quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A Pergunta Que Não Quer Calar

por Nivaldo Cordeiro
Foi Magda Koenigkan quem primeiro informou à imprensa que Marcelo Cavalcante teria depoimento agendado com o Ministério Público, a respeito dos escândalos provocados no Rio Grande do Sul pelas gravações feitas por Lair Ferst. Esse depoimento agendado nunca foi confirmado e até agora não passa de uma afirmação de Magda, mas que foi largamente utilizado pela deputada Luciana Genro para atacar a governadora Yeda Crusius. O jornal Zero Hora relatou os fatos em 24 de fevereiro.
A suposição de que esse depoimento foi marcado e que teria contribuído para a decisão do suposto suicídio deu ares dramáticos, até conspiratórios, ao papel de Marcelo Cavalcante. Não custa lembrar aqui que Cavalcante era funcionário subalterno, sem acesso às decisões de financiamento de campanha, residindo em Brasília. A impressão que tenho é, de novo, a conexão entre corrupção e a revolução em marcha no Brasil, nos moldes do que estamos a assistir no Distrito Federal. Fatos, verdadeiros ou falsos, são utilizados pelo aparelho jurídico-policial para destruir os inimigos políticos do PT. Este partido quer ganhar as eleições antes dos eleitores irem às urnas, mediante escândalos e batidas policiais. O PT inviabilizou os nomes de José Roberto Arruda e de Yeda Crusius, fortes candidatos naturais à própria sucessão, usando o mesmo expediente.
A imprensa, à época do falecimento de Marcelo Cavalcante, também se referiu a uma suposta carta escrita por Lair Ferst para a governadora Yeda Crusius, a ser entregue por Marcelo Cavalcante. Quem escreve cartas hoje em dia? Quem se propõe a gerar um documento desses, com graves denuncias contra as autoridades constituídas? Claro, aqueles que querem gerar um fato de comunicação política. De novo fiquei com a impressão de coisa plantada contra Yeda Crusius.
É nesse contexto que devemos ler com lupa a entrevista dada à revista Veja, referida em meu artigo anterior. Magda Koenigkan recitou direitinho o script do que deveria dizer. Sua fala pareceu mais uma peça de acusação. Até a entrevista ela ainda defendia a tese de suicídio, que mudou posteriormente. Afinal, como a necropsia não atestou morte por afogamento parece não restar dúvida de que Marcelo Cavalcante morreu antes de ser jogado no lago. As imagens das câmaras da Ponte JK mostraram que ele estava lá por volta das 14:00 do dia 15 de fevereiro, a pé, e desde então não mais foi visto. Impossível ter-se jogado naquela hora, naquele lugar, sem ser percebido. A tese de suicídio ficou insustentável.
Não podemos esquecer que quem mexe os paus em Brasília para derrubar José Roberto Arruda são os mesmos que quiseram derrubar Yeda Crusius. O nome do pai de Luciana Genro, o ministro Tarso Genro, se eleva como um Beria tupiniquim. A decisão antecipada das eleições, por ação policial espetacular, tornou-se rotina desde que ele passou a comandar a Polícia Federal. O cadáver insepulto de Marcelo Cavalcante, por não acusar afogamento, causou um grande constrangimento aos que arquitetaram o plano. Só nisso falharam, mas isso é decisivo. Se Marcelo não se afogou alguém o matou, algo elementar. Esta é a pergunta que não quer calar: quem matou Marcelo Cavalcante?

O Melhor Para o Ignorantácio

por Jorge Serrão
O chefe da Passarinha, pela parabólica, manda avisar: a partir de janeiro, é a pobre da Dilmá quem vai apanhar... Uma grande revista de circulação nacional prepara uma série de reportagens batendo pesado na presidenciável petista. Motivo: a Dilmá não é a preferida da Oligarquia Financeira Transnacional para suceder $talinácio. Os controladores globais preferem alguém mais confiável para ser o fantoche deles por aqui. A instabilidade emocional da Dilmá joga contra ela.
O candidato ideal do sistema globalitário para ocupar o papel de Lula é Fernando Henrique Cardoso. O Diálogo Interamericano e o CFR (Council on Foreign Relations) confiam nele. FHC já foi testado e aprovado pelos clubes do Poder Real Mundial. Curiosamente, o retorno dele, em 2011, ao reformado Palácio do Planalto interessa, sobretudo, ao Grande Filho do Brazil. Sim, FHC é o candidato de Lula. A Dilmá é só para inglês ver. E para iludir os petistas inocentes que caem sempre no conto da cúpula petralha.
Até um Ignorantácio da Silva sabe que FHC é alternativa mais conveniente para o esquema globalitário ou mesmo para o atual Presimente.
Motivo 1: a partir de 2011, o presidente Henrique Meirelles já advertiu seu companheiro $talinácio, existe a previsão de uma crise econômica internacional que – ao contrário da marolinha de 2008 – pode prejudicar o Brasil. Nada mais perfeito para o plano de retorno de $talinácio, em 2014, do que ter um sucessor que vai arcar com o desgaste de gerenciar tal crise, enquanto a memória coletiva guarda a lembrança de “tempos bons” com Lula no poder.
Motivo 2: Lula e FHC parecem aqueles irmãos gêmeos da paródia novelesca Vim Ver Artista do Casseta & Planeta Urgente. Um vive sacaneando o outro, mas, no fundo, são a mesma coisa. Um com o verniz intelectual; o outro com a pintura da malandragem da grande escola da vida. Os dois, desde 1994, cumprem o roteiro imposto pelo Globalitarismo à Grande Colônia Brazil. Por fazerem o dever de casa direitinho, ambos sempre são considerados “personalidades” do mundo e agraciados com os mais vaidosos prêmios e títulos distintivos.
Motivo 3 para uma provável candidatura FHC: ele não gosta de José Serra. Problemas pessoais entre os dois sempre são mascarados pelos tucanos. E para piorar para Serra, a Oligarquia Financeira Transnacional também não confia nele. Tanto que armou com seu candidato em preparação – Aécio Neves – para que tirasse o time da sucessão antes do previsto. Assim, do mesmo jeito que a Dilmá, Serra fica exposto para tomar as pancadas previstas de janeiro para frente.
FHC versus um candidato PT-PMDB. Eis o cenário provável para 2010. Logicamente, a cenografia política sempre corre o risco de sofrer mudanças radicais. FHC prepara seu retorno cuidadosamente, mas pode desistir da briga, por algum motivo que só ele saberá. Os petistas fundamentalistas só precisam saber que a Dilmá é cabra marcada para perder. Mesmo que eventualmente ganhe a eleição.
Uma coisa é certíssima: o próximo governo – com previsões de déficit púbico fora de controle, dívida interna em elevação e crise externa no cangote – tem tudo para ser pior que o atual. Quem ganha com isto? Lula, aquele que parece um Ignorantácio, mas que, na verdade, é o único Apedeuta que só sabe de tudo que lhe interessa.
Fonte: Alerta Total

