domingo, 21 de dezembro de 2014

Mais Mentiras da Omissão Nacional da Verdade

por Carlos I. S. Azambuja
A Omissão Nacional da Verdade, composta por 7 membros da escolha da presidentA da República, e terminando seus trabalhos com seis membros devido à renúncia de um deles, relacionou os nomes de 434 pessoas mortas ou desaparecidas, no período de 1964 a 1985 (embora na Lei que a criou seus trabalhos devessem abarcar o período e 1946 a 1988), que teriam sido mortas ou desaparecidas por uma relação de 377 militares e civis, “responsáveis pelos crimes da ditadura”, como escreveu a Omissão.
Ocorre que ao divulgar a relação das 434 pessoas mortas ou desaparecidas pelos militares e civis, a Omissão mais uma vez MENTIU!
Consultando a referida lista constatei que pelo menos doze pessoas constantes da relação não foram mortas ou desapareceram por culpa de militares ou civis brasileiros, o que significa que a Omissão Nacional da Verdade MENTIU à PresidentA e ao povo brasileiro
Essas pessoas são as seguintes:
- JUAREZ GUIMARÃES DE BRITO, do comando da Vanguarda Popular Revolucionária, que cometeu o suicídio em 18 de abril de 1970, no Rio de Janeiro, ao ver-se cercado pela chamada repressão.
- EIRALDO PALHA FREIRE, faleceu no Hospital de Aeronáutica do Galeão em 4 de julho de 1970, após ser baleado, em 1 de julho, quando tomava parte na tentativa de seqüestro do Caravelle PP-PDX, da Cruzeiro do Sul, no Aeroporto do Galeão.
- JAMES ALLEN LUZ, militante da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, morto em acidente de automóvel por ele dirigido, no RS, em 16/11/1977.
- ROSALINO CRUZ SOUZA (“Mundico”), militante do PCdoB na Guerrilha do Araguaia, cujo nome foi grafado incorretamente no relatório da Omissão Nacional da Verdade, como ROSALINDO SOUZA. Sua morte não foi da responsabilidade de nenhum dos 377 militares ou civis “responsáveis por crimes da ditadura”, como assinala mentirosamente o relatório da Omissão da Verdade. Ele foi “justiçado” por sua companheira de armas DINALVA CONCEIÇÃO TEIXEIRA (“Dina), como amplamente divulgado em livros e artigos.
- JANE VANINI, militante do Movimento de Libertação Popular, morta no Chile em 6/12/74, como militante do MIR-Movimiento de Izquierda Revolucionária.
- TULIO ROBERTO CARDOSO QUINTILIANO, militante no Brasil do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, dado como desaparecido no Chile em outubro de 1973.
- ZULEIKA ANGEL JONES, morta em acidente automóvel por ela dirigido, no Rio de Janeiro, em 14 de abril de 1976.
- VÂNIO JOSÉ DE MATOS, morto no Chile em 16/10/1973, após ser preso e levado para o Estádio Nacional.
- TITO DE ALENCAR LIMA, integrante de uma relação de banidos do Brasil, trocado pela vida de um embaixador seqüestrado, cometeu o suicídio na França em 10/8/1974.
- NILTON ROSA DA SILVA, morto no Chile em 15/6/1973, como militante do MIR-Movimiento de Izquierda Revolucionária.
- NELSON DE SOUZA KHOL, desaparecido no Chile em 15/9/1973.
- LUIZ CARLOS DE ALMEIDA, desaparecido no Chile em 14/9/1973.
Como se observa, e como já assinalei em alguns e-mails, o relatório da Omissão Nacional da Verdade é MENTIROSO! Está eivado de inverdades e presunções, apontando como criminosos patriotas militares e civis que evitaram que o Brasil fosse transformado em um Cubão, inclusive o Marechal do Ar Eduardo Gomes, patrono da Força Aérea Brasileira, além dos presidentes da República no período 1964/1985, chefes militares e vários outros pelo simples fato de terem sido designados para servir em Órgãos de Inteligência. Infelizmente constato que até agora os chamados comandantes militares não se pronunciaram para defender seus antecessores e seus subordinados da Marinha, Exército e Aeronáutica, o que é inaceitável e será cobrado pelas futuras gerações!
Carlos I. S. Azambuja é Historiador
Fonte:  Alerta Total
COMENTO: reitero que as famílias das pessoas citadas nessa patifaria devem mover ações de danos morais contra os cretinos que se propuseram servir como instrumento de tentativa de desmoralização das Forças Armadas, compilando e requentando as canalhices anteriormente publicadas no imoral "Brasil Nunca Mais", uma grande obra - em seu sentido escatológico - fundamentada em cópias de depoimentos de bandidos, feitos em audiências judiciais. 
É conhecido o fato que advogados orientam seus clientes para sempre negarem as acusações e alegarem ter sido torturados, a fim de tumultuar o processo, desconsiderar eventuais confissões e anular provas obtidas com base em suas delações. 
A incompetência e o vezo ideológico dos integrantes desse grupo nomeado para denegrir as Forças Armadas e, quem sabe, proporcionar mais uma boa cota do vil metal às supostas vítimas ainda não agraciadas, fez com que depois do "acurado trabalho", pelo menos uma pessoa gozando excelente estado saúde fosse citada como morta ou desaparecida. 
Outros casos existem, como o que já foi citado aqui em Agosto de 2013. Ao fim, deve-se destacar no trabalho da "começão", a falta de vontade de efetivamente buscar a verdade sobre os assassinatos denominados por eles como "justiçamentos", e os casos dos "mortos vivos", não só do Araguaia, mas de todos os episódios da luta subversiva para a implantação do comunismo no Brasil, apesar disso já ter sido anunciado pela imprensa, em diversas ocasiões, inclusive aqui e aqui, neste blog.
Outra mostra da completa falta de vergonha na cara desses tipos, e dos membros dessa quadrilha de vigaristas que montaram essa farsa da bolsa-anistia, pode ser lida clicando aqui.
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A Verdade Esquecida Sobre Olga Benário e Prestes

