terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Honduras é pressionada a perdoar Manuel Zelaya

O governo de Honduras é pressionado pelos governos da Colômbia, Chile e México para que retire as acusações contra o ex-presidente Manuel Zelaya para que a crise política interna seja encerrada e o país possa ser readmitido na Organização dos Estados Americanos (OEA).
De acordo com o atual presidente Porfírio Lobo, Zelaya pode retornar quando quiser. Ele garantiu que o ex-presidente não será preso.
No final do ano passado, Honduras e República Dominicana tentaram organizar um encontro em Santo Domingo com a presença de Lobo, Leonel Fernandez, Zelaya y o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.
O Ministério Público deve retirar as acusações contra o ex-presidente para que ele não tenha nenhum pretexto para não retornar ao país. Essa é a minha opinião e já a expressei para muita gente que me acusa de não permitir o retorno de Zelaya”, afirmou Porfírio Lobo.
Na avaliação de Lobo, Manuel Zelaya não tem interesse em retornar a Honduras e prefere manter-se como vítima de um golpe de Estado com todas as atenções da comunidade internacional.
Desde 27 de janeiro de 2010 ele vive na República Dominicana. Em 30 de dezembro, Zelaya enviou uma mensagem aos seus correligionários a quem informou que retornaria a Tegucigalpa em 2011 sem precisar a data.
Fontes do Ministério Público hondurenho garantiram que Zelaya terá de responder pelas acusações de corrupção. Para que o ex-presidente seja indultado, ele terá de retornar ao país e responder aos processos na Justiça.
Lobo confirmou que tem sido pressionado para que se avance no processo de normalização política no país e que espera pacientemente que países como Bolívia, Brasil, Equador e Venezuela, reconheçam a legitimidade de sua eleição.
Fonte:   InfoRel

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