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

A Lei da Resistência Cidadã

por Arlindo Montenegro
Este é um convite a todos os cidadãos brasileiros, acima de ideologias, grupismo, religião, gênero, idade, cor e preconceitos correntes. E um convite para fazer valer a presença, a força da união e para mostrar que ainda somos capazes de bravura e decisão. É um convite para decidir, contra a vontade dos políticos para afastar do Congresso, dos Governos e Legislativos Estaduais, das Prefeituras e Câmaras de Vereadores, os candidatos “ficha suja”.
O Convite é feito a blogueiros, formadores de opinião, estudantes, religiosos, professores, associações, clubes, sindicatos, todas as organizações, para listar os pretendentes a cargo público, vasculhar suas vidas, levantar a história de cada um e divulgar por todos os meios.
O objetivo é defender e restaurar a democracia de direito desfigurada e cada vez mais ameaçada: mensalões, superfaturamento de obras, propaganda mentirosa, um trilhão e cem milhões de impostos contra 70% da malha rodoviária esburacada provocando acidentes, segurança nem se fala, polícias despreparadas, judiciário e legislativos amarrados a interesses contrários ao bem de toda a nação. Tudo como se fosse natural.
Um grupo de pessoas reuniu um milhão e quinhentas mil assinaturas e deu entrada num projeto de lei para mudar os critérios de inscrição de candidatos aos postos eletivos: quem estiver pendurado em crimes, esperando o pronunciamento da justiça que tarda e falha, fica fora da disputa. Mas o corporativismo fez que o projeto fosse engavetado pelo Sr. Michel Temer. E é difícil que os senhores deputados o aprovem já que a maioria tem culpa no cartório.
Então vamos fazer valer a LEI DA RESISTENCIA CIDADÃ. Os mais conscientes e esclarecidos devem abraçar a responsabilidade de divulgar quem é quem, mostrando como chegar junto, conhecer e poder exigir que os futuros novos legisladores correspondam à conveniência da nação, distanciando-se dos vícios das velhas raposas que tomaram o galinheiro de assalto.
O convite é para fazer faxina no governo federal, nos governos estaduais e nas Prefeituras. O convite é para exigir dos nossos futuros novos representantes um compromisso de mudança política e cultural, com programas e prazos que restaurem o orgulho e a vontade da nação. Sem personalismos e com plena liberdade para o trabalho individual e iniciativas empresariais.
A educação, a saúde e o objetivo do pleno emprego e redução de impostos e controles centralizados em Brasília são essenciais. O compromisso com uma forma de estado federativo de fato é fundamental. Hoje, governadores e prefeitos dependem de políticas centralizadas. Os biomas são ignorados. E todos ficam viajando a Brasília para passar o chapéu e mendigar verbas, dos impostos produzidos com o trabalho que se realiza nos municípios e nos estados.
Isto tem de mudar. As raposas têm de ser expulsas do galinheiro! Só a plena consciência e vontade dos brasileiros pode realizar este milagre! Principalmente nos rincões onde a maior ignorância é vitimada pela compra de votos e promessas de acabar com as secas, reduto onde se elegem os velhos coronéis e onde as ONGs estrangeiras e padres da Teologia da Libertação cativam os mais pobres com falsas promessas do reino dos céus na terra.
É preciso saber que livres para atuar com a orientação e ajuda dos governos locais que se apliquem aos problemas locais mobilizando as populações, é possível e viável fortalecer o país e sua economia com cada cidadão podendo ser dono do seu nariz, sem dever nada a qualquer político, como favor ou como esmola que reduz a vergonha na cara e a dignidade, reduz a liberdade de qualquer um.
O Brasil para os brasileiros é diferente do Brasil para usufruto de qualquer político ou qualquer partido. Quem gera os recursos econômicos - que eles têm desviado e usado a seu bel prazer em negociatas secretas - são os brasileiros que ralam, os empresários e os trabalhadores com carteira assinada, os que sem trabalho vivem de bicos, mascateando, camelôs quase na condição de escravos, suando e ralando dia e noite para sobreviver e criar os filhos.
O convite é para avivar a esperança, a fé, a consciência, o orgulho e a força organizada de um povo cristão ou de qualquer fé, na construção da verdadeira democracia de direito, responsabilidade de todos com cada um e com a terra de onde todos retiramos o de comer. Lembrando que ideologias e utopias, quaisquer que sejam, historicamente, conduzem a guerras e ditaduras. Vamos começar a respeitar a vida e agradecer a Deus, da maneira como cada grupo o concebe e venera.
O começo é escolher gente ficha limpa e trabalhar desde já para escolher, convidar, conhecer bem as pessoas e entregar, no dia do voto, cada posto de gerência da nação a gente de respeito e saber, gente com autoridade e competência. Gente como a gente, acessível e honesta.
Arlindo Montenegro é Apicultor.
Fonte: Alerta Total

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

VEJA: UMA BARRIGA IRRESPONSÁVEL

por Nivaldo Cordeiro
26 de dezembro de 2009
Marcelo Cavalcante morreu em 15 de fevereiro e a revista Veja acabou por ser o veículo que sedimentou a versão de que ele teria se suicidado, sem se dar conta das óbvias contradições envolvendo o caso. Veja se encarregou de dar o duplo veredito, legitimando a versão de suicídio e ligando o caso aos escândalos envolvendo o nome da governadora Yeda Crusius.
Se eu não achasse que a Veja é uma publicação séria poderia pensar que se tratou de matéria plantada, a mando dos inimigos políticos do PSDB do Rio Grande do Sul, notadamente o PT. A matéria veiculada em 13 de maio passado (O caixa dois do caixa dois) não fez o elementar que consta em manuais de jornalismo, de checar as fontes e ouvir o outro lado, no caso o irmão Marcos Cavalcante. O subtítulo do texto mostra a sua grande fragilidade: “Gravações e um depoimento da empresária Magda Koenigkan lançam uma nova sombra sobre o governo Yeda Crusius”. Primeiro, as gravações foram no mínimo suspeitas e enviesadas. Foram feitas pelo amigo de Marcelo Cavalcante, o conhecido lobista Lair Ferst. Eu não ouvi as gravações, mas pelo que veio a público tratou-se de uma armação para enlamear o nome da governadora, então sob fogo cerrado das denúncias do seu vice, Paulo Feijó, e da bancada do PT. Elas foram feitas à revelia de Marcelo.
A revista, em nenhum momento, colocou sob suspeita a forma e a motivação para que o conteúdo dessas fitas – gravações sorrateiras e maquinadas feitas por um falso amigo, em encontros casuais, tratando de boatos que circulam pela assessoria de qualquer candidato – viessem a público. Esse material deveria no mínimo ter sido objeto de reservas quanto à sua honestidade. Quando Marcos Cavalcante me contou que Marcelo morreu pobre e endividado e que durante toda sua vida foi um homem pobre cheguei à conclusão de que ele nunca foi homem da mala de quem quer que seja. Essas personalidades sombrias que transportam malas de dinheiro jamais se esquecem do seu próprio bolso. Marcelo não podia ser agente ativo da corrupção simplesmente porque nunca teve dinheiro. Quando muito serviu de elemento a buscar ou levar alguma quantia, ocasionalmente. Em resumo, era peixe pequeno e, enquanto tal, sequer dispunha de maiores informações de bastidores.
Caberia à revista checar esse fato facilmente constatável e, ao fazê-lo, colocar sob suspeita as bombásticas e falsas revelações que quase contribuíram para o impeachment da governadora Yeda Crusius. A revista Veja, com seu erro, acabou por criar um fato político que muito beneficiou o PT e o vice Paulo Feijó. A matéria publicada tem notório cunho partidarizado.
Em segundo lugar, a revista deu a Magda Koenigkan a credibilidade de que ela não poderia dispor. Ela foi descrita como empresária bem sucedida. A revista de sua propriedade tinha, segundo me foi informado por Marcos Cavalcante, como principal anunciante a Petrobrás, um feudo do PT. Marcos também ignora que o irmão tenha sido procurado pela Justiça para fazer qualquer depoimento, conforme consta na matéria. Em nenhum lugar essa informação foi confirmada. Posteriormente aventou-se também o suposto fato de que Marcelo Cavalcante faria delação premiada. Ora, quem quer fazer delação premiada está manifestamente fazendo o caminho de sobreviver, não de se matar. Essa absurda contradição não foi notada pela revista. Marcos me disse que o irmão não tinha o que delatar.
O fato é que Magda tinha ligações com o PT, via Petrobras, assim como Lair Ferst, que acabou sendo o pivô do grande escândalo contra a governadora Yeda Crusius. As fontes da revista, portanto, eram suspeitas à mínima observação. Veja acabou por servir de escada para que os inimigos políticos de Yeda Crusius armassem um grande circo contra o poder constituído no Rio Grande do Sul.
Se se confirmar a impossibilidade de suicídio será preciso buscar os suspeitos sobre a morte de Marcelo Cavalcante. Qualquer investigação não pode descartar os nomes de Magda Koenigkan e de Lair Ferst, pessoas de sua intimidade e que mantinham estreitos laços com o PT. Veja não atentou para a arapuca em que se meteu.
Fonte: Nivaldo Cordeiro
COMENTO: para entender melhor a farsa montada contra a governadora do Rio Grande do Sul, veja artigos anteriores tratando sobre o assunto, clicando AQUI, AQUI e AQUI.

