quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mais um chefe de quadrilha prestando contas ao Capeta

 DURANTE UN AÑO se realizaron labores de inteligencia que permitieron al Ejército abatir al segundo del Quinto frente, conocido como "Hermes" o "la Muerte". Cayó tras el disparo de un francotirador.
Um ano de trabalhos de Inteligência e nove dias de espera em três locais estratégicos foram suficientes para que o vicechefe da Frente 5 das FARC, um dos mais ativos na 'grande Urabá, fosse abatido pelo Exército Colombiano.
Héctor Úsuga, vulgo "Hermes" ou "a Morte", caiu na mira de um francoatirador da Força Tarefa Conjunta "Nó de Paramillo" da 7ª Divisão do Exército Colombiano, subordinada ao Comando Conjunto Caribe.
"Foi feito um reconhecimento da área onde (ele) delinquía. Em entrevistas feitas com desmobilizados (ex-guerrilheiros)  que haviam trabalhado com ele, nos foi dito que (ele) não saia de alguns locais específicos. Fomos fechando esses quadrantes. Chegamos a determinar sua rotina e (avaliamos) que não ultrapassavam seis lugares. Selecionamos três e infiltramos três grupos especiais nesses locais. Foi só esperar e dar o golpe preciso."
Assim, o Comandante da VII Divisão de Exército, General Manuel Guzmán, descreveu a operação militar executada na tarde de segunda-feira (4/4), no município de El Zancón de Tierralta (Córdoba).
"O sujeito apareceu em um dos locais e chegou com vários guerrilheiros. A tropa os deixou seguir e um francoatirador o identificou e o liquidou no meio de seus escoltas (guarda-costas). Depois disso houve troca de disparos, mas os bandidos fugiram", acrescentou.
"Hermes" estava há 26 anos na guerrilha e era considerado o vicechefe da Frente 5 das FARC, dirigida por seu irmão, vulgo "Jacobo Arango", também era chefe de finanças do Bloco Norteocidental, que agrupa dez "frentes" de narcoguerrilheiros.
Além disso, segundo informaram as autoridades, ele estava encarregado da "companhia mista financeira Patricia Ocampo", que negocia pasta de coca e a distribuição de armamento para quadrilhas de criminosos em Córdoba e Urabá anioquenho.
O Prontuário
O objetivo era neutralizar esse chefete. Foi um golpe com repercussões estratégicas pelo seu parentesco com "Jacobo Arango" e por ser homem chave de "Isaías Trujillo", analizou o General Guzmán.
O Comandante Militar acrescentou que com esse golpe também serão afetadas as quadrilhas que operam no sul de Córdoba e no Urabá antioquenho, pois sendo Úsuga o responsável pelas finanças do Bloco Norteocidental, era o contato com elas para negociar armas e pasta-base de coca.
As ações do meliante morto incluíam "reténs" (bloqueio de estradas para efetuar sequestros ou roubos), ataques guerrilheiros, sequestros e assassinatos. Em 1987 ele participou de um ataque que as FARC fizeram ao município de Saiza (Córdoba), seis anos depois, em 1993, esteve à frente da emboscada contra tropas da 11ª Brigada no município de La Rica de Montelibano (Córdoba) onde resultaram feridos vários soldados.
A esses ataques se somam 'reténs' e sequestros realizados entre 1993 e 1995 na região do Troncal do Caribe, entre Porto Valdívia e Tarazá (Antioquia) e em El Pescado, Km 9 e Monteblanco (Antioquia)
.
Outro atentado guerrilheiro atribuído ao bandido morto é a tomada da base militar de Piedras, em Carepa (Antioquia) em 1998, onde foram assassinados 20 soldados e outros 12 foram sequestrados. Também o acusam pela queima de vários veículos na estrada entre Dadeiba e Carepa.
Trabalhos em Paramillo
O General Guzmán manifestou que suas tropas estão em alerta para continuar as operações no Nó do Paramilo e em outros locais onde se observe movimento dos narcoguerrilheiros.
"Estamos com as tropas em alerta. No Nó do Paramillo estamos fazendo operações militares há cinco anos para neutralizar as ações da 5ª Frente das FARC".
As frentes 18 e 58 das FARC e a 'coluna móvel Mario Vélez' do mesmo grupo de malfeitores também estão na mira do Exército e com o objetivo de avançar sobre elas, também se desenvolvem trabalhos de Inteligência.
O alto oficial insistiu na desmobilização dos guerrilheiros, e também fez um chamado aos que estão na 'quinta frente' para que se entreguem em função da queda de seu chefe, "Hermes" ou "la Muerte".
Guzmán assegurou que foi uma operação "nitidamente do Exército, em qualquer sentido de que se analise. O que se deve destacar é que tomamos a determinação de infiltrar unidades na própria área onde operam os bandidos".
Logo após o abate de Úsuga e da troca de tiros com os guerrilheiros, os soldados da "Força Tarefa Conjunta  Nó do Paramillo" apreenderam dois fuzis M4, um fuzil AK-47, carregadores, 185 cartuchos de diferentes calibres, equipamentos de comunicações e material de intendência.
Fonte:  tradução livre de El Colombiano

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