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sexta-feira, 22 de março de 2019

Base Espacial Chinesa na Patagônia Preocupa.

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A desproporcional base espacial que o governo nacionalista-populista de Cristina Kirchner concedeu à China na Patagônia causa cada vez mais preocupação na Argentina e no mundo, como pode se ver em reportagem do jornal portenho La Nación”.
Base Chinesa na Patagônia não é só civil, diz Exército dos EUA
Teme-se cada vez mais sobre sua verdadeira finalidade. Recentes fatos, como o pouso de uma nave chinesa no lado escuro da Lua multiplicaram os temores.
A base dirigida pelo Exército Vermelho comunista teria também um objetivo militar.
Durante milênios as guerras e as hegemonias imperiais tinham como objetivo supremo o domínio da superfície terrestre.
Em séculos recentes, os impérios coloniais como o inglês privilegiaram o controle dos mares, e dos estreitos que controlam a navegação.
A II Guerra Mundial transferiu essa importância ao controle do ar.
As forças aéreas os aviões primeiro, e os mísseis posteriormente passaram a ser determinantes para o domínio do mundo ou de continentes inteiros.
Hoje o controle do espaço e das comunicações via satélite para usos militares é campo de luta primordial para as potências.
Nesse contexto foi posta em funcionamento num local desértico e afastado uma estação espacial chinesa de observação e exploração que diz ter finalidades “pacíficas”. E isso é o que cada vez menos se acredita.
Pequim ganhou de mão beijada uma área de 200 hectares, perto do povoado de Bajada del Agrio, na província de Neuquén, na estepe patagônica.
A área é na prática um enclave soberano chinês. Funciona sem supervisão das autoridades argentinas, leia-se só vigora a lei chinesa, os trabalhadores e cientistas só são chineses, que não falam espanhol, quase não se fazem ver e obedecem a um general do Exército vermelho.
Infografia publicada pela imprensa argentina
A agência Reuters obteve acesso a centenas de páginas de documentos oficiais dos acordos, aliás secretos, assinados por Kirchner. A documentação foi revista por especialistas em direito internacional.
Os EUA consideram que a China está “militarizando” o espaço e que a estação da Patagônia, acordada secretamente com um governo corrupto é mais um exemplo de táticas chinesas predatórias da soberania das nações, explicou Garrett Marquis, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.
Por sua vez, Tony Beasley, diretor do Observatório Nacional de Radioastronomia dos EUA avala que a dita base pode “escutar” os satélites de outros países para surrupiar dados confidenciais. 
Trinta empregados chineses trabalham e moram na base que não admite argentinos, disse a prefeita local, Maria Espinosa. Os habitantes da zona rara vez veem alguém na cidade.
Alberto Hugo Amarilla, dono de um pequeno hotel, conta que um funcionário chinês o saudou com entusiasmo pois tinha sabido que era oficial retirado do exército. O chinês era general...
Base funciona como território soberano chinês.
Apresentando seu informe anual, no Congresso, o chefe do Comando Sul dos EUA, o Almirante Craig S. Faller, manifestou sua “preocupação” porque a base chinesa pode “monitorar alvos estadunidenses”, escreveu o quotidiano Clarin de Buenos Aires. 
Os perigos da penetração informática militar da China na Argentina atingem toda a América do Sul. 
Eles são acrescidos à expansão de empresas engajadas com a telefonia celular, como a Huawei e a ZTE que “penetraram agressivamente na região”, com uma estratégia que “põe em risco a propriedade intelectual, dados privados e segredos de governo”. 
O Pentágono considera, além do mais, que essas empresas incluem dispositivos nos smartphones que comercializam para grampeá-los e repassar os dados à China.
De maneira análoga, segundo a agencia britânica Reuters a base chinesa age como uma “caixa preta” para registrar toda espécie de informações sensíveis. 
Segundo militares citados pela revista Foreign Policy a forma do imenso radar revela que é usado para reunir informação sobre a posição e as atividades dos satélites militares americanos. E sublinham que a China fala muito de um espaço livre de armas, mas é a primeira em não respeitar o que diz. 
No Congresso estadunidense, o almirante Faller elencou entre as “principais ameaças” à paz mundial, a Rússia, a China, o Irã, e seus “aliados autoritários” de Cuba, Nicarágua e Venezuela.
O jornal portenho Clarín publicou fac-símiles do tratado secreto que confirmam esses temores. 
O tratado cria “uma zona de exclusão”, que tem um raio de até 100 kms em volta dos 200 hectares. Nessa “zona de exclusão”, os civis argentinos não poderão acionar aparelhos que usem ondas de rádio “como equipamentos domésticos, dispositivos para carros,” etc.
O prefeito de Bajo del Agrio, a localidade mais próxima à base, Ricardo Fabián Esparza, usou uma metáfora caseira para dizer que tudo se passa como se os chineses quisessem espionar até as peças íntimas de nosso vestuário.
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domingo, 5 de novembro de 2017

