domingo, 21 de junho de 2015

Lula, PT, FSP e Colômbia

por John Marulanda
RIO. A proverbial afetividade dos cariocas anda minguando: estão preocupados, hostis, mesmo. Depois de 12 anos de governo, o Partido dos Trabalhadores, fundado por Inácio Lula para "os pobres e despossuídos", resultou tão ladrão como qualquer outro partido tradicional: seus membros saquearam a Petrobras, que levou uma das empresas petroleiras mais importantes do mundo a uma situação de quase falência. 
A situação econômica do país se mostra mal, com uma recessão que poderá ser a pior em 25 anos. Duro de suportar, para os cariocas, além da carestia, é o ciclo desemprego - ingresso nos bandos de narcotráfico - insegurança - violência. As Unidades Policiais de Pacificação (UPP) estão sendo superadas pelas redes delinquenciais das favelas e os tiroteios. Os mortos aumentam a cada dia. A insegurança agora se estende ao Flamengo, Lagoa, Copacabana, Barra da Tijuca, com menores de idade esgrimindo armas brancas e apunhalando sem piedade. 
-  ¿Onde está Lula? A aura de simpatia (do motorista) desapareceu e deu lugar a algo parecido com raiva reprimida. 
Dilma, sua filha política, a glamorosa ex guerrilheira, evita exibir-se em público por medo das vaias, toma medidas urgentes de cunho neoliberal que a distanciam de seus padrões socialistas e prepara sua visita a Washington. 
O Foro de São Paulo, essa máquina política continental idealizada por Lula e Castro - e financiada por Chávez - que congrega organizações terroristas como as FARC e o ELN, e que ambiciona lançar a América Latina no marxismo-leninismo, urde suas estratégias enquanto vê como Cuba se abre ao imperialismo ianque e à Igreja Católica, enquanto a Venezuela se desmantela. Não importa. 
Esses profetas do ódio entre classes tem a Colômbia em sua mira e assessoram tanto os barões da barbárie quanto a políticos corruptos e retrógrados. Com uma Comissão da Verdade de consequências imprevisíveis, esperam reescrever a história desse país enquanto buscam desprestigiar os militares, única barreira real contra o stalinismo que nos assedia e cerca pelo sul, no leste e no Caribe.
Inflação, desvalorização, corrupção, desemprego, insegurança, são os temas cotidianos em um Brasil que se prepara para os Jogos Olímpicos no ano que vem. A situação é tão tensa que, há um mês, o ministro da Defesa disse a imprensa que "as Forças Armadas estão muito longe de uma intervenção militar para por fim ao governo da presidente Dilma Rousseff em função da crise política e econômica que enfrenta o país".
Deixamos o Leme e rumamos para São Conrado por uma movimentada avenida Atlântica. Joaquim, o motorista, responde com um sorriso: "Lula está se escondendo atrás da saia de Dilma".
E na Colômbia, quando agravar-se o descalabro, ¿onde se esconderão os entreguistas de Havana? 
Fonte: tradução livre de El Colombiano
COMENTO:  essa é a descrição sumária da conversa de um jornalista colombiano com um motorista de táxi do Rio de Janeiro e a opinião formulada a respeito da atual situação brasileira e os possíveis reflexos que tal situação, aliada às negociações com os narcoguerrilheiros, podem ter sobre a Colômbia.

A Miséria da Educação e a Educação da Miséria

por Percival Puggina
Todo dia, leitores me enviam relatos sobre a hegemonia marxista nos ambientes acadêmicos. Há exceções, claro, mas são isso mesmo. A coisa funciona mais ou menos assim:
1) cursos voltados para Educação intoxicam universitários com conteúdo marxista e explicações simplistas da realidade;
2) professores licenciados, elevados à condição de intelectuais orgânicos, vão para as salas de aula do ensino fundamental e médio ensinar o que aprenderam.
