terça-feira, 29 de outubro de 2013

EsSA - Concurso/2013 para os CFS em 2014/2015

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Passadas as provas do Exame Intelectual do Concurso aos Cursos de Formação de Sargentos do Exército Brasileiro que funcionarão em 2014 e 2015, podemos aqui manifestar alguns pontos de opinião. 
Tivemos, neste ano de 2013, 57.783 candidatos confirmados (meus agradecimentos ao 1º Sgt André, do Núcleo de Inscrições/EsSA), número um pouco menor do que no ano passado quando houve 61.290 candidatos (apresentaram a documentação exigida e efetivaram o pagamento da taxa devida).
Dessa forma, praticamente podemos repetir nosso comentário feito a pouco mais de um ano atras, sobre o mesmo assunto.
Considerando que foi divulgada a existência de 1.350 vagas (aí incluídas 100 vagas destinadas a Técnicos de Enfermagem e 50 vagas para Músicos, conforme a página 10 do Manual do Candidato), temos uma média de pouco mais de 42 candidatos com inscrição confirmada para cada vaga disponibilizada.  Uma demanda considerável, se comparada a outros concursos para cargos em função pública. 
Temos então que, apesar do esforço de algumas 'otoridades' - infelizmente com o apoio de membros da própria Instituição - em desmoralizar e desmotivar os profissionais das armas, a carreira militar continua a encantar nossos jovens que amam o Brasil e não temem sair de sob as asas dos seus pais. Espero que entre os candidatos aprovados não haja quem espere "levar vantagem", pois se houver vai se decepcionar. A carreira castrense é para quem se sujeita a uma vida de sacrifícios com remuneração somente suficiente para a sobrevivência familiar.
Aos que tiverem sucesso nas provas, alguns pequenos esclarecimentos que não é costume serem feitos, mas que eu os faço previamente para que, mais tarde, não usem o argumento covarde de que não sabiam direito o que estavam fazendo:
- Preparem-se para, diferentemente do que ocorre em Concursos para Cargos Públicos Civis, começarem a "mostrar serviço" depois de frequentarem o Curso de Formação; e isso vai continuar por 30 anos de serviço, no mínimo. É costume dizer que Sargentos devem provar a cada dia que são bons profissionais.
- Preparem-se, também, para permanecerem por sete ou oito anos na graduação de 3º Sargento, com vencimentos brutos mensais, atuais, por volta de R$ 3.366,00. A isto podem ser agregados mais 4% do soldo (aproximadamente R$ 100,00) se fizerem algum Curso de Extensão/Especialização Militar; e 10 ou 20% também do soldo (R$ 247,00 ou R$ 494,00) se forem servir em regiões consideradas inóspitas.
- Preparem-se, ainda - também diferentemente das funções públicas civis -, para serem destinados para servir em qualquer parte do território nacional, independentemente dos interesses familiares (emprego da esposa, curso universitário, doenças de pais, avós, sogros, etc).
- Depois do Curso, no exercício das funções de Sargento as condições profissionais continuarão difíceis (passar frio, cansaço, acampamentos em condições precárias, escalas de serviço apertadas - sem direito a recebimento de "horas extras" -, formaturas, exercícios físicos, etc), acrescidas da responsabilidade de repassar seus conhecimentos, com os devidos cuidados de segurança, para seus subordinados (os Soldados incorporados anualmente para o Serviço Militar Inicial).
- Quanto aos aspectos financeiros, a cada promoção terão um acréscimo de 15 a 20% em seus vencimentos, chegando à graduação de Subtenente com o vencimento bruto (atual) valendo aproximadamente R$ 5.340,00. Caso alcancem o oficialato, poderão chegar ao posto de Capitão, que tem vencimentos brutos (atuais) por volta de R$ 8.000,00. Ao vislumbrar esses valores, a grosso modo, devem ser abatidos cerca de 11% dos mesmos, a título de descontos obrigatórios para atendimentos de saúde e para o fundo que financiará, no futuro, a Pensão de sua viúva. Depois desse desconto, ainda tem que prestar contas com o famigerado e faminto Leão do Imposto de Renda.
- Os que não prestaram o Serviço Militar Inicial devem atentar para um detalhe importantíssimo: se acharem que as condições oferecidas durante o Curso de Formação não lhe agradaram, não insista. Se você teve capacidade para ser aprovado no Concurso do CFS, certamente tem capacidade para fazer outros concursos para atividades profissionais onde se sinta melhor. Se não gostou do Curso, não irá gostar do dia-a-dia da caserna, assim, busque sua felicidade fazendo outra carreira e não se torne um mau profissional (desmotivado, mau-humorado, dos que só enxergam motivos para reclamar e criticar, desagregador, sem disposição para consertar ou melhorar seu ambiente de trabalho).
- Aos que entenderem que podem passar seus dias dedicando-se às atividades castrenses, sejam bem vindos! Terão trinta e poucos anos de atividade profissional extremamente gratificante, em um ambiente que tem por característica principal a camaradagem!
Aproveito para citar cinco princípios a serem seguidos para um bom desempenho profissional:
- Conheça sua profissão (saiba qual seu papel na sociedade como profissional);
- Interesse-se por sua profissão (busque conhecimentos sobre como melhorar seu desempenho profissional);
- Conheça seus subordinados (identifique as características individuais de cada um, a fim de melhor destinar missões, recompensas e sanções);
- Mantenha seus subordinados bem informados (só assim, eles poderão desenvolver sua iniciativa no sentido de melhor cumprir suas missões); e
- Interesse-se, verdadeiramente, pelo bem estar de seus subordinados.
Essas regras, que parecem simples, na realidade são difíceis de serem seguidas, pois são as que diferenciam os Chefes dos Líderes. E uma das principais características exigidas ao Sargento é ser Líder.
E sejam Sargentos, profissionais conscientes de pertencerem a uma das Instituições ainda respeitadas por nossa população decente!
Imagens:  "Futuro Sargento do EB" no Facebook
ATUALIZANDO: 
dados sobre o Concurso de 2014, você pode ler clicando AQUI!
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Recado aos Comunistas