George Soros e Open Society Financiam a Nova Ordem Mundial

Quando, jovem e tardiamente, comecei a interessar-me pelo que acontecia no Brasil e no mundo, era pela imprensa que eu buscava informação e análise. Jornais, revistas e televisão eram as minhas fontes. Se os meios de comunicação e os seus comentaristas eram disfarçadamente parciais, política e ideologicamente engajados, tal me escapava. Tamanha era força da imprensa e do mito da imparcialidade que leitores como eu, o leitor médio, éramos incapazes de identificar qualquer viés político de esquerda no conteúdo que nos era apresentado. O que lá estava escrito nas publicações ou dito em imagens na tevê era, portanto, a representação fiel da realidade.
Com o passar dos anos, era natural que eu e tantos outros achássemos que nossas opiniões individuais eram nossas e não, como de fato eram, meras reproduções da posição política de jornalistas, comentaristas, enfim, de toda a fauna conhecida como formadora de opinião.
Quando os diretores e operários de esquerda da imprensa brasileira decidiam que tal e qual assunto deveria ser objeto de exposição pública e debate, expunham-no de uma maneira que o conteúdo direcionasse e definisse a opinião do leitor ou do espectador. Ao esconder-se sob o falso manto da imparcialidade, a empresa jornalística enganava os seus consumidores ao maquiar a forma de apresentar a informação e ao colocar especialistas de esquerda que defendiam a sua visão de mundo como se ambas, opinião e visão de mundo de esquerda, fossem a verdade e não a sua imitação fraudulenta.
Se até poucos anos atrás essa postura passava incólume, hoje, graças ao bom Deus, uma parcela cada vez mais numerosa da sociedade brasileira está sendo exposta a essa imitação fraudulenta da verdade empreendida por parte da grande imprensa e de organizações cada vez mais atuantes naquilo que se chama de debate público, que nada mais é, como sempre disse um amigo, debate publicado.
Os representantes dessas organizações têm uma espécie de sala VIP em grandes jornais e emissoras de tevê. Não importa o que digam e defendam, contam sempre com a valiosa ajuda dos grandes canais de comunicação e assim também conseguem influenciar a produção artística das empresas, como programas de auditório, séries e novelas. Dessa forma, o telespectador é submetido a uma grade de programação revolucionária que gradualmente faz cumprir o seu intento de destruir a imaginação moral, de mudar mentalidades e, portanto, a sociedade.
Várias dessas entidades que gozam de prestígio na tevê e na grande imprensa brasileira são financiadas por um bilionário húngaro-americano que tem como objetivo promover uma engenharia social mundial que atenda a sua agenda ideológica e empresarial. Para isso, George Soros não economiza dinheiro nem esforços. Graças aos vazamentos de documentos feitos no ano passado pelo Wikileaks e pelo DC Leaks foi possível constatar a dimensão, ainda que parcial, dessa drenagem de recursos para organizações, partidos e políticos de esquerda em várias partes do mundo, dos Estados Unidos, passando pela Hungria até chegar ao Brasil.
Dias atrás, foi noticiado que Soros fez nos últimos anos doações que somaram US$ 18 bilhões para a sua organização Open Society Foundations, nome inspirado no famoso livro A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos (volumes 1 e 2), de Karl Popper, que deve estar se revirando no túmulo em virtude da homenagem.
Até mesmo para Soros essa doação para a sua própria fundação é algo impressionante e mostra a seriedade com que ele encara o trabalho desenvolvido pela Open Society. Como salientou o jornal de esquerda The New York Times, foi uma das maiores doações de dinheiro já feitas por um doador privado para uma única instituição nos Estados Unidos. Isso significa que haverá verba ainda mais farta para as esquerdas nativas potencializarem o trabalho revolucionário que já desenvolvem.
Nos Estados Unidos, há anos Soros é um dos maiores doadores do Partido Democrata. Na eleição presidencial passada, investiu muito dinheiro na campanha da candidata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Donald Trump. A vitória de Trump acendeu o alerta vermelho da organização, que passou a trabalhar com um “novo senso de urgência”, segundo disse ao New York Times o vice-presidente da entidade, Patrick Gaspard.
Aqueles documentos vazados no ano passado pelos sites Wikileaks e DC Leaks que eu mencionei mostraram o grau de influência de Soros sobre Hillary e o Partido Democrata, que receberam ambos cerca de US$ 25 milhões do bilionário para a eleição de 2016. Soros é, aliás, um dos maiores doadores de toda a carreira política de Hillary.
Como esse tipo de apoio nunca sai de graça e quem decide fazer o pacto uma hora terá de prestar contas a Mefistófeles (obrigado, Goethe), um dos e-mails vazados revelou que Soros, mediante um representante, enviou instruções a Hillary, então secretária de Estado do governo de Barack Obama, para intervir na política da Albânia, país onde ele tem negócios. Três dias depois da mensagem, o nome sugerido por Soros, Miroslav Lajcak, foi enviado pela União Europeia para mediar o conflito entre os rivais políticos albaneses.
Investindo o seu dinheiro de forma estratégica, Soros também teria orientado políticos do Partido Democrata para fazer valer seus interesses dentro e fora dos Estados Unidos, além de ter tentado manipular eleições na Europa. Ainda segundo os documentos vazados, através da Open Society, o bilionário financiou entidades em várias partes do mundo.
No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society injeta cerca de US$ 37 milhões por ano. A Fundação Ford, igualmente notória por financiar esquerdistas ao redor do mundo, destina US$ 25 milhões para organizações de esquerda de países latino-americanos.
Esse dinheiro só vai, porém, para iniciativas que atendam o grande projeto global de revolução social financiado por Soros, o que significa promover o aborto, a legalização das drogas e ataques sistemáticos a todos os costumes, tradições e instituições sociais que de alguma maneira ainda protegem a sociedade brasileira da ação revolucionária. Por isso, o apoio cada vez maior a grupos que usam o termo “mídia independente” para desenvolver de forma radical e inclusive pressionar o trabalho realizado pela grande imprensa.
Um desses projetos é a Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), que ficou conhecida nas manifestações de 2013 dizendo-se independente, mas que havia recebido US$ 80 mil da Open Society. Vinculado ao Fora do Eixo, entidade chefiada por Pablo Capilé, a Mídia Ninja inaugurou na semana passada a sua nova sede na região central de São Paulo. Para legitimar seu trabalho, reuniu a fauna e a flora artística de esquerda. Foi nesse evento que Caetano Veloso tentou ser humorista: “Algum conservadorismo é necessário. Pode não ser desejável, mas é necessário”. O cantor e compositor inaugurou com a frase um novo ofício: bedel do conservadorismo pátrio mesmo que ele não faça ideia do que seja conservadorismo.
Outra entidade que atua na seara da produção de conteúdo é a Agência Pública, do esquerdista Leonardo Sakamoto, que em cinco anos recebeu mais de R$ 1 milhão da Open Society. É com os dólares de Soros que a Agência Pública diz realizar um “modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência”. Independência similar à da Mídia Ninja. Sakamoto é autor da célebre frase metafísica: o que define uma mulher não é o que ela tem ou teve entre as pernas.