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por Luiz Gonçalves Alonso Ferreira (*)
Na alvorada de março de 1934, vindo de Buenos Aires portando passaporte americano, desembarcara no Rio de Janeiro um sujeito de nome Harry Berger. Preso pela polícia carioca no natal de 1935, logo revelou-se a identidade secreta do viajante. Chamava-se, o misterioso elemento, Arthur Ernst Ewert, judeu alemão, fichado em seu país de origem, no qual era ex- deputado, como espião. Constava também processo por "alta traição".
Berger era o agente do Komintern, especialista em golpes subversivos, enviado para o Brasil com a missão de dirigir intelectualmente o plano traçado em Moscou, que objetivava a instauração de uma ditadura de tipo stalinista no País, por meio de levante armado. Sob ordens de Berger, lá estava Luiz Carlos Prestes, homem escolhido para encabeçar um "governo popular nacional revolucionário", segundo relatório do próprio Berger para o Komintern.
Prestes angariou simpatia no meio comunista, pela sua participação na famosa coluna militar, que marchou pelo interior do País, nos agitados tempos do movimento tenentista. Pouco depois, após a conversão de Prestes à doutrina marxista leninista por Astrogildo Pereira, a hábil propaganda vermelha batizou esse destacamento com seu nome, ainda que para isso tivesse de cometer a injustiça histórica de omitir e relegar ao esquecimento a figura do comandante Miguel Costa, principal líder militar da Coluna, ao qual Prestes esteve sempre subordinado.
Pela experiência do período, Prestes recebeu a incumbência de chefiar a ação armada dos comunistas no Brasil. Não poderia haver falhas. O plano deveria ser executado de forma rápida e eficaz, sem oferecer ao governo o tempo necessário para o esboço de uma reação. Para tanto, visando garantir o apoio logístico e os recursos financeiros necessários para tão arriscada empreitada, Moscou fundara em Montevidéu, clandestinamente, o seu Secretariado Latino Americano, órgão cuja finalidade era aproximar as organizações comunistas latinas, a fim de impulsionar o movimento vermelho na América do Sul. Foi este o fato que gerou, ainda em fins de 1935, após o malogro da tentativa de assalto comunista ao poder no Brasil, o rompimento das relações diplomáticas do Uruguai com a União Soviética.
A Intentona Comunista de 1935, portanto, fora concebida e preparada em Montevidéu, como bem atestaram os jornais da época no Brasil, entre os quais, O Globo. Durante os preparativos para o golpe, visando despistar quaisquer suspeitas a respeito de seu enviado revolucionário, destaca Moscou, como esposa de Prestes, a judia alemã Olga Benário (Olga Ben-Ario), conhecida já em seu país pelas suas ações subversivas. Cumpre destacar, nesse ponto, fato desconhecido da grande maioria dos brasileiros sobre a chamada Intentona: a do envolvimento direto de grande número de israelitas (infiltrados no País) na conspiração comunista de 1935. De fato, como fartamente registraram os jornais, poucos dias após a supressão do levante no Rio de Janeiro, a eficiente polícia carioca, na jurisdição dos 13° e 14° distritos policiais, deteve 23 comunistas de origem judaica (longo ficaria citar a relação dos nomes), todos ligados à Brazcor, organização revolucionária comunista, mantida e orientada pelo PCB. Essa associação mantinha uma biblioteca popular israelita de nome Schelomo Alcichem, instalada à Rua Sen. Euzébio n° 59, bem como, uma cozinha proletária comunista, que servia refeições na Rua Visconde de Itaúna. Publicava a revista de cultura moderna Volkekultur.
Quando assistimos ao filme Olga, de Jaime Monjardim, inquietou-nos não somente a lamentável omissão destes relevantes fatos, como também, a superficial abordagem sobre as sublevações comunistas em Natal, no Recife e no Rio de Janeiro. Querer romantizar as figuras de Luiz Carlos Prestes e Olga Benário, criando um clima nupcial ao longo de todo o filme e, por tabela, apresentá-los como porta vozes e defensores da liberdade humana e da democracia e, no mínimo, insensatez e cinismo puros. Esquecer (ou omitir tendenciosamente) o assalto à Escola de Aviação, em Marechal Hermes, onde oficiais brasileiros foram assassinados por companheiros de farda enquanto dormiam, ignorar o covarde ataque-surpresa ao 3° Regimento de Infantaria, na Praia Vermelha, onde a ordem só foi restabelecida após uma manhã inteira de combates; desdenhar dos cinco dias em que revolucionários comunistas, em Natal, estabeleceram um governo que promoveu a ação de arruaceiros, assassinos, estupradores e assaltantes; sugerir que a inocente menina Elza Fernandes (trucidada segundo ordens do Cavaleiro da Esperança, com consentimento de Olga) era a responsável pelo desastre que somente a incompetência de Prestes provocou, menosprezar tudo isso é risco muito grande. É aceitarmos e legitimarmos perante a história o crime, o fanatismo e o unilateralismo político, a ditadura.
Luiz Carlos Prestes e Olga Benário não defendiam democracia de nenhuma espécie para o Brasil, tenhamos isso sempre em mente. Pelo contrário, caso lograssem êxito em sua missão, teríamos nosso País reduzido a simples colônia de Moscou e conviveríamos com uma ditadura ferrenha, que em nome da "liberdade humana", cometeu os maiores crimes e atrocidades da história da humanidade.
Comunistas estrangeiros traçaram lá fora este destino para o Brasil, contando para isso com o apoio de brasileiros desprovidos de senso patriótico, somados a um punhado de ignorantes. Se nós, brasileiros, em algum momento de nossa história, vivêssemos de fato uma ditadura comunista, o filme Olga, se viesse a ser produzido, tenhamos a certeza, contaria história bem mais trágica.
(*) Luiz Gonçalves Alonso Ferreira 
é bacharel em História pela 
Universidade Católica de Santos.
Fonte:  Varican 
e  "A Tribuna de Santos" de 07 Set 2004

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Família de General Contesta a Acusação da Comissão da Meia Verdade

O General de Exército, Sérgio Wesphalen Etchegoyen, chefe do Departamento Geral do Pessoal, assinou nota, em conjunto com a sua família, repudiando o relatório divulgado pela Comissão Nacional da Verdade e classificando seu trabalho como "leviano".
A Comissão responsabilizou o pai do atual chefe do DGP, o General Leo Guedes Etchegoyen, e outros 376 civis e militares, por violações de direitos humanos durante o governo militar, sem apontar os fatos que teriam levado às acusações.
Esta é a primeira vez que um General da ativa condena a conduta da Comissão Nacional da Verdade. 
Oficiais da ativa não costumam se pronunciar em relação a questões políticas, por conta de restrições impostas pelo Regulamento Disciplinar do Exército, deixando este papel, normalmente para os militares inativos. 
A íntegra da carta da família Etchegoyen, contra a Comissão Nacional da Verdade:
A comissão nacional da verdade (CNV) divulgou ontem seu relatório final, onde relaciona 377 nomes sob a qualificação de "autores de graves violações de direitos humanos"Nela consta o nome de Leo Guedes Etchegoyen.  
Sobre o fato, nós, viúva e filhos, manifestamos a nossa opinião. Jamais fomos contatados por qualquer integrante ou representante daquela comissão, nem o Exército recebeu qualquer solicitação de informações ou documentos acerca de Leo G. Etchegoyen. 
Ao apresentar seu nome, acompanhado de apenas três das muitas funções que desempenhou a serviço do Brasil, sem qualquer vinculação a fatos ou vítimas, os integrantes da CNV deixaram clara a natureza leviana de suas investigações e explicitaram o propósito de seu trabalho, qual seja o de puramente denegrir 
Ao investirem contra um cidadão já falecido, sem qualquer possibilidade de defesa, instituíram a covardia como norma e a perversidade como técnica acusatória. 
No seu patético esforço para reescrever a história, a CNV apontou um culpado para um crime que não identifica, sem qualquer respeito aos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa 
Leo Guedes Etchegoyen representa a segunda geração de uma família de Generais que serve o Brasil, com retidão e patriotismo, há 96 anos. 
Seguiremos defendendo sua honrada memória e responsabilizando os levianos que a atacarem.  
Porto Alegre, RS , 11 de dezembro de 2014 
Lucia Westphalen Etchegoyen, viúva
Sergio Westphalen Etchegoyen, filho
Maria Lucia Westphalen Etchegoyen, filha
Alcides Luiz Westphalen Etchegoyen, filho
Marcos Westphalen Etchegoyen, filho 
Roberto Westphalen Etchegoyen, filho
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COMENTO: seria muito conveniente que as famílias das pessoas citadas nessa patifaria movessem uma ação de danos morais contra os cretinos que se propuseram servir como instrumento de tentativa de desmoralização das Forças Armadas, compilando e requentando as canalhices anteriormente publicadas no imoral "Brasil Nunca Mais", uma grande obra - em seu sentido escatológico - fundamentada em cópias de depoimentos de bandidos, feitos em audiências judiciais. 
É sabido que, já naquela época, tal tipo de depoente era (e continua sendo) orientado por seus advogados a negar as acusações e alegar ter sido torturado, a fim de tumultuar o processo, desconsiderar eventuais confissões e anular provas obtidas com base em suas delações. A incompetência e o vezo ideológico dos integrantes desse grupo nomeado para denegrir as Forças Armadas e, quem sabe, proporcionar mais uma boa cota do vil metal às supostas vítimas ainda não agraciadas, fez com que depois do "acurado trabalho", pelo menos uma pessoa gozando excelente estado saúde fosse citada como morta ou desaparecida
Outros casos existem, como o que já foi citado aqui em Agosto de 2013. Ao fim, deve-se destacar no trabalho da "começão", a falta de vontade de buscar a verdade verdadeira (não a verdade forjada que pretendem implantar) sobre os "mortos vivos", não só do Araguaia, mas de todos os episódios da luta subversiva para a implantação do comunismo nas terras brazilis, apesar do fato já ter sido anunciado pela imprensa, em diversas ocasiões, inclusive aqui e aqui, neste blog.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Vítimas do Terrorismo - Dezembros