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.Escultura obscena gigante em Praga denuncia comunistas no governo.
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Obra do artista checo David Cerny foi instalada em uma plataforma flutuante em frente ao Castelo de Praga
Uma enorme estátua do artista David Cerny - uma mão levantando o dedo médio em um sinal obsceno - apareceu nesta terça-feira (22/10) na capital tcheca, poucos dias antes das eleições legislativas antecipadas.
A escultura está colocada no meio do rio Moldava, diante do Castelo de Praga, sede da Presidência e residência oficial do presidente Milos Zeman, ex-militante comunista (de 1968 a 1970).
Zeman disse que, após as eleições, é favorável ao projeto do Partido Social-Democrata de formar um gabinete de coalizão apoiado pelo Partido Comunista Tcheco - afastado do poder até o momento.
O escultor David Cerny explicou que sua obra "é uma saudação com o dedo médio para os comunistas de merda". A escultura de cor violeta, com um enorme dedo médio, foi instalada em uma plataforma flutuante no rio Moldava.
Segundo as autoridades da capital, a obra ficará "exposta" até o próximo sábado, quando fecham as seções eleitorais.
As eleições começam nesta sexta-feira (25/10).
COMENTO:  apesar da resistência de muitas viúvas de Stalin, o comunismo é rejeitado nos países onde vigorou durante o século passado. A sociedade nesses países, ciente do que já sofreu, repudia qualquer manifestação que sugira o retorno comunista ao poder. Infelizmente, por lá ainda há patifes saudosos dos dias de "nomenklatura". O mesmo tipo de gentalha também prolifera nas terras do povinho inculto da América Latrina.
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sábado, 19 de outubro de 2013

World Cup on Brazil!!

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Eis a imagem de destaque do Brasil no exterior!


