integração Social (UPIS) e Professor do Associação Internacional de Educação Continuada (AIEC).

COMENTO: As Forças Armadas são parte da sociedade e possuem integrantes de todos os matizes em termos de moral e honestidade de propósitos mas, diferente de outros segmentos sociais, quando são detetados erros em seu seio, geralmente os culpados são punidos - após os ritos de ampla defesa - conforme determina a lei e não acobertados como se vê em outras instituições como as integradas pelos "políticos".
ATUALIZAÇÃO 1:  
1ª AUDITORIA DA 11ª CJM
PROCEDIMENTO ORDINÁRIO Nº 13-02.2002.7.11.0011 
Conselho de Justiça: CONSELHO ESPECIAL DE JUSTIÇA - EXÉRCITO
Em sessão realizada nos dias 25 e 26 Nov 14, decidiu o CEJ/EX, constituído para o processo:
I) julgar procedente a acusação contida na denúncia para o fim de condenar os acusados
Maj SERGIO DE LIMA ALVES, por incursão no art. 251, caput, c/c o art. 251, § 3º, c/c o art. 53, caput, tudo do CPM, à pena final de 05 anos e 05 meses de reclusão, na forma do art. 58, do CPM, em regime semiaberto, na forma do art. 33, § 2º, alínea "b", do Código Penal, e com o direito de recorrer em liberdade;
Maj WALDELINO CÂNDIDO ROSA JÚNIOR, por incursão no art. 251, caput, c/c o art. 251, § 3º, c/c o art. 53, caput, tudo do CPM, à pena final de 05 anos e 04 meses de reclusão, na forma do art. 58, do CPM, em regime semiaberto, na forma do art. 33, § 2º, alínea "b", do Código Penal, e com o direito de recorrer em liberdade;
Maj GERSON OSMAR BRUNO MAGALHÃES SENNA, por incursão no art. 251, caput, c/c o art. 251, § 3º, c/c o art. 53, caput, tudo do CPM, à pena final de 03 anos e 09 meses de reclusão, na forma do art. 58, do CPM, em regime aberto, na forma do art. 33, § 2º, alínea "c", do Código Penal, e com o direito de recorrer em liberdade;
Cap FLÁVIO CAVALCANTE SALOMÃO, por incursão no art. 251, caput, c/c o art. 251, § 3º, c/c o art. 53, caput, tudo do CPM, à pena final de 03 anos e 09 meses de reclusão, na forma do art. 58, do CPM, em regime aberto, na forma do art. 33, § 2º, alínea "c", do Código Penal, e com o direito de recorrer em liberdade;
civil JOSE ROBERTO LUCIANO, por incursão no art. 251, caput, do CPM, à pena definitiva de 03 anos de reclusão, na forma do art. 58, do CPM, que deverá ser cumprida em regime aberto, na forma do art. 33, § 2º, alínea "c", do Código Penal, e com o direito de apelar em liberdade;
civil RICARDO BARBOSA DE ALBUQUERQUE, por incursão no art. 251, caput, do CPM, à pena final de 03 anos de reclusão, na forma do art. 58, do CPM, em regime aberto, na forma o art. 33, § 2º, alínea "c", do Código Penal, e com o direito de recorrer em liberdade;
II) julgar improcedente a acusação contida na denúncia para o fim de absolver os acusados
Cap R/1 ALEXANDRE TEIXEIRA DA SILVA, com fundamento no art. 439, alínea "b", do CPPM;
civil MARIA MARGARETH BANDEIRA PINTO, com fundamento no art. 439, alínea "b", do CPPM;
civil MARINALVA DE OLIVEIRA ROSA, com fundamento no art. 439, alínea "b", do CPPM;
ST ROBSON REZENDE DE SOUZA, com fundamento no art. 439, alínea "d", do CPPM, c/c o art. 38, do CPM;
ex-2º Sgt ELIERMES BARBOSA DE OLIVEIRA, com fundamento no art. 439, alínea "d", do CPPM, c/c o art. 38, alínea "b", do CPM; e
ex-Sgt LUIZ RICARDO NAZARETH DA FONSECA, com fundamento do art. 439, alínea "d", do CPPM, c/c o art. 38, alínea "b", do CPM.
ATUALIZAÇÃO 2:
PORTARIA Nº 1.260, DE 9 DE SETEMBRO DE 2015
O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe foi delegada no art. 1º, inciso IV, do Decreto nº 2.790, de 29 de setembro de 1998, combinado com o art. 19 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e de acordo com os art. 4º, alínea a) e parágrafo único; 10; 18, alínea c); 19, alínea a); e 21, alínea b), todos da Lei nº 5.821, de 10 de novembro de 1972 (LPOAFA), resolve:
PROMOVER, por antiguidade, em ressarcimento de preteriçãoao posto de Major a contar de 30 Abr 03, ao posto de Tenente-Coronel a contar de 25 Dez 09, e ao posto de Coronel a contar de 30 Abr 13, o Cap R/1 (016543352-5) ALEXANDRE TEIXEIRA DA SILVA.
Gen Ex EDUARDO DIAS DA COSTA VILLAS BÔAS