É a miséria da Educação. Ao longo do curso foram instruídos para serem agentes de uma “educação libertadora”, na qual o adjetivo é muito mais importante do que o substantivo. Aprenderam direitinho a conduzir seus alunos através dos estágios da investigação, da tematização e da problematização, tendo em vista fazê-los protagonistas da transformação da sociedade. Desde essa perspectiva, atividades escolares que enfatizem o conteúdo das disciplinas são uma rendição às “exigências do mercado” e indisfarçada posição de direita, certo? Então, ensinam-se convenientes versões da história, uma geografia política muito política, pouca matemática e se reverencia a linguagem própria do aluno. Consequência: mais de meio milhão tiram zero na redação do ENEM. Tais professores julgam perfeitamente honesto serem pagos para isso. Consideram absurdo que lhes pretendam cobrar desempenho. Julgam-se titulares do direito de fazer a cabeça dos alunos. Desculpem-me se repeti o que todos sabem, mas era necessário ao que segue.
Qual o produto dessa fraude custeada pelos impostos que pagamos como contribuintes à rede pública ou como pais à rede privada de ensino? Se você pensa que seja preparar jovens para realizarem suas potencialidades e sua dignidade, cuidando bem de si mesmos e de suas famílias, numa integração produtiva e competente na vida social, enganou-se. Ou melhor, foi enganado. O objetivo é formar indivíduos com repulsa ao “sistema”, a toda autoridade (inclusive à da própria família) e às “instituições opressoras impostas pelo maldito mercado”. Se possível, recrutar e formar transgressores mediante anos de tolerância e irresponsabilidade legalmente protegida, prontos para fazer revolução com muita pedrada e nenhuma ternura.
Se tudo der certo, o tipo se completa com um boné virado para trás, um baseado na mochila e uma camiseta do Che. A pergunta é: quem quer alguém assim na sua empresa ou local de trabalho? Em poucos meses, essa vítima de seus maus professores, pedagogos e autoridades educacionais terá feito a experiência prática do que lhe foi enfiado na cabeça. Ele estará convencido de que “o sistema” o rejeita de um modo que não aconteceria numa sociedade igualitária, socialista, onde todos, sem distinção de mérito ou talento, sentados no colo do Estado, fazem quase nada e ganham a mesma miséria.
É a educação da miséria. Os intelectuais orgânicos que comandam o processo não se importam com o para-efeito do que fazem. O arremedo de ensino que criaram cristaliza a desigualdade, atrasa o país, frustra o desenvolvimento humano de milhões de jovens e lhes impõe um déficit de formação dificilmente recuperável ao longo da vida. De outro lado, quem escapa à sua rede de captura e vai adiante estudará mais e melhor, lerá mais e melhor, investirá tempo no próprio futuro e, muito certamente, criará prosperidade para si e para a comunidade. O mercado separará o joio do trigo. No tempo presente, as duas maiores causas dos nossos grandes desníveis sociais são: a drenagem de 40% do PIB para o setor público e a incompetência que a tal “educação libertadora” e a respectiva ideologia impuseram ao ensino no Brasil.
Fonte:  Blog do Puggina
COMENTO: eis mais um dos muitos motivos para que o pessoal da "zisquerda" procurem destruir o Sistema Colégios Militares e outros de fundamentação religiosa, onde são mantidos os parâmetros de respeito ao mérito. Eles sabem que os jovens formados nestas instituições serão os verdadeiros líderes de amanhã, por sua capacidade de bem entender o mundo, sobrepondo-se até mesmo aos "líderes esquerdistas" formados no sistema acima descrito. Procuram destruir mas não conseguirão. Não passarão!!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Terror, o Combustível das FARC

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O ataque guerrilheiro no qual se perderam 200 mil galões de petróleo danifica a natureza, danifica os cultivos, danifica o povo simples de Putumayo. E desgasta mais a credibilidade das FARC.
Gente comum, da periferia rural do país, esse é o alvo dos golpes dos ataques terroristas das FARC contra a infraestrutura e o transporte de petróleo. Os prejuízos não são poucos. Nas comunidades, aparecem enfermidades cutâneas, e gastrointestinais pela contaminação da água e do ar. Morrem animais domésticos e a fauna dos territórios manchados com o óleo vazado.