Alerta de terror a respeito de gangues da Copa do Mundo
Os fãs de futebol foram avisados para esperar uma "Copa do Mundo de terror" nas mãos de gangues do crime brasileiro.
Apoiantes, que irão à América do Sul no próximo verão estarão sob a constante ameaça do Primeiro Comando da Capital, famosa quadrilha do crime organizado. Eles serão os alvos se a polícia continuar com o movimentação de alguns dos membros da quadrilha para prisões mais duras.
O grupo fez sua ameaça em mensagens interceptadas pela polícia da maior cidade do país, São Paulo.
O Chefe da Polícia Militar, Coronel Benedito Roberto Meira, disse que seus oficiais tinham sido orientados 'para mostrar maior vigilância' durante o torneio.
O Secretario de Segurança, ontem, acrescentou: "é um grupo que deve ser levado a sério e ser combatido como qualquer organização criminosa."
Até 600.000 estrangeiros adeptos do futebol são esperados no Brasil para a Copa do Mundo.
Composto por cerca de 1.300 elementos, o Primeira Comando da Capital foi formado em 1993 pelos piores detentos da Cadeia de Taubaté, após uma série de motins.
Um total de 175 pessoas – incluindo dezenas de policiais – foram mortos quando o grupo desencadeou uma onda de ataques na cidade em 2005, enquanto outros 196 policiais morreram em confrontos no ano passado.
Mark Perryman, do grupo de torcedores ingleses, deu de ombros, dizendo: 'tivemos um maravilhoso tempo na África do Sul e na Ucrânia, e eu estou certo de que vamos ter um tempo maravilhoso no Brasil. Eles tem alguns problemas sociais, mas vão superar isso.'
No entanto, os torcedores Ingleses também podem ser roubados pelas agências de viagens, que parecem ter supervalorizado os preços de Voos e Hotéis durante o torneio.
Os ainda modestos Hotéis brasileiros estão cobrando o máximo de 800 libras por noite, para o período da Copa.
A Associação Brasileira da Indústria de Hotel avisou: 'durante a Copa, o custo de tudo subirá. Esse é o mercado.'
Fonte:  tradução livre do texto da
capa do Jornal Metro de Londres de 17/10/2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A Vitória da Baderna

