sábado, 24 de agosto de 2013

Médicos "Importados"

O governo gastará R$ 21 mil com cada médico cubano, mas o governo de Fidel Castro embolsará R$ 20.300,00 pagando aos trabalhadores escravos apenas R$ 700,00.
Enquanto enganava a opinião pública com o programa "Mais Médicos", fazendo de conta que queria atrair médicos de Portugal e Espanha, o governo afivelava tudo por baixo do pano com os cubanos de Fidel Castro. Os primeiros médicos-escravos, espiões comunistas e cabos eleitorais do PT, começarão a desembarcar amanhã, numa velocidade espantosa e jamais vista antes neste País. 
Um total de 244 médicos formados fora do país (sendo 99 brasileiros) começam a chegar ao Brasil a partir da tarde desta sexta-feira para atuar no programa Mais Médicos, do governo federal. De acordo com a assessoria do Ministério da Saúde, não há profissionais cubanos nesses grupos - eles devem chegar somente a partir de amanhã.
O Ministério Público do Trabalho anunciou que poderá vir a questionar a importação, pelo governo Dilma, de 4.000 médicos cubanos para atuar no interior do país pelo programa Mais Médicos. Segundo a “Folha de S.Paulo”, o procurador José de Lima Ramos Pereira, que comanda no órgão a Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho, disse que a forma de contratação fere a legislação trabalhista e a Constituição.O MPT vai ter que interferir, abrir inquérito e chamar o governo para negociar”. O acerto também foi questionado por auditores fiscais do Ministério do Trabalho em São Paulo e pelo presidente da comissão da OAB-SP que trata de assistência médica. O procurador Ramos Pereira afirmou ao jornal que a contratação é “totalmente irregular”, sob pretexto de resolver uma questão relevante (a falta de médicos), “mas que não está caracterizada com a urgência que exige uma situação de calamidade, como epidemia e terremoto. Ele disse que seria preciso concurso público.O governo será empregador na hora de contratar e dirigir esses médicos, mas, na hora de assalariar, a remuneração é feita por Cuba ou por meio de acordos. Isso fere a legislação trabalhista.” 

Saiba qual a importância da exportação de médicos para a economia cubana, segundo reportagem do jornal El País, Madrid. CLIQUE AQUI para ler.
Em 2006, os cubanos eram proibidos de namorar nativos e de sair de casa após às 18 horas sem autorização e de pedir empréstimo local, é o que informa a revista Veja deste sábado. Leia mais:
Em 2006, a Bolívia fechou um convênio com os irmãos Castro para levar médicos cubanos para trabalhar no país. Era um acordo similar ao assinado pelo Ministério da Saúde brasileiro na última quarta-feira. Aos que foram enviados à Bolívia, foi entregue uma cartilha de doze páginas, à qual o site de Veja teve acesso, com normas e restrições que deveriam ser cumpridas à risca. Para quem desobedecesse, a punição variava da advertência pública ao regresso imediato a Cuba.
Dividido em onze capítulos, o grau de detalhamento do Regulamento Disciplinador chegava ao nível de dizer o que os cubanos deveriam fazer caso começassem algum relacionamento amoroso com uma nativa. A título de curiosidade: obrigava os cubanos a informar às autoridades o relacionamento. Além disso, a parceira deveria estar ciente do pensamento revolucionário das missões cubanas — e concordar com ele.
CLIQUE AQUI para ler tudo.


Questões colocadas pelo leitor Roberto Mello Castro, depois de examinar a foto ao lado:
1 - Porque o jaleco se não estão no trabalho?
2 - Se estão prontos para trabalhar ou sinalizam que vieram para trabalhar já de uniforme, o que fazem usando sapatos abertos, pois qualquer médico sabe que não se usa sapato abertos a trabalho. Pelo menos, a boa norma de saúde assim recomenda.
3 - Se estes médicos cubanos são tão bons quanto dizem, como deixaram Chaves morrer?
4 - Se ha solidariedade continental e comunista, por que não pedem ao seu governo que devolvam os R$ 31 mil que receberá mensalmente do Brasil.
5 - Onde estão os familiares desses cubanos, que viverão três anos no Brasil ?
Os primeiros médicos cubanos que desembarcaram no Brasil para participar do programa Mais Médicos, do governo federal, disseram neste sábado que não sabem quanto receberão pelo trabalho e que vieram "por solidariedade, e não por dinheiro". "Nós somos médicos por vocação e não por dinheiro." A informação anterior e as seguintes são do site www.uol.com.br de hoje. "Trabalhamos porque nossa ajuda foi solicitada, e não por salário, nem no Brasil nem em nenhum lugar do mundo", afirmou o médico de família Nélson Rodríguez, 45, ao desembarcar no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife (PE).
Ele disse que a atuação dos profissionais no Brasil seguirá as ações executados em países como Haiti e Venezuela, onde já trabalhou. "O sistema de saúde no Brasil é mais desenvolvido que nesses outros países que visitamos, então poderemos fazer um trabalho até melhor na saúde básica", afirmou.
À imprensa, outros médicos que deram entrevistas concordaram com o colega. Todos eles falaram "portunhol" - afirmaram que tiveram contato com o português quando trabalharam na África ou por terem amigos que já trabalharam no continente. Natacha Sánchez, 44, que trabalhou em missões médicas na Nicarágua e na África, disse que os cubanos estão preparados para o trabalho em locais com "condições críticas" e que pretendem trabalhar em conjunto com os médicos brasileiros. Ela afirmou não ter conhecimento das críticas feitas pelo Conselho Federal de Medicina ao programa Mais Médicos.
Os médicos cubanos desembarcaram vestindo jaleco, com bandeiras do Brasil e de Cuba. Eles foram escoltados por homens do Exército e da Marinha durante os procedimentos de imigração e alfândega, de onde seguiram em vans para alojamentos das Forças Armadas. Quatro deles foram levados para uma sala e conversaram com jornalistas.
O voo dos cubanos pousou por volta das 14h. Em um avião fretado da empresa Cubana, vieram 206 médicos. Desses, 30 ficarão em Pernambuco e os outros irão ainda hoje para Brasília. Amanhã, outro grupo de 194 médicos chega em voos que farão escalas em Fortaleza, Recife e Salvador. Eles ficarão hospedados em instalações militares durante o treinamento do programa, até serem deslocados para os municípios onde irão atuar. A expectativa do governo é que, até o final do ano, mais 3.600 médicos cubanos desembarquem no Brasil.
Fonte:  Políbio Braga
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