O Que Há Por Tras da Guerra Por Goldman

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Sinceridade? Apesar do clima harmonioso de final de ano, já não aguento ler, ouvir ou ver notícias sobre o menino Sean Goldman e suas famílias. A pantomima midiática montada sobre o caso, tanto pelo pai norte-americano quanto pelos familiares brasileiros do garoto conseguiram abafar todo e qualquer outro fato ocorrido "neçepaíz".
Afinal, temos tantos "Sean's" adotados por traficantes por aqui mesmo, por falta de pais, avós, tios ou qualquer outro parente, e "noçaimprença", bem como a "sociedade civil organizada" não mostra o mínimo interesse.
É claro que respeito a dor dos parentes brasileiros do menino, mas afinal, ele estará lá, vivo e, espero, bem tratado por seu pai. Com um pouco de diplomacia pessoal, certamente ele poderá visitar e ser visitado por quem se interesse, efetivamente, por ele.
Mas, navegando pela rede mundial encontrei o que me pareceu uma boa explicação para a laúza que se está fazendo sobre o caso. Transcrevo abaixo dois textos copiados do Coturno Noturno, que me parecem elucidativos:
1 - Sean x Elian.

Não sei porque fiz esta relação entre o Caso Sean e o Caso Elian. Ou melhor, sei. José Dirceu, o chefe da quadrilha do mensalão e articulista das sextas-feiras do Blog do Noblat, afirma por lá que "as pressões política e econômica sem precedentes que os Estados Unidos exerceram sobre o Brasil no caso do garoto Sean Goldman, 9 anos, e que terminaram por levar o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, a determinar a entrega imediata do menino a seu pai, o norte-americano David Goldman, são mais uma demonstração de que o país da América do Norte ainda trata seus vizinhos de continente como quintal e é capaz até mesmo de usar questões comerciais para resolver um caso que deveria ficar restrita à esfera de drama familiar."
O Caso Sean demorou muito mais tempo a ser resolvido do que o Caso Elian. No primeiro, uma mãe brasileira traiu o pai e sequestrou o filho, trazendo-o para viver no Brasil, com o amante latino. A mãe veio a falecer e o amante latino, filho de um grande jurista, conseguiu protelar por cinco longos anos a devolução da guarda do filho para o verdadeiro pai.
O Caso Elian foi resolvido em pouco mais de quatro meses.
O menino Elian Gonzalez fugia, em 1999, em um bote para Miami que, ao naufragar, matou a sua mãe. Foi parar na casa de parentes exilados. Uma campanha internacional comandada pelo pai, com todo o apoio de Fidel Castro, fez com que o governo norte-americano invadisse a casa dos parentes e, sob a mira de fuzis, recuperasse o menino e o devolvesse à Cuba. Tudo isso em apenas quatro meses.

José Dirceu, que fez cirurgia plástica em Cuba para mudar a sua cara de terrorista e voltar ao Brasil como Pedro Caroço, obviamente não lembrou do Caso Elian. E tampouco das pressões que Fidel Castro fez sobre o governo dos Estados Unidos.
À época, a esquerdalha toda bradava em defesa do cubano, a partir do "óbvio direito paterno". Um direito que valeu para um menino cubano, mas que não teve o mesmo valor, nestes anos todos, para o menino norte-americano, a não ser quando os Estados Unidos, como país, passou a retaliar o Brasil dos impunes à lei, onde tipos como José Dirceu continuam livres para escrever bobagens, por exemplo
(Os destaques coloridos não constam no original)

De um comentarista anônimo:
Coronel, por que Dirceu escreveu sobre Sean? Porque uma das pessoas trocadas pelo embaixador americano, junto com Dirceu, foi uma moça apelidada Guta, Maria Augusta Carneiro Ribeiro, que faleceu em maio de 2009. Guta era tia-avó de Sean, pois era parente de Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, depois Bruna Bianchi Goldman, e depois Bruna Bianchi Lins e Silva. Foi Guta, então Ouvidora Geral da Petrobrás (após a lei da Anistia), que começou a campanha para que Sean não voltasse ao pai, David Goldman, que sempre lutou pelo filho. Transformaram o caso todo numa briga Brasil X EUA, como se fosse a velha luta ideológica, desconsiderando as pessoas envolvidas e seus sentimentos. Pura ideologia. Os advogados da família de Bruna, lê-se no Consultor Jurídico, foram várias vezes à Justiça para censurar a imprensa, impedindo que publicasse notícias sobre o caso. Um dos jornais foi a Folha de S. Paulo, a TV Bandeirantes também. Está tudo no Consultor Jurídico. Isto é o Brasil.
(Os destaques coloridos não constam no original)
COMENTO: eis a insidiosa presença da cambada de sempre. Colocando sua maléfica ideologia acima de qualquer outra coisa, inclusive da união entre pai e filho, e tentando deformar os fatos ao manter ilegalmente uma criança no Brasil por mais de quatro anos, e depois alegar "laços familiares". Explica, ainda, a irada manifestação da avó de Sean contra a não intervenção do governo de Lula no caso. Stalinácio, que não é bobo, não quis meter sua mão nessa cambuca. Já lhe basta o amiguinho italiano do peremptório gaúcho gramscista.
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domingo, 27 de dezembro de 2009

O Midas do Planalto (mais um)