Acabam de atacar um comboio de dezenove caminhões-tanques. O resultado: cinco mil barris (cerca de 159 litros cada) esparramados. Em 2014 também atacaram outra caravana: 4.500 barris derramados. Em Puerto Asís (Putumayo) e suas zonas rurais, os cidadãos conhecem muito bem os efeitos: um entorno devastado, que irá demorar pelo menos dez anos para recuperar-se.
As FARC sabem que suas ações são uma grave infração ao Direito Internacional Humanitário (DIH), porque impactam diretamente em bens essenciais à sobrevivência da população civil, e também violam direitos humanos (econômicos e sociais). Mas suas mensagens de intimidação e destruição se repetem.
Segundo a ECOPETROL, em 2013 houve em Putumayo 123 ataques contra a infraestrutura petroleira. No país, foram 224. Há dez dias, as FARC destruíram o oleoduto da região.
Tratam-se de ações que refletem uma certa virulência contra os recursos e a vida cotidiana de um departamento essencialmente ocupado por camadas urbanas e campesinas que sequer podem ser classificados como classe média. Em sua maioria, são vilarejos habitados por pessoas economicamente situados entre as "classes" baixa-baixa, baixa e média-baixa. 
Não é necessária uma análise exaustiva para entender a quem prejudicam esses atos tão irracionais e desprovidos de qualquer "efeito político-militar" contra o que a guerrilha denomina em sua linguagem caduca "estruturas de um estado oligárquico e saqueado por multinacionais". É muito mais vergonhoso e desprezível ver que a subversão não renuncia à brutalidade e à violência indiscriminada e desproporcional, que só deixa ruínas e perdas materiais e humanas.
Um funcionário e habitante de Puerto Asís descreveu a este diário que os derramamentos de petróleo alcançaram o rio Cuembi, de onde se abastecem de água várias comunidades. O óleo se infiltra nos banhados e termina consumido por humanos e animais. Com o derramamento de maio de 2014, por exemplo, "as pessoas começaram a sofrer diarreias, dores de cabeça e náuseas pelo forte olor; as crianças apresentam mais enfermidades cutâneas atribuídas ao consumo de água e peixes contaminados (...) A água se tornou preta e pegajosa e se infiltrou nos banhados danificando as plantações de milho e plátanos (espécie de banana muito usada na alimentação colombiana), e não se podia pescar".
Porém, as FARC - que estão em meio a um processo de diálogo com o Governo visando por fim ao conflito - se fazem desentendidas de sua obrigação de respeitar o DIH e de evitar tantos danos à população civil. Dinamitam a esperança dos colombianos de ver que, pelo menos enquanto o processo avança em meio a hostilidades, a guerrilha seria capaz de não prejudicar as comunidades.
Ontem (9/6), o Presidente Juan Manuel Santos manifestou o que se pensa em todo o país: "Ataques terroristas, ataques irracionais. Nos perguntamos:  ¿Que utilidade militar ou de outra índole pode trazer derramar petróleo para contaminar nossas fontes de água?"
A resposta é simples: nenhuma utilidade. Como tampouco tem para Colômbia, a estas alturas da história, que existam as FARC. 
Fonte:  tradução livre de El Colombiano

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Negócio da China - Para os Chineses

Li Keqiang prometendo o que não tem
 e que não vai dar
O premiê chinês Li Keqiang passou pela América Latina agitando promessas mirabolantes. No Brasil, acenou com um faiscante pacote de projetos no valor de US$ 53 bilhões (R$ 160 bilhões). 
É claro que nada será grátis e, como o Brasil não tem dinheiro nas quantidades requeridas, o dirigente comunista assume ares de um super-gato olhando de cima para um mísero rato que ele deseja astutamente engolir. 
Mas o que tampouco está claro é se a China possui o dinheiro que diz ter, de tal maneira são graves as dúvidas sobre a saúde financeira do gigante asiático, que não exibe suas contas de modo convincente. Nesse caso o super-gato não passa de uma fantasia de papel crepe, como gostam os chineses.