Neste dezembro de 2014, insistimos em reverenciar os que, em dezembros passados, tombaram pela fúria política de terroristas.
Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.
Cabe-nos lutar para que esses mártires recebam isonomia no tratamento que os "arautos" dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.
Move-nos o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não foram cidadãos de segunda classe, por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda.
A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.

- 15/12/67 – Osíris Motta Marcondes - (Bancário – SP)
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

- 17/12/69 – Joel Nunes - (Sargento - PM – RJ)
Neste dia o PCBR assaltou o Banco Sotto Maior, na Praça do Carmo, no subúrbio carioca de Brás de Pina, de onde foram roubados cerca de 80 milhões de cruzeiros. Na fuga, obstados por uma viatura policial, surgiu um violento tiroteio no qual Avelino Bioen Capitani matou o sargento da PM Joel Nunes. Na ocasião foi preso o terrorista Paulo Sérgio Granado Paranhos.

- 18/12/69 – Elias dos Santos - (Soldado do Exército – RJ)
Paulo Sérgio Granado Paranhos, preso no dia anterior, ao ser interrogado “abriu” um “aparelho” do PCBR localizado na rua Baronesa de Uruguaiana nº 70, no bairro de Lins de Vasconcelos. Ali,Antonio Prestes de Paula, ao fugir pelos fundos da casa, matou, à queima-roupa, com um tiro de pistola .45, o soldado do Exército Elias dos Santos que integrava a equipe que “estourou” o “aparelho”.
A respeito do soldado Elias, morto em combate no cumprimento do dever, o Ternuma recebeu um comovente e-mail: “Fico feliz de achar uma página da Internet a qual faz uma homenagem a uma pessoa que não conheci, mas com certeza, muito especial. Desde pequena vejo minha avó aos prantos lembrar de seu filho Elias dos Santos, morto brutalmente por assassinos terroristas. Não conhecia direito a história, fiquei sabendo agora. Realmente é revoltante saber que a família de Carlos Lamarca tem direitos que minha avó não teve. Não tenho palavras, só agradeço Daniele Esteves”.

- 10/12/70 – Hélio de Carvalho Araújo - (Polícial Federal – RJ)
No dia 07/12/70 a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, seqüestrou no Rio de Janeiro, o Embaixador da Suíça no Brasil, Giovani Enrico Bucher.
Participaram, ativamente, da operação os terroristas Adair Gonçalves Reis, Gerson Theodoro de Oliveira, Maurício Guilherme da Silveira, Alex Polaris de Alvarenga, Inês Etienne Romeu, Alfredo Hélio Sirkis, Herbert Eustáquio de Carvalho Carlos Lamarca.
Após fecharem e paralisarem o carro que conduzia o Embaixador, Carlos Lamarca bateu com um revólver Smith-Wesson, cano longo, calibre .38, no vidro do carro. Abriu a porta traseira e a uma distância de 2 metros atirou, duas vezes, no agente Hélio. Uma das balas seccionou a medula do policial.
Os terroristas levaram o Embaixador e deixaram o agente agonizando. Transferido para o Hospital Miguel Couto, faleceu no dia 10/12/70.
Carlos Lamarca desertou do Exército como capitão. Morreu lutando, não contra a “ditadura” como a esquerda propaga, mas de armas na mão, tentando implantar no Brasil, uma ditadura no modelo cubano. 
Sua vítima fatal, neste seqüestro, foi um Agente da Polícia Federal, morto em serviço, no cumprimento do dever, dando proteção a um Embaixador, cuja segurança era uma obrigação do governo brasileiro.
A família do assassino Lamarca recebe a pensão de coronel, porque ele, se não morresse,poderia chegar a este posto. Além disto, sua família recebeu uma polpuda indenização, assim como todas as famílias de todos os subversivos e terroristas mortos, cerca de 300. Os que permaneceram vivos estão recebendo pensões vitalícias por terem sido “perseguidos politicamente”.

- 13/12/71 – Hélio Ferreira de Moura - (Guarda de Segurança – RJ)
Morto, por terroristas, durante assalto contra um carro transportador de valores da Brink’s, na Via Dutra. 

Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam indenizações, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro.
Texto adaptado de: TERNUMA

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A Justiça Revolucionária - O Assassinato da "Garota" Elza