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Leitor assíduo da coluna escrita pelo jornalista Claudio Humberto, chamou-me a atenção um texto escrito por outro leitor. Em sua "bronca", o cidadão reclamava não ter conseguido adquirir um exemplar da revista ISTO É desta semana. Em todos as bancas foi informado de que "um senhor comprou todos os exemplares".
Curioso, fui buscar a edição "on line" da publicação para verificar o que seria de tanto interesse ao público de Brasília/DF e me deparei com uma reportagem sobre um dos representantes do povo brasiliense no Senado Federal. Trata-se do senhor Jorge Afonso Argelo, vulgo "Gim Argelo", que recentemente teria declarado a alguns outros companheiros congressistas: “Alcancei meu primeiro bilhão de reais”. 
Como destaca o texto de Sérgio Pardellas e Hugo Marques, "a capital federal não possui indústrias, grandes multinacionais nem de longe é o coração econômico do País". Mas algumas pessoas conseguem fazer fortuna de maneira milagrosa.
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Deputado distrital por duas legislaturas (1999-2003, pelo PFL-DF; e 2003-2007, pelo PMDB-DF), ele presidiu a Câmara Legislativa do DF nos biênios 2001-2002 e 2003-2004. Gim Argelo assumiu o mandato de senador como suplente de Joaquim Roriz, que renunciou.
A reportagem da ISTO É revela acusações de mau comportamento do congressista desde seu tempo de deputado distrital. Dentre estas, uma de envolvimento num esquema de mudança de destinação de lotes de pouco valor, em áreas rurais do Distrito Federal, que são valorizados em função da nova destinação (formação de condomínios residenciais). A legalização de condomínios ilegais também faria parte dos negócios escusos negociados na Câmara Legislativa do DF, nos quais o atual senador estaria envolvido. Essa é a acusação citada pela revista, feita pela empresária Rosa Lia Fenelon, que teria cedido cem lotes do Condomínio Pousada das Andorinhas a parentes e assessores do político em troca da legalização do parcelamento da área.
Uma busca rápida no sitio Transparência Brasil nos informa que o digno representante do DF no Senado Federal possui, no mínimo, três ocorrências judiciais em andamento:
- STF Inquérito Nº2724/2008 - Apropriação indébita, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro (sob segredo de Justiça).
- TJ-DF Comarca de Brasília - Improbidade Administrativa - Nº2005.01.1.094961-2 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público. O montante da ação é de R$ 746.785,75;
- TC-DF Processo Nº1917/2003 - Multado em R$ 29.000,00 em virtude de indícios de antieconomicidade em contrato para locação de equipamentos de informática, firmado pela Câmara Legislativa em 2002, quando era presidente da Casa.
Alguns outros fatos citados na imprensa também são lembrados pelo Transparência Brasil a respeito do político brasiliense:
- O Tribunal de Contas do Distrito Federal apontou possibilidade de fraude na comprovação de despesas de Argello para receber verba indenizatória. Deputado distrital na época, ele teria apresentado notas fiscais sequenciais referentes à compra de combustíveis (Correio Braziliense, 23.nov.2007).
- Quando deputado distrital, apresentou e aprovou propostas de alteração do plano diretor de Brasília e de transformação de terras públicas em privadas que teriam beneficiado aliados e amigos (Correio Braziliense, 9.jul.2007; Gazeta do Povo, 16.jul.2007).
- É investigado pelo Ministério Público por suspeita de corrupção, grilagem e improbidade administrativa; o Ministério Público do Distrito Federal e a Polícia Civil investigam a suspeita de que Argello teria recebido R$ 500 mil dos R$ 2,2 milhões sacados com um cheque do empresário Nenê Constantino, dono da Gol, ao ex-governador do DF Joaquim Roriz, o qual renunciou a seu mandato no Senado devido à acusação (O Estado de S. Paulo, 7.jul.2007).
- Teria repassado a concessão de uma rádio de Taguatinga a um grupo estrangeiro em 2004 (Gazeta do Povo, 15.jul.2007).
- Não declarou à Receita a origem de depósitos feitos em sua conta que somam R$1,39 milhão; há um processo por crime contra o sistema financeiro tramitando no Tribunal Regional Federal contra ele (Folha de S. Paulo, 11.jul.2007).
- A Justiça vê indícios de sua participação no esquema de desvio de verbas do BRB desbaratado pela Operação Aquarela da Polícia Federal (Folha de S. Paulo, 10.jul.2007).
Esta é uma mostra do tipo de candidatos que nos são impostos pelas quadrilhas, ops, partidos políticos, a fim de simular que vivemos em uma democracia.
Sem opções decentes, ficamos à mercê de tipos como esse. Eis aí o motivo do verdadeiro pavor que toma conta da Casa de Tolerância, também denominada Congresso Nacional, ante o Projeto de Lei de iniciativa popular exigindo que candidatos a cargos políticos tenham "Ficha Limpa".
Apesar de contar com mais de um milhão e meio de assinaturas, o projeto foi "engavetado" pelo presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB/SP).
Será que essa reportagem sobre o senador do PTB - que depois do escândalo do mensalão do DEM, seria um forte candidato ao governo do Distrito Federal em 2010 - teria sido o motivo do sumiço da edição da revista ISTO É das bancas?

Será mais um indício de que a ditadura do salafrariado tomou conta do país?
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Um Cadáver Insepulto

por Nivaldo Cordeiro
HÁ UM GRITO DE DESESPERO em Brasília, clamando por Justiça. É o grito de Marcos Cavalcante, irmão de Marcelo Cavalcante, que supostamente teria se suicidado no Lago Paranoá, em Brasília, no auge do desgaste da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. Gravações divulgadas com Marcelo Cavalcante pareciam atestar seu envolvimento em grande esquema de corrupção. A imprensa o tratou, à época, como se fosse o genuíno “homem da mala”. A morte por suicídio foi aceita pela imprensa, e aparentemente pela polícia de Brasília, que cuida do caso, como produto dos escândalos.
Acontece que suicidar-se por afogamento nas águas calmas do Paranoá não é tarefa simples e óbvia. Um mergulho da Ponte JK, às 14:00 horas de um domingo, não passaria despercebido da multidão de pescadores, freqüentadores, namorados e vendedores ambulantes que estão ali permanentemente, em um dia de sol. Ninguém viu Marcelo pular e nem mesmo a agonia cruel do afogar-se. Tudo que li de especialistas em suicídio indica que esse método é dos mais ineficazes, pois a natureza fala mais alto e o instinto de sobrevivência faria com que o suicida se debatesse, chamando a atenção dos presentes. O resgate viria em minutos.
Mas ninguém viu Marcelo mergulhar. É como se tivesse pulado direto para a morte, sem se debater. Estranhamente o laudo do IML foi inconclusivo na determinação da causa da morte. Outro laudo foi pedido, mas o resultado ainda não foi divulgado. Especialistas asseguram que a determinação da morte por afogamento é das tarefas mais simples em medicina legal. Se um suicídio de um homem adulto nessas condições é algo estranhíssimo e improvável, o laudo inconclusivo produzido pelo IML de Brasília, um dos melhor aparelhados do país, é ainda mais estranho. Qualquer investigador experiente partiria imediatamente para a hipótese alternativa de assassinato.
Matar-se por afogamento é como suicidar-se com um tiro nas costas, algo bastante improvável. Um suicídio dessa natureza será sempre suspeito. Um laudo inconclusivo faria uma investigação séria caminhar para a hipótese mais provável – assassinato com tentativa de camuflar o crime. O problema é que trabalhar com essa hipótese teria que mobilizar a polícia para os complexos arranjos de poder que Marcelo acabou por testemunhar. Teria que desvendar o eixo Luciana Genro/Paulo Feijó e a maligna mão de membros do PT que está ligada a casos tão estranhos quanto, como Celso Daniel, Toninho do PT e as muitas testemunhas desaparecidas convenientemente para impedir a conclusão dos casos.
O tumulto político em torno do assunto seria imenso e poderia levar a conclusões assombrosas. Marcos Cavalcante me assegurou que o governo Yeda Crusius nada teve a ver com a morte do irmão, que sempre foi leal à governadora e seu grupo político. Essa simples declaração do irmão da vítima me levou à conclusão de que coisas muito mais podres tentaram sepultar sob as águas plácidas do lago Paranoá.
Vários delegados e promotores passaram pelo caso, que nunca saiu da 10ª Delegacia. Um caso dessa envergadura deveria ter ido para alguma delegacia especializada. Estranhamente Marcos Cavalcante não consegue ser ouvido pelos que estão presidindo o inquérito. Ninguém quer saber de sua verdade inconveniente. Nem mesmo os órgãos de mídia se prontificaram a entrevistá-lo e a ouvir seus argumento e ver os seus papéis, a relatar a sua história.
Um corpo boiando nas águas plácidas do Paranoá sugere automaticamente que não poderia ter sido suicídio. Toda a gente fala que “suicidaram-no”. É isso que Marcos Cavalcante me disse com todas as letras. É isso que a viúva de Marcelo, Magda Koenigkan, uma mulher bela e fotogênica, também me disse ao telefone. (Falarei dela nos próximos artigos).
Diante de mim esteve Marcos Cavalcante, em um bar da Capital Federal. Marcos é um homem na faixa dos trinta anos, visivelmente angustiado e amedrontado. Uma pessoa simples, sócio de pequenas lanchonetes, atividade que lhe garante a sobrevivência. Com ele uma pilha de papéis sobre o irmão falecido. Como se eu fosse um promotor público narrou para mim, por mais de três horas, os detalhes do caso inusitado do seu irmão. Os detalhes dariam material para um romance policial do estilo de Truman Capote (A Sangue Frio). Perguntei: “Qual o seu interesse, Marcos?” Respondeu: “A verdade”.
Nos próximos dias, caro leitor, escreverei sobre o assunto. Os leitores têm o direito de saber que pode estar a se consumar em Brasília mais um caso de absurdo policial, atendendo a espúrios interesses políticos.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Todo Santo Dia