A promessa de maior destaque é uma eventual participação chinesa na Ferrovia Transoceânica que ligaria a nossa Ferrovia Norte-Sul à costa do Pacífico, no Peru, com um custo estimado entre 4,5 e 10 bilhões de dólares. 
Mas a Transoceânica não é o único projeto acenado por Li Keqiang. Ele assinou em Brasília 35 atos, levantando o sonho de investimentos em infraestrutura e de aumento da capacidade produtiva do Brasil. 
Isso permitirá que o País “exporte mais aço e menos minério de ferro”, sonhou de olhos abertos o embaixador José Alfredo Graça Lima, subsecretário-geral de Política 2, responsável pelas relações com a Ásia. 
E o termo “sonho” usado pela Folha de S. Paulo foi bem apropriado, pois, como informou o mesmo jornal, as “promessas não cumpridas da China somam US$ 24 bilhões e muito pouco se pode dizer das promessas cumpridas.
Lia Valls, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, mostrou-se cética em relação à realização de investimentos na casa dos US$ 50 bilhões anunciados pelos chineses no Brasil (O Estado de S.Paulo). 
Enigma chinês: centenas de milhões de chineses
 vivem na miséria 
enquanto o governo socialista
diz se interessar 
pelo desenvolvimento dos outros.
 Foto: rua de Pequim.
O que pode haver fora de uma intenção colonialista ideológica?
Ela ressaltou que uma coisa é a intenção e outra coisa é detalhar como serão feitos os projetos. “O diabo mora nos detalhes. Precisa ver como é que será feito, se isso vai se concretizar mesmo”. E o socialismo chinês mora à vontade nesses detalhes.
“Muitas coisas são memorandos de entendimentos, protocolos, acordos de cooperação. Isso significa que você vai detalhar o que é isso. Todos esses US$ 50 e tantos bilhões na realidade ainda vão ter uma outra etapa que é detalhar como será feito esse acordo. Uma coisa é intenção e outra coisa é quando você senta para detalhar como será feito, como será construído. O diabo mora nos detalhes. Tem de olhar para ver se isso vai se concretizar mesmo. Não é tão óbvio que vão bancar isso tudo, não”, acrescentou.
Li Keqiang classificou pomposamente os 35 acordos assinados entre o Brasil e a China como uma “cooperação entre dois gigantes”. Segundo ele, a parceria e os equipamentos de infraestrutura chineses permitirão ao Brasil “avançar mais rapidamente”, noticiou O Estado de S. Paulo
Mas a prudência e a experiência histórica apontam que há demasiada lábia nessas expressões.
Em Barreiras (BA), um megaprojeto de processamento de soja parou na terraplanagem. No porto do Açu (RJ), a siderúrgica Wisco desistiu de ter uma unidade no Brasil. Em Mato Grosso e no Pará, o acordo para o financiamento de uma ferrovia está parado há três anos. 
Foram projetos bilionários com capital chinês, anunciados com estardalhaço nos últimos cinco anos, mas que nunca saíram do papel. 
Somadas, essas promessas não cumpridas ou redimensionadas para baixo acumulam ao menos US$ 24 bilhões sumidos nos endiabrados detalhes, segundo levantamento da Folha
No ramo automotivo, alguns fabricantes de automóveis ainda não implantaram os trombeteados projetos industriais no Brasil – casos da Lifan, da Hafei e da Zotye.
Outros investimentos acabaram sendo pagos com dinheiro brasileiro. Em Camaçari (BA), onde a JAC Motors planeja uma fábrica de R$ 1 bilhão, a obra está parada à espera de um financiamento estadual de R$ 122 milhões.
A fábrica da Foton Caminhões, que está sendo erguida em Guaíba (RS), todo o capital de R$ 400 milhões saiu do bolso dos brasileiros; a China entrará com a tecnologia. Será própria ou surripiada de outros? O diabo dos detalhes sabe.