Mas nessa relação entre imprensa, tevê e organizações financiadas por George Soros, destaca-se Ronaldo Lemos, comentarista da Globonews, cofundador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O ITS Rio recebeu da Open Society US$ 350 mil entre 2014 e 2015. Lemos foi talvez o nome mais conhecido na elaboração e defesa do Marco Civil da Internet, que abriu a possibilidade de regulação e de controle pelo Estado e que foi usado pela Justiça como fundamento jurídico para suspender o aplicativo WhatsApp.
Outro destaque é a também comentarista da Globonews (e voz cada vez mais conhecida na defesa da legalização das drogas) Ilona Szabó de Carvalho, diretora-executiva e coordenadora do Programa de Políticas sobre Drogas do Instituto Igarapé. Também financiado pela Open Society, o Igarapé recebeu mais de R$ 670 mil entre 2014 e 2015.
Em abril de 2015, aliás, houve um evento simbólico dessa relação: Ilona organizou junto com Pedro Abramovay, sobre quem falarei mais adiante, um jantar para George Soros no apartamento do casal Florência Fontan Balestra e Fabiano Robalinho Cavalcanti, ambos do Instituto Igarapé. O encontro reuniu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jorge Paulo Lemann (3G Capital), David Feffer (Grupo Suzano), Celso Lafer (advogado e professor), Guilherme Leal (Natura), Ricardo Marino (Itaú-Unibanco), Olavo Monteiro de Carvalho (Grupo Monteiro Aranha), Luciano Huck, Carlos Jereissati (Grupo Jereissati), Raphael Klein (Casas Bahia e Kviv Ventures) e Beatriz Gerdau (Grupo Gerdau). Nesse jantar no Rio de Janeiro, Soros falou sobre a cultura da filantropia, o que significa que ele falou sobre a sua cultura de filantropia para pessoas muito influentes e com muito dinheiro. Além disso, ele participou de um seminário sobre drogas.
Ainda sobre o ITS Rio, junto com Ronaldo Lemos integram a equipe Eliane Costa, que foi gerente de patrocínio da Petrobras de 2003 a 2012 (ou seja, durante todo o governo Lula); Lucia Nader, que é Fellow da Open Society; e Ana Toni, que integra o conselho editorial do jornal socialista Le Monde Diplomatique Brasil e que atuou como diretora da Fundação Ford no Brasil de 2003 a 2011 (quase o mesmo período em que sua colega trabalhou na Petrobras).
A drenagem dos recursos de Soros também alimenta entidades criadas por aquelas já financiadas pela Open Society. O ITS Rio, por exemplo, criou o site Mudamos.org, que recebe dinheiro de Soros e orgulha-se de ter participado da criação do Marco Civil da Internet. O dinheiro entra por vários canais, mas converge para o mesmo duto. O idealizador do Mudamos.org é o sociólogo socialista Luiz Eduardo Soares. Ele foi secretário de Segurança Pública do governo Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e secretário nacional de Segurança Pública do governo Lula, além de coautor do livro Elite da Tropa, que serviu de base para o filme Tropa de Elite. Soares é notório defensor da desmilitarização da Polícia Militar e da descriminalização das drogas, cuja proibição tem como consequência, segundo ele, a criminalização da pobreza, sem reduzir a criminalidade ou o consumo de drogas. Se a pobreza é criminalizada em função da proibição, o sociólogo está dizendo que os pobres são criminalizados por envolvimento com as drogas? Não seria esta uma posição altamente preconceituosa e falsa de alguém que se equilibra entre Karl Marx e Michel Foucault?
Outras organizações que receberam dinheiro de Soros para influenciar a sociedade brasileira para liberação das drogas foram o Movimento Viva Rio, que entre 2009 e 2014 recebeu US$ 107 mil para atuar na defesa da liberação das drogas; e o Instituto Fernando Henrique Cardoso, que recebeu US$ 111.220 entre 2015 e 2016. O ex-presidente tornou-se a voz mais famosa a defender a legalização.
Há ainda o Instituto Arapyaú, fundado por Guilherme Leal, um dos donos da empresa Natura e que, em 2010, foi candidato a vice-presidente de Marina Silva, que foi petista por 24 anos até pedir para sair em 2009. Um dos membros do conselho de governança é o petista Oded Grajew, idealizador do Fórum Social Mundial (a disneylândia do socialismo latinoamericano), ex-assessor especial do presidente Lula e coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, que recebeu US$ 500 mil da Open Society em 2014 e 2015.
A lista vai além. O projeto Alerta Democrático, que recebeu US$ 512.438 em 2014 da Open Society Foundations, tem na sua equipe o já citado petista Pedro Abramovay, que trabalhou no Ministério da Justiça nos governos Lula e Dilma e que é, vejam só, Diretor Regional para América Latina e Caribe da própria Open Society. Abramovay também foi diretor no Brasil do site de petições Avaaz, que ele definiu “como um movimento que tem princípios”, não uma rede social ou “um espaço neutro”. Por isso, só aceita petições de causas afeitas à ideologia e retira do ar qualquer petição que vá contra os princípios do movimento. Outro integrante da equipe do Alerta Democrático é o ex-BBB Jean Wyllys, que usa o seu mandato de deputado federal para fazer valer o projeto de engenharia social mediante mudança de comportamentos de cima para baixo pela ação do Estado.
O financiamento de organizações socialistas e comunistas por uma certa elite econômica nem é uma novidade histórica: os revolucionários russos foram financiados por grandes empresários para fazerem a revolução de 1917; os nazistas foram financiados por grandes empresários para conquistarem o poder em 1932; os petistas foram financiados por grandes empresários até conquistarem o governo federal em 2002 (a Operação Lava Jato apresenta cada dia mais a dimensão, por ora incalculável, desse financiamento).
A agenda de Soros e a das organizações de esquerda é uma só ou converge em muitos pontos, a depender da organização e do país onde está sediada. O bilionário financia projetos que se coadunam com sua visão revolucionária de mundo; os revolucionários aceitam a doação porque o dinheiro financia o seu projeto revolucionário de mudar o mundo.
O primeiro a denunciar o projeto global de Soros via financiamento de organizações de esquerda foi o professor Olavo de Carvalho, a partir do fim da década de 1990. Muitos artigos sobre o tema foram publicados no jornal O Globo e depois reunidos no livro O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, organizado por Felipe Moura Brasil e publicado pela Editora Record.
E por que Soros faz o que faz?
Algumas respostas foram dadas pelo autor de Por trás da Máscara, Flavio Morgenstern, no podcast do site Senso Incomum, e pelo também colunista da Gazeta do PovoAlexandre Borges:
Soros é, possivelmente, o indivíduo sem cargo eletivo mais influente do mundo. (…) 
George Soros se vê como um missionário das próprias utopias e não conhece limites para usar sua fortuna quase sem paralelo para influenciar a política, a imprensa e a opinião pública em diversos países, especialmente os EUA. Como ele mesmo disse, ‘minha principal diferença de outros com uma quantidade de recursos acumulados parecida com a minha é que não tenho muito uso pessoal para o dinheiro, meu principal interesse é em ideias.(…)  
A Open Society é uma ONG bilionária destinada a influenciar a opinião pública e a política no mundo. Ela está presente em mais de 70 países é tão poderosa que, em alguns regimes, é considerada um ‘governo informal’. Nos EUA, mantém o poderosíssimo Media Matters, que dá o tom de praticamente toda a imprensa americana, além de ser o principal financiador do The Huffington Post, um ícone da esquerda mundial.(…)  
O número de fundações, ONGs, sindicatos e veículos de comunicação que recebem dinheiro de George Soros ou de suas fundações é tão vasto que só um incansável pesquisador como David Horowitz para catalogar e publicar no seu portal Discover the Networks. Se você tiver curiosidade, é só clicar aqui.”

