domingo, 1 de março de 2009

O Que Move os Homens?

por Arlindo Montenegro
Queiram ou não os beneficiários, as milionárias indenizações distribuídas pela Comissão de Anistia caolha, que favorece apenas um lado e politiza todos os processos para incriminar os militares, é conivente com parte da estratégia política internacional do comunismo.
Os militares alheios ao maquiavelismo dos políticos conduziram a sociedade para o caminho do progresso econômico. Diferente dos ideólogos deste governo, que iniciaram a guerra civil fratricida para implantar a “ditadura do proletariado”.
A anistia e posterior passagem do poder aos políticos, com eleições livres, deveria restaurar o ambiente de liberdades - proibitivas sob ataque dos terroristas. Deveriam conduzir para a construção do estado democrático de direito. O MDB, transformou a legenda de “Movimento” para “Partido”. Junto com o PSDB abriram as portas para os anistiados voluntários e ex-terroristas, até então banidos.
Uma nova constituição foi promulgada, estabelecendo mais direitos que deveres, abrindo caminho para a corrupção “ampla, geral e irrestrita”. O PT, fingindo comportamento ético, implantou a sistemática da chantagem, venda de facilidades, cobrança de “pedágios” em contratos de serviços turbinados. Por baixo dos panos foi sistematizada a deformação moral como instrumento para a tomada de poder.
Colaboradores incômodos foram eliminados: como Paulo de Tarso Venceslau, Celso Daniel, ministros, moleques de recado que arrecadavam propinas. O PT montou seu esquema financeiro e político: corrompeu parlamentares, recebeu contribuições estrangeiras, abriu as portas para ongs como o CIMI trabalhar na Amazônia pela divisão do território nacional “para o desfrute pelas grandes civilizações européias”. Negando sempre fazer o que tem feito.
As manifestações públicas e sociais do início de 1964 mobilizaram as Forças Armadas no cumprimento de obrigações constitucionais em defesa da Pátria. Marcaram o ponto de partida para a construção de uma nova sociedade.
Os comunistas, internacionalistas, tinham um “ideal” e se dispuseram a lutar por sua ideologia: morrer! Não pela Pátria, mas pelo sonho de integrar o poder totalitário da internacional comunista, sonho do globalitarismo marxista, submetendo toda a sociedade, como em Cuba, como era na União Soviética, como na China de Mao Tse Tung, como na Coréia do Norte.
Hoje temos um governo de criminosos organizados que utilizam a propaganda paga com o dinheiro público. A “oposição” e a mídia calam e consentem. Poucos se manifestam contra a campanha de punição a militares que defenderam a continuidade democrática nas escaramuças daqui, como antes haviam feito na II Guerra Mundial. O perdão é exclusivo para os que atacaram a democracia nos anos 60 e para os corruptos que em nos últimos 20 anos têm desfigurado a nação.
“Paulo Vannuchi pediu ontem que vítimas da repressão do regime militar, seus familiares e entidades de classe se organizem nos Estados para propor ações judiciais em massa questionando a abrangência da Lei de Anistia” (fonte: Estadão). Apontam para os militares depois de transformar em heróis os terroristas internacionalistas.
Desviam a atenção com barulho e propaganda, para esconder a tortura a que submetem os milhares de trabalhadores que saem e não sabem se voltam prá casa, vítimas de enchente, de bala perdida, de assalto relâmpago, da penúria na saúde pública. E ninguém se lembra de cobrar deste estado, destes governanates solidários com o crime organizado, a “reparação” pelas perdas diárias, impostas por suas decisões desastrosas e roubo continuado aos cofres públicos e privados.
Os militares são os “culpados”? As forças armadas que antes formavam jovens capazes e hábeis, disputados pelas empresas privadas, por serem eficientes e disciplinados, foram sucateadas. Não têm grana nem para o rancho da soldadesca. Os Ministérios Militares foram extintos e os atuais comandantes mendigam a subsistência com políticos. Montaram uma tal “Força de Paz” para intervir onde a ONU mandar. E deixam as fronteiras nacionais desguarnecidas.
Os internacionalistas no poder, são os piores terroristas e corruptos, os corporativistas associados ao mais sórdido das oligarquias, associados banqueiros e controladores internacionais como o Príncipe herdeiro da Inglaterra.
Estes internacionalistas, sim, são objetos de punição por seu passado e sobretudo pelo presente. Na direção do PT, PSDB, PMDB, PSB, PSOL e associados, vangloriam-se ter "combatido" os governos militares. Nunca trabalharam de fato. Enriqueceram enganando a população e saqueando os cofres públicos.
Em termos de violência política e institucional, num curto período de exceção, os militares trabalharam, colocando o Brasil entre as dez maiores potências econômicas. Enquanto eles estavam exilados, convivendo e aprendendo com companheiros da Europa capitalista ou em Cuba. A maioria cuidou de sobreviver sem meter-se em ações armadas. Agora mantêm o discurso socialista enquanto se prostituem e firmam o assistencialismo clientelista.
Quanto à segurança pública, as grandes metrópoles e cidades do interior não eram controladas por narcotraficantes. A guerra civil era restrita. Diferente de hoje, espalhada nas ruas e nos guetos residenciais ceifando milhares de vidas. O ambiente que eles prestigiam, importa em ausência de compostura, dignidade, honra, honestidade, patriotismo, extinção do respeito à família e valores culturais.
A ideologia capimunista já se infiltrou nos quartéis. Resta um motivo para manter a inércia diante dos que nos mantêm reféns em nossa casa: a covardia, o medo de defender a Pátria como fizeram nossos antepassados. O medo à responsabilidade de tomar nas mãos nosso destino. O medo de escolher o papel de construtores de uma verdadeiro estado democrático de direito.
Arlindo Montenegro é Apicultor.
Fonte: Alerta Total

Um comentário:

FENIX disse...

Finalmente instalou-se de vez a anarquia no país. Cada autoridade no poder faz o que quer, de acordo com suas crenças, informações e ignorâncias.

Já se vão quase 15 anos de FHC para cá com o MST invadindo propriedades privadas, laboratórios de multinacionais, roubando, destruindo pesquisas tecnológicas, vandalizando bens alheios e, principalmente, alterando o comportamento social na aceitação de tais fatos. Agora querem assassinar e ter a proteção do Estado para seus crimes, uma vez que o crime de invasão já havia sido aceito como luta social. Quase 15 anos se passou para alguém do Judiciário se pronunciar que o MST, financiado pelo governo do PT, é uma organização criminosa. Por outro lado, a justiça do trabalho resolveu ingerir em negócios da iniciativa privada, respaldado por lideres sindicais, a maioria com processos de corrupção e desvio de dinheiro publico em andamento.

Como dizem os jovens "bagunçou geral". Na outra ponta, o governo, depois de inúmeras tentativas em destruir a credibilidade das forças armadas, movido pela inveja, prepara campanha publicitária para mais uma vã tentativa.

Como se não bastasse, estamos diante da maior crise econômico-financeira jamais vista pela humanidade, cujos efeitos ainda não nos alcançaram em sua plenitude.

Já há muito desemprego e haverá muito mais e pior, sem a menor possibilidade de reversão em curto prazo. Grande parte desses desempregados, vendo-se sem alternativas, certamente migrará para o crime, esse mesmo já instalado até nas policias que deveriam combatê-lo.

Nos deparamos com noticias jamais vistas, que elementos do Exército apresentam desvios de conduta, contrabandeando armas provenientes da campanha do desarmamento, realimentando assim o crime organizado.

Não restou muito que preservar.

LIBERTAS QUAE SERA TAMEN