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Líder do PT Diz que Arrecadação Recorde Não Impede Recriação da CPMF

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Maurício Rands (PE), líder do PT na Câmara, disse que a arrecadação recorde de impostos e contribuições nos primeiros quatro meses do ano não impedirá a luta pela volta da CPMF. Segundo o deputado, os governistas estão preocupados em arranjar uma forma de contribuição para a saúde que seja permanente, já que os gastos são permanentes.
Rands disse que pretende encaminhar semana que vem uma proposta, em forma de lei complementar, para a volta da CPMF. “Vamos terminar o trabalho que o Senado começou e não concluiu. O Senado criou a despesa, mas não indicou a receita”, disse o deputado.

Fonte:  Coluna do Claudio Humberto - 22 Maio 08:
COMENTO: Os meios de comunicação já haviam noticiado mas não citavam nomes. Somente se referiam à "base do governo". Agora já existe um nome a quem ser creditada essa nova tentativa de roubo "legal". Infelizmente nossa população ou é de pouca memória (haverá quem acredite de novo na "estória" de que a arrecadação será destinada à melhoria do sistema de saúde do país) ou é beneficiária das migalhas do banquete que esses salafrários estão fazendo com as finanças do país. Em outras palavras, os que pagam são desinteressados em questionar, fazem parte da "maioria silenciosa" que prefere não se incomodar, por outro lado, os milhares de beneficiários das diversas versões de bolsas-esmolas, entendem que "nunca antes 'nessepaíz' tiveram tantos benefícios", não se preocupando com a falta de investimentos em saúde (a dengue é problema dos cariocas), educação [Brasil ocupa a 76ª colocação no Relatório elaborado pela Unesco. A organização avaliou 129 nações e diz que o País está numa posição pior que a Argentina (27º), o Chile (37º), o México (48º), a Venezuela (64º) e o Peru (65º) - afinal, para ser Presidente não precisa estudar!], criação de empregos (afinal quem quer emprego se dá para "quebrar o galho" na informalidade e com os "auxílios do governo" - a maioria pensa que o governo "faz dinheiro"), falta de punição aos escândalos que se sucedem, um sendo usado para abafar o imediatamente anterior, e por aí vai!!
Espero que sejam divulgados outros nomes de "apoiadores" dessa nova extorsão contra os "pagadores de impostos" e que a população lembre deles na hora de estar frente às urnas nas próximas eleições!!.

O Combate ao Estado Total

por  Nivaldo Cordeiro
Fui convidado para ser palestrante no I Fórum Brasileiro da Democracia Liberal, evento que acontecerá no próximo dia 31, em Florianópolis. Aceitei o convite porque falar dos perigos do Estado Total é já uma forma de lhe dar combate. Venho aqui lembrar, meu caro leitor, da urgência e relevância de termos atenção integral aos movimentos da besta estatal, insaciável em subtrair riquezas e liberdades de quem habita no Brasil. Um exemplo é o balão de ensaio lançado pelo governo Lula para reviver a CPMF, imposto de triste lembrança para todos os brasileiros que trabalham.
Obviamente que a notícia é um contra-senso, inclusive porque as estatísticas disponíveis sobre a arrecadação no primeiro quadrimestre demonstram o enorme avanço da carga tributária, a despeito da descontinuidade daquele imposto. A desculpa é a velha e mesma de sempre, de que os recursos seriam destinados aos gastos com a Saúde pública. Ora, porque então o excesso de arrecadação não é, de pronto, aplicado a esse mister, supostamente tão urgente aos governantes? Digo-lhe, meu caro leitor: pelo simples fatos de que a elevação dos impostos, para um governo socialista como o do PT, não é uma questão meramente administrativa, mas uma questão programática de cunho ideológico. A necessidade real do que quer que seja entra como mera peça de retórica de convencimento, seja à opinião pública, seja ao Poder Legislativo.
A revolução em curso ganhou contornos tributaristas e a luta de classe levada a efeito pelo governo do PT é expropriar legalmente, via carga tributária, seja a renda ou a propriedade privada dos brasileiros. A nova esquerda, ancorada nas teorias de Antonio Gramsci, descobriu que, melhor que dar tiros por aí para derrubar governos, melhor mesmo é ganhar eleições e usar das leis e do aparelho de Estado contra aqueles que eles chamam de “burguesia”, ou seja, qualquer pessoa que não dependa do Estado, nem dos sindicatos e nem do assistencialismo dos partidos políticos para ganhar a própria vida. Em outras palavras, os brasileiros que trabalham e pagam impostos, os empreendedores e seus empregados.
Quem olha com agudeza a cena que se desenrola não pode deixar de exibir um sorriso sardônico e um maneio de cabeça, descrente, ao ouvir essa proposta indecente de Lula. Essa retórica não engana a mais ninguém, pois o suposto Estado de Bem-estar social é apenas uma etiqueta para legitimar e legalizar o roubo. Mas, de algum modo, a comunicação política precisa ser feita, pois afinal o exército de jornalistas que defende a causa esquerdista precisa ter sobre o que escrever. Pregar a distribuição de renda via Estado é a crença geral que tomou conta de toda a nossa classe pensante, primeiro e sobretudo da classe jornalística. Não lhe ocorre que defender essa baixeza é acumpliciar-se com a forma mais nefanda de roubo, odiada pelas pessoas desde tempos imemoriais. Revoluções genuínas sempre são feitas contra a tirania dos impostos elevados.
Então lutar contra o Estado Total é sobretudo lutar não apenas contra a elevação dos impostos, mas pela redução da carga tributária também; é lutar contra o excesso de regulação da vida privada; é defender a redução do número de funcionários públicos, a revisão da Previdência Social, transformada que foi numa fábrica de privilégios nojentos. Os “anistiados” políticos estão aí a caçoarem dos pagadores de impostos.
E como lutar? De todas as formas, opinando com os amigos, escrevendo, discutindo em todos os fóruns e, em especial, escolhendo bem os candidatos a postos eletivos. Quem não depende do governo não precisa cair no conto de vigário do distributivismo. Embora todos os nossos partidos políticos estejam comprometidos com o programa socialista, ainda assim é possível a escolha de nomes de gente honrada, que sabe que imposto é roubo e que dinheiro não dá em árvore.
Militar nos organismos engajados com a causa da liberdade é também uma forma de ação contra o Estado Total. Os Institutos Liberais, mesmo que fracos e sem recursos, precisam ser apoiados. O resgate do sentido da Tradição religiosa também, que ela sempre defendeu os fundamentos da liberdade. E aqui falo especialmente das confissões cristãs e do judaísmo, por mais que parte do clero e dos religiosos tenha descambado para alguma variante da famigerada teologia da libertação.
Lutar contra o Estado Total é um dever de consciência.
Fonte: Ternuma