Depois de descobrir qual é a agenda dessas organizações, quem as representa e as financia, e a influência que exercem na política, na economia e na opinião pública no Brasil, cabe a você refletir se aquilo que você pensa sobre desarmamento, liberação das drogas, desmilitarização da PM, democracia e outros temas é o resultado de uma análise genuína baseada em informações precisas ou uma mera repetição de discursos ideológicos previamente criados por esses revolucionários financiados pelo grande capital que costumam criticar.
Porque as agendas políticas que hoje despertam paixões, que provocam “polêmicas” e discussões nas redes sociais são muitas vezes o resultado de um trabalho muito bem articulado de instituições e personagens que nem sempre aparecem ou que aparecem como especialistas imparciais. Convém ter isso em mente e estar sempre alerta antes de defender determinadas posições e de agir como inocente útil de uma ideologia e de um projeto político tão ocultos quanto infames. Não se enganem: hoje, em qualquer canto onde haja um projeto revolucionário, George Soros está lá.
Fonte:   Gazeta do Povo
COMENTO: em resumo, o problema reside no fato de que, junto com uma extensa agenda visando a destruição da atual sociedade, os pretensos líderes do futuro inserem algumas coisas simpáticas a todo mundo (ou quase). 
Assim, fazem com que seus objetivos aparentem não ser tão deletérios. Isto é facilmente verificável nas redes sociais, particularmente nas "notícias" da "grande mídia" e nos diversos comentários a elas referentes. Temas como "união gay", por exemplo, assunto que só diz respeito e interessa aos gays, (cerca de 10% da população, quando muito) é frequentemente exposto junto a outros temas relativos a drogas, aborto, racismo, feminismo e outros, sendo motivo de extensa discussão e da maioria dos comentários. Quando isso ocorre, as demais "demandas" sequer são notadas. Outro exemplo de objetivo maléfico a ser imposto à sociedade é o esforço pela "descriminalização" das drogas sob o argumento da liberdade de cada um dispor de sua vida e saúde como bem lhe aprouver. Faz tempo que George Soros incentiva essa ideia que aqui no Brasil, não por coincidência, tem o apoio de FHC. A experiência de Pepe Mujica liberar a venda de maconha no Uruguai já está mostrando o resultado catastrófico da iniciativa, mas os canalhas de sempre fingem não ver.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O Gramscismo Orientando o Fabianismo Que Nos Domina

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Antonio Gramsci já alertava que somente pela via armada, os comunistas não chegariam ao poder, ou então, o alcançariam e perderiam em seguida.
Muito mais inteligente que o incompetente Karl Marx e os impulsivos Lenin e Trotsky talvez auxiliado pelo excesso de tempo que lhe foi disponibilizado (na prisão) para estudar e elaborar suas teorias , Gramsci conseguiu traçar a estratégia ideal para alcançar os corações e mentes dos que seriam dominados.
Transcrevo abaixo dois textos de autores diferentes, onde o primeiro explica os motivos de sermos um país que se encontra a deriva em termos ideológicos, com uma falsa imagem de democracia, manipulada por quem realmente determina o futuro dos ingênuos brasileiros. No segundo texto encontramos a visão extremamente lúcida sobre os subterrâneos da pantomima que envolveu o processo de impedimento da presidente destituída de seu cargo desmascarando as figuras nela envolvidas.