Na data em que reverenciamos as vítimas do vergonhoso episódio denominado como Intentona Comunista de 1935, lembro a história de “Elza Fernandes”, como uma pequena mostra do caráter dos idealistas revolucionários, hoje idolatrados por uma parcela idiotizada da sociedade brasileira.
Desde menina, Elvira Cupelo Colônio acostumara-se a ver, em sua casa, os numerosos amigos de seu irmão, Luiz Cupelo Colônio. 
Nas reuniões deles, militantes comunistas, fascinava-se com os discursos e com a linguagem complexa daqueles que diziam ser a salvação do Brasil. Em especial, admirava aquele que parecia ser o chefe e que, de vez em quando, lançava-lhe olhares gulosos, devorando o seu corpo de adolescente. Era o próprio secretário-geral do PCB, Antonio Maciel Bonfim, o “Miranda”.
Em 1934, então com 16 anos, Elvira Cupelo tornou-se a amante de Miranda e passou a ser conhecida, no Partido, como “Elza Fernandes” ou, simplesmente, a “garota”. Para Luiz Cupelo, ter sua irmã como amante do secretário-geral era uma “honra”. Quando ela saiu de casa e foi morar com o amante, Cupelo viu que a chance de subir no Partido havia aumentado.
Entretanto, o fracasso da Intentona, com as prisões e os documentos apreendidos, fizeram com que os comunistas ficassem acuados e isolados em seus próprios “aparelhos”. Nos primeiros dias de janeiro de 1936, Miranda e Elza foram presos em sua residência, na Av. Paulo de Frontin, 606, Apt. 11, no Rio de Janeiro. Mantidos separados e incomunicáveis, a polícia logo concluiu que a “garota” pouco ou nada poderia acrescentar aos depoimentos de “Miranda” e ao volumoso arquivo apreendido no apartamento do casal. Acrescendo os fatos de ser menor de idade e não poder ser processada, Elza foi liberada. À saída, conversou com seu amante que lhe disse para ficar na casa de seu amigo, Francisco Furtado Meireles, em Pedra de Guaratiba, subúrbio do Rio de Janeiro. Recebeu, também, da polícia, autorização para visitá-lo, o que fez por duas vezes.
Em 15 de janeiro, Honório de Freitas Guimarães, um dos dirigentes do PCB, ao telefonar para “Miranda” surpreendeu-se ao ouvir, do outro lado do aparelho, uma voz estranha. Nesse momento, o Partido soubera que “Miranda” havia caído. Alguns dias depois, a prisão de outros dirigentes aumentou o pânico.
Segundo o PCB, havia um traidor. E o maior suspeito era “Miranda”. As investigações do “Tribunal Vermelho” começaram.
Honório descobriu que Elza estava hospedada na casa do Meireles, em Pedra de Guaratiba. Soube, também, que ela estava de posse de um bilhete, assinado por “Miranda”, no qual ele pedia aos amigos que auxiliassem a “garota”. Na visão estreita do PCB, o bilhete era forjado pela polícia, com quem Elza estaria colaborando. As suspeitas transferiram-se de “Miranda” para a “garota”.
Reuniu-se o “Tribunal Vermelho”, composto por Honório de Freitas Guimarães, Lauro Reginaldo da Rocha, Adelino Deycola dos Santos e José Lage Morales. Prestes, escondido em sua casa da Rua Honório, no Méier, já havia decidido pela eliminação sumária da acusada. O “Tribunal” seguiu o parecer do chefe e a “garota” foi condenada à morte.
Não houve, porém, a desejada unanimidade: Morales, com dúvidas, opôs-se à condenação, fazendo com que os demais dirigentes vacilassem em cumprir a sentença. Honório, em 18 de fevereiro, escreveu a Prestes, relatando que o delator poderia ser, na verdade, o “Miranda”. A reação do “Cavaleiro da Esperança” foi imediata. No dia seguinte, escreveu uma carta aos membros do “Tribunal”, tachando-os de medrosos e exigindo o cumprimento da sentença.
Os trechos dessa carta de Prestes, a seguir transcritos, constituem-se num exemplo candente da frieza e da cínica determinação com que os comunistas jogam com a vida humana:
Fui dolorosamente surpreendido pela falta de resolução e vacilação de vocês. Assim não se pode dirigir o Partido do Proletariado, da classe revolucionária. ...
Por que modificar a decisão a respeito da “garota”? Há ou não há traição por parte dela? É ou não é ela perigosíssima ao Partido...? ...
Com plena consciência de minha responsabilidade, desde os primeiros instantes tenho dado a vocês minha opinião quanto ao que fazer com ela. Em minha carta de 16, sou categórico e nada mais tenho a acrescentar. ...
Uma tal linguagem não é digna dos chefes do nosso Partido, por que é a linguagem dos medrosos, incapazes de uma decisão, temerosos ante a responsabilidade. Ou bem que vocês concordam com as medidas extremas, e neste caso já as deviam ter resolutamente posto em prática, ou então discordam mas não defendem como devem tal opinião”.
Ante tal intimação e reprimenda, acabaram-se as dúvidas. Lauro Reginaldo da Rocha, um dos “tribunos vermelhos”, respondeu a Prestes: “Agora, não tenha cuidado que a coisa será feita direitinho, pois a questão do sentimentalismo não existe por aqui. Acima de tudo colocamos os interesses do P.”.
Decidida a execução, Elza foi levada, por Eduardo Ribeiro Xavier, para uma casa da Rua Mauá Bastos, nº 48-A, na Estrada do Camboatá, onde já se encontravam Honório de Freitas Guimarães, Adelino Deycola dos Santos, Francisco Natividade Lira e Manoel Severino Cavalcanti. Ela, que gostava dos serviços caseiros, foi fazer café. Ao retornar, Honório pediu-lhe que sentasse a seu lado. Era o sinal convencionado. Os outros quatro comunistas adentraram à sala e Lira passou-lhe uma corda de 50 cm pelo pescoço, iniciando o estrangulamento. Os demais seguravam a “garota” que, mesmo jovem, tentava salvar-se. Poucos minutos depois, com os pés junto à cabeça, o corpo de Elza foi enfiado num saco e enterrado nos fundos da casa. Perpetrara-se o hediondo crime, em nome do Partido Comunista.
Logo após este fato, em 5 de março, Prestes foi preso em seu esconderijo no Méier. Ironicamente, iria passar pelas mesmas angústias, quando sua mulher, Olga Benário, foi deportada para a Alemanha nazista.
Alguns anos depois, em 1940, Luiz Cupelo Colônio, o mesmo que auxiliara o secretário-geral na tentativa de assassinato do “Dino Padeiro”, participou da exumação do cadáver de sua irmã. O bilhete que escreveu a “Miranda”, o amante de Elza, retrata alguém que, na própria dor, percebeu a virulência comunista:
“Rio, 17-4-40.
Meu caro Bonfim.
Acabo de assistir à exumação do cadáver de minha irmã Elvira. Reconheci ainda a sua dentadura e seus cabelos. Soube também da confissão que elementos de responsabilidade do PCB fizeram na polícia de que haviam assassinado minha irmã Elvira.
Diante disso, renego meu passado revolucionário e encerro as minhas atividades comunistas.
Do teu sempre amigo
Luiz Cupelo Colônio”.
Fonte: ORVIL-Tentativas de Tomada do Poder
(Páginas 87 a 90)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Seminário: “O Brasil no Mundo: Deveres e Responsabilidades”

Seminário debaterá os desafios para as políticas Externa, de Defesa e Inteligência
No dia 2 de dezembro, o Instituto InfoRel de Relações Internacionais e Defesa promoverá em parceria com a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, o Seminário “O Brasil no Mundo: deveres e responsabilidades” que debaterá os desafios futuros para as políticas Externa, de Defesa e Inteligência.
O evento conta com o apoio da Fundação Konrad Adenauer, da União Europeia, e do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), e marca os dez anos de criação do Instituto InfoRel. O mesmo não acarretará ônus para a Câmara dos Deputados
O professor Fernando Reinares, investigador principal de Terrorismo Internacional do Real Instituto Elcano de Madri, abrirá o seminário com uma aula magna sobre Segurança Internacional. Ele apresentará ainda dados inéditos acerca das investigações sobre os atentados de 11 de março de 2004 em Atocha, na capital espanhola.