Lembrando a Mala Venezuelana Sem Rumo na Argentina

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INJUSTICIA EN TORNO AL CASO ANTONINI WILSON
Hace unos meses, cuando el kirchnerismo nombró en su cargo al joven juez Daniel Petrone en el fuero Penal Económico, este periódico aseguró que este sería funcional a los intereses del oficialismo.
Poco después le fue asignada la causa judicial por el ingreso de la valija de 800 mil dólares provenientes de Venezuela. En ese marco, muchos periodistas comenzaron a especular sobre cuáles serían los pasos que daría Petrone respecto a ese escándalo, desconfiando de su calidad como magistrado.
En las últimas horas, se confirmaron las peores sospechas. El joven juez tomó dos medidas que hicieron flaco favor al kirchnerismo: por un lado, otorgó un pedido de eximición de prisión a favor de algunos de los pasajeros del avión Cessna que ingresó la polémica valija; por el otro, cambió la carátula de la causa de presunto "contrabando" a "lavado de dinero".
No es un hecho menor: el delito de contrabando tiene una pena que va de los 6 meses a los 8 años, el de lavado de dinero de 6 meses a 3 años de prisión, esto significa que el "lavado" es excarcelable. Una real vergüenza.
Es lamentable que la Justicia se deje cooptar por el poder político de turno. Lo mencionado es sólo un dato de color que refleja la creciente corrupción judicial que involucra a casi todos los eslabones de una "cadena" que no tiene solución de continuidad.
CHRISTIAN SANZ

ULTIMAS NOTICIAS DE VICTORIA BEREZIUK

Victoria Carolina Bereziuk, 
 ex secretaria de Claudio Uberti
¿Se acuerdan de Victoria Bereziuk, la joven empleada de Claudio Uberti que venía en el famoso vuelo en el que Guido Antonini Wilson trajo los 800 mil dólares de la discordia?
Luego del escándalo de la valija, junto a su jefe, fue despedida de su cargo en el Occovi y desterrada de la memoria popular.
Sin embargo, pocos saben que merced al kirchnerismo, Bereziuk ha ingresado a trabajar en la Aduana de la zona franca de Gral. Pico, La Pampa. Increíble premio por haber estado involucrada en un escándalo tan importante como el de la valija venezolana.
Ahí anda Bereziuk, con su sobresaltada vida, sin poder evitar exposición mediática. Por caso, en el día de ayer se incrustó con su automóvil en el "minishopping" de una estación de servicio Shell llamada El Oasis, ubicada en Gral. Pico.
Presa de un ataque de nervios intentó evitar ser filmada por el cable de televisión local y dio nombres apócrifos a los periodistas allí presentes.
"La señorita, cuando fue indagada, dio tres nombres diferentes, y pedía no ser filmada mientras hablaba por celular. La policía local sólo quería retirar el auto del interior del minishoping", aseguró a este periodista un colega de la Pampa.
Cabe preguntase, no sin asombro, ¿por qué se sigue protegiendo a esta irresponsable joven? 
CHRISTIAN SANZ

