segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Drogas, Midiotices e Senso Comum Modificado

Por Jorge Serrão
Maconheiros, uni-vos e chorai! No mesmo mês em que a “empresa” narcovarejista de Fernandinho Beira-Mar sofre várias baixas, produzidas pela inteligente ação da Polícia Federal, os parceiros colombianos dele, seus fornecedores de maconha e cocaína, também sofreram uma das maiores perdas. O número 1 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) foi abatido em uma ofensiva armada do Exército Colombiano, no último dia 4 deste novembro.
Maconheiros, uni-vos e chorai a morte do líder rebelde Alfonso Cano. Até porque, em 47 anos de existência, as Farc só tiveram dois comandantes de fato. O maior deles foi Manuel Marulanda – que o Diabo levou, por morte natural, em 2008. Seu sucessor, agora também ajudando a subir em mil graus a temperatura do inferno, foi Guillermo Leon Saenz – mais conhecido no mundo das drogas e revoluções como Alfonso Cano. Que o Cramulhão lhes seja leve! E celebre este momento acendendo um bagulhão comprado dos fornecedores de droga pelos inocentes-inúteis da Cidade Universitária da USP.
Maconheiros universitários, uni-vos para me ajudar a responder. Primeiro, na Colômbia: Quem será o terceiro homem – capaz de segurar a onda da narcoguerrilha em decadência? Agora, no Brasil, a pergunta é: Quem vai suceder comandar os negócios milionários do narcovarejo no Rio de Janeiro, já que o sistema decretou, aparentemente, o fim da Era Beira-Mar?
Certamente, não vai para o lugar dele o estúpido fornecedor de drogas para jovens e adolescentes de nossas universidades. A tendência é que o império de Beira-Mar seja recomendado por algum parceiro do Foro de São Paulo. Afinal, é pública e notória a simpatia e convivência dos principais líderes de partidos de esquerda na América Latina com os narcoguerrilheiros da Colômbia e adjacências.
As drogas tomam conta do noticiário. Por sorte, a sociedade não está completamente midiotizada por elas – e nem por ele. Vide a reportagem de Flávio Freire, veiculada por O Globo, o desabafo, resignado, de Zélia Paiva, mãe de Felipe de Ramos Paiva, aluno da Faculdade de Economia e Administração (FEA) morto em 18 de maio deste ano no estacionamento da Universidade de São Paulo.
Foi por causa desta morte que a USP autorizou a colocar a PM no campus, revoltando grupelhos de estudantes profissionais, que protestaram, invadiram a reitoria, acabaram presos, soltos no mesmo dia e agora estão em greve. Ainda bem que, na invasão, os inocentes meninos e meninas não precisaram usar as 7 garrafas de coquetel molotov, 6 caixas de morteiros com 12 tiros e 5 litros de gasolina que a PM apreendeu com eles. 
Já que é uma burrice diplomada a greve de estudante profissional aprendiz de terrorista, não percamos tempo com ela. Voltemos ao comovente e contundente depoimento da mãe que perdeu o filho para os bandidos que os maconheiros uspianos tanto protegem:
Vi ontem uma mãe na delegacia chorando porque o filho estava preso, mas ele foi preso porque escolheu. Esses alunos, esses pais, parecem não ter noção do que é chorar por ter perdido um filho. Talvez, se tivesse policiamento, o meu Felipe não teria sido morto com um tiro na cabeça”. Seu marido Ocimar Florentino Paiva acrescentou: “Nunca ninguém do sindicato ou da USP telefonou”.
Sabe por que os maconheiros da USP não ligam para nada – no máximo, só telefonam para comprar drogas entregues a domicílio? Elementar, meu caro Watson. Todos já foram midiotizados pela falta de educação, pelos emburrecedores meios de comunicação e pela overdose de marketing. Este é o esquema que modifica o senso comum das pessoas, levando-as ao consumismo. Esta atitude psicossocialmente gerada é a mãe das compulsões – por drogas, bebidas, sexo, dinheiro, religião, ideologia e por aí vai... 
A compulsão por bebida e droga têm um papel mais deletério no sistema de controle social da Nova Ordem Mundial. Ambas detonam as mentes de consumidores constantemente afetados pelos programas neurolinguísticos produzidos pelos laboratórios de Engenharia Social. Trata-se do conjunto de práticas mercadológicas para enganar e influenciar as pessoas com conceitos errados, a fim de lhes preparar, psicologicamente, para adoção de comportamentos programados e padronizados pelo esquema de Poder Real.
Um dos executores deste sistema de controle, manipulação e dominação é o Instituto Tavistock. Criado na segunda década do século passado, o renomado laboratório britânico alimenta todos os centros de pesquisa relacionados com as modificações do comportamento e propagandas para induzir opiniões isentas de informação real e reflexão. 
A combinação da droga com a ideologia esquerdista – ou vice-versa – produz ainda mais escatologias. No caso específico das universidades, bostas em nível superior. O mau exemplo produzido por uma minoria de estudantes da USP é o produto sintomático de duas correntes de pensamento que afetam, há muito, o chamado mundo acadêmico – docentes e discentes que viram presas fáceis da ideologia indecente. 
O primeiro é o Gramscismo – baseado nas teorias do comunista italiano Antonio Gramsci, que promove a ideologia coletivista junto a um amplo corpo de intelectuais orgânicos nos partidos políticos, nos aparelhos privados da “sociedade civil” e órgãos da “sociedade política”. O segundo é a Escola de Frankfurt – cujos teóricos, também, de linha marxista, como Herbert Marcuse, influenciam o meio universitário, sobretudo as escolas de comunicação que formam os profissionais da mídia.
As duas correntes de pensamento contribuem para o trabalho, executado principalmente pelos meios de comunicação de massa, de difundir o chamado “pensamento politicamente correto”, junto com as ideologias supostamente promotoras da “igualdade e justiça social”. Esta união promove a modificação senso comum da sociedade sobre seus valores, crenças, tradições e preceitos éticos tradicionais e conservadores. 
Além de intimidar e neutralizar a capacidade de reação da sociedade às decisões da Engenharia Social, focadas no controle sobre o cidadão, o senso comum modificado cria um vácuo cultural, intelectual e moral. Este vazio de reflexão impede a sociedade de entender e perceber o que realmente se passa.
Assim se formam os midiotas – os idiotas formados pelo senso comum midiático que propaga conceitos errados, anti-valores humanos e ideologias que enaltecem o papel do Estado acima das pessoas comuns (os tais cidadãos). O mais grave é que tal processo é iniciado na infância, a partir da escola...
É este esquema da Nova Ordem Mundial que precisamos entender e neutralizar com atitudes focadas nas liberdades: de pensamento, expressão e política para um equilíbrio entre a razão, emoção e ação humanas. O resto é maconha para maluco fumar até que o tetrahidrocanabiol (componente ativo da droga) impeça seus neurônios de se comunicarem entre si.
Fonte:  Alerta Total

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