Diante de uma polícia acuada, os arruaceiros se fortalecem e surgem mais violentos e destemidos do que no início dos protestos.
por Daniela Lima e Bela Megale
Horas depois da ação coordenada de black blocs que deixou destruídas lojas de São Paulo e do Rio de Janeiro e espalhou o pânico nas duas cidades, o comandante-geral da PM paulista, coronel Benedito Meira, pediu licença para mostrar um vídeo ao governador Geraldo Alckmin. 
Além de oficiais da PM, estava presente à reunião toda a cúpula da Secretaria de Segurança do Estado. No filme, gravado na segunda-feira em frente à Secretaria Estadual de Educação, no centro da capital, o que se via era uma fileira de mascarados vestidos de preto avançando na direção de uma acuada tropa de policiais militares. Provocando os homens com gritos como "não estudou, tem que estudar, para não virar polícia militar", os mascarados começam lançando pedras na direção da tropa. "Calma. calma", orienta o oficial responsável pelo agrupamento. Em seguida, vêm as bombas. São três estouros. Os policiais permanecem no lugar, tentando se defender atrás dos escudos. No fundo, a voz do comandante desestimula qualquer outra reação. "Mantenham a calma, mantenham a calma", insiste.
Ao ver o filme, um dos oficiais afirmou: "Eu não entro em favela com um 38 para combater traficante armado de fuzil. Também não posso reagir com um cassetete contra quem vem para cima com coquetéis molotov". No mesmo dia, Alckmin decidiu revogar a proibição do uso de balas de borracha, suspenso desde 17 de junho. Quatro dias antes, uma atuação descontrolada da Tropa de Choque da PM atingiu com balas de borracha dezenas de manifestantes e jornalistas que cobriam protestos na região central de São Paulo. Desde então, as balas foram banidas no estado — junto com a autoridade da polícia, que passou a atuar intimidada, incerta de seus limites e receosa do julgamento da opinião pública. No Rio de Janeiro, uma situação parecida ocorreu. Depois dos primeiros protestos de junho, dos quais dezenas de pessoas saíram feridas, os policiais não só pararam de impedir as depredações como se deixaram encurralar por arruaceiros que invadiram a Assembleia Legislativa.
Além da hesitação das polícias, nas duas cidades, afrouxaram-se os protocolos para lidar com as manifestações. Em vez de cumprirem a regra de informar previamente às autoridades horário e itinerário dos protestos, os manifestantes passaram a improvisar livremente seus atos. A polícia tinha de descobrir onde eles ocorreriam por meio das redes sociais ou à medida que aconteciam.
Tudo isso fortaleceu os black blocs. Na semana passada, eles mostraram que estão mais organizados e mais bem armados. Os pedaços de pau e pedras deram lugar a esferas de aço e coquetéis molotov, agora lançados com estilingues. Os rojões passaram a vir reforçados com bolas de gude e outros objetos, de forma a se transformarem em morteiros lançados contra a polícia. "Houve um aumento da ousadia desses grupos que se infiltram nas manifestações e atuam para desmoralizar o estado. Eles estão mais predispostos a partir para o enfrentamento", afirma o coronel Reynaldo Simões Rossi, comandante do batalhão que monitora a região central de São Paulo. "Tenho policiais afastados há mais de sessenta dias, homens com fratura de face, mandíbula e risco de perder a visão", afirma. Um desses feridos foi atingido na segunda por um rolamento lançado por estilingue. O lado esquerdo de sua face terá de ser reconstituído, e ele corre o risco de perder a visão. Não há dúvida de que a escalada da violência dos black blocs se deu no vácuo da atuação da polícia. "Ficamos entre a prevaricação e o abuso de autoridade", reconheceu o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame.
Investigações da inteligência policial paulista mostram uma coordenação inédita entre os grupos de várias cidades, como se viu na segunda passada. Eles se provocam uns aos outros, numa competição para ver quem vai ser o mais violento. "Quando é que São Paulo vai dar um "salve"?, cutucaram cariocas, usando a gíria comum entre criminosos de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) para designar uma ordem de ação criminosa. A comunicação se dá sobretudo por meio de redes sociais como o Facebook e a N-l. mais difícil de ser rastreada.
Na reunião de segunda-feira com a cúpula da segurança, o governador Alckmin recebeu das mãos do delegado-geral da Polícia Civil, Luiz Mauricio Blazeck, um relatório preparado pela equipe de inteligência que revelava, entre outras coisas, que para organizar protestos nas redes sociais os black blocs criam vários perfis falsos, de maneira a dificultar o rastreamento da polícia. A peça, com mais de 200 páginas, reúne informações trocadas pelos jovens que a polícia acredita serem os cabeças da violência.
Embora tardia, a contraofensiva do estado à ação dos black blocs parece que começa finalmente a ser traçada. Desde o início dos protestos, já foram abertos cerca de 100 inquéritos relacionados a vandalismo e agressões. Mas, como as investigações são dispersas, os casos não andavam. Agora, todas as informações sobre as lideranças dos black blocs serão organizadas em um único inquérito. A tática, espera-se, facilitará o enquadramento dos culpados em crimes como associação criminosa e formação de quadrilha, o primeiro passo para impedir que os presos de hoje de manhã estejam na rua à tarde.
"Hoje, na maioria dos casos, o policial leva o indivíduo para a delegacia e ele não passa nem uma noite lá", diz o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella. "Será que isso é suficiente para inibir e punir esses comportamentos que, mais do que causar dano, ofendem a paz pública, geram intranquilidade e afetam diretamente o direito de manifestação?", pergunta ele. Para quem não anda por aí de cara tapada e molotov na mão, a resposta certamente é não.
Fonte:   Revista Veja - 14 Out 2013
citada na página do 
COMENTO: leia mais (Em Defesa da Maioria) clicando no enlace. Na realidade, enquanto os governantes permitirem que seus policiais - a entidade pela qual o Estado exerce seu monopólio do uso da força - sejam acuados, sem poder reagir à altura contra ações criminosas, temendo repercussões negativas da imprensa, o atual quadro de baderna tende a se agravar. Por outro lado, a "grande imprensa" se faz de "leitão vesgo para mamar em duas tetas", incentivando um segredo de carochinha: os grupos violentos são formados por militantes e incentivados por grupelhos que adquiriram status de partidos políticos, particularmente o PSoL. Obviamente, não se pode deixar de lembrar que as maiores pressões estão ocorrendo em São Paulo e Rio de Janeiro, onde a quadrilha chefiada pelo Cachaceiro de Garanhuns pretende assumir o poder nas próximas eleições. A criação de um clima de temor para "provar" a incompetência do governo estadual é tática já testada pelos patifes, e comprovadamente eficiente. Não foi à toa o massacre de policiais militares paulistas em passado recente. Já passou da hora de os cidadãos de bem assumirem seu papel e se rebelarem contra esse quadro de imposição do terrorismo como arma política. Se não houver uma reação à altura, inclusive com uso da violência, os canalhas vencerão! Não podemos permitir isso!