Recordando um Episódio Escabroso


Recordar é viver (e sobreviver) - 20/04/2008 21:24
Já que o assunto veio à baila, acho importante lembrar um episódio que ocorreu em março de 2001 e só foi tornado público em 2004, quando a Revista ISTO É publicou uma reportagem com foto e tudo (edição n° 1801, 14/04/2004). Na verdade, a primeira menção ao episódio ocorreu em 25 de setembro de 2001, quando o general Valdésio Guilherme de Figueiredo proferiu uma palestra na sede da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), mas naquela ocasião era um público restrito. A reportagem da ISTO É em 2004 alcançou um público amplo e causou bastante perplexidade.
Pois bem, ocorreu o seguinte. O Informe Secreto n° 157 de 13 de agosto de 2001, emitido pelo VII Comando Aéreo Regional, narra que em 14 de março de 2001, um avião C-98 Caravan da FAB perdeu o controle durante pouso e atolou em Paa-Piú Novo, em Roraima.
Para recuperar o avião, militares da FAB foram levados à região e lá montaram acampamento. "No reconhecimento da região foi observada a presença atuante da ONG Médecins du Monde, da União Européia, que ocupava uma casa de madeira e supostamente cuida da saúde dos índios ianomâmis", relata o documento. Os militares constataram que a ONG mantinha laboratórios bem equipados na região e levantaram indícios de que "existe um rigoroso acompanhamento biológico dos índios com análises sanguíneas e avaliações dos princípios ativos dos remédios naturais utilizados pelos silvícolas", descreve o Informe.
O documento prossegue dizendo que "diversos estrangeiros presentes na região tentavam se esconder" quando eram vistos e dois brasileiros funcionários da ONG identificados apenas como José Melo e Elissandra negavam aos militares qualquer informação sobre o grupo. "Um oficial nosso conseguiu conversar com uma senhora francesa e, quando lhe perguntou como se sentia na condição de estrangeira em uma localidade tão inóspita, ela lhe respondeu que ali não era estrangeira, pois a Amazônia também era dela", descreve o Informe.
Na frente da sede da ONG encontrava-se hasteada a bandeira da União Européia. Ao serem questionados pelos militares sobre a bandeira, os funcionários da ONG responderam que não havia a bandeira nacional porque "o Brasil não ajuda em nada ali". Mais adiante, o documento diz: "No interior da casa de madeira foi observado um mapa do Brasil com a inscrição 'Brasil 500 anos... O Brasil que nós queremos são outros 500' e com o Brasil politicamente dividido sem a região Amazônica". Revoltados, os militares derrubaram a bandeira européia e hastearam uma bandeira do Brasil na porta da entidade.
Bem, companheiros, como eu disse lá em cima, esse episódio foi descrito em setembro de 2001 pela general Valdésio de Figueiredo durante palestra na FIEC. Um trecho do relato dele segue abaixo:
"Eu quero contar um caso aqui. Há pouco tempo, houve um acidente com um avião da FAB, um Caravan, numa região próxima à dos pelotões de fronteira e depois o nosso pessoal do Esquadrão de Aviação foi auxiliá-los, para ver como resgatar os destroços do avião acidentado. Lá, eles encontraram um acampamento, no qual estava hasteada a bandeira da União Européia. O pessoal da FAB foi lá e questionou por que a bandeira da União Européia e não a bandeira do Brasil, e uma senhora, provavelmente francesa pelo sotaque, disse a eles que não tinha nada que botar Bandeira do Brasil, que o Brasil não faz nada ali pelos índios. Então oficiais se enfureceram e os obrigaram a hastear a Bandeira do Brasil e depois conversando, perguntaram como é que ela se sentia, originária de um país desenvolvido, numa região tão inóspita, ela disse que se sentia muito bem, pois estava em casa, que a Amazônia também é deles. Depois eu já mandei, umas duas vezes, uma patrulha com a Polícia Federal. Achei que o atrevimento foi muito grande e não podia ficar assim, mas não a encontraram, estava em trabalho de campo. Primeiro disseram que ela estava ali trabalhando pela ONG Médicos para o Mundo, em convênio com a FUNASA. Se existisse convênio com a FUNASA eu tinha que voltar atrás e deixar, mas não há convênio nenhum e, nessa última ida lá, só encontraram brasileiros, não encontraram mais a francesa, porque eu mandei a Polícia Federal junto para prendê-la, se estivesse com o passaporte irregular, pois a maior parte desse pessoal tem 'visto' de turista e está lá no meio dos índios, trabalhando e fazendo proselitismo ou fazendo pesquisas".
Três anos mais tarde, esse 'causo' foi objeto de uma reportagem da ISTO É, que teve acesso às fotos tiradas na ocasião. Uma delas é a que segue acima, na qual os militares tiram a bandeira da União Européia e no lugar botaram a nossa. Deixo aí para que sirva de reflexão.
Fonte:   CMI

Você Consegue Entender Isso?