I
AÉCIO SABE O QUE ESTÁ FAZENDO
por Francisco José Dominguez
Fico muito preocupado quando vejo um articulista que se expressa bem, com capacidade de analisar fatos e concatenar ideias, como o autor do artigo [abaixo], Pedro Henrique Mancini de Azevedo, faz um comentário sobre o Senador Aécio Neves, julgando-o “uma menininha inocente”. Ora, convenhamos, ninguém chega onde ele chegou, sendo inocente…
O ponto mais importante, de todo o nosso cenário político atual, está sendo omitido. O PSDB não é um partido de oposição. É um partido socialista Fabianista. Ou seja, é aliado do PT, é seu cúmplice na implantação do socialismo/comunismo. Portanto Aécio não é inocente, ele é cúmplice do maior estelionato eleitoral que o Brasil já sofreu.
Para quem não conhece o fabianismo, sugiro uma pesquisa sobre o assunto no Google, com a seguinte ressalva: o Google vai mostrar o lado bonitinho do fabianismo, vendendo a imagem de um socialismo moderado. E é exatamente isto que o fabianismo deseja.   Na verdade, o fabianismo foi criado como uma espécie de válvula de escape para as pressões sociais criadas pelos partidos de esquerda revolucionários. Ele se apresenta como um partido de oposição, socialista, mas moderado.
Mas observem, ele JAMAIS critica os princípios socialistas. Só ataca, e violentamente, a direita conservadora. Com isto, vai ocupando os espaços políticos da direita conservadora, apresentando-a como a vilã da história. Quando o povo se cansa das medidas tomadas pelos radicais de esquerda, que criam tensões insuportáveis, o partido socialista fabianista se apresenta às eleições como a oposição que o país precisa. Obviamente consegue ser levado ao poder e passa os próximos anos preparando o retorno dos radicais. Para isto, ele conta com a memória curta do povo. À medida que o povo se esquece das imbecilidades radicais de esquerda, ele cria todas as situações que favorecem o retorno dos radicais, para continuar rumo ao ideal da revolução socialista.
Agora, comparem o que acima está dito, com o que aconteceu no Brasil. O PSDB tomou todo o espaço da oposição. Elegeu FHC como presidente, que fez tudo para facilitar a eleição de Lula, inclusive boicotar as candidaturas de Serra e Aécio, de seu próprio partido.
E agora, meus amigos, preparem-se para o choque: Estamos repetindo a dose do mesmo remédio.
Lula, Dilma e o PT esgotaram a paciência do povo. Suas medidas populistas destruíram a economia e queimaram a imagem dos socialistas radicais. 
Como continuar o “avanço” rumo ao socialismo? Lula passou a “se achar” o dono do mundo, Dilma é autoritária e burra, não conversa com ninguém, quer fazer só o que ela quer. Foi preciso tirar os dois do caminho, um preço pequeno a pagar para manter no poder os mesmos de costume, e continuar no caminho do socialismo. Fez-se o “impeachment”, mas um impeachment ‘Light”, para Dilma não ficar muito frustrada e continuar no time, e se colocou Temer no poder, com o beneplácito do PSDB, que emplacou Serra no Itamaraty. Reparem que o PSDB passa o tempo todo fazendo de conta que é oposição ao PT, mas toda vez que alguma coisa ameaça os interesses socialistas, ele reage, ameaça deixar a “coalizão”, etc..
E o que Serra tem feito? Tratado os países bolivarianos com mão de ferro, para agradar ao povo brasileiro, conservador por excelência e cansado de ditadores de esquerda, feito Fidel, Chavez, Maduro e Evo. Exatamente o que NÃO seria de se esperar de um comunista ferrenho, ex-presidente da UNE. Ou seja, ele está fazendo exatamente o papel que o fabianismo lhe determina. Está dando ao povo aquilo que ele quer, criando uma ilusão de prestidigitador. Dá com uma mão e tira com a outra. Nas próximas eleições o PSDB se apresentará como o partido que o Brasil precisa, que trata os radicais com rigor, e elegerá quem? SERRA, CLARO! E aí, meus amigos, é que vamos ver quem é o verdadeiro Serra….
O problema político brasileiro só faz sentido quando adotamos como premissa básica que o PSDB é isto aí, um cúmplice do PT. Qualquer outra hipótese leva a um quadro onde as coisas não fecham direito, várias lacunas se abrem, as pessoas e fatos parecem não se enquadrar naquilo que poderia ser um quadro mais lógico e provável. Mas basta entender que o PSDB é um partido fabianista, como acima descrito, para que as coisas se encaixem nos devidos lugares.
E esta hipótese responde à pergunta final do artigo abaixo, “Quem tem tanto interesse em proteger o PT?”. Não meus amigos, não é um ministro do STF. É um partido, o PSDB! É FHC, o líder do fabianismo no Brasil, que, segundo ele próprio, FOI comunista e pediu para esquecerem o que ele escreveu no passado. Acredite quem quiser….
Todo o resto é uma grande encenação, com várias cortinas de fumaça….
Abraços
Dominguez
(também pode ser lido em  Papéis Avulsos)
II
por Pedro Henrique Mancini de Azevedo
Quando você quiser convencer alguém, fale de interesses em vez de apelar à razão.” 
(Benjamin Franklin)
Finalmente chegou ao fim o julgamento do processo de impeachment da ex presidente Dilma Roussef. O julgamento em si não poderia ter sido mais bizarro, mostrando que estamos realmente sendo governados por um bando de malucos. São várias as situações que podem ser comentadas desse freak show, mas com certeza a decisão final de manter o direito de ocupar cargos públicos de Dilma foi a maior delas. Em meio a toda essa confusão, fiz um esforço para tentar trazer um pouco de sentido a tudo que ocorreu.
Antes de começar, porém, é impossível deixar de comentar a ladainha proferida por Dilma durante todo o julgamento, insistindo que o processo era um golpe. Chega a ser hilário. Sinceramente, comecei a imaginar Dilma daqui a uns 15 anos. Imaginem só. Um daqueles jornalistas da “esquerda moderada”, como Caco Barcelos, iriam entrevistar a já bem idosa ex presidente em sua residência. Ao iniciar a entrevista com uma simples saudação matinal, Dilma logo responde: “Foi golpe”. O jornalista, embaraçado faz outra simples pergunta: Podemos iniciar a entrevista, presidenta? Eis que Dilma responde novamente: “Foi golpe”. É mais ou menos assim que vejo Dilma no futuro. Uma senhora transtornada que vive o dia inteiro repetindo “foi golpe” como se fosse um chavão do programa Zorra Total. Mas vamos em frente.
O primeiro fato marcante ocorrido durante a votação foi quando a senadora petista Gleisi Hoffman disse que ali no Congresso não havia ninguém com moral para julgar Dilma. Após vários bate-bocas, o presidente do Senado, Renan Calheiros, tomou a palavra e acabou cometendo um ato falho. Visivelmente irritado, Renan disse que Gleisi não deveria estar dizendo aquilo, já que um mês antes ela teria solicitado a ele para impedir o seu indiciamento no STF, em inquérito relacionado a Operação Lava-Jato. Foi aí que a coisa começou a feder.
Renan, não só comprometeu a senadora Gleisi, mas também a si próprio e a algum membro do STF. Este último foi o que mais me chamou atenção. Quem seria esse membro do STF que Renan foi procurar para impedir o indiciamento da senadora Gleisi e do seu marido? Bem, vamos voltar a essa pergunta mais tarde.
O segundo fato marcante que se deu durante a votação, foi a conversa íntima e descontraída entre o senador tucano Aécio Neves, Dilma, José Eduardo Cardozo e o presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Confesso que diante daquela cena só pude me lembrar da frase de Ronald Reagan que dizia: “Dizem que a política é a segunda profissão mais antiga que existe. Hoje vejo que ela se parece muito com a primeira”. Sábias palavras.
Aécio, assim como a maioria dos tucanos, parece uma menininha inocente, que mesmo após ser corneada pelo namorado inúmeras vezes, continua se arrastando atrás do canalha. Não consigo entender essa necessidade que a maioria dos tucanos tem de agradar um partido como o PT, que atribui a eles todos os males causados neste país. Mas não muito tempo depois, acredito que Aécio viria a se arrepender da sua diplomacia exagerada.
Por fim, o terceiro fato marcante ficou a cargo da advogada de acusação Janaína Paschoal. A jurista, ao proferir seu discurso final, chorou e pediu perdão a Dilma pela dor que ela estava fazendo a ex presidente passar. Mas pediu que Dilma compreendesse que aquilo que ela estava fazendo era visando o futuro dos netos da ex presidente. Ao contrário de muitos, isso não me fez ter uma admiração maior por Janaína, mas sim reforçou a ideia de que temos que ter muito cuidado em cultuar salvadores da pátria. Vejam, por exemplo, o caso de Joaquim Barbosa. O ex presidente do STF era tido por muitos como possível candidato a presidência. Só que o nosso nobre colega acha que o impeachment de Dilma é um golpe. Esse era o nosso Messias? Um ex petista que acha que Dilma está sofrendo um golpe? Então, meus amigos, cuidado, pois ser contra o PT é uma coisa, não ser esquerdista é outra completamente diferente. Ser de esquerda, em muitos casos, é patológico.
Dito isso tudo, agora vamos tentar de alguma maneira ligar os fatos. Não é novidade para ninguém que Renan Calheiros, junto com o PT, fez uma manobra para manter os direitos de Dilma em ocupar cargos públicos e logrou êxito. Mas conforme dito antes, há uma pergunta que não foi respondida. Renan foi ao STF para impedir o indiciamento da senadora Gleisi. Logo, ele foi ouvido por algum dos ministros. Mas qual ministro? Quem foi esse sujeito oculto do STF que Renan foi procurar? Precisamos saber, pois esse ministro está completamente comprometido. E uma pessoa com tamanho rabo preso é capaz de até, sei lá, alterar a Constituição. Opa, isso foi feito!
Pois é. No final das contas, a vitória sobre o PT ficou com um gosto amargo. Voltando agora aos fatos mencionados, fico me perguntando o que Aécio Neves e Janaína Paschoal estão achando do PT agora. Será que Aécio ainda quer ir lá e afagar Dilma após ela e o PT terem dado mais uma pernada nele e em todos os brasileiros? Ora, senador Aécio, o PT não tem somente um projeto diferente do seu partido, o PT é uma quadrilha! Será que você não percebe isso? E você, Janaína? Ainda quer chorar e pedir desculpas a Dilma? A Dilma! A mesma Dilma que foi incapaz de pedir desculpas ao povo brasileiro por toda lambança que ela nos colocou; a mesma Dilma que nem sequer teve dignidade que o ex presidente Fernando Collor teve, em renunciar ao seu cargo, a fim de não protelar e subjugar o povo brasileiro a um processo longo e penoso que só atrasou ainda mais a dura missão de tirar a nossa economia do buraco. A essa Dilma que você pede desculpas, Janaína? Quando vocês vão entender que os petistas são embusteiros, golpistas, autoritários e truculentos? Quando?! Quantos golpes a mais vocês irão tolerar?
Enfim, talvez ao invés de tentar reverter esse fatiamento do julgamento de Dilma, devêssemos focar em descobrir o motivo pelo qual essa atitude foi tomada. O acordo entre Renan Calheiros e o PT, com a chancela do presidente do STF que simplesmente rasgou a nossa Constituição , precisa ser investigado. E para entender o motivo dessa decisão, basta ir atrás desse sujeito oculto do STF que foi procurado por Renan Calheiros. Esse sujeito teria total interesse em dar uma pedalada na nossa Constituição, pois tem suas digitais em toda a cena do crime. Quem é esse sujeito oculto? Quem tem tanto interesse em proteger o PT? Os indícios apontam para um certo ministro, mas será que ele é o único? Com a palavra, a Justiça brasileira. Se é que ela ainda existe.
Atenciosamente,
Pedro Henrique Mancini de Azevedo
Fonte: correio eletrônico
COMENTO: Apesar de parecerem antagônicos, os dois textos conduzem à mesma conclusão que meus Instrutores repetiam nos anos 70: o inimigo é solerte e insidioso.
Seus autores alertam sobre a maneira de agir dos neo comunistas, na "preparação do terreno" para implantarem sua odiosa ideologia.
Atualmente, a maior prova do conluio entre as duas grandes quadrilhas, ops, partidos, é a atitude servil e submissa adotada pelo "líder" Cássio Cunha Lima, propondo apaziguamentos e aceitação da patifaria ocorrida por ocasião do julgamento separado do impedimento e da suspensão dos direitos políticos da ex presidente da República.
Cássio Cunha Lima, para quem não lembra, é aquele impoluto paraibano que ostenta em seu currículo o fato de ter seu mandato de governador cassado em 2008 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por uso indevido de dinheiro público. Além de estar envolvido na ação criminal que investiga esquemas de desvios de recursos e lavagem de dinheiro em sua campanha eleitoral de 2006, que está parada no STF. Também é réu na Operação Concord que apura esquemas de desvios de recursos e lavagem de dinheiro. Tal operação é conhecida por ter provocado, literalmente, uma chuva de dinheiro na capital paraibana, porque para não ser pego em flagrante pela Polícia Federal, um operador da política local, Olavo Lira, conhecido como Olavinho, teria jogado R$ 400 mil do alto do edifício ConcordEm 2013, o citado senador foi denunciado por empregar a namorada e a sogra na prefeitura e na Câmara Municipal de Campina Grande, sua cidade natal. Jackson Azevedo, seu cunhado, também ganhou um cargo de supervisor da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) na cidade. Esse currículo, pode ser o motivo para a falta de combatividade do "líder" tucano, mas a maior possibilidade é de que ele simplesmente faça parte da grande pantomima destinada a engambelar os botocudos brasileiros.
Por fim, a leitura dos textos acima só reforça a afirmação que faço constantemente de que PT e PSDB são somente as duas faces da mesma moeda podre do comuno/socialismo, com a qual os patifes pretendem comprar a consciência dos brasileiros. E, aparentemente, estão obtendo êxito. 