sábado, 12 de outubro de 2013

Guerrilha do Araguaia - Palestra

CONVITE
capa_guerrilha_araguaiaCompareça e Convide Seus Parentes e Amigos.
Os presidentes do 
- Círculo Militar
- Grupo Inconfidência,
- Associação dos Ex-Combatentes do Brasil/BH,
- ANVFEB/BH (Associação Nacional dos Veteranos da FEB),
- AOR-EB (Associação dos Oficiais da Reserva/BH), 
- Clube de Subtenentes e Sargentos do Exército/BH,
- AREB/BH (Associação dos Reservistas do Brasil),
- ABEMIFA (Associação Beneficente dos Militares das Forças Armadas),
- ABMIGAer (Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica, e do
- Círculo Monárquico/MG convidam seus assinantes, associados e integrantes para assistir à palestra
“A GUERRILHA DO ARAGUAIA” 
a ser proferida pelo Tenente Coronel Lício Augusto Ribeiro Maciel
– Data: 22 de Outubro – Terça-Feira 
– Hora:19:30
– Local: Círculo Militar de Belo Horizonte
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Serão tratados, em princípio, os seguintes itens sobre a GUERRILHA 
– O que foi; principais combates; últimos fatos revelados;
– Relação com outros fatos da luta armada 
– Ossadas identificadas
– Sobreviventes Aparecidos
– Desertores 
– Os “Heróis” da Grana da CNV
– Traidores “Cachorros”
– Justiçamentos 
– Meninos da Guerrilha.
O Palestrante responderá, no limite de seus conhecimentos, toda e qualquer pergunta. 
– Militares traidores? 
– Militantes traidores? 
– Declarações de Curió (que será convidado a estar presente)


OBSERVAÇÃO:    o  Círculo  Militar  de  Belo  Horizonte  se  localiza  na  Avenida Raja Gabaglia, 350 - Gutierrez -  Belo Horizonte - MG
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

A Hombridade do Sargento e o Momento Fajuto de Glória do Policial

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No final de agosto de 2013, o 2º Sargento Vinicius Feliciano Machado executou um "protesto" para chamar a atenção para o descaso governamental para com as Forças Armadas. 
Tal protesto consistiu e realizar uma descida de corda ("rapel") na Ponte Costa e Silva (Rio-Niterói), no Rio de Janeiro, portando um cartaz contra o revanchismo presidencial contra os militares. O protesto foi encerrado por agentes da Polícia Rodoviária Federal que conduziram o militar a uma Delegacia para autuação.
No vídeo abaixo, o Sargento do Exército reclama, muito apropriadamente, da forma como foi tratado pelo pessoal da PRF.



E aí, Chefes Militares? O Sargento deve estar sendo processado pelo seu ato, mas quanto ao tratamento ilegal que lhe foi proporcionado? 
E aí, babaca da PRF? Está satisfeito pelos teus cinco minutos de fama, mostrando as iniciais da tua Instituição na televisão? 
Espero que quando participares de algum "movimento grevista" (tão frequentes em tua Instituição), recebas o troco dessa tentativa de desmoralização do Militar do Exército que errou, e tem hombridade para assumir seu erro, sem tentar humilhar ninguém!
Fonte:  You Tube
citado no Blog do Montedo
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

"Combateremos o Terrorismo Onde Ele Estiver ..."