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Veja, abaixo, a tabela da vergonha:
Tabela
Vítimas da seca Índios da Amazônia
Quantos?
10 milhões
230 mil
Sujeitos à fome?
Sim
Não
Passam sede?
Sim
Não
Subnutrição
Sim
Não
ONGs  ajudando
Nenhuma
350
A explicação para este absurdo:
A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.
O nordeste não tem tanta riqueza, por isso não há ONGs estrangeiras ajudando os necessitados.
Enquanto isso, uma ONG estrangeira (principalmente do EUA) está gastando milhões de dólares para salvar o mico leão dourado.
Tente entender:
Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.
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Agora uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?
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Ao entrar na página de uma ONG indigenista ( C.T.I. - Centro de Trabalho Indigenista) uma das primeiras coisas que se vê é o emblema da União Européia, que investe milhões de dólares na demarcação de reservas indígenas no Brasil.
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Por quê?
Quando há tantos problemas de maior gravidade: efeitos dos tsunames e terremotos na Ásia, a fome catastrófica em que vive a África, a seca no nordeste brasileiro, a epidemia de AIDS, a proliferação de minas terrestres, etc. E eles gastam milhões para demarcar reservas indígenas? Que já são exageradamente grandes?
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Por quê?
Para entender isso basta ler a frase abaixo:
"É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes para o desfrute pelas grandes civilizações europeias." (Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, sediado na Europa, 1992)
Lute contra o selo verde aqui no Brasil. Só compre produtos sem selo verde.
Selo verde é a mais nova forma de exploração da nossa Amazônia pelos países ricos!

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quarta-feira, 21 de maio de 2008

General Leonidas: "Revanchismo Tem que Acabar"

Terça, 20 de maio de 2008, 16h33
O general e ex-ministro do Exército Leonidas Pires Gonçalves, 87 anos, desempenhou um papel central, porém discreto, nos bastidores da redemocratização do País. Na madrugada de 15 de março de 1985, telefonou para o então vice de Tancredo Neves, o senador José Sarney, depois de articulações políticas e jurídicas. A poucas horas da posse, houve de informar a Sarney a definição de seu nome como sucessor constitucional do agonizante Tancredo. Disposto a encerrar negativas, o general cortou a ligação: "Boa noite, presidente!".
Vinte e três anos depois daquela noite tumultuada, uma das peças do retorno do Brasil à democracia, a Lei de Anistia, ganhou contestação pública do ministro da Justiça, Tarso Genro, na antiga sede da União Nacional dos Estudantes (UNE), no Rio de Janeiro. Com o velho tom de voz do telefonema a Sarney, o general Leonidas questiona a quebra de um pacto histórico que visava apagar ódios e rancores mútuos.

- Nós das Forças Armadas já anistiamos. E essa gente não quer nos anistiar - define.
Em entrevista exclusiva a Terra Magazine, o ex-ministro do Exército (1985-1990) do primeiro governo da Nova República critica o que chama de "revanchismo". Por telefone, abriu uma "exceção", como faz questão de dizer, e aceitou responder a perguntas sobre a Anistia, a abertura de arquivos secretos, a esquerda armada, a eclosão de 1964, a tortura e a troca de informações entre os militares da América do Sul.
Em 15 de maio, no Rio, durante a assinatura do Memorial da Anistia Política no Brasil, o ministro Tarso Genro defendeu a punição dos responsáveis por crimes de tortura na ditadura militar (1964-1985). A declaração reabriu o debate sobre o alcance da Lei 6.683, votada em agosto de 1979.
- A Lei de Anistia é uma lei política. Ela incide sobre os crimes políticos. A tortura não pode ser considerada um crime político (...) Agora, isso tem que ser uma interpretação do Poder Judiciário. Não é necessário modificar a lei para que esses crimes sejam punidos - analisou o ministro.
Genro criticou ainda o "sigilo eterno" de documentos secretos. Outra tecla sensível das Forças Armadas.