sábado, 28 de maio de 2016

Cultura do Estupro ou Falta de Cultura?

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Saturados de tanto divulgarem gravações de conversas fiadas com conteúdos muito bem planejados e que, ao final, não conduzem a nada - pois não passam de iscas lançadas por um bandido querendo pegar outros para diminuir sua pena ante a Justiça -, os órgãos da mídia do "gigante deitado em berço esplêndido" acharam outro assunto.
Agora é o terrível crime ocorrido em uma "cumunidade", onde uma jovem supostamente foi estuprada por diversos criminosos - falam em mais de trinta.
O crime - e não há outra palavra para descrever o fato - já está sendo considerado por uma especialista como "o caso mais grave já ocorrido no Brasil". Aproveitando o ensejo, a mesma especialista brandiu o dado - obtido não se sabe como -, de que temos um estupro a cada minuto no Brasil. Foi dito, ainda, que antes desse episódio, o mais chocante havia sido o das quatro meninas do Piauí.
A memória das gentes é fraca. Já ninguém lembra da menina  recolhida a uma cela com 30 bandidos que a estupravam em troca do direito de receber alimentação, em Abaetetuba/Pará, em 2007. Destaco que a prisão ocorreu por  determinação de uma juíza o que, talvez, tenha diminuído seu caráter de barbárie.
A menina de 15 anos estuprada por dois empresários mineiros - com a "ajuda" de duas outras jovens de 17 anos cada - terá sido um crime menos cruel por terem sido "só" dois os estupradores? 
Ou quem sabe, a jovem de Brasília dominada pelo jardineiro e sua amante para ser estuprada e depois morta e enterrada no porão da própria casa deve ser considerado um caso menos criminoso por ter sido somente um estuprador e, ainda, auxiliado por sua amante?
Enfim, o que é que choca a sociedade? O número de estupradores? A categoria social da vítima?  Ou a forma como o fato é divulgado pela grande imprensa?
No rastro dessa imensa canalhice, temos os noticiários e as redes sociais repletas de opiniões onde abundam as críticas à "cultura do estupro", ao "machismo", e outras cretinices que insinuam que maus-tratos a mulheres praticados por homens seria um fator cultural brasileiro.
Coisa de gente mal intencionada ou mal informada. Me desculpem o mau jeito, mas "cultura do estupro é o cacête"!
O que aconteceu foi um crime praticado por quadrilheiros que dominam parte da cidade, com a cumplicidade dos usuários de drogas que os financiam. E a conivência de uma grande parte da população local que os protege e esconde, por medo, por simpatia - vendo neles o futuro patrão de seus rebentos - ou por verem neles o amparo que lhes é negado pelo Estado. Afinal, esses bandidos circulam livremente portando suas vistosas armas nos becos, em meio às mulheres e crianças. Geralmente são eles que proporcionam auxílio nos casos de necessidade financeira, de saúde e até mesmo de ... segurança, quando alguém ultrapassa os limites por eles impostos. Diversão, arte e cultura são também disponibilizados por esses donos da favela que patrocinam os jogos de futebol e bailes funck, muitas vezes com farta distribuição da mercadoria que financia toda essa filantropia. Só que não existe almoço grátis. Tudo tem seu preço. E o preço é o de não desagradar a autoridade. 
Cito parte de um comentário lido na internet: "Aí me lembro dos funks que escuto todas as sextas-feiras vindo da favela aqui perto de casa. As letras são indecentes. Fazem apologia a crimes como esse, associando imagens sexuais às "novinhas"." E continua, para definir "as novinhas". "Lembro de um recente "Profissão Repórter" mostrando os hábitos de meninas de 13, 14 anos, em bailes funk. As meninas saem para transar no carro com meninos que acabaram de conhecer. E voltam para dançar e encontrar o próximo menino."
Quem fala em "cultura do estupro" afasta-se muito - por desconhecimento ou má fé - do conceito de "cultura". 
Em poucas palavras, Cultura é um dos fatores constitutivos de uma Nação (povo, território, cultura). Ela é definida por Edward B. Tylor como "todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade".
Nas sociedades ocidentais, particularmente na brasileira, apesar dos enormes esforços gramscistas em prol da destruição ("desconstrução") dos valores cristãos que forjaram nossa herança cultural, a violência não faz parte da cultura pois não é aceita no conjunto dessa herança.
Para exemplificar a diferença, podemos falar sobre a cultura de estupro aceita em alguns países de orientais. Mais especificamente, usando o texto de Laircia Vieira, tratemos da cultura islâmica,  onde "as mulheres capturadas em guerra podem tornar-se escravas sexuais, a menos que declarem serem casadas com islâmicos. Sendo casadas com “infiéis”, poderão ser estupradas na frente deles antes destes serem mortos."
Mais ainda. A burca, tida como manifestação de recato feminino, tem como fim diferenciar as mulheres muçulmanas das "infiéis", com o escopo de evitar o estupro. Ou seja, a burca indica que apenas o marido pode estuprar quem a usa, enquanto a ausência dela significa que aquela mulher pode ser livremente estuprada. As que recusam o uso da burca são consideradas responsáveis pelo estupro a elas cometidos. Se elas não se identificam como islâmicas, podem ser livremente estupradas, sendo responsáveis pelos atos, além de serem culpadas por permitir que os mesmos ocorram fora do casamento
Obviamente, esse é o entendimento "tradicional", observado em regiões mais atrasadas ou dominadas pelo fanatismo talibã. A dinâmica cultural faz com que tais procedimentos sejam abolidos na maior parte dos países islâmicos, mas eles teimam em ser aceitos por parte de suas populações.
"Eis a cultura de estupro. Não existe nada similar na sociedade ocidental ou brasileira. Pôr filtros, problematizar os estupros como resultados de uma cultura social é ridicularizar a vítima ao manifestar um entendimento de que a violência sexual contra ela cometida não tem um culpado individual."
Não há na cultura brasileira a mínima demonstração de aceitação do estupro como componente dela.  Nem mesmo na sua parte mais delinquente! Todos conhecem o castigo recebido por estupradores ao chegarem aos presídios, obrigando as autoridades a lhes proporcionar segurança especial mediante isolamento dos demais.
O que, infelizmente, vem ocorrendo com a cultura brasileira é a generalização das culpas individuais, transformando facínoras em vítimas da sociedade, justificando suas transgressões com o objetivo claro de "desconstruir" a velha sociedade e impor a "nova ordem social", determinada pelos canalhas de sempre, que manipulam as informações, os recursos e a inteligência das pessoas.
Não se para para pensar nos motivos que levaram uma quadrilha a praticar uma barbaridade como a que serve de mote a este texto. Destaco: de forma alguma quero transferir a culpa da atrocidade para a vítima mas a questão não pode deixar de ser exposta. Por que uma pessoa específica é escolhida para ser a vítima de um bando de infames? No caso em questão, seria a menina mais bonita e atrativa que as demais? Houve alguma intenção de "demonstração de força" por parte de algum dos meliantes? É muita ingenuidade pensar que uma quadrilha reuniu-se para simplesmente divertir-se martirizando uma pessoa qualquer, quando poderia - sabemos muito bem - aumentar o número de vítimas e saciar melhor a avidez dos patifes.
Penso que o maior motivo dos problemas sociais que ora enfrentamos vem sendo plantado aos poucos nos "corações e mentes" - gostaram do termo gramscista? - de nossa sociedade, e que podemos denominar na "cultura dos direitos sem deveres". Nossa Constituição Federal é exemplo nítido desse disparate ao citar quase duas centenas de vezes a palavra direito e nenhuma vez citar algum dever cidadão. 
Para encerrar, parte de uma postagem copiada do Facebook: "Temos cultura da impunidade, cultura da retirada de culpa do indivíduo, cultura da vitimização do bandido, cultura da hipersexualização de crianças, cultura da falta de educação, cultura da falta de respeito. Ainda assim, jogar todo o problema para o gênero masculino e afirmar que todos os homens são possíveis estupradores ofende àqueles que jamais seriam capazes disso e fariam de tudo para evitar que uma mulher sofresse qualquer abuso."
O coitadismo e o vitimismo que dedicamos aos infratores - muitas vezes sob a pérfida desculpa de que os governantes cometem crimes maiores - dedicando-lhes todos os direitos possíveis, em detrimento até aos direitos das vítimas, sempre relegadas a um segundo ou terceiro plano, faz com que se tornem mais petulantes.
Muitos criticam os esforços contra o desarmamento geral da sociedade alegando que a permissão de posse de armas aumentaria muito a violência. Mais do que a já existente? Duvido.
Outros criticam as propostas de aumento e enrijecimento de penas criminais alegando não haver condições de aumentar a população carcerária e que as prisões não oferecem condições de ressocialização dos presos. E alguém acredita que animais como os que participaram dessa barbárie podem ser ressocializados?
Acredito que nossa cultura comportamental só encontrará seu rumo após uma retomada na busca de valores reconhecidos como tais por toda ou pela grande maioria da sociedade. Enquanto formos lenientes e compreensivos - sob a marca da misericórdia e indulgência cristãs, apregoados principalmente pelos que se dizem ateus - para com os maus, sempre estaremos sujeitos à maldade e perfídia deles.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Guerra Cultural - Você Joga, Torce, ou Será a Bola?