Carlos Alberto Montaner é um jornalista e escritor cubano, autor do clássico e imperdível Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano, em parceria com o peruano Alvaro Vargas Llosa e o colombiano Plinio Apuleyo Mendonza. Em sua coluna no Miami Herald, ele conta que um antigo embaixador americano lhe confidenciou porque o governo Dilma é espionado pelo governo americano.
Sua resposta não poderia ser mais franca e direta:
Do ponto de vista de Washington, o governo brasileiro não é exatamente amigável. Por definição e história, o Brasil é um país amigo que ficou do nosso lado durante a II Guerra Mundial e na Coréia, mas seu atual governo não é.
O embaixador pediu para não ter seu nome revelado, pois isso iria gerar um grande problema para ele. Mas autorizou que o jornalista, de quem é amigo, transcrevesse a conversa, sem citar a fonte. O embaixador conhece mais o nosso governo do que nossa imprensa, pelo visto. Diz ele (tradução livre):
Tudo que você tem a fazer é ler os registros do Foro de São Paulo e observar a conduta do governo brasileiro. Os amigos de Luis Inácio Lula da Silva, de Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores são os inimigos dos Estados Unidos: a Venezuela chavista, pela primeira vez com (Hugo) Chávez e agora com (Nicolás) Maduro; Cuba de Raúl Castro, Irã, a Bolívia de Evo Morales, Líbia nos tempos de Kadafi; Síria de Bashar Assad.
Em quase todos os conflitos, o governo brasileiro concorda com as linhas políticas da Rússia e da China, em oposição à perspectiva do Departamento de Estado dos EUA e da Casa Branca. Sua família ideológica mais parecida é a dos BRICS, com quem ele tenta conciliar sua política externa.
A grande nação sul-americana não tem nem manifesta a menor vontade de defender os princípios democráticos que são sistematicamente violados em Cuba. Pelo contrário, o ex-presidente Lula da Silva, muitas vezes leva investidores a ilha para fortalecer a ditadura dos Castro. O dinheiro investido pelos brasileiros no desenvolvimento do super-porto de Mariel, próximo a Havana, é estimado em US $ 1 bilhão.
A influência cubana no Brasil é secreta, mas muito intensa. José Dirceu, ex-chefe de gabinete e o ministro mais influente de Lula da Silva, tinha sido um agente dos serviços de inteligência cubanos. No exílio em Cuba, ele teve o rosto cirurgicamente alterado. Ele voltou para o Brasil com uma nova identidade e funcionou nessa condição até que a democracia foi restaurada. De mãos dadas com Lula, ele colocou o Brasil entre os principais colaboradores com a ditadura cubana. Ele caiu em desgraça porque ele era corrupto, mas nunca recuou um centímetro de suas preferências ideológicas e de sua cumplicidade com Havana.
Algo semelhante está acontecendo com o professor Marco Aurélio Garcia, atual assessor de política externa de Dilma Rousseff. Ele é um contumaz anti-ianque, pior do que Dirceu mesmo, porque ele é mais inteligente e teve uma melhor formação. Ele fará tudo o que puder para frustrar os Estados Unidos.
Para o Itamaraty, essa Chancelaria que tem tanto prestigio pela qualidade de seus diplomatas, geralmente poliglotas e bem educados, a Carta Democrática firmada em 2001 em Lima é um simples papelucho carente de importância. O governo, simplesmente, ignora as fraudes eleitorais levadas a cabo na Venezuela ou na Nicarágua, e é totalmente indiferente ante as agressões à liberdade de imprensa.
Mas isso não é tudo. Há outras duas questões sobre as quais os Estados Unidos querem ser informados sobre tudo o que acontece no Brasil, pois, de uma forma ou de outra, elas afetam a segurança dos Estados Unidos: a corrupção e as drogas.
O Brasil é um país notoriamente corrupto e tais práticas afetam as leis dos Estados Unidos de duas maneiras: quando os brasileiros utilizam o sistema financeiro americano e quando eles competem de forma desleal com empresas norte-americanas, recorrendo a subornos ou comissões ilegais.
A questão das drogas é diferente. A produção de coca boliviana se multiplicou cinco vezes desde que Evo Morales assumiu a presidência, e a saída para essa substância é o Brasil. Quase tudo acaba na Europa, e os nossos aliados nos pediram para obter informações. Essa informação, por vezes, está nas mãos de políticos brasileiros.
A pergunta final feita por Montaner foi se o governo americano continuaria espionando o brasileiro. A resposta do embaixador não poderia ser mais objetiva: “Claro, é nossa responsabilidade para com a sociedade americana”.
Nota do Editor 1: Na tradução acima, da Veja, faltaram os seguintes parágrafos:
- Minhas duas perguntas finais são inevitáveis. "Washington irá apoiar o desejo do Brasil de se tornar um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU?"
- “Se você perguntar a mim, não”, disse ele. “Nós já temos dois adversários permanentes: Rússia e China. Nós não precisamos de um terceiro.
Nota do Editor 2: o original do texto em espanhol está aqui e a versão publicada pelo site do jornal Miami Herald está aqui.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Vítimas do Terrorismo - Outubro

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Neste outubro de 2013, reverenciamos a todos os que, em outubros passados, tombaram pela fúria política de terroristas. Os seus algozes, sob a mentira de combater uma ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso país.
Cabe-nos, hoje, lutar para que recebam isonomia no tratamento que os "arautos" dos direitos humanos dispensam aos seus assassinos, que hoje recebem pensões e indenizações do Estado contra o qual pegaram em armas.
Move-nos, verdadeiramente, o desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não foram cidadãos de segunda classe, por terem perdido a vida no confronto do qual os seus verdugos, derrotados na luta armada, exibem uma vitória bastarda, alimentada por um revanchismo odioso.
A esses heróis o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.

