sábado, 2 de abril de 2011

Audio revela corrupcao do governador de Brasília

Será complicadíssimo para o PT explicar que o governador que o Partido elegeu em Brasília não passa de um corrupto do mesmo naipe do governador anterior, José Arruda, que acabou preso e cassado pela Câmara Distrital.
. Está tudo gravado.
. Brasília não tem mais por que ser governada por políticos, porque a corrupção tomou conta do aparato público estadual e só uma intervenção federal, com um governador militar, será capaz de impedir que os políticos continuem saqueando o povo brasileiro.
. Em entrevista gravada, divulgada neste sábado (26/3) em Brasília pelo jornal Extra, o empresário José Seabra Neto detalha como recebia o dinheiro que ele diz ser de caixa 2 das campanha do governador petista Agnelo Queiroz. Na conversa, Seabra Neto indica a conta onde depositava o dinheiro não registrado na Justiça Eleitoral. Em troca de pagamentos em dinheiro, ele publicava reportagens favoráveis ao então candidato ao governo do Distrito Federal. A bolada, pacotes de R$ 50 mil, iam para a conta da empresa de Seabra Neto no Banco de Brasília (BRB). Ele afirma que se o Ministério Público quiser ouví-lo sobre os pagamentos de caixa dois ele poderá confirmar a história da qual diz ser "testemunha ocular".
CLIQUE AQUI para ouvir o áudio da corrupção em Brasilia. Agora chegou a vez do governador do PT, Agnelo Queiroz, que não escapará da cassação.
COMENTO:  Políbio Braga não pode sequer ser taxado como "de direita".  Todos sabem sobre suas ligações políticas ao PDT de Leonel Brizola, que não é a mesma coisa que o "PDT de Lupi o falso" como é bem conhecido o lambe-botas petista.  Jornalista experiente e sério, me pareceu um tanto quanto ingênuo ao afirmar que "Agora chegou a vez do governador do PT, Agnelo Queiroz, que não escapará da cassação."  Meu prezado Políbio, "neçepaíz" só se cassa quem não tiver padrinhos no Partido ùnico (verdadeira denominação para a quadrilha hoje no comando do "centralismo democrático").  Mas fica aqui o registro do áudio, para ratificar que a impunidade dos "cumpanherus" é a única certeza no Brasil atual.

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