por Arlindo Montenegro
Os brasileiros recebem na cara as porradas noticiosas sobre corrupção e impunidade. Os envolvidos são políticos e empresários. Através de jornais impressos, radio, televisão, blogs, chegam notícias do Brasil inteiro, situando o País entre os mais corruptos do planeta. Êpa! O País? É assim que todos os nacionais levamos a fama dos crimes continuados, de responsabilidade dos profissionais da política, dos poderosos do primeiro escalão e seus financiadores de campanhas: bancos, empreiteiras de obras e outros governantes estrangeiros tão ou mais corruptos e ditatoriais.
Esculhambada a cultura, a ética foi para o lixo, as instituições ficaram desacreditadas e a nação perdeu o rumo. Por insistência dos que ainda acreditam em princípios e valores éticos, espirituais, diferente dos que veneram o deus dinheiro sobre todas as coisas, ainda podemos exercitar um pouco de liberdade de opinião.
Em Brasília, centro do poder e da corrupção, realiza-se uma Conferência de Comunicação, onde os radicais da ideologia marxista, babando que nem cachorro louco, defendem teses fascistas de “controle social da mídia”. Querem fazer como em Cuba, como na Venezuela, como na Argentina, todos proibidos de criticar os governantes e seus asseclas que seguem as diretrizes do Foro de São Paulo.
Corruptos e corruptores competem com o crime organizado no país inteiro. Em decorrência da corrupção falta saneamento, falta merenda escolar, falta transporte digno, faltam estradas transitáveis, falta água, os apagões causam perdas, as enchentes levam dezenas de milhares ao desespero e desamparo, a miséria no norte e nordeste persiste à falta de investimentos, balas perdidas, acidentes de trânsito e homicídios enlutam famílias, as drogas engrossam fileiras de conformistas desmiolados e nos deparamos com notícias que citam:
“O Ministério Público de São Paulo pediu a condenação da ex-prefeita Marta Suplicy (PT) por improbidade administrativa (...) em obra orçada em R$ 34,9 milhões, superfaturada, (...) autorizou "pagamentos indevidos" à OAS...”
“...ação civil pública de improbidade administrativa contra cinco funcionários da Infraero... construtoras OAS, Camargo Corrêa e Galvão, e pela Planorcon... por sobre-preço e faturamento de 145 milhões de Reais...”
“...ação civil pública por improbidade administrativa contra a Fundação José Sarney...”
“Agência Nacional de Vigilância Sanitária demora, em média, dez meses para expedir uma licença... as empresas brasileiras ficam em situação desfavorável em relação aos concorrentes estrangeiros.”
“Omenir da Cruz Cortopassi morreu em 9 de abril de 2007. Mesmo assim, o petista morto votou duas vezes na eleição do Diretório Estadual do Rio em 2009.
“Deputado João Magalhães (PMDB-MG) apontado como o principal operador de um esquema fraudulento que desvio R$ 700 milhões de verbas do PAC... e tem que explicar para onde foi a verba (de 300 mil Reais) “destinada a eventos patrocinados nem sequer foram de fato realizados.”
“Brasil perdoa US$ 315 milhões da dívida de Moçambique.”
“Brasil perdoa US$ 83,1 milhões de dívida da Nigéria.”
“Brasil perdoa dívida de US$ 52 milhões da dívida da Bolívia.”
“Brasil perdoa US$ 141 milhões da dívida da Nicarágua.”
“Brasil perdoa 150 milhões de dólares da dívida de Cuba e Lula empresta 450 milhões de dólares para o ditador Fidel Castro construir obras portuárias, usina de álcool combustível e um hotel...”
“OAB critica perdão de Lula à dívida de US$ 36 milhões, do Gabão.”
“Lula libera milhões de dólares para a construção do metrô de Caracas, na Venezuela.”
“Através do BNDES, Lula emprestou milhões de dólares a Bolívia para a construção de uma estrada.”
“O governo gasta, anualmente, mais de 10 milhões de reais com cartões de créditos corporativos distribuídos aos ministros
“...acordos entre a construtora Camargo Corrêa e outras empresas para fraudar licitações e superfaturar contratos de 14 obras no país... na calha do rio Tietê, na Refinaria do Vale do Paraíba, na Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba e na Usina Termoelétrica da Petrobras, em Cubatão, nos metrôs de Brasília, Rio, Salvador e Fortaleza; duas refinarias no Paraná e uma em Pernambuco; o aeroporto de Vitória, o atracadouro de Alcântara (MA) e a BR-101...”
Tudo isto aí acima é pago com o trabalho, com os impostos, com o sangue e suor dos brasileiros, atônitos diante de tanto cinismo e palavrão, tanta mentira e roubalheira. Uma vez confiamos. Agora sabemos que eles não merecem nosso respeito nem a nossa confiança.
Fonte: ViVerdeNovo

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Meu Votos de Natal Para o Presimente e a Corja de Brasília!!!


VEJA AÍ ABAIXO!!!!!!!!



SIGA MAIS UM POUCO !!!



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Feliz Natal!!




quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Petralha Querendo Fazer Média com Militares

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Em maio de 2009 o deputado federal Paulo Pimenta, do PT/RS apresentou um Projeto de Lei onde propunha a promoção automática à graduação de 3º Sargento, após quinze anos de serviço, de Cabos e Taifeiros do Exército estabilizados.
O projeto garantia, ainda, que o militar nessa situação fosse inserido na QMS de origem, garantindo promoções sucessivas por antiguidade, com interstícios de 5 (cinco) anos até que o militar fosse transferido para a reserva remunerada. Isso contraria totalmente a legislação atual de promoções de Sargentos do EB, que prevê interstícios mínimos de sete anos e meio como 3º Sgt, sete anos e meio como 2º Sgt, e cinco anos e meio como 1º Sgt para a promoção às graduações imediatas. Isso significa, no mínimo, 21 anos de serviço "após a conclusão do CFS", se o militar tiver méritos para ser promovido nas primeiras "chamadas" de sua turma. O que sabemos, não ocorre nem mesmo com os melhores colocados nas turmas, que normalmente são "preteridos" pelos "atrasados" de turmas anteriores.
Obviamente, é mais um caso de petista incentivando a vadiagem (é só o que sabem fazer) na busca de votos dos Cb/Sd/Taifeiros do EB. Essa "cabeça-de-ponte" dentro da Instituição poderia muito bem ser denominada de bolsa-promoção, garantindo a simpatia de muitos militares que ficariam "devendo favor ao partido".
Promovido a 3º Sgt com quinze anos de serviço e a 2º Sgt com vinte, qual o incentivo para estudar e fazer concurso para freqüentar um Curso de Formação de Sargentos? Afinal, hoje em dia, os militares de carreira são promovidos a 1º Sargento, em média, dezessete ou dezoito anos após o ingresso em uma Escola de Formação. Se já for militar há dois ou três anos, o "sargento de carreira" seria promovido a 1º Sgt ao mesmo tempo que um Sgt QE de sua turma de recruta (que tenha incorporado ao EB no mesmo ano) ou até um ano depois.
Seria muito mais honesto um projeto para que Cb/Sd/Sgt Temp aprovados no concurso tivessem prioridade no preenchimento das vagas nos CFS, concorrendo de forma diferenciada dos civis que se preparam em "cursinhos" na busca de um "emprego público" e que nem sempre possuem pendores para a carreira militar. Assim, após passarem por um Curso de Formação, esses militares seriam efetivamente "Sargentos", sem ficar devendo favor a ninguém.
Todavia, todo projeto político petista é o de incentivar a vadiagem, a busca do jeitinho, enfim, a facilitação que promove a dependência, nunca a valorização do esforço individual. Afinal, na cabeça desses vadios, valorizar o mérito individual é coisa de burgueses capitalistas. O negócio é fazer com que as pessoas "ganhem alguma vantagem" e fiquem devendo favor moral a esses patifes. Se o candidato a uma "boquinha" for mal instruído, mais facilmente manipulável, melhor ainda!!
A propósito, o projeto foi recusado por ser inconstitucional em 21 Out 09, mas o desonesto "paralamentar" não teve pejo em colocar um vídeo no YouTube, em 20 Nov 09, fazendo um discurso "solicitando a aprovação do projeto" já rejeitado. É o "jeito PT de ser"! Mentiras e embustes para enganar os incautos e ignorantes. E ainda há quem acredite nesses patifes. Povinho de merda!
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A Publicidade Sufoca a Informação

