terça-feira, 14 de maio de 2013

Surpresa! O Acuado Reagiu

por Valmir Fonseca
Alguns advogam que desarmado, ferido e sem qualquer apoio, o acusado deve apenas com suas mãos nuas defender-se com toda a sua fibra.
Será o suficiente? Em geral, não é, mas às vezes, quem sabe?
Outros descrentes, sabendo da pantomima que será armada, com uma Comissão de inquisição travestida de Verdade, com platéia adrede favorável, e uma meia dúzia de indivíduos capazes de mentirosamente jogarem falsas acusações no plebeu, eles, calejados em péssimas experiências anteriores e recentes, inclusive o livre arbítrio da Comissão, preferem que a vítima se cale para preservar a sua dignidade.
Os alguns e os outros possuem no coração a certeza de que foram chamados para servir de pasto ao terrível Holocausto, pois o circo foi montado, televisado para serem postos à visão e execração pública pretensos crimes praticados pelos ex-agentes. Assim, eles esperam e torcem, fervorosamente.
Se colar, os “convidados” serão acusados e condenados, com prisão e, com certeza, com pesados ônus para indenizar as suas indefesas “vítimas”.
Foi dado o passo para, incutindo na opinião pública que o ex-agente da repressão foi um nojento e reles criminoso, desmontar-se a Lei da Anistia.
Na audiência do bravo Cel. Ustra captamos que, inicialmente, pretendia e podia calar-se: contudo, a indignação do cidadão probo e do militar de escol, encheu de brios o velho combativo e indignado coração.
E, então, o acuado reagiu e falou, defendeu-se e atacou. Salve, Cel. Carlos Alberto Brilhante Ustra, que deveras, foi brilhante!!
O Cel. Ustra há décadas tem sido a vítima do holocausto moral que a esquerda escolheu para atingir o homem e, por via das consequências, a sua silenciosa e omissa Instituição, que como a “metamorfose”, nada viu e de nada sabe, muito pelo contrário, estava alhures quando tudo aconteceu. É dureza, mas é verdade. Acredite quem quiser.
Na arte da guerra, o inimigo escolhe o melhor lugar, as tropas mais adestradas, as armas mais mortíferas, e preparado para “exterminar” a honra do oponente, aguarda à espreita que ele caia na sua armadilha.
Mesmo que este opositor seja apenas um só vivente. O de ontem (10/5), para o desconforto da Comissão, valia por uma Tropa de Elite.
Ontem, este era o cenário. A Comissão havia preparado a chacina.
Contudo, certos da vitória acachapante, a Comissão acionou a sua Waffen–SS (SS) e as suas artimanhas.
Seus asseclas haviam ensaiado, e decorado as acusações: “o Cel. Ustra me acertou com um pedaço de pau...”; “o Cel. Ustra assassinou-me, sem dó nem piedade, inclusive às gargalhadas”.
O ex-militar Marival Chaves, que por acaso trabalhou no DOI-Codi entre 1973 e 1976 - quatro meses sob o comando do Cel Ustra -, e que por acaso passava nas proximidades da audiência, fortuitamente adentrou no recinto, e antecedendo o depoimento do Cel declarou: “os agentes do DOI-Codi, vangloriavam-se do número de mortos e torturados que haviam sacramentado”.
Infelizmente, nunca viu nada, nem ouviu torturados, nem mortos, mas jura que os sádicos quase chegavam ao orgasmo quando falavam de seus feitos. Um espanto de acusações.
O espetáculo foi televisado, assim, é provável que venha à tona uma pesquisa da facciosa Conferência Nacional da Indústria (CNI), conhecida por periodicamente anunciar os altos índices de aceitação da mandatária e de seu desgoverno, informando que mais de 200% da galera não acredita no Ustra, nem que a impoluta dama foi sócia benemérita ou militou em organizações terroristas. Quanto mais de quatro (!!), como asseverou, enfaticamente, o desassombrado o Coronel.
Porém, talvez alguns nativos fiquem com a pulga atrás da orelha...
Valmir Fonseca Azevedo Pereira
é General de Brigada Reformado.
Fonte:  Alerta Total
COMENTO:  lembrei uma estória publicada aqui em fevereiro de 2009 a respeito das investidas revanchistas na Argentina. Na África do apartheid, um negro que andava em seu carro pelo bairro dos brancos cometeu uma infração de transito. Foi preso, levado ante um tribunal de "Justiça" e condenado. A pena consistia em lutar de igual para igual com um leão. Ambos contendentes deveriam jejuar durante dois dias, antes do combate. Quando chegou a hora, o negro foi levado ao estadio dos brancos, lotado de público.
Foi atado (explicaram que era uma precaução para que não machucasse o leão, já que havia que preservar o ecossistema, e se tratava de uma especie em vias de extinção). Depois meteram o  negro em um buraco de onde sobressaia unicamente sua cabeça. O leão, faminto e feroz, foi solto.
Arremeteu contra o infrator e na primeira passada lhe arrancou uma orelha; voltou à carga, já com água na boca, e na segunda arremetida arrancou o nariz e um naco da cara do negro; quando encarou a terceira investida, o mortificado negro o viu vir, o mediu e fez um movimento evasivo com a cabeça, logrando morder fortemente os testículos do leão. 
Das tribunas surgiu um alarido histérico: "Luta limpo, negro filho da puta!".
A historia do negro e o leão se encaixa bem nas "convocações" da cOmissão da Verdade. E aqui repito a pergunta de 2009: Será que falta muito para os militares brasileiros decidirem morder os ovos do leão, ou apertar os ovos que tanto afagam? Vão esperar até quando?

Um comentário:

Anônimo disse...

CARTA ABERTA AO GENERAL ENZO PERI

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