sábado, 29 de fevereiro de 2020

Mentira Esquerdista Desmentida

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“Os adolescentes cometem menos de 1% dos homicídios e são 36% das vítimas”
por Leandro Narloch
Ainda não sei qual é a minha posição sobre a redução da maioridade penal. Concordo que há um problema de impunidade de adolescentes violentos, mas o projeto parece mais uma manifestação do mesmo populismo penal que motivou a lei do feminicidio. O que eu sei é que os dois lados da discussão precisam ter mais cuidado com os números e argumentos que apresentam.
Nas últimas semanas, o Globo, a Folha de S. Paulo, o Diário de S. Paulo, a revista Exame, o portal Terra, a edição impressa de Veja e quase todas as ONGs e políticos contrários à redução disseram que menos de 1% dos homicídios no Brasil são cometidos por adolescentes. A Folha reproduziu o dado num editorial e em pelo menos dois artigos, de Vladimir Safatle e Ricardo Melo.
Havia razão para publicar a porcentagem, pois ela parecia vir de órgãos de peso — o Ministério da Justiça e o Unicef. Acontece que a estatística do 1% de crimes cometidos por adolescentes simplesmente não existe. Todas as instituições que jornais e revistas citam como fonte negam tê-la produzido.

O Mito do 1%
Numa nota contra a redução da maioridade, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) reproduziu a estimativa e deu a Secretaria de Direitos Humanos como referência. Mas a Secretaria de Direitos Humanos diz que nunca produziu uma pesquisa com aqueles dados.
O Congresso em Foco, hospedado pelo UOL, afirma quesegundo o Ministério da Justiça, menores cometem menos de 1% dos crimes no país”. Um punhado de deputados e sites do PT diz a mesma coisa. Mas basta um telefonema para descobrir que o Ministério da Justiça tampouco registra dados de faixa etária de assassinos. “Devem ter se baseado na pesquisa do Unicef”, me disse um assessor de imprensa do ministério.
Seria então o Unicef a fonte da estimativa? Uma reportagem do Globo de semana passada parece resolver o mistério: “Unicef estima em 1% os homicídios cometidos por menores no Brasil”. Mas o Unicef também nega a autoria dos dados. Fiquei dois dias insistindo com o órgão para saber como chegaram ao valor, até a assessora de imprensa admitir que “esse número de 1% não é nosso, é do Globo”. Na reportagem, o próprio técnico do Unicef, Mário Volpi, admite que a informação não existe. “Hoje ninguém sabe quantos homicídios são praticados por esse jovem de 16 ou 17 anos que é alvo da PEC.Sabe-se lá o motivo, o Globo preferiu ignorar a falta de dados e repetir a ladainha do 1%. O estranho é que o Unicef não emitiu notas à imprensa desmentindo a informação.
Também fui atrás da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, mas nada: o governo paulista não produz estimativas de faixa etária de assassinos, somente de vítimas. Governos estaduais são geralmente a fonte primária de relatórios sobre violência publicados por ONGs e instituições federais. Se o estado com maior número absoluto de assassinatos no Brasil não tem o número, é difícil acreditar que ele exista. Resumindo: está todo mundo citando uma pesquisa fantasma.
Na verdade, uma estatística parecida até existiu há mais de uma década. Em 2004, um pesquisador da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo lançou um estudo afirmando que menores de idade eram responsáveis por 0,97% dos homicídios e 1,5% dos roubos. Foi assim que nasceu a lenda do 1% de crimes cometidos por adolescentes.
Mas a pesquisa de 2004 tropeçou num erro graúdo. Os técnicos calcularam a porcentagem de crimes de menores em relação ao total de homicídios, e não ao total de homicídios esclarecidos. Sem ligar para o fato de que em 90% dos assassinatos a identidade dos agressores não é revelada, pois a polícia não consegue esclarecer os crimes.
Imagine que, de cada 100 homicídios no Brasil, apenas oito são esclarecidos, e que desses oito um foi cometido por adolescentes. Seria um absurdo concluir que apenas um em cada cem homicídios foi praticado por adolescentes. Um estatístico cuidadoso diria que menores foram culpados por um em cada oito crimes esclarecidos (ou 12,5%).
Adotando esse método, os números brasileiros se aproximariam dos de outros países. Nos Estados Unidos, menores praticaram 7% dos homicídios de 2012. No Canadá, 11%. Na Inglaterra, 18% dos crimes violentos (homicídio, tentativa de homicídio, assalto e estupro) vieram de pessoas entre 10 e 17 anos. Tem algo errado ou os adolescentes brasileiros são os mais pacatos do mundo?
Sim, tem algo errado: a estatística.