Na reserva, ele vive atualmente no Rio de Janeiro.
Terra Magazine - O que o senhor acha das declarações do ministro da Justiça, Tarso Genro, sobre a Lei de Anistia?
General Leônidas Pires Gonçalves
- Acho que é uma opinião dele, mas eu não concordo. Anistia tem que ser ampla e irrestrita. Esse revanchismo tem que acabar. É melhor deixarmos essas coisas do passado e cuidarmos do Brasil daqui pra frente. Até porque há coisas também a serem cobradas...
O que tem que ser cobrado?
Porque do outro lado houve vários crimes. Ou você ignora isso? Me responda.
Houve anistia para os dois lados.
Exatamente. Esse é meu ponto de vista.
O senhor fez um livro quando era ministro do Exército do governo Sarney?
Ninguém fez livro nenhum. Isso tudo é conversa de vocês da mídia! O que nós tínhamos era um registro histórico, que nunca teve esse título de "livro". Mas vocês, quando falta assunto, buscam minhoca embaixo de laje, viu? Isso é que é verdade. Nunca houve livro coisa nenhuma.
Com documentos do CIE (Centro de Inteligência do Exército)?
Um registro histórico da nossa atividade. Nunca foi pra fazer um livro. Esse título de "livro" nem sei quem é que deu.
Saiu na imprensa.
Eu, por exemplo, nunca tive a ideia de publicar nada. Até porque tem uma justificativa pra não publicar nada: é que, durante meu período, não houve essas ações revanchistas. São muito pouco patrióticas, sabe? Querer rever coisas que não interessam mais.
O ministro Tarso Genro disse que a Lei de Anistia não protege torturadores.
Ora, pergunta se pegar um embaixador, raptar um embaixador, botar dentro de um automóvel a bordoada... Um homem acostumado a ser reverenciado, botar num quartinho de 2 por 3, e todo dia dizer que vão matar... Isso não é tortura?
O seqüestro do embaixador americano Charles Elbrick, em 1969?
De todos eles! É muito engraçado. Só se vê as coisas de um lado. A anistia tem um dom: nós todos temos que esquecer essas coisas e cuidar do Brasil. Pra mim, essas coisas, lamentavelmente, têm gosto de revanchismo. Acho uma coisa imperdoável pra um homem da estatura funcional do ministro Tarso Genro.
Defende uma conciliação?
Total. Nós das Forças Armadas já anistiamos. E essa gente não quer nos anistiar.
O ministro da Justiça também falou da abertura de arquivos. Quais arquivos faltam ser abertos?
Olha, eu não sei, não sei por que se fala nisso. Francamente. Não sei de arquivo.
Não é preciso especificar?
Uma vez ouvi de Elio Gaspari (jornalista) uma sentença interessante: a subversão abriu muito menos seus arquivos do que nós (risos). Que eles abram os arquivos deles também.
Mas há um livro do Daniel Aarão Reis Filho (historiador, autor de Imagens da Revolução, com Jair Ferreira de Sá) que reúne documentos das organizações de esquerda.
Pois é, há também o do (Jacob) Gorender. Eles nunca quiseram derrubar ditadura nenhuma, eles queriam fazer a ditadura deles.
É a tese do golpe preventivo?
Eles hoje dizem que estavam contra a ditadura... O Gorender diz que não. O Aarão Reis diz que não. E aquela outra que foi exilada com Zé Dirceu disse: "não, nós não queríamos derrubar ditadura não... Nós queríamos fazer a nossa ditadura". Aquela gente toda era de esquerda.
O ex-ministro Jarbas Passarinho reconhece que houve, depois de 1964, um regime autoritário.
Mas, venha cá, você sabe qual é a diferença entre regime autoritário e ditadura? Primeiro, regime autoritário não tem mudança de ninguém no poder. No nosso regime, o presidente foi sistematicamente mudado. Bom, você diz, mudado no Congresso... Em quantos países do mundo a democracia é exercida pelo Congresso e não por voto direto? Segundo, nós não tínhamos ideologia. E o que caracteriza uma ditadura é a ideologia. Nós não tínhamos uma ideologia. Sabe qual era a nossa? Fazer voltar a democracia verdadeira ao Brasil. Chamar de "ditadura militar" é uma impropriedade política. Eu tenho um trabalho publicado sobre política, minha tese na Escola Superior de Guerra.
O senhor acha que o governo Lula tem motivação ideológica pra resgatar essa questão?
Você sabe de uma coisa? O presidente Lula não está muito engajado nisso. É essa periferia que se esquece de uma coisa fantástica: deviam agradecer de joelhos, todo dia, nós termos feito a Revolução que permitiu voltar a democracia, que nós sempre quisemos. E evitar que a ditadura comunista, altamente violenta e assassina, estivesse vigente. Por que eu digo isso? Porque se eles tivessem chegado ao poder pela linha deles, e não pela nossa - porque chegaram por via democrática -, todos eles já estavam mortos, na típica autofagia dos comandos comunistas. Quantas pessoas que subiram com ele o Stálin matou?
O regime militar brasileiro também registrou desaparecimentos.
Vem cá! Qual foi o primeiro sangue que correu no Brasil?
O primeiro sangue?
Na Revolução de 64.
O senhor fala do atentado no aeroporto Guararapes (25 de julho de 1966, dia da visita do general Costa e Silva a Recife)?
Ah, "você fala" não!
É aquele! E que ninguém fala. Que todo mundo esconde! Se o avião do Costa e Silva tivesse pousado, morreriam 50 pessoas. O Ronaldo Costa Couto, no livro dele, diz que Betinho (sociólogo Herbert de Souza) sabia que era da AP (Ação Popular). Ninguém fala nisso, não. Essa gente podia ser julgada também, né?
(N.R. O atentado em Guararapes deixou dois mortos: o almirante Nelson Gomes Fernandes e o jornalista Edson Régis de Carvalho.)
General Leonidas: "Sociedade gritou por 1964"
Na segunda parte da entrevista exclusiva a Terra Magazine, o ex-ministro do Exército Leonidas Pires Gonçalves avalia as declarações do comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno. Em abril, numa palestra no Clube Militar do Rio de Janeiro, Heleno chamou de "lamentável" e "caótica" a política indigenista brasileira.
Como pano de fundo, a demarcação oficial da reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, onde segue o conflito entre índios e arrozeiros (o Supremo Tribunal Federal julgará a questão em meados de junho). Segundo o general Leonidas, a polêmica envolve a soberania nacional:
Outros dois temas são tocados nesta entrevista: a revisão do golpe de 1964 pela sociedade brasileira e a troca de informações entre os militares de países sul-americanos, nos anos 70. O general Leonidas diz que, se houve a Operação Condor, esta nasceu como reação ao treinamento internacional de guerrilheiros de esquerda.