por David Amato
A guerra mais importante é, sempre foi e sempre será a cultural. A maior prova disso é que, valendo-se da falta de escudos morais dos alheios, o movimento revolucionário irá repor as peças gastas por outras velharias com ares de novidade. Duvida? Então analise o seguinte:
O PSol já está consolidado e trabalha com a juventude, aproveitando a faixa etária de favelados mentais que estão na fase de se identificar com grupos, e não com a família e correlatos, ou seja, farão qualquer coisa pelo partido e seus ideais.
O REDE já existe, sendo a mais nova aposta do Diálogo Interamericano e demais movimentos globalistas de fachada ambientalista como o Clube de Roma, além de metacapitalistas como George Soros.
Lula já trabalha para substituir o Foro de São Paulo, que foi um sucesso, de modo a criar uma nova organização ainda mais coesa e poderosa, uma vez que até mesmo as contradições não-antagônicas presentes no Foro deverão ser eliminadas. A máfia, que já possui o poder, agora lutará para mantê-lo, custe o que custar.
O Projeto Eurasiano possui o poder de cooptar muitos conservadores, que são maioria no Brasil, através de um pseudo-conservadorismo que de quebra reduziria a agenda globalista a pó. Em um mundo de poderes nuclearizados e armados até os dentes, as novas guerras serão bastante diferentes da Primeira e Segunda Guerra, do contrário não sobrará nada nem ninguém.
O Islam continua agindo silenciosa e eficazmente e, para uma boa parcela de crentes desprovidos de qualquer senso crítico e guiados por charlatões, fazer uma manobra de conversão seria questão de dois toques, além da capacidade que o Islam possui de "botar ordem na casa", o que muito agradaria pessoas sufocadas pela criminalidade, principalmente em favelas, a.k.a. "comunidades".
A Igreja está tomada pelos três esquemas imperialistas e a maioria dos fiéis está mais preocupada em passar a mão na cabeça de Francisco, que é um Office-boy da ONU e do Clube de Roma, do que no mínimo expor e boicotar as partes envolvidas. A CNBB, cria da KGB, reina no Brasil, sendo o maior sustentáculo da quadrilha petista.
O NOVO, se não tomado por dentro por uma ala conservadora ou liberal provida de astúcia, não oferecerá qualquer resistência ao globalismo, porque é cria do próprio, doa a quem doer. Sem um ferrenho combate cultural, o NOVO será um PSDB 2.0 a serviço dos socialistas fabianos.
Então, em meio a tudo isso, temos libertários que não oferecem qualquer resistência aos esquemas de poder com seu eterno combate ao Estado, coisa que jamais conseguirão eliminar, principalmente porque a NOM (Nova Ordem Mundial) será sustentada por uma tecnocracia, sendo o Estado apenas uma fachada que cobrirá o verdadeiro esquema de governo mundial, que é científico e lastreado por mais de um século de estudos sobre a mente e o comportamento humano.
Temos liberais que só falam de economia, esquecendo-se que a esquerda ensinou sua economia, que é a arte do impossível e cuja síntese é o roubo, através da vertente cultural, e por isso mesmo as pessoas a praticam de maneira cíclica sem nunca ligar os pontos e entender porque vivem em meio à convulsão econômica e social.
Por fim, a ala conservadora dificilmente consegue estabelecer unidade, principalmente porque diferentes núcleos ficam brigando pelo posto de arautos da cristandade enquanto tudo ao redor desmorona.
Esses apontamentos não possuem nenhum alvo em especifico. São apenas um convite para que todas as partes comecem a entender quais são os times em jogo e suas estratégias, de modo a jogar também, e não fazer parte da ala espectadora, ou pior que isso, da torcida, seja qual for.
Entenda que VOCÊ é a bola, e que será chutado tantas vezes quanto for necessário até que o gol seja feito.
Com a oficialização do Rede Sustentabilidade, que já carrega no próprio nome uma histeria fomentada pelo malthusiano Clube de Roma, Marina Silva, a melancia (verde por fora, vermelha por dentro), poderá exercer melhor o papel de Office-boy de figuras como George Soros.
Todavia, caso algum favelado mental, daqueles que dizem que PSDB é de direita, ousar falar que o Rede é "de oposição", tenha sempre este link, mostrando para quem quiser ver que Marina é membro do Diálogo Interamericano, ou seja, é uma serviçal da turma socialista fabiana.
Fim de conversa!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Um Super Segredo - Parte II

por Alex Montenegro
O Presidente Kennedy havia desafiado os banqueiros da Reserva Federal, assumindo por decreto o poder de emitir a moeda americana, o dólar. No dia 12 de Novembro, visitou a Universidade de Colúmbia e disse: "O alto cargo do presidente foi usado para fomentar uma conspiração para destruir a liberdade do povo americano e antes de deixar o cargo eu devo informar os cidadãos sobre esta situação." Dez dias depois, em 22 de Novembro de 1963, foi assassinado em Dallas. Ele sabia o que somente agora estamos começando a perceber.
O Sr. Henry Kissinger, cria dos Rockefeller e membro do CFR Conselho de Relações Exteriores, na esteira da revolução verde que idealizou, já havia dito: "Quem controla o abastecimento de alimentos controla as pessoas; quem controla a energia pode controlar continentes inteiros; quem controla o dinheiro pode controlar o mundo."
A frase final sublinhada, era cópia do que Mayer Rothschild havia dito um século antes. Kissinger sempre esteve a serviço do poder real. Kennedy tentou limitar aquele poder, sempre presente nos altos postos da administração, através do Conselho de Relações Exteriores e dos defensores das idéias da nova ordem mundial, perseguida pelo grupo Bilderberger.
Entre os Bilderberger, estão os Rockefeller e a rede internacional do anglo americano Instituto Tavistock é uma de suas ferramentas. Em sua auto biografia, David Rockefeller, em seu livro auto biográfico, admite conspirar por um governo mundial, uma estrutura econômica, política e religiosa única. Para financiar seus projetos utiliza as Fundações que dividem tarefas e especializações, marcando presença em universidades e instituições do mundo inteiro.
Além da Standard Oil Company, dividida em 30 empresas com nomes diferentes em diversos países, para escapar ao fisco dos EUA, atua no sistema financeiro internacional com o banco Chase Manhattan, associado ao banco JP Morgan, na construção civil, na indústria militar, aeroespacial, eletrônica, física de alta temperatura, materiais compostos, ótica, laser, processamento de dados (investimentos pesados na Intel e Apple Computer) e em todas as tecnologias nascentes, no campo da saúde e da agricultura. E muito mais... GE, NBC, RKO, Associated Press...
As fundações Rockefeller financiam universidades dos EUA e o Instituto Tavistock financia cientistas e pesquisadores no mundo, postados em laboratórios e Centros de Pesquisa, principalmente de certas vacinas, biotecnologia e projetos de eugenia, com vistas a reduzir a população mundial. O programa de desenvolvimento agrícola não é casual. Na Índia as sementes transgênicas da Monsanto, empresa relacionada com Rockefeller, continham espermicida. As políticas de venda de sementes patenteadas e agrotóxicos naquele país levou ao suicídio centenas de pequenos agricultores.
Associado a Bill Gates e à Fundação Bill e Melinda, David Rockefeller promoveu a distribuição de vacinas contra pólio contaminadas, que causaram mortes em países do chamado "terceiro mundo". Ainda exercem pesado controle sobre a educação com generosas doações para instituições de ensino, onde são implantados os programas de modificação comportamental da ONU.
Os Rockefeller apoiados no monopólio de grandes setores da riqueza capitalista e ao poder dos Bilderberger, impedem o desempenho independente das nações infiltrando ONGs e comprando consciências. Num de seus discursos na ONU, David Rockefeller expressou seu agradecimento "ao Washington Post, New York Times, à revista Time e outras grandes publicações, cujos diretores participaram de nossas reuniões e respeitaram o acordo de silêncio durante quase 40 anos. Com publicidade teria sido impossível desenvolver nosso plano para o mundo durante estes anos. Estamos no limiar da transformação global. Só precisamos de uma grande crise para que as nações aceitem a Nova Ordem Mundial."
O que acontece no Brasil e no mundo está inserido neste projeto ditatorial e ainda segundo Rockefeller: "trata-se de substituir a autodeterminação nacional praticada no século passado, pela soberania de uma elite de técnicos e financistas mundiais." O Diálogo Interamericano determinou. FHC e Luiz Inácio trabalharam unidos para a implantação do socialismo, criação da Unasul, abertura para o tráfico de armas e drogas, enfraquecimento das Forças Armadas, perseguição aos anti comunistas, bancarrota da economia, divisão de classes, ataque de MSTs e índios aos pequenos produtores... Tudo preparando o ambiente internacionalista para a Nova Ordem Mundial.
Neste exato momento, tendo em seus computadores o inventário da riqueza global, dominando governantes que lesam as pátrias e enganam os povos, retomam a Agenda 21 (Novembro/Dezembro 2015) sob a falsa alegação do aquecimento global e de que o CO2 é prejudicial para o planeta.
É a jogada para implementar o plano de opressão absoluta. Banqueiros, agências de inteligência, militares, cientistas, engenheiros, psicólogos e psiquiatras estão a postos, monitorando e controlando "todos" os aspectos da vida econômica, política, social e comportamental, cívica de cada um de nós. Contam também com o sistema em que um partido político, ou grupo, mantém controle completo. Controle completo.
Fonte:   ViVerde Novo