O Mito dos  36%
Há ainda outro malabarismo. Pesquisas sobre causas de morte de adolescentes mostram que, dos jovens que não morreram de causas naturais, 36% foram assassinados. Muita gente está usando essa porcentagem para uma afirmação bem diferente: a de que os adolescentes são 36% das vítimas de homicídio no país. Tiraram a porcentagem de uma frase e a colocaram em outra. O número real é bem menor. Em São Paulo, jovens entre 15 e 19 anos são 9% das vítimas. Se dividirmos em partes iguais, os mortos com 15 a 17 anos são 5,4% do total.
Até mesmo o Unicef concorda com o número mais modesto. A entidade diz que 33 mil brasileiros entre 12 e 18 anos foram assassinados entre 2006 e 2012. O total de homicídios nesse período foi de 350 mil, segundo o Mapa da Violência. Dá 9% de menores de idade no total de vítimas. É estranho ver o Unodc, também da ONU, repetir o mito de que 36% das vítimas de homicídio são adolescentes. É a ONU contradizendo a própria ONU.

A Falha do Argumento
Alguém pode dizer que o número de jovens homicidas continua baixo. Mesmo se for 1% ou 10%, a redução da maioridade não resolveria muita coisa. Acontece que os brasileiros entre 15 e 18 anos são, segundo o IBGE, 8% da população. Afirmar que adolescentes respondem por uma pequena parte dos crimes faz parecer que eles não são culpados pela violência do país, quando provavelmente são tão ou um pouco mais violentos que a média dos cidadãos.
Não há aí nenhuma novidade. Quem já passou pela adolescência sabe que essa é a época da vida em que mais nos sujeitamos a brigas, perigos e transgressões. Não é preciso ser um grande estudioso do comportamento humano para concluir que a juventude é a época de fazer tolice.
Além disso, a estatística compara uma faixa etária muito estreita  jovens entre 15 e 17 anos  com uma muito ampla  qualquer adulto com mais de 18 anos. É claro que o segundo grupo vai ficar com o maior pedaço. Mas se confrontarmos faixas etárias equivalentes, a violência é similar. Brasileiros entre 35 e 37 anos também são responsáveis por uma pequena porcentagem de assassinatos. Deveríamos deixar de condená-los, já que a prisão deles não resolveria o problema de violência no Brasil? Não, claro que não.
Os opositores da redução da maioridade penal ainda têm uma boa lista de razões para lutar contra o projeto de lei. Argumentos não faltam. O que falta é cuidado com os números.
@lnarloch
Atualização: depois da publicação deste post, fui procurado por Tulio Kahn, autor da pesquisa de 2004 da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Ele me esclareceu que foi a reportagem da Folha que chegou ao número de menos de 1% de crimes, cometendo o erro que descrevi acima. Segundo Kahn, em seus dados originais, os homicídios cometidos por adolescentes seriam 3,3% do total de homicídios esclarecidos.
Fonte:  Revista Veja

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Não Se Apavore Com o Novo Vírus — Leia Isto ...