O Seminário
Na quarta-feira, 12/11, a CREDN apreciou Requerimento do seu presidente, Eduardo Barbosa (PSDB-MG), propondo a realização do seminário. De acordo com a organização do evento, a Política Externa fortaleceu-se, houve a ampliação no número de embaixadas e consulados no exterior e o país foi chamado a opinar e participar das decisões globais.
Ao mesmo tempo, a área da Defesa Nacional, por meio das Forças Armadas, foi determinante para firmar a imagem de um país pacífico, capaz de comandar missões de paz e de intermediar diálogos em relação aos conflitos mais complexos e nos lugares mais instáveis do planeta.
Essas duas premissas exigem, por sua vez, uma Inteligência de Estado forte, estruturada e sintonizada com os interesses nacionais.
No entanto, não está claro que papel o país pretende desempenhar nas Relações Internacionais. Para piorar, nos últimos anos houve uma retração forte na Política Externa e, atualmente, o ministério das Relações Exteriores vive um dos seus momentos mais difíceis em termos de valorização das suas prerrogativas e do seu corpo funcional.
Em relação à Inteligência, em 2013, a CREDN conseguiu regulamentar a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), após 11 anos de tentativas frustradas, atribuindo à CCAI poderes para atuar de forma objetiva como órgão de controle externo das atividades de inteligência. A regulamentação conferiu, também, ao Congresso, os poderes necessários para contribuir com o fortalecimento do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN) e para que o país pudesse contar com uma Inteligência voltada aos interesses do Estado brasileiro.
Já na Defesa, apesar dos projetos anunciados, e até mesmo de contratos firmados, as Forças Armadas carecem de mais recursos – financeiros, humanos e bélicos – e o país se ressente dessas carências, por exemplo, com a vulnerabilidade e fragilidade das suas fronteiras.
Fonte:  InfoRel
ATUALIZAÇÃO: A respeito do Seminário, recebi hoje (5/12/14) mensagem eletrônica relativa ao pronunciamento de um dos convidados, o professor Alexandre Fucille, presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa: 
"A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEFESA DE INTERESSES DE FORA DO BRASIL
O Presidente da Associação Brasileira de Defesa (???) perdeu uma ótima oportunidade de bem representar os seus associados ou, mesmo, de ficar calado. (A Associação é de Defesa de que, mesmo? Mais provável que seja defesa dos interesses de fora do Brasil. ).
Imaginem que em Seminário na Câmara dos Deputados, o referido senhor teve a ideia, ou, foi induzido a, ignorantemente, defender que ...”uma elite civil deveria controlar o Ministério da Defesa”. Só rindo!
Uma associação de defesa, de qualquer nacionalidade, tem por dever de ofício saber que um Estado – população, território e soberania – necessariamente tem que ter uma defesa forte com poder dissuasório: Estados não tem amigos, Estados têm interesses.
E a história recente tem demonstrado que lobo respeita lobo: China, Índia e Israel, são alguns que podem dizer, por experiência própria.
Pobre ABD presidida por presidente tão completamente ausente de informações elementares.
Elementares, sim, porque ignora o papel fundamental dos militares desde o período colonial. Elementares, sim, porque ignora a imagem do inconsciente coletivo brasileiro sobre os militares.
Inexiste uma mãe pobre brasileira que não sonha com o dia no qual os filhos possam ser chamados e aceitos para fazer o serviço militar. (O serviço militar só se tornou universal e obrigatório em 1918, graças ao militarismo de Olavo Bilac, sabiam?). 
No inconsciente coletivo brasileiro, a imagem militar no Brasil é associada à patriotismo – amor ao país onde se nasceu – disciplina, honestidade e responsabilidade – á uma instituição, na qual a corrupção é sempre punida humilhante e exemplarmente.
Desde os estudos do sociólogo Gilberto Freire, os militares brasileiros têm sido considerados como a ...” organização mais lídima e representativa das instituições nacionais, o verdadeiro índice do povo brasileiro". Sorry, sorry.
Sei que o ideal para os ignorantes, nem tão ignorantes assim, e principalmente, seus orientadores – o ideal seria o Brasil desarmado, não concorrendo com os interessados e desenvolvendo-se até o ponto em que desenvolvimento fosse sustentável, vale dizer, desenvolvimento suportável por eles, não concorrencial com eles, os interessados (Forças e cidadãos desarmados: não lembram a campanha do desarmamento?) Mas, vão ficar querendo.
A opinião pública, avaliada pelas pesquisas mais tendenciosas, mostra que 72% do povo considera as Forças Armadas como as instituições mais confiáveis do País.
E os brasileiros atentos não vão permitir que o Brasil deixe de crescer para que apareça o crescimento dos interessados em não ter um Japão na América do Sul.
De novo, sorry, sorry.
Propaganda internacional alguma, consegue  por mais que se esforce – contrapor-se ao consciente coletivo nacional brasileiro.
Desistam. Melhor para os Srs não continuarem eternamente a procura de mais e mais agentes brasileiros-colaboradores-colaboracionistas (até e porque, os colaboradores-colaboracionistas brasileiros já perceberam, que os ganhos do que vierem a conseguir, pelo esforço de atender aos interesses de seus patrocinadores-orientadores, serão, sempre, migalhas de poder, face ao poder daqueles que pretendem vir a ter poder no Brasil.).
Melhor parar de dar murro em ponta de faca. Melhor parar de tentar enxugar gelo. A realidade dos fatos contrapõe-se à opinião e às opiniões forjadas fora e divulgadas dentro do Brasil.
As Forças Armadas brasileiras tornaram-se público-alvo de campanhas patrocinadas pelas fundações estrangeiras de sempre, desde a década de 1980. 
Os brasileiros observam que instituições criadas por militares, entregues à administração civil - orientada pelos patrocinadores interessados em ter os militares brasileiros desacreditados e o Brasil desarmado - foram desviadas de seus objetivos, de modo a prejudicar o País. 
O Projeto de proteção ao índio evoluiu para a atual FUNAI, entregue a antropólogos ignorantes – na melhor das hipóteses - agindo em benefício de interesses internacionais, a revelia da soberania nacional. 
A PETROBRAS, nascida das campanhas nacionalistas (foi um militar, que iniciou a campanha do Petróleo é Nosso, sabiam? Chamava-se General Horta) foi entregue ao sindicalismo de ideólogo estrangeiro completamente divorciado das questões fundamentais de interesse brasileiro. Pensam que a fizeram perder metade do seu valor comercial. Desfalques à parte, penalizados os responsáveis, a PETROBRÁS jamais deixará de ser a empresa nacional orgulho dos brasileiros.
Vão ficar querendo, o Brasil é difícil sempre que os objetivos tiverem como alvo prejudicar interesses brasileiros.
Sorry, sorry, respeitar e preciso. 
Conformem-se, e deem-se por satisfeitos, com a terceirização e a submissão aos interesses do mercado internacional da EMBRAER e da EMBRATEL, criadas pelo empreendedorismo militar.
O Centro Tecnológico da Marinha conseguiu um processo singular e econômico de enriquecimento de urânio, que atrai a espionagem dos concorrentes.
A AIEA tem feito ridiculamente mais de 15 inspeções anuais nas usinas nucleares brasileiras – para verificar se o Brasil continua fiel e docilmente comprando a tecnologia importada a peso de ouro, suportada pelos contribuintes brasileiros.
Por razões de péssimo contrato internacional, sua industrialização não poderá ser delegada. Impressionante é verificar como não se tocam e nem se envergonham até a alma das atitudes ridículas que costumam ter.
Inadmissível que a agenda hegemônica do Brasil torne o ambiente operacional tecnológico brasileiro de quinta geração.
O nacionalismo e a soberania não são negociáveis, sorry, sorry, Srs.
Ademais, os Srs já estão bem crescidinhos, já estão bem desenvolvidinhos. Já está na hora de aprenderem a respeitar as soberanias fora da jurisdições deles, os Srs.
E é mais do que hora, de mostrar que são bons alunos e já aprenderam a respeitar o direito da concorrência comercial.
Vale dizer: já está na hora de concorrerem de acordo com o direito da concorrência - que existe e é respeitado pelo restante do mundo, o qual observa o desrespeito a tal direito praticado sistematicamente por Vs., Srs, ao redor do mundo.
Os brasileiros comuns pensam, estudam, pesquisam e estão alertas. 
Sorry, sorry, o Brasil merece respeito.
​Prof. Guilhermina Coimbra​"