sábado, 12 de setembro de 2015

Um Super Segredo - Parte I

por Alex Montenegro
Uma busca no Google retorna com alguns artigos em blogs, citando dois livros de sumo interesse para quem queira entender como o mundo virou de cabeça pra baixo em tão pouco tempo: Instituto Tavistock, de Daniel Estulin e Instituto Tavistock de Relações Humanas, do Dr. John Coleman. A teia de aranha mental que nos imobiliza é um dos assuntos mais bem guardados pelos governantes.
A mentira e a hipocrisia que caracterizam os governos revolucionários postados na América Latina, são explicados pela aplicação das técnicas de engenharia social e lavagem cerebral. Técnicas científicas intensamente utilizadas no Brasil. Um dos procedimentos secretos dos governantes, desde FHC, Luiz Inácio, até a atual mulher sapiens, que ordenam classificar, esconder, proibir o acesso aos assuntos mais sujos por 30, 40 e 50 anos.
Depois da I Guerra Mundial, o exército britânico financiou o Instituto de Psicologia Clínica, sob a direção do Major John Rawlings Rees, como organização privada, sem fins lucrativos, para investigar os traumas dos soldados e controlar o estresse nas zonas de combate. Ali trabalhou a antropóloga Margaret Mead e personalidades como Aldous Huxley e Edward Bernays, sobrinho de Freud.
O laboratório secreto de Rees ganhou estrutura institucional para a pesquisa científica em todos os campos do conhecimento. Rees e todo o grupo, foram para os Estados Unidos, onde a família Rockefeller os financiou para aplicar as técnicas da lavagem cerebral à sociedade norte americana, compartilhando a metodologia com empresas e universidades. Com especial atuação nos organismos governamentais e empresas de grande porte, como a Rand Corporation.
A partir de 1920, Bernays lançou seu livro "Relações Públicas" empregando técnicas psicanalíticas para incrementar o consumo na sociedade industrial do pós guerra e outros escritos como o artigo "Cristalizando a Opinião Pública", 1923, para difundir as nascentes ciências sociais.
Para Bernays as pessoas são irracionais e se comportam como boiadas; suas opiniões e ações podem ser facilmente manipuladas. As lições foram publicadas em 1928: "Propaganda", um livro que até hoje não teve tradução ou edição no Brasil, sendo objeto de parcas referências acadêmicas. A metodologia de controle ou "engenharia social" foi desenvolvida nos centros de pensamento envolvendo diversos campos do conhecimento.
Em 1940, o Major Rees, Diretor do Instituto Tavistock proclamava num discurso para seu pessoal: "Para que melhores ideias sobre saúde mental progridam e se disseminem, nós, como vendedores, precisamos perder nossa identidade ... Portanto, sejamos todos nós, de forma muito secreta, 'quintas colunas'.  (...) A vida pública, a política e a indústria devem todas ficar dentro de nossa esfera de influência.  ... Se queremos infiltrar as atividades profissionais e sociais das outras pessoas, acho que precisamos imitar os totalitários..."
Em 1955 Bernays publicou "A Engenharia do Consentimento", livro que se tornou o manual do Instituto Tavistock, detalhando como fazer uma campanha de propaganda, para derrubar qualquer governo não alinhado com a ideia do governo global.
Em 1947, com financiamento da Fundação Rockfeller, o Tavistock tornou-se agência global, infiltrando-se em universidades e centros de estudo nos Estados Unidos e no mundo. O controle mental das populações incluía hipnose, psicoterapia, drogas farmacológicas lícitas e drogas ilícitas. Para isto contribuíram gigantes da indústria farmacêutica, como os laboratórios Sandoz e Eli Lily.
Também eram analisados os efeitos do rádio, música, revistas, jornais e expressões de arte popular sobre a população. Em 1935, a Alemanha, inaugurou a emissão de TV em alta definição, em 22 locais públicos. O veículo aprimorado nos EUA e Japão seria o difusor essencial da metodologia Tavistock de lavagem cerebral e controle mental. Em 1959, o sênior Tavistock Fred Emery escreveu: "Os efeitos psicológicos de assistir televisão são de interesse considerável para qualquer engenheiro social."
Na década de 60 Huxley estava na Califórnia, onde desenvolvia uma experiência com drogas numa clínica para doentes mentais, monitorado pela CIA, que encomendou aos laboratórios Sandoz, uma grande partida de LSD. Logo a droga estava em todas as universidades norte americanas e foi fartamente distribuída durante o festival de música de Woodstock, onde predominavam as idéias de Herbert Marcuse, autor de "Eros e Civilização" (faça amor não faça a guerra).
As técnicas Tavistock objetivam a redução da unidade familiar, valores, religião, honra, patriotismo e disseminação da libertinagem sexual, tudo quanto quebre a disciplina psicológica e torne o indivíduo conformado e a multidão controlada diante dos ditadores da Nova Ordem Mundial.
Como agora vemos acontecer no Brasil, o ataque aos pequenos proprietários rurais, faz parte da agenda Tavistock para amparar a nova ordem mundial. Kenneth Warnimont, idealizou as técnicas de controle da agricultura no México e na América Latina, amparando os interesses da "revolução verde", idealizada por Henry Kissinger no interesse da família Rockefeller. 
Os pequenos produtores, como aconteceu na Rússia soviética, tornaram-se uma ameaça, porque seu trabalho produtivo pode gerar capital independente, ameaçando o controle do estado totalitário sobre a economia. Logo devem ser eliminados da cena, dando lugar à agricultura extensiva, sementes transgênicas e agrotóxicos patenteados pelas empresas Rockefeller.
Fonte:  ViVerde Novo
COMENTO:   logo que possível, publicarei a segunda parte desse texto.
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