No caso da soja, um dos principais produtos de exportação brasileira para a China, investimentos de pelo menos US$ 8,7 bilhões – que incluiriam compra de terras e infraestrutura para escoamento – não se materializaram. 
Em telecomunicações, a visita da presidente Dilma Rousseff à ZTE, em Xian (China), em 2011, não foi suficiente para a empresa implantar uma fábrica de US$ 200 milhões em Hortolândia (SP). 
O Brasil tampouco conseguiu atrair os chineses para grandes obras de infraestrutura. As empresas de Pequim são pouco receptivas ao modelo de concessão e à participação em licitações, acostumadas como estão ao sistema dirigista do socialismo chinês. 
O Planalto não teve êxito, por exemplo, em envolver Pequim no projeto do trem-bala entre Campinas e Rio, várias vezes adiado.
Por outro lado, a Huawei cumpriu a promessa – mirabile dictu – de abrir um centro de pesquisa e desenvolvimento em Campinas (SP), orçado em US$ 300 milhões. 
Esses antecedentes provocaram ceticismo sobre os anúncios do primeiro-ministro Li Keqiang, como a construção da ferrovia transoceânica e a criação de um fundo de investimento de até US$ 53 bilhões. 
Visita da presidente Dilma Rousseff à ZTE, em Xian, não rendeu nada.
Em julho de 2014, durante a visita do presidente da China, Xi Jinping, o governo brasileiro anunciou um “acordo de cooperação estratégica” entre a estatal Furnas e a gigante chinesa China Three Gorges para erguer a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Pará, projeto estimado em mais de R$ 30 bilhões. 
Até hoje a usina não teve a sua viabilidade ambiental comprovada, registrou O Estado de S. Paulo
O discurso triunfal em torno do projeto de construir uma ferrovia binacional unindo o Brasil e o Peru, o Atlântico e o Pacífico foi típico. É o exemplo mais claro da distância que ainda separa os protocolos de intenção assinados com os chineses e aquilo que, efetivamente, tem chances reais de vingar, ainda que a longo prazo, acrescentou o jornal.
Levantamento da Folha mostrou que apenas 14 dos 35 acordos recém-assinados têm recursos assegurados e compromissos mais firmes. 
A exceção de destaque foi que o governo brasileiro deu ganho de causa à empresa chinesa CEIEC, que levou a licitação para construir a nova estação científica “Comandante Ferraz”, na Antártida, por US$ 99,662 milhões, segundo noticiou O Estado de S. Paulo. Mas, neste caso é o Brasil que paga.
A China levou de presente a licitação da futura base brasileira na Antártida que serve a seus interesses militares.
O resultado foi o maior sucesso oferecido pela presidente Dilma Rousseff ao eminente chefe chinês no Palácio do Planalto. E os chineses comemoraram sua vitória sobre o consórcio brasileiro-chileno Tecnofast/Ferreira Guedes. 
O Brasil precisa da base e não podia continuar demorando. Mas a China está empenhada em instalar uma rede global de comunicações com satélites de uso também militar. Nesse sentido, ela apressa a construção de uma misteriosa base na Patagônia, à qual os argentinos não terão acesso.
Essa rede serve diretamente ao sonho chinês de hegemonia militar mundial e de oposição aos EUA. Compreende-se que Pequim tenha a intenção de fazer algo de fato.
Li Keqiang visitará também o Chile, o Peru e a Colômbia, com análogos métodos propagandísticos e intuitos políticos.
O golpe de guerra psicológica de conquista sem disparar um só tiro está sendo obtido graças à cooperação dos “companheiros de viagem” petistas ou nacionalistas bolivarianos.
COMENTO: e de conversa fiada em conversa fiada, o tempo vai passando e a plebe engambelada, na eterna esperança de melhorias. Serão mais projetos intermináveis e impagáveis, como a eterna transposição das águas do rio São Francisco, o "trem bala" ligando RJ a SP e muito mais pantomimas como o povão gostcha. E os contribários (contribuintes otários) trabalhando muito para pagar a farra.