terça-feira, 18 de novembro de 2014

A Educação Incomoda Corruptos e Seus Aliados!

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Um texto muito interessante, de agosto deste ano.
por Antonio Roberto Vigne 

As disciplinas de Educação Moral e Cívica (EMC), Organização Social e Política do Brasil (OSPB), e os Estudos dos Problemas Brasileiros (EPB), foram retiradas do currículo escolar por que, segundo seus opositores, serviam aos interesses dos militares, eram disciplinas criadas pelo regime ditatorial, um regime de ditadura, um regime de exceção.  
Em seu lugar foi criada a disciplina de Ciências Humanas e Sociais (CHS), que deveria substituir tais conhecimentos de um modo resumido e democrático.
O que tudo isto tem de verdade e de mentira? 
Passado algum tempo, vamos ver quem pediu isto e por que fez isto!
Vamos começar com um documento, o oficial. Projeto de Lei nº 2310/1991, que revogou o Decreto 869/69 que instituía as disciplinas de OSPB e EMC no currículo educacional nacional. 
Quem deu início a tudo isto? O Deputado Federal do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) Jório de Barros Carneiro (Jório de Barros) - Estado do Espírito Santo, foi o autor do Projeto de Lei 2310/91.
Sobre o Deputado Jório de Barros não vi nada de irregular ou ilegal, apenas que já tendo aposentadoria de Parlamentar Federal, parece estranho ser comunista, em função do valor de sua aposentadoria, mas isto é meramente uma contradição filosófica e, de fato, não é ilegal agir assim. Escolha democrática do povo crer ou não em sua postura como parlamentar, isto cabe somente aos seus eleitores decidir.
O Relator do Projeto de Lei na Comissão de Educação foi o Deputado Federal Fábio Raunheitti, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) do Rio de Janeiro