por Carlos Chagas
Vale meter a mão num vespeiro, dada a evidência de que quanto mais velho o jornalista fica, maior se torna a necessidade dele escrever o que pensa, menos para compensar omissões antes imprescindíveis à sua sobrevivência, mais para cumprir o dever ético inerente à profissão, antes de ir embora.
Tome-se o casamento entre informação e publicidade. Nosso dever é noticiar tudo o que se passa na sociedade, tanto de bom quanto de mau. De ódio e de amor. De certo e de errado, conforme nossas falíveis concepções, desde que honestas. Só assim a sociedade se formará, porque quem se forma é ela, apesar da soberba de muitos colegas que se intitulam formadores de opinião. Não somos formadores coisa nenhuma, mas, apenas, informadores.
Ainda nestes dias assistimos, e divulgamos, nova lambança olímpica verificada no poder público. O governador de Brasília mostrou-se verdadeiro Ali Babá, ou, se quiserem, Ali Babão. Tomou dinheiro de montes de empresas igualmente envolvidas na corrupção, distribuindo as migalhas do banquete entre os cães postados à sua volta. Um horror que apenas não chocou a opinião publica por tratar-se da repetição de mil outras operações iguais acontecidas no país inteiro, faz muito.
O que tem a publicidade com isso? Tudo, porque estava a postos bem antes das denúncias dessas práticas vergonhosas. Para prevenir-se, os governantes sem-vergonha vinham alimentando a mídia com imensas verbas de propaganda. De um jornal local, sempre teve-se conhecimento de ser sua folha de pessoal paga por anúncios do governo de Brasília. De outro, que não sobreviveria quinze minutos sem os recursos oficiais. Malandramente, telejornais das principais redes tinham, e ainda tem, seus intervalos entremeados de exaltações às obras do poder público local.
É bom nem esticar o assunto até a publicidade federal, onde tudo se multiplica. Para dar exemplos concretos, a maioria da programação jornalística das grandes redes de televisão é financiada por anúncios da Petrobrás, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica. Não será para que o telespectador passe a abastecer seu carro nos postos da empresa estatal, nem para que o assalariado encaminhe sua poupança para os estabelecimentos oficiais de crédito. Tudo se faz para que, na hora da preparação do noticiário, as empresas de comunicação lembrem-se de quem as financia, mostrando-se lenientes com relação às notícias negativas referentes aos anunciantes. Ou aos governos que os dirigem.
Como contra a natureza das coisas ninguém investe impunemente, voltemos ao Distrito Federal. É fantástico o volume de publicidade de obras e iniciativas do governo Arruda, nos intervalos dos telejornais e nas páginas dos jornais aqui editados. Só que não dá para esses veículos censurarem as notícias relativas às maracutaias denunciadas pela Polícia Federal e o Ministério Publico. Omitir-se, como muitos tentaram, equivaleria a cair no ridículo e a perder leitores e telespectadores, assim como anunciantes honestos.
Então... Então a população de Brasília vê-se submetida, de algumas semanas para cá, a uma farsa: nos telejornais e nas páginas impressas dedicadas às informações, mesmo a contragosto dos proprietários, lê-se e assiste-se a variados capítulos da corrupção explícita do governador e seus sequazes. Coisa digna de corar frades de pedra, se eles ainda existissem. Nos intervalos, porém, ou em páginas ímpares, em quantidade sempre aumentada, tempo e espaços são dedicados à publicidade de obras em andamento, criancinhas sorrindo, mães de família exaltando o asfaltamento de ruas, criação de escolas, inauguração de postos de saúde e manifestações variadas de felicidade eterna por parte da comunidade.
Em pouco tempo implodiria o cérebro de leitores e telespectadores, se eles acreditassem em seus meios de comunicação. Como não acreditam, limitam-se a sorrir e a duvidar cada vez mais das instituições erigidas ao seu redor. Uma pantomima que sustenta veículos e sufoca seu conteúdo.
Fica para outro dia voltar às conseqüências do que ocorre no plano nacional, mais ou menos a mesma coisa, valendo tirar de tudo uma só conclusão: governos, empresas estatais e sucedâneos deveriam ser proibidos de fazer publicidade. Se o nosso sistema é capitalista, que as empresas privadas se encarreguem de anunciar seus produtos, comprovando serem os melhores na competição através da mídia. Ou será que precisarão, da mesma forma, disputar com dinheiro a opinião dos meios de comunicação?

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Defender os Clientes

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DEFENDER OS CLIENTES é o que faz a OAB do Pará. Depois de uma tentativa frustrada de assalto, 4 PM's encurralaram um dos assaltantes no meio da rua.
O marginal tomou uma transeunte como refém e andou 500 metros tentando encontrar um ponto de fuga. Quando parecia querer entrar no patio de uma obra, os policiais o cercaram mais de perto e um deles atirou, na tentativa de acertar o marginal.
O policial errou o tiro e o assaltante revidou, baleou três policiais e mais um transeunte. Ao entrar para dentro da obra, outros policiais o esperavam e acabaram por acertar finalmente o assaltante, que acabou morto. Resultado da operação: um civil e dois policiais feridos e mais um policial morto, em serviço. Graças a Deus a refém saiu ilesa, só com ferimentos leves.
Mais tarde,
uma advogada da Comissão de Direitos Humanos da OAB/PA, assistindo as imagens como se especialista em segurança fosse, informou que vai entrar com representação no MPE para que sejam apuradas todas as circunstâncias em que o assaltante foi morto. Do policial que morreu em serviço não disse uma unica palavra.
Em Porto Alegre policiais militares estão sentados no banco dos réus. Depois que
um "jovem" traficante matou uma colega de serviço, num ônibus, só porque ela era policia, os colegas fizeram uma caçada e acabaram por liquidar com o marginal em um morro da cidade. O MP foi rápido em identificar e processar os policiais. Da policial que morreu nenhuma entidade de Direitos Humanos se apresentou para saber a família precisava de alguma coisa.
Agiram muito bem os policiais militares. Vagabundo tem que saber que se matar um policial a pena é a mesma. Mesmo que isso não esteja escrito em nenhum Código Penal.
É por que não dá nada que no Rio e em São Paulo todo ano são mortos centenas de policiais. Isso tem que acabar um dia.
Fonte: Partido Alfa
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Lula Está Certo?