O novo coronavírus ainda não é uma pandemia e não há como prever se o será.
A mortalidade é baixa, mas não se pode baixar a guarda.
O Presidente chinês interdita uma região e mata 10.000 pessoas enfermas com gás venenoso para evitar que se propague uma infecção ainda mais perigosa. Isto se conta na premiada novela de ficção científica Wake (Viking Canada, 2009), de Robert J. Sawyer. Nesse livro, para que o assassinato em massa não seja revelado, o país fica desconectado da Internet.
Quando se publicou a obra, em 2009, este cenário não parecia tão disparatado ante o encobrimento e a censura do governo chinês ao tratar com a síndrome respiratória SRAS (ver em Cronologia, abaixo). ¿Que detalhes dessa historia se relacionam com o surto do novo coronavírus?
Segundo o Hospital Universitário Johns Hopkins de Estados Unidos, já há 6.165 casos confirmados, 133 personas morreram e 126 contagiados se recuperaram [dados de 30 Jan 2020  ontem estavam em 902 mortos].
Imagine uma cidade, com uns 11 milhões de habitantes, completamente fechada quanto ao seu exterior. Sem conexões de ônibus, trens, voos nem transporte público. As estradas, bloqueadas e as salas de cinema, fechadas. Atualmente, enquanto estás lendo isto, há dois lugares em que isto se passa. Estão localizados na China Central, no médio rio Yang-tze e se chamam Wuhan, da qual se tem escutado recentemente nas noticias, e Huang-gang, que tem a mesma população de Bogotá, uns oito milhões.
A respeito, o doutor Gauden Galea, representante da Organização Mundial de Saúde (OMS) na China, disse ao diário The New York Times,até onde sei, sitiar a 11 milhões de pessoas é novidade para a ciência”.
Cada vez há mais pessoas cobertas por estas medidas extremas para evitar que o problema de saúde pública seja ampliado. Desde o passado 24 de janeiro, ao menos 14 cidades e, portanto, cerca de 35 milhões de habitantes na China estão em quarentena para conter o coronavírus.
Lina Luna, internacionalista especialista em China contemporânea e professora da Universidade Externado de Colombia, afirma que ainda que aquele país seja fechado quanto a suas políticas internas, isto não ocorre em assuntos globais de saúde. De fato  diz  eles tem liderado a OMS etem sido abertos em quanto aos dados sobre esse vírus. Eles sabem que o mais apropriado em casos como este é a colaboração global”.
Diferentemente do que sugere a historia de ficção de Sawyer, apesar da quarentena, hoje quando a China volta a ser o epicentro de um vírus, está mais aberta quanto aos dados que tem obtido sobre a epidemia que inquieta o mundo. Em dez dias, por exemplo  um tempo recorde  investigadores chineses lograram sequenciar o vírus 2019nCov e publicaram na Internet (no portal de informação genômica NGDC) os dados para todos que queiram ter acesso a eles.

O que se sabe
Esta epidemia está se mostrando difícil. Se dissemina antes de que qualquer sintoma apareça. Para que o medo não se propague mais rápido: ainda não está na Colômbia [nem no Brasil] e não é uma pandemia. Não, ainda. Tampouco se sabe se será. O doutor Hugo Grisales Romero, matemático, estatístico e doutor em epidemiologia da Universidad de Antioquia, conta que existem modelos matemáticos para descrever o avanço de uma determinada enfermidade, mas “nem tudo está escrito”.
A pandemia é definida pela OMS  única entidade que pode determinar se uma epidemia se converte em algo mais  como uma propagação mundial de uma nova enfermidade. Francisco Javier Díaz, médico virólogo e docente da Faculdade de Medicina da Universidad de Antioquia, complementa: “O coronavírus não é pandemia porque ainda não se apresentaram casos autóctones fora da China”.
Sim, há casos na Europa e América do Norte, mas todos foram contagiados na China e posteriormente regressaram a seus sítios de origem.
No artigo científico Tempo de origem e dinâmica epidémica do novo coronavírus, publicado na Revista Biorxiv em 27 de janeiro de 2020, se assinala que a infecção começou em 17 de dezembro de 2019. Os pacientes começaram a chegar com pneumonia às clínicas de Wuhan. Seus sintomas eram febre, tosse e dificuldade para respirar. Algo normal no inverno no qual estão.
No entanto, os médicos não encontraram as causas das pneumonias e os pacientes não respondiam aos tratamentos com antibióticos. Até que apareceu o primeiro sinal de alarme: a maioria dos infectados trabalham em um mercado de animais vivos em que alguns animais domésticos e selvagens são comercializados.
O novo coronavírus já chegou a 13 países e já se sabe que o tempo entre a infecção e o inicio da enfermidade em uma pessoa é entre um e 14 dias.
É mortal, mata em media menos de 3% dos infectados e cerca de 20% experimentará enfermidade grave. Se perguntará, então, a que se devem os alarmas e a preocupação.