A seguir, a parte final da entrevista.
Terra Magazine - Tem acompanhado a questão da Amazônia? O senhor estava na palestra do general Augusto Heleno.
General Leonidas Pires Gonçalves - Fui comandante (militar) da Amazônia, conheço aquilo tudo. O que acontece é o seguinte: as palavras do general Heleno são a cristalização da opinião do Exército brasileiro, que está lá há décadas e conhece aquilo mais do que ninguém. Então, ele apenas teve a circunstância e a coragem de dizer o que nós julgamos há décadas. Realmente, nós temos um perigo internacional embutido naquilo tudo.
Relacionado à soberania?
Embutidos interesses inconfessáveis. Julgo que a marcação daquelas áreas sempre foram inadequadas. Essa segregação é uma maneira de não fazer os índios realmente brasileiros. Não tem cabimento.
As demarcações representam um perigo para o País?
Eu acho. Basta também ler "As Declarações da ONU (Organização das Nações Unidas)". Reconhecer que as tribos de dois países têm direito...
Os yanomamis?
Durante o meu período (no ministério do Exército), sempre fui contra a demarcação yanomami e consegui durante o governo do presidente Sarney que a área não fosse demarcada. A verdade é que aquela área, se tiver, tem dez mil índios. Entregar Portugal pra dez mil índios? E outra coisa interessante: aquela área é muito rica. É muito desejada.
Parte dessas áreas demarcadas são acidentadas, não agricultáveis?
Conheço aquilo muito bem. Já fiz uma manobra de 15, 20 dias. Aquelas áreas são campos. Tanto é verdade que há produção de arroz. Mas quem é que disse que é pra fazer agricultura? Nós não queremos isso. Nós queremos integrar o índio. Queremos que o índio participe da sociedade brasileira. Para isso, em vez de segregá-lo, nós temos que fazer chegar a ele saúde, educação, etc. Agora, se você vai ver a nossa tropa no Vale do Rio Negro, toda ela é de índio. É isso que nós queremos, realmente. As índias estão casando com os soldados. Mas é claro que elas querem casar com os soldados, pois os soldados também são índios, têm uma vida estruturada, têm um ordenado.
Os documentos que o senhor levantou, quando era ministro do Exército, contestam a versão da esquerda? O senhor apresentou ao presidente José Sarney...
Não, é o seguinte: aquilo é um registro das ocorrências da época. Eu sempre costumo dizer o seguinte: há um ditado português, muito velho, que diz: quem semeia vento...
Colhe tempestade...
Nós fizemos a revolução para evitar que se implantasse no Brasil um regime daquela violência que foi provada no mundo inteiro. Roberto Campos tem uma frase sensacional sobre isso:
esse regime foi perverso e assassino em todos os matizes. No branco, Rússia. No amarelo, Khmer vermelho (Camboja). No preto, África. No mestiço, Caribe. O barbudo (Fidel Castro) é outro assassino. Nós evitamos que o Brasil caísse nessa linha. A sociedade brasileira nos é muito injusta. Eles falam em (passeata dos) 100 mil, na Diretas-Já... Começa que a frase "Diretas Já!" é de João Figueiredo. Você sabe disso?
Não era um bordão de Teotônio Vilela?
Podem dizer que é de outro, mas não é, não. Bom, o João Figueiredo era um homem completamente embebido de espírito democrático, o pai dele...
General Euclides Figueiredo, que foi anistiado (por duas vezes).
É. E ele aprendeu a ler na Argentina. Eu fui do Estado-Maior Revolucionário de Castelo (Branco) e nunca se pensou em fazer uma ditadura permanente. Nós estávamos querendo evitar que a ditadura maléfica, assassina, da esquerda, tomasse conta do Brasil.
Quando começamos a ter a visão de acabar com ela, começou a subversão e nos aferrou num problema. Nós não pudemos mais largar o governo porque a subversão continuou. Continuou batendo em soldado, botando bomba, raptando embaixador, assaltando banco.
Tudo isso foi por espírito aventureiro e muita brasilidade... É um cinismo.
Nos anos 70, o senhor ouvia falar da Operação Condor?
Olha aqui, eu nunca ouvi falar nessa Condor. Mas eu faço a seguinte análise, peço que você siga meu raciocínio e dê tua opinião também. Você sabe o MCI? Movimento Comunista Internacional. Você tem dúvida disso? Entre na internet e veja quais eram as ordens originárias da Rússia.