LULA está certo? Esta é a pergunta que o GRUPO GUARARAPES faz aos brasileiros. Para o que segue, iremos nos apoiar na História, a mãe da vida.
Napoleão designou para seu chefe de Estado-Maior um general de péssimas qualidades de caráter. Capaz de praticar qualquer ato para agradar ao chefe. O grande Marechal Ney, um dos maiores heróis da França, foi ao Imperador, seu amigo, e fez o seu protesto. Recebeu como resposta: “Ney, entenda que há necessidade de utilizar canalhas para determinadas missões”.
Hitler dominou a Alemanha e para isto cercou-se da fina flor de homens que não só lhe batiam palmas, mas faziam o que lhes mandava. É histórica a maneira como ele destruía aqueles que poderiam lhe fazer frente. A destruição do chefe do Estado Maior Alemão - Marechal Walter Von Brauchitsch - é de uma indignidade a toda prova. Os generais que o cercavam eram desprovidos de caráter e seus auxiliares civis apenas se curvavam à sua vontade.
Stalin foi ainda pior de que Hitler neste sentido. Todos que lhe poderiam fazer sombra foram mortos e alguns que conseguiram fugir ainda assim foram assassinados. Os que ficaram com eles – KALININ e MOLOTOV, como exemplos – representam a mais abjeta condição humana. MOLOTOV, teve a esposa, que adorava e que foi salva pela morte de Stalin, presa a mandado do mesmo Stalin, mas ele continuou a servir ao seu senhor.
Luis XVI deixou de apoiar o seu íntegro ministro da fazenda – barão de Turgot que tentava salvar a França da desgraça que se aproximava e deixou se encantar pelas palavras doces dos cortesãos. Todos sabem do desastre.
O resultado final dos quatro exemplos acima, todos querendo se manter no poder a todo custo, foi terrível para eles e para a humanidade. Napoleão quase destrói a Europa, Stalin matou o seu próprio povo e escravizou mais da metade do continente europeu, Hitler é o símbolo da desgraça humana e Luis XVI deu motivo à revolução francesa, criando a força da guilhotina.
Os nossos amigos já estão perguntando: o que tem LULA com isso? Vejam como ele se apega ao Poder. Abandona os seus amigos antigos e se junta aos seus inimigos, como Collor e Sarney. É atacado de todos os lados por se aproximar do que há de pior na política brasileira. Os antigos componentes do seu partido político torcem a cara e fecham o nariz por não aceitarem a borra da política dentro do palácio. Os opositores o atacam pelas mesmas razões e ainda por um fato que virá: LULA, ao lado da canalha política, tentando ganhar em 2010, irá vender o Brasil ao diabo, tentando impingir uma comuno-terrorista e mentirosa, para o lugar que considera seu, e cumprir suas ordens enquanto aguarda o seu retorno, preparando-o para 2014.
Assim fizeram e fazem todos os que se cercam de gente sem caráter.
O GRUPO GUARARAPES já pode perguntar: LULA está certo? Respondam.
Quando a derrota se aproximar vai se repetir o que aconteceu com LUIZ XV. No leito de morte pergunta: “Chamem a DU BARRY”, sua amante predileta.
Alguém lhe respondeu que foi embora e ele apenas, com voz fraca, falou: JÁ?
Os canalhas irão lhe dar este prazer e LULA apenas poderá dizer: JÁ? MERDA!
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES!
batistapinheiro30@yahoo.com.br
www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
21 Dez 2009

UM POUCO DE HISTÓRIA:
“O apelo obstinado ao Poder simboliza o bloqueio do regime ao progresso e à esperança”.
O Livro de Ouro das Revoluções
Esta frase expressa o Brasil que vivemos. Para a continuação no Poder estão se unindo ao pior da espécie humana: Aos ladrões, aos sem honras, aos mentirosos, aos corruptos e corruptores. Tudo é válido para se manter no Poder.

O pensador polonês Leszek Kolakowski escreveu a GRANDE VERDADE:
“Nas sociedades totalitárias a mentira tem uma função especial: Versões são impingidas ao povo de cima para baixo e podem ser alteradas logo no dia seguinte”.
(Os sete chefes do império soviético)
O mensalão foi abafado com mentiras. O presidente mentiu. A Ministra Dilma mentiu. Todos mentem para salvar o comunismo, hoje chamado de socialismo.
A VERDADE É A FORÇA DA DEMOCRACIA. A MENTIRA E A ARMA DAS DITADURAS.

Idiotas


IDIOTAS todos aqueles que pensavam que Obama iria chegar na COP 15 e anunciar que iria fechar empresas poluidoras dos EUA, cortar postos de trabalho e distribuir o dinheiro dos americanos para paises que sofrem com os efeitos do clima, causados por eles, EUA, e outros paises desenvolvidos ou em desenvolvimento, como é o caso da China.
Faz tempo que Mao Tse Tung se foi e sem deixar saudades. Ele era o ultimo dos grandes da Internacional Socialista, corrente dos f.d.p. que sentem prazer em distribuir o que é do seu povo, para aparecer bem nas manchetes internacionais.
E Mister Obama ainda avisou: dinheiro para outros países só com a supervisão direta dos EUA. Quer dizer, sem americano no controle, nada feito.
O ultimo remanescente da Internacional Socialista, o sul-americano Lulla da Silva, deve ter ficado irritadissimo com o resultado da Conferência. Não conseguiu palco para fazer seu show de benemerência, com o dinheiro surrupiado de brasileiros, via leis de um Congresso comprado, que se não se vende em dinheiro vivo (mensalão), se vende por cargos mesmo.
Chamam isso de governabilidade. Nos chamamos de sacanagem mesmo, e das boas. Distribui-se aos outros tudo o que faz falta aqui. Pessoas morrem em ambulancias por não haver nem médicos nem hospitais para atende-los. São Paulo agora tem mais um problema, alem do trânsito caótico: enchentes. Até casos de leptospirose ja surgiram, por que as aguas não descem, não vão embora para o Oceano.
Nem mesmo a China, a quem o Brasil deu guarida na Organização Mundial do Comércio, se comprometeu com alguma coisa. Mas os idiotas latinoamericanos parecem não aprender com quem é desenvolvido: em matéria de interesses de países não existem "amigos", só interesses. Mas o nosso Filho do B. parece que não está muito interessado nisso. Enquanto a vaca der leite, estamos ai, deve pensar ele.
Fonte: Partido Alfa