12/10/68 - Charles Rodney Chandler - (Capitão do Exército dos EUA - SP) 
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro/68, um "Tribunal Revolucionário", composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Manéco) e Ladislau Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele "seria um agente da CIA". Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite) - que ainda vive, dedicando-se à "defesa do meio ambiente". O capitão Chandler quando retirava seu carro da garagem para seguir para a Faculdade, foi assassinado friamente com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua esposa Joan e seus 3 filhos.
O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio) - militar reformado da PM/SP -, Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).
Diógenes José de Carvalho Oliveira, também conhecido como Diógenes do PT, na década de 90 ingressou nos quadros do PT/RS, e vive em Porto Alegre/RS, sempre assessorando os líderes partidários mais influentes.
João Carlos Kfouri Quartin de Morais é Professor de Filosofia e Ciências da UNICAMP e, Ladislau Dowbor é Professor de Economia da PUC/SP e trabalha no Instituto de Economia da UNICAMP.

24/10/68 - Luiz Carlos Augusto - (civil - RJ) 
Morto, com um tiro, durante uma passeata estudantil.

25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - (civil - RJ)
Morto, com 4 tiros de pistola Luger 9mm, durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ.
Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson) ambos integrantes da Organização Terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

04/10/69 - Euclídes de Paiva Cerqueira - (Guarda particular - RJ) 
Morto por terroristas durante assalto ao carro transportador de valores do Banco Irmãos Guimarães.

06/10/69 - Abelardo Rosa Lima - (Soldado PM - SP) 
Metralhado por terroristas numa tentativa de assalto ao Mercado Peg-Pag.
Autores: Devanir José de Carvalho (Henrique), Walter Olivieri, Eduardo Leite(Bacuri), Mocide Bucherone e Ismael Andrade dos Santos, militantes das Organizações Terroristas: REDE (Resistência Democrática) e MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes).

07/10/69 - Romildo Ottenio - (Soldado PM - SP) 
Morto quando tentava prender um terrorista.

31/10/69 - Nilson José de Azevedo Lins - (Civil - PE) 
Gerente da firma Cornélio de Souza e Silva, distribuidora da Souza Cruz, em Olinda. Foi assaltado e morto quando ia depositar no Banco o dinheiro da empresa (50 milhões de "cruzeiros novos").
Autores: Alberto Vinícius Melo do Nascimento, Rholine Sonde Cavalcante Silva, Carlos Alberto Soares e João Maurício de Andrade Baltar, militantes do PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário).

27/10/70 - Walder Xavier de Lima - (Sargento da Aeronáutica - BA) 
Morto quando, ao volante de uma viatura, conduzia terroristas presos, em Salvador.
O assassino, Theodomiro Romeiro dos Santos (Marcos) militante do PCBR o atingiu covardemente com um tiro na nuca. Atualmente, Theodomiro é Juiz do Tribunal Regional do Trabalho, em Recife/PE.

--/10/71 - Alberto da Silva Machado - (Civil - RJ) 
Morto por terroristas durante assalto à Fábrica de Móveis Vogal Ltda, da qual era um dos proprietários.

01/10/72 - Luiz Honório Correia - (Civil - RJ) 
Morto por terroristas quando do assalto a Empresa de Ônibus Barão de Mauá.

06/10/72 - Severino Fernandes da Silva e José Inocêncio Barreto - (Civis - PE) 
Mortos por terroristas durante agitação no meio rural.

Os mortos acima relacionados não dão nomes a logradouros públicos e seus atestados de óbito não especificam que foram vítimas de ações terroristas; seus parentes não receberam indenizações governamentais, mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o nosso dinheiro. 

Fonte: Texto adaptado de: TERNUMA