Então, se juntou a Rússia, a Albânia, a China e Cuba, pra fazer subversão no Brasil e na América Latina. Se eles se reuniram pra fazer subversão, por que não cabe nos reunir pra nos defender?
Houve troca de informações dos regimes militares na América do Sul?
Claro que havia troca! E eu te pergunto: não havia troca de preparo dos subversivos em várias áreas? Não foi brasileiro pra Cuba? Não foi brasileiro pra Albânia? Não foi brasileiro pra Rússia? Não foi brasileiro pra China? Foi ou não foi? O movimento não era internacional? Já ouviu falar daquela máxima da mecânica? Para toda ação corresponde uma ação igual e em sentido contrário. Eu nunca participei de Condor, nem ouvi falar. Agora, se ela existiu, acho que foi uma conseqüência natural da reunião de países com as mesmas concepções sobre a esquerda marxista-leninista, que estava atuando contra os países da América Latina. E, portanto, foi uma conseqüência quase que natural esses países se reunirem pra se defender.
Há comparação entre Ernesto Geisel e Pinochet?
Que é isso! Vou te fazer uma pergunta, vou te fazer uma pergunta. Quantos habitantes tinha o Brasil em 1964? Cem milhões. Quantos mortos são atribuídos à Revolução? 224. E nós perdemos outros tantos. Pra 100 milhões, morreram 224. Agora, qual é a população do Chile?
Bem menor. Lá morreram mais de três mil.
E qual é a população de lá? Então, eu considero até ofensivo você me fazer uma pergunta dessa.
Pergunto porque o senhor falou da troca de informações...
Pois é, mas isso é um absurdo! Nós salvamos esse Brasil. Eu reconheço, meu jovem, que a morte é uma coisa transcendental.
Morrer uma pessoa é uma coisa que choca a gente. Mas nós salvamos o Brasil por um preço muito barato. Quantos milhões matou o Stálin? Qual era o regime dele?
O comunismo.
Quantos milhões matou o Khmer Vermelho? Quantos milhares matou o Fidel Castro naquela ilha com meia dúzia de habitantes? O que nós fizemos foi salvar o Brasil de entrar nessa linha. Agora, a sociedade brasileira, que veio pras ruas aos gritos, pedindo que nós barrássemos tudo, hoje em dia nos deixa ser injustiçados, só nos chamando de "torturadores" e "matadores". Eles são matadores, eles botaram bomba, eles roubaram, eles assaltaram, eles fizeram tudo igualzinho. Esse quadro de fundo histórico nos leva ao seguinte: vamos acabar com isso tudo. A anistia ampla e irrestrita é para isso. Ninguém é purinho em nenhum dos dois lados. Agora, quem deu partida nas mortes foram eles, e não nós.
Como é sua frase do soldado e do chocolate?
(risos) Eu digo assim: na hora de se dar chocolate, não se dá tiro; na hora de se dar tiro, não se dá chocolate. Mas eu gosto mais de uma outra: o soldado é um cidadão de uniforme para o exercício cívico da violência. Só nós que podemos fazer o exercício cívico da violência. Você guardou essa aí?
Guardei.
Então, eles não podiam fazer o exercício cívico da violência. Quem não está caracterizado pela tradição milenar, não pode fazer isso. O soldado é o cidadão de uniforme para o exercício cívico da violência. Nós, quando fazíamos o exercício cívico da violência, estávamos dentro de uma tradição milenar pra salvar o nosso País. E salvamos!
O senhor não acha que, na eleição prevista para 1965, Juscelino Kubitscheck tinha muito mais chances de chegar ao poder do que um comunista?
A parte propriamente política eu não tenho muita avaliação. Você sabe que voto é uma coisa inacreditável. O presidente Lula perdeu três eleições e acabou ganhando. Voto é uma coisa muito variável. Mutável. Tenho uma pergunta a mais, já estou te fazendo uma exceção danada de responder a perguntas.
O senhor já está me entrevistando... 
Estou querendo te ensinar. Você guardou meus argumentos? No livro da Fundação Getúlio Vargas, Os anos de chumbo, sou uma das fontes ouvidas. Na abertura, o que eu digo? Que não gosto de falar desse tema. Não é que eu não me orgulhe. É porque eu acho que não vale mais a pena falar disso, temos que pensar o Brasil pra frente. Acabar com esses revanchismos pequenos. Sem dimensão. A grande conclusão minha: a anistia é para que o Brasil comece a viver outros tempos.
Fonte:  Terra Magazine