domingo, 20 de dezembro de 2009

Serra ou Dilma? A Escolha de Sofia


por Rodrigo Constantino
Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam.
(Edmund Burke)
Aécio Neves pulou fora da corrida presidencial de 2010. Agora é praticamente oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas opções viáveis nas próximas eleições. Em quem votar? Esse é um artigo que eu não gostaria de ter que escrever, mas me sinto na obrigação de fazê-lo. Afinal, o futuro da liberdade está em jogo, sob grande ameaça. Nenhuma das opções é atraente. Nenhum dos candidatos representa uma escolha decente para aqueles que defendem as liberdades individuais. Será que há necessidade de optar? Ou será que o voto nulo representa a única alternativa?
Tais questões me levaram à lembrança do excelente livro O Sonho de Cipião, de Iain Pears, uma leitura densa que desperta boas reflexões sobre o neoplatonismo. Quando a civilização está em xeque, até onde as pessoas de bem podem ir, na tentativa de salvá-la da barbárie completa? Nas palavras do autor: “Usamos os bárbaros para controlar a barbárie? Podemos explorá-los de modo que preservem os valores civilizados ao invés de destruí-los? Os antigos atenienses tinham razão ao dizerem que assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum?
Permanecer na “torre de marfim”, preservando uma visão ideal de mundo, sem sujar as mãos com um voto infame, sem dúvida traz conforto. Manter a paz da consciência tem seus grandes benefícios individuais. Além disso, o voto nulo tem seu papel pragmático também: ele representa a única arma de protesto político contra todos que estão aí, contra o sistema podre atual. Somente no dia em que houver mais votos nulos do que votos em candidatos o recado das urnas será ouvido como um brado retumbante, alertando que é chegada a hora de mudanças estruturais. Os eleitos sempre abusam do respaldo das urnas, dos milhões de eleitores que deram seu aval ao programa de governo do vencedor, ainda que muitas vezes tal voto seja fruto do desespero, da escolha no “menos pior”.
Mas existem momentos tão delicados e extremos, onde o que resta das liberdades individuais está pendurado por um fio, que talvez essa postura idealista e de longo prazo não seja razoável. Será que não valeria a pena ter fechado o nariz e eliminado o Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista em 1933 na Alemanha, antes que Hitler pudesse chegar ao poder? Será que o fim de eliminar Hugo Chávez justificaria o meio deplorável de eleger um candidato horrível, mas menos louco e autoritário? São questões filosóficas complexas. Confesso ficar angustiado quando penso nisso.
Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro monopólio da esquerda na política nacional. PT e PSDB cada vez mais se parecem. Ambos desejam mais governo. Ambos rejeitam o livre mercado, o direito de propriedade privada, o capitalismo liberal. Mas existem algumas diferenças importantes também. O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios – os mais abjetos – para tal meta. O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso. O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista. O PSDB não chega a tanto.
Além disso, há um fator relevante de curto prazo: o governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, STF, Polícia Federal, as ONGs, as estatais, as agências reguladoras, tudo! O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo. Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo. A simbiose entre Estado e governo na gestão Lula foi enorme. O estrago será duradouro. Mas quanto antes for abortado, melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.
Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental, e ignorar um pouco as semelhanças entre Serra e Dilma. Sim, Serra tem forte viés autoritário, apresenta indícios fascistas em sua gestão no governo de São Paulo, deseja controlar a economia como um czar faria, estou de acordo com isso tudo. Serra representa um perigo para as liberdades, isso é fato. Mas uma continuação da gestão petista através de Dilma é um tiro certo rumo ao pior. Dilma é tão autoritária ou mais que Serra, com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas sim por outra ainda pior, aquela existente em Cuba ainda hoje. Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho. Seu grupo Colina planejou diversos assaltos. Como anular o voto sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente?! Como virar a cara sabendo que isso pode significar passos mais acelerados em direção ao socialismo “bolivariano”?
Entendo que para os defensores da liberdade individual, escolher entre Dilma e Serra é como uma escolha de Sofia: a derrota está anunciada antes mesmo da decisão. Mesmo o resultado “desejado” será uma vitória de Pirro. Algo como escolher entre um soco na cara ou no estômago. Mas situações extremas demandam medidas extremas, e infelizmente colocam certos valores puristas em xeque. Anular o voto, desta vez, pode significar o triunfo definitivo do mal. Em vez de soco na cara ou no estômago, podemos acabar com um tiro na nuca.
Dito isso, assumo que votarei em Serra, mas não sem antes tomar um Engov. Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa. Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio a Dilma. Meu voto não é a favor de Serra. E, no dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro ao governo Serra como sou hoje ao governo Lula. Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder. Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília. Ainda que depois ela seja substituída por outra parecida em muitos aspectos. Só o desaparelhamento de petistas do Estado já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo.
Respeito meus colegas liberais que discordam de mim e pretendem anular o voto. Mas espero ter sido convincente de que o momento pede um pacto temporário com a barbárie, como única chance de salvar o que resta da civilização – o que não é muito.
Fonte: A Verdade Sufocada
COMENTO: faltando quase um ano para as próximas eleições, assusta-me a falta de uma opção viável para tirar o Brasil das mãos da canalha comunista. O texto que aí está é fundado na realidade que se apresenta. E ainda tenho esperanças de que surja uma opção decente para este país. Não é possível que o país seja entregue de modo tão vil a essa corja. O autor ratifica o que tenho afirmado: PT e PSDB são as duas faces da mesma moeda. Com a diferença de que o PSDB é composto por quadrilheiros mais discretos, mais inteligentes, por isso, não menos deletérios. Não é possível que em uma população de quase 200 milhões de almas não haja uma outra opção para nos tirar dessa ditadura imposta pelos patifes que se adonaram do país em 1985, contando com o apoio da mídia imoral que busca, cada vez mais, idiotizar e manipular a sociedade como um rebanho irracional.
ATUALIZANDO: sobre a foto que ilustra o texto acima, o Coturno Noturno adverte que "É montagem. A foto original é de Mário Korda e está em sites do mundo inteiro. A foto de José Serra é de 1978, Guevara foi fuzilado em 1967."

A foto de Serra foi feita 11 anos depois da morte de Che Guevara.
A foto original de Che Guevara, feita ainda em Cuba.
Mas mantenho a "montagem" para ilustrar que PSDB e PT, ou Dilma e Serra, ou FHC e Lula, são todos "farinha do mesmo saco, isto é: qualquer escolha que se faça com essas merdas como opção, estaremos indo cada vez mais para o "buraco". Só resta escolher o "menos pior". Isto fica a cargo de cada um!!!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Dizimada a Quadrilha nº 9 das FARC

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Um após o outro, como em um castelo de cartas, foram abatidos os subseqüentes chefes da quadrilha ou "Frente" nº 9 das FARC que agiam no oeste do departamento (estado) de Antioquia.
A "Operação Oriente" começou há pouco mais de um ano com ações de inteligência envolvendo fontes humanas e técnicas.
Em uma segunda fase, um grupo de 36 combatentes de selva (grupo Jungla) da Polícia Nacional foi deslocado para caçar os bandidos em seu ambiente.
Em maio de 2009, tropas da IV Brigada descobriram na zona rural do município de Granada um esconderijo com armas e equipamentos de guerra da nona frente das Farc.
Com base em informações de desmobilizados que desertaram dessa frente, os soldados chegaram até o que era um dos "santuários" do grupo e acharam uma caleta com munições, armas e outros elementos, na vereda La Mesa.
Na ação caíram 20.000 cartuchos de fuzil, seis fuzis, três mochilas, 16 granadas, 125 quilos de explosivo anfo, 25 minas antipessoal, uniformes e material de campanha.
Também se achou equipamento médico como seringas e pinças de cirurgia. Segundo o coronel Juan Pablo Rodríguez Barragán, comandante da IV Brigada, "con este hallazgo se ataca la capacidad de fuego de esta cuadrilla que hoy está diezmada por la ofensiva del Ejército".
Em 30 de outubro passado, no vilarejo San Ignacio, município de San Carlos, tropas da IV Brigada abateram Jorge Fader Alzate Salazar, vulgo "Coico", que era o técnico em explosivos e quarto na linha de comando da "frente".
Na quarta-feira passada, 16 de dezembro, um bombardeio realizado pela Força Aérea e orientado pela Inteligência da Polícia de Antioquia, resultou na morte de Ruben Antonio Garcia, vulgo "Danilo", chefe da quadrilha, e mais nove bandidos entre os quais as autoridades presumem estar Luis Naranjo Garcia, o "Gabriel", e Libardo Lago Calvo, o "Salomón", 2º e 3º, respectivamente, na linha de mando do bando.
O bombardeio, feito por aviões Tucano (os mesmos empregados no ataque contra "Raúl Reyes") de fabricação brasileira, começou às 7:45h sobre o acampamento guerrilheiro localizado na vereda Santa Teresa, zona rural do município de San Roque, nos limites com Caracolí, San Rafael e San Carlos.
No dia seguinte, outros dois guerrilheiros da Frente 9 se entregaram aos militares da IV Brigada em San Luis: Jhon Wilmar Márquez, vulgo "Rubín", chefe de esquadra que militava há 9 anos nas Farc, e Libia Yuleda Márquez, que militou 16 anos na guerrilha.
Estes fatos não deixam dúvida sobre a derrota da frente 9, que em finais dos anos 90, quando semeou o terror no Oriente, contava com cerca de 500 homens e em 2003 passou a ter uns 385. E hoje, depois dos golpes militares que vem recebendo e das sucessivas desmobilizações (deserções) de seus homens, mesmo tendo herdado os restos da frente 47, conta tão somente com 35 guerrilheiros, segundo calcula o coronel Rodríguez Borbón.
Para esse militar, a morte de "Danilo" "representa uma baixa importante e desarticula finalmente o grupo que já vinha sofrendo inumeráveis baixas graças ao esforço da Policia, da Quarta Brigada e da Sétima Divisão do Exército".
Na operação de buscas levada a efeito logo após o bombardeio, foi encontrado um computador portátil, armamento, unidades USB e material de campanha.
O material de informática apreendido, certamente fornecerá dados relevantes para o combate e destruição total dos narco-terroristas colombianos.
Parabéns às forças de segurança da Colômbia.

Leia mais no jornal El Colombiano, clicando AQUI, AQUI e AQUI.

Esta era a linha de mando da frente 9 das Farc, que hoje está dizimada:  "Danilo" (esquerda acima), "Gabriel" (direita acima),  "Salomón" (esquerda abaixo), e  "Coico" (direita abaixo).
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