¿Exagero?
Embora ainda não seja pandemia, não descuide. No relatório do Global Preparedness Monitoring Board (GPMB), convocado conjuntamente pelo Banco Mundial e a OMS, foi advertido, em setembro de 2019: “Por muito tempo temos permitido um ciclo de pânico e negligência quando se trata de pandemias: nos precipitamos em esforços para combater uma ameaça seria, e rapidamente nos olvidamos do perigo que subsiste”.
Ainda que as enfermidades, epidemias e pandemias sempre tenham existido, conta Díaz, virólogo da U.de A., “os dois fatores fundamentais que complicam o surto são o crescimento da densidade populacional e o aumento do trânsito internacional”. Essa possibilidade contemporânea de viajar a qualquer parte do mundo em menos de 36 horas significaria que as infecções se possam dispersar de país a país e logo tornar-se mundiais.
Alberto García, médico pediatra intensivista espanhol, explicou em uma postagem no Twitter, que o coronavírus depende de aquele a quem infecta para replicar-se. Como todos os vírus.
Há para todos: para cães, macacos, morcegos e humanos. Como vivem fazendo copias, às vezes cometem um erro que lhes favorece estupendamente. A copia lhes permite saltar, por exemplo, de morcegos para humanos”. Esta última hipótese acaba de ser apoiada por uma investigação publicada no The Lancet, que seguiu a pista da “árvore genealógica” de vários vírus encontrados em morcegos, muito similares ao da epidemia atual em pessoas.
É importante recordar que as infecções virais “não costumam requerer tratamento”, acrescentou. Os vírus se replicam, mas os seres vivos, armados com seu sistema imunológico, sacam seu conjunto de defesas para enfrenta-los.
Por isso é que o tratamento geralmente é o de gerenciar os sintomas e esperar. Se for um vírus respiratório, oxigênio ou auxílios para respirar, e se for digestivo, hidratação constante. As complicações, acrescenta García-Salido, se dão nos menores, nos mais idosos e nos pacientes com enfermidades ou situações de debilidades prévias.
O alerta se torna vermelho quando as infecções se dão por um novo vírus antes não descrito em humanos. Edwin Silva Monsalve, médico infectologista de Bogotá, e parte da ciência aberta na América Latina, disse em sua conta no Twitter que esta é a “terceira vez que um vírus zoonotico (de origem animal não humano), cruzou a barreira de especies”. Os outros dois foram a gripe aviaria e a suína.
As situações de gravidade e mortes se produzem em sua maioria em populações de risco. O resto, diz García-Salido, deve confiar no sistema imunológico, que saberá como tratá-lo.
Os pacientes se hospitalizam para frear a propagação de um vírus que não se conhece bem.
Por isso as agências de saúde como a OMS e o CDC dos Estados Unidos tomam medidas. Já se sabe que é um vírus de origem animal o que causa o surto e como se transmite. Agora se deve conte-lo e evitar que ele se expanda. É apenas lógico e não deveria alarmar a população. Na Colômbia a entidade encarregada pela prevenção é o Ministério de Saúde e Proteção Social. Na quarta-feira (29/1), Sandra Girón Vargas, diretora de epidemiologia e demografia dessa instituição, disse em entrevista coletiva que, até agora, as medidas são as mesmas que para a Infecção Respiratória Aguda (Ver as Recomendações, abaixo).
Esta situação já foi vivida antes, diz o doutor Díaz, e aprendeu-se bastante. No passado, ao apresentar-se outras epidemias similares, muitos queriam ajudar e não sabiam como. Agora se sabe que os planos de preparação iniciados em 2003 frente à gripe aviária tem sido de grande utilidade: tomamos consciência da importância dos programas de vigilância (um tipo especial de protocolo em que se controlam diversos parâmetros de maneira sistemática, periódica e oportuna) e foram estabelecidas normas para os alarmes e medidas de controle. Também, agora se sabe que há uma necessidade de controlar as epidemias da gripe animal e que não existem grupos de idade não sensíveis aos novos vírus gripais.
A diferença contemporânea é o fluxo de informação que fascina os científicos. A ciência cada vez mais colaborativa e menos individualista está gerando um grande banco de dados sobre o comportamento do coronavírus e de seu possível tratamento. Em um mês já se tem publicações científicas arbitradas que revisam assuntos clínicos, diagnósticos, possíveis tratamentos e número de contágios estimados por pacientes (dois a quatro).
Assim, se o vírus chegar à Colômbia [ou ao Brasil], mantenha a calma. As entidades encarregadas, o Ministério da Saúde, a Aerocivil, Migração da Colômbia e, inclusive, as mesmas companhias aéreas já estão preparadas para reagir ante a aparição deste vírus. Você tem sua cota na prevenção com atos tão simples como lavar as mãos constantemente. Consultar um especialista e informar-se bem antes de entrar em pânico também é uma boa estrategia.