Este sim, tem histórico de Corrupção, foi cassado na CPI do Orçamento, tendo respondido por processos de peculato!
Para defender seu parecer escreveu: "A experiência de muitos anos tem demonstrado que aquela disciplina, seja pelo seu caráter compulsório, seja pela forma autoritária com que foi determinada e controlada, seja pelo seu conteúdo ideologizante, não conseguiu senão rejeição por parte dos alunos de todos os graus de ensino. Nada mais necessário senão suprimi-la dos currículos escolares,..." 
Falo por mim e por muitos outros conhecidos que esta unanimidade aqui relatada pelo relator nunca foi colocada em votação ou plebiscito ou referendo e que um dos temas mais solicitados hoje, inclusive solicitado nacionalmente pela 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social (1ª CONSOCIAL), e por todas Consociais Regionais dos Estados brasileiros e de boa parte, da maior parte dos Municípios brasileiros é exatamente o retorno de disciplinas de formação cidadã ao currículo brasileiro, nos moldes das disciplinas de EPB, EMC e OSPB. Esta é uma das oitenta propostas de combate a Corrupção do documento que foi criado no governo Dilma Rousseff e coordenada pela Controladoria Geral da União (CGU) - 80 Propostas da CONSOCIAL (Página 3, proposta 10) - e que até hoje não foi colocado em vigor! 
Na realidade, o que ocorreu de fato foi que um corrupto já comprovado, fez um parecer favorável a um Projeto de cunho ideológico que nada mais era do que revanchista e discriminatório, e que retirava do povo brasileiro a sua capacidade de interpretação dos erros políticos nacionais!
Um outro engodo é dizer que estas disciplinas foram criadas pelos militares. Na verdade, todas elas já existiam anteriormente ao período que os militares chamam de Intervenção Militar e que os seus opositores chamam de Golpe Militar. O que os militares fizeram de fato, foi simplesmente nacionalizar o ensino destas disciplinas, oportunizando que cada cidadão tivesse amplo conhecimento de seus direitos e deveres sociais, inspirando civismo e nacionalismo aos jovens do Brasil nos currículos escolares.
Houve um substitutivo neste Projeto de Lei, de autoria do então Deputado Federal do Partido dos Trabalhadores (PT), Raul Pont, do Rio Grande do Sul
Na documentação do Projeto de Lei consta o seguinte relato: "O referido Projeto recebeu Substitutivo do Relator, nobre Deputado Raul Pont, na Comissão de Educação, Cultura e Desporto, o qual foi aprovado. Em seu Substitutivo, o relator propôs a revogação do Decreto 869/69, conseqüentemente, também da disciplina de Educação Moral e Cívica, determinando a redistribuição de sua carga horária para as disciplinas das áreas de ciências humanas e sociais." Deste modo, o responsável direto pelo fim da disciplina de EMC é o Deputado Raul Pont do PT-RS, o que liga o fato a uma proposta ideológica com interesse de retirar a discussão política das escolas e universidades. 
Percebe-se contradições no discurso de Raul Pont em alguns momentos de seus textos sobre o tema. "Comissão de Educação, Cultura e Desporto - Acredito que apenas extinguir a Comissão Nacional de Moral e Civismo é pouco para apagar mais um aspecto do autoritarismo com que o Regime Militar de 64 marcou este país. Neste sentido apresento em anexo um substitutivo ao projeto de lei 7445/86. - Sala da Comissão, 21 de Maio de 1991 - Raul Pont." Me expliquem, por favor, como algo que trata de "Moral" e "Direitos Civis" pode ser de fato autoritário? Autoritária, tendenciosa, ideológica e arbitrária foi a ação deste grupo que extinguiu estas disciplinas sem consulta popular, isto sim! 
Nada há contra o Sr. Raul Pont quanto a Corrupção, no entanto, fica clara aqui a sua participação direta e intencional neste Processo! A contradição dos seus argumentos está por escrito na mesma folha do Processo inclusive: "Justificação ... Apesar de termos conhecimento de que um grande número de instituições de ensino e de professores das três disciplinas, procuraram dar a elas um conteúdo crítico e dinâmico, para que os alunos pudessem realmente discutir os problemas do país, não é possível que ainda hoje mantenhamos de pé um decreto de conteúdo autoritário e acrítico na formação de cidadania e no conhecimento da realidade social do país." Ou seja, significa que era de conhecimento da Comissão que as disciplinas poderiam ser adaptadas as necessidades democráticas, mas que foi opção ideológica dos Parlamentares da Comissão, por vingança assumida contra os militares, retirar as disciplinas do currículo escolar, sob a alegação de que elas eram autoritárias. Ora, pessoas são autoritárias, condutas são autoritárias, disciplinas não são autoritárias, podem ser alteradas ou extintas a qualquer tempo, por sinal, como estas foram. Se a disciplina fosse de fato autoritária, quando fosse extinta se levantaria e diria: "Não, eu não permito que me alguém venha me extinguir!" Ela fez isto? Não né? Pois é! O que tornou acrítico, (A) de negação, ou seja, não crítico o processo, foi a extinção das matérias que criticavam o sistema como era e que ensinavam o cidadão seus direitos e deveres, por menores que estes fossem! Foi com a extinção destas matérias que se perdeu a cidadania e conhecimento das realidades sociais no país! Em última instância, devemos ao Sr. Raul Pont a atual situação nacional de desconhecimento de nossos cenários políticos e de como interpretar corretamente o que é e o que não é ético ou moral em nossa sociedade. Graças a sua contradição semântica, revanchista e ideológica, temos o atual cenário nacional de incompreensão social!
Para terminar, quem era o Presidente da Câmara Federal naquela ocasião? O Deputado Inocêncio Oliveira, atualmente no Partido da República (PR). Curiosamente, era da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) no período militar (partido do governo, partido que apoiava o regime militar), pertencia ao Partido da Frente Liberal (PFL) quando era Presidente e aprovou este Projeto de Lei. Recentemente o Deputado foi condenado por crime de condição análoga a escravidão em segunda instância, sujeito à Lei da Ficha Limpa!
Houve uma clara intenção, um claro planejamento de extinguir a habilidade cidadã de compreensão politica e social e pior, isto partiu do que seria considerado uma esquerda nacional! A desqualificação social e moral a negação das ideologias, filosofias e conhecimentos diversos de direitos e deveres foi obra de grupos que deveriam, pela lógica, estimular tais noções para avanço de garantias fundamentais. A quem interessa tais posturas? Por qual motivo? Isto parece algo que favorece uma democracia? Como podem ser contra o autoritarismo e ao mesmo tempo extinguir disciplinas que nos fazem pensar sobre nossos direitos e deveres sociais? 
Pense nisto antes de escolher seu representante nestas e nas próximas eleições, busque candidatos e partidos comprometidos com o retorno de disciplinas que formem a liberdade de pensamento cidadão, sem ideologização, discussão ampla e democrática, conhecimento de nossos direitos e deveres, desde o primário até a faculdade, pois precisamos reaprender a sermos cidadãos no Brasil, e isto, mais que um dever, é um direito de cada um de nós! Votem conscientes e não esqueçam de alternar constantemente o poder, pelo bem da democracia! 
No momento que soubermos identificar nossos direitos e deveres, todo corrupto nos temerá, pois exerceremos nosso controle social amplo, saberemos o que pedir, para quem pedir e como pedir, mais que pedir, exigiremos, pois é nosso direito. Do mesmo modo, promoveremos exemplos com nossa conduta, bons exemplos, exemplos com base no mérito de valor, dai o motivo que muitos políticos condenam o mérito, a meritocracia, pois esta postura qualificaria nossa cidadania! Entendam o por que de cada ação política e aprenderão a se respeitarem cada vez mais e melhor! Façam a sua parte, façam os corruptos tremerem, lutem por seus direitos, lutem pelo ensino de qualidade, lutem pelo retorno das disciplinas de cidadania nas escolas e faculdades!
Antonio Roberto Vigne é Cientista Político
da primeira turma nacional de bacharéis, reconhecida pelo MEC

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Que Democracia é Essa?