Cronologia dos Vírus mais Mortais do Século XXI
— Zika: Em 2007 houve uma grande epidemia na Micronésia, onde cerca de 75% da população resultou infectada. Brasil informou sobre casos locais em maio de 2015. Se estendeu depois a outros 22 países.
— Ebola: Essa febre hemorrágica com uma alta taxa de mortalidade se produziu em 2013 na Guiné e logo se propagou a países vizinhos: Libéria, Serra Leoa, Nigéria e Senegal, entre outros.
— SRAS: A Síndrome Respiratório Aguda Grave (SRAS) apareceu em Cantão, China, em 2002. Se contagiaram 8.000 pessoas, e mais de 800 faleceram em 37 países. É similar ao coronavírus de Wuhan.
— Gripe aviária:  Os tipos mais conhecidos de gripe aviaria são o H5N1 e o H7N9. O primeiro caso em humanos do vírus H5N1 se deu em Hong Kong em 1997. Entre 2003 e 2014 houve 700 contágios e morreram 400 pessoas.
— Gripe suína: Em 2009, uma cepa chamada H1N1 ou também gripe suína, originou uma pandemia. Morreram mais de 18.000 personas. O surto se propagou por mais de 20 países, sobretudo no sudeste asiático.
— Coronavirus 2019-nCoV: Este novo vírus apareceu na cidade chinesa de Wuha. Se transmite de pessoa a pessoa e pode ser contraído ao comer carne animal pouco cosida. Os sintomas são similares aos de uma gripe.

Glossário
 Epidemia: Detecção de um aumento no número de casos acima do esperado, o que dá uma ideia da propagação de uma doença, mas não o quão patogênica é.
— Pandemia: Quando um novo vírus se espalha pelo mundo e a maioria das pessoas não tem imunidade contra ele. Casos indígenas devem ocorrer.
— Vírus: Não há consenso sobre se estão vivos ou não. Eles estão alojados dentro de uma célula de outra criatura. Instalados, eles começam a fazer cópias deles mesmos.
— Coronavírus: Extensa família de vírus, alguns dos quais podem ser a causa de várias doenças humanas, desde o resfriado comum até a SRA.

Recomendações
Para evitar contágios:
 Lave as mãos. Esta é a medida mais simples e eficaz de proteção contra infecções.
— Se você tossir e não tiver um lenço de papel, faça-o no cotovelo. Infecções se espalham por curtas distâncias.
 Fique em casa se estiver doente. Esteja ciente de quão importante é evitar o contágio.
Fonte:  tradução livre de El Colombiano
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