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Vivemos efetivamente em uma democracia onde as liberdades individuais, particularmente as de opinião e de informação vigoram amplamente?
Quanto a liberdade de opinião, vimos há poucos dias passados a condenação de uma agente de trânsito que ao ser interpelada por um juiz - que estava totalmente em desacordo com a lei e que já vem sendo investigado por outros atos incompatíveis com a postura individual de quem ocupa um cargo público - ter-lhe dito que ele "é um juiz e não Deus". O corporativismo do poder judiciário considerou isso uma afronta ao malfeitor e que a funcionária "desafiou a própria magistratura e tudo o que ela representa" condenando a mesma ao pagamento de uma indenização por danos morais. E nos fazendo concluir que esses sujeitos são deuses efetivamente.
Quanto a liberdade de imprensa, temos a auto mordaça, imposta por praticamente todos os veículos de informação - mesmo, e principalmente, os que juram de pés juntos sua completa "independência" - em função da completa dependência das verbas governamentais. O último exemplo disso nos foi apresentado pela revista Época, que publicou originalmente a notícia a respeito de "mal feitos" com verbas públicas, envolvendo a esposa do Ministro Dias Toffoli. Pouco tempo depois, a notícia foi "retificada", sumindo a publicação original, substituída por outro texto onde a relação entre a advogada Roberta Rangel e o ministro do STF Dias Toffoli sequer é citada. 
Ainda no início de novembro, recém passados dez dias das eleições presidenciais, noticiam que, em 2013, o número de miseráveis cresceu no Brasil. E aí? Quem é mais canalha, o governo que só liberou esses dados, de um ano atrás, depois das eleições, ou essa mídia corrupta, dependente das verbas governamentais, que só agora as publica. Não há jornalistas especializados em economia em permanente contato com entidades como o IPEA? Não possuem, esses jornalistas, suas "fontes confiáveis" que poderiam ter adiantado pelo menos parte desses dados? 
Efetivamente, tá tudo dominado! E o pior é que quem domina é uma minoria podre, composta por canalhas e patifes que agem livremente em função da covardia e da omissão da maioria, além da completa falta de informação.
Nunca roubou-se tanto neste país. O governo defende-se dizendo que sempre se roubou mas agora os roubos são noticiados. Sim e que providências são tomadas para evitar esse roubo? Ministros, altos assessores e detentores de "cargos de confiança" envolvidos em bandalheiras são exonerados "a pedido", com direito até a elogios, e somente depois de comprovados seus envolvimentos. Esses detalhes são devidamente escamoteados pela "grande imprensa", que só noticia a parte da patifaria que já não é mais possível esconder. E por falar em esconder, por onde anda a dona Rose, aquela, apontada como concubina do Cachaceiro? 
Ainda sobre roubos e fraudes: alguém obtém assinaturas em procurações de colonos e faz alguns empréstimos no nome deles (pelo menos R$ 79 milhões) junto a programa governamental de "incentivo à agricultura", pega uma parte ou todo o valor do empréstimo para si e/ou sua "organização". Depois vai a Brasília e com o conluio de parlamentares tão patifes quanto ele, obtém a anistia dos débitos desses empréstimos dos pequenos agricultores. 
Em outras palavras: na suposição de que o dinheiro realmente tenha chegado ao solo/plantio, é autorizada a anistia com pompa e louvor, entretanto, o dinheiro está no bolso dos canalhas e o contribuinte pagando a conta de sustentar essa farra. Pior: com o governo fazendo propaganda afirmando é competente e preocupado com quem trabalha, usando como argumento essa anistia aos pequenos produtores. 
E a mídia pouco ou nenhum destaque dá ao caso.
Um Ministro estrangeiro ingressa no Brasil para tratar a saúde de sua esposa. Enquanto ela permanece hospitalizada, ele percorre o país fechando acordos com entidades que legalmente não existem (lembrem que o MST não possui registro jurídico) e ninguém sabe nada oficialmente. E a PF? E a ABIN? Que tipo de passaporte esse sujeito está usando? Tem acompanhamento de seguranças? São brasileiros ou venezuelanos? Portam armas? Estão autorizados por quem? Nem no mais simples cabaré do interior do país a putaria é tão grande!
Até pouco tempo, sempre que surgia alguma crise política, a Petrobras "descobria" mais um enorme poço de petróleo que iria elevar o Brasil a potência petrolífera (depois não se falava mais no assunto e continuamos a importar petróleo, caro, diga-se de passagem - assim como importamos trigo, arroz e até bananas - , para não parar o país). Agora, a crise atinge a Petrobrás que mal se sustenta nas pernas, destruída que foi pela quadrilha, aumentando os preços dos combustíveis quando o preço do petróleo cai no exterior. "E agora McGayver?" como indagou um humorista. Temos que achar outros assuntos!
Aí, então, desencravemos o caso de uma assassina condenada por ajudar a matar seus pais, juntemos o caso de uma outra criminosa presa que assume uma posição de "liderança" no presídio feminino, tomando a iniciativa de "escolher" as mais jeitosas e bonitas para serem suas parceiras para satisfação sexual. A grande mídia - interessada em descobrir assuntos para abafar o Petrolão, os recentes anúncios de aumentos na energia elétrica, impostos, combustíveis e outros fatos que não são de interesse governamental - descobre que as duas "celebridades" decidiram se unir e o fato passa a ser "top" nas notícias. E o pior é que esse tipo de tapeação encontra público!
A polêmica se instala e o grosso da população já não mais fala em Marco Civil, trambiques na Petrobrás, usos indevidos de jatinhos (da FAB e de "suspeitos"), morte de um candidato à presidência, liberação de bandidos condenados no maior "pastelão" judiciário que esse país já assistiu,  e outros que tais. 
Apesar da insistência de alguns jornalistas renitentes em abordar esses temas, o que mais repercute é a "manifestação pela volta da ditadura militar" por alguns brasileiros. Enquanto isso, a vida segue. Me lembra um sambinha do meu tempo de garoto: "Pistom de Gafieira" - "na gafieira segue o baile calmamente ... e nessa altura, como parte da rotina, o pistom tira a surdina e põe as coisas no lugar!"
Tenho pena dos dedicados profissionais da Polícia Federal. Sem querer desmerecer o valor do trabalho desses profissionais, mas eles investigam, aprontam inquéritos volumosos (haja trabalho: oitivas, papel, digitação, custos homem/hora, etc) que são remetidos à justiça e esta os arquiva em função de manipulações de firulas jurídicos - alegados por advogados tão corruptos quanto os indiciados - sem condenar os meliantes nem reaver os frutos dos desvios. Em resumo: um trabalho extenuante é transformado em uma atividade similar a enxugar gelo!
E há quem se preocupe com os problemas na Ucrânia, no Oriente Médio, na Venezuela, em Cuba, quando nosso inferno é por aqui mesmo.
Mais uma? Chegou a fatura da conta para aliviar a barra dos mensaleiros! Nossos funcionários do mais alto escalão do poder judiciário, para complementar seus parcos salários, terão um "auxílio-moradia" com valor um pouco menor que cinco mil reais, mensais. Acha pouco? Uma ministra do STF determinou que fosse incluída no Orçamento da União para 2015 a previsão do reajuste dos salários dela e seus parceiros de labuta. Ou alguém pensava que alguma coisa é gratuita "neçepaíz"?
Mas tivemos eleição direta para Presidente da República e isto, para a grande massa - cuja maioria, alguém que não lembro afirmou não saber sequer escovar os dentes - significa vivermos em uma democracia plena. Na qual, praticamente 7.142.000 cidadãos perderam seu domingo comparecendo às urnas e votando em branco ou nulo, e cerca de outros 30 milhões de eleitores preferiram ir à praia ou simplesmente ficar vadiando. A participação efetiva, que eles negaram, poderia ter feito diferença, aumentando a vantagem da vencedora ou invertendo o resultado da eleição. Indiferença ou descrença?
Seja o que for, essa decisão valida a ideia de que corrupção; desvios de verbas públicas; superfaturamento, atrasos propositais e propinas em obras públicas; envio de recursos para o exterior na forma de empréstimos que nunca retornarão (serão "perdoados"); e muitas outras formas de falcatruas, fazem parte da "cultura brasileira" e não são vistas como coisas erradas.
Assim, apesar de mais de 88 milhões de eleitores (61,8%) não terem votado na Presidente reeleita, tudo segue como antes. 
O que falta aos justos para se indignarem e colocarem esse país nos eixos?  Até quando a minoria de patifes irá reinar impune, enquanto somos agredidos, roubados, assassinados e obrigados a nos manter trancafiados em nossas casas aguardando o momento da invasão final que irá nos levar o resto do que possuímos?
Por que a "grande mídia" nos esconde que:
- a Fundação Ford financia o CEBRAP/CEBRI do FHC.
- o FMI financia o Inter American Dialogue do FHC e do ET de Xapuri.
- o Banco Mundial financia o Foro de São Paulo do PT de Lula e Dilma.
- a AFL-CIO financia a CUT e a Nova Central Sindical com o Stanley Gacek da OIT?
E, encerrando: o candidato recém derrotado nas eleições presidenciais - que a mídia já se ocupa em apresentar como a única opção de oposição ao atual governo - declara no "O Globo" de domingo, 9 Nov 14, que "PARA A DIREITA NÃO ADIANTA ME EMPURRAR QUE EU NÃO VOU."  A tradução correta dessa declaração é: Se a verdade vem da direita, prefiro mentir com a esquerda. Todos os males do Brasil no presente vêm desse princípio.,
Reforça o que digo há bastante tempo: PT e PSDB são os dois lados da mesma moeda falsa, usada para comprar os incautos que não querem ver que essa dualidade forjada só serve para alijar o surgimento de uma oposição que nos coloque em uma situação de